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Novo Jeep Compass 2017 – Confira os preços dos pacotes de revisões

novo-jeep-compass-NA-22 Novo Jeep Compass 2017 - Confira os preços dos pacotes de revisões

O Novo Jeep Compass terá um plano de manutenção com pacotes fechados de até 8 revisões no caso das versões equipadas com motor 2.0 Tigershark Flex (Sport, Longitude e Limited) e 5 no caso do motor diesel 2.0 Multijet II, que equipa as versões Longitude e Trailhawk.



No caso do Jeep Compass Flex, os pacotes de revisões vão de R$ 1.071 e R$ 6.003. Para as opções com motor diesel, os valores ficam entre R$ 1.880 e R$ 5.680. Devemos lembrar que as revisões do motor 2.0 Tigershark serão feitas a cada 12.000 km, enquanto o 2.0 Multijet II necessita de intervalos de 20.000 km.

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Então, nesses casos, os pacotes do Tigershark – que entrega até 166 cv e 20,4 kgfm – incluem revisões até 96.000 km, enquanto o Multijet – com 170 cv e 35,7 kgfm – alcança 100.000 km nos pacotes fechados. Para o consumidor, tais planos evitam reajustes ao longo do tempo.

Além disso, a Mopar criou pacotes que dão direito a um conjunto de serviços ao contrário de uma revisão completa, como citado acima. Nesse caso, o proprietário do Jeep Compass 2017 pode adquirir, por exemplo, duas trocas de óleo e um alinhamento ou três trocas de óleo e um alinhamento.

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Com garantia de três anos, o Novo Jeep Compass pode ter o período de cobertura ampliado em um ou dois anos, assim como a assistência 24 horas, que está inclusa na garantia de três anos, podendo ou não ser renovada em caso de ampliação da cobertura total do veículo. Nestes casos e também em relação aos pacotes de serviços, os preços não foram revelados.

Medindo 4,41 m de comprimento, 1,81 de largura, 1,65 de altura e 2,63 de entre eixos, o Jeep Compass 2017 tem até 410 litros no porta-malas e oferece vários itens de série e opcionais, entre eles freio de estacionamento eletrônico, ar-condicionado dual zone, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, sete airbags, direção elétrica, Isofix, LEDs diurnos, lanternas em LED, faróis de neblina com função curva, faróis bi-xênon, entre outros.

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Há também opção de multimídia com navegador e tela de 8,4 polegadas, navegador GPS, bancos em couro, banco do motorista com ajuste elétrico, compartimento sob o banco do passageiro, alerta de colisão, alerta de mudança de faixa e tráfego lateral, aviso de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo, volante em couro com paddle shifts, tração nas quatro rodas com modos de terreno Select-Terrain (diesel), controle de descida (HDC) e bloqueio eletrônico do diferencial e tração com reduzida.

O Novo Jeep Compass 2.0 Tigershark Flex entrega 159/166 cv e 19,5/20,4 kgfm, enquanto o 2.0 Multijet II diesel oferece 170 cv e 35,7 kgfm, este último a 1.750 rpm apenas. A transmissão é automática de seis marchas no primeiro e com nove velocidades no segundo, que vem com tração 4×4 obrigatoriamente. O novo utilitário esportivo da Jeep não terá opção de transmissão manual no Brasil.

Confira abaixo os pacotes fechados de revisões do Novo Jeep Compass 2017:

Novo Jeep Compass 2.0 Tigershark Flex 2017

Pacote 2 revisões – R$ 1.071

Pacote 3 revisões – R$ 1.811

Pacote 4 revisões – R$ 2.498

Pacote 5 revisões – R$ 3.794

Pacote 6 revisões – R$ 4.564

Pacote 7 revisões – R$ 5.330

Pacote 8 revisões – R$ 6.003

Novo Jeep Compass 2.0 Multijet II 2017

Pacote 2 revisões – R$ 1.880

Pacote 3 revisões – R$ 3.292

Pacote 4 revisões – R$ 4.431

Pacote 5 revisões – R$ 5.680

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  • Filipo

    Espera aí, revisões do flex de 12 em 12.000 Km? Acho que já vi este filme antes na Fiat (Marea feelings).
    FCA vai pisar na mesma bola novamente? Troca de óleo apenas de 12 em 12 mil quilômetros? Não tem bom óleo que aguente totalmente incólume!

