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Novo Jeep Compass 2017: Visita à fábrica e impressões ao dirigir

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O Novo Jeep Compass 2017 chega ao Brasil como o primeiro lançamento mundial da marca feito no país, sendo fabricado em Goiana/PE, onde compartilha a instalação com os modelos Jeep Renegade e Fiat Toro.



Custando entre R$ 99.990 e R$ 149.990, o Novo Compass é oferecido nas versões Sport, Longitude e Limited com motor 2.0 Tigershark Flex de até 166 cv e 20,4 kgfm, enquanto a topo de linha Trailhawk e novamente a Longitude entregam 170 cv e 35,7 kgfm no motor diesel 2.0 Multijet II.

Os consumos da versão diesel são de 9,8/11,4 km/litro, respectivamente cidade/estrada. Nas opções com motor flex, os números são de 5,5/7,2 km/litro com etanol e 8,1/10,5 km/litro com gasolina, respectivamente cidade/estrada.

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A transmissão é automática de seis marchas nas versões Flex, que tem tração dianteira, enquanto as versões diesel levam o ZF 9HP de nove velocidades com tração integral, além de reduzida e modos de terreno. A suspensão é independente nas quatro rodas e os freios são todos a disco.

Com 4,41 m de comprimento, 1,81 de largura, 1,65 de altura e 2,63 de entre eixos, o Jeep Compass 2017 tem entre 388 e 410 litros no porta-malas, dependendo da versão. O conteúdo é generoso, destacando-se controle de cruzeiro adaptativo, farol alto automático, alerta de mudança de faixa e tráfego lateral, alerta de colisão e estacionamento automático.

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Mas, o Compass de segunda geração não tem somente isso, dependendo da versão, conta com ar-condicionado dual zone, multimídia Uconnect com tela de 8,4 pol., retrovisores com rebatimento elétrico, banco do motorista com ajustes elétricos, bancos em couro, volante multifuncional com paddle shifts, entre outros.

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Mercado e fábrica

A Jeep recebeu da rede de 191 concessionários uma estimativa de vendas entre 2.000 e 2.500 unidades por mês. Da parte da montadora, o mix de vendas do Novo Compass será de 30% para as versões diesel e 70% nas flex, sendo a Longitude com estimativa de mais saída, de acordo com a marca. As vendas começam de fato em novembro e na segunda quinzena de outubro, haverá um novo evento para test drive da versão flex.

Com capacidade para 250 mil carros por ano, mas ocupando atualmente espaço para 180 mil, o Polo Automotivo Jeep emprega 10 mil pessoas (incluindo fornecedores). Com o terceiro lançamento em 18 meses, a planta pernambucana exporta em torno de 10% da produção. Só o Compass está gerando mais 500 empregos.

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A planta de Goiana confere aos três modelos um índice de nacionalização de conteúdo de 80%. Atualmente a produção é de 600 veículos/dia e a linha de produção emprega 681 robôs, sendo 27 exclusivos do novo utilitário esportivo. No caso do Compass, o novo SUV da Jeep será exportado para a região, podendo até chegar aos EUA, dependendo da demanda.

Durante visita à fábrica, nós conhecemos o centro de treinamento avançado dentro do complexo, onde os funcionários são treinados em uma réplica da linha de produção, contando com os estágios de montagem de veículos.

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As linhas operacionais apresentam alto índice de automação e a fábrica também dispõe de climatização adequada, limpeza excelente e gestão de resíduos e conservação ambiental com um programa de reflorestamento e engajamento da população local. Há também um programa de qualificação profissional e ações educacionais na região, visando futuros colaboradores para a FCA.

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Impressões ao dirigir

Goiana, Recife/PE – O Novo Jeep Compass teve duas etapas de test drive, sendo a primeira na própria fábrica de Goiana, com uma rápida avaliação em off-road e ao sul de Recife, onde o trecho foi inteiramente em asfalto.

O Compass de segunda geração apresenta um conjunto muito interessante não só no aspecto visual, mas também estrutural. Nota-se claramente a maior rigidez torcional e a robustez do conjunto, lembrando que as unidades testadas ainda eram de pré-série.

Apenas a versão diesel estava disponível. Com esse propulsor, o Jeep Compass 2017 tem uma boa performance, entregando 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm. É nessa segunda faixa que o motor trabalha a maior parte do tempo.

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Com rápido ganho de giro, o Multijet empurra com agilidade os 1.751 kgs do Compass. As acelerações são vigorosas e as retomadas pontuais. Enquanto o propulsor esbanja força em baixa, garantindo mais prazer ao dirigir, o câmbio ZF 9Hp modula perfeitamente as nove velocidades.

Detalhe interessante – sendo difícil não fazer a comparação – é que a nona marcha consegue ser engatada próximo de 110 km/h, diferentemente do Renegade, que só entra acima dessa velocidade. Na estrada, rodando na última marcha, o ponteiro marca 1.700 rpm. Além de garantir redução no consumo, confere também conforto.

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Aliás, o nível de ruído interno é melhor que o apresentado por Renegade e Toro – comparando-se os produtos da plataforma global da FCA feita em Goiana – com pouca invasão do propulsor e do material rodante no habitáculo. Com respostas imediatas, o Novo Jeep Compass tem boa dirigibilidade também na cidade.

A suspensão tem um bom ajuste e o acerto é um pouco mais para o conforto, mesmo no Trailhawk, que tem pegada mais off-road. Por ser maior que o irmão mais velho, este Jeep apresenta uma leve saída de traseira, mas nada que incomode ou necessite de maior atenção. Já a direção elétrica é bastante leve em manobras, mas também em condução. Poderia ser mais firme nesse aspecto.

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O conjunto de freios é mais do que suficientes para o Compass, tendo discos nas quatro rodas. A posição de dirigir é uma réplica dos demais citados, mas a visibilidade é melhor. O espaço interno é bom para quem vai atrás, superior ao do Renegade. No geral, o acerto do novo SUV é mais do que adequado para sua proposta.

Esta, por sinal, diferentemente da geração anterior, agora é focada também no fora de estrada. Durante visita à fábrica, experimentamos o Novo Compass em uma pista permanente de off-road, onde o bloqueio do diferencial, redução e controle de descida foram bem utilizados, assim como o modo Rock (exclusivo do Trailhawk) em trechos de pedras soltas.

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O sistema de tração Select-Terrain garante excelente modulação de torque entre as rodas e os eixos, permitindo assim uma condução mais segura e eficiente no fora de estrada. O Jeep Compass 2017 – como dito mais acima – apresenta excelente rigidez torcional, tanto que é possível abrir e fechar as portas com o veículo em pêndulo (apoiado praticamente em duas rodas).

Além disso, tem boa capacidade de subida, auxiliada ainda pelo assistente de partida em rampa, assim como de descida, com o HDC, que freia e ajusta marcha e tração de acordo com a inclinação do terreno.

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Com ângulos de ataque e saída de 29,1° e 33,1°, além de 23,7° de rampa, o Compass pode transpor terrenos com grandes elevações ou descidas muito íngremes, evitando assim raspar frente e traseira. Com 2,63 m de entre eixos, o SUV pode acabar raspando a parte inferior da carroceria, mas o modelo é dotado de proteção adicional nas partes mais sensíveis, evitando danos mecânicos. A transposição de trechos alagados é feita com segurança e em profundidade de até 48 cm.

