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Novo Onix 2017 e Novo Prisma 2017: Dupla se renova e parte de R$ 44.890

A GM apresenta os Novos Onix e Prisma. A dupla de compactos da Chevrolet chega com preços a partir de R$44,890 e R$ 53.690, respectivamente. Renovados não só em visual, os dois modelos receberam profundas alterações, que envolveram inclusive a estrutura da carroceria, mecânica e sistema elétrico.

Com o Onix na liderança de mercado e o Prisma como sedã mais vendido do país, a GM adicionou alterações que visam torná-los mais eficientes, atrativos, confortáveis e conectados. As alterações resultaram em redução no consumo de 18% no Onix e 24% no Prisma.


Visualmente, os Novos Onix e Prisma receberam um capô mais longo, assim como grade menor e redesenhada, enquanto os faróis adotaram lentes remodeladas e assinatura em LED (LTZ), além de para-choques atualizados. Na traseira, as lanternas possuem estilo levemente alterado, assim como as tampas de porta-malas. O conjunto de rodas aro 15 tem desenho diferenciado. Câmera de ré passa a fazer parte do pacote.

No interior, a GM finalmente alterou os painéis das portas, introduzindo puxadores mais ergonômicos e melhor acabamento. O painel foi mantido com poucas alterações, tendo agora dois tons e quadro de instrumentos oferece grafismo diferenciado e econômetro. Os comandos do ar-condicionado também foram modificados. Há porta-óculos no teto, assim como nome Chevrolet no porta-luvas e detalhes em preto brilhante.

Novo Onix 2017 e Novo Prisma 2017: Dupla se renova e parte de R$ 44.890


Outra importante novidade é a multimídia MyLink 2 com Android Auto e Car Play, tendo ainda entradas USB (suporte para hub com 2 USB) e auxiliar, além de Bluetooth. No retrovisor interno vem de série o sistema OnStar. Este vem com uma nova função diagnóstico, que monitora vários parâmetros do veículo, inclusive a pressão dos pneus, tanto pela internet quanto pelo aplicativo.

É possível localizar e bloquear o veículo em caso de roubo. Ele permite orientação de navegação por seta ou comandos de voz, serviços de socorro mecânico, entre outros, totalizando 20 serviços em três pacotes diferentes conforme versão e motor, grátis por um ano. Confira logo mais, detalhes e impressões ao dirigir.

Confira abaixo os preços dos Novos Chevrolet Onix e Prisma 2017:

Novo Onix LT 1.0 MT6 – R$ 44.890
Novo Onix LT 1.0 MT6 com MyLink – R$ 46.290
Novo Onix LT 1.4 MT6 – R$ 49.590
Novo Onix LT 1.4 AT6 – R$ 54.790
Novo Onix LTZ 1.4 MT6 – R$ 54.490
Novo Onix LTZ 1.4 AT6 – R$ 59.790
Novo Prisma LT 1.4 MT6 – R$ 53.690
Novo Prisma LT 1.4 AT6 – R$ 58.990
Novo Prisma LTZ 1.4 MT6 – R$ 58.690
Novo Prisma LTZ 1.4 AT6 – R$ 64.690

Disponíveis nas versões LT e LTZ, os Novos Onix e Prisma 2017 oferecem os seguintes itens:

Onix LT 1.0 – De série: OnStar pacote Safe (Diagnóstico, App/Web e Segurança), ar-condicionado, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos tipo um toque, painel com velocímetro digital, bússola e alerta de mudança de marcha, sistema de áudio com Bluetooth e entrada USB, chave tipo canivete com controle remoto das travas e vidros elétricos, faróis com máscara negra, banco do motorista e cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, porta-revistas no dorso do assento do carona, limpador e desembaçador traseiro, espelho nas sombreiras, sistemas antifurto, aviso sonoro para não afivelamento do cinto de segurança, câmbio de seis marchas, rodas aro 14 com novas calotas, freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e airbag duplo.

Opcionais: acabamento interno em dois tons (preto e cinza), sistema multimídia MyLink 2 com Android Auto e Car Play, volante com comandos de áudio e telefone, luz de cortesia no porta-luvas, abertura do porta-malas por controle remoto, retrovisor interno com botões de acesso ao OnStar e o pacote Protect do OnStar (Diagnóstico, App/Web, Segurança e Emergência).

Onix LT 1.4 – Itens do LT 1.0, mais coluna de direção com regulagem de altura, sensor de estacionamento traseiro com auxílio gráfico, adesivo da coluna B e rodas aro 15 com novas calotas.

Onix LT 1.4 Automático – Itens do LT 1.4, mais controlador de velocidade de cruzeiro e volante com revestimento premium.

Onix LTZ 1.4 – Itens do LT 1.4 completo, mais detalhes internos e externos cromados, computador de bordo com cinco funções (consumo médio, velocidade média, autonomia, temperatura externa e cronômetro), vidros traseiros elétricos com a função um toque, bancos com revestimento premium e tecido de alto-relevo, retrovisores externos com ajuste elétrico, farol com superfície interna cromada e LED, faróis de neblina, rodas de alumínio e OnStar com o pacote Exclusive (Diagnóstico, App/Web, Segurança, Emergência, Concierge e Navegação).

Onix LTZ 1.4 Automático – Itens do LTZ 1.4, mais controlador de velocidade de cruzeiro.

Prisma LT 1.4 – De série: OnStar pacote Protect (Diagnóstico, App/Web, Segurança e Emergência), ar-condicionado, sensor de estacionamento, travas e vidros (dianteiros) elétricos, painel com velocímetro digital, bússula e alerta de mudança de marcha, multimídia MyLink de última geração, chave tipo canivete com controle remoto das travas e vidros elétricos, faróis com máscara negra, direção com regulagem de altura, adesivo da coluna B, rodas aro 15 com novas calotas, banco do motorista e cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, espelho nas sombreiras, detalhes internos cromados, volante multifuncional, luz de cortesia no porta-luvas e bagageiro, abertura do porta-malas por controle remoto, sistemas antifurto, aviso sonoro para não afivelamento do cinto, câmbio de seis marchas, freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e airbag duplo.

Prisma LT 1.4 Automático – Itens do LT 1.4, mais controlador de velocidade de cruzeiro e volante com revestimento premium.

Prisma LTZ 1.4 – Itens do LT, mais acabamento interno em dois tons (preto e marrom escuro), computador de bordo com cinco funções (consumo médio, velocidade média, autonomia, temperatura externa e cronômetro), vidros traseiros elétricos com a função um toque, bancos com espuma mais macia e com revestimento premium e tecido de alto relevo, retrovisores externos com ajuste elétrico, farol com superfície interna cromada, luz de posição em LED, faróis de neblina, rodas de alumínio e OnStar o pacote Exclusive (Diagnóstico, App/Web, Segurança, Emergência, Concierge e Navegação).

Prisma LTZ 1.4 Automático – Itens do LTZ 1.4, mais controlador de velocidade de cruzeiro.

Engenharia

Para ficarem 18% e 22% mais econômicos e receberam classificação “A” do Inmetro e selo verde do Conpet, os Chevrolet Onix e Prisma 2017 receberam modificações na carroceria, que adota painéis de aço de alta resistência, totalizando 102 componentes retrabalhados e redução de peso de 32 e 33 kg, respectivamente. Além disso, a dupla da GM recebeu melhorias na aerodinâmica com o novo estilo.

