Crossovers Matérias NA SUVs

O que são carros SUV?

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A preferência dos consumidores na hora de comprar um carro não se limita apenas a marca e modelo, mas também ao segmento. Seja por necessidade ou gosto pessoal, existem aqueles que preferem hatches, sedãs, picapes e por aí vai.



Mas nenhum outro segmento tem feito tanto sucesso no Brasil como os utilitários esportivos, ou como alguns preferem chamar, os SUVs. Mas afinal, o que exatamente é um SUV?

SUV: a definição correta

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A sigla SUV significa Sport Utility Vehicle, ou veículo utilitário esportivo. O termo original vem da sigla para Suburban Vehicle, ou veículo suburbano. Na década de 1930 um dos modelos mais populares era o Chevrolet Suburban (produzido até hoje, como mostra a foto acima), que podia levar até 8 ocupantes e muita bagagem. Seu sucesso fez outras marcas lançarem produtos similares, o que colaborou para o surgimento dessa divisão.



Por mais que o segmento tenha se popularizado em todo o mundo e muitos modelos sejam chamados de SUV, nem todos poderiam ter essa nomenclatura. Um SUV é a junção de uma perua com o chassi de uma caminhonete, o que nos faz imaginar um veículo nada confortável.

Mas era exatamente isso o que acontecia de início. Pense, por exemplo, no antigo Rural Willys, que era montado sobre o chassi do Jeep Willys, ou no próprio Chevrolet Suburban, também montado sobre a base de uma picape. Além disso, ter um lugar no grupo dos utilitários esportivos implica em algumas características específicas, como a altura da carroceria e a capacidade off-road do modelo.

O fato é que o segmento caiu nas graças dos consumidores, o que teve um efeito direto na maneira como eram construídos e até mesmo na forma como o segmento era categorizado. Se de início tinham um forte apelo aventureiro e pouco conforto, o mercado obrigou as montadoras a mudar isso, dando um “ar de carro” cada vez maior aos SUVs, inclusive em sua dirigibilidade.

SUV e Crossover nunca foram a mesma coisa

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Se no começo os SUVs só apareciam quando um novo modelo era montado sobre um chassi já existente, normalmente de uma picape ou até de um pequeno caminhão, depois as coisas foram mudando. Principalmente quando a BMW lançou a primeira geração da X5, em 1999, mostrando ao mundo um SUV com plataforma própria, construída do zero.

O problema é que modelos desse porte foram ficando impraticáveis nos grandes centros, com suas ruas cada vez mais apertadas pelo número excessivo de carros. Por mais que uma parte dos consumidores aceitasse isso (e até preferisse um modelo grande), uma outra parcela pedia por algo menor, mais compacto.

Pensando nisso, veio outra grande inovação: ter um carro com algumas características de um SUV, como a altura do solo, espaço interno maior e tração 4×4, mas num tamanho reduzido, como um hatch. E assim surgiram os crossovers, tendo como um dos primeiros representantes o Nissan Qashqai, lançado em 2007. Outros vieram depois, unindo as particularidades dos utilitários com os atributos dos sedãs, cupês e até conversíveis, como é o caso do Evoque Cabrio.

Isso deixa claro que vários modelos vendidos por aqui como SUVs, como Ecosport, Creta, Tucson, Tracker, Kicks e HR-V, na verdade são crossovers. São modelos menores e mais compactos, direcionados para o uso urbano, apesar de um eventual visual aventureiro.

É claro que essa nomenclatura não quer dizer que as montadoras não sabem em qual segmento se encaixa seu produto; elas apenas o colocam dum jeito que seja mais fácil para entender e, é claro, venda mais. Quer um exemplo claro disso? Dodge Journey e Fiat Freemont, que são exatamente o mesmo carro, eram chamados de forma diferente por suas marcas. O primeiro era um crossover, enquanto o segundo (que já saiu de linha) era um SUV.