O trabalho de motor/câmbio/diferenciais/freios/suspensão é muito bom no fora de estrada, não devendo nada ao Renegade nesse aspecto, exceto por ser maior, o que evidentemente apresenta suas limitações dependendo das condições enfrentadas no off-road. Assim, quem imagina que o Novo Compass é focado no meio urbano, engana-se nesse aspecto.

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No geral, o Jeep Compass 2017 agradou bastante. Falta a experimentação com a versão 2.0 Flex, responsável pela maioria das futuras vendas do novo SUV, que pretende ser líder com folga do segmento médio se a previsão da rede Jeep se confirmar. Se a pretensão for ter um SUV de porte médio ou até outro tipo de carro a partir de R$ 100.000, vale a pena esperar para testar esse novo Jeep nacional.

Galeria de fotos do Novo Jeep Compass 2017:

Viagem a convite da Jeep.

5.0

  • Luciano Lopes

    Que morte horrível dos concorrentes …Ou melhoram muito ou baixam o preço .

    • JCosta

      Baixar o preço? Não no Brasil. Mais fácil depenar o carro e aumentar o valor pedido.

      • what_the_hell??

        Vi um ontem branco na Rua, foi rápido mas pareceu ser a versão Limited. Achei muito bonito mesmo ao vivo! Impressão de carro até maior que os concorrentes (IX35, Tiguan etc.).
        Tb estou torcendo pra esse motor fazer milagre com esse torque baixo. Em caso positivo, acho que vai liderar o segmento com folgas!
        p.s.: moro na PB, deve ter sido de algum executivo da fábrica Jeep em goiana!

        • Gustavo73

          A impressão pode ser de ser maior. Mas as medidas mostram um tamanho muito parecido.

    • Verdades sobre o mercado

      Se fizer todo este sucesso a concorrência não vai precisar baixar o preço porque a Jeep é quem vai fatalmente aumentar o seu preço assim como aconteceu com a Toro, o Renegade, o HRV e com a dupla Ônix/Prisma. É uma estratégia inteligente, lança o veiculo com.preço bem competitivo para o.mercado comprar a.novidade é ai depois é só ir aumentando.

      • Luciano Lopes

        Isso vc tem razão . Fora um possível ágio , essa versão por 99 mil e lenda

        • SDS SP

          É a típica versão para atrair potenciais consumidores até à css. Acredito que na prática a versão Longitude terá mais saída.

        • Edson Fernandes

          Isso se até o efetivo lançamento do produto (digo, disponibilidade para venda) não estiver mais caro até lá.

      • Elizangela Oliveira

        A partir de R$110.990,0 daqui um mês!

      • Cristiano_RJ

        Exato. Aqui no Brasil só há dois tipos de carro: os micos em vendas com bom custo benefício e os líderes de mercado com péssimo custo benefício.

    • radiobrasil

      Pra mim aqui aparece logo acima publicidade do Outlander.. coitada da Mit kkkkk

    • Darwin Luis Hardt

      dizem que o pós-venda da jeep ainda é bem fraco comparado aos concorrentes, e se isso for verdade, muita gente vai nas outras marcas ainda

      • EDU

        Muito pelo contrario . o pos aqui em Osasco assim como em Campinas e exelente.

      • O pós-venda da Jeep tem sido bem elogiado, mas no geral é caro ante a concorréncia.

    • Brasil_MG

      Lindo Jeep, pena que continua beberrão com motor flex

  • Whering Alberto

    Grata surpresa foi o visual limpo do painel. A única coisa que merece ser revisada, ao meu ver, é a coluna C, larga demais. Estepe de liga leve em tempos de pneu temporário é um verdadeiro tesouro. Espero que a concorrência sofra bastante com este Jeep.

    • Martini Stripes

      Tesouro?
      Eu não entendo essa tara do brasileiro por estepe de liga!
      Perde espaço na mala! E economizar o valor de um pneu numa possível troca daqui 2 anos, num carro de 100k é muito pra minha cabeça.

      • Whering Alberto

        O estepe não precisa ser de liga leve (embora gosto seja pessoal e cada um define se gosta ou não de uma roda de ferro em pneu temporário no lugar do original), basta ser igual aos pneus originais. A economia de fato não importa pra quem tem mais de 100 mil para comprar um automóvel, por isso valoriza a “não economia” que a Jeep fez neste caso.

        • Martini Stripes

          Vc perde espaço no porta malas. Não vejo vantagem.
          E o estepe serve pra emergencias, rodar o minimo possível! “Ah mas tem caso que fura no meio de sertão!” Se vc faz isso, ande com 2 estepes igual aos carros de rallye. hahahah

        • Martini Stripes

          Pq a tara pelo pneu igual então? O mundo todo usa estepe canelinha, só o brasileiro que exige isso.
          Claro que as empresas economizam, mas acho até bom, pq aí a pessoa arruma o pneu, e não fica com um pneu diferente no jogo, causando instabilidade na condução.

          • what_the_hell??

            MAs na hora de trocar os pneus, dá pra vc economizar um pneu, colocando o estepe novo como titular e pegando o “menos ruim” e usando como estepe.

            • Martini Stripes

              uau!!! Quanta economia!

          • Martini Stripes

            Aí sim alguém me mostrou um motivo. Não tinha pensado nesse problema. 🤔

          • Celio

            Um estepe de tamanho normal teria me salvado em uma viagem. O pneu do meu carro estourou e tendo só o pneu canelinha, tive que viajar quase 500 km a 70 km/h. Era sábado a tarde e não tinha mais nenhuma loja aberta pra eu poder procurar um pneu pra trocar. Viajando pela Régis Bittencourt (sentido SP – PR) não achei nenhuma, NENHUMA borracharia com um mísero pneu usado pra comprar. Tudo fechado. Se fosse o pneu comum teria continuado a viagem normalmente. Tenho horror a este tipo de estepe.

      • vicegag

        Concordo com vc, boa parte parece gostar que carregar peso extra, e matar espaço no porta malas.
        A respeito deste lançamento, agora sim acredito que um mini SUVs brasileiro possa ser vendido nos EUA, pois até agora não acredito muito nas notícias do Ecosport sendo ofertado na terra do Tio Sam.

        • Kyfkd

          Concordo com Whering, principalmente para um carro que tem um apelo offroad nas versões trailhawk, isso é uma questão importante para não deixar o carro e os componentes da suspensão mais desbalanceado e frágil que o normal. Talvez nas outras o estepe temporário me soa OK.
          A liga é pode ser desprezada, já o tamanho deve ser o mesmo tamanho do original.

          • vicegag

            Esta roda não deve ser tomada como uso permanente/prolongado, basta ler o que informa o manual, ela serve somente para se chegar ao borracheiro para o reparo do pneu permanente, tem limites até de velocidade, como poucos irão usar este veículos em trilha, acho que poderiam colocar de fábrica o temporário, fazer do full size opcional.

        • Duh

          Renegade vende lá e é líder da sua categoria.

  • nightwishjp

    A concorrência deve tá torcendo muito pro 2.0 flex não dá conta do recado. Pq fora isso, não vai ter argumento que convença um consumidor do contrário.

    • what_the_hell??

      Concordo! A única pulga atrás da orelha é esse motor a Flex! E a fama do Renegade de andar pouco e beber muito (em relação à concorrência) já existe!

      • Justamente por isso a Jeep nem disponibilizou o Flex para test drive dos jornalistas.

        • Ernesto

          Ia perguntar justamente sobre a ausência da versão Flex, já que esta é a que teoricamente deverá vender mais.

        • Mario

          Mas vocês disseram que haverá outra jornada, para a avaliação do flex, não? Importante destacar, que este motor flex é diferente do renagade.

