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Novo Peugeot 208 terá motor 1.2 Turbo de 130 cavalos, segundo site

Novo Peugeot 208 terá motor 1.2 Turbo de 130 cavalos, segundo site

O Novo Peugeot 208 está chegando. O hatch compacto da marca francesa já roda em testes pelo Brasil e também na Argentina, onde será feito em El Palomar, cidade próxima de Buenos Aires, que recebeu investimentos para produzir a plataforma modular CMP.


Esperado para 2020, o Novo Peugeot 208 deverá ser seguido pela geração recente do 2008, que será feita no país vizinho em 2021. Aqui e lá, o hatch conviverá durante algum tempo com o modelo atual, que é fabricado no Brasil e, obviamente, será simplificado para custar menos.

Nesse caso, podemos esperar apenas o emprego do motor Puretech 1.2 de três cilindros com até 90 cavalos no etanol, além de 84 cavalos na gasolina. Mas, e o próximo? De acordo com o site Autoblog, o Novo Peugeot 208 será vendido no mercado vizinho com este propulsor, bem como o EC5M 1.6 atual e o Puretech 1.2 Turbo.

Novo Peugeot 208 terá motor 1.2 Turbo de 130 cavalos, segundo site


Segundo eles, esta versão com turbocompressor e injeção direta terá 130 cavalos e equipará a versão topo de linha do Novo Peugeot 208. Com 20,4 kgfm, o pequeno tricilíndrico terá a companhia de uma caixa automática, que no caso deve ser a mesma de seis marchas que equipa os motores THP.

Acima disso, os hermanos esperam pelo Novo Peugeot 208 GTi com mais de 200 cavalos, porém, importado e em volume limitado. Aqui, esta opção não deve chegar da Europa. Entretanto, só a presença do Puretech Turbo em sua configuração mais potente, indica que o uso deverá ser feito também no Novo 2008.

Novo Peugeot 208 terá motor 1.2 Turbo de 130 cavalos, segundo site

Da mesma forma que no 2089, o 2008 da próxima geração deve conviver com o atual, recém-atualizado e que provavelmente ficará limitado ao motor EC5M 1.6 e em versões mais baratas, especialmente focadas numa faixa de preço próxima dos clientes PCD.

Já o Novo 2008 provavelmente centrará sua atuação no Puretech Turbo de 130 cavalos e no 1.6 THP com até 173 cavalos, ambos automáticos de seis marchas. A chance do três cilindros turbinado chegar flex é grande. Aí, pode ser que atinja 136 cavalos, mesma potência oferecida com gasolina em alguns mercados.

[Fonte: Autoblog]

Novo Peugeot 208 terá motor 1.2 Turbo de 130 cavalos, segundo site
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • itmrn

    finalmente! vai doer no bolso, mas é um baita avanço.

  • Daniel

    Muito bom! Resta saber se virá o kit ruído com ele. Meu 208 todo canto bate alguma coisa.

    • Não querendo defender a Peugeot, mas, tirando os Honda/Toyota mais antigos, acho que não tem um carro não premium vendido no Brasil que não seja uma escola de samba ambulante. Esses acabamentos mal feitos de plásticos, somados às nossas ruas horríveis, são a combinação perfeita.

      • ocampi

        Se o Fiesta for considerado Premium (é sim) posso afirmar que nada bate.

        • Felipe

          Meu 208 tb não, portanto, nenhum carro e nenhum relato é referência, serve apenas para si mesmo!

    • Eduardo 1981

      Hoje em dia todos os veículos são filiados a escola de de samba: UNIDOS DO BATE PLÁSTICO AÍ.

      • Fabrício Sanches

        Kkkkkkkkkkkkkkkkk é verdade, são poucos os que dão sorte de nada bater, mas sempre é uma questão de tempo…

    • Eric PB

      Todos os carros batem alguma coisa. Meus carros com quilometragens 12milkm, outro 50milkm batem algo. Se procurar, acha. O que menos bate é justamente o terceiro um 208 com menos de mil km e até agora não observei nenhum rangido. Mas tbm, é bem novo.

    • fsjal

      Tive um 208 e ele apresentava alguns ruídos… mas a css resolvia.

      Duro foi o Fit 2016 da minha esposa que até o banco rangia e a css não acertava nada.

      Plástico não tem milagre.

      • É. O primeiro 208 lá de casa ficou conosco até aproximados 90 mil km, e os pequenos ruídos que surgiram no forro da porta do motorista e na área do tampão traseiro, eu mesmo resolvi durante procedimentos de lavagem. Bastou um pouco de espuma aplicada no local certo.
        Agora, sem ruído nenhum, nunca tive carro nenhum. Sempre aparece um estalinho ou rangidinho em algum lugar.

