Ford Sedãs Volkswagen

O retorno dos consagrados

ford_escort_concept_1

No recente Salão do Automóvel de Xangai foi noticiado um novo conceito com um nome conhecidíssimo por nós, brasileiros, mas que há muito considerávamos morto e enterrado como lançamento: o Ford Escort. Pelas características do design do carro, mais parecia ser um modelo de produção do que realmente um conceito a servir de laboratório em salões por mundo afora. Porém, aqui no Brasil lemos algumas notícias de nomes de sucesso em nosso mercado, mas que não imaginávamos vê-los de volta.

Vamos a alguns casos nacionais. Primeiro o Voyage. Fruto de um projeto ousado da Volkswagen, que precisava redesenhar a fundo o Golzinho, seu sucesso de vendas. Basearam-se no desenho do modelo de origem da década de 1980, porém não partiram originalmente do hatch para depois adaptarem o sedã. A única dúvida veio com a questão do nome: chamá-lo de Voyage mesmo ou de Gol Sedã? Por sorte – ou graça do bom gosto do destino – reviveram o nome.

Sucesso imediato, pois muitos dos consumidores conservadores que deixaram a Volks por terem ficados órfãos do modelo, haja vista não encontrarem no Logus ou no Polo sedã um substituto à altura, viram-se acampados uma vez mais. A decepção só veio mesmo com aquele motor 1.0 que fervia com quilometragem baixa ou fundia, por erro de especificação de óleo. Uma situação extrema que feriu violentamente a marca de robustez que o carro uma vez apresentara. A Volks se viu louca com a situação.

ford_escort_concept_2

Ultimamente se fala do retorno do Santana, preenchendo um espaço que existe na gama da marca, em função do novo nicho de sedã de baixo custo inaugurado pelo Logan e depois seguido por Chevrolet Cobalt e Nissan Versa. O Polo, modelo infelizmente cansado, mas de boa relação custo/benefício, não atende mais a estas especificações de mercado e sofre com a vinda de modelos mais modernos e de design contemporâneo. Espaço aberto para o Santana.

Também seria uma grande chance de a Volks retornar com a liderança entre os taxistas, que se viram órfãos com o fim do modelo. Muitos até afirmavam que era a maior burrice da empresa em tirar um carro tão bom da linha de produção. Este tipo de afirmação só demonstra como é a consciência retrógrada do consumidor, que não exige muitas mudanças nos portfólios de opção. Como exemplo disso há o Citroën Xsara Picasso, que hoje mantém público cativo, com um desenho que há anos não leva nem um toque de modificação. O próprio Polo também serve como exemplo. Há vários outros casos por aí.

volkswagen_santana_3

Com o Escort, a Ford parece que não seguirá a mesma fórmula. O desenho não lembra em nada modelos anteriores. Está muito mais condizente com a atual linha de desenho adotada pela empresa. Porém, parece que não há espaço para ele na linha de produção. Sabemos apenas que o Fiesta Rocam vai perdurar por mais alguns anos até que a modernização das linhas do Ka aconteça, que passara a contar com uma versão sedã, substituindo, assim, o atual Fiestinha. O desenho do modelo conceitual do Escort pode até servir de base para o novo Ka. Quem sabe, até remotamente, substituir o nome Ka pelo consagrado nome Escort. Apenas especulação.

O Fusca, voltando à Volks, pertence a outra linha de retorno. Nesta mesma se encontram carrões como Dodge Dart e Charger, Chevrolet Camaro e Ford Mustang. Carros que reviveram parte da aura de seus antecessores. Parte, pois o atual Fusca não lembra em quase nada o que era o antigo Fusca. O atual e o antigo são verdadeiros carros de colecionadores, um pelo saudosismo, pela lembrança ou prazer de se montar um carro antigo, diga-se de passagem, fácil de montar pela grande disponibilidade de se encontrar peças; e o outro pelo preço mesmo. É um carro de nicho.