    • Matthew

      Cara, lembrei exatamente do Marea! Falaram no material de divulgação que a troca de óleo será a cada 12 meses, independente da quilometragem. Eu não arriscava, trocava a cada 6 mil km e paciência. Arriscar um motor importado desses será uma bomba!

      • Filipo

        Importado ou nacional, nenhum aguenta!
        O motor pode até durar uns 60.000 ou até 80.000 Km trocando neste prazo, mas não passará muito disso.

        • Matthew

          Disse nacional que no pior dos casos a retifica não fica ridiculamente cara e há disponibilidade de peças, como os Monzatech da GM. Motor importado e sofisticado como esse sempre é um poco mais complicado. Mas nenhum dos dois aguenta mesmo, é verdade.

        • Louis

          Só troco a cada 15 mil km (de acordo com manual do proprietário) do meu 206 1.4. Já rodei 160 mil km, até agora nada de grave no motor. Mas 70% estrada.

          • Paulo

            Esse é o correto. Se o uso não se enquadra na situação “uso severo” ( que nos manuais é um tanto confuso) realizar a troca nesses intervalos está correta. No caso do Compass a troca deve se enquadrar no uso normal (predominantemente rodoviário) o problema será os usuários que o compram para levar os filhos a escola ou shopping a 3 km de casa e permanecem a realizar a troca nos intervalos informados para uso normal.

          • Filipo

            Peugeot é 15 mil Km? Ual! Morria hoje e não saberia disso.
            Mas como pode, 15 é muito! Para a pessoa que roda a maior parte do tempo em estrada, não afetaria tanto, mas mesmo assim é bem alta quilometragem.
            Você disse que não houve nada de grave, mas o que de não grave houve?

            • Louis

              Pelo menos do motor 1.4 é 15mil km. Meu carro anterior também era 15mil km (corsa VHC flex).
              Na verdade os probleminhas que tive que resolver foram pequenos vazamentos de óleo (troca de juntas/retentores), que tem mais a ver com a idade do carro.

        • João Holmes

          Em todos os carros que tive, independente da marca, sempre troquei com 10.000km, sendo que o uso é basicamente na cidade. E antes que falem besteira, informo que só compro carro usado e quando vou vender já tem mais de 100.000km e posso garantir que nenhum baixava óleo, exceto um, mas bem pouquinho. Ou seja, cada um faz o que quiser com seu dinheiro, e alguns gostam de jogar fora trocando oleo em 5.000km.

          • Filipo

            10.000 Km acho razoável para troca de óleo, mas acima disso acho temerário, como os 12 ou até 15.000 Km já citados pelo pessoal aqui.
            E sim, cada um faz com o seu carro o que quiser, como faz com sua vida. Eu apenas expressei a minha opinião.

        • ViniciusVS

          E provavelmente com 60.000 km na maioria dos casos não está mais na mão do primeiro dono e nem em garantia.

          Futuramente ( não tão futuro) o conceito de propriedade e posse será outro, o valor total dos carros hoje em dia é alto e o povão só olha o valor da parcela. Sendo assim hoje as montadoras criaram programas de ciclos onde vende o carro com parcela baixa e garante a compra depois de 2 ou 3 anos ou 15 ~ 20mil km o que é bem longe dos 60.000 km onde o carro apresentará problema.

          Na prática o povão sem renda mas com crédito aprovado tira carro novo da css por um valor mensal baixo, faz uma revisão quando muito e vai na css entregar o carro para sair com outro 0km. ou seja trocará o carro e não o óleo kkkkk

      • Yuri Lima

        Tenho amigo engenheiro que certa vez me disse que NENHUM óleo seja nacional ou importado suporta rodar 10mil km. No máximo 7.
        Lembrando que todo manual de automóvel informa que “em condições severas, a troca deve ser feita a cada 5mil km”. Leia-se condições severas o uso normal do carro no dia a dia das cidades, com anda e para, trajetos curtos fora da temperatura ideal, etc. 10mil km seria para uso rodoviário.
        O que ocorre é um erro de interpretação dos usuários e também das concessionárias (talvez por esperteza, não sei).