Na parte mecânica, os motores SPE/4 agora são chamados de SPE/4 ECO, que adotam pistões, bielas e anéis redesenhados, reduzindo o atrito interno e melhorando o consumo. Além disso, mudanças foram realizadas no módulo de comando, no sistema de refrigeração e no gerenciamento de cargas elétricas.

Apesar das alterações, os números de potência, torque e rotação permanecem os mesmos. O 1.4 ECO entrega 98/106 cv a 6.000 rpm e 13,0/13,9 kgfm a 4.800 rpm. Neste último, o Novo Onix vai de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos com máxima de 180 km/h.

Os consumos do Novo Onix 1.4 ECO MT6 são de 8,6/12,5 km/litro na cidade e 10,2/14,9 km/litro na estrada, respectivamente com etanol e gasolina. O Novo Prisma 1.4 ECO MT6 tem consumos de 8,8/12,8 km/litro na cidade e 10,7/15,4 km/litro na estrada, respectivamente com etanol e gasolina.

Em conjunto com os motores SPE/4 ECO, a GM introduziu uma caixa de mudanças manual de seis marchas no lugar da antiga de cinco, enquanto a automática GF6 mantém as seis marchas e dispõe da função Active Select, que permite trocas também no modo manual.

Os Onix e Prisma 2017 também receberam nova calibração dos amortecedores e ajuste da suspensão com redução de 10 mm na altura, além de novos cubos de rodas, rolamentos e barra estabilizadora. Por fim, a direção elétrica substitui a hidráulica, permitindo compensação de inclinação da via e redução das vibrações por desbalanceamento das rodas.

Com tudo isso, os Novos Onix e Prisma 2017 agora recebem duas novas opções de cores: Vermelho Carmin e Preto Ouro Negro. As demais tonalidades Branco Summit, Cinza Graphite e Prata Switchblade continuam. A garantia continua em três anos.

Galeria de fotos dos Novos Chevrolet Onix e Prisma 2017:

Novo Onix 2017 e Novo Prisma 2017: Dupla se renova e parte de R$ 44.890
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278 Comentários

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    • Mas na segurança, deixou a desejar, um simples cinto de três pontos para o passageiro do meio no banco traseiro, ou um repetidor lateral ( de suma importância no país dos motoqueiros malucos), nada, até banco bipartido traseiro na LTZ parece que não tem.

      • 5 pessoas no Onix vão bem apertadas, acho que nem é a proposta do carro andar lotado, de qualquer forma de fato não custava colocar o cinto de 3 pontos no meio.

        O repetidor eu acho mesmo muito importante, um vacilo é nem o Cobalt Elite de 70 mil ter esse item…

          • Bom, como já andei dizendo por aqui, o preço do produto ser caro, não significa que a empresa que o fabrica está fazendo dinheiro.

            A situação hoje no Brasil é a seguinte, a maioria dos fabricantes está vendendo carros pensando no futuro. Se fossem pelo presente, a maioria das plantas seriam fechadas e teriamos apenas carros médios sendo vendidos em versões peladas por preços ainda mais caros do que realmente são. Quer negócio melhor do que vender carro médio no Brasil? A Toyota deve está rindo da cara da GM/FIAT/FORD/ETC… É a única que consegue fazer isso hoje. Vender um produto com maior margem de lucro em grande volume. Quanto do Corolla é Importado e come o lucro deles? Não sei…

            Quer ver um pouco dessa realidade? Volte aos anos 80 e observe o número de vendas dos carros e conteúdo deles próximo ao dos carros semelhantes vendidos no resto do mundo.

      • Pois é , já “caparam” esse banco bipartido nos modelo 2016. Pois nos LTZ 2015 vinham com bancos bipartidos! ta loco essa chevrolet! ah! e uma lanterna de neblina traseira nem como opcional! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        • Tive um Corsa Sedan Premiun 1.4 2010 q vinha com cinto de 3 pontos no meio e banco bipartido. Em 2011 eles caparam o cinto e outras coisas… isso não é novidade na GM.

  • Pelo preço um ESP né GM? Focou tanto na segurança dos seus veículos( tirando apenas os 2AB da S10) . Mas pessoal que compra prefere botoezinhos no retrovisor, telinhas à segurança

      • Não sei pq as pessoas cismam tanto com o MyLink. Tenho 3 carros em casa e de todas as multimídias o MyLink é o melhor na minha opinião. Interface clara e objetiva, não trava e ate o GPS BringGo funciona muito bem. Lixo é a da AUDI. Você precisa fazer um MBA em Harvard para usar. A interface é horrível. Não é touch e o botão é invertido. Vc gira o botão para um lado e a seleção da tela gira para o outro.

      • Irmão, você confundiu “alho com bugalho”.
        MyLink é o nome da CMM da GM, ou seja, o “apelido” que eles deram para o seu “hardware”. Acessar ou não o CarPlay ou Android Auto, que são “softwares” para espelhar os celulares com iOS ou Android é outra história, uma função que é adicionada à CMM.
        Por exemplo: tenho um CMM da Pioneer que tem acesso ao CarPlay (e dizem que também suportaria Android Auto, porque ele só foi lançado no Brasil em abril deste ano, mas até hoje nada…). O “hardware” é da Pioneer, o sistema operacional da CMM também é próprio, mas ela possui acesso ao CarPlay que nada mais é do que um “software” da Apple para espelhar o conteúdo dos seus celulares na CMM e utilizar alguns de seus apps.
        E mais: esse MyLink 2 já suporta CarPlay e também Android Auto.
        Portanto, cai por terra essa sua afirmação! Rsrs

  • “Os consumos do Novo Onix 1.4 ECO MT6 são de 8,6/12,5 km/litro na cidade e 10,2/14,9 km/litro na estrada, respectivamente com etanol e gasolina. O Novo Prisma 1.4 ECO MT6 tem consumos de 8,8/12,8 km/litro na cidade e 10,7/15,4 km/litro na estrada, respectivamente com etanol e gasolina”.

    E a Peugeot dando mole no marketing… Poderia estar vendendo como Onix,,,

    • Não sei se o problema é da marca apenas… quando fui ver um 208 na conce$$ionária o vendedor me pediu 10% a mais logo de cara… falei do preço do site e ele soltou um ‘ah, você viu o preço no site né? Dá para dar um desconto então’… isso foi na concessionária aqui em Cascavel – Pr… Nem assim chegava no preço do site, e ainda queriam cobrar 400 reais a mais pela cor BRANCA.. alegando que era a cor da moda e que estava em falta na fábrica e essas lengas lengas… como confiar numa marca que a primeira impressão ficou péssima para mim?

      • Acho que isso é uma prática comum na Peugeot, infelizmente, e é uma das coisas que sempre me afastaram da marca. Os carros encalhados, 15/16, mas se chegar pra perguntar o preço, o vendedor joga sempre uns 2 mil de ágio.

      • Cara isso acontece com qualquer CSS de Marca X ou Y, triste, mas é uma realidade aqui no BR, se não tiver mais de um CSS de marca em questão pra pesquisar os preços e talz recomendo ir para outro modelo !!

      • Isso é estratégia de vendedor para ganhar poder de negociação com o cliente. às vezes “paga mais” no seu usado, às vezes te dá um “desconto” e faz o carro chegar no preço real de venda… acontece em todas as marcas.
        Os vendedores precisam mudar de conceito… com o farto acesso à informação, cada vez mais o consumidor está mais preparado ao entrar em uma negociação.

