
O Renault Bridger surgiu como um conceito para o mercado indiano, mas com potencial global, especialmente no cenário internacional que a marca francesa desenhou para si mesma nos últimos anos.
Subcompacto para a realidade da Índia, o Renault Bridger foi registrado no INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial, em imagens de desenho de patente de baixa qualidade.

Mesmo assim, as imagens refletem o que havia sido visto anteriormente em outro registro de patente industrial antes da revelação oficial do Bridger, feito pela Renault globalmente.
Com pouco menos de 4,00 m de comprimento, o Renault Bridger terá uma arquitetura RGMP diferente de modelos como Kardian e Boreal, já que a proposta é ser multipropulsor.
Nesse caso, o projeto contempla o uso de motores a gasolina, flex (considerando também o cenário indiano), híbrido e elétrico, com este último sendo de importância para o mercado brasileiro.

O motivo é que a General Motors consegue vender o Chevrolet Spark, a despeito de ser um produto importado e apenas montado no Brasil.
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Assim, este mini-Duster indiano pode ser o rival que a Renault precisa para colocar diante do Spark EUV e ser, como já é sabido, o carro elétrico nacional da marca francesa.

Dessa forma, além de uma versão 100% elétrica, a Renault poderia ainda aproveitar o potencial do modelo e adicionar uma versão 1.0 TCe MHEV como se espera ver no Kardian e no Boreal, ainda que neste seja o 1.3 TCe.
Tendo suspensão elevada com altura livre de 200 mm e porte robusto, o Renault Bridger seria uma alternativa mais parruda ao Kardian e poderia se colocar entre o crossover de acesso e o Novo Duster.

Como diferencial, o Renault Bridger poderia ser somente híbrido e elétrico, não disputando assim espaço com as versões comuns dos irmãos citados.
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