        Dessa forma, as chances desse Compass ir na mesma trajetória do Marea são altíssimas! Depois o carro será taxado injustamente de bomba.

        Sempre troquei o óleo de meus veículos a cada 5mil km. Quando em intervalos com longas viagens, a cada 7mil. Tive um Mille comprado 0km e vendido com 150mil km. Nunca abriu o motor para fazer serviços. Só verificação e constatação de tudo ok. Meu pai tem um Santana com 280mil km e GNV. Mesmo caso. Agora estou com um Versa 0km que já está com 92mil.

        • mariostefa

          Minha marea Weekend turbo, tá com 205 k., troca de oleo e filtro cada 7 k. Nenhum problema

          • Yuri Lima

            Show de bola! Meu sonho de consumo! Uma MWT preta com teto! Parabéns!

            • mariostefa

              Obrigado. A minha cinza steel com teto.Ano 2002.

              • Gabriel M. Vieira

                Queremos IBAGENS!! Carro muito loko, quando era adolescente o pai de um amigo tinha uma, que nave!

        • Paulo

          Verdade. Mas acho que óleo sintético atual em uso predominantemente rodoviário dure sim os 10 mil Km idealizado. Mas o erro de interpretação realmente é um calço para os usuários comuns.

        • Edson Fernandes

          No caso de quanto tive um C3 com uso em 7 anos até os 60000km que o uso foi predominante em estradas, eu usei sem problemas em 10000km rodados. E qdo ia trocar o oleo, ele ainda estava em uma aparencia ligeiramente mais escura de quando troquei antes.

          Ou seja, todos os componentes de proteção e lubrificação do oleo estavam ok. Quando fui usar na cidade (na verdade virou um misto até os 90000km) eu trocava com 8000km e o oleo por igual como disse antes. Quando usei na cidade, diminui para 6000km e que para meu espanto em uma das trocas que foi por tempo, o oleo estava também ainda bom. (na coloração citada antes inclusive)

          Eu só acho que esse negocio de oleo que fulano engenheiro disse, tem a ver com o tipo de oleo. Generalizar dessa forma é muito do errado. Só a titulo de exemplo, eu fiz implantação de sistemas em uma empresa que fazia fabricação de oleos de todos os tipos inclusive automotivos. E a explicação dada é ligada ao tipo de componente ali usado que diante das diferentes formas há a mudança na composição e essa mudança pode ou não ditar o que o oleo pode ou não suportar e a partir daí agregar a durabilidade ao que foi previsto para a formulação. Ou seja, considerando isso, vc pode sim determinar um limite seguro de uso por tempo e inclusive por uso em quilometragem. E pode ter total certeza: Esse limite é bem seguro para justamente prever um uso até ligeiramente acima do limite.

          Entretanto, ao tipo considerado pela Fiat / Chrysler / Jeep em garantir até 12000km deve ser um oleo de maior duração… entretanto, longe de mim confiar a durabilidade perante o motor e desenvolvimento de produto que aí vai do fabricante para determinar ao nosso mercado.

        • Lopes

          Tive um Golf Flash desde 0 km. Troquei óleo de 10 em 10 mil km e rodei com ele 168 mil km.

      • Carlos

        Acho que a gasolina atual está um pouco melhor do que antigamente, vcs nao acham? O meu carro e o de alguns familiares costumavam literalmente apodrecer a surdina e escurecer o oleo nos anos 2000. Hoje em dia isso diminuiu muito. Será que este “parametro” qualidade da gasolina nao tem influenciado estas decisoes das montadoras?

    • Gustavo73

      12 mil km ou um ano. Os Fiat são 15 mil ou um ano. Mas tem sempre o adendo do chamado uso severo.