        • Sim, qd eu trabalhava em css eu tinha acesso ao sistema de comissoes. Por exemplo: a VW anunciava fox a partir de 29.990 (bons tempos), mas essa versao era uma peladona que quase ng tinha. O cliente ia na loja e se dessem todo o desconto permitido se chegava a uns 32 mil com alguns opcionais a mais. Porém o vendedor ganhava 200 reais se vendesse segurando 2 % do desconto. Isso q resulta os preços sempre maiores qd a glr vai na css, pois eles precisam de uma margem pra negociar. Claro q a maioria pesquisava e era bem dificil vender segurando desconto

      • Isso me aconteceu em uma Fiat ao conhecer o Bravo. E ainda poderia configurar o Bravo ao meu estilo entrando no site da Fiat. O cara sequer teve a boa vontade de me perguntar a cor do carro (eu tinha interesse no azul maserati). Sai de lá bem aborrecido.

        • Essa política de opcionais da Fiat e da VW que supostamente permite personalizar o carro a sua maneira só piora ainda mais essa questão dos vendedores ficarem chutando os preços. No fim eles só negociam os carros que têm no estoque do jeito que vieram da fábrica. Tentar encomendar um carro dessas marcas rigorosamente do jeito que você quer é pedir pra ter dor de cabeça com a negociação do preço e o prazo de entrega.

          • Perfeito, foi o que aconteceu exatamente comigo na Fiat. Admiro quem teve um Bravo azul maserati, pq qdo vejo um, tenho a total certeza que o cara pagou sem desconto.

    • Pensei a mesma coisa Edgar, os 2 carros tem dimensões muito próximas, até no preço, porém o 208 sendo muito mais econômico que o Onix.

    • Por isso eu bato na tecla da falta de educação/informação. Não são capazes de ler sobre motores turboalimentados e etc, toda tecnologia envolvida. Uns ainda acham que os 2.0 andam muito mais que os 1.4T, por exemplo. Por fim, ainda se vê carro turbo para “correr” e não como eficiência, segurança e etc. Enfim, temos muito a evoluir.

    • 1.0 de 120cv por 72 mil é muito mais caro que 1.4 de 60 mil.

      De qualquer forma, não adianta analisar só o motor. Quem compra um Prisma de 60 mil quer um carro com porta-malas espaçoso, suspensão macia e largura suficiente no banco traseiro para acomodar 3 pessoas. E isso um up! TSI completo de 50 mil, cujo motor e projeto são excelentes, não oferece.

        • Ai está o motivo de Spin vender o que vende.

          Tem tudo para dar errado mas da certo porque é praticamente o único modelo popular que atende esse publico alvo.

        • As necessidades de quem, vale frisar. Nem todo mundo precisa de um Cobalt. E o Smart dá e sobra para alguns. Tendo em vista o número de pickups compactas vendidas que a caçamba nunca viu peso.

    • Brasileiro compra carro por desconto na cc. O Up! pode ter motorização mais avançada porém a VW não tem a mesma flexibilidade na negociação como a GM. Além disso a manutenção do Onix é mais barata.
      Resumindo: brasileiro compra o carro que oferece baixo custo de manutenção, desvaloriza pouco, e que tenha desempenho, consumo, espaço e equipamentos equilibrados. Ou seja, carros que não são os melhores mas que fazem tudo certinho. Vide Onix e Corolla.
      Chora mais ;)

    • Não sabemos comprar carros, esta é a verdade. Muitos ainda acreditam que carro para ser potente tem que ser 1.8 para cima com seus pesadões blocos de ferro fundido (cabeça nos anos 90). Depois que compram um, percebem que 90% do uso do carro é uso urbano e que não há necessidade de tanta litragem na cidade e ai, nego chora do consumo.

        • Não sou fã do Ônix mas ele é bem superior a Palio e Gol, em acabamento, design e tamanho, assim como é inferior ao 208 em acabamento, refinamento e desig…

            • Bom, abaixo segue a relação dos itens mais importantes (ao meu ver) em ambos carros:

              HB20 Comfort Style 1.6 MT 54.245
              – Airbag duplo, airbag lateral de tórax, ABS e EBD, alarme, luz de LED, Isofix, ar condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos one touch traseiro, retrovisor elétrico, faróis de neblina, limpador e lavador traseiro, sensor de estacionamento traseiro, computador de bordo com 7 funções, volante multi função, banco com regulagem de altura e radio Bluetooth com MP3 e USB.

              ONIX LTZ 1.4 MT 54.490
              – Airbag duplo, alarme, ABS e EBD, faróis de neblina, luz de LED, retrovisor elétrico, ar condicionado, direção elétrica, computador de bordo com 4 funções, limpador e lavador traseiro, vidros elétricos one touch traseiro, volante multi função, MyLink com Android Auto e Apple CarPlay, Bluetooth e MP3, banco com regulagem de altura, sensor de estacionamento traseiro e pressão dos pneus.

              Como pode ver, o HB20 possui dois airbags a mais, Isofix e computador de bordo com 7 funções, já o Onix possui direção elétrica, MyLink com espalhamento para iPhone e celulares Android e um medidor de pressão de pneus (que eu acho pouco relevante nesta comparação), sem contar que o chassis foi aplicado materiais mais resistentes e leves.

              A diferença entre os dois é de menos de R$ 300,00. Diante disso, eu ainda continuo achando que o Onix é SIM comparável ao HB20 (e também ao 208). Se quiser podemos jogar na lista o 208.

              Obs.: Foi comparado as versões equivalentes em preços.

              • Não quis dizer que não seriam concorrentes. O que quis dizer é que HB20 e 208 são bens melhores que o Ônix em tudo, exceto em espaço interno.
                O motor do Ônix é defasado (sobretudo em relação ao PureTech da Peugeot) e ele é menos seguro (no Latin NCAP foi pior até que o Palio e o assoalho rasgou no teste). O acabamento e padrão de montagem e construção de HB20 e 208 também são superiores.
                Em termos de equipamentos podem até se equivaler (cada um tem um item que o outro não possui), mas no geral não vejo vantagem alguma do Ônix sobre esses concorrentes.

                • Concordo plenamente que o motor da família Onix / Prisma seja defasado em relação aos concorrentes turbo e também que ambos conseguiram melhores notas no Latin NCAP, na verdade isso não tem nem o que concordar, é simplesmente um fato.

                  Agora, eu tive um Onix LTZ e um amigo meu tem um HB20 e não vi diferença na montagem dos equipamentos (pelos menos em relação ao HB20) e outro ponto a analisar, as versões que comparei aqui foram as equivalentes (leia-se 1.4 vs. 1.6), sendo assim, foi válida a comparação.

                  Edit: Também gostaria de deixar aqui o relato sobre a manutenção do Onix que é bem mais barata que HB20 e 208, e a facilidade de manutenção em todo o território nacional é incomparável a qualquer francês ou coreano. Isso também tem que ser levado em comparação.

                  Por fim, queria deixar um relato aqui, que na Dutra, um HB20 1.6 não teve força suficiente para superar meu Onix. Eu dei passagem a ele, no entanto pisei no acelerador. Ele simplesmente andou junto. Ai se prova (mais uma vez) que cilindrada não é sinonimo de desempenho (é só ver o Up! TSi, que é um foguete).

