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Novo EcoSport 2018: preço, fotos, versões, equipamentos, novo motor e impressões ao dirigir

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Novo EcoSport 2018 chegou ao mercado com uma atualização quase geral, mas focando no custo-benefício com a introdução de fábrica de vários itens de conforto, conectividade e segurança. Oferecido nas versões SE, FreeStyle e Titanium, o Novo EcoSport 2018 agora trabalha em uma faixa e preço de R$ 20.000, indo de R$ 73.990 até R$ 93.990.



No evento de apresentação, a Ford fez comparativos de conteúdo e preço com alguns dos rivais do Novo EcoSport 2018. Para se destacar num segmento que já foi exclusivamente seu, o Novo EcoSport 2018 não só mexeu no visual frontal e interior, o crossover teve que adotar novos motores, um câmbio melhor e recheio bem consistente para atrair velhos e novos clientes.

Com um milhão na América do Sul e 600 mil vendidos no Brasil até agora, sendo 200 mil da atual geração, o SUV compacto teve 50 mil clientes que trocaram ano-modelo. Além de Brasil, o Novo Ford EcoSport 2018 passará a ser montado em CKD na Venezuela, além de fabricação normal na Romênia, Rússia, Índia e China. Nos EUA, o modelo será lançado em 2018.

Nascido em 2003, o Ford EcoSport foi sempre um projeto brasileiro, que seria executado apenas no país. Sua produção seria feita em Guaíba-RS, mas acabou indo para Camaçari-BA. O modelo foi baseado em outro produto, o Ford Fusion, mas não o sedã americano e sim o crossover compacto vendido na Europa. Em 2013, os engenheiros brasileiros da Ford desenvolveram a segunda geração, mas esta com foco global.

Com design mais esportivo e aerodinâmico, o Ford EcoSport tem um porte bem compacto, medindo 4,26 m de comprimento – com estepe – 1,76 m de largura, 1,69 m de altura e 2,52 m de entre eixos. O SUV tem 356 litros no porta-malas e mais 52 litros no tanque. O modelo foi líder durante anos em um segmento que criou. Com a chegada do Duster, o utilitário esportivo da Ford começou a sofrer pressão.

Mas, foi a partir de Renegade e HR-V que o Ford EcoSport perdeu a liderança e caiu bastante em vendas. O alento foi a atualização recente, que focou no melhor custo-benefício. Mesmo assim, as vendas do SUV continuam irregulares. Em agosto, o modelo foi o 25º colocado com 2.726 emplcamentos. No acumulado do ano, o crossover está em 21º lugar com 18.372 unidades. Em seu segmento, o SUV está apenas em sexto.

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Novo EcoSport 2018 – detalhes

Olhando por fora, nota-se que os retrovisores não são basculantes eletricamente na Titanium, mas esta pelo menos tem teto solar elétrico. O friso cromado da um ar mais “chique” ao topo de linha. A entrada com sensor na porta é elogiável. No FreeStyle, os detalhes em cinza escuro também são interessante, assim como as rodas aro 16. Os faróis com projetores tipo canhão são um ponto positivo.

Por dentro, o Titanium dá um “plus” na vida do Novo EcoSport 2018, ambientado com dois tons bem contrastantes, embora a cor bege do revestimento em couro não deva agradar muita gente, por conta da limpeza. Nota-se a ausência das alças no teto, evidentemente por causa dos airbags de cortina. O teto solar apenas corre, não levantando o vidro para ventilação simples. Boa impressão tivemos do cluster, amplo e com iluminação de LED translúcida, criando um visual escurecido quando desligado.

O volante multifuncional do EcoSport 2018 é bem resolvido e com boa empunhadura, mas a regulagem em profundidade se mostrou rígida demais. A multimídia SYNC 3 sem dúvida é uma das mais completas e intuitivas do mercado, não demandando muito tempo para seu manuseio. O ar-condicionado automático é bem eficiente, até exagerado em alta potência. Não gostamos do apoio para celular, que poderia ser plano e não vertical. O mesmo em relação ao porta-objeto com apoio de braço. No entanto, as duas entradas USB pontuam muito bem.

O acabamento melhorou bastante, especialmente a atenção nos detalhes, como os speakers do sistema de som (Sony Premium no topo de linha) ou o revestimento em material emborrachado na parte superior do painel. Os novos bancos se mostraram mais confortáveis, assim como o aproveitamento do espaço traseiro com os encostos menos proeminentes.

As portas redesenhadas dão um aspecto melhor ao ambiente. Já a prancha sobre o assoalho do porta-malas é uma boa ideia para separação de objetos e criação de uma plataforma plana, mas não amplia os 356 litros do bagageiro, ainda pequeno diante da concorrência. O banco bipartido ajuda, mas tira lugar para priorizar bagagens.

No Novo Ford EcoSport 2018 em versão FreeStyle, o acabamento não é tão ruim quanto se espera, mantendo a mesma atenção nos detalhes em comparação ao Titanium, mas com apenas um tom de cor, preto. A tela grande (8 polegadas) e o mesmo volante do topo de linha, valorizam a versão, assim como ar-condicionado automático e bancos em tecido/couro.