      • GPE

        Faz um tempinho que mudou p de 10 em 10mil KM

      • Filipo

        Gustavo, acho temerário estes prazos de troca, mesmo o veículo não ter sido utilizado em “condições severas”. 10.000 Km eu acho razoável, mas 12 ou até 15.000 Km eu acho demais!
        Que os motores de hoje aguentam isso, aguentam tranquilamente. A pergunta que fica é até quando (ou quanto) aguentam? Acredito que chegam a 60.000 km ou até mesmo aos 80.000 Km sem maiores problemas, mas e depois? Não sei, não sou engenheiro mecânico e isso é apenas minha opinião, mas acho difícil esses motores chegarem a 100.000 Km bons. Ainda mais aqui no Brasil, onde há muitas variáveis, como combustível ruim e altas temperaturas (em muitas cidades).

        • Gustavo73

          Os óleos evoluíram muito. Com a manutenção feita seguindo as normas acho que não teríamos problemas. A questão fica no tipo de uso do carro, andando em trechos curtos(motor não atinge a temperatura ideal de trabalho. Trânsito pesado e por aí vai. Nessas condições a troca na metade dos km do iso normal são mais do que indicados.

        • Edson Fernandes

          Olha… considerando o que vc diz, os taxistas que usam esses motores a fio por 300000 a 400000km… comprovam que duram. Mas a propria fabricante reduziu e certamente não foi problema da durabilidade. E sabemos qual é o motivo.

    • Zé Mundico

      Geralmente motores grandes exigem óleos finos, por serem pesados.
      Todos os carros 2.0 e 2.4 que já tive (hoje tenho um 2.4) usam óleo 5/30, que é só um pouquinho mais grosso que óleo singer.

      • Douglas

        GM e Honda já usam 0w20.
        5w30 é fino só se for comparado com os óleos dos carros mais antigos, para o padrão de hoje não é fino.

      • Filipo

        Zé, não tem relação essa lógica. Como exemplo, veja os motores Chevrolet e Fiat (de 1 a 1,4L) utilizando óleo 0w30.
        Mas isso não tem a ver com o que eu disse, que é o prazo para a troca de óleo. Durabilidade e “resistência” do óleo tem mais a ver com a classificação API.

        • Zé Mundico

          Ok, concordo, mas temos que lembrar que os óleos atuais trazem componentes e aditivos mais modernos, que melhoram lubrificação e diminuição do atrito das partes do motor.
          Claro que as condições de uso também entram nessa fórmula, ainda mais quando sabemos que o uso urbano (pesado) é o principal alvo.

      • Edson Fernandes

        Se for pensar assim… eu uso o oleo errado no meu. Já que esse é 10w40 (seguido estritamente o manual).

        • Zé Mundico

          Se você segue o recomendado no manual, não está errado de forma alguma.

    • Lucas086

      Mesmo período do Renegade e até hoje, nada de problemas com os motores.

      • Filipo

        Você disse bem, até hoje! O Renegade tem pouco tempo de lançado e um problema derivado de óleo comprometido é visto geralmente a longo prazo.

        • Lucas086

          Já tem Renegade rodada aí e ainda não tem nenhum caso quanto a isso, sem falar que esses e-torqs tinham problemas nas tampas de válvulas, que com certeza a Fiat consertou antea de lançar.

          • Edvan Ramos

            So lembrando: o RENEGADE diesel revisão aos 20.000 Km, porém, com troca de óleo em 1 ano, o que ocorrer primeiro.

    • Douglas

      O do Marea era 20.000 km.
      E 12.000 km agüenta sim, Chevrolet até 2007 ou era 2008 era 15.000 km e baixaram para 10.000 km para aumentar o lucro das css.
      A Fiat até uns anos atrás era 15.000 km e reduziram para 10.000 pelo mesmo motivo.

      • Filipo

        15.000 Km, para mim, é temerário. O fabricante tem que considerar os carros que pegam muito congestionamento, nosso combustível porco e etc.
        Para uma pessoa que fica no máximo cerca de 60.000 ou até 80.000 Km com o mesmo carro e depois vende, talvez não tenha problema com isso, mas a longo prazo é certo o comprometimento do motor.
        Chegar a 100.000 Km com o motor “saudável” acho difícil. Mas, volto a frisar, é apenas a minha opinião, pois não sou engenheiro mecânico.