Isso é visto até mesmo na separação da lista dos mais vendidos feita pela Fenabrave, onde crossovers e utilitários aparecem todos juntos como “SUVs”, numa lista que compreendeu em fevereiro 40 modelos diferentes (desde Duster até Volvo XC90). Outro detalhe interessante é que de início os utilitários esportivos apareciam entre os comerciais leves, segundo a legislação brasileira, mas sua popularização colocou os dados do segmento entre os automóveis.

O sucesso dos SUVs no Brasil

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Por aqui a preferência pelos SUVs (incluindo os crossovers) é vista de forma clara nos números. Levando em conta os dados de 2017, e comparando esses números com os anos anteriores, parece que o preço cada vez maior dos modelos desse segmento não tem assustado quem deseja ter um na garagem.

No ano passado, por exemplo, o segmento dos SUVs foi responsável por 22,34% das vendas, ficando atrás apenas do segmento dos hatches pequenos (Onix, HB20 e cia.), que teve 27,02%. Veja nos números abaixo como houve um aumento expressivo na procura por esses modelos nos últimos anos:

Ano – % do segmento

2010 – 7,63% (4º segmento mais vendido)
2011 – 9,49% (4º segmento mais vendido)
2012 – 8,92% (4º segmento mais vendido)
2013 – 9,49% (4º segmento mais vendido)
2014 – 10,77% (4º segmento mais vendido)
2015 – 14,87% (4º segmento mais vendido)
2016 – 17,98% (3º segmento mais vendido)
2017 – 22,34% (2º segmento mais vendido)

Afinal, o que faz um modelo ser um SUV?

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Existem alguns atributos que são indispensáveis para que um modelo seja apropriadamente chamado de SUV, como ter uma capacidade off-road. Para o Inmetro, um SUV é um modelo que tem, no mínimo, duas das quatro características:

  • ângulo de ataque mínimo de 23º, com tolerância de -1º
  • ângulo de saída mínimo de 20º, com tolerância de -1º
  • ângulo de transposição de rampa mínimo de 10º, com tolerância de -1º
  • altura livre do solo, entre os eixos, mínimo de 200 mm, com tolerância de -20 mm; – altura livre do solo sob os eixos dianteiro e traseiro mínimo de 180 mm, com tolerância de -20 mm

Se isso for seguindo ao pé da letra, até o Ford Ka Trail seria considerado um SUV. Mas as definições desse segmento mostram que isso pode variar em relação a outras características, o que torna meio confuso categorizar os utilitários esportivos. Alguns dizem que um SUV precisa ter porte avantajado e ser derivado de uma caminhonete. Outro atributo seria o espaço interno, tanto para bagagens como em relação ao número de ocupantes, que poderia chegar a 9 em alguns casos.03

O fato, resumindo, é um só: existe a definição correta do termo e existe o que o mercado deseja ter. E é óbvio que as montadoras vão se apoiar no segundo.

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  • JOSE DO EGITO

    Afinal o KWID é ou nao é um SUV ????

    • Mauro Schramm

      Não.

    • Henrique

      Não.

    • Haroldo

      Se HR-V com mesmas dimensões que um Stilo com suspensão elevada é uma SUV, KWID, Gol Rally, Uno Way também são…

      Para mim, a maioria das SUV´s são apenas marketing. Uma verdadeira SUV teriam que ter opção 4×4 e ter volume interno mínimo. Essas “SUV compactas” não passam de hatch com suspensão elevada…

      • Thiago Maia

        Então um Jeep Cherokee XJ 1990 não é um SUV, pois tem o tamanho de um Stilo. Tampouco o Troller

        De resto, você está certo

        Acontece que HR-V é um crossover, mas tem carroceria própria. Não ajuda muito na aptidão, realmente, mas passa a impressão de ser um “carro diferente” dos outros citados por você. E os desavidados acham que poderão passar “correndo” pelas lombadas da cidade

        • Nicolas_RS

          Se ler na Wikipédia sobreo o Jeep Cherokee 1990, é denominado como SUV Compacto!

