Comprando e Vendendo Etc

O incrível relato de um leitor [experiências automotivas desde 1976]

O incrível relato de um leitor [experiências automotivas desde 1976]

(fotos ilustrativas)


Minha experiência com automóveis

Vou relatar a experiência que tive com cada automóvel que fui proprietário, como processo de escolha/compra, tempo de uso, quilometragem percorrida, manutenção e curiosidades.

Iniciei a vida profissional como eletricista de automóvel aos quinze anos de idade, o que me levou a gostar de automóveis. Minha primeira habilitação – CNH – foi em 1971 e até 1976 dirigi carros de familiares, (Ford Corcel, Belina, VW Fusca, Aero-Willys) e eventualmente carros de clientes. Neste período devo ter dirigido aproximadamente 10.000 km.


O primeiro carro: Fusca 1600

Meu primeiro carro foi um VW 1600, ano e modelo 1976, zero km, vermelho escuro, motor 67 cv SAE a 4600 rpm, torque máximo 11,7 kgfm SAE a 3.200 rpm, dois carburadores, rodas de 14 polegadas.

Adquiri através de um consórcio, após ter pago 20 parcelas. Não tive muita escolha, pois os recursos disponíveis não eram muitos, escolhi o segundo automóvel de menor preço na época, o mais em conta era o VW 1.300.

Que alegria! Finalmente eu era proprietário de um carro!

Fiquei com o VW 1600 de abril a agosto de 1976, rodando 7.000 km. Troquei o carro por um terreno. Neste pouco tempo que fiquei com o veículo fiz varias visitas à concessionária por funcionamento irregular do motor. Os carburadores se desregulavam facilmente.

A concessionária onde retirei o Fusca ficava distante 280 km da minha residência e no trajeto de volta fui parado em um posto policial e como estava só com a nota fiscal do carro o policial falou que iria me multar, mas ficou enrolando, não falava em propina, nem emitia a multa, só falava da dificuldade de aguardar os bancos abrirem na segunda-feira para pagar a multa, quando chegou um colega seu, pois estava sozinho no posto policial, ele falou que como eu era também funcionário público ele me liberaria sem multar.

VW 1600 Super em 1976

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Em novembro de 1976 comprei um VW 1600 Super, ano 1974, usado, cor amarelo queimado, a gasolina, mesmas características do VW 1600, com acréscimos de adornos de plásticos sobre o capo traseiro, volante esportivo, conta giros, antena elétrica e bancos Recaro. Era muito bonito, chamava a atenção das pessoas e principalmente dos policiais.

Foi uma compra por emoção, era um carro com suspensão dianteira rebaixada, pneus traseiros maiores, motor transformado, um carro lindo, próprio para jovem e a razão ficou de lado.

Fiquei com o carro de novembro de 1976 até dezembro de 1977, rodando mais de 20.000 km com ele. Quando fazia três meses que estava com o carro tive que trocar o motor, colocando um motor novo 1600, com um carburador, também coloquei pneus originais na traseira devido às condições das estradas.

O carro tinha uma liga tremenda com a polícia, não passava em um posto policial sem ser parado e vistoriado com muito cuidado. Quando eu avistava um posto policial já tinha certeza que seria parado. Após várias paradas e vistorias passei ileso, sem nenhuma multa.

Utilizava o carro para ir à faculdade, distante 75 km, em estrada de terra vermelha não pavimentada. Em dias de chuva poucos se arriscavam em transitar na rodovia e em uma ocasião atolei o Fusca na lama de tal maneira que não consegui abrir uma porta, e a outra porta abri com dificuldade. Passamos um trabalho para desatolar o amarelão.

Corcel I em 1977

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Em agosto de 1977, adquiri um consórcio nacional Ford, e na segunda assembleia fui contemplado por sorteio. Recebi um Ford Corcel I, zero quilometro, ano e modelo 1977, standard, duas portas, cor bege, 72 cv SAE a 5.400 rpm, torque máximo 11,5 kgfm a 3.600 rpm, a gasolina, rodas de aço 13 polegadas, câmbio mecânico de quatro marchas.

Era o único carro além do Fusca que aguentava as condições das estradas não pavimentadas que eu utilizava. Quando retirei o carro da concessionária já tinha sido lançado o Ford Corcel II. Fiquei com o Corcel de outubro de 1977 até 25.11.1980 e rodei 96.000 km com ele.

A primeira revisão foi feita na concessionária e após eram realizados somente serviços específicos: troca de óleo e filtro; troca de velas, pneus, bateria e lâmpadas, alem de regular as válvulas e trocar a graxa dos cubos de rodas a cada 20.000 km.

Pequenos serviços de manutenção eu mesmo realizava, pois tinha conhecimento.

Os problemas que ocorreram foram: troca de todo o escapamento antes dos 6.000 km; troca de um rolamento do cubo de roda dianteira com mais ou menos 60.000 km. Troca dos amortecedores e máquinas de levantar os vidros dianteiros.

Em uma viagem em Minas Gerais o carro apagava em aclives longos e após um tempo parado voltava a funcionar. Consegui chegar a uma concessionária e relatei o problema ao mecânico e ele já sabia que era o filtro de combustível que bloqueava a passagem da gasolina, o que hoje já seria motivo para recall.

Em uma viagem no interior do Paraná ao passar lentamente em uma barreira policial, o guarda notou que o carro era do Rio Grande do Sul e sem olhar já perguntou sobre o lacre da placa traseira.

Na época aqui no RS não era muito usado o lacre da placa, o policial ficou mais de meia hora dizendo que ia multar. Percebi que estava querendo propina, mas não ofereci. Perguntei se realmente era necessário multar por uma coisa que não era observada no RS, e ele disse que se eu tivesse falado antes de começar a emitir a multa ele dava um desconto para pagamento “à vista”.

Resultado: fui multado e até hoje não recebi a multa para pagar.

Corcel II em 1980

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Em 25.11.1980 troquei o Corcel I por um Ford Corcel II, ano 1980, modelo 1981, zero quilometro, standard, cor bege trípoli, a gasolina, 72 cv SAE a 5,400 rpm, torque máximo 11,5 kgfm a 3,600 rpm, rodas de aço, pneus radiais 185/70 SR 13 (opcional), câmbio mecânico e 4 marchas.