    • Martini Stripes

      Renegade 1.8 já é 12 em 12.

    • D01S

      Revisão do Renegade flex também é a cada 12 meses ou 12.000Km. Acredito que toda a linha Jeep com motores a gasolina (Cherokee, Wrangler, Grand Cherokee, etc) possuem a revisão a cada 12.000Km porque nos EUA a revisão (Pelo menos nas primeiras Cherokees importadas) é feita a cada 7500 milhas.

      • Filipo

        Não sabia, D01S! Mas de qualquer modo, o combustível nos EUA é muito superior ao nosso, além de praticamente livre de adulteração, o que contribui para reduzir a durabilidade do motor e óleo.

    • D’Agostin

      Conforme a Jeep e também a Fiat, a troca de óleo é feita anualmente (para aqueles que rodam pouco), mas as revisões são feitas somente de 12 em 12 mil km (Jeep flex), por mais que tenha passado o tempo que for.

    • Thiago

      “Não tem bom óleo que aguente”.

      Superstição de brasileiro. Por isso continuam empurrando produtos defasados aqui.

      Enquanto isso, nos Estados Unidos, a Mobil dá garantia de que o Mobil 1 Extended Performance, só pra citar um exemplo, dura 24.000 km em qualquer circunstância de uso, mantido o limite de tempo de um ano entre trocas.

      A tecnologia avançou muito da época do Castrol 20W50 em tudo.

      • Filipo

        Thiago, você se esquece das variáveis que existem no Brasil, que influenciam o óleo, como a qualidade do combustível. E já diz o velho ditado: “cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém”.

        • Alligator

          sem falar do nosso clima que é bem diferente dos EUA

    • Jose Silva

      fala-se em 12.000km mas é em condição que ninguém roda, para condição severa que é o Brasil troca-se 50% antes, ou seja, 6 meses ou 6.000km

      • Filipo

        Ai é que reside o problema, Jose!
        Pois a maioria utiliza em condição severa (trânsito pesado) e só trocará com 12.000 km.

        • Jose Silva

          Ah não, hoje todo mundo está vacinado quanto a isso, ainda mais que as próprias redes de venda falam que as trocas de óleo devem ser feitas a cada 6000km ou 6 meses.

    • Larissa

      Esses são os intervalos de REVISÕES. Para manutenção da garantia, a JEEP solicita que se faça apenas uma troca de óleo com filtro anualmente, independentemente da km. Portanto, CORRETA a atitude da JEEP. O que se vê por aí são revisões de 6 em 6 meses enfiadas goela abaixo, mesmo para quem roda pouco. Eu mesmo tive que trocar as velas do meu Focus com 28 mil km.

  • Hendel Marques

    É cara, mas o preço está condizente com os concorrentes. Por preços similares temos a IX35, Sportage e Kicks, que sinceramente acho muito inferior. Com certeza essa “Toro SUV” vai ser sucesso!

    • oscar.fr

      Kicks não concorre com Compass, é SUV compacto da mesma faixa de Peugeot 2008, Jeep Renegade e cia.

    • Cristiano_RJ

      Por que você mistura ix35, Sportage e Compass com Kicks? Por acaso o SUVzinho da Nissan subiu de vida?

      • Raimundo A.

        O Kicks ainda não chegou no patamar inicial de preço do Compass, mas se ele dissesse HR-V, cabe a comparação, pois mesmo sendo de categoria inferior, a versão top de linha esta na casa dos R$ 100mil, que é o preço da básica do Compass.

        É aquela velha história de comprar um produto menor bem mais equipado ou migrar para um maior tendo menos conteúdo.