          • Sim, mas só daqui quase 30 dias, devia ser mostrado junto e disponibilizado para teste junto.

            • Cristiano_RJ

              Pois é. Muito estranha essa atitude de só disponibilizar uma motorização para testes. Parece mesmo uma estratégia de formar logo uma ideia inicial favorável a respeito do modelo… como diz o ditado: ” a primeira impressão é a que fica”.

              • Edson Fernandes

                Além do que, de acordo com o teste dessa versão, ele parece ser muito beberrão. (de acordo com os dados que o Eber foi informado sobre ele, tanto na gasolina como no alcool).

                Mas com 1750kg de “corpo”, fica dificil mesmo ter milagre. Digo mais: Esse motor diesel vai consumir mais “por culpa” disso.

        • cepereira2006

          Desconfio que este motor flex não terá nem turbo e nem injeção direta, pelos seus números, confere?

      • Mario

        Mas é outro motor!!

        • what_the_hell??

          Sim, sabemos que é outro motor! Mas também é outro carro, parece que é mais pesado.
          E outra coisa, o torque não é tão maior quanto a cavalaria: na gasolina, o Renegade tem 18,6 contra 19,9 do Compass, e ambos apenas na faixa dos 4mil rpm. Esses fatores podem deixar o Compass no mesmo nível de “arrancada” quanto o irmão.
          De toda forma, vamos aguardar os testes!

          • th!nk.t4nk

            Não consideram tanto o valor máximo de torque… O mais importante aí é a rotação em que ele chega (e se mantém). Tecnicamente tem tudo pra ter desempenho muito bom, na verdade.

    • Louis

      Bom, grande parte dos concorrentes também usa motores “fracos” para o tamanho do carro…
      Se não aumentarem muito os preços, vai ser sucesso na certa!

    • Rafael Alves Dos Santos

      Mas se nem o 1.8 do Renegade atrapalhou o sucesso do carro acho difícil esse 2.0 atrapalhar, acredito que vai vender muito mesmo.

      • Luciano Lopes

        Vai ter mais Renegade usado pra vender agora que Gol e Uno .

        • Fabrício Sanches

          Bem lembrado,,,,,

        • Elizangela Oliveira

          Quem estava esperando renegade e hrv usados e baratos, chegou a hora.

      • what_the_hell??

        Sempre tive a dúvida de saber porque o motor do Renegade é chamado de 1.8, já que, pelo próprio site da Jeep, ele tem 1.747cm cúbicos. Não seria o caso de arredondar pro número menor, já que abaixo de 1.75? Alguém sabe explicar?

        • th!nk.t4nk

          Não é marketing. 1,75 deve ser arredondado pra 1,80, pela regra. Mas é bem verdade que nesse caso é 1,747 cm³. O que ocorre é o arredondamento do arredondamento :) Estão considerando só 2 casas.

      • nightwishjp

        Concordo, mas já é uma crítica que a concorrência faria.

        • Kyfkd

          Não acredito que vá ser insuficiente, mas me causa estranheza pensar que o Renegade poderia receber o “novo motor” 2.4, mas o Compass só receber o 2.0.
          No caso do renegade o 1.8 abre margem para o intermediário até o 2.0 diesel, neste caso aqui não vejo espaço para um 2.4 até o disel.
          Estou curioso para saber como ficará a composição dos propulsores dessa linha “menor” da jeep.

    • radiobrasil

      Não deve ter desempenho superior a um Outlander 2.0.

      • nightwishjp

        N conheço o desempenho dela. Nem sua faixa de preço.

  • Thiago

    Será que vai ter a opção de retirar aqueles ganchos de reboque vermelhos da dianteira? Tipo o que dá pra fazer com a Amarok? Ficou meio “gosto duvidoso” pra mim.

    • Mr. Car

      Se o problema é este, então você não tem um problema. Se pedir, o carro já sai da concessionária com os ganchos pintados na mesma cor predominante no veículo, he, he! E como cortesia.

      • Thiago

        :)

  • Leonel

    Posso estar enganado, mas deverá vender muito (e com méritos).

  • Luciano

    Ficou difícil pra concorrência, a versão flex ficou com preço dentro do esperado e a diesel não tem concorrente somando o fator novidade a popularidade que a JEEP conseguiu com o Renegade, e mesmo que alguns discordem, a qualidade no acabamento e montagem, vai vender muito, IX35 virou uma carroça bem cara perto do Compass e entre ter um JEEP e um Hyundai adivinha que leva, sem contar que muita, mas muita gente mesmo, que já sonhou em ter uma Cherokee vai querer matar a vontade com o Compass, mais de 2000 unidades mês fácil.

    • Louis

      2000 /mês não sei, por conta da crise. Mas concordo que deve ser líder.

      • Mario

        Nesta faixa de preços, a crise não é tão sentida. Aliás, pode até ajudar, pois a crise, força o consumidor de carros mais caros, optar por algum mais barato. Estamos falando de carros acima dos 100k.

  • Zé Mundico

    O motor 2.0 pode até ser o mais indicado para o pêso e tração desse carro, mas não se iludam: vai beber feito gente grande.
    Não existe milagre e o motor 2.0 vai trabalhar se esguelando para locomover tanta massa (1.750 kg) e manter a inércia.
    Dependendo do torque, vai fazer entre 6 e 7 km/l, isso na gasolina. No álcool, não vai passar de 5 km/l.
    Preparem o bolso.

    • T1000

      Isso é o problema de todo e qualquer suv. O comprador tem que estar ciente disso.

      • Louis

        Exceto HR-V e Kicks, que parecem ser bem econômicos, até porque são leves. Mas o Compass é outra categoria.

        • Luciano Lopes

          E que os dois são hacht altinho, SUV / Crossover tem estrutura mais forte, mais pesados. Viajei num ASX, o carro é muito sólido , a 160km/h nem sente . Mto bom .

          • radiobrasil

            ASX tambem nao é dos maiores… e com o desempenho terrivel daquele CVT

          • Gustavo73

            ASX é o altinho do Lancer.

        • Marcus

          Como você mesmo falou, o Compass é de outra categoria: a dos SUVs. HR-V e Kicks passam muito longe disso. Só são chamados assim por força do marketing. A estrutura deles é de hatch, com alterações pontuais pra serem levemente mais altos. Por isso são tão mais leves. Basta passar num buraco um pouco mais tenso com um HR-V e com qualquer SUV “de verdade” pra se notar a diferença. SUVs são muito mais sólidos e resistentes.

          • Gustavo73

            Compass usa a plataforma modificada do Renegade que ppr consequência éa do 500x que por fim deriva da plataforma do Punto/Corsa europeus.

            • Marcus

              Olá Gustavo, não sou um expert em mecânica, mas carros com plataformas compartilhadas não têm necessariamente os mesmos componentes. Como você mesmo deve saber, o Renegade não tem nem de longe a mesma suspensão do Punto. Muito menos o Compass. Este, assim como o Renegade, são muito mais sólidos e reforçados que um Kicks ou um HR-V. Foi como falei: experimente passar por um buraco maior que você sentirá a diferença. O HR-V/afins vai se tremer todo e chacoalhar os passageiros por uns 45 minutos, enquanto que num carro com uma suspensão mais robusta você mal sentirá. É dirigir pra perceber.