                  • Em relação à manutenção eu não tenho informação em relação ao Ônix, mas em relação ao HB20 é tabelada e em valores bastante razoáveis (tenho duas irmãs e cada uma tem HB20: um 1.0 e outro 1.6; a manutenção do 1.6 é um pouquinho mais cara, mas a do 1.0 tem preços muitos bons: a primeira revisão custou R$ 140!). A do 208 eu também não conheço.
                    É fato que há muito mais concessionárias GM no Brasil, mas isso também se traduz em uma grande variedade de qualidade de atendimento no pós-venda. O HB20 tem menos concessionárias, mas parece que a grande maioria mantém um bom padrão de atendimento tanto no pré e pós-venda.
                    Minhas irmãs levam seus carros na concessionária New de Ribeirão Preto-SP e o atendimento lá é idêntico ao da Koi (Honda) da mesma cidade (aliás, ambas pertencem ao mesmo grupo econômico), de alto nível mesmo. Funcionários educados, tudo é feito com hora marcada, da sala de espera se vê a oficina através de vidros (dá para acompanhar todo o trabalho que é realizado no seu carro, se o cara tiver paciência de esperar) sem frescura para te levar onde você precisar etc.
                    E cara, o HB20 1.6 anda muito. Não acredito que o Ônix 1.4 ande junto. Eu sei que o motor do Ônix é o 1.4 aspirado mais potente do mercado brasileiro, mas o HB20 é bem leve (pesa 1.000kg na versão Comfort Style MT) e o motor gera 122cv/128cv com gasolina e etanol, respectivamente, bem como 16 e 16,5kgfm de torque. O Ônix (LTZ manual), por sua vez, é um pouco mais pesado (1.067kg) e gera 98/106cv e 13 e 13,9kgfm com gasolina e etanol, respectivamente. Ou seja, perde em todos os quesitos. Talvez por ser 8v o Ônix ande melhor em baixas rotações…
                    Eu acho o seguinte: o Ônix é melhor opção frente ao Gol, Uno, Palio etc. Mas se for comparar com HB20, 208, C3, Fox, Fiesta e até Punto (sei que alguns desses são considerados “compactos premium”, mas o Ônix nas versões mais caras esbarra na mesma faixa de preço), não o vejo como boa opção.
                    De qualquer forma, respeito sua opinião e acho que o importante é estar contente com o carro que a gente possui.

                    • Realmente pós venda em geral da GM é ruim, já tive vários GM e a maior parte das css não tratam bem. Porém eu o levava em apenas uma css da GM para dar manutenção em SJC, e se chama Veibras. Nela eu tinha leva e trás, explicativo sobre o que seria feito, tudo isso que você mencionou e por ai vai. Então vai muito da região.

                      Só para finalizar. HB20 nas versões 1.6 pesa 1.040kg e 1.071 (dependendo da configuração), sendo assim é o mesmo peso que o Onix (cerca de 20kg a menos). O que demostrei aqui na rodovia é simplesmente um FATO, eu andei junto e ele não passou. Muitos poderão dizer: “Ah, vai ver ele não quis passar e tal”, mas não é verdade, porque naquele dia alcançamos mais de 160km/h até que chegasse um transito mais intenso a frente.

                      Em relação ao Onix LTZ, a velocidade máxima alcançada por mim neste carro foi de exatos 187km/h no álcool e durante varias vezes já vi pessoas elogiando o desempenho do carro (inclusive na volta de SP-SJC durante o pedágio do Sem Parar).

                      Edit: Não tenho mais ele, vendi há mais ou menos 1 ano, estou com um A3 Sedan 1.8T agora, mas se por algum motivo tivesse que comprar um carro de mesmo porte, ele estaria na lista de escolha.

                    • O peso de ambos eu tirei da ficha técnica do site icarros. Pode ser que eles tenham colocado informação errada lá. O do HB20 peguei da versão Comfort Style 1.6 2016 MT e o do Ônix versão LTZ 1.4 também MT.
                      Pode ser que seu Ônix estivesse mais “amaciado”, sei lá, porque no próprio site que peguei a informação do peso e demais dados fala que a máxima do HB20 1.6 é 189km/h. A do Ônix não consta (está “N/D”).

                    • Eu particularmente não confio muito nesse iCarros, já errou vários dados de diversos carros que procurei. Segue o link da CAOA que tirei as especificações.

                      Quanto a máxima de 189km/h, cá pra nós, isso não é nada (2km/h de diferença) e outro ponto é que nesse caso o que contava mais era o 0-100 e retomadas (porque estávamos a 90km/h), já que carros de baixa cilindrada (abaixo de 1.6l e sem turbo) demoram muito para chegar a máxima. Eu mesmo demorei para atingir a máxima do Onix, deve ter sido uns 2km.

                      https://caoa.com.br/uploads/product/2016/03/21/1458600778-novo-hb20-15-16-ficha-tecnica-150907.pdf

      • Vou postar um resumo :
        New Fiesta 1.0T + PS6 Sem CMM = ……71.990,00 + 4800 CMM CSS
        New Fiesta 1.6 + PS6 Sem CMM = …..69.490 + 4800 CMM CSS
        HB20 1.6 + AT6 = ……………………….66.735
        208 1.6 + AT4 =………………………66.580
        Palio 1.6 + Dualogic5 = …………64.721
        Gol 1.6 + Imotion5 = ………….63.187
        Novo Onix LTZ 1.4 AT6 = ……………………..59.740
        March 1.6 + CVT = ………58.390
        Etios 1.5 + AT4 = ……..57.720

    • Pior é que tem muita gente achando que um carro vale mesmo esse preço. GENTE SÃO 60 MIL REAIS EM UMA CARROÇA BRASILEIRA!!! Acho que o brasileiro já está tão anestesiado com o mercado que ver um carro desse partindo de quase 50 já é comum

  • É literalmente o Gol da Chevrolixo, motor velho, falta de equipamentos de segurança (nem sequer encosto de cabeça no meio do banco traseiro tem) e cliente pagando satisfeito por ter um suposto carro confiável.

          • Eu acho ótimo, Alessandro. Muito elástico, econômico e não dá manutenção nenhuma. Apenas não tem os últimos recursos tecnológicos.

            Mas claro que prefiro o EA211 com 16V que dizem ser um motor brilhante.

            • Não dá manutenção nenhuma?! Como é isso?!?!
              Kkkkk, tudo bem, pode ter uma manutenção muito barata, mais nenhuma é impossível, aí só a Toyota consegue isso.

              • Se bem cuidado rodam milhares de quilômetros sem dar pau. Ando semanalmente em taxis e é muito comum ver VW 1,6 muito rodados em muito bom estado de funcionamento. Não entendo sua surpresa.

                E desconheço a Toyota ser inquebrável. Cuidado para não comparar Toyota Corolla, que os donos fazem revisões em concessionária por até 5 anos depois da compra com VW Gol, que o dono faz a primeira troca de óleo em concessionária e depois leva em mecânico particular que em grande parte das vezes não segue o plano de manutenção do carro.

      • O motor Família I 1.0 da Chevrolet começou a ser oferecido no Brasil com o Corsa Wind 1995, mas já existia desde 1982 na Europa. Já o EA111 da Volks começou a ser fabricado aqui em São Carlos em 1996 para o Gol 1.0 Mi – porém sua origem é o famoso AP (EA827), lançado em 1972 na linha Audi.

        • Pois eu compro aparência. Levo mil vezes o Onix LTZ AT6 para casa e não levo o Etios 1.5 AT top de linha simplesmente por não gostar dele gostar do Onix. Está caro? Sim, tudo está caro, o Cruze LT quando chegou custava perto desses preços, os médios tinham esse preço, não adianta chorar, a facilidade acabou essa é a realidade.

          • Exatamente. Temos que jogar com as cartas que temos agora. Não adianta espernear. Todos têm culpa nessa história.

            Temos que balancear tudo hoje, principalmente a compra em um carro. Não dá para levar o suprassumo para casa.