        • Cristiano_RJ

          O problema Raimundo, é que ele disse que “o preço está condizente com os concorrentes” e em seguida citou o Kicks. Não, além de não estar na faixa de preço, o Kicks não é concorrente do Compass. Já o HR-V, este é que não tem preço condizente com seus concorrentes. Mesmo assim, apenas na versão topo de linha é que ele acaba entrando na faixa de preço do Compass em sua versão de entrada, o que os torna concorrentes única e exclusivamente nessas versões. Ou seja, são concorrentes eventuais. Não concorrentes diretos. O que reforça a minha negativa para a frase do colega aí de cima: “o preço está condizente com os concorrentes”. Não é essa coincidência de preços que o permitiria afirmar o que afirmou e incluir o HR-V na lista.

        • Junoba

          O único concorrente direto do Compass seria o Outlander, já que ambos possuem opção de motor a Diesel, os outros SUVs Médios usam somente a gasolina ou flex.

      • Hendel Marques

        Eu me expressei mal. O que quis dizer foi que os carros citados ultrapassam a casa dos 90 mil. Foi esse meu parametro. Inclusive quando estou escolhendo um carro, normalmente não levo em consideração a carroceria, e sim o custo-beneficio. O que ele oferece pelo preço que cobra. Por isso comparei o compass básico, com o ix35 básico, o sportage básico e o kicks SL. Esse novo Jeep veio competitivo. É um SUV legitimo, moderno e completo. Caro, mas se vc levar em consideração os concorrentes de preço, ele é superior.

    • Zé Mundico

      Na boa, mas ix35, Sportage e Kicks não têm nada a ver com o Compass, pois são ´pseudo-suvs COMPACTOS, estando mais para concorrentes do Renegade.
      O Compass está uma categoria acima deles.

      • Portuga Goleta

        ix35 e Sportage podem ser Pseudo, como a maioria, porém eles são médios e não compactos.

      • Hendel Marques

        Concordo. Eu me expressei mal. Eu que comparo carros por preço e custo beneficio. Não reparo na carroceria. Por essa faixa de preço, vc pode incluir ate a golf variant, nesse rol. Sao de categorias diferentes, com propostas diferentes e com custo beneficio muito diferentes. o kicks chega a 94 mil naquela cor medonha. É completo e não vale o que cobra. O ix35 e sportage partem de 100 mil, assim, como o compass e o golf variant. Eles não oferecem tanto quanto o jeep. Foi isso que quis dizer.

      • Gustavo73

        IX35 tem as mesmas medidas do Compass o Sportage tem 5 cm a mais no entre-eixos e 7 no comprimento.

  • Freaky Boss

    “Devemos lembrar que as revisões do motor 2.0 Tigershark serão feitas a cada 12.000 km, enquanto o 2.0 Multijet II necessita de intervalos de 20.000 km.”
    ou 1 ano , o que ocorrer primeiro, certo??

    Vamos pensar no diesel: se assim for, e a maioria NÃO anda 20000km por ano, vai ser revisão por calendário. Em 3 anos pagaria R$ 3292, pelo citado na reportagem. Não está tão mal não, pelo valor do carro (130mil)

    • what_the_hell??

      Tb achei os preços bem interessantes para comparar com os concorrentes!

    • Paulo

      Verdade. Mas tem que ressaltar que a troca do óleo também precisa se dar pelo tempo. Arriscar a troca anualmente com uma quilometragem baixa acho muito arriscado.

      • invalid_pilot

        Sem falar que maioria das pessoas usam em uso severo (qual a recomendaçao pede pra antecipar) e acabam fazendo manutenção como se fosse uso normal.

        Eu acho que troca de oleo tem um custo tao baixo que nao vale a pena negligenciar

    • Rodrigo Alves Buriti

      Acho caro ainda, digo o motivo:
      Semana passada fiz a revisão na concessionária (fox 1.6 16v) a preço de tabela do site, onde fizeram um “desconto” de 400 e pouco por R$280. Na nota fiscal o litro do óleo custou 62 reais, e no posto ou loja de lubrificantes não passa de 33 reais (ambos genuinos), sendo assim imagina a margem de lucro sem o “desconto”. Próxima revisão será quase 500 reais pelo site, numa oficina de confiança de um amigo não fica nem metade do preço.