E esta linha retrô parece que não vai parar tão cedo. A Citroën acabou de trazer para o Brasil a sua gama de luxo DS. Carros lindos, com desenhos ousados, magníficos. Eles revivem a aura do que foi a linha DS de seus antecessores, que conjugavam ousadia e requinte. Os DS 3, 4 e 5 são boas traduções desse conceito. Na internet, vez ou outra vemos projeções de modelos consagrados no Brasil. Há muitos fãs que afirmam comprar caso voltasse à linha de produção. Mas será que o mercado está se rendendo ao passadismo de suas próprias histórias? Muito leviano afirmar.

Porém, não nego, é bom saber que um dia esses carros históricos podem voltar. Semana passada fui fazer a vistoria de meu Escort 1995/1996 modelo europeu, fruto da antiga parceria da Ford com a Volks que gerou a Autolatina, dono de um motorzão AP de ronco inconfundível. Na minha frente um Opalão 1992 preto lindo lindo. Impecável. Ficávamos conversando eu e o dono do Opalão. Juntamos pessoas em torno dos carros, que admiravam o som de seus motores e o desenho que parece eterno, incansável. Foi prazeroso viver aquela situação de voltar vinte anos e parecer possuir um carro zero. Será que viveremos mesmo isso tudo com as nossas montadoras aqui no Brasil? Imagina se a Chevrolet revivesse o Chevette? Venderia tanto assim de novo?

Por Marcio Calixto





  • Renato_Valente

    Se a GM lançasse o OPALA novamente com certeza atrairia muitos fãs de volta. Porém teria que ser um carro marcante como outrora foi o Opala.

    • AventadorMan

      Te garanto que se o nome do malibu fosse opala teria feito sucesso.

    • tasatanazio

      seria um carro no lugar do malibu

    • Viniciusvs

      se chama Camaro ( calma estava brincando kkk )

    • Ouvi boatos que o Chevrolet SS viria da australia como Opala SS. São boas que circulam são caetano…

    • Jason

      Já eu penso que o mais correto, para não desvirtuar o nome do carro e o que ele representa, é deixá-lo na memória do bom carro que ele foi durante anos no Brasil, e ainda é sonho de consumo e objeto de admiração de muitos.

      • Jymonotaka

        Já dirigi opala, um 4 cilíndros ano 89. Achei o carro horrível, creio que na época era um carro bom comparado aos outros que tinha no mercado. Só que convenhamos, há erros de projeto que fazem o console quebrar, parece que também há um erro na suspensão frontal e aquela traseira tão leve que o povo coloca barra de ferro ou saco cimento pro carro não sair de traseira. Sem contar isso, achei completamente horrível ter que olhar num retrovisor que é a frente da direção, fazendo eu girar muito o pescoço e mesmo assim não obtendo uma boa imagem. O painel é simplão, tanto no design, quanto no material que o compõe.
        Acho MESMO que ele era um carro bom comparado com os outros da época, mesmo já sendo ultrapassado no mercado do 1º mundo quando lançou aqui no final da década de 60. Tanto é que quando começou a aparecer carro importado no começo da década de 90, o opala acabou.
        Contudo, acho que faria sucesso, pois o povo da geração opala meio que o idolatra e muitos passaram isso para a próxima geração. Tanto é que tem muito jovem por ai querendo ter um opala.
        Acho o design externo de 2 modelos do opala (sendo um deles da década de 70) até que bonito, mas ao abrir a porta não há dúvida de que não quero aquele carro.

  • yuri calmon

    A FORD nunca deveria ter deixado de produzir o ESCORT !!!B)

    • Leandro1978

      Entrou o Focus em seu lugar, porém não é tão carismático quanto o seu antecessor, ao menos na minha opinião.

      • alex

        Bom, se tem mais ou menos carisma eu não sei, mas acho que a Ford está satisfeita por ter substituído o Escort pelo carro mais vendido no mundo atualmente.
        O Focus sempre foi considerado uma excelente carro no seu segmento, referência em dirigibilidade, etc..
        Não sei por que esse saudosismo.

        • Leandro1978

          Óbvio que está, ou já teria saído de linha há tempos, não?
          O Escort também era muito bom em seu tempo. Tanto que foi fabricado por "apenas" 35 anos…
          Não é questão de saudosismo. Falar que um carro é mais carismático que outro, não quer dizer que seja melhor. Apenas acho que, para mim, o Escort marcou mais, p.e., com versões como a XR-3 conversível e a normal, a JPS (inspirada na Lotus F1), etc.