              • Gustavo73

                A suspensão ppde variar dentro da mesma plataforma. E sim o Renegade e afins usam a mesma plataforma do Punto. A FCA foi muito competente ao trabalhar ela para os novos produtos. O que você sente são os ajustes na suspensão, buchas, molas e amortecedores. O HRV sofre por ter um ajuste mais duro e pneus de perfil mais baixo. Mas não confunda isso com solidez.

              • Edson Fernandes

                Mas pera… vamos entender o seu conceito:
                Você diz que HR-V e Kicks são oriundos de um hatch com poucas alterações mas Renegade e Compass não seguem a mesma receita?

                Sobre seu segundo comentário: Isso parte de ajuste de suspensão, revelando-se na carroceria pontos de torção. HR-V e Kicks ao exemplo, são bem mais leves… logo sofrem uma alteração bem inferior já que a versão-base da plataforma já demonstra ter a robustez necessárias de rigidez e torção. Dito isso, vale o ajuste de cada fabricante e então temos o final.

                Agora o ponto crucial da sua sensação de rodar: Enquanto kicks e Hr-v usam eixo de torção, o Renegade (e Compass) usam multilink na traseira. O acerto entre conforto e estabilidade é muito melhorado. Não sei se teve a mesma oportunidade com o Duster, mas perante o Duster 1.6 e 2.0 4×2 do 4×4 é gritante. Isso porque o 4×4 tem suspensão multilink que faz o acerto e rodar do carro ser bem mais brilhante (ainda que eu considere o ajuste para o eixo de torção do Duster muito bom no rodar).

                A principal diferença nesse caso é que o carro tem um centro de gravidade mais alto, logo se sente mais qualquer variação de nivelação. Ou seja, o multilink propiciará mais conforto por passa a reação apenas da roda que está em contato com algum atrito sem transferir todos os impactos ou obstaculos para todo o produto. Logo dessa forma, o resultado geral é de um comportamento mais equilibrado.

          • HR-V e Kicks são SUV’s, igualmente ao Compass, e isto é fato, mas com a diferença de serem compactos. Todos estes modelos são SUV’s Crossovers, montados sobre plataforma monobloco, sem essa de SUV de verdade ou não, pois todos os três o são, segundo a FIA.

        • Miguel

          Sinto a leveza sempre que ando com o HRV. Passar num obstáculo transversal faz a carroceria dele gemer! Fora a suspensão, que parece de papel. Espero apenas que aguente o tranco dos buracos…

      • Alessandro Aguiar da Silva

        Eu tenho uma HR-V, acho o consumo razoável faz na gasolina 10 na cidade e 13 na rodovia.
        Acredito que o Compass fará uns 8 na cidade e uns 10 na rodovia mesmo, peso x motor x câmbio.
        Mas quem compra um carro desse tamanho não queira um consumo de ônix 1.0 ou fusion híbrido kkkk

      • Os principais concorrentes, que são o Honda CR-V, Kia Sportage, Hyundai Ix35 e Toyota RAV4, bebem todos na casa dos 8 km/l a gasolina, na cidade, quando não mais econômicos, a depender do modo de condução do motorista e qualidade do combustível, logo, se o Jeep Compass Flex não se equivaler a isso, bem como se não andar no ritmo do IX35, logo veremos muitos deles nas revendas de seminovos, pelo alto custo de manutenção e de condução.

    • Rafael

      Mas no Renegade a versão diesel pesa muito a mais que a flex. O Traihawlk (diesel) tem cerca de 1700 kg, já o Flex 1.8 1400 kg. São 300 kg de diferença provavelmente por conta de câmbio, motor, tração 4×4, etc. Logo, imagino esse Compass flex pesando no mínimo 200 kg a menos que essa versão testada. Tudo bem que não será um canhão, mas totalmente aceitáveis para um veículo desse porte .

    • tiago

      1750kg é a versão a diesel, chuto uns 1600kg nas versões flex de entrada.

    • Gil Oliveira

      esse peso é do diesel. O flex são 1520 kg

      • Danilo

        1520 kg para um 2.0 aspirado é muito! Vai sofrer um pouquinho sim para empurrar tudo isso. A versão padrão desse carro é a diesel mesmo

        • what_the_hell??

          Pior que ser um 2.0 aspirado, o que mais me preocupa é o torque dele: 19,9 a altos 4mil rpm na gasolina! Esse talvez seja o calcanhar de aquiles desse carro pra tirar o carro da inércia! A potência de 166 até que não seria péssima!

          • Danilo

            Concordo, o que faz um turbo ser tão mais eficiente na tiguan 1.4 por exemplo é o torque de 25kfmg a giros bem baixos. Quem ja dirigiu essas camionetes diesel ou carro turbo sabe o quão satisfatório e bom para o consumo é ter muito torque em baixa rotação.

            • dougkmt

              Depois de acostumar com torque máximo a partir de 1500 rpm, fica difícil voltar pra motor aspirado, viu… :(
              Pelo menos pra quem dá uma certa importância pra desempenho!

              • Danilo

                O meu vem a 2000rpm mas vem bastante kkkkkk 40kfmg da um empurrãozim forte

        • Gil Oliveira

          Ok, mas é a mesma motorização dos concorrentes diretos (Outlander, ASX, ix35, sportage, e outros). Acho que terá desempenho semelhante como o diferencial de ser mais completo).

    • Thiago

      A versão flex deve ser uns 200kg mais leve pois não tem 4X4…ou estou engando?

      • th!nk.t4nk

        Correto. E este motor é famoso pro entregar bastante torque em baixa.

  • Jeremias Flores

    A FCA esta realmente de parabéns, pela qualidade dos ultimos produtos.

    O Compass ficou lindo, eu só gostaria do teto preto no Trailhawk

    esse conjunto 2.0 com AT9 é muito bom

  • T1000

    As fotos poderiam ser melhores, mas o teste foi legal.

  • Luciano Lopes

    Depois de tanta surra , os “americanos ” botando os japoneses em seu devido lugar . Primeiro o Fusion em cima do Civic /Corolla , agora esse Compass matando HR-V, CR-V , ASX, RAV-4…Muito bom para o mercado e parabéns pelo alto nível da fábrica da FCA.

    • Zé Mundico

      Fusion bate o Corolla onde?
      E o carro ainda nem foi lançado e já tem profecia que vai vender mais que HRV, ASX, CRV, etc.etc.etc??????
      Pega leve,amigo.
      Nem a mãe Diná pode garantir iso…kkkkk

      • Luciano Lopes

        Fusion não é superior ao Corolla ? Eu perdi alguma coisa ? Ja tive Corolla , não é essa maravilha que muitos acham q não vou entender . Carro comum , nao se destaca em nada . Fusion é uma máquina de 100 equipamentos de conforto e segurança diversos e 245cv. Errei . Realmente não dá pra comparar com o Corolla , e com o Camry.

        • Alligator

          Pega as vendas do Fusion nos EUA e compara com o Camry

          • Luciano Lopes

            Nos EUA eles têm o mesmo preço . Camry venderia mais tbem aqui pelo preço d Fusion, só q o Ford vem do México, dai o preço .E a Toyota tem q posicionar o Corolla como premium…

        • Bruno Silva

          Ele fala de vendas. Nem nos EUA o Fusion vende mais que o Camry.

          • Elizangela Oliveira

            Considerando nº de vendas, o gol foi o melhor carro da categoria por mais de 20 anos consecutivos!

        • Cristiano_RJ

          kkkkkk. Esse cara é um humorista e quer nos fazer rir. Só pode ser. Nem vale a pena perder tempo com ele.