      A outra comparação: Nem SW4 Diesel, Trailblazer e Dakar tem a revisão tão cara assim, onde pelo site da Jeep é troca de óleo + filtros (lembrando que pro meu uso seria troca pelo tempo pois não passo de 12mil km/ano – o outro carro não anda nem 5mil km/ano).
      E como eng. Mecânico digo que 20mil km é muito, rodar 20mil km com o mesmo óleo num motor turbo é arriscado.

      OBS.: Estou vendo uma compass diesel, sendo que vou fazer uma troca de óleo por fora a cada 10mil km.

    • Martini Stripes

      Óleo é estraga. Por isso a troca necessária em 1 ano. E quem pega Diesel geralmente roda bastante. Não sei agora com o aumento da oferta de motores assim, Toro, Renegade e agora o Compass. Mas geralmente, rodam bastante.

    • Thiago

      O perfil do consumidor do diesel, justamente por estar disposto a pagar mais por um motor mais econômico, é de média anual superior a 20000 km.

  • Paulo Eduardo Souza

    Me estranha o pacote de opcionais da versão Limited e Trailhawk, apesar de terem o mesmo conteúdo tem preços diferentes. Na Trailhawk, teto R$ 7.100,00 e pacote High Tech R$ 13.500,00 = R$ 20.600,00 , já na Limited o teto é R$ 6.800,00 e o pacote High Tech é R$ 9.000,00 = R$ 15.800,00. Uma diferença de R$ 4.800,00 injustificáveis. Achei o motor Tigershark 2.0 VVT beberrão, motor flex, os números são de 5,5/7,2 km/litro com etanol e 8,1/10,5 km/litro com gasolina, respectivamente cidade/estrada. Eu acho que o consumo cairia se tivesse a opção de câmbio automático de 9 velocidades.

    • Victor Costa

      A tributação dos componentes com motor diesel é diferente do motor flex… Por isso essa diferença “sem justificativa”

      • Paulo Eduardo Souza

        Mesmo assim, no caso do teto a diferença é de 4,41%, no outro pacote High Tech, a diferença é de 50%. Essa desculpa não cola.

  • Paulo

    Uma duvida que sempre tive. Porque as revisões só são informadas até 100 mil KM? Um motor só dura até tal quilometragem? Após a mesma o usuário fica sem referente oficial sobre o que fazer.

    • “Perguntador”

      No meu Fiesta o manual tem espaços para preenchimento das revisão até 200.000 km ou vinte anos.

    • Daniel

      Faz tempo que não olho as instruções de revisões. Mas me lembro de indicarem até a troca do item mais duradouro (no seu, a última peça deve ser trocada no prazo de 100 mil Km). Depois manda repetir as revisões, ou seja, tudo o que foi feito de 0 a 100 mil Km faz agora de 100 mil a 200 mil Km e assim por diante.

      • Paulo

        Entende. Volta-se então a realizar as revisões partindo do “zero”. O que acho errado é a fabricante não destacar isso em manuais. É dever dela apresentar as soluções por toda vida útil do item. Baixei uma vez o manual de uma mercedes (C 180) e é incrível a riqueza de detalhes apresentada no manual até a vida útil programada do motor que era de 310 mil milhas.

        • Rodrigo Alves Buriti

          Mas não precisa ter, basta analisar o plano de revisão no manual que em 2 minutos verás que ele segue um padrão.

        • Leonardo

          Nossa nunca imaginei uma informação dessa de vida útil de motor, agora que estranho um carro desses só fazer essa quantidade de milhas o que daria aproximadamente 500 mil km

          • Paulo

            Também achei estranho. Mas ao ler com mais atenção se perceber que esse dado so elevado em consideração por causa da garantia contratual. Sendo assim a marca leva em conta uma vida útil média de 319 mil milhas.

    • Bruno Costa

      Geralmente é tabelado o preço daquelas que estão no prazo ou km da garantia, quando o cara fica atrelado a rede autorizada. Após isso fica a critério da concessionaria, geralmente eles repetem a tabela para revisões similares, por ex. o valor da de 2 anos pode ser aplicado na de 4 anos, pois revê os mesmos equipamentos e substitui as mesmas peças… etc…

  • Schlatter70

    Até nas revisões a versão a diesel é mais vantagem. Pena que é tão cara para mim.