          • paulluis

            O XR-3 era o máximo na época, carro muito bonito, acho que era o mais bonito de todos os nacionais, estilo único.

          • Alex

            Ninguém disse que o Escort não era bom, só disse que foi substituído por um carro excelente.
            E é claro que te marcou mais. Se você é de 1978, como sugere seu nome, estava começando a se entusiasmar com carros quando o Escort XR-3 era "o carro". O que você considera maior carisma é simplesmente uma questão de geração (e, me desculpe a insistência, de saudosismo mesmo).
            E como você mesmo disse, o Escort tem muito mais história que o Focus.

            • radiobrasilcombr

              O Escort era famoso por sua "estabilidade"…. ou melhor, falta dela.

              • millemiglia

                O Escort era um carro estável embora tivesse suspensão muito macia (exceto XR3) que fazia a carroceria rolar (inclinar) bastante em curvas mais fechadas. Isso era comum na linha Ford naquele tempo. O Corcel e o Del Rey exibiam o mesmo comportamento. O Escort XR3 tinha suspensão mais dura e rolava bem menos em curvas fechadas. Aliás, os melhores anos do XR3 são os seguintes: 84, 89 (com motor 1.8) e daí até o final da linha XR3. O motivo de ter deixado os anos de 85 a 88 de fora é que em 85 a Ford mudou a barra estabilizadora dianteira e o modelo ficou mais passarinheiro. Em 89, ao lançar o modelo com motor 1.8 a barra estabilizadora dianteira voltou a ser a mesma do modelo 84 e isso trouxe de volta a estabilidade precisa que eram excelentes no modelo 84.

              • Marco_ABP

                Tive 4 Escorts (L 84, XR3 86, GL 88 e XR3 93). Desses, só sinto saudade dos XR3 86. Você "vestia" o carro. Passava uma sensação de muita estabilidade. O pior deles foi o XR3 93. Era ápoca de Autolatina e as coisas ruins do carro eram justamente as coisas feitas pela VW (motor AP2000 e câmbio de alguma geração de Golf). O motor só trabalhava com termômetro perto da faixa vermelha e queimava óleo com gosto…
                Desse XR3 93 (muitos anos com ele) eu passei pra primeira geração do Focus. O susto foi imenso! Sob vários aspectos, o Focus dava um banho no Escort. Mesmo sendo mais alto e com pneus mais estreitos, fazia curva muito melhor que o XR3. O motorzinho 1.8 dava um banho na josta do AP2000…

                • Vanleon

                  Mas aí tu força neh? compara um carro de 93 com um de 2000 fica difícil, no mínimo se compararia ao zetec que começa a mostrar o conforto da gerações atuais da ford, que mesmo assim não consegue chegar perto do focus, e aliás nenhum concorrente chega perto do focus mk1 em dirigibilidade e conforto, todos sabem disso.

            • paulluis

              O problema é que hoje os carros são todos muito parecidos, parece que foram desenhados pela mesma pessoa, falta criatividade, não tem carisma nenhum, isso não é só saudosismo, é a realidade.

  • Matt

    Daqui a pouco volta a Brasilia rsrs

    • Everton

      Brasília não é um nome bem quisto pelos brasileiros. Lembra muita M…

      • Michel Vagner

        Verdade!! Mataria o carro!! huahuahua

    • Leandro1978

      Uma dessa, eu não reclamaria:

      <img width="550" src="http://4.bp.blogspot.com/-xlsV3CTS91A/TgAAZLUxUBI/AAAAAAAAF1M/Y5rzLFJbPlw/s1600/brasilia1_1024.jpg"&gt;

      Fonte: Irmão do Décio

      • radiobrasilcombr

        Fugiu da proposta… o Brasilia nao era uma perua?

        • Leandro1978

          Não. Era um hatch, tanto que seria mais correto chama-lo de "o" Brasília. Perua era a Variant.

          • Fellipe

            exato…

        • Michel Vagner

          Este carro foi lançado em 1973 como o VW 1600 Brasilia, um hatchback concorrente do Chevette e não da Belina, por exemplo.
          Era "O" Brasilia e não "A" Brasilia. Mas se popularizou no feminino e por conta do formato da carroceria que "engana",
          muitos pensam que é perua, mas se tratava de um hatchback. Inclusive diz a lenda que o Brasilia inspirou o primeiro
          Golf lançado em 1974 na Alemanha.