 

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Novo EcoSport 2018 – novidades

A Ford mencionou que fez melhorias no processo produtivo com medição laser de carroceria, até então exclusivo do Mustang. Também fez alterações nas suspensões, tornando o conjunto mais robusto, além de atualização da direção elétrica. Na aerodinâmica, além da grade ativa, o Novo EcoSport 2018 vem ainda com defletores sob o para-choque dianteiro, plataforma e para-choque traseiro, reduzindo o arrasto aerodinâmico com o fechamento das aletas em alta velocidade, abrindo-as em baixa para refrigeração do motor.

A Ford também mudou o formato dos bancos do EcoSport 2018 e adicionou um sistema mais prático para basculamento do banco traseiro, que é bipartido. Outro item que chama atenção é o Advance Trac com RSC, um sistema anticapotamento que usa freios e controle de tração. Isolamento acústico sob o capô também foi introduzido para reduzir o nível de ruído. As travas foram reforçadas, assim como mais material isolante foi colocado nos revestimentos.

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Novo EcoSport 2018 – versões

  • Novo EcoSport 1.5 SE MT 2018
  • Novo EcoSport 1.5 SE AT 2018
  • Novo EcoSport 1.5 FreeStyle MT 2018
  • Novo EcoSport 1.5 FreeStyle AT 2018
  • Novo EcoSport 2.0 Titanium AT 2018

Novo EcoSport 2018 – equipamentos

Novo EcoSport 1.5 SE MT 2018 – De série com sete airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, medidor de pressão dos pneus, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 15 polegadas, assistência de emergência (SAMU 192), Isofix, sensores de estacionamento, multimídia SYNC 3 com tela de 6,5 polegadas e Android Auto/Car Play, Bluetooth, 2 entradas USB, volante com controles de áudio, AppLink, sistema anticapotamento (RSC), ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico e repetidores de direção nos retrovisores.

Novo EcoSport 1.5 SE AT 2018 – Itens acima, mais transmissão automática de seis marchas, paddle shift e piloto automático.

Novo EcoSport 1.5 FreeStyle MT 2018 – Itens do SE MT, mais câmera de ré, navegador GPS integrados, tela de 8 polegadas no SYNC 3, piloto automático, display TFT de 4,2 polegadas no cluster, luzes diurnas em LED, ar-condicionado automático, bancos parcialmente em couro, rodas de liga leve aro 16 polegadas e assoalho inteligente no bagageiro.

Novo EcoSport 1.5 FreeStyle AT 2018 – Itens acima, mais transmissão automática de seis marchas e paddle shift.

Novo EcoSport 1.5 Titanium AT 2018 – Itens acima, mais sistema de som Sony com 9 alto-falantes, entrada e partida sem chave, retrovisor eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, sensor de ponto cego com alerta de tráfego traseiro, bancos em couro na cor Light Stone, faróis de xênon, teto solar elétrico e rodas de liga leve aro 17 polegadas.

Novo EcoSport 2018 – preços

  • Novo EcoSport 1.5 SE MT 2018 – R$ 73.990
  • Novo EcoSport 1.5 SE AT 2018 – R$ 78.990
  • Novo EcoSport 1.5 FreeStyle MT 2018 – R$ 81.490
  • Novo EcoSport 1.5 FreeStyle AT 2018 – R$ 86.490
  • Novo EcoSport 2.0 Titanium AT 2018 – R$ 93.990

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Novo EcoSport 2018 – motor

A Ford desenvolveu um novo motor de três cilindros de fabricação indiana, que será oferecido para a nova dupla de compactos, mas antes ele aparece aqui no Novo EcoSport 2018. O propulsor é chamado Dragon no oriente, mas aqui ele é simplesmente 1.5 3C Ti-VCT. Com alumínio no cabeçote, bloco e cárter, o motor tem coletor de escape integrado, duplo comando de válvulas variável, eixo balanceador no cárter e sistemas de refrigeração do produtor independentes.

Ele entrega 130 cv a 6.500 rpm com gasolina e 137 cv a 6.500 rpm, bem como 15,6 kgfm na gasolina e 16,2 kgfm no etanol, ambos a 4.500 rpm. Com ele, o Novo EcoSport 2018 vai de 0 a 100 km/h em torno de 11,8 segundos com velocidade final de 180 km/h. Essa performance é igual com câmbio automático de seis velocidades.

Com o novo motor 1.5 3C Flex, o Novo EcoSport 2018 ficou mais econômico em relação ao antigo Sigma, fazendo na versão manual 8,3/9,0 km/litro com etanol e 11,6/13,1 km/litro com gasolina, respectivamente em cidade e estrada. Já com câmbio automático de seis marchas, o SUV faz 7,1/8,9 km/litro com etanol e 10,4/12,8 km/litro na gasolina, respectivamente cidade e estrada.

Na versão Titanium, por enquanto, o motor é o conhecido Duratec Direct, que é uma evolução ao antigo Duratec 2.0. Com quatro cilindros, bloco em ferro fundido, duplo comando de válvulas variável e outras alterações, o 2.0 tem ainda injeção de eletrônica direta, mas isso não ajuda muito no consumo nesse projeto antigo.

Embora vá de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos, ele é limitado em 180 km/h, o Novo EcoSport 2018 faz 6,1 km/litro no etanol e 8,8 km/litro na gasolina na versão 2.0. Na gasolina, o SUV em paz com  8,3 km/litro no etanol e 12,0 km/litro na gasolina. Este motor entrega 170 cv a 6.500 rpm com gasolina e 176 cv a 6.500 rpm, bem como 20,5 kgfm na gasolina e  kgfm no etanol, ambos a 4.500 rpm.