Quando lançaram o modelo 1981 resolvi trocar e ficar na mesma marca. Entreguei o Corcel I no negócio, sendo que o valor do Corcel II foi de CR$ 328.000,00 (cruzeiros). Fiquei com o Corcel II até 05.06.1986 e já estava com 92.000 km rodados.

Primeira revisão feita na concessionária, apenas trocas de óleo e filtro, velas, pneus, bateria, além da regulagem das válvulas e troca da graxa dos cubos de rodas a cada 20.000 km.

Não foi necessário trocar amortecedores, nem pastilhas e lonas de freio. Foi um carro fiel, que não deu problemas e vendi para um amigo que salientava que não teve problemas durante os mais de três anos que ficou com ele.

Este carro me acompanhou quando tinha filhos pequenos, no tempo em que se viajava sem cinto de segurança e cadeirinha para crianças. Era a criançada solta no banco traseiro, só com travesseiro. Viajávamos muito a noite porque as crianças dormiam e não faziam algazarra.

Monza SL/E em 1986

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O carro seguinte foi um GM Monza SLE, duas portas, cor branco everest, zero km, 87 cv SAE a 5.400 rpm, torque máximo 14,5 kgfm a 3.100 rpm, rodas de alumínio, pneus 185/70 SR 13, cambio mecânico de 5 marchas, com ar condicionado e direção hidráulica.

Encomendei o carro na concessionária e aguardei 60 dias até receber.

Os preços dos carros na época estavam congelados, não podiam aumentar o valor. Entre o pedido e o recebimento do Monza aumentou a procura por carros novos e começaram a cobrar ágio. Em 05.06.1986 paguei CRZ 119.000,00 (cruzados) e antes de retirar o carro da concessionária recebi oferta de CRZ 140.000,00 por ele.

A primeira revisão foi na concessionária e após somente serviços específicos. Necessitei trocar os amortecedores dianteiros aos 22.000 km. Troca de velas, óleo e filtro, bateria, pneus quando necessárias. Troca da correia dentada aos 60.000 km.

Houve necessidade de trocar uma borracha da suspensão traseira. No período de 05.06.1986 a janeiro de 1991 foram rodados quase 102.000 km com o carro.

Estávamos viajando, eu, a esposa e três filhos, com destino à Foz do Iguaçu – PR, quando fomos abalroados por outro Monza, também do RS, e felizmente só ocorreram danos materiais, nesta época já usávamos o cinto de segurança religiosamente. O seguro foi acionado e houve demora para autorização do conserto e recebimento da indenização devido a um plano econômico, troca de moeda e tablita, no período.

Verona GLX em 1990

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Em 12.12.1990, adquiri um Ford Verona GLX 1.8, duas portas, cor vermelho radiante, zero quilometro, 92 cv a 5.600 rpm, torque máximo 16,1 kgfm a 2.500 rpm, rodas de alumínio, pneus 185/70 SR 13 (trocados na concessionária), câmbio mecânico de cinco marchas, ar condicionado, direção hidráulica, teto solar, vidros elétricos, retrovisores com comando elétrico, trava elétrica.

Fui às concessionárias olhar carros novos juntamente com os filhos, de 3, 10 e 11 anos, que decidiram a compra. Gostaram da cor do carro e ficaram encantados com o teto solar do Verona.

Paguei pelo Verona a quantia de CR$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil cruzeiros) no dia 12.12.1990. Fiquei com o carro até dezembro de 1993, e quando troquei estava com 63.000 km.

A primeira revisão foi na concessionária onde relatei que o carro estava com um lado mais baixo que o outro. O problema não foi solucionado e alegaram que o carro estava dentro das especificações da fábrica.

Procurei um mecânico particular que constatou a falta de um calço na mola da suspensão traseira, que após colocado deixou o carro nivelado e dentro da geometria. Devido a geometria incorreta anterior ocorreu um desgaste excessivo nos pneus.

Após a primeira revisão realizei os serviços necessários em oficinas particulares, trocas de óleo e filtro, velas, pneus. Tive que trocar a bomba de combustível que segundo os mecânicos era troca comum no Ford Verona com motor AP 1.800.

Meus filhos lembram até hoje do Verona, minha esposa gostava muito de dirigi-lo. Foi o carro que ela mais gostou de dirigir.

Vectra GSi em 1993

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Assistindo um comercial do GM Vectra GSI, na TV, imaginei que seria o carro dos meus sonhos.

Iniciei a procura por um Vectra CD ou GLS nas concessionárias das cidades próximas, pois não tinha revendedoras na cidade que eu residia e trabalhava.

Em uma viagem de final de semana passei por uma concessionária para conhecer o carro e realmente achei muito bonito, me apaixonei pelo carro. Ao retornar para casa fiz os cálculos e o valor estaria dentro das minhas disponibilidades.

Entrei em contato com a concessionária e negociamos, por telefone, a troca do Verona pelo Vectra e à noite fui buscar o GM Vectra GSI, zero quilômetro, ano de fabricação 1993, modelo 1994, cor branco Everest, 150 cv a 6.000 rpm, torque máximo 20,0 kgfm a 4.600 rpm, a gasolina, rodas de liga leve, pneus 195/60 R 15, câmbio mecânico de cinco marchas.

De novembro de 1993 até 12.08.1998, rodei com o Vectra 102.000 km.

Fiz a primeira revisão na concessionária. Apresentando defeito no silencioso traseiro, trocado na garantia; acendimento da luz de alerta da injeção eletrônica e às vezes não acionava o vidro da porta dianteira, Problemas resolvidos na revisão.

Após a primeira revisão foram realizadas trocas de óleo e filtro, pneus, bateria, uma lâmpada da sinaleira dianteira, correia dentada aos 50.000 km e aos 100.000 km. O silencioso traseiro foi necessário trocar aos 90.000 km. O Vectra não apresentou problemas, quando vendi estava em ótimo estado, o interior parecia novo, deixou saudades. Foi um dos melhores carros que tive.

Em 06/10/1993 adquiri uma picape Fiat Fiorino 1.5, ano 1990, modelo 1991, a álcool, para ser usada em uma transportadora da qual eu era sócio. Achei muito útil a camionetinha que acabei ficando para uso particular como segundo carro. Andei com ela aproximadamente 10.000 km até meados de 1995.