          • Tenho um tio economista que diz “a festa acabou”. Quem comprou, comprou, que não comprou, dançou. Está bem mais difícil juntar grana agora do que entre, digamos, 2007 e 2013. Consegui comprar dois imóveis neste período, se fosse hoje, iria levar muito, mas muito mais tempo.

      • Incrivel mesmo retirarem e tratarem isso como um “opcional” da versão acima.

        E os demais 1.0 tem isso de serie em todas as versões. Eu achei legal o lance do cambio manual de 6 marchas e só. De resto ele está devendo uma renovação maior. Mas enfim…

  • Rebaixado de fábrica, tudo pelo consumo. Até que gostei, o onix ficou bonitinho, os bancos aparentam estar confortáveis, deviam ter trocado o painel de moto, agora o preço que não dá, carro 1.4 a preço de 1.6, um March SL está mais barato que o Onix, e vem até dvd. Sem falar no Prisma Lt manual no preço de versa e hb20s 1.6. Mas bem, vai continuar líder do mermo jeito.

  • Hã? Parte de 45? Finalmente um “substituto” para o Astra! E em breve ele irá substituir o Cruze…
    Mas estranho o câmbio ter mais marchas. Quatro seriam suficientes…

    • Duvido que ele será negociado por esse preço. Mas o Etios também parte de 44k…

      As marchas, eu acho que precisa, em especial o 1,0. Esse motor não é nada elástico e as marchas precisam ser muito curtas.
      No 1,4 eu não sei pois nunca dirigi.

      • Bom, o Étios também tem mais motor. Ele na verdade concorre com as versões 1.4 do Chevrolet.
        E as marchas foram uma brincadeira minha, por causa daquele discussão de número de marchas, acho que cheguei até a comentar com você também….

        • De fato tem mais motor, mas vende menos pelo desenho. Dai cobra menos. Oferta e procura. Falamos do número de marchas mesmo, mas aqui acho necessário, pelo menos no 1,0.
          Mas isso vai virar padrão, todo mundo vai optar por câmbio de 6 marchas pois isso vai virar argumento de vendas pros jogadores de supertrunfo. Assista.

          • Mas sinceramente, sentia falta no meu Gol 1.0 de uma sexta, overdrive. Muitas vezes fazia sozinho deslocamentos de 200, 300 quilômetros nas boas estradas paulistas e na Fernão dias. Para o dia a dia a quinta era suficiente, mas nessa situação específica uma sexta viria bem

            • A quinta marcha do seu Gol poderia fazer esse papel. Foi uma escolha da VW em encurtar a quinta para o carro rodar sem precisar de reduções de marcha.
              Daqui a pouco encurtam a sexta também e depois vão colocar a sétima para rodar baixo em estrada.
              Lembra do Polo Bluemotion? Ele tinha as mesmas 5 marchas do que o original, mas a quinta era super longa. Um típico 4+E. Andava tão bem quanto o 5 marchas plenas e consumia bem menos. Sem 6a marcha.

              • Sim, o preço que pagava por usar um carro citadino “fora” do seu ambiente.
                Mas um preço que eu pagaria com certeza…
                E hoje eu tenho que ouvir que o motor era “fraco”… Hehehe… Será que o problema era o carro ou a peça entre o volante e o banco?
                Com 2.0 qualquer um anda….

                  • Certa vez aqui no NA um comentarista “ganhou” de mim exatamente com esse argumento (Meu Gol e o Siena dele 1.4): “Você contorna uma esquina em terceira? Meu carro faz isso”. Deveria ter um carro mais caro do que poderia pagar, super dimensionado para meu uso, gastando mais para não ter o “trabalho” de mudar de marcha ao fazer uma curva fechada?

                    • Exato. Mas como um carro mais caro custa…mais caro, alguns fabricantes encurtam o câmbio para dar a sensação de potência ao fazer coisas em marchas mais altas. Pagam o preço no consumo.
                      E aí passamos a precisar de seis marchas para atender normas de emissões de poluentes. Quer dizer, maior custo de engenharia, mais peso no carro….
                      Esses motores novos, em especial os tricilindricos com muita potência em baixa rotação se dariam super bem num 4+E.
                      Mas como brasileiro é um bicho estranho, vamos de 6 marchas mesmo, mais trocas, maior desgaste de embreagem… Somos um povo muito estranho.

                    • E mais desgaste fisico. O up TSI é exemplo disso que vc cita. (de positivo claro)

                    • Solução para não ter mais que reduzir marchas desse jeito: automático. kkkkkk. Brincadeiras à parte, acho que é mais problema de ego mesmo, do tipo, “olha como o meu carro é bom, não precisa reduzir”. E tem a “preguiça” também.

                    • Me lembro uma vez que um comentarista veio com essa de que no Celta dele, ele conseguia em aclives manter terceira e o C3 que ele tinha não.

                      Alguém aqui se já andou no C3 1.4, sabe que o cambio dele é longo pra caramba. Eu adorava essa caracteristica por evitar a troca de marcha em excesso e de quebra tendo economia. Mas daí com o c3 vc faz o mesmo em segunda né? olha como o Celta é mais potente??? rsrss

                    • Eu odeio o câmbio GM dos VHC justamente por isso, a cada 10 km/h você tem que trocar de marcha, não que eu não goste, mas são curtas demais e enche o saco. Gosto, nesse quesito, mais dos câmbios da Fiat e GM. Volkswagen também, esses também são “na medida” e escorregam entre as marchas de tão liso que é.

                    • Concordo contigo. Mas confesso que esse da leva Onix/Cobalt/Spin/Cruze são muito bons perto do Celta/Classic.

                      Pena é ter essa relação curta qdo falamos do motor 1.0. Poderiam deixar a relação como é do 1.4 do Onix / Cobalt.

          • A estratégia de usar um motor de cilindrada maior para concorrer com os 1.0 , como a Toyota faz com o Etios, não é nova. A Peugeot fazia o mesmo desde o lançamento do 206 1.4, que substituiu o 1.0 16V. A Renault optou por oferecer um carro de tamanho bem maior pelo mesmo preço e litragem dos concorrentes (o Sandero 1.0), e por causa disso teve site dizendo que ele concorria com os médios, não com os pequenos de entrada… posicionamento de mercado parece não ser uma noção muito difundida entre brasileiros, pelo visto.

      • O 1.4 é bem mais longo que o 1.0, de fato. Mas, não dirigi o novo ainda, porém achei beberrão demais, no Cobalt então nem se fala. No álcool e se for uma cidade que não é plana, não se assuste ao ver ele marcando 6, 6.5 km/l NO MÁXIMO. Idem pra Montana, no Onix é pouca coisa melhor mas esses gostam de beber que dá até mexo.

    • Ah nao Alessandro, nao acredito que li “quatro seriam suficientes”. Nao tem nem comparação cambio de 4 marchas com o de 6 marchas. Pelo menos aqui em MG a diferença é gritante. Em subida forte (comum em Belo Horizonte) o de 4 marchas estica a marcha e quando sobe marcha o carro fica fraco. Da-lhe kick down e volta a marcha, conta giros lá nos 5 mil e é melhor manter o pé embaixo porque se aliviar o cambio vai subir marcha novamente e começa o ciclo denovo. O espaço entre cada marcha no de 4 velocidades é muito grande. Vergonha a Toyota lançar um carro modelo 2017 com 4 marchas, me faz lembrar dos Opalas 6 cilindros! kkkk

      • Hehehe… Na verdade era uma ironia. Mas BH não conta! Vocês podiam ter um câmbio de trator para cada Fiat… Quer dizer, para cada carro que tem aí! Hehehe

  • Olhando as fotos agora, realmente ficou muito mais bonito…
    Mas pelo nivel de equipamentos e valores, prefiro ir de 208. Preço de carro 0KM está ridículo :o

    Provavelmente o Prisma também vai manter o visual anterior com motor 1.0, não?