O Novo EcoSport 2018 vem com transmissão manual de cinco marchas nas versões SE e FreeStyle, enquanto a outra opção para as demais é uma nova caixa automática de seis marchas, a mesma do Ford Fusion atual. Com ela, a Ford decidiu substituir o velho câmbio de dupla embreagem Powershift, que apresentava diversos problemas, entre eles superaquecimento, vidração, ruído, desengate de marchas, trancos, alterações no consumo e na performance, bem como na segurança.

O novo câmbio tem modo Sport, engates suaves e precisos. Sua concepção com conversor de torque é mais tradicional, porém, de maior confiabilidade. Em breve, o SUV deve receber também a tração 4×4, que não foi perdida, de acordo com a Ford. Essa opção visa manter a característica mais off road ou para quem deseja um carro para pisos molhados e congelados no inverno.

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Novo Ford EcoSport 2018 – desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima final

  • Novo EcoSport 1.5 MT 2018 – 11,8 segundos e 180 km/h
  • Novo EcoSport 1.5 AT 2018 – 11,8 segundos e 180 km/h
  • Novo EcoSport 2.0 AT 2018 – 9,5 segundos e 180 km/h

Cabo de Santo Agostinho/PE – A Ford realizou o test drive do Novo Ford EcoSport 2018 com as versões FreeStyle 1.5 AT e Titanium 2.0 AT. As primeiras impressões do SUV compacto renovado foram boas. O visual exterior chama bastante atenção na frente e mostra uma evolução do produto, embora ainda longe da terceira geração e com muito do modelo anterior. Os faróis de xênon com LEDs diurnos dá ao modelo um visual mais atraente que o anterior, em especial na Titanium, onde as rodas são aro 17 com belo desenho.

O estepe continua exposto na traseira, algo que não agrada a todos e deixa o pneu sobressaliente muito à mostra. A Ford tem algumas capas como acessório. A empresa fala que o perfil virou uma característica do Novo EcoSport 2018. A abertura lateral da tampa continua do mesmo jeito, não sendo muito funcional.

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Andando, o Novo EcoSport 2018 na versão Titanium apresentou uma boa performance com o motor 2.0 Duratec Direct Flex, que entrega 170/176 cv a 6.500 rpm e 20,6/22,5 kgfm a 4.500 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. Embora o motor seja potente, ele precisa de alto giro para mostrar sua força.

Mesmo em retomadas, rapidamente a rotação alcança 4.000 rpm, elevando bastante o ruído interno. Na cidade, ele não se esforça tanto, mas na estrada incomoda essa elevação exagerada para situações onde um motor 2.0 não é tão exigido. Rodando a 110 km/h, o ponteiro marca 2.300 rpm, o que é um bom nível, tendo em conta a caixa automática de seis marchas. No modo Sport, o propulsor só reage em alta, mas não decepciona em condução esportiva.

Nas mudanças manuais, o novo câmbio do Ford EcoSport 2018 dá pouca liberdade para manter as marchas, não logrando um desempenho extra por conta disso. Em relação ao câmbio, as mudanças são suaves e pouco perceptíveis, não gerando ruído ou trancos. As relações focam o conforto e a economia. A suspensão ficou um pouco mais rígida, mas com melhor estabilidade. O curso não é muito longo, então, valetas ou lombadas são encaradas como se estivéssemos em um automóvel de passeio. A absorção de irregularidades melhorou ao relação ao anterior.

A direção elétrica ficou mais firme e com resposta mais imediata, enquanto os freios se mostram bem adequados para a proposta do modelo. O Novo EcoSport Titanium se mostrou um carro interessante, mas não mais que o FreeStyle 1.5 AT. Nesse caso, o crossover se mostra ágil para sua menor potência e motor compacto. Rodando apenas no meio urbano, o SUV com seu propulsor de três cilindros agradou mais.

O 1.5 3C Flex entrega 130/137 cv e 15,6/16,2 kgfm, respectivamente com gasolina e etanol. Os números são atingidos nas mesmas rotações do motor 2.0, mas esse três cilindros tem uma resposta boa em baixa rotação. O interessante é que mantendo-se 60 km/h, a rotação chega a cair para 1.500 rpm.

Geralmente, no circuito urbano, o propulsor trabalha entre esse nível e 2.500 rpm. Retomadas são feitas a 3.500 rpm normalmente, enquanto o modo Sport exige algo entre 4.000 e 5.000 rpm. O nível de ruído em alta ainda é menor que o do 2.0. Com funcionamento suave, o 1.5 3C Flex vibra muito pouco em marcha lenta. Para as versões SE e FreeStyle, que tomarão conta do mix de vendas, a escolha não será nada ruim. Com rodas aro 16 polegadas e pneus 205/60 R16, o Novo EcoSport 2018 mostra boa estabilidade e conforto ao rodar.