Mondeo CLX em 1998

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Estava na hora de trocar o Vectra, por tempo de uso e quilometragem, e acabei comprando um Ford Mondeo CLX, zero quilometro, ano de fabricação 1998, modelo 1998, cor prata metálica, 130 CV a 5.700 RPM, rodas de alumínio, pneus 195/60 R15, câmbio mecânico de cinco marchas.

Só tinha concessionária Ford e VW na cidade onde residia e trabalhava e devido à amizade com um dos administradores da concessionária Ford adquiri o Mondeo.

No período que fiquei com o Mondeo, 12.08.1998 a 20.08.2002, rodei com ele 108.000 km. Vendi o carro para um amigo que ficou com ele por mais de três anos.

Primeira revisão na concessionária e após eram realizados somente serviços específicos. Além das trocas de óleo, foram trocados os filtros, os pneus e a bateria, tive também que trocar os quatro amortecedores, os discos da embreagem e as pastilhas de freio.

O rádio apresentou problemas que foram solucionados em uma eletrônica particular. Em uma ocasião estava viajando e fiquei sem luz, como não estava totalmente escuro consegui ir até um posto de combustível, mas não consegui alguém que consertasse as luzes.

Como tinha que levar meu filho na estação rodoviária, distante 65 km, eu consegui uns pedaços de fio e fiz uma ligação direta no interruptor de luz para prosseguir a viagem. Consegui retornar para casa sem problemas, valeu os anos que trabalhei como eletricista.

Corolla XEi em 2002

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Em 20.08.2002 comprei um Toyota Corolla XEI 1.8, zero quilometro, ano de fabricação 2002, modelo 2003, cor bege âmbar, 136 cv a 6.000 rpm, torque máximo 17,5 kgfm a 4.200 rpm, rodas de liga leve, pneus 195/60 R15, câmbio mecânico de cinco marchas.

Quando lançaram o modelo novo do Corolla gostei do carro e não houve dificuldades na negociação, inclusive já tinha realizado o pedido do carro e houve uma redução de preço na tabela da fábrica que me foi repassada pela concessionária. Tive que fazer o pedido do Corolla porque eu queria com câmbio mecânico que era mais difícil de conseguir a pronta entrega.

Fiquei com o Corolla de 20.08.2002 ao segundo semestre de 2006, rodando 88.000 km.

Todas as revisões foram realizadas na concessionária e somente foram trocados óleo, filtros, velas e pneus. Faltando 15 dias para o término da garantia o para-sol baixava sozinho na trepidação e a concessionária efetuou a troca sem questionamentos e custos. Foi um ótimo carro e uma excelente experiência com a marca.

Jetta 2.5 em 2006

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Troquei o Corolla por um VW Jetta 2.5, zero km, 150 cv a 5.000 rpm, torque máximo 23,3 kgfm a 3.750 rpm, cor prata metálica, câmbio automático, rodas de alumínio, pneus 225/45 R 17.
Procurei a revenda Honda para comprar o New Civic, mas não obtive sucesso, e os outros carros não me agradavam e gostei do Jetta e fechei a negociação.

Meu filho gostava muito do Jetta, uma ocasião um amigo dele entrou no carro e falou: gostei do carro, eu sempre pensava que era um carro de tiozão, mas agora mudei de ideia é um carrão.

Do segundo semestre de 2006 até 26.11.2012, foram rodados 92.000 km com o Jetta. Todas as revisões foram realizadas na concessionária até os 70.000 km e depois só fiz trocas de óleo e filtros.

A manutenção foi normal, custo dentro da normalidade, troca de óleo a cada seis meses ou 8.000 km, tive que trocar dois braços da direção na suspensão dianteira e uma mangueira do freio. A mangueira de freio rompeu após o carro ficar vários dias sem funcionar e pisei no freio com muita força ao dar a partida.

Um desgaste que achei excessivo foi da bateria, pois tive que trocar duas vezes. No manual do proprietário tinha a recomendação de chavear o carro para cortar o fornecimento de energia aos equipamentos desnecessários, e eu deixava na garagem da casa sem chavear.

Os amortecedores e pastilhas de freio estavam em bom estado quando vendi o carro. Foi um ótimo carro, não troquei por outro Jetta porque o modelo novo ficou com acabamento mais simples.

Na hora de retirar o Jetta da concessionária, emplacado e endosso do seguro realizado, o técnico foi fazer uma demonstração do funcionamento do carro e os vidros não funcionaram. Resumindo, tive que cancelar o endosso do seguro e aguardar mais dois dias para retirá-lo.

Minha esposa tem claustrofobia e algumas vezes, sem querer, deixei ela, chaveada dentro do carro, pois descia do carro e automaticamente chaveava e a pessoa que estava dentro não conseguia abrir as portas, somente poderia sair pelo porta malas.

Arrumei algumas confusões por este motivo. Muitas vezes quando ela ficava no carro já me pedia antecipadamente a chave para não correr o risco de ficar enclausurada.

Sonic sedan LTZ em 2012

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Quando resolvi trocar de carro, novamente tentei comprar um Honda Civic, mas a compra não saiu, pois queriam um preço superior ao sugerido pela fábrica. O mesmo ocorreu na concessionária Citroen. Acabei comprando um GM SONIC LTZ, sedan, zero km, flex, cor prata switchblade, 116 cv com gasolina e 120 cv com álcool, rodas de alumínio, ano de fabricação 2012, modelo 2013, cambio automático.

De 26.11.2012 a 28.03.2014, percorri com o Sonic 38.000 km. Fiz as revisões e trocas de filtro e óleo na concessionária. O Sonic passou por dois recalls neste período. Não tive nenhum gasto extra de manutenção. Um grande inconveniente eram as trocas de óleo a cada 5.000 km, pois rodei muito com o carro neste período. Meu genro e minha filha ficaram com o Sonic por mais um período.

Golf Highline em 2014

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Quando fui conhecer o VW Golf VII gostei muito do acabamento interno e os comentários sobre ele eram bons. Aguardei um tempo para baixar o efeito novidade e adquiri, em 28.03.2014, um VW Golf Highline, DSG, rodas 17’’Geneva, zero km, cor branca, 150 cv, ano e modelo 2014, por R$ 76.000,00.

De 28.03.2014 até a presente data, rodei com o Golf mais de 92.000 km. As revisões foram todas feitas na concessionária. Gastos extras somente troca dos amortecedores dianteiros aos 89.000 km e troca de pneus por avarias (bolhas ou cortes) em estradas mal conservadas.