    • O 208 é melhor teoricamente. Na vida real quando você vai procurar um é que aparecem os problemas. Esses dias fui procurar uma concessionária Peugeot aqui na minha cidade, a que eu conhecia não existia mais e só fui descobrir depois, por acaso, que tava junto com uma concessionária Citroen que tem péssima fama na cidade. GM eu conheço pelo menos umas 3 de grupos diferentes, dando uma margem maior de negociação.

  • Se assustando em 3 2 1 eita carro feio desproporcional feio esquisito , olhe o HB20 projetado so para o Brasil porem com um Design impecavel, e esse preço tao zuando e R$ 39990,00 Hb20 so pra constar nao tenho um porem compraria sem pensar esse Onix fala sério que preço e esse ? Astra a 3 anos estava a venda por esse preco

      • Hahaha… Bem pensado..
        Acho um acessório importantíssimo, porque permite que você saiba para que lado o sol nasce e baixe o pára-sol no momento exato, evitando colisões dianteiras com ônibus lotados. Ou seja: Com esse acessório a Chevrolet salvou mais de 40 vidas!

        • E o marcador de temperatura nada né? ou colocaram no computador de bordo?

          do contrário o motorista só percebe que ferveu quando a chaleira do econoflex começa a apitar kkkkkk

          • Putz, nem me fale nisso. Estou com um Kia 2.0 16V com duas “cirurgias” já e vivo controlando o ponteiro. Mas vou além da sua excelente observação: Não só o ponteiro tem que voltar, como sua função: Os ponteiros de hoje pouco diferem das luzinhas espia. Eles são pré-programados para ficar em determinada posição, e só mudar quando a vaca já tiver indo para o brejo. No fórum de 4×4 descobri que a posição parada do meu ponteiro pouco abaixo do meio significa na verdade um range de 16 graus! Um carro a 90° está com uma temperatura boa, aos 106 está fervendo a água já! Mas sabe porque isso? Nivelamento por baixo. O movimento real dos ponteiros induzia o motorista a acreditar que o conjunto mecânico estava instável.

            • O Corsa/Classic/Meriva/montana a escala é dividida em 4 partes, o carro nunca passa da primeira escala ( 1/4) e quando chega em 1/2 ferve ou seja esses carros não ligam a luz vermelha.

              levando em consideração que esses modelos novos usam a mesma mecânica e provavelmente os mesmos sensores será que é confiável esperar a luz ligar? ou o carro ferve antes? carro com computador de bordo não custa nada colocar uma linha a mais informando a temperatura.

              • Bom, teoricamente a luz espia deveria acender antes (Vamos colocar antes dos 100°, que é uma temperatura crítica para pelo menos um dos componentes do sistema, a água). Então vamos colocar que ela acenda a 98°, e vou utilizar um exemplo clássico, ao nosso velho e querido apzão: AP é 90° e pronto! Nem mais nem menos! Se tiver com 92° em situação normal, mesmo não que seja uma temperatura crítica, você vai conseguir aliado com o conhecimento do seu carro verificar antes o sistema, sendo que nosso exemplo hipotético a luz do Santana só acenderia aos 98, que mesmo sendo uma temperatura antes da crítica não é a temperatura ideal de trabalho. As vezes é um papelão na frente do radiador, que quando você para o carro ele cai e o vento leva, você nem sabe o que foi, ou alguma mangueira furada. Agora, um ponteiro que pare no 90° e só mexa quando ele chegar no 98° não seria muito diferente de uma luz espia.

  • E a FIAT tem coragem de pedir mais de R$43 mil naquele protótipo de carro chamado Mobi…no mais, ficou realmente mais caro, porém melhor. Sobre o Prisma, poderiam ter colocado o 1.6 Ecotec que equipava o Sonic nele hein…por estes preços, eu provavelmente iria de HB20S ou Versa, que são melhores em minha opinião, principalmente em mecânica.

    • Quando a PSA começou a fabricar no Brasil, o 206 era posicionado como mais barato e popular que o Citroën C3. Essa imagem ficou na cabeça de muitos. Agora o grupo PSA quer globalmente colocar a Citroën como popular e a Peugeot como algo mais premium. No Brasil isso fica bem difícil.

  • Caramba, gostei demais desse facelift. Ficou realmente bonito. Mas 44k pela versão de entrada é complicado, devo ser muito pobre mesmo. Mas talvez um seminonovo daqui a um ou dois anos valha a pena.

    Realmente é o que já disseram em outros comentários, uma versão turbo cairia muito bem.

  • Acho que tem um interior justo, porém ainda acho feio por fora, não consigo engolir essa linha de design da GM (mas é melhor que o anterior)…faltou o motor…vai continuar mantendo a Liderança, afinal é o supra sumo da tecnologia no Brasil…

  • Deixar o CB de bordo exclusivo as versões mais cara, de novo, é fo**.

    Eu comprei em um 2012, LT 1.4, e pelo jeito não trocarei novamente pelo mesmo.

    Falta luz de cortesia traseiro, um som de melhor qualidade, banco bi partido, encosto central e cinto de três pontos para ele, acendimento automático dos faróis, retrovisor eletrocrômico, ESP.

    Pelo menos o consumo ficou muito melhor, adotaram a direção elétrica, reforçaram a estrutura do carro (ótimo)… Medidor de pressão dos pneus? Eita por**. Ninguém pensava nisso até então.

    Querendo ou não, será líder por um bom tempo.

    • Na realidade isso já existe até para outros carros. O problema é que as fabricantes suprimem certos dados para economia.

      Veja que curiosidade: Eu tenho um Renault fluence. Ele possui o indicador da temperatura do motor. Mas olhando em software de leitura dos dados do carro, ele trabalha a temperatura da seguinte maneira:
      Se rodar sem ar condicionado, ele arma o primeiro estagio da ventoinha em 95 graus. Se rodar com ar condicionado, ele roda com a ventoinha armada e mantém entre 89 e 93 graus.

      Só que em transito pesado, aumenta até 95 e baixa até 85 graus.

      Porque disse sobre isso? Porque o painel dele fica com um ponteiro travado em posição de 90 graus. Oras, porque suprimiram a variação de temperatura do indicador? Pois é… e isso acontece.

      Isso que ele conta até com sensor de aceleração e admissão do ar do motor, indica a mistura de ar / combustivel e por aí vai.

      Ou seja… as fabricantes que não incluem no CB do carro.

    • Esses motores não são de Monza. Os do Monza eram Família II, que parou de ser produzida no Brasil com o 2.0 do Astra e 2.4 da S-10. Os motores 1.0, 1.4 e 1.8 (incluindo o do Cruze anterior) são Família I.

      Em todo caso, já são motores com 20 anos de Brasil (estrearam com o Corsa Wind em 1995).

        • Sim, era um carro muito econômico. Porém, a gente esquece que as leis antipoluição tornaram-se mais rígidas nesses 20 anos, levando muitos motores a deixar de ser fabricados e outros a ter seu desempenho e consumo originais prejudicados.