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Novo EcoSport 2018 – consumo

Cidade 

  • Novo EcoSport 1.5 MT 2018 – 8,3 km/litro no etanol e 11,6 km/litro na gasolina
  • Novo EcoSport 1.5 AT 2018 – 7,1 km/litro no etanol e 10,4 km/litro na gasolina
  • Novo EcoSport 2.0 AT 2018 – 6,1 km/litro no etanol e 8,8 km/litro na gasolina

Estrada

  • Novo EcoSport 1.5 MT 2018 – 9,0 km/litro no etanol e 13,1 km/litro na gasolina
  • Novo EcoSport 1.5 AT 2018 – 8,9 km/litro no etanol e 12,8 km/litro na gasolina
  • Novo EcoSport 2.0 AT 2018 – 8,3 km/litro no etanol e 12,0 km/litro na gasolina

Novo EcoSport 2018 – manutenção e revisão

A marca revelou o valor médio de seguro Ford para o Novo EcoSport 2018 entre R$ 2.846 e R$ 3.930. Na manutenção, as revisões somam R$ 1.536 no FreeStyle 1.5 AT, bem como não programada em R$ 9.148 e peças de colisão em R$ 12.986. O contrato do Ford Protect para revisões programadas custa R$ 1.703, R$ 2.820 com um ano adicional de garantia ou R$ 3.310 com dois anos extras.

Revisão

Custo

Quilometragem

Preços 1.5

Preços 2.0

10.000 km

R$ 368

R$ 368

20.000 km

R$ 576

R$ 576

30.000 km

R$ 592

R$ 592

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Novo EcoSport 2018 – Ficha Técnica

Motor

1.5 3C Ti-VCT

2.0 Duratec Direct

Tipo

Dianteiro transversal, Gasolina e Etanol

Dianteiro transversal, Gasolina e Etanol

Número de cilindros

3 em linha

4 em linha

Cilindrada em cm3

1497

1999

Válvulas

12

16

Taxa de compressão

12:1

12:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Direta

Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 130 cv @ 6500 rpm / Etanol: 137 cv @ 6500 rpm

Gasolina: 170 cv @ 6500 rpm / Etanol: 176 cv @ 6500 rpm

Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484) 

Gasolina: 15,6 kgfm @ 4500 rpm / Etanol: 16,2 kgfm @ 4500 rpm

Gasolina: 20,6 kgfm @ 4500 rpm / Etanol: 22,5 kgfm @ 4500 rpm

Transmissão

Tipo

Manual 5 marchas / Automático 6 marchas

Automático 6 marchas

Freios

Tipo

Disco ventilado / Tambor

Disco ventilado / Tambor

Direção

Tipo

Elétrica

Elétrica

Suspensão

Dianteira

McPherson, independente com barra estabilizadora

McPherson, independente com barra estabilizadora

Traseira

Eixo de torção

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Liga Leve aro 16 polegadas

Liga Leve aro 17 polegadas

Pneus

205/60 R16

205/50 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4269

4269

Largura sem retrovisores (mm)

1765

1765

Altura (mm)

1693

1693

Distância entre os eixos (mm)

2519

2519

Capacidades

Porta-malas (litros)

356

356

Tanque (litros)

52

52

Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)

433

391

Peso em ordem de marcha (kg)

1242

1359

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,35

0,35

Novo EcoSport 2018 – Galeria de fotos

Viagem a convite da Ford. 

4.0

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  • FearWRX

    Diria que voltou a ter um bom custo benefício. Está bem equipado mas poderiam ter caprichado na traseira porque por mais que a frente seja nova, quando você olha atrás ainda parece o mesmo carro que já tem uma boa idade nas costas.

    Porém o pacote de equipamentos, a ótima e muito bem vinda caixa automática de 6 marchas e principalmente o conjunto mecânico agrada bastante. Não digo que vai ser o mais vendido mas certamente voltará a ser um dos primeiros.

    • Christian

      É a impressão que tenho também. O custo-benefício me surpreendeu. Os “pontos fracos” que normalmente são mencionados (habitáculo “apertado”, porta-malas pequeno, e estepe na traseira) não seriam suficientes para me impedir de comprá-lo se eu estivesse interessado num veículo dessa categoria.

      • Davi Millan

        Realmente esse custo x benefício até me fez pensar nela, mas dai lembrei que ainda tem o estepe pendurado na traseira e desanimei. Agora eu acredito que a Eco pode peitar o Kicks e a Renegade, ficando atrás somente do HR-V e Creta.

    • Freaky Boss

      olhando por fora, para mim também, é o mesmo carro.

  • Alvarenga

    Tem versão 4WD ?

    • Ivan Claudio Dias Florencio

      Vai ter na freestyle.

      • Alvarenga

        Seria bom que voce estivesse certo. E o colega ai de cima tambem. Achei estranho não divulgarem agora no lançamento que seria a hora de fazer o agito. Como varios concorrentes tambem não tem, quem sabe resolveram seguir a maioria. Vamos ver. E se vier que seja automatico realmente.

    • leandro

      A pergunta correta seria: a versão 4WD vem automática??

      Manual tô fora

      • Ivan Claudio Dias Florencio

        será automática.

  • carloscomp

    Apesar da evolução, três coisas me afastam desse carro, apesar de querer um SUV para substituir meu Cruze Sport6 daqui a algum tempo:
    1 – Espaço apertado
    2 – Porta-malas pequeno
    3 – Ser Ford (Tive uma péssima experiência com meu carro anterior, um Focus Ghia AT)

    • RSRX

      guia

      • Edson Fernandes

        Não… o nome da versão é Ghia mesmo.

    • ViniciusVS

      O que aconteceu com o seu Focus?