          • Luis LC

            Já teve Cherokee 4×2

          • Thiago Maia

            Por isso mesmo eu citei. Quis dizer que há um suv compacto, e não é por ser compacto que será crossober

        • Haroldo

          Thiago,

          As dimensões do FIAT STILO e do HRV são bem semelhantes, principalmente se elevar em 5cm a suspenção do stilo e desconsiderar as pontas nos parachoques e teto do H-RV para elevar suas dimensões, por isto utilizei ele como exemplo. Logo quando lançaram o HRV minha grande decepção foi ve-lo ao lado de um Chevrolet SPIN, o HRV sumiu…

          Mas não só o HRV, outros pseudos SUV também tem o nome somente para vender mais. Acho que a indústria deveria achar um novo nome ou separar de verdade o que é SUV e o que é Crossover. SUV teria chassis. Crossover seria mistura de estilos. Hatch de suspensão elevada (HRV) não poderia ser classificado nem como crossover, para mim…

          HRV: Comp 4,294 / Altura 1,586 / Largura 1,772 / entre eixo 2,610
          Stilo: Comp 4,253 / Altura 1,535 Se elevar a suspensão fica igual inclusive altura em relação ao solo / Largura 1,756 / entre eixo 2,600

        • Leandro

          Isso, pois toda hora parece um aqui defendendo a compra desses “SUVS” por conta dos buracos das ruas brasileiras. Gostaria de entender se a suspensão do HRV é mais resistente do que de um Golf ou Focus.. Na verdade é só uma ilusão, por não raspar o fundo, o cara acha que o carro aguenta. Quando for fazer a suspensão verá que tá tudo ferrado.

      • Rodrigo

        HR-V não é SUV, é um Crossover compacto.

        • Haroldo

          Para mim nem isso ele é. Ele é um Hatch grande com suspensão elevada. Ele é mais parecido em posição de dirigir por exemplo a um hatch grande nos moldes dos vendidos a 10 anos atrás (Focus antigo, Stilo, Astra), só que com suspensão elevada…

    • beto

      Jamais.

    • Nicolas_RS

      Kwid não é nem carro para falar a verdade!

    • REDDINGTON

      NÃO!!!

    • Leandro

      Não.

    • Rodrigo

      Não.
      é um Sub-compacto.

    • 1 Raul

      Não. Ele é mais que um SUV!

  • Daniel dia-luís

    Suv é o Honda CrossFit.
    Ops, Honda Wesley-Rv.
    Ops, Honda Wrv.
    O Fit de suspensão levantada, plásticos aventureiros e mesmo motor 1.5 de 100 cavalinhos.

    As montadoras utilizam essa denominação “SUV” pra tirar mais dinheiro de alguns consumidores desavisados, que compram gato por lebre.

    • Raimundo A.

      Compra gato por lebre quem quer. As pessoas não se informam porque não querem. Hoje, há vários meios para comprar um veículo com mais segurança e identificar que grupo ele pertence, suas características, etc.

      Já vi apresentador de TV famoso, que migrou para esta área, dizer que tem veículo importado, mas não recorda do nome e se tem tais itens instalados. Conhecido foi perceber que seu veículo tinha frenagem automática de emergência ou anticolisão quando outro veículo entrou a sua frente muito próximo e o seu automaticamente acionou os freios para não bater. Se o sistema não estivesse ativo por padrão, nem perceberia que tinha tal recurso porque provavelmente nem se deu ao trabalho de consultar o manual para ver o que tinha de série.