      • Cristiano_RJ

        O Fusion bate o Corolla onde? A pergunta está errada. A pergunta certa é “em que o Fusion não bate o Corolla”. Pois bem, vou perder um tempo em explicar o desnecessário. Para começar o Fusion é de um segmento superior, é um carro bem maior que o Corolla, portanto, bate em espaço interno. Se você já entrou em um Fusion, acho que deve ter ficado óbvia a superioridade em acabamento. Do ponto de vista mecânico, o Fusion utiliza um 2.5 aspirado na versão de entrada e um 2.0 turbo nas demais. O Fusion possui suspensão traseira independente. O nível de equipamentos é incrivelmente superior. E em segurança ativa e passiva, enquanto o Corolla sequer possui ESP e 7 air bags só na versão Altis, o Fusion possui 8 air bags, além de air bags nos cintos de segurança dos passageiros traseiros. Nossa… é tanta coisa que chega a cansar.

        • Zé Mundico

          Justamente por isso que perguntei. São de categorias diferentes e não dá para se comparar coisas diferentes. Corolla é um sedã médio e Fusion um sedã grande. Obviamente são diferentes em preços e consequentemente vendas.

          • O Fusion não é um sedan grande, mas no máximo, médio-grande, assim como o Camry. O sedan grande da Ford é o Taurus, infelizmente não mais vendido no Brasil.

    • Ernesto

      “botando os japoneses em seu devido lugar’. Quanto raiva de japoneses, hein?

      • Luciano Lopes

        Nenhuma . Tenho admiração. Mas não cobram preço justo em seus carros . Se carro no Brasil e meio caro, os Japas , com exceções, são caro e meio. “Mas todo mundo paga ” Eu não .

        • dougkmt

          Quais as exceções??
          Talvez o Etios, Versa ou March?!

          Porque Fit, City, Civic, HR-V, e Acoord são caríssimos.
          Porque Sentra e Kicks idem.
          Porque Corolla, RAV4, Camry idem.

    • Luis LC

      Não concordo. A qualidade dos carros japoneses pra mim ainda é melhor. Os “americanos” são poucos eficientes em dinâmica, com alto consumo de combustível e emissão de gases…isso é fato

      • Luciano Lopes

        Que adianta gastar menos se custar 20 mil a mais q concorrentes ? E isto está mudando , Cruze comparado a Civic é mais eficiente e barato.VW com motores TSI em vários da linha . E agora a Jeep com esse produto superior frente ao HRV, falso Crossover derivado do Fit.

        • Luis LC

          Então, é mais barato pois é um projeto mais barato

          • Edson Fernandes

            Não existe então sob essa situação, ser um produto mais barato similar ou superior porque só tem qualidade o que é mais caro?

            De repente o Onix então é um dos compactos de entrada de maior qualidade do segmento. Mas sabemos que as coisas não são bem assim.

            • Luis LC

              O que quiz dizer é que carros americanos conseguem preços melhores de venda, no meu entender porque são projetos mais baratos sim. Eficiência em consumo de combustível e peso do monobloco nunca foram preocupação, principalmente dos Jeep. Quando morei 4 anos nos EUA tive um Jeep, um Wrangler, carro que adoro mas aqui é impraticável pelo consumo, lá ele já era famoso pela sede

              • Edson Fernandes

                Mas veja que é o que o mercado pede. No caso de quando se refere aos EUA, podemos citar que a Fiat até na tentativa de usar produtos e até mesmo motorizações europeias percebeu a falta de sucesso perante os consumidores.

                E no Brasil ainda existe o estigma de “tamanho”. Tanto que qualquer altinho ainda carrega motores “2.0” para demonstrar isso.

                Poucos são no Brasil que aderiram ao Downsizing e por isso a eficiencia nesses altinhos não será a palavra de lei e mais, não será o foco do consumidor. Perceba que a grande maioria perde em consumo principalmente para sedans médios que em teoria apresentavam até 2013 um patamar similar em motorização porém com itens de série melhores. (e mais leves)

                • Luis LC

                  Edson, acho que esse casamento Fiat-Chrysler/Jeep foi perfeito, a Fiat trouxe ao Brasil uma marca desejada por muita gente mas que sempre foi muito cara por aqui (coisa que ninguém sabe explicar) e soube torna-la popular, pontos pra Fiat. A tendência nos países onde eficiência é muito importante, como na Europa, é que os altinhos também tenham uma boa relação peso/potência. Sei que não sou a melhor pessoa pra falar isso pois offroad é minha paixão a mais de 25 anos, lugar onde consumo é assunto proibido mas percebo que o consumidor brasileiro ta muito distante de entender isso, ele considera itens de conforto, conveniência e estética como sendo o supra sumo em tecnologia, e a gente sabe que não é só isso. Abs

                  • Edson Fernandes

                    Sem duvida. Repare que atualmente, um volante cheio de botões e uma central que apenas mostra um display super simples sem resolução alguma é o supra sumo da tecnologia.

                    Perceba que é isso que a pessoa tem colocado na sua lista de itens de série em um produto abrindo mão de coisas realmente importantes.

                    Te confesso que esse é o motivo pelo qual tenho um carro que apesar de ficar comigo no minimo 5 anos, já penso desde hoje como irei troca-lo por um similar, já que muitos perderam itens com o decorrer dos lançamentos (e deveria ser o inverso). Justamente por essa opção que a pessoa deixa em segundo plano coisas que poderiam ser mais interessantes ao automovel e ao bolso do consumidor.

                    • Luis LC

                      Isso ai, tenho três carros em casa, um com 8 anos, outro com 6 e comprei um nesse começo de ano que vai ficar pra minha filha que hoje tem 12 anos, ou seja no mínimo mais 6 de uso. Hoje tenho um que gasta muito em comparação ao que já tem no mercado, hora de trocar então!!
                      A mentalidade do brasileiro tem que mudar, aqui não é EUA, trocar de carro como de roupa é bobagem.
                      A NA poderia fazer um post com esse tema, vcs são formadores de opinião, tem credibilidade.

              • Luis LC

                Zoran, tudo bem, concordo que os motores melhoraram sim mas se vc der uma olhada no foco da minha questão, vai perceber que o que eu quero dizer é que a eficiência do veículo no geral não é boa, a questão não é apenas o motor. Não só o Wrangler mas todos os Jeeps são muito pesados, o Compass diesel por exemplo parece ter mais de 1700kg, peso de SUV do passado com chassis. Alguns comentários como excesso de pontos cegos por ter colunas largas, que a Jeep justifica como maior rigidez torcional, demonstra claramente que a preocupação não foi em eficiência dinâmica, por isso falo que são projetos mais baratos em relação aqueles que investem em estruturas tão rígidas quanto mas de menor peso, gerando menor consumo, emissão de gases e blá, blá, blá, tudo aquilo que a gente tá cansado de ouvir. Não é uma critica é uma constatação, gosto dos Jeeps, principalmente no offroad, minha paixão a mais de 25 anos. Abs

        • Mas estás confundindo o objeto alvo do Compass, pois ele concorre com o CR-V, e não com o HR-V que rivaliza com o Renegade e tem levado a melhor.

      • Cristiano_RJ

        Eu até pensei em argumentar, mas quando vi seu avatar…ei, peraí! Mas eu não já postei isso antes?

  • Freaky Boss

    carro com design bem resolvido é assim, todas as cores ficam bonitas.

  • Marcos Souza

    A Fiat só fabrica macarrão #HUE

    • Verdades sobre o mercado

      E de baixa qualidade. O DNA e a marca deste carro é Jeep, não Fiat. Atualmente os únicos bons produtos Fiat na verdade são DNA Jeep/Chrysler (Toro e Freemont)

      • Verdades sobre o mercado

        Desculpem, esqueci do Punto que é um bom.carro.