          • millemiglia

            Se não me engano a Brasília foi inspirada no Mini. O detalhe é que ela era 1,01 m maior que o Mini original (4,06m contra 3,05m).

  • AndredeAzambuja

    Eu acho que tem que ser mais ou menos assim mesmo, uma releitura de um carro que deixou saudades já seria um grande impulso pro sucesso inicial do modelo. Se por exemplo a FIAT largasse mão do Linea e lançasse uma boa releitura do Tempra, voltaria a brigar pela liderança, não tenho dúvidas.

    • Leandro1978

      Parece que vão fazer um sedan baseado no Bravo e com a traseira do Viaggio. Não sei se será tão cativante quanto o Tempra. De qualquer forma, o segmento dos sedans médios parece tomado de tal forma por Civic e Corolla, que me parece difícil mudar de mãos tão cedo.

      • Viniciusvs

        vai ser uma especie de Marea 2015?

  • dudupruvinelli

    E a Kombi, quando volta? Ohh wait!

    • Geanmatheus

      kkkkkkkkk, e estrelando: "A volta dos que não foram"

  • ernestojr

    Landau , D20 , Gol GTi , Corsa GSi , Vectra , pode ter certeza que pedem para reviver esses nomes .

  • Vitão

    Chevette? Não precisa reviver o nome, já temos o carro em si, seria o Corsa Classic kkkkkk….

    O GM deveria é reviver o Monza, um carrão q marcou a época….. Lembro q aos Domingo as avenidas ficaram repletas de Monza, Diplomatas e Opalas da vida…..

    Tempo bão kkkkk

    • alexhmoraes

      Exatamente o que eu iria falar, Chevette hoje é o Classic que vendeu tanto quanto seu antecessor. Sucesso no Brasil desde 1995 quando ainda era chamado Corsa Sedan > Corsa Classic > Classic Life/Spirit/Super > Enfim Classic LS.

      Dois carros da GM que marcaram demais, Monza e Vectra (Quadrado)

      • giodoesitbetter

        Vectra quadrado?

        • Eugenio C.

          Prefiro o Omega bolinha.

        • Leandro1978

          Talvez ele se refira à primeira geração, o Vectra A.

  • Gabriel Marques

    Não vejo problema em batizar carros novos com nomes antigos, o Civic é Civic desde 1970 e tanto, assim como o Corolla é Corolla desde sempre. Pra quem não sabe, o Opel Kadett foi Opel Kadett desde a década de 30 até sair de linha em 1991 (Europa). A GM tem lançando carros com nomes novos e muitos desses viram motivo de chacota, tal como a Spin.

    • Eugenio C.

      Meu avatar é um Kadett Coupe 1970 :)

      • ALVIN1982

        E o meu avatar é o que realmente a toyota faz com os brasileiros, (observe o emblema de ponta cabeça e imaginações terás, inclusive o nome) rssrsrssrs… Desculpem Toyoteiros…

        • Eugenio C.

          Hahahahahahahahahaha!

  • Pão

    ''A Volta Dos Que Não Foram'' – seria um título bem apropriado para esta matéria.

  • Viniciusvs

    um carro que seria bem legal mas que não teve nesta atual geração é a Toyota Fielder

    e seria interessante também como na decada de 90 que tinha importado um Civic hatch com a frente do atual e traseira hatch acho que ficaria interessante

  • rodrigorsr

    Ao autor do texto: o Xsara Picasso já saiu de linha.

    • giodoesitbetter

      E Mustang nunca saiu de linha para ter um retorno.

      • millemiglia

        Sim, o Mustang saiu de linha por algum tempo. Se não me engano ficou uns 3 ou 4 anos fora de linha e retornou como uma releitura do modelo 64.

        • Samuka1972_UV

          o Camaro Saiu de Linha e voltou, o Mustang nunca parou.

  • Geanmatheus

    Hoje eu vi um carro que me chamou muita atenção, que é raro de se ver na cidade: um Veraneio.
    Como a tendência do mundo agora é o SUV seria uma boa pedida.