Tabela dos gastos com manutenção:

ServiçoDataQuilometragemValor – R$
1º serviço23.07.20149.085 km235,00
Troca de 2 pneus/geometria15.08.2014978,14
2º serviço02.12.201418.603 km295,00
3° serviço28.05.201528.586 km639,00
Geometria15.08.201540,00
4º serviço28.11.201536.864 km315,50
Geometria28.04.201690,00
5º serviço18.05.201647.094 km365,50
Geometria25.08.2016120,00
6° serviço09.11.201655.802 km684,00
7° serviço29.03.201764.244 km480,00
Troca de 4 pneus/geometria30.05.20171.680,00
Troca de 1 pneu15.07.201772.000 km440,00
8° serviço02.08.201773.100 km206,64
9° serviço31.01.201883.238 km659,82
Amortecedores05.06.201889.000 km1.190,00  (*)
10° serviço30.07.201890.830 km290,66

(*) Foi concedido desconto de 50%. Um amortecedor dianteiro apresentou vazamento e foram trocados os dois amortecedores.

Em algumas revisões foram realizadas geometria e higienização do ar condicionado.

O custo com seguro não é alto, conforme tabela abaixo, pois tenho desconto especial. Franquia normal e 100% da tabela FIPE, estou residindo no interior do Rio Grande do Sul.

Data da renovaçãoValor – R$
17.11.2013Gm Sonic – R$ 948,09
28.03.2014Endosso sem custo
17.11.20141.042,85
17.11.20151.432,65
17.11.20161.683,84
17.11.20171.641,25

Estou muito satisfeito com o Golf, é um carro confortável, muito econômico, ágil e gostoso de dirigir. A única coisa que deixa a desejar é o espaço no porta-malas. Gosto muito do câmbio DSG, apesar de segurar um pouco as marchas quando trafego em ruas com muitas imperfeições e pneus cheios. O barulho do cambio não me incomoda.

Estou pensando na próxima aquisição e simpatizei com o Jeep Compass, mas o problema é o consumo de combustível, o Golf novo está mais simples e as mudanças não me agradaram, a nova Tiguan é muito grande para minha necessidade, e estou aguardando algum lançamento que me agrade. Um carro que também vou analisar é o Peugeot 3008, mas estou com receio do pós-venda e da desvalorização.

Além dos carros que tive, também adquiri outros carros zero km: um VW Gol, dois GM Corsa, um GM Celta, um GM Prisma, dois Ford Focus, para os filhos.

Tive poucos problemas para adquirir ou trocar os carros, um com a Citroen que queria preço maior que o sugerido pela fábrica, e outros com a Honda: primeiro quando lançaram o new Civic tentei comprar um zero km na concessionária que fez pouco caso.

Tinha que aguardar 120 dias, propuz fechar o negócio e esperar o prazo para receber o carro, não aceitaram alegando que só poderiam fechar a negociação depois de receber o carro da fábrica; na segunda vez queriam preço maior que o sugerido pela fábrica; e a última vez foi quando fui auxiliar minha filha na compra, em abril de 2014, a concessionária foi inflexível quanto ao preço, tendo negado um desconto de R$ 1.000,00, para pagamento à vista, sem troca, em um Civic 2013/2014, zero km, que estava em estoque na concessionária há cinco meses.

Sempre cuidei muito bem dos carros que tive, apesar de que nos primeiros carros eu não fazer as revisões em concessionárias, mas sempre realizava os serviços essenciais. Muitos serviços de manutenção eu mesmo fazia nos carros mais antigos, pois tinha conhecimento.

Por Rui Jappe

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Nota média 5 de 8 votos

  • Bruno

    Muito bom os relatos.

  • Michel

    Belo Relato.

  • Ricardo

    Sempre foi evoluindo ou mantendo o padrão dos carros, com exceção do Sonic, não entendi por que pegou um Sonic!

    • Edson Fernandes

      Pela forma que ele comentou, acredito que a ideia de um compacto seria rodar bastante e economizar um pouco na manutenção. Mas acredito que o Golf o agradou muito mais e foi bem mais economico que o Sonic no final das contas.

    • Marcio Jappe

      como filho do autor posso afirmar: nem ele sabe porque comprou o Sonic, eheheh.

      • Ricardo

        Haha

  • Baetatrip

    Belo relato!!!!!!
    Só fiquei com pena que vc trocou o Jetta 2.5 por Sonic…!
    Jetta e 1 delicia ao guiar… 2.5 5 cilindros …….!

    • Carlos AM

      Pensei o mesmo.
      A adaptação deve ter sido bem difícil.

    • Barulho desse motor é fantástico.

    • Marcio Jappe

      Era tão maravilhoso o Jetta que ele vendeu para mim (o filho ;)). Falei que de jeito nenhum o deixaria entregar o carro na concessionária na troca pelo Sonic. O Jetta era um excelente carro =)

  • Ricardo

    Meu relato em 9 anos desde meu 1º carro:
    Voyage GL 1.8 1991: bom carro (R$ 7.000 em 2010)
    Polo Classic 1.8 1999: bom carro (R$ 11.000 em 2013)
    Polo Hatch 1.6 2009: bom carro (R$ 24.000 em 2017)
    Detalhe que adquiri meu 1º carro só com uns 30 anos. Acho que sou pobre! Haha

    • Paulo Júnior

      Kkkkkkk tava lendo e só comparando a evolução dos carros dele, a minha trajetória até agora com 27 anos é essa:

      Fiat Uno Mille Fire 2001 (Basicona)
      Fiat Uno Mille Fire Flex 2007 (Basicona)
      Volkswagen Gol G4 2006 1.0 (Básico)
      Fiat Palio Fire 2010 (Kit dignidade)
      GM Corsa Sedan 2009 1.4 (Kit dignidade)

    • Mayck Colares

      Pelo menos o conforto vem crescendo nos seus carros e eles estão com idade menor. Vejo evolução.