      • carloscomp

        Problema de injeção que a Ford não resolveu, levei diversas vezes e nada. Comprei o carro na própria Ford com uns 50.000Km.

        • ViniciusVS

          Lamentável, negaram garantia ou faltou experiência ( ou boa vontade) da oficina na solução do problema?

          • carloscomp

            A segunda opção…

            Fui umas 7 vezes em 3 meses, acabei desistindo e troquei no Cruze. Deveria ter tentado mais em oficinas fora da Ford mas agora não tem como voltar atrás…

            • ViniciusVS

              Concessionária vacilou feio… O Focus que você tinha era um excelente carro e o problema provavelmente era simples de resolver. Certamente em uma oficina particular você resolveria o problema ( usando concessionária somente para comprar peças).

              Mas não justifica o erro da autorizada que é representante e leva a bandeira da montadora… Realmente quando perde a confiança é complicado, não tem nada melhor que a satisfação… se estava insatisfeito fez bem em trocar.

  • Mayck Colares

    O eco sem o estepe tem 4,03 então é muito menor que seus concorrentes, será que ainda vale a pena?

    • Samuh Vogetta S

      NOVA ECOSPORT 2018!!
      O COMPACTO DOS SUVS!

      heuhuehuaheua #kwiddoavesso

    • Douglas

      E o Sonic hatch tem 4,04 metros, rsrsrs

      • Edson Fernandes

        Sem estepe na tampa que a Ford coloca mais comprimento nele…rs

    • Jok Jok

      Hummmm. Interessante , muitos compram carros por metro quadrado. Acho que foi por isso que a ford decidiu manter a roda…

  • Francisco Helio

    Um tapa no visual antes da nova geração e melhora significativa no acabamento, cambio, motor e segurança (único SUV/crossover com sete airbags em todas as versões).

  • Ivan Claudio Dias Florencio

    Só uma correção o teto solar abre em 2 estagios: para trás e para cima, para colocar para cima basta pressionar o botão fechar que ele basculha para cima.

  • Carlos Eduardo Favoreto Milani

    Oferecendo Equipamentos de sobra para justifica a ausência de espaço interno! Mirou no Kicks nacionalizado e acertou todos os rivais! Vida dura para duster, Kaptur, Tracker e Kicks. Se bobear, nestes preços e pacotes, vai roubar vendas até do Renegade! Parabéns a iniciativa da Ford! Vamos ver como eles montarão o Fiesta para enfrentar o Argo/Polo!

    • Rafael Henrique Arruda

      Achei o eco 2018 muito mais negócio que o renegade flex, que não passa de um Fiat travestido de Jeep, lerdo e beberrão. Itens importantes foram muito melhorados como segurança, mecânica e qualidade construtiva. Eu levaria a freestyle AT, oferece um ótimo pacote e ainda um motor econômico. Ah, ainda tem o bônus do DRL, porque eu não aguento mais ligar e desligar farol todos os dias. Para meu uso, o único ponto negativo é o estepe desprotegido, no mais a Ford fez um excelente trabalho. Hoje tenho um VW e dependendo do que ela fizer com o polo, eu compraria um eco sem pensar, apesar de ser segmentos distintos.

      • zekinha71

        Não aguenta mais virar um botão todo dia, como que consegue abrir e fechar a porta todo dia, pisar no acelerador e freio todo momento?

        • nbj

          Moro ao lado de uma BR. Para ir ao centro da cidade tenho que passar todo dia em estrada. Ás vezes me pego esquecendo de ligar o farol, correndo o risco de ser multado, isso é muito chato! Meu próximo carro obrigatoriamente vai ter DRL.

          • Rafael Henrique Arruda

            Isso mesmo, estou na mesma.

          • Edson Fernandes

            E pensar que é só deixar ligado então…

            No meu carro ele desliga as luzes ao desligar o carro…

        • Rafael Henrique Arruda

          Se vc for pensar assim, o motor do carro ainda seria acionado na mão, limpador de para brisa ainda era manual, vidro manual, não existiria câmbio automático, trava elétrica. Isso é conforto e segurança. Carro pra mim é meio de transporte, então quanto menos eu precisar me preocupar com ele, melhor.

      • Carlos Eduardo Favoreto Milani

        Também estou aguardando o Polo! Queria mesmo um Golf , mas os preços o tornam inviável. Quem sabe se rola um 2016 1.4TSI AT6 nacionalizado na casa dos 80k pra jogo… Até lá continuo com meu carro atual..

        • Lucas de Lucca

          Deveria haver uma versão Comfortline do Golf 1.4 TSI AT para bater de frente com o Cruze Hatch LT. O GM é muito bem equipado por ser versão de entrada e tem um ótimo custo x benefício, não é a toa que está liderando o segmento. A VW deveria descer do salto, o Golf quando veio alemão era fora da curva do segmento, hoje se tornou só mais um e ainda é vendido a peso de ouro. Depois não vende aí vem a VW chorar que vai ter que encerrar a produção dele aqui.

          • Carlos Eduardo Favoreto Milani

            E mesmo o cruze sendo mais barato não consigo gostar dele. Quem já andou no golf sente que o Sport é inferior! O Comfortline 1.4 seria uma excelente opção!

      • Cristiano

        Meu carro mora com o farol e o ar ligado.