  • O carro, apesar de manter os antigos motores, ficou muito bom.
    Até um Onix LT possui regulagem de altura do cinto de segurança e o Cruze não! rs..
    Uma coisa que me surpreendeu foi a redução de altura da suspensão, algo inédito no país, onde só se aumenta (país de carros tratores).
    Achei as versões bem equipadas, principalmente em comparação as do HB20.
    A adoção de luz no porta-luvas é algo que o HB20 não possui, por exemplo.
    Mas o 0-100 do Onix de 1,4L manual em 10,5s está otimista.

    • Também tem as alças de teto banco traseiro que o Cruze não tem. Luz no porta-luvas tem no LT 1.4 2015 do meu irmão, mas acho que caparam no 2016 junto com o banco traseiro bi-partido e a iluminação no porta-malas. Agora colocaram de volta na linha 2017 como se fosse a maior revolução do segmento.

  • O mercado automotivo estabeleceu um novo patamar de preços, goste ou não, onde os básicos partem de 45 mil, sedãs médios 90 mil e carros premium acima de 160 mil. Inflação, dólar alto, etc. Esses preços não vão se inverter, acostumem-se. No máximo estabilizar esses valores para os próximos anos para que a renda da população acompanhe a inflação a médio prazo, como está acontecendo no mercado imobiliário.

    • Sim! a Inflação é muito alta e relevante! talvez por não estarmos acostumados, não percebemos, mas desde o lançamento do Onix, no final de 2012 até hj, o IGP-M mostra praticamente 30% de inflação… não vai mais abaixar.. como tivemos também nos anos 90 Uno e Ka por R$ 9.500,00 0km nas versões básicas, a moeda desvaloriza… é preciso aceitar isso para analisar os preços….

  • A dianteira ficou muito bonita, porém a traseira, especialmente do Onix ficou meio “pobre” não casou muito bem… Acho que os motores mereciam um update também, esse 1.4 já deu o que tinha que dar

  • Preços absurdos desses lixos! Vai continuar vendendo muito porque o consumidor médio brasileiro é tonto, porque pelos valores cobrados em qualquer versão existem coisas infinitamente melhores.

  • Para um carro de 2012/2013 que foi lançado com a versão mais simples por R$ 29.900 em 3 anos teve um aumento de mais de 14 mil reais. E olha que a inflação não subiu 49% em 3 anos não. Brasileiros merecem o que tem mesmo.

    • Sempre menciono o caso da linha Onix/Prisma como o maior absurdo de aumento que já tivemos – bem antes de o dólar disparar ou as vendas caírem. Foi essa linha que posicionou os 1.0 acima dos 40 mil reais.

    • Mas o LS de 29.900.00 não tinha Ar, vidros, nada… a versão LT com ar, no lançamento custava por volta de R$ 33.000,00 que corrigidos dariam aprox. R$ 41.846,00 pelo IGP-M

      não tem como não levar em conta a inflação, e que o produto hj tem mais equipamentos…

      • O carro gasta quase o mesmo que os moderníssimos motores aspirados dos concorrentes e de quebra tem bom desempenho, tudo isso num motor velho. Sabe-se lá como a Chevrolet fez essa mágica (na verdade essa “mágica se chama engenharia: alta eficiência com pouca grana) mas os concorrentes com seus motores de alumínio e comando de válvula variável devem estar subindo pelas paredes pois gastaram bem mais. Será que a GM é mesmo a incompetente dessa história?
        A verdade dói? Toma a chupetinha pra parar de chorar ;)

        • Olha, discordo do que vc diz. Só rodar em um concorrente com motor moderno e perceber que ele anda bem mais sendo mais economico. Aí também é exagero de sua parte.

          E o motor 1.4 para o porte dele, sofre qdo comparamos com versões de motores mais potentes dos rivais.

          O que faz ele vender bem é o fato do que vc disse, manutenção barata e que apesar da maior economia nos demais ele não é beberrão (com parenteses ao modelo automatico), porém tudo leva a ter mudanças para modernidade. O Onix precisa melhorar esse aspecto ou pode acontecer como aconteceu não muito longe com o Gol e Palio.

  • A frente ficou imponente, achei que ficou legal nessas cores, melhor do que naquelas fotos na versão ACTIVE. Agora um ponto a considerar: 3 anos atrás eu comprei a versão LTZ do Onix por 43,5k… AI nós vemos a alavancagem dos preços.

  • Uma versão mais simples do Cruze e eu pensando que o Onix e Prisma iria beber da mesma fonto do Sonic Americano, mas ficou bonito e com as poucas melhorias que não justificam o preço vai vender que nem água e 2020 chega com as novas obrigatoriedades exigida pela Lei e se a economia estiver do mesmo jeito 2016 o Onix e Prisma vai partir de 55k/60k com 1.0 3cilindros

  • Gosto do Prisma, mas o preço é bem salgado!!! Merecia pelo menos EPS de série nas versões Top e como opcional nas outras pra ficar mais atraente em termos de segurança.

  • A maquiagem ficou boa, mas o que me deixou impressionado foi a dita utilização de painéis de aço de alta resistência que levaram à uma diminuição de peso dos carros. Curioso para ver os resultados no Latin NCAP.

  • Pau que nasce torto morre torto. Não era bonito e o facelift não fez milagres. A frente ficou estranhamente baixa, considerando que o carro já tem uma inclinação elevada no capô. Os faróis continuam com recortes esquisitos e a traseira, como já vi em alguns comentários, parece derretida.

  • Chevrolet foi muito esperta e apesar de caro o Ônix disparará ainda mais na liderança com essas mudanças, infelizmente! E pelo jeito foram mudanças de verdade e não as que a VW fez no Gol, que externamente, quando se vê um na rua, nem percebe-se direito a diferença. Nunca gostei e nunca gostarei da GM, mas estão de parabéns!

  • Tá muito caro. Mas ficou bonito, tem espaço e cumpre o papel. Gostei do cambio de seis marchas, resta saber as relações de marchas. Só torço o nariz pelo preço. Com esses motores simples e fáceis de fabricar a linha toda deveria custar bem menos.

  • Eu acho que a frente anterior casava melhor com a carroceria, como um todo.
    Agora parece que a frente não pertence àquele carro. Sei lá, não parece que foi feito pra ser assim.
    Falar que a traseira é novidade é uma afronta.
    O painel de moto está lá, firme.
    Particularmente, não gostei.
    Mas entendo que satisfaz grande parte dos consumidores atualmente.

    • Amigo, Tenho um Onix LTZ AT6 com 60.000 km. O carro é muito bom, não apresentou falhas ou problemas, não o considero beberrão, mas fraco: segura as trocas de marchas e grita muito. Isso é bem chato na cidade. O Hb20 é um carro melhor, o Premium então é muito mais completo. Porém, trata-se de gosto, de identificação, de experimentar e gostar. E, eu, não gosto do Hb20, não gosto da posição de dirigir, do espaço interno e etc. Porém, não pensava em ter outro Onix, apesar de achar que as mudanças são bem vindas. Só se rolar muitos descontos e uma boa negociação. Testei Etios 1.5 At e March 1.6 CVT, mas nenhum deles me arrebatou ou me surpreendeu, o que me fez crer que, sim, o Onix é um bom carro. Só não vale o que custa…

      • cara, obrigado pela sua avaliação. Embora eu acredito que March e Etios sejam ótimos produtos, o design não me agrada nem um pouco, acredito que em suas proximas gerações isso será “consertado”.
        Quanto ao HB20 eu acho que é um bom produto, fiz um test drive e realmente gostei. Mesmo tendo 1.93m de altura achei o espaço razoável. Quanto ao Onix, não é um produto que desejo, mas acredito que entraria na minha lista de possível aquisição pelo q oferece, ainda mais q agora está bem mais econômico, e o AT tem piloto automatico, coisa q o HB20 não tem e é um item q gosto muito em viagens.