    <img src="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/chevrolet-veraneio/imagens/chevrolet-veraneio-7.jpg"&gt;

    • Tosca16

      muito raro a não ser em museu das Polícias e aqui infelizmente depenadas sendo carro de feirantes ou de propaganda(aqui tem um que anuncia os enterros, eventos e lojas… os demais são caravans)

    • netovski

      A Veraneio é produzida até hoje nos EUA, é um dos nomes mais antigos em produção até hoje. Veraneio foi o nome dado aqui no Brasil à Chevrolet Suburban. Aí:
      http://imguol.com/2013/01/24/chrevrolet-suburban-

      • Geanmatheus

        Bacana, bom saber.

    • kikofar

      Só me lembro da música da Capital Inicial: "Veraneio vascaína, vem dobrando a esquinaaaaaa!" rsrsrs Sinônimo de carro de polícia (e não ficava um na rua quando ela aparecia! kkkkk) e de ambulância do antigo INAMPS. rsrsrs

    • EduardoP

      Lindona….e beberrona!!! Hoje só no gás.

    • Antonio_Brust

      Eu diria que sua substituta é a Grand Blazer (Silverado cabine fechada)

      • Eugenio C.

        A Grand Blazer se chamava Tahoe nos EUA, sendo menor que a Suburban.

  • Tosca16

    Queria é que nunca tivesse retirado as F1000 e D20, poderiam respectivamente ser um modelo entre as Ranger e S10; sempre numa versão simples , duas portas e diesel .

  • CharlesAle

    UM carro só se justificaria voltar se ele teve bons predicados,o escort é um carro que deixou saudades,pois era um carro mais ou menos do porte do gol,de rodar confortável,econômico,resistente e muito durável,sei porquê tive todas as versões,menos a zetec 1.816v,mas mesmo essa versão parentes meus tiveram,e com elogios,principalmente a SW,até hoje não há uma perua tão boa quanto essa,na linha GM o Opala deixou saudades,e não teve um substituto a altura,pois o ômega foi um pulo longo demais,sem contar o ômega GLS 2.0,verdadeira bomba,mas na minha opinião,temos de olhar pra frente e que venha sempre carros modernos,pois nós Brasileiros merecemos,pelo preço que pagamos neles……..

  • diegoandrade1

    eu não concordei porque só tem o "nome", e creio que isso seja marketing.

    poderia ter voltado com as mesmas caracteristicas visuais. exemplo do VW Gol. ele mudou muito, mas as caracteristicas dele desde a geração 1 e 2 continuam no visual atual.

    seria ótimo aquele velho Escort mais compacto, com várias versões como tinha antigamente: em conversível, sw, etc. seria uma boa.

    • Eugenio C.

      A peculiaridade do Escort era ser o único notchback do mercado por vários anos, o que deixava seu design bastante diferenciado em relação à concorrência. Depois dele, só tivemos o Astra hatch nacional. A maioria dos carros notch tem um desenho mais esportivo, mesmo.

      • giodoesitbetter

        Pois é. Meu pai teve dois, justamente pelo fator Notchback.

  • Andrex2501

    Reviver mitos é uma ótima escolha das montadoras, pois muitos consumidores recorrem também à historia e tradição do automovel na hora de decidir a compra!

    Se a GM reviviesse o eterno OPALÃO, ganharia de uma vez por todas meu respeito, mas claro, deveria respeitar a tradição e fazer algo a altura!

  • Michel Vagner

    Não duvido que daqui a algum tempo a Chevrolet traga de volta nomes como Chevette e Opala (Comodoro e Diplomata).
    Na minha opinião o Impala 2014 tem a "maior cara" de Diplomata!
    Lembram da última linha Opala, que era assim: Opala SL, Comodoro SL/E e Diplomata SE.
    Para a GM, eram Chevrolet Opala, Chevrolet Comodoro e Chevrolet Diplomata.
    Poderiam lançar o produzir o Impala aqui como "Novo Opala", baseado nas antigas versões, teríamos:
    Opala LS, Comodoro LT e Diplomata LTZ.
    Sem dúvida seria sucesso!