        Nunca desligo. Ele desliga tudo quando desliga a chave (Jetta 2012)

      • Miguel

        Na verdade é um Jeep com motor Fiat, amigo. Apenas isso.
        E seu único defeito além do motor, é o porta malas. E a qualidade do Jeep (pra mim) está acima dos concorrentes, tanto na construção quanto no acabamento…

        • Joacir

          Outro defeito é a autora , muito baixo para um SUV.

  • Nossa esse carro é medonho. Mesmo recheado, deve ser o lanterna do segmento junto com o 2008. A Fode perdeu a chance de fazer algo proximo do Ford Kuga, como a Hyundai fez o Creta proximo de seus suvs mais caros. Mantiveram esse visual horrível principalmente a traseira mal resolvida. Até a primeira geração mais quadradona era mais bem resolvida, esse ae ficou totalmente desproporcional.

  • Bryan Silva

    Uma crítica que sempre faço aos carros da Ford (até porque já tive vário e tenho um) é a falta de torque em baixas rotações. Outro aspecto é o excesso de cortes eletrônicos a partir dos 130km/h, onde você percebe que a velocidade se torna constante e depois de alguns bons segundo o carro toma velocidade. É impressionante que, no modelo manual versão 1.6, há um vácuo entre 2500rpm a 5000rpm. O 2.0 também demonstra um carência a partir dos 140km/h. Diz-se que é a política da Ford essa “engenharia” incomum.

    • afonso200

      muda de marca. pega um V6 seminovo nao vai faltar potencia, kkkkkkk, se ja teve tudo que é ford e nao gosta, muda de marca

      • Bryan Silva

        Não polemiza! Tenha um pouco de bom senso e saiba conversar.

    • Silvio

      Experimenta um Ka 1.5, achei bem torcudo em baixa, e sobe velocidade facil ate uns 170 km/h. Vai alem disso, mas pelo motor achei o desempenho muito bom.

      • Bryan Silva

        Amigo, você está falando de um carro muito leve. É igual colocar o antigo Zetec Rocam no antigo Ka, e todos o chamavam de vespinha, porém o mesmo motor o Fiesta Rocam era um desastre. No entanto, quando for acelerar seu carro, comece a notar o ponteiro do velocímetro e perceberá que a certo momento ele sobe lentamente. Se você pegar o jurássico 1.6 8V da VW ou o 1.4 8v da GM, notará que o comportamento é inverso, pois somente em altíssimas rotações que se nota a constância.

    • Edson Fernandes

      Sabe qual o problema? Nas versões automaticas, a Ford tem uma calibração diferente do cambio para extrair potencia.

      Algo que já vi citarem é como o automatico da Ford reduz marcha mesmo sem pisar até o fim. Para alguns isso é um agrado, porém é um agrado que corta a possibilidade de extrair todo o torque em uma mesma marcha. Além de aumentar o consumo. E então em maior velocidade, ele vai se ajustando ao que o dono deseja. Se quiser mesmo que ele atinja velocidade alta rapidamente, tem que esticar em altos giros (obviamente como citado nessa reportagem: Acima de 4000rpm) que é onde a central entende que vc quer força e ganho de velocidade. (com penalização ao consumo)

      • Lucas de Lucca

        Edson o comportamento do câmbio AT6 do Fusion EcoBoost que acho muito estranho. Ele estica bem até a 4ª marcha, passando dos 6000 rpm, mas ai por volta dos 170 kmh + – quando ele joga a 5ª marcha a rpm despenca na casa dos 4000, e o carro empaca, perde o fôlego totalmente e não desenvolve. Muito mal escalonado na minha opinião.

        • Edson Fernandes

          Mas acredito que essa foi a ideia da Ford. Imagine que 4000 rpm é uma rotação relativamente baixa que tende a dar conforto qdo se pensar num rodar aos limites de velocidades aqui do Brasil. E é como vc disse, as tres primeiras marchas para força a quarta para evitar um buraco entre a terceira e a quinta.

          Não que eu concorde, mas essa é a realidade. Outro ponto que vejo como ponto negativo é reduzir marchas antes do limite do pedal do acelerador num motor turbo como do Fusion.

          • Lucas de Lucca

            Sim sim, e o mais estranho é que o comportamento do câmbio em D ou S é exatamente o mesmo. Se ele agisse assim somente em D até faria sentido, mas não. É meio frustrante inclusive, pelo tanto de motor que tem.

            • Edson Fernandes

              É… eu só tive certa convivencia no modelo hibrido que é bem competente. Só achei estranho a falta de um conta giros (mas faz sentido por ser um motor hibrido onde a atuação na cidade do motor elétrico é quase sempre 100% do tempo), mas gostaria que existissse uma especie de conta giros.

              No turbo só convivendo para perceber essas coisas.

            • Bryan Silva

              Eu concordo com você, Lucas. Eu tenho um New Fiesta da série 130cv com o câmbio Poweshift, e a partir de certa velocidade você percebe a falta de fôlego, mas não é porque o carro não tenha fôlego e sim porque a Ford utiliza de bloqueios eletrônicos para deixar o carro não andar mais. Eu dirigi um igual nos EUA com 123cv, e ele mais do que o meu de 130cv no etanol.