        • Ernesto

          Ubaldir Jr., 90 mil Km mas com a maior parte de estrada, né? O maior problema dos nossos carros é andar na cidade, com nossas ruas esburacadas. Ps.: creio que a estrada aí na região tenha asfalto bom, certo?

          • Ah, em um cálculo estimativo, 50% na estrada entre Goiânia e Brasília e 50% na cidade de Goiânia.
            A rodovia BR-060 que liga a capital goiana ao DF é concessionada. Mas apesar de não ter buracos, não se pode dizer que é uma maravilha em termos de conforto de rodagem: possui muitos segmentos com alguma irregularidade.
            Já o asfalto de Goiânia é um caso sério. Já tem muitos anos que apresenta panelas com enorme regularidade em quase toda a malha. E mesmo as vias onde não se nota a presença de buracos, o desconforto de rodagem é quase obrigatório.
            Há que se comparar facilmente o 208 com os carros anteriores de minha esposa (mesmo uso), que foram dois Polos (modelo anterior – um hatch e um sedã): em termos de rigidez de acabamentos, o Peugeot se saiu melhor.
            Vale ainda a ressalva que os dois VW ficaram conosco até a casa entre 50 e 60 mil km.

            • Edson Fernandes

              Nem se compara. O 208 é mto mais macio que essa geração do Polo. Alias, to para ver epoca ruim em que todos os compactos eram duros dela (nesse aspecto eu devo reclamar que não gostava).

              • O Polo era realmente bem duro. Mas em compensação entregava uma excelente estabilidade. Como era bom de curva. Mas o preço era cobrado no conforto e no comprometimento da rigidez das fixações dos acabamentos internos.

                • Edson Fernandes

                  Mas vamos ser justos…. o 208 apesar de mais macio, é super competente nas curvas.

              • Agora quer ver um carro macio é o tal do Aircross. O conforto de rodagem que sempre esperei nos sedãs fui encontrar nele.
                Acho que os pneus de uso misto de ombreiras bem altas são preponderantes nesse comportamento. Os pneus série 45 do Lounge sacrificavam demais o conforto geral do carro, a despeito de a suspensão prezar pela maciez.

                • Edson Fernandes

                  Vc chegou a rodar em Corolla ou Fluence? Acho que acharia esse equilibrio. A unica coisa que percebo no Fluence por ser eixo de torção é qdo vc passa por desnivel que ele escorrega o carro inteiro ao invés de passar apenas a impressão daquela roda que “sentiu” o desnivel.

                  Mas tirando isso eu posso te dizer que realmente ele parece um tapete em diversas situações.

                  Agora, caracteristica mto comum do C3 ao que vc tem no Aircross. Ele é assim mesmo. E não sei para ti, mas é tm interessante a vedação acustica dessa linha de produtos da Citroen. Chego a dizer que não deve nesse aspecto para um sedan médio, vedação acustica.

                  • Muito silencioso, mesmo.
                    No caso do Corolla e do Fluence, sim, já andei nos dois.
                    A grande diferença dos sedãs médios está no comportamento quando o carro acerta uma depressão maior. Em boa parte do tempo, eles são bem macios e confortáveis, mas na hora que a suspensão pega um buraco, a sensação é muito ruim, uma pancada seca mesmo. O C4 não era diferente: bem macio no dia a dia, mas a pancada seca ao enfrentar uma depressão mais pronunciada incomodava. Eu coloco isso na questão visual de se utilizar pneus de perfil baixo em rodas bem grandes.
                    O Aircross é muito confortável ao enfrentar ruas mais irregulares ou estradas de terra. Não fosse aquele estepe atrás… acaba que nas “costelas de vaca” ele sacode, passando algum ruído para dentro da cabine.

    • EDU

      Problema nao e o Peugeot nao e Citroen ou Ford Ou qualquer marca. O problema se chama ASFALTO NO HUEZIL. E suas crateras lunares

      • Eskarmory .

        Pois é, a galera crava que o problema dos barulhos é sempre a má qualidade de acabamento e montagem. Mas como o fabricante vai responder integralmente por isso, quando as condições que oferecem para seu produto trafegar são as piores.

        • Robson

          Meu carro, um Corsa 1.4 2008 foi muito bem quanto a ruídos até uns 50.000 km/5 anos de uso, depois disso só não virou escola de samba pq vou aplicando feltros aqui e ali na medida que iam aparecendo, até que chegou o ponto que nem isso resolvia mais e eu simplesmente larguei pra lá, aumento o volume do som e sigo a vida. Quem diz que carro com mais de 2 anos de uso nessas ruas aqui tá sem “nenhum ruido” provavelmente não tá observando direito ou a tolerância a ruídos é boa

          • Eskarmory .