      No caso de segurança, tenho dito e vou contra matérias que alguns da mídia divulgam. O povo aqui não valoriza a segurança como deveria e não paga para ter isso se for um opcional a maioria. Associa certos itens a estética como um repetidor de seta no retrovisor porque deixa mais bonito ou o produto já tem vários itens de segurança de série podendo pagar por tal versão. Se houver itens opcionais de segurança mais eficiente, vão deixar estes em segundo, terceiro plano, dando preferência aos de conforto e conectividade. É só ver quanto o Compass, por exemplo, que vende muito, não tem o ACC, opcional que faz parte de um pacote com outras tecnologias restrito a alguns versões.

      • Leandro

        Já vi dono de HRV teimar comigo que o carro é 2.0, acredita? Olha a que ponto chega o poder de convencimento da montadora, o cara compra um HRV e acha que a base e motor é do Civic, por estar na mesma faixa de preços. Mal sabe ele que ele é um Fit com sobrepreço.

  • Raimundo A.

    Esse é um assunto que temos a interferência comercial sobre legislações que não ajudam muito e definições baseadas no passado que foram evoluindo para novas formas de produção.

    É problema similar, mas parece que alguns estão compreendendo, sobre o termo automático em caixas de marchas. Automático apenas sinaliza que o veículo tem uma caixa de marchas que consegue trocar as para deslocamento a frente sem intervenções constantes do condutor como há num manual.

    Todavia, associaram o termo ao tecnologia primária de conversor de torque que foi se aperfeiçoando ao longo do tempo e outras tecnologias também passaram a usar como a CVT. Aí, um bando reclama que se um fabricante diz que um veículo tem câmbio automático, mas usa caixa manual que foi automatizada (termo aplicado a processo) , está mentido. Não está porque uma coisa é automático, autonomia que a transmissão tem para executar as trocas sem intervenção do condutor, e outra é a tecnologia dessa transmissão, foi automatizada, para permitir tal forma de condução.

    Deveriam questionar porque chamam uma caixa de marchas com dupla embreagem de automatizada se era foi construída desta forma. Não é porque sua arquitetura segue a de caixas convencionais com trocas manuais que justifica o termo automatizado. Se houvesse uma caixa de dupla embreagem manual no mercado e esta ganhasse elementos para ser automatizada, faz sentido, como ocorre com as mono embreagem. Criar uma caixa de marchas que nasce com capacidade para trocar as marchas sozinha não sofre automatização. É uma evolução de uma arquitetura (caixa de marchas manual) tendo os elementos que permitem as trocas de marchas de forma autônoma (elementos extras a uma caixa manual).

    É, por outra forma, o que alguns fabricantes tem adotado em veículos chamados de SUV, que antigamente além de ter o 4×4, este estava associado a uma caixa de redução. Há vários produtos no mercado se valendo de caixas de marchas com maior número de relações onde a primeira marcha ou algumas mais baixas fazem o papel de reduzida poupando peso ao eliminar uma caixa dedicada. Essa medida complementada a controles eletrônicos mais eficientes de tração criam o efeito reduzida, mas uma vertente considera limitada tal solução ao comparada a veículos em uso off-road que tem a caixa redutora dedicada capaz de atuar sobre todas as marchas.

    • Rodrigo
    • Luis LC

      “mas uma vertente considera limitada tal solução ao comparada a veículos em uso off-road que tem a caixa redutora dedicada capaz de atuar sobre todas as marchas” – isso não é uma opinião, é fato! Caixa reduzida e bloqueio de/entre eixos é fundamental para offroad. A primeira encurtada serviu apenas para homologar o diesel em alguns carros

      • Rodrigo

        A Engesa adotou a primeira reduzida para não fazer uso da caixa reduzida. o motor era o do opala 4cc ou de 6cc.