  • Paulo Gustavo

    Acho uma chatice essa volta de nomes antigos. Reviver o Opala? Isso nunca vai acontecer… por mais que batizem um carro com o nome Opala esse novo carro jamais seria o Opala original. Aliás o Opala nada mais é que o Opel Rekord C ( http://en.wikipedia.org/wiki/Opel_Rekord ), carro que estava num segmento em que a Opel nem atua mais (Full-size). O Rekord foi substituído nos anos 80 pelo Omega. O mais próximo que temos do Opala hoje seria o americano Chevrolet Impala ou o australiano Holden Commodore.

    O Malibu não representa hoje o que o Opala representava na época, por este se tratar de um carro médio grande, irmão do Opel insígnia, sucessor do Vectra.

    Agora, se a brincadeira é apenas batizar carros com nomes que fizeram sucesso no passado sem nenhuma correspondência com oq eles significaram um dia, então tá né.

  • Paulo Gustavo

    Acho uma chatice essa volta de nomes antigos. Reviver o Opala? Isso nunca vai acontecer… por mais que batizem um carro com o nome Opala esse novo carro jamais seria o Opala original. Aliás o Opala nada mais é que o Opel Rekord C ( http://en.wikipedia.org/wiki/Opel_Rekord ), carro que estava num segmento em que a Opel nem atua mais (Full-size). O Rekord foi substituído nos anos 80 pelo Omega. O mais próximo que temos do Opala hoje seria o americano Chevrolet Impala ou o australiano Holden Commodore.

    O Malibu não representa hoje o que o Opala representava na época, por este se tratar de um carro médio grande, irmão do Opel insígnia, sucessor do Vectra.

    Agora, se a brincadeira é apenas batizar carros com nomes que fizeram sucesso no passado sem nenhuma correspondência com oq eles significaram um dia, então tá né.

  • Paulo Gustavo

    Acho uma chatice essa volta de nomes antigos. Reviver o Opala? Isso nunca vai acontecer… por mais que batizem um carro com o nome Opala esse novo carro jamais seria o Opala original. Aliás o Opala nada mais é que o Opel Rekord C ( http://en.wikipedia.org/wiki/Opel_Rekord ), carro que estava num segmento em que a Opel nem atua mais (Full-size). O Rekord foi substituído nos anos 80 pelo Omega. O mais próximo que temos do Opala hoje seria o americano Chevrolet Impala ou o australiano Holden Commodore.

    O Malibu não representa hoje o que o Opala representava na época, por este se tratar de um carro médio grande, irmão do Opel insígnia, sucessor do Vectra.

    Agora, se a brincadeira é apenas batizar carros com nomes que fizeram sucesso no passado sem nenhuma correspondência com oq eles significaram um dia, então tá né.

  • Paulo Gustavo

    Acho uma chatice essa volta de nomes antigos. Reviver o Opala? Isso nunca vai acontecer… por mais que batizem um carro com o nome Opala esse novo carro jamais seria o Opala original. Aliás o Opala nada mais é que o Opel Rekord C ( http://en.wikipedia.org/wiki/Opel_Rekord ), carro que estava num segmento em que a Opel nem atua mais (Full-size). O Rekord foi substituído nos anos 80 pelo Omega. O mais próximo que temos do Opala hoje seria o americano Chevrolet Impala ou o australiano Holden Commodore.

    O Malibu não representa hoje o que o Opala representava na época, por este se tratar de um carro médio grande, irmão do Opel insígnia, sucessor do Vectra.

    Agora, se a brincadeira é apenas batizar carros com nomes que fizeram sucesso no passado sem nenhuma correspondência com oq eles significaram um dia, então tá né.

  • Mascarado

    "Quem sabe, até remotamente, substituir o nome Ka pelo consagrado nome Escort. Apenas especulação." Nunca ouvi tamanha besteira!! Ka, um carro de entrada receber o nome de um carro que era equivalente ao focus de hoje em dia?!? Duvido que o Escort reviva no Brasil mas caso reviva vai matar o focus ou fazem um treco porco bem diferente da foto e coloca no lugar do fiesta e joga o fiesta na categoria certa "popular".

    • Eugenio C.