            Falar que o carro não bate nada massagea o ego do homem, essa já é clássica. Se ele falar que o carro bate, soa como uma derrota.

          • Fabrício Sanches

            Ou então não sai com o carro da garagem kkkkkkkkkkkk

    • EArtur

      De ruído interno nem audi escapa. É aprender a conviver mesmo.

      • Marcos Megda

        Exatamente. Meu A3 tem barulhos na traseira desde os 2mil km. Agora na primeira revisão vou ver se resolvem

    • carlos eduardo da silva pinhei

      Tô c um 2008 c 32 mil km e era da localiza. Zero barulho. E já tive um 2008thp qtbem não tinha barulhos, porém estava c 11 mil km

      • Ernesto

        Se andar somente em asfalto bom aí não terá problemas de barulho mesmo.

        • carlos eduardo da silva pinhei

          Ue, mas de onde q tu acha q um carro de locadora c 30 mil só andou em estradas boas??

          • Ernesto

            Tem gente que aluga carro para viajar. No caso do 2008, acho bem difícil alugarem para andar na cidade.

    • Diego Louro

      Até as Mercedes classe A e seus derivados estão assim,e os Peugeot não são os piores,tem muito carro mais barulhento.

    • Daniel

      Levei meu carro para a revisão de 50 mil no meu mecânico. Peguei ele ontem, estava na oficina desde segunda. Mensagem do mecânico ontem:

      “Boa noite. Como diz o ditado” perco o amigo,mas, não perco a piada” para um carro com 50.000 km é muito barulho. Detectei rolamentos traseiros, amortecedor,Coxim do amortecedor dianteiro, além dos barulhos no escapamento e um grilo que não consegui achar após passar em duas oficinas parceiras. Nada grave, nenhuma folga, porém, incomoda. Devido a falta de tempo, entreguei o veículo, quando retornar para substituição dos rolamentos, vamos finalizar. Fiz vários testes, estamos próximos de localizar o barulho,irei por eliminação.”

  • Flávio Ba

    Do jeito que o grupo PSA é lento aqui no Brasil, esperem esse carro lá pra 2021!!!!

    • Marcelo Ceno Dutra

      A VW que tinha esse costume. Imagina a quantidade de Amarok que eles venderiam se o câmbio AT tivesse sido lançado junto com o carro. E se a correia fosse corrente no motor 2.0.

      • Rbs

        Foi buscar essa longe em parceiro?! Mas pura verdade . . .Ninguém entendeu nada sobre ausência do cambio automático e depois começou o pesadelo com a quebra das correias! Sds.

    • Deadlock

      Esse 208 acho que vem antes, para ver se as vendas decolam por aqui, tomara que sim porque estou esperando o novo 2008, prometido para 2021, isso se a marca ainda estiver por aqui, pois as vendas atuais não são suficientes para gerar lucro.

      • Ernesto

        Pelo jeito o novo 2008 será bem interessante. Só estou receoso quanto ao preço. O atual THP beira os 100K!

  • Rodolfo Deo

    Pegeout tem na mão a carta final pra renascer no Brasil, torço pra quem não errem, pois esse carrinho é muito promissor.

    • meneghelli1972

      Se já não vende quase nada fabricando aqui imagine vindo da Argentina? É se o 2008 for também para lá o que resta da Pegeout aqui?
      O certo é fechar a fábrica e ir embora de uma vez.

  • Danilo

    Então, agora resta saber quanto vai custar essa versão topo de linha.

  • 4lex5andro

    Se vier mesmo para o Brasil, parabéns Peugeot, não cometa o mesmo erro de quando não lançou o 207 e, em vez disso, inventaram um tal de “206,5” (vulgo 207 brasileiro).

  • Luconces

    Se o New 2008 vai contar com o THP, por que o New 208 não teria esse motor?

    • Danilo

      Porque o 208 é bem menor e bem mais leve, não há necessidade de um motor desse tamanho, deixa isso pro esportivo GT. Esse 1.2T está de bom tamanho e deve até sobrar. E o THP já está no 2008 desde o lançamento se não me engano.

      • Luconces

        Mas esse é o ponto, tem o 208 GT com esse motor. Se essa versão não existir creio que será um tiro no pé da PSA haja visto que ele é 30 kilos mais leve do que a versão atual. Não sei dizer sobre o 2008.