    • thi

      Eu tenho 32 e ainda nao tenho , triste viu

    • AlbertoNeto

      Achei legal o seu relato… fiz o meu também…

      Gol CL 1.6 1989 (R$ 7.000,00 em 2001)
      Saveiro CL 1.8 1993 (R$ 10.000,00 em 2004)
      Gol G4 Trend 1.0 2008 OKM (28.000,00 em 2008)
      Gol G5 Power 1.6 2010 OKM (42.000,00 em 2010)
      Golf Sportline 1.6 2010 (R$ 45.000,00 em 2012)
      Jetta TSI 2.0 2012 (R$ 70.000,00 em 2013)
      Golf TSI 1.4 Highline 2014 (R$ 80.000,00 em 2015)
      HB20 Premium 1.6 2016 OKM (R$ 52.000,00 em 2016) troquei pois comprei um ap
      Saveiro Cross 1.6 2014 (R$ 38.000,00 em 2016) não gostei do HB20
      Ford Ka SEL 1.5 2015 (39.000,00 em 2018) esse me surpreendeu positivamente

      • Ricardo

        Triste quando sai da VW. :)

        • AlbertoNeto

          Realmente, quando se acostuma com algumas coisas é complicado!
          Porém o Ford Ka me surpreendeu… tirando os barulhos de acabamento.. do resto só alegria!

        • Unknown

          Pra você que só teve VW até hoje, não me parece razoável afirmar isso… expanda o seu mundinho.

          • Ricardo

            O dia que puder sair da VW, vou para a AUDI.

      • Unknown

        Você estava evoluindo, mas depois caiu o nível. Rsrs. Apesar de tudo, são bons veículos, os últimos.

    • Unknown

      Por isso a Ferrari na foto do seu perfil. Kkkk

      • Ricardo

        Ferrari é um sonho inatingível!

  • Lucas086

    Ótimo relato e sempre subindo de carro… Esse Vectra gsi foi sonho, sempre tive vontade de ter um…

    • Marcio Jappe

      eu tinha 13 para 14 anos no Vectra, lembro até hoje da alegria de ir buscar o carro com o Pai na concessionária. Era um carro espetacular. Aliás, meu pai escolhe muito bem os carros (exceção feita ao Sonic, eheheh).

      • Lucas086

        Verdade, boas escolhas e até o Sonic, dependendo do momento da vida

  • Gustavo

    O Jetta geração atual tem o mesmo interior do Golf e por conta de um Black Piano a mais no painel o pessoal fala que o acabamento é mais simples e etc. Já tive os dois carros e a diferença no acabamento é insignificante. Mas gosto não se discute.

    • Olha, eu tive o Jetta e flertei muito com o Golf na sua versão Comfortline 1.4 TSI ainda do começo das vendas (vindo da Europa). Vou ter que discordar quando à comparação do interior dos dois.
      A começar pelo Cluster do Golf, passando pelo black piano do painel (faz diferença), pelo volante e pelo console central mais elaborado, as diferenças eram notáveis.
      Mas onde tudo se torna incomparável é na forração das portas. Aí o que o Golf trazia era muito superior ao Jetta em tudo. A parte superior com revestimento diferenciado, os porta-trecos forrados com carpete, a parte central bem melhor resolvida… é muita diferença em minha opinião. Fiquei com vergonha do meu Jetta quando conheci o Golf, fora de brincadeira. Eu realmente abominei o acabamento dos forros de porta do Jetta. Meus Polos anteriores a ele (geração passada) possuíam acabamento nessas peças que apresentavam muito mais sofisticação visual e percepção de qualidade.
      Agora, tem um detalhe: não sei se alguma versão do Golf após sua nacionalização sofreu redução de qualidade no acabamento com relação aos importados da Europa. Pode ser que nesse caso tenhamos algum modelo menos requintado que se aproxime ao que se tem no Jetta. Me parece também que o Jetta melhorou a apresentação do seu cluster após a remodelação de meio de vida, aproximando-o ao visual do Golf.

      • Edson Fernandes

        Ubaldir, não perdeu nesse aspecto não.

        Perdeu nas caracteristicas que sabemos… como suspensão, transmissão DSG….

        E o modelo tiptronic ainda se manteve assim. No facelift eu já não sei lhe dizer. Mas ele perdeu algum detalhe, pois a versão highline atual não tem mais varios pacotes como eram antes da atualização (Elegance, Exclusive e Premium), mas precisaria elencar nesse aspecto.

      • Phantasma

        Até onde eu sei o único detalhe de acabamento perdido no nacional foi o revestimento interno na tampa do porta-luvas, o resto continua igual, inclusive os porta-revistas também revestidos com um veludinho. o interior/acabamento do Golf está a anos luz de qualquer outro carro nacional.

    • Phantasma

      Na verdade a principal diferença é que o Golf tem uma área grade de tecido nas portas, além de revestimento de veludo nos porta-revistas, já o Jetta só tem uma almofadinha onde encostam os cotovelos. Quanto a montagem é ótima nos dois, pessoal confunde acabamento com refinamento.

      • A parte superior dos painéis de porta do Golf, junto aos vidros, tem um acabamento meio emborrachado, também. O do Jetta é de um plástico feio de dar dó, inclusive com uma rebarba plástica nas proximidades dos retrovisores que entrega imediatamente que ali está um plástico rígido digno de um Gol.
        O console central na porção entre o painel e o “baú” que fica embaixo do apoio de braço entre os bancos dianteiros também era feito de um material bem feio visualmente, praticamente o mesmo dos forros de porta.
        Agora, a montagem realmente é muito boa em qualquer um dos dois (Golf / Jetta).
        O forro de porta do Jetta ainda tinha uma característica que revelava que ali estava uma peça plástica de baixíssima sofisticação: em curvas para a direita, eu (sou bem alto e de pernas compridas) apoiava a perna esquerda no forro da porta. Ele ficava dando estalos bem característicos de plástico rígido.
        No geral, me dei bem com o Jetta, mas o seu visual interno sempre me causou alguma desilusão. Eu esperava bem mais no quesito de sofisticação do seu interior.

  • Zé Mundico

    O problema do Jetta é que no início era importado do México e tinha excelente acabamento. Não sei em que ano foi nacionalizado e aí já viu, né?
    Quanto ao primeiro carro, ninguém escapava do Fusca….Graças a Deus eu comecei minha carreira de Brasília….rsrsrsrss

    • Phantasma

      Na verdade o Jetta que está saindo del linha era só montado no Brasil, não existe diferença de acabamento.

      • Zé Mundico

        Olha, tinha sim…pelo menos o Jetta antigo era feito no México e era outro nível. Infelizmente não sei precisar o ano em que se deu a “capada”, mas que era melhor, não tenha dúvida.