        • T1000

          tirando o 1.4

      • Raimundo A.

        Se o DNA fosse totalmente Jeep, então comecemos com a plataforma de origem Fiat ajustada para aplicação off-road. É preciso lembrar que Renegade e 500X foram desenvolvidos em conjunto a partir do Fiat 500L que usa essa plataforma e serviu de mula? Acrescentemos motores da linhagem Fiat como E-torQ, Fire Turbo e Multijet. Do lado da Chrysler, os motores são os Tigershark. Se há algo que sugere ser Jeep é o design, nos produtos dela, e que influenciam para melhor na parte interna beneficiando o Toro. Todavia, como se trata de projetos, são brasileiros, italianos, americanos, entre outras nacionalidades, dando pitaco, então não há um DNA puro do produto como um todo. Partes dele mostram a essência de cada divisão.

        No caso do Jeep 551, novo Compass, você não deve ter reparado que só começaram a aparecer os veículos de testes com carroceria definitiva quando o Toro já estava pronto, pois parte das formas do Jeep são baseadas na carroceria da picape. Quando alguns falam que o Compass é o suv do Toro, em parte tem razão.

        Em suma, meu caro, parando para analisar, estruturalmente, há mais Fiat que Jeep nesses produtos. Aliás, se você olhar o Cherokee, que foi na época que iniciava a formação da FCA, o design frontal dele é europeu e não americano, pois na mesma época já dava as caras no mercado o Citroen C4 Picasso com faróis separados em níveis. Choveram críticas no design do Cherokee, mas na prática foi muito bem aceito.

        • Verdades sobre o mercado

          É óbvio que com a compra-fusão que gerou a FCA há sinergia, e que certamente o que de melhor cada marca tem deve ser usado nos novos produtos. Quanto à motores, os e-Torq são uma mentira pois vendem um alto torque que não existe (fui gerente de css Fiat por 4 anos e tive Idea 1.8 eTorq, Bravo 1.8 eTorq e Punto 1.6 eTorq), são bons apenas em alta rotação (o que é uma obrigação para qualquer motor 16v). Os Fire são os motores mais antigos e de pior rendimento do mercado (1.0 e 1.4). O Firefly sim, parece ter sido uma bela sacada. Quanto ao Compass ser derivado da Toro, devemos lembra que ela é derivada do … Renegade, mas no fundo é tudo FCA onde a mão da Chrysler foi imprescindível para produzir estes bons produtos. A compra da Chrysler por parte da Fiat foi a melhor jogada da história da Fiat, pois a Fiat sempre foi uma marca segunda linha, onde só vendia bem na Itália e em nosso pobre Brasil (fora um ou outro país de mercado pequeno e de baixa renda). Com esta operação ela está tentando mudar de patamar e tem tudo para chegar ao nível das grandes marcas mundiais. Comparo a aquisição da Crhysler por parte da Fiat à aquisição da Audi por parte da VW, uma forma de mudar de patamar. A Fiat Brasil foi líder de mercado por 13 anos por motivos menos relacionados à qualidade e/ou inovação de seus produtos, e mais à sua incrível capacidade de fazer uma excelente leitura do mercado e atende-lo com agilidade, uma excelente comunicação com o consumidor, uma rede de concessionárias muito esforçada que teve que trabalhar muito duro para vender a marca Fiat durante anos com produtos muito inferiores, e se dedicar muito aos clientes no pós-vendas devido à péssima qualidade dos produtos até o início dos anos 90. Obviamente que a Fiat evoluiu muito nestes 40 anos, mas está numa situação lamentável neste momento, só vende comerciais leves. Eu acredito que dentro de alguns anos a Fiat será uma marca forte (pelo menos no Brasil) com bons produtos vendendo bem(exceto o Tempra e o Punto, os bons produtos Fiat quase não venderam: Stilo, Linea, Marea, Bravo).

          • Edson Fernandes

            “A Fiat Brasil foi líder de mercado por 13 anos por motivos menos relacionados à qualidade e/ou inovação de seus produtos”

            Discordo:
            Voltando lá em 1984, o Uno foi o compacto com a melhor solução de modularidade de espaço interno. Seguindo adiante, foi o primeiro turbo em um compacto no Brasil, veio também a questão do que viria a ter um sedan turbo, alem dos itens de série deste algo não existente até então (tempra) com motores novos (2.0 8v, 2.0 16v e 2.0 turbo).

            Depois disso, teve o Marea com seus fivetech que sendo bem justo, estão sendo superados somente nesse período de aumento de carros com motor downsizing e injeção direta (e podemos colocar aqui que há motores ainda bem defasados em nosso mercado), além de algumas coisas existentes em um periodo onde algumas fabricantes tinham e epoca: Fiat Stilo.

            Esse hatch médio poderia ser equipado com 6 air bags, xenon, teto solar panoramico, entre outros detalhes. Ou seja… ela já teve sim seus méritos quando a inovação. Procuro pensar que hoje ela passa a utilizar o que tem em prateleira e parte disso, frisa a falta de inovação ou de novidades reais para o nosso mercado.

            E hoje a leitura de seus compactos frente ao mercado não me parece das mais acertadas. A Fiat parou em 2005 em minha opinião, porque não houve ganhos exatamente grandes no portifolio que justifique todo um periodo com praticamente os powertrain existentes sem grandes melhorias.

            • Verdades sobre o mercado

              Com exceção dos 16v do Tempra, as demais inovações que você citou pouco influenciaram o mercado, pois Uno e Tempra Turbo praticamente não venderam (e o único concorrente a colocar Turbo também foi a VW, também sem sucesso). O MArea tampouco teve sucesso. O Stilo conseguiu um único ano superar o Golf em vendas (que já estava bem cansado com a geração MK4). A Fiat conseguiu a liderança por 13 anos devido à Uno (que durante seus primeiros 8, 9 anos foi bem ruim de qualidade), Família Palio/Siena/Weekend/Strada e utilitários de nicho como Fiorino (sem concorrência) e Dobló (idem) além da Ducato. O que estes veículos tinham de tão bom a se destacar ? Praticamente nada. Mas a Fiat sabiamente começou a dar seu salto quando em 94/95 soube atender maciçamente o mercado com o Mille (quando a GM poderia ter deitado e rolado com o Corsa, mas não tinha capacidade produtiva), sempre teve uma comunicação brilhante com o consumidor e assim soube se posicionar na mente dos consumidores, além disso as CSS Fiat tinham uma expertise maior em vendas e pós-vendas que VW, GM e Ford, pois passaram anos sofrendo para vender seus veículos e depois para repará-los pois eram muito ruins de venda e de qualidade, e isso se refletiu no mercado, pois as rede de CSS VW, GM e Ford não souberam atender tão bem o consumidor na venda e muito menos no pós-venda quando o mercado deixou de ser comprador como foi até metade da década de 90. A Fiat soube como ninguém ler o mercado e lançar produtos como a linha Adventure que fizeram muito sucesso, ou Strada Cabine Estendida e mais recentemente CAbine Dupla, mas seus veículos nunca tiveram nada de especial para justificar esta liderança. Até mesmo o preço que no passado era bem competitivo, a partir do momento que se tornou líder deixou de ser interessante (como todo líder de mercado). É claro que a Fiat evoluiu muito nestes 40 anos, e eu sempre admirei a Fiat como empresa por ter conseguido chegar aonde chegou com muita estratégia, mas não necessariamente com produtos que pudessem justificar a maior parte de seu sucesso. É uma pena ver que a marca Fiat no Brasil ficou temporariamente em 2o. plano pela FCA, pois após anos evoluindo seus produtos deixou chegar neste ponto em que exceto a Toro, tem-se uma linha totalmente defasada, sem atrativo ao consumidor. Hoje a Fiat vive de comerciais leves. Torçamos para que ela consiga dar a volta como a GM deu nos últimos anos.