      O novo Santana é um sedã da nova categoria "médio de baixo custo a preço de pequeno" (ok, ressalvas quanto ao preço, no caso de Cobalt, Versa, Grand Siena etc). E o Santana antigo era um sedã médio-grande de luxo, equivalente ao Passat.

      • Gabriel Marques

        Inclusive o Nosso Santana era a segunda geração do próprio Passat Alemão, Tem até foto da versão Hatch quando chegou a ser testada no Brasil lá em 1980 e tantos.

        • Daniel

          A primeira geração do Passat foi equivalente aqui e lá…inclusive a primeira Passat Variant é muito semelhante a Parati na aparência. Aqui o que poderia ter sido a continuação do Passat no Brasil:
          http://www.carroantigo.com/imagens/carros_conceit

          A terceira geração já aquela que foi importada no começo dos anos 90, já não contava com versão Hatch.

      • Michel Vagner

        Mas a partir de 2001, o Santana foi reposicionado no mercado. Se tornou uma opção pra quem buscava um sedã espaçoso,
        porém relativamente barato, com acabamento razoavelmente bom e equipado com o indispensável na época (ar, trio elétrico e DH).
        O Novo Santana vai reassumir este lugar.
        O acabamento refinado e equipamentos como câmbio automático e teto solar elétrico dos Santana GLSi e Exclusiv, topos da linha
        Volkswagen nos anos 80 e 90, já tinham terminado bem antes do Santana sair de linha.

        • Mascarado

          Isso que eu ia falar, mas disseram que era um sedã médio grande? grande nunca foi somente médio, claro tinha seu "luxo" mas como você disse em 2001 ja era um carro de baixo custo. E na minha opinião o santana ja estava morto na sua ultima versão lançada (1998).

          • Eugenio C.

            E o Logus, teria sido o quê? Ele era o médio da Volks…

            O que aconteceu com Santana foi o mesmo que recentemente ocorreu com Astra e Mégane GT: depois de defasados, tiveram o preço abaixado a ponto de concorrer com o segmento inferior.

            • Mascarado

              Logus era o sedã médio 2pts….

              • Eugenio C.

                O Logus era o médio, o Santana era o médio-grande. Tanto que, se você observar a linha da Ford naquela época, cujos equivalentes eram o Verona e o Versailles, verá a mesma coisa.

                Acho que muita gente se confunde (e se confundia mais ainda naquela época) por causa da Chevrolet, que não tinha um sedã médio (o qual seria o Kadett sedan, que existia na Europa mas não no Brasil). Então muita gente enxergava o Monza como sendo médio, quando ele era o médio-grande (assim como seu substituto, o Vectra).

                • Mascarado

                  Vectra, Monza, Santana e outros da mesma categoria sempre foram e sempre serão médios. Grandes são Omega, Mondeo e outros da categoria. Não existe meio termo.

                  • Eugenio C.

                    Vejamos. Na Europa, berço original desses projetos, foi assim:

                    – Kadett/Astra Sedan concorriam com Orion (nosso Verona)/Focus Sedan, Tempra/Marea e Vento/Jetta ->eram os médios
                    – Ascona (nosso Monza)/Vectra/Insignia concorriam com Sierra/Mondeo, Fiat Croma e Passat -> os médio-grandes
                    – Rekord (nosso Opala)/Senator/Omega concorriam com Ford Scorpio (a Volks lançou o Phaeton quando estes já tinham saído de linha) -> grandes

                    Sem contar os Peugeot 306/406/607; Renault Mégane Sedan, Laguna e Safrane…

                    ainda continua batendo o pezinho? rsrs

                    • Mascarado

                      Quem está batendo o "pezinho" é você, nem preciso falar o que é médio e o que é grande pois é só olhar o carro e seus dados para saber.

              • Emerson Lima

                Ou seja, um cupê.

      • Fellipe

        O Grande problema desse Santana é que ele nega as suas origens. A origem deste carro era "um Passat menos luxuoso, mas com motor forte e mais espaçoso que o Voyage", o que acontece nesse novo modelo é o atropelamento do motor forte.

        Dizem que será 1.6L. Aí a VW nos surpreende, novamente.