        • Amigo Jaspion, comprei o Onix, em 2014, porque era um pouco mais barato que o Hb20 Premium, a diferença no pacote de conteúdo nem era tão grande (ambos com 02 airbags e trio dignidade, o motor do Hb20 era 1.6 com 04 marchas e o do Onix 1.4 com 06 marchas) e o piloto automático era um item que queria. E uso diariamente, já que moro a 40 km do meu trabalho (vou e volto todos os dias). Além disso, o desenho me agradava mais, o espaço interno também e a posição de dirigir era, de longe, a mais confortável. E, como disso, ainda tenho dificuldades para achar um substituto que me agrade mais. Quando resolvem um problema, apresentam outros… Talvez um Onix com motor 1.6, mais torque em baixa e um pouco mais potente seria o carro que gostaria de ter. Mas não sei se encaro outro 1.4 com o GF6. Qualquer ladeira é grito desespero, em congestionamento é aquela demora para troca de marchas. Costumo dizer que ele tem 06 marchas: -1, 0, 1, 2, 3, 4…
          O March é muito estreito, não cativa no desenho, dizem não ter um bom pós-venda e aqui onde moro torcem o nariz. Carro não é investimento, mas comprar sabendo que um produto desvaloriza menos e tem maior liquidez é algo a se pensar. Achei bom de motor, mas mais firme na suspensão.
          O Etios não é bonito, o motor é bom, o interior é interessante, é economico, a posição de dirigir é boa, mas não achei tão silencioso e, sim, faltam marchas… mas ainda cogito… Porém, tudo muda quando vc avalia o Hb20: Ar digital, 04 airbags, 06 marchas, bom motor (podia ser mais economico), um bom desenho, pós venda razoável, com revisões baratas em relação aos concorrentes, bom de mercado e, pouca coisa mais caro, embora tenha margem para negociação… Embora eu não me sinta encaixado dentro dele, apresenta-se como a melhor compra. Outro que cogito é o 208. Acabamento, beleza, conforto, itens de série são unânimes. Mas o cambio de 04 marchas que retardam as trocas (já tive em um Citroen), a fama da Peugeot (já tive 05, sei do que falo), incertezas quanto ao pós-venda (no meu Estado até bem pouco tempo atrás foram fechadas TODAS as concessionárias da marca do Leão)… Como os tempos estão difíceis e tudo cada vez mais caro, acho perigoso arriscar… Mas confesse que gostei do novo Onix, se tivesse um motor melhor e um teto solar, teria outro com toda certeza, pois te afirmo que, desconsiderando o motor, é o carro compacto de que mais gosto.

          • O seu ponto sobre o câmbio me faz pensar em desistir de considerar um Onix. Sobre o Etios, discordo sobre o interior interessante, rs. Acho que o interior melhorou muito com o painel digital, mas a parte central acho horrorosa… gosto é gosto.
            Nem congito ter carro de marca francesa, pelo famoso péssimo pós venda, e por relatos de amigos que dizem que o carro com 50.000km está desfazendo (no caso o C3).
            Como vc disse, tempos difíceis, e tudo absurdamente caro, totalmente fora da realidade. Eu nao acredito numa recuperação da industria automotiva a níveis de 2012 (quase 4 milhões de carros), pois os preços estão surreais, e os salários não acompanham, perdemos todo nosso poder de compra.

            • Bom, espero poder ajudar, mas ainda assim faça um teste, já pensando no que te falei… vai que o modelo 2017 passou por alguma reprogramação? Ou que temos referenciais diferentes? É um carro bom, como disse. Só não é o melhor… rsss… Boa sorte na escolha.

  • Em 2016 ainda há “lançamentos” sem Isofix, apoios de cabeça e cintos de 3 pontos para todos os ocupantes nem controles de tração e de estabilidade. Todos merecem esses itens de segurança.

  • Sinceramente nunca dirigi esse carro mas esse 1.4 puxa bem o Onix? Tive um corsa econoflex 1.4 e o carrinho andava muito bem, principalmente em alta. Gostava desse carro.

  • Não pagaria esse valor num Onix/Prisma mas foram boas mudanças na mecânica e no design também. Só a roda que prefiro a anterior, essa ai quando começar a ralar vai ficar feia demais.

  • Falnado do design, a GM faz bem em imprimir a nova cara do Cruze nos irmãos menores, só não gosto do recorte na coluna C (porta de traz) o resto trouxe modernidade, ambos ficaram melhores

  • Falando do design, a GM faz bem em imprimir a nova cara do Cruze nos irmãos menores, só não gosto do recorte na coluna C (porta de traz) o resto trouxe modernidade, ambos ficaram melhores

  • Gostei deste novo design aliás, sempre gostei do Onix. Só acho que o carrinho mereceria um motor melhor. Associado a direção elétrica, ao novo câmbio e a essas novas perfumarias, seria um carro muito interessante. Esse segredo todo da GM em lançar seu três cilindros e o possível turbinado já estão passando da hora. Não estava muito por dentro dos preços mas acho que teve um acréscimo ai. Seu preço inicial de 44 k também não agrada ficando ai mais um motivo para lançar o sucessor do Celta e ficar o de entrada da GM.

    • na verdade, teve um dia que eu refleti sobre isso… “se eu to ficando pobre ou imposto tá tão alto assim?!” pensei com calma, realmente é imposto mesmo. infelizmente tá complicado para a maioria dos brasileiros!

  • Na minha cidade sao 50000habitantes e so dois por mes estao emplacando carros zero quilómetro! Ta na hora das montadoras baixarem suas margens de lucro!

  • Já Comentei muito aqui que o estilo visual dos dois modelos não me agradava, eu sempre achei que faltava algo no design dos dois modelos. Eles me pareceram a junção do Sidero/Logan com os HB20 hatch sedã, com pontinhas de design da linha VW. A lateral quase lisa não combinava com a traseira e frente, mas parece que o tapa que deram agora, foi o que possivelmente foi removido antes, para ser aplicado agora. O design agora se encaixa…
    Parabéns a Gm pelo ajuste do visual de seus carros. Após os cagalhões SPIN e COBALT, eles viraram o jogo. Triste é ver que os carros continuam capados em itens de conforto e conveniência por vezes básicos, como o cinto do passageiro do meio, do banco de trás, entre muitos outros….

  • Falar de preço aqui ja nem precisa mais né.
    Falando nos carros, achei que ficaram mais bonitos, mas continuam com o mesmo motor com tanquinho e mais caro que HB20 e Ka.. Pra mim não vale.

    Quero saber como que ficou a suspensão, que pra mim é a maior crítica a esse carro

  • Bonito, mas pagar 50 paus em um carro 1.0 é o cúmulo do cúmulo, pelo amor. Se ainda fosse um 1.0 turbo, como o disponível pro VW Up!, vai lá, mas 1.0 aspirado em um carro de 50 mil é um absurdo de defasado.

  • N sei pra que akele aplique de plástico preto no pára-choque traseiro, mto de mal gosto. A frente ficou horrível! Tanto segredo p/ vir essa coisa horrorosa!

  • 1.0 e 1.4 com 6 marchas manuais,(o 1.4 manual 6 vai dar um pal no cruze 1.8 kkk) legal. Acho que a parte de cima da grade, acima da gravata chevrolet, poderia ser um pouco maior. Mas ficou bom até.

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