        • Era não, Zé. O meu Jetta foi um dos primeiros que desembarcaram no Brasil (abril/2011). O acabamento era esse que todo mundo conhece, mesmo. Painel curtinho emborrachado na parte superior, forro de portas digna de um Fox ou Gol, revestimento em couro sintético (de visual pobre) e console central em plástico rígido bem fraco no visual.
          Agora, o Jetta da geração antiga era outra vida. Era feito para concorrer em outro patamar de preço, já na faixa dos sedãs grandes (competia em valor com Fusion e Azera), a despeito de ser um sedã médio em suas dimensões. O Jetta VI já veio com um nível de acabamento muito inferior.

          • Zé Mundico

            Pois é,acho que é a esse Jetta que eu estava me referindo, esse antigo. Digo isso porque tive um Bora 2007 (o sedã do Golf) que tinha um acabamento impecável.

            • Ernesto

              Mas então esse que você estava se referindo, que quando foi nacionalizado ficou pior, na verdade não teve nacionalização, sempre foi importado.

    • zekinha71

      Meu primeiro foi um Jeep Willys todo ferrado.

      • Fabricio

        é nóis então.. kkkk 52

  • Legal o relato. Desses aí eu tive experiências com Fusca e Vectra MK1. O Vectra MK1 realmente era um carro espetacular, bem melhor em termos globais que o (belíssimo) MK2 que o sucedeu.
    Relatos como este acabam desmistificando um pouco aquele mantra sobre o “carro mais confiável”. Nota-se que o escriba pulou de marca em marca sempre buscando o carro que mais o agradava e atendia, sem se ater ao “amor” por uma montadora, e pelo jeito foi sempre “muito feliz”.
    Na minha experiência com carros de mais de 30 anos é isso que recomendo: permita-se explorar o mercado como um todo. Vá atrás daquilo que melhor o atenda em determinado momento da sua vida. Mudar de marca de carro, ou ao menos de categoria, é uma experiência sempre muito boa.

  • Piantino

    Meus carros e motos na sequência…

    Carros: (só tenho o Audi hoje em dia)
    1) Fiat Uno Mille 92/92 – Prata
    2) Fiat Uno Mille ELX 95/95 – Vinho
    3) VW Gol 1.0 16v 00/00 – Branco Pérola
    4) Ford Ranger CS V6 98/98 – Azul
    5) VW Golf GTI 02/02 – Prata
    6) Ford Ranger Sport 2.5 07/08 – Preta
    7) VW Fusca 1500 71/71 – Azul Diamante (2o. Carro)
    8) VW Saveiro SuperSurf 08/08 – Marrom
    9) Peugeot 307 Presence 1.6 – Preto
    10) Hyundai i30 10/11 – Preto
    11) BMW 118i Sport 11/12 – Prata
    12) Audi A3 1.4T 15/15 – Branco

    Motos: (ainda mantenho todas elas)
    CRF 230 – 08/08
    PCX 150 – 15/15 – Preta
    Triumph Tiger 800 XCA – 15/16 – Verde
    CB400II – 83/83 – Dourada

  • Murilo Ramos

    GM já acendia a luz de injeção na época do Vectra GSI? kkkkk

    Brincadeira a parte Parabéns pelo relato, só não teria trocado o Jetta pelo Sonic rs.. Tive um Jetta 2.5 e eu era apaixonado pelo ronco do motor e por coincidência também tenho um Golf Highline DSG com rodas 17’’Geneva, ja tentei trocar e não consegui, fora os valores absurdos cobrados hoje no carro zero o carro tem uma dirigibilidade, estabilidade e desempenho exemplares, bebe pouco e o acabamento é de primeira. Vou ficar mais alguns anos com ele.

  • kirig

    Parabéns ao relator.é um sobrevivente, como eu, pois sem itens de conforto e segurança, passou por décadas dirigindo. em especial por estradas bem ruins.
    Hoje pela quantidade de coisas que a se tem em um carro, e as estradas pedagiadas, o risco é mínimo.

  • Fábio A.

    Interessante os relatos. Parabéns! Também costumo ficar em média uns 4-5 anos com o carro ou chegar perto dos 100 mil km. Seguem meus carros, seguem meus carros em 19 anos que possuo veículos:

    1) Palio ELX 1.0 500 Anos 99/00 (Comprado 0 KM em 99, rodei 95 mil km, borra de óleo no motor aos 50 mil km, deu um pouco de dor de cabeça, vendi em 2006);
    2) Palio 1.8R 06/06 (Comprado 0km em 2006, rodei 108 mil km, ótimo carro, sem maiores problemas, vendi em 2011);
    3) Honda Civic LXL SE MT 11/11 (Comprado 0km em 2011, rodei 62 mil km, ótimo carro, sem maiores problemas, vendi em 2014);
    4) Honda Civic EXR 2.0 14/14 (Comprado com 14 mil km em 2014, ótimo carro, sem maiores problemas, vendi com 92 mil km em 2018);
    5) Corcel II GT 81/81 (Comprado em 2017, carro bastante original, placa preta, atualmente só roda fins de semana ou encontros de veículos antigos);
    6) Cruze Turbo LTZ 17/18 (Comprado 0km em 2018, meu carro atual, está com 3 mil km, bastante satisfeito);

  • Mayck Colares

    Nunca fiquei muito com os carros que tive, gosto muito de carro então acabo trocando pra ter novas experiências.

    1) Siena 1.0 16v elx 2001 (de 2006 a 2008)
    2) fiesta 1.0 rocam 2003 (6m em 2008)
    3) 206 1.4 feline 2006 (2008 a 2010)
    4) C4 1.6 glx 2009 (2010 a 2013) favorito
    5) I30 2.0 auto 2010 (2013 a 2014)
    6) Ds4 1.6 thp auto (2014 a 2016)
    7) C3 1.6 exclusive 2013 (2016 a 2018)
    8) 208 1.6 griffe 2014 (2018…)

    • Luconces

      Tomou gosto pelos franceses?

      Lista bem bacana!

      • Mayck Colares

        Sim hhaha, carro francês é uma paixão, pagar menos por um seminovo (só o ds4 comprei 0km com um desconto de incríveis 16mil no preço de tabela) e levar muito mais equipamentos. Nunca perdi dinheiro com meus carros, acho q dou sorte e sempre tenho paciência pra vender por um bom preço.

  • Luconces

    Muito legal o relato, Rui!