        • Luis LC

          Exato, o EE12 (uso militar) e o EE4 (civíl) usavam uma primeira bem encurtada. A explicação é que o EE12, de onde derivou o EE4, foi projetado para acompanhar tropas de infantaria em deslocamento, a primeira então era a velocidade de curso em cruzeiro

  • FearWRX

    Só é SUV pra mim quando é montado sob longarinas, tirando isso, é uma tralha pra subir rampa de shopping e mostrar que a pessoa é desprovida de alguns neurônios pra pagar 20, 30, 50 mil dependendo da faixa de preço, a mais por um carro que não tem 1/10 da praticidade de uma perua, bebe mais que muito V6 e por dentro é um hatch médio no máximo.

    • Raimundo A.

      Então quer dizer que um Range Rover não é um SUV só porque não é feito sobre longarinas e não sobe apenas rampas de shopping, mas rampas de terra com inclinação que shopping não colocaria para veículos de passeio não ter como entrar?

      • Thiago Maia

        Verdade. Parte dos Suvs já haviam evoluído (Cherokee de segunda geração, alguns land rover) e não se tornaram crossovers por isso

        foi um segundo passo e momento da indústria que trouxeram os crossovers, agora maioria no mercado.

      • FearWRX

        Entendi foi nada, acrescenta umas vírgulas aí pra eu entender melhor, obrigado.

    • Mauro Schramm

      Montar o carro sob as longarinas traria sério desconforto aos ocupantes.

      • No_Name

        Kkkkk. O certo seria SOBRE.

        • Jorge

          Talvez ele queira colocar o carro debaixo das longarinas…. vai saber…

  • No_Name

    O nome já diz tudo: veículo UTILITÁRIO esportivo. Portanto, carros derivados de utilitários, como pickups feitas para o trabalho (com chassis a parte) ou jipes feitos para trilhas e todo-terreno e não pickups de passear no shopping. Modelos derivados de carros de passeio são crossovers (um misto de estilos) e ponto final.

  • Mauro Schramm

    Como classificar Renegade e Compass em suas versões 4×4?

    • São crossovers.
      SUV raiz, é Grande (Pick-up + Perua). Os crossovers são “SUV´s” compactos (Hatch + Perua/Pick-up), pois nem todas as cidades tem ruas largas iguais as americanas onde carros grandes rodam a rodo. Sem falar nos estacionamentos dos centros comerciais.

      • Raimundo A.

        Um Range Rover não é compacto, mas grande, montado sobre plataforma atualmente e projetado para atender aplicações off-road. Sendo assim, não é porque é compacto que é crossover. Quando se fala em SUV raiz, derivado de picape montada sobre chassi, os veículos monobloco originados de veículos de passeio seriam crossover porque mantém a base.

        O problema é que mudar a arquitetura, antes chassi e usar plataforma exclusiva para veículos SUV, não passa por modificações que atribuí-se a um crossover (derivado estruturalmente de outro produto ou que agrega conceitos de diferentes categorias). Assim, há SUVs montados sobre plataforma.

        Todavia, com plataforma modulares para reduzir custos e essas podem ter especificações para aplicações off-road, veículos SUVs antes com plataformas exclusivas, ao adotar plataformas comuns a veículos sedã, sw, etc, maiores, apenas mudando parâmetros para aplicação fora de estrada, podem ser tratados como crossover.

        Não é porque tem chassi que pode ser apenas SUV. Vai depender do projeto e se este usaria sua base com produtos de outras categorias.

        • Mauro Schramm

          À luz de suas colocações, como você classificaria esses dois modelos?

        • Nicolas_RS

          Se olhar vídeos e fotos da Range Rover da a sensação de ser um carro super grande, do mesmo porte de uma Nissan Frontier, mas a olho nu, é bem pequeno se comparado a fotos e vídeos.

      • Mauro Schramm

        Mas se existem SUVs “raiz”, deve haver os SUVs “nutella”. rsrsrs

    • Raimundo A.