        • Rafaelprado

          deve ter o mesmo THP, e não a versão apimentada com mais de 200cv

  • Esse 1.2T é bem interessante. Ambos carros ficarão muito bons com ele.

  • Marcelo Ceno Dutra

    Até que enfim um carro a altura pra competir com o polo.

    • Marcos Megda

      Se o acabamento for melhor (o que não é dificil), vai ser uma opçao muito mais interessante.

  • Eduardo T. Küll

    E estes motores vão ser importados ou vão ser feitos por aqui? Onde? Sim, porque a fábrica argentina já não fabrica absolutamente NADA de motores faz tempo. Lembro também que na Europa já foi anunciada uma variante deste 1.2 com 155 cv, ou seja, substituiria fácil o 1.6 em uma versão “esportivada”, abaixo do GTi mais bravo, que se fala que virá com o 1.6 renovado com 200 cv ou mais.

    • Ernesto

      Pelo que vi, não há planos para a Peugeot fazer esse Puretech no Brasil ou na Argentina.

  • Curioso para saber o que será feito dos 208/2008 que ficarão aqui… será que vão “abrasileirar” os produtos?

    • Jurandir Filho

      no caso “argentinizar” já que a nova geração vai vir de lá… acredito que vai vir completinho, pelo menos em relação aos rivais

    • ( ͡° ͜ʖ ͡°)

      Acho que o 2008 saí de linha com a entrada do argentino.

  • Raimundo A.

    Para mim, quem pode forçar o 208 NG a ter o 1.2T é o 2008 NG quando for ofertado aqui. Sabemos que uma montadora pode oferecer um motor aqui e não no país vizinho por n motivos. Um seria tornar o 1.2T flex.

    O 1.2T na Argentina pode ficar acima do 1.6, mas aqui a tendência seria substituí-lo por termos o THP flex como opção topo. Como o hatch tende a vender menos ao meu ver comparado ao futuro 2008 NG, dependendo do tempo para lançar este aqui, trabalhariam no 1.2T flex para ser o motor de entrada do SUV servindo ao hatch que trocaria o 1.6 aspirado.
    Por outro lado, diversificar é bom, a PSA poderia aqui fazer tipo a VW no Polo. Teríamos o 1.2 como opção ao 1.0 da VW; o 1.6 ao 1.6 MSI; o 1.2T ao 1.0TSI; o THP flex ao 1.4TSI (GTS).

    O 2008 NG aqui usaria os 1.2T e 1.6T. Na Argentina, 1.6 e 1.2T.

    • Jurandir Filho

      Acredito que o 208 ficará com o 1.6 nas versões acitve pack/allure e 1.2 thp na griffe, além do 1.6thp pra versão GT, não creio que venha o de 200cv, os 173 cv é mais que suficiente pra empurrar o 208, sendo que o novo é ainda mais leve… o atual (antigo) 208 deve ficar apenas com o 1.2 aspirado..

      • Edson Fernandes

        Espero que a Allure seja o 1.2T. Pq esse 1.6 eu não gostaria e talvez seria possível de adquirir o 1.2T mesmo…rs

  • EArtur

    Como diria o rubinho, esse carro é muito equilibrado.

    Certeza que o puretech turbo vai conferir desempenho e econonia em dose perfeita.

    Mesmo assim torço pra que lancem tb um thp automático (GT).

  • Eskarmory .

    2081.2T2020100.000,00

  • hinotory O

    Se custar igual ou menos que o Onix, tá dentro, senão tá fora.

  • Renato Almeida

    A PSA terá que remar muito antes de ver um produto seu ser bem aceito no mercado brasileiro. E isso envolve não apenas revisão do seu portfólio, como também uma campanha intensa de recuperação de imagem da marca, que tem sido muito atingida pela baixa durabilidade dos seus produtos, dificuldade do consumidor encontrar peças de reposição e a altíssima desvalorização dos seus carros nas revendas.

    • Rafael Schissi Teixeira

      Já tive 2 Peugeot e essa história de peças de reposição e baixa durabilidade já vejo como coisa do passado. Conheço uma pessoa que tem um 208 Griffe Automático com mais de 130000 e nada de problemas sérios, agora precisou de uma manutenção básica na suspensão (amortecedores), isso que esse carro é usado pra trabalhar e geralmente viaja carregado. Quanto a desvalorização, esse é o grande calcanhar de Aquiles da Peugeot, mas como a Fipe é baseada em pesquisa, cabe ao mercado consumidor mudar isso. No mais não são carros ruins, mas vejo que a marca deveria alinhar mais seus produtos com a Europa para não perder o timming das vendas aqui no BR.

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