    • Junoba

      É caro pra qualquer pessoa.

      • Wald Queiroz

        Pior é que está tudo caro! E mais grave ainda é que mesmo caro, nós ainda queremos! E para acabar com tudo, depois de transcorrer 5 anos com o carro (ao menos penso isso sobre o modelo a gasolina) você não conseguirá trocá-lo por um gol completo sem que tenha que tirar mais dinheiro da cartola!

        • Junoba

          Não precisa ser 5 anos, um Fluence 2014 comprado por 69k 0km por um parente meu, está valendo 46k atualmente. Isso pq as CSS vão pagar algo em torno de 40k no carro. Ou seja, 30k perdidos em 2 anos.

          • Wald Queiroz

            Já ouvi falar que os Citroen são piores. Você compra por uns 80k tira da ccs dá uma volta se arrepende quer desfazer o negócio e eles te devolvem uns 50k… A desvalorização do carro é mais rápida do que a queda das ações da bolsa do Eike Batista!

            • Junoba

              Mas esse “dar uma volta”, significa pelo menos algumas semanas, correto !? Por que pela lei, você pode devolver o veículo em até 30 dias sem nenhum custo a mais ( vale para qualquer produto ).

              • Wald Queiroz

                Acredito que você esteja enganado quanto a isso. O art. 49 do Código de Defesa do Consumidor permite a desistência no prazo de 7 (sete), de produtos ou serviços, adquiridos fora do domicílio comercial, por telefone ou domicílio. Não se enquadrando aí o caso dos veículos, salvo se adquiridos sob estas condições. Mas se isso fosse possível as concessionárias já teriam quebrado junto com as empresas de locação de veículos, pois os consumidores viveriam lotando aquelas no intuito de trocar de carro de 29 dias em 29 dias, não iria precisar também nem de alugar carro, pois teria de certa forma um aluguel gratuito de quase um mês!

            • João Holmes

              O que é ruim para uns é bom para outros. Tenho dois Citroen em casa que comprei usado na bacia das almas. Excelentes carros, diga-se de passagem.

  • New Cars

    Eu iria optar por um pacote somente de 5 revisões pois o veículo já estaria com 60.000 km, período em que eu já estaria pensando na troca! Mas manteria a troca de óleo dentro dos 6.000 km.

  • thi

    cade o golf atualizado em paris?

  • RKK

    Explica melhor como funciona esta manutenção por pacotes. Se trata de pagamento antecipado das revisões ? Neste caso para o modelo Compass Diesel (Pacote 2 revisões – R$ 1.880) a revisão está saindo praticamente pelo mesmo preço que a do Renegade Diesel (1o. Revisão por R$ 857).

    • invalid_pilot

      Deve ser isso, as marcas tao fazendo isso pro cara diluir as manutenções no carnezão do financiamento. O valor é o mesmo pq o motor é o mesmo, faz sentido.

  • Danilo

    Legal que o carro lançou não faz uma semana e os ENGENHEIROS DE INTERNET aqui do N.A tão prevendo que o motor do carro vai explidir igual marea por causa da troca de óleo kkkkkkkkkk porque será que a Jeep não contrata eles em vez dos imcompetentes que determinaram isso no projeto do carro?

  • Eduardo

    Caras essas revisões, não?

  • Rodrigo Cherigatto

    Que carro lindo nessa cor azul,se eu tivesse essa grana o compraria com certeza!lindooooo!!

  • JOSE RAFAEL NOVAES DAMICO

    Carro novo com motor zerado. Amaciar o motor até os 1.000 km. Evite aceleradas bruscas e altos giros, evite alta velocidade. Vá maneiro até 2.000 km e troque o óleo e o filtro. Novamente aos 5.000 km troque novamente. Dai em diante irmão é só trocar de acordo com o manual de fábrica que o motor dura 300.000 km. Pode apostar.

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