      Alguns dirão crossovers, mas a legislação os coloca como SUVs. Mesmo com o 4×4, Renegade e Compass têm parâmetros acima diferentes a depender da versão, país onde é vendido (legislação mudaria).
      O Renegade e Compass são vendidos em vários países com a tração 4×4 usando o para-choque frontal da tração 4×2. Aqui, a Jeep vendeu e ainda não vi um, o Compass Sport flex 4×4, para-choque do flex 4×2, cujo ângulo de ataque é menor e tem vão livre dos 4×2, menor comparado aos 4×4 diesel e estes é pouco menor ao Trailhawk.

    • Rodrigo

      Crossovers subcompactos.
      Só no Brasil são chamados de SUVs, equivocadamente.
      https://www.noticiasautomotivas.com.br/suv-ou-crossover/

      • Mauro Schramm

        Compass subcompato? Tem certeza?

  • leitor

    Isso mostra o quanto se quer falar mais do que se sabe. Muitas coisas se fala por aqui com nomes de outro lugar, até mesmo diferente que o próprio lugar chama. Há um tempo atrás se sabia muito bem o que eram os carros coupê, sedan, perua e depois chegou o hatch. Até normal que os carros tenham estilo novo ou com características de mais de um estilo, afinal o conforto e utilização devem falar mais alto. Mas num tempo como hoje que se pode conhecer mais rápido e ficar na dúvida mostra que o nome do estilo do modelo está contando mais que o próprio nome do carro. Como o texto está, entendi que um SUV está mais para carros como SW4, X-Terra, Santa Fé etc. Creta, Ecosport, WR-V, Quicks são outra categoria, até mais adequada ao uso na cidade.

  • leitor

    Aí a pessoa vai comprar um carro com alguém da família.
    – Achei esse SUV lindo, por que não compra?
    – É lindo mesmo. Mas não é um SUV, é um Crossover, muito bonito.
    – Viche! Não gostei! E aquele ali? É o quê?
    Sinceramente comprar um carro porque é ou não chamado de SUV é uma coisa assim. Pior é que pelas histórias que se ouve é bem assim. Um vendedor que confunde não merece nem a recomendação.

  • leitor

    Aí a pessoa vai comprar um carro com alguém da família.
    – Achei esse SUV lindo, por que não compra?
    – É lindo mesmo. Mas não é um SUV, é um Crossover, muito bonito.
    – Viche! Não gostei! E aquele ali? É o quê?
    Sinceramente
    comprar um carro porque é ou não chamado de SUV é uma coisa desse jeito. Pior
    é que pelas histórias que se ouve é assim mesmo. Um vendedor que confunde
    não merece nem a recomendação.

  • o que é um suv? um carro que não tenho mesmo nenhuma vontade de comprar

  • Lucas086

    Cada vez mais a piora das estradas brasileiras, ajuda na venda desses “suvs. Mas o consumidor pensa que esse carros são indestrutíveis, e ai começam a igonara buracos e lombadas … e é aí que começa a dor de cabeça, quando a conta chega. Eu não teria esses suvs por não gostar e não ter utilidade pro meu uso, nunca deixaria de estar em um bom sedan alemão para estar em um compass, por exemplo, mas reconheço que os tais “suvs” vieram para ficar.

    • Raimundo A.

      Existe bom SUV alemão, vide um Cayenne, GLE, etc, A questão é pagar caro para ver os outros por cima e em muitos casos, não usa suas aptidões fora de estrada. Logo, onde passa um sedã alemão, rua um pouco alagada, passa um SUV. Se a rua estiver muito alagada, aposto que dono de sedã e SUV alemães não irão passar para não ter problemas depois manutenção. O primeiro porque não daria mesmo e o segundo porque se algo ocorrer, o prejuízo vai ser alto.

  • Thiago Maia

    Tamanho não faz um SUV. Tampouco ser construído em “base de picape”.