  • João Holmes

    Caraca, só carro zero a vida toda. Nunca tive o prazer de ver meu pai chegar em casa com um zero.

  • Os meus carros:
    – 1989 a 1997: Fusca 1974 no qual coloquei um motor 1600 de carburação simples zero km em 1989 – (120 mil km rodados comigo);
    – 1997 a 2000: Passat Village 1986 movido a etanol (40 mil km rodados comigo);
    – 2000 a 2002: Parati CL 1.8 1991 movida à gasolina (40 mil km rodados comigo);
    – 2002 a 2005: Vectra GLS G1 1995 movido à gasolina (52 mil km rodados comigo);
    – 2005 a 2008: Vectra GLS G2 1997 movido à gasolina (60 mil km rodados comigo);
    – 2008 a 2010: Polo 1.6 flex zero km (40 mil km rodados comigo);
    – 2010 a 2011: Polo Comfortline flex zero km (10 mil km rodados comigo);
    – 2011 a 2014: Jetta Comfortline flex zero km (60 mil km rodados comigo);
    – 2014 a 2018: C4 Lounge Exclusive gasolina THP zero km (71 mil km rodados comigo);
    – 2018…: Aircross Shine Auto6 flex zero km (3 mil km rodados até agora).
    Automáticos, somente os últimos 2.
    Carros da patroa:
    – 1998 a 2001: Gol CL CHT 1992 gasolina (30 mil km rodados com ela);
    – 2001 a 2003: Kadett 2.0 1997 gasolina (25 mil km rodados com ela);
    – 2003 a 2006: Corsa Millenium 2000 4 portas 1.0 gasolina (40 mil km rodados com ela);
    – 2006 a 2009: Corsa Maxx 1.0 2005 gasolina (50 mil km rodados com ela);
    – 2009 a 2010: Crossfox Flex zero km (30 mil km rodados com ela);
    – 2010 a 2012: Polo hatch i-motion zero km Flex (45 mil km rodados com ela);
    – 2012 a 2015: Polo sedã Comfortline I-motion zero km flex (60 mil km rodados com ela);
    – 2015… : Peugeot 208 Griffe automático (4 marchas) flex zero km (70 mil km rodados até agora).
    Somando nós dois, são quase 850 mil km rodados, é uma marca respeitável, sem dúvidas.
    De todos esses aí, o único que deu “dor de cabeça” de verdade foi o Kadett (não atoa o carro que passou menos km conosco), com panes elétrica em sequência. Mas nem culpo o carro: descobrimos um tempo depois da compra que o antigo dono fez uma “reforma” extensa nele por conta de acidente.
    O restante, o Fusca tive que fazer muitas intervenções, mas por conta de “customização” e por ter comprado o carro já muito velho. Troquei quase toda a mecânica, incluindo câmbio e motor. O câmbio que veio nele tinha relações de marcha próprias para o motor 1300 original, ficando muito “amarrado” com o motor 1600 novo que instalei (comprei na concessionária completinho, com carburados, distribuidor, escapamento, etc…).
    Os demais carros foram realmente exemplares. O melhor em termos de “expectativa / realidade” foi o Vectra G1. Carro com requinte nos materiais de acabamento que não existem mais hoje em dia, muito confortável, de manutenção fácil e relativamente barata.
    O melhor carro em termos absolutos foi o C4 THP, não tem comparação. Potente, espaçoso, confortável, extremamente bem equipado… mas beberrão.
    O carro com mais confiável de todos esses: Peugeot 208. 70 mil km sem nada pra fazer além de troca de óleo, filtros e manutenção rotineira prevista em manual (como a troca da correia dentada aos 60 mil km). Fora isso, troca de buzina aos 65 mil km. Todos os demais, considerando os adquiridos zero km, sempre tiveram algumas ocorrências em garantia para serem solucionadas, a despeito de nunca terem me dado dor de cabeça para a resolução dos problemas surgidos. Os usados são meio complicados de avaliar nesse quesito, pois sempre há alguma coisa a ser melhorada nesses casos.
    O Vectra 97 comprado em 2005 foi diferenciado em termos de “achado”: encontrei-o com 28 mil km rodados e esperei um ano para o antigo dono vendê-lo para mim. Comprei com 34 mil km rodados e fiquei com o carro até as proximidades dos 100 mil km. Até os pneus eram originais quando comprei o veículo.
    Fora isso já tive experiência com um sem fim de modelos em uso profissional. Aí entram quase todas as marcas. Mas se for falar disso, o assunto não acaba… rs.

  • Julio Capelete

    os meus carros :

    chevette bege 1979 – o primeiro carro, fiz ele todo, por dentro e por fora, isso lá em 1992 …
    chevette SE 1.6 prata 1987 – bebia muito e entrava água como todo chevette
    uno SX 1.0 – peguei zero prata 1997 – ganhei em um titulo de capitalização, primeiro carro zero, coisa boa
    palio 1.6 16v branco 1997 – ótimo carro e motor bom pra época
    parati 1.0 16v vermelha 2000 – peguei a linha comfortine, interior muito bom pra época
    uno 1.6 MPI bordo 1995 – carro dificil de encontrar, pouca gente sabe que existe
    palio 1.0 500 anos verde 2000 – bonitinho e confortável, mas manco que dói
    gol 1.6 vermelho 2000 – ótimo carro, esse modelo já peguei com air bag e abs
    golf 2.0 confortline verde 2000 – uns dos melhores que tive até hoje
    polo 1.6 branco 2003 – muito econômico para um carro 1.6
    uno ep 1.0 azul 1996 – esse até ar condicionado tinha
    fox 1.0 preto 2005 – esse era pelado e manco
    parati 1.0 turbo cinza 2002 – fiquei 3 anos com ela, só tinha o problema da limpeza da turbina
    c3 glx 1.4 preto 2006 – carro honesto, mas suspensão ruim
    punto 1.6 essence – peguei zero vermelho 2011 – motor gastão e não andava muito, pouco torque em baixa
    bravo 1.8 essence – peguei zero prata 2012 – também era gastão, mas andava mais que o punto
    i30 2.0 manual prata 2010 – ótimo carro, econômico para um 2.0 mas muito duro
    bravo t-jet branco 2012 – esse tenho saudades …..
    c3 tendance 1.5 preto 2014 – peguei para tabalhar, o mais econômico que tive
    toro 1.8 flex – peguei zero preta 2017 – experiência que não deu certo
    i30 2.0 automático preto 2011 – além de duro bebe em doses industriais
    golf 1.4 highline prata 2015 – sem dúvida o melhor que tive

  • marc west

    Mais um leitor dando banho nos profissionais da área, Parabéns pelo texto!