              • Edson Fernandes

                Perceba que você diz que os produtos da Fiat não tiveram atenção no mercado, enquanto na mesma leitura ela foi cada vez mais ganhando o mercado.

                E todas as situações citadas por mim foram de condições notaveis para a fabricante que lutava muito para chegar onde chegou e hoje não tem a mesma velocidade nas atualizações de seus produtos.

                • Edson Fernandes

                  Ah sim, entendido. Porém veja como uma coisa chama a outra: A Fiat teve o tal Uno Turbo e as versões R (que na realidade continuam até hoje com os spoRting).

                  Essas versões são importantes para deixar o carro emblematico. O cara compra a versão de entrada mas tem uma forte ligação com a de topo (isso também conta para aqueles que realmente a tiveram).

                  Tanto que a leitura da Fiat para o mercado é que a versão 1.3 GSE se vale apenas para a Way e Sporting. O cara se ve nessa situação quando ve um adventure e tem um Working que é meio “adventure” no visual.

                  Isso citando como a Fiat faz. Tenho certeza que o cara que teve Marea, Tempra, entre outros não sendo a versão de topo, enxergou que tinha conteudo e produto de qualidade ali. Por isso te digo que variantes diferenciadas fazem a diferença. No Brasil, o proprio Golf sempre prevaleceu dessa forma até a chegada do atual que encontrou inclusive modernidade para se manter em vendas, mas que agora, parece ter murchado diante dos preços praticados.

      • Luciano Lopes

        Olha q eu vi no bloco do Firefly do Uno escrito “Mopar…”é realmente teve participação da FCA no projeto . tá chegando nos Fiat. E a estrutura do Mobi é bem sólida prum carrinho pequeno daqueles . Só andar q vc vê .

  • MIN💀S

    Vai vender igual a pão quente!

  • Luciano Lopes

    Não entendo a Ford, pioneira com o Ecosport, tradicional como a Jeep deixou tomar conta de todo o segmento . Tem o Escape nos EUA e México, mas prefere renovar o Ecosport, ainda com Pneu atrás que sempre achei ridículo em qualquer carro que não fosse o Willis, com frentinha nova e multimídia por uns 90mil na top .

  • Kennedy Souza

    Pode até incomodar o HRV! Se os equipamentos de série da versão de 99.000 forem bons, é um caso de se pensar, em vez de pegar um HRV EXL

    • Alligator

      A versão de 99 mil 2ab

      • José Eduardo D’Acampora Guazzi

        O opcional de segurança custa 3200 a mais. Sendo assim o Compass Sport fica a R$ 103190 contra R$ 101400 do HRV EXL.
        A versão que vale a pena mesmo é a Longitute com kit segurança a R$ 109990.

        • radiobrasil

          Eu iria de Compass SEM PENSAR 2 X

          • Edson Fernandes

            Nessa diferença de preço realmente o Compass pelo porte me aprece uma compra mais atraente.

            E curiosamente a Jeep com a carta na manga ainda pode ofertar o renegade a diesel nesse patamar de preços.

        • Alligator

          fica devendo os bancos de couro que custam mais de 6mil

          • what_the_hell??

            Onde vc viu essa informação?
            Pelo site, o pacote premium do Longitude custa 3.500 e traz:

            Acendimento automático dos faróis
            Bancos em couro
            Sensor de chuva
            Retrovisor interno eletrocrômico
            Sistema de som Premium Beats de 506 W

            Achei o preço muito bom, tendo em vista que muita marca cobra bem mais de 2mil só nos bancos em couro! E pra quem gosta, a bancada pode sair até na cor caramelo!
            Ou seja, por 114.990 vc leva o Compass Longitude com 7 airbags (3mil), bancos em couro, som melhor e sensores de chuva/farol, além dos itens que vem de série. Qual o preço do IX35 e Sportage com esses equipamentos?

            • Edson Fernandes

              Acima de R$130000.

              • Na verdade o New IX35 Top, que inclui até teto solar, na tabela é R$ 122.900 (lançou por R$ 129.990), mas as concessionárias CAOA o comercializam até por R$ 114.900 faz meses, tanto por isso que se encontram muitos deles nas ruas.
                O ix35 teve uma boa redução de preços recentemente (desde a chegada do All New Sportage, na sua antiga faixa de preços), onde o de entrada passou a custar R$ 95.550 (era R$ 99.990), o intermediário R$ 103.990 (era R$ 109.990) e o top foi para R$ 114.900 (lançou a R$ 129.990, mas baixou para R$ 122.900 poucos dias após).

                • Edson Fernandes

                  Maravilha. Mas é bom que assim quem sabe os preços deem uma maneirada e fiquem mais aceitaveis.

                  Eu particularmente gosto do IX35 ainda que tenha um caminhão de produtos que escolheria com facilidade a ele.

                  E curiosamente vi pela primeira vez o i30 com facelift e lanternas em led (ou seja, versão topo de linha 1.8). Seria um carro que eu não compraria certamente diante de outros players melhores (como o proprio Golf).

  • Mr. Car

    Vamos fazer de conta que eu tivesse verba e necessidade de um carro deste segmento. Gosto muito da marca, o bicho ficou muito bacana como um todo, então…o escolhido seria ele, he, he! Só pecou (para “variar”) em não oferecer um interior clarinho. Ô praga de mania, estes interiores “pretinho básico”.

    • what_the_hell??

      pelo que vi no site da Jeep, ele pode vir com interior caramelo tb!

      • Mr. Car

        Bom saber, depois vou dar uma passeada pelo site. Agora sim, o Compass ficou perfeito, he, he!

        • what_the_hell??

          mas parece que só está disponível na versão Limited. Pelo menos tentei no “monte o seu” e no Longitude não apareceu a opção do couro caramelo!

          • Edson Fernandes

            Infelizmente só na versão Limited. No meu caso eu aceitaria no interior preto porque o layout é bonito. Tirando isso, eu iria preferir o caramelo também. Só achei que faltou pintarem a porção do painel inferior do carro também de caramelo.

  • Lucas086

    Carro bonito, bem construído, acabamento correto, tem tudo para nadar de braçada contra a velha ix35 e a bonita mas pelada sportage. Hr-v e kicks nem se compara, só de olhar se vê que o Compass é superior. Aguardando o teste da flex.

  • mariostefa

    Show esse carro.

  • Flino

    Está cheirando liderança.