    A Jeep já fazia picapes monoblocos com a segunda geração do Cherokee e não perdeu o direito se ser SUV por isso. Perdeu um pouco de aptidao com Compass e Cherokee, mas ainda acima da média do segmento, e com versões Trailhawk que são SUV, de fato

    O que faz um SUV é altura do solo + estrutura reforçada para fora de estrada ( o que geralmente.resultava em.plataformas específicas para.isso) + peaticidade no uso + menor dinâmica de condução em relação aos sedas, Hatches e peruas bem construídos

    O que acontece é que muita gente não precisava do SUV e queria apenas um carro alto. E foi o que as.montadoras lançaram. Alguns ao menos, tem carrocerias e alguns reforços próprios. Outras são só um hatch levantado

    Fora SUVS convencionais e crossovers, há os “todo terreno” ou jeeps (sim, os americanos assim chamavam independente de marca). Esses últimos, são chamado de SUV all terrain

  • Erivelton Freitas

    Pelo fato de ter o S de Sport, deveria ter uma obrigatoriedade de todo SUV que é SUV mesmo de vir com Tração 4×4 desde a versão de entrada.

  • Pietro_Turbo

    Ou seja:
    SUV Nutella: construção monobloco e tração dianteira. Ex.: HR-V, Ecosport, Renegade, Creta.
    SUV-Raíz: construção de carroceria sobre classes e 4×4. Ex.: Suz Jimmy, Trailblazer, SW4.
    Nos EUA há uma categorização diferenciada chamada de CUV, que são os modelos monobloco com alguma capacidade off-road. Ou resumidamente Crossovers 4×4.

  • Ricardo

    Deveria ter sigla de CDV: carro de viado ou CDM: carro de mulherzinha ou de mané. Haha

    • VINÍCIUS FREITAS DE SOUZA

      Tá né

    • REDDINGTON

      Tá Serto…Cayenne, Urus mandam um salve…

      • Ricardo

        Daí são viados e manés milionários. Haha

  • Ricardo

    F-1000 Tropical era uma SUV.

  • KevinGR

    SUV obrigatoriamente tem que ser um carro para todo terreno, ou seja, 4×4 com reduzida e bons ângulos de ataque e saída além de boa altura em relação ao solo, não esquecendo de uma suspensão e chassi/monobloco parrudos.

    Pegue esses números do post, mas sem as tolerâncias, e já temos um bom “mínimo aceitável”

  • André Andrews

    A tradução de SUV que está no texto – e que quase todas as pessoas usam – está errada.

    Tudo resulta do mau entendimento do idioma inglês que começou traduzindo-se SUV (sport utility vehicle) como veículo utilitário esportivo
    ou simplesmente utilitário esportivo, quando o correto seria veículo utilitário esporte ou utilitário esporte.

    ‘Esporte’ nesse caso tem significado de ‘lazer’, tanto quanto traje esporte, paletó esporte. Justamente para diferenciar de ‘utility vehicle’, utilitário, que significa veículo de trabalho. Então criou-se o ‘utilitário para lazer’ ou utilitário esporte. Se os americanos quisessem dizer ‘utilitário esportivo’ teriam-no descrito como sports utility vehicle.

  • Leandro

    Essa definição do Inmetro é ridícula, com certeza teve lobby de montadora por trás para escreverem isso. Pra ser SUV é só ser alto?

  • Rodrigo

    Notícias automotivas. Temos um artigo aqui mais coerente. mesmo que mais antigo: https://www.noticiasautomotivas.com.br/suv-ou-crossover/

  • toninho

    São veículos, beberrões, grandalhões com manutenção cara, seguro nas alturas, projetados para andar em ruas brasileiras (buraqueira), visado por ladroes e usado de forma incorreta por bichinhos urbanos e frequentadores de shopping centers para tentar suprir alguma deficiência. OU SEJA CARROS QUE POSSUEM UMA FINALIDADE MAS ESTÃO SENDO USADOS DE FORMA INADEQUADA.

  • Yuki Ohashi

    Excelente matéria.

  • Mauro Banqueiro

    SUV toyota land cruiser

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