          • Bryan Silva

            Edson, a Concessionária aqui de Florianópolis colocou uma programação onde ele fica mais esperto em baixa e manco em alta. Para a cidade é ótimo, mas, como pego muita estrada, sinto que falta algo em rotações mais elevadas. Sei que temos de obedecer a sinalização e concordo que tem que haver um controle de velocidade, porém, certo dia, precisei sair de traz de um comboio de caminhões onde eles estava jogando pedrinhas no carro, coloquei o pé no fundo e cheguei até os 160km/h, porém notei que ele custou a desenvolver, e isso é chato, incomoda, porque numa situação de emergência terei problemas. Sinceramente, já apanhei até de UP aspirado e a velhinha me fez aquele gesto com o dedo do meio. O carro não desenvolve em altas velocidades justamente por cortes eletrônicos. Já peguei outros modelos e é a mesma coisa. Os mecânicos da concessionária me falaram que isso é política da Ford e já foi questionado nos cursos que a empresa faz.

            • Edson Fernandes

              Vixi, um problemão então.

              Na verdade essa pratica de rodar em rotação baixa e desenvolver bem, parece ser algp que as fabricantes tem feito atualmente.

              Excetuando aqui muito dos modelos turbo, os aspirados tem tido uma calibração para ter uma determinada pressão no acelerador onde vc encosta e ele corresponde como se fosse pressionado bem mais do acelerador.

              Então na hora do cara extrair força ele sente que o carro é forte. Mas ao subir de giro, percebe que a reserva de força não é tão maior porque tecnicamente falando, o ajuste para entrega de potencia já foi dado no inicio. E por mais que uma ficha técnica corresponda a entregar mais potencia em rotação mais alta, a depender do ajuste não é essa a realidade.

              No seu caso: Será que não valeria realizar um remapeamento com o intuito apenas de ter ganho em outros regimes de rotação? Não digo aumentar a potencia para correr mais, mas para ter um mapeamento mais plano, seguro e que vc sabe que tem potencia para explorar?

    • Lucas de Lucca

      Cara eu cansei de andar a 190 km/h com os New Fiestas que tive, achava bem honesto por ser 1.6. De fato, o modelo até 2013 com o motor 1.6 16v de 115 cv sem o variador de fases era meio fraco até uns 2500 rpm, mas nada que uma reduzida não resolvia. Mas nunca senti falta de potência ou esses “cortes” que você citou não.

  • RSRX

    agradou a mim bastante o visual frontal. O traseiro poderia ter posto lentes vermelhas ao invés de ficar esse cromado de enfeite

  • RSRX

    daqui a pouco chegarão os críticos do porta-malas, que admiram a tracker e renegade que nem cabem uma mochila

    • Robinho

      kkkkkkkkkkkkkkk

  • Cleyton

    Novidade mesmo é o motor 1.5 no lugar do 1.6 e algumas mudanças no interior e novos equipamentos como teto solar e faróis de xenon, ainda acho o GM tracker uma opção mais bonita e atraente.

    • Rafael Henrique Arruda

      Vc esqueceu dos 7 airbags, controles eletrônicos, melhorias construtivas como o painel emborrachado, nova ergonomia, isolamento acústico, novo câmbio at, novo sync, chave presencial, DRL. Se tornou um belo player para quem procura um carro “honesto”. Eu gosto da tracker, mas a única coisa atraente nela eh o motor.

      • Edson Fernandes

        Perfeito… até itens de conforto carecem no Tracker. Ela tem controle de velocidade? Sim… mas não indica qual velocidade programada, apenas aparece que o cruise está ativo.

    • Lucas de Lucca

      Um dos pecados do Tracker é não ter ESP/TCS, pois no quesito conforto e desempenho com o powertrain do Cruze ele ficou bem legal, visualmente também é agradável. Ah, e acho que ela carece de equipamentos pelo preço cobrado.
      Quanto a esse 1.5 Ford, não vejo a hora dele receber a injeção direta e o turbo para virar o Ecoboost, algo que provavelmente vai acontecer no novo Focus.

  • Airplane

    O melhor mesmo foi a eliminação do “powershit” !

  • afonso200

    comparado aos concorrentes o preço ta bom, mas e aquele ponto que todos sabem em 30-60 dias eles sobem 1000-2000 nas versoes e ja era o custo beneficio……finalmente cambio 6AT

  • 1 Raul

    Só eu achei que ele tem cara de triste?

    • Davi Millan

      Com a concorrência que ele tem hoje em dia, ele deve estar bem triste mesmo!

  • zeh

    ….e a Honda quer saber porque não tem gráfico comparativo com seu modelo WRV…kikiki

  • Lucas Gomes

    Maioria dos brasileiros tem preconceito, não compram carros com cilindrada ímpar no caso 1.5, e ainda 3 cilindros. Acho que agora que vai encalhar de vez, vender pouco igual a superchager.

    • Leo

      Etios 1.5 e 1.3? Argo 1.3? Ka 1.5?

      • Ernesto

        City e Fit 1.5.

  • Davi Millan

    Uma coisa interessante que eu vi em outros sites é que essa nova transmissão da Eco é a 6F15 que é feita em parceria com a GM. É a mesma caixa da Tracker e Cruze?

    • Edson Fernandes

      Não. Pois usam uma que fornece mais suporte a torque (6F35, a mesma da versão 2.0)

      • Lucas de Lucca

        Edson a 6F35 é uma variante da 6T40 usada no Cruze Turbo. Suportam até 38 kgfm de torque. A Eco 2.0 usará ela?

        • Edson Fernandes

          6F35 que ela usará que é bem similar a F40.