  • Elizangela Oliveira

    Enquanto isso na sede da Honda(conversa ouvida por uma fonte confidencial na reunião de desespero pós-lançamento do Compass):
    *** Presidente para a América do Sul – E agora, como ficarão as vendas do HR-V?
    *** Chefe do departamento de marketing – Sem problemas, faremos promoções engana trouxa: Jogo de tapetes de brinde!
    *** Chefe do departamento de vendas – Pode ser que isso não seja suficiente! Que tal baixarmos um pouco, digo, bem pouco, os preços?
    *** Presidente para a América do Sul – Não me parece uma boa ideia! Liga para a matriz imediatamente e consulta sobre essa possibilidade!
    *** Presidente mundial – O que? Baixar preços? No Brasil? Alguém aí está querendo perder o emprego?
    *** Presidente para a América do Sul – Eu avisei!
    *** Chefe do departamento de marketing – OK! Vamos dar o jogo de tapetes e o IPVA! E vamos reforçar a fama de “inquebrável” e dar um destaque especial ao nosso super pós venda.
    *** Chefe do departamento de vendas – Acho que isso ainda não é suficiente! O preço do Compass tá matador e brasileiro gosta de novidade! (Em off: vamos e convenhamos: o carro é lindo, e melhor que o nosso!)
    *** Chefe do departamento de marketing – Então vamos colocar uns cromados, uns adesivos, mudar o desenho das rodas e colocar uma propaganda em horário nobre, bem chamativa.
    *** Presidente para a América do Sul – É bom que isso funcione, ou cabeças vão rolar!
    *** O cara que servia o cafezinho – Eu acho que vocês estão fodidos!
    *** O faxineiro – Eu tenho certeza!
    Saldo da reunião: duas demissões.

    • Fabrício Sanches

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Cristiano_RJ

      kkkkkk… Show. Bem isso mesmo! kkkkk…

  • JAG

    Depois o pessoal reclama do consumo do 1.8 e-torque! Ta pior que o Renegade flex!

  • Antonio Silva

    Não sei o consumo de carros dessa categoria, mas achei muito ruim o flex. Alguém aí tem noção de consumo dos concorrentes?

    • Raimundo A.

      Esta na média a mecânica flex, mas devo lembrar que os dados vão depender da fonte. O fabricante pode passar dado com base nos testes internos e de campo. O INMETRO tem a sua metodologia e costuma ser diferente. Saber o quanto eficiente é um veículo é bom, mas tirar proveito disso vai depender do condutor.
      Eu, por exemplo, mesmo em área urbana, uso bastante o freio motor para ajudar a parar, e isso economiza combustível e poupa o sistema de freios. Não gosto em rodovias trafegar no limite, pois se minha preocupação é o consumo, não vai ser no limite que vou conseguir isso, nem acelerando nos declives. Também nessa linha de conduta, ficar com o carro parado ligado para se resfriar com o ar condicionado por bastante tempo não tem graça. O carro é para se movimentar, então queima combustível para manter o ar condicionado apenas ligado. Saia do carro e vá para local onde tem sistema de ar condicionado ou a temperatura ambiente está menor.

      • Rodrigo

        Parabéns! Faz parte da minoria que entende como proceder para que o carro tenha um consumo melhor!

    • tiago

      IX-35
      gasolina 8,8 (urbano) 10,5 (estrada)
      Compass
      gasolina 8,1(urbano) 10,5(estrada)

      • Edson Fernandes

        E alcool?

        • tiago

          IX-35
          etanol
          6,0 km/l urbano
          7,2 km/l rodoviário
          Compass
          etanol
          5,5 km/l urbano
          7,2 km/l rodoviário

          • Edson Fernandes

            É… se um dia fosse ter um carro desse perfil, eu teria de comprar um Diesel. Mas considerando minha vida atual, ainda não teria os altinhos.

  • MarcioMaster

    Podiam aproveitar que tudo melhorou,até porque o anterior era horrivel, e mudar o nome…ô nomezinho feio para um carro.

  • Ramon Oliveira

    Senti falta de um cromado em volta dessas grades na dianteira

    • Carlos Eduardo

      Acho que só a Trailhawk não tem os cromados na grade…

  • Freaky Boss

    concordo com vc, mas não espere no curto prazo eficiÊncia de powertrain vindo de FIAT/Chrysler, seja por falta de tecnologia ou principalmente por falta de foco nesse assunto (chrysler = escola americana = preocupação com consumo é menor do que a dos europeus)

    • tiago

      Os americanos, poder público, estão muito mais preocupados com consumo e eficiência que os europeus, foram estes que criaram testes fáceis de burlar e fizeram vista grossa para números de consumo inconcebíveis. Pegue o EPA dos EUA e veja que apresentam um número bem próximo da realidade, agora pegue os números europeus, os divulgados ficam galáxias de distância do que realmente se obtém.
      Os americanos estão implantando o CAFE, um conjunto de regras ambiciosas para elevar a eficiência dos carros vendidos por lá, em 2025 a média da frota deverá ser superior aos 50 mpg. Resultado, os maiores investimentos já vistos estão sendo aplicados na industria a fim de reduzir peso, aumentar eficiência de motores, hibridizar linhas e até a eletrificação completa.

  • Antonio Sergio

    Ótima essa fartura de fotos detalhando o carro.

  • tiago

    Quais seriam os números adequados à proposta e porte do modelo?
    O motor turbodiesel é bem moderno, idem para a caixa de nove marchas.
    Quanto à versão flex teremos de esperar para saber do desempenho.

  • Wald Queiroz

    Pegaria sem sombra de dúvidas. No site tem uma versão Flex denominada LIMITED, achei perfeita, ela e seus acessórios!

  • pedro rt

    muito pesado pra ser um jeep pequeno e maior q o renegade… 1751kg

    • what_the_hell??

      Esse deve ser o peso da versão Diesel! Se seguir a diferença de peso do Renegade, a versão Flex deve ter uns 200kg a menos!

  • Augusto Pessoa

    Bom mesmo seria se as empresas praticassem uma verdadeira concorrência com políticas de posicionamento/preço agressiva. Mas…mas…mas…para elas o melhor é se juntar ao “clube” e curtir os lucors gordos que o mercado sempre se mostra disposto a pagar. Não sei de onde brasileiro tira tanto dinheiro pra comprar carro e arrotar caviar!

  • Junio Tavares Silva

    Acho que a menina dos olhos desse compass é o powertrain 2.0 diesel/cambio 9v, já a flex deve ser apenas o suficiente, mas lembrando que seus concorrentes tem motores com numeros parecidos em torque e potencia. O unico que se destaca seria o tiguan com o tsi 1.4, mas pelo que pedem por ele se leva o compass diesel, ai não tem nem comparação.

    • what_the_hell??

      É essa a questão! O tiguan 1.4 tem quase o mesmo preço do Limited. Tem mais motor, mas vem menos equipado (couro, xenon etc.).

  • Schlatter70

    Como de costume, há de se elogiar as excelentes fotos do NA. Fotos dos detalhes são sempre interessantes, e nenhum site o faz tão bem. Quanto ao carro, achei o consumo da versão flex meio ruim. Se fosse um moderno motor turbo poderia ser muito melhor. Quanto a versão diesel, na minha opinião é a melhor opção. Pena que foge bem do meu orçamento.

  • Marquinhos

    Os dias de liderança do Honda HR-V estão contados, o Jeep compass assumirá a liderança e Hyundai Creta na rabeira

  • Rafael Ataide

    Seria interessante que a matéria abordasse neste carro continua existindo o problema do giro que tem na toro diesel e no renegade diesel, que possuem diametro de giro superior a pick-ups como l200, s10, etc.

    • cepereira2006

      Para quem mora em prédios, com garagens cheias de colunas, essa informação é fundamental. Não sabia dessa limitação da Toro e Renegade diesel. Pior coisa é manobrar carro “queixo duro”.

  • pedro

    Renegade amarelo, deve ser pra mandar pra Argentina, como pode, fabricado aqui e não tem a cor disponível.

  • Fernando

    está mais interessante comprar esta do que a carissima CRV

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