  • Marco Pádua

    Parabéns Sr. Rui Jappe. Pelo seu relato, o Sr. rodou 920.000 Km e, aparentemente, sem se envolver em nenhum acidente. Não sei se aqui, todos perceberam este detalhe. Nada menos que três viagens à Lua. Não tenho a mesma quilometragem rodada (690.000 Km), mas sim, um tempo aproximado de CNH e, também, sem acidentes. Meu primeiro carro também foi um FUSCA, um 1.300 L, semi-novo, comprado em 1.976. Ao contrário do Sr., rodei com ele por 18 (dezoito) anos e outros 6 anos, ele ficou guardado na garagem. Já estava na casa dos 340.000 Km, sem dúvidas um grande companheiro. Percebo que o Sr. estava num “patamar acima”, pois, comprar carro 0 Km nos anos 70 e 80 era para privilegiados.

    • Ernesto

      Ele teve um acidente com o Monza SL/E 1986.

  • Jesonias Júnior

    Depois que se tem aquele golf alemão (meu caso) fica muito difícil encontrar outro com a mesma excelente relação custo x benefício. Dilema.

  • Alexandro Vieira Lopes

    legal o relato e os comentários! parabéns pelo golf (vou juntar $$$ e espero pegar o g8 daqui uns 5 anos)
    no meu caso:

    fox 1.6 g2 (abr2013-out2017) com 75000km usados, preço compra R$40000
    polo msi 1.6 (nov2017-jun2018) com 8000km usados, preço compra R$56000
    virtus highline 1.0 tsi (jul2018-hoje) com 2000km usados, preço compra R$88000

    espero q as condições econômicas sempre me deixem evoluir! agora não abro mão de partida por botão, entrada sem chave , drl e painel digital ahahaha.

    tomara q o pessoal tb consiga sempre melhorar e que futuramente eu tenha um carro com acc !!!

  • Unknown

    Muito legal o relato, parabéns!
    Segue a minha experiência automotiva:
    – 2002 a 2007 – Fiat Uno mille eletronic 4 pts. 1993 (R$ 6.000,00) – peguei do meu primo, único dono, super conservado. Rodei cerca de 60 a 70 mil Km. Vendi por R$7.200,00. Foi um dos dois únicos veículos que consegui vender mais caro do que eu paguei (desconsiderando a inflação).
    – 2007 a 2012 – VW gol 1.6 GL 1.8 1988 (R$4.500,00) – peguei o carro bem baleado, mas como a manutenção era barata, troquei bastante coisa nele, fiz o motor, e ele ficou melhorzinho. Mas confesso que foi o carro que mais me deu dor de cabeça e gastos, apesar que o estado em que adquiri influenciou muito nisto, com certeza. Apesar de tudo isso, o bichinho andava pra caramba! Motor A.P., batia 90Km/h em segunda marcha. Vendi por R$5.000,00, no particular.
    – 2010 a 2013 – VW gol 1997 1.0 MI (bolinha – R$ 9.000,00) – peguei o carro de um amigo, pois sabia que estava super bem conservado. Apesar de ser 1.0 andava muito bem e era econômico. No GPS bati 171 Km/h, apesar de o velocímetro marcar somente até 160 Km/h. A coisa mais fácil é “colar o ponteiro” deste carro, tem vários vídeos no Youtube. Vendi por R$ 6.000,00 na troca por uma Ecosport.
    – … a 2016 – GM corsa wagon 1.0 16V 1999 – Minha esposa já tinha esta wagon quando a conheci, em 2011, portanto não sei dizer acerca do período anterior à este ano, mas de 2011 a 2016, foi um carro que também deu bastante trabalho com manutenção, além do fato de ele ser extremamente fraco! Motor 1.0 para uma carroceria wagon, definitivamente não é uma boa combinação. Mas os pontos a serem elogiados eram o acabamento (acabamento em tecido nas portas, espécie de veludo) e suspensão super confortável, além do excelente porta-malas, comum a todas as “peruas”. Eu carreguei muitos objetos enormes neste carro.
    – 2013 a 2016 – Ford Ecosport 1.6 Freestyle 2007 (R$ 29.000,00) – Bom carro, andava bem, Boa posição de dirigir, espaçoso por dentro, não gastava em excesso, mas a suspensão era relativamente frágil. Vendi por R$ 19.000,00 na troca pelo meu primeiro e único 0 Km que tive até hoje. Foi o carro que mais sofreu desvalorização.
    – 2016… – Ford Ka sedan se 1.5 2016 (R$ 45.500,00) – O carro é bom em motor, dinâmica de condução, ergonomia, porém tem falhas graves no acabamento, apesar de ter um interior muito bonito, no quesito visual, na minha opinião. Não tive até o momento problemas graves, somente problema no marcador do nível de combustível, com cerca de 45.000 Km e um barulho na suspensão traseira, desde zero, mas que nunca foi solucionado pela concessionária (na verdade é um recall branco deste carro, mas não insisti muito para resolver a questão, pois pretendo trocá-lo no próximo ano).
    – 2016… – Nissan Livina 1.6 S (24.000,00) – O carro me surpreendeu positivamente, apesar de um problema na suspensão que só consegui resolver a pouco tempo (eram as buchas do quadro agregado). Cheguei a trocar os dois amortecedores e kits dianteiros (amortecedores originais Kayaba), bieletas e bandejas, mas nada acabava com o barulho. Até que resolvi levar em uma mecânica especializada em Nissan, e descobri que o problema eram as buchas do quadro. Depois da troca das mesmas, o veículo ficou impecável. Ágil, econômico e super espaçoso. Acabamento simples, mas bem montado, sem barulhos internos, apesar de a kilometragem já estar na casa dos 115.000 km. Adquiri com 72.000 Km em 2016. Com certeza uma aquisição com excelente custo/benefício, pois se considerarmos o valor de aquisição e o que o carro entrega, chega-se fácil a esta conclusão. Tenho certeza que se vendesse ele hoje, conseguiria pelo menos uns R$23.000,00 tranquilamente, ou seja, perderia muito pouco com desvalorização.
    Desculpem o relato extenso. Abraço a todos!

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