      • Davi Millan

        opa! Obrigado.

  • ####Carlao GTS

    Tem que amar muito pra comprar.

  • Leonel

    Alguém sabe me dizer se o preço das revisões e seguro está dentro da categoria, bem como o custo das peças? Me parecem bem elevados…

    • Marcos megdA

      Segundo o gráfico apresentado pela própria Ford (tem as imagens na reportagem) estão na média ou abaixo do segmento

  • Marcos megdA

    Visual interno focou muito bacana, sem falar na segurança embarcada que está de parabéns. Os preços estão bem competitivos no cenário atual do Brhuehue. Agora essa traseira deixou o visual muito datado. A frente até passa por causa do DRL e dos faróis melhores. Agora a traseira ficou aquém das melhorias feitas

  • FocusMan

    Palmas para a engenheria da Ford Brasil que fez um ótimo trabalho com esse modelo!

    Quem puder fazer um test drive no carro não vai se arrepender, vai até se surpreender com o mesmo.

    Pela primeira vez, até eu, crítico desse tipo de carro, considero a compra de um. É divertido de andar, e entrega um nível de conforto para mim melhor que o Focus.

  • Mario Souza

    Enquanto isso, Captur mal acabado sem console central de motorização e câmbio antigos, apesar de bom, e Kicks sem console central e piloto automático com únicas opção de motorização!

  • Freaky Boss

    As únicas coisas que me chamam a atenção nesse “novo” ecosport são o motor 1.5 e o belo interior da versão titanium.
    Mas “um carro totalmente novo” é só no slide da FORD né…Vamos falar a verdade. Porque o design mudou pouquíssimo. E design no Brasil é muito. Brasileiro compra muito por design, ou seja, eu não esperaria um salto em vendas.

  • Fernando

    fiquei com a sensação de que a única versão que realmente compensa é a de entrada. as demais trazem coisas legais, mais pelo tamanho do carro e desvalorização, o investimento nas versões mais caras não se justificará. e a 1.5 parece andar agradável. é a sensação contraria ao creta, onde a única versão que acho que “compensa” é a de topo.

  • Guedes

    Melhorou bastante o pior ponto fraco: o acabamento. Ainda tem 7 airbags de série. FORD está de parabéns.

  • Edson Fernandes

    Curioso. Segundo reportagem que leio a respeito e o mesmo aspecto: Para desenvolver bem, precisa de utilizar mais giro.

    O motor 1.5 parece atender bem, mas me chama atenção a necessidade de trocas ocorrerem a 2500rpm em ritmo tranquilo de rodar. Me parece que trabalhar entre 1500rpm a 2000rpm por marcha em condições de nõa exigencia daria melhor resultado. Espanta inclusive ter ruido do motor como no 2.0.

    E então me chega a uma questão: O 2.0 é ruim de baixa ou o 1.5 que tem uma relação mais curta privilegiando o rodar em baixos giros? Pois a Ford é bem conservadora e gosta de manter uma relação longa nos modelos. No meu caso, só rodando memso. Mas é de agradar o fato de todas as versões terem segurança.

    • Lucas de Lucca

      Edson, lembro que no meu Fiesta Sigma sem variador de 115 cv manual eu trocava marcha sempre nisso ai, abaixo dos 2000 e ia muito bem. Depois peguei o Powershift com o Sigma com variador de 130 cv e ele trocava sempre acima dos 2500 as vezes 3000 rpm, achava um exagero. Realmente a Ford faz uma programação meio “estranha” em seus câmbios AT.

      • Edson Fernandes

        Eu imagino que essa programação seja para ter um motor cheio em qualquer situação. A PSA fazia muito isso nos modelos antigos. Nos atuais ela andou reduzindo o regime de rotação na cidade. Se rodar na boa, as trocas ocorrem por volta dos 2100rpm. Mas antes não era incomum trocas entre 2500rpm a 3000rpm também.

        O curioso é que na maioria das vezes vc percebia o torque ali dizendo que tinha potencia, mas a programação do cambio não permitia rodar em baixos giros. Chegava em 1500rpm havia redução.

        E pensar que agora com um carro com CVT é o mais comum rodar por volta dos 1500rpm a 2000rpm…

  • ocampi

    Agora sim…………boa Ford !

  • Thiago

    A grande lambança da Ford é não disponibilizar o LED diurno desde a versão de entrada. Considerando a lei do farol, não custava nada ajudar a vida dos condutores…

  • AndersonRomeiro

    capa protetora no motor é bem vinda para não deixar aquela fiação exposta. O parafuso está no motor para receber a capa e a Ford não faz. esta assim no Ka, Fiesta e no Eco.

  • Leonardo C.

    é impressão minha ou a Eco perdeu a luz de neblina traseira?

  • Henrique

    Para que o estepe pendurado atrás?
    Já passou da hora de tirá-lo aqui, como já vendem la fora.

  • Bhotanduna Suab Undah

    Novo?… Novo?
    Santo Deus….
    A única coisa “Nova” que tem neste carro é este motor 1.5 – 3C que mostrou não ser grande coisa – Sequer conseguiu ser mais econômico que o antigo 1.6 Sigma.
    A Honda e a Hyundai estão rolando de rir…. Rolando!
    Vai vender um pouquinho no começo mas, assim que a turma do gargarejo comprar, volta tudo a ser como era antes.
    E quem viver, verá !!!

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