  • __Julian__

    Na minha humilde opinião, eu acho que se for pra lançar um carro com nome que marcou época, tem que fazer o carro ter aquele mesmo "baque" que teve na sua época, por que imagina se a GM lança um "opala" para concorrer com Voyage, Siena, Etios (.-.) e etc.
    Seria no mínimo brochante para todos e um desrespeito para os adoradores do antigo Opala, ou estou errado?
    É isso. Abraços Galera

  • colocar o nome de um clássico em algo novo, totalmente diferente, pra mim não vale a pena…certamente não me comove a ponto de comprar um…

    • EduardoP

      É que daqui a pouco vai faltar nome…

  • Marco Aurélio

    Legal esta reportagem. Adoro estas matérias que revivem grandes sucessos automobilísticos. Parabéns NA pela matéria :D

  • kikofar

    Esse Escort aí ficou muito show! Se vier, e a Ford souber trabalhá-lo, vai ser sucesso de vendas. Tenho um XR3 94, com 61 mil kms rodados… meu xodó, praticamente todo original e o motorzão 2.0 anda muito mais do que o carro suporta! rsrsrs

  • EduardoP

    Sem querer ir muito fundo no saudosismo, sugiro ao NA fazer uma reportagem sobre os esportivos desenhados no Brasil como Puma, Brasinca Uirapuru, Bianco GT, Gol GTI, etc. Garanto que muita gente iria curtir.

  • millemiglia

    "Com o Escort, a Ford parece que não seguirá a mesma fórmula. O desenho não lembra em nada modelos anteriores." Sua afirmação está errada pois a lateral traseira lembra, e muito, a primeira geração do Escort europeu (mais especificamente o desenho dos modelos sedã de 66 a 68).

  • Lexus GS300

    Tais propostas seriam voltadas para um público nostálgico, aquele com mais de 35 anos que durante a adolescência ou até mesmo a infância, curtiram tais carros seja na carona ou por vista.

  • William Loureiro

    Um tempo atrás vi um estudante de Design fazendo a atualização do Kadett…

    Te falo que se voltassem com ele, vendia o meu sem pensar e ficaria com dois em casa… Um 91 e outro 0km…

  • Felix_S

    Ainda bem que é um retorno do NOME consagrado e não do carro aposentado

  • pumagtb

    Acho que a Fiat poderia trazer de volta o Tempra pois foi o carro medio que mais marcou da Fiat. VW já está trazendo o Santana creio que irá dominar no seu seguimento. Ford poderia trazer o Escort ou o Maverick. Agora o maior problema a GM, possuia varios modelos de nome e consagrados como: D-20, Vectra, Omega, Monza, Opala, Chevette, Astra, etc; hoje não resta um e está pagando um preço alto por isso sem falar na sua imagem que caiu muito, seria bom sim relançar o Opala para resgatar a imagem da empresa que um dia ou na decada de 90 foi referência para as demais.

  • Danilo Dantas

    Muita gente comentou aqui sobre as projeções do Irmão do Décio e eu também lembrei de uma, a do Chevette. Não vejo espaço na atual linha GM pra ele, mas como já avisaram que o jurássico "Corsa Sedan" sairá de linha em breve, a GM pode precisar de um sedã compacto mais barato que o atual Prisma pra concorrer com o Logan. Ainda prefiro que a GM traga algo moderno para a categoria, sem releituras de carros do passado, mas a projeção realmente ficou legal e seria bonito rever esse ícone nas ruas. Segue o link pra projeção citada: http://irmaododecio.blogspot.com.br/2011/03/cheve

  • LuccasVillela

    Não gosto disso de reviver nomes antigos não :/ Parece que o modelo é antiquado, apesar de sabermos que não tem nada a ver com o antigo.

  • Jason

    Bem, um fato sobre o Opala é que o projeto foi ficando velho, ao ponto que já não havia muito que eles pudessem melhorar. Veja que o projeto é antigo, o primeiro veio em 1969 derivado do Opel Rekord, e foi sendo alterado aos poucos. Nos anos 80 ficou complicada a coisa com a crise do petróleo, os carros com motores grandes começaram a se extinguir. O bom motor 6 cilindros (que acompanhou o carro até os seus finais de linha em 92) já não era tão interessante, pq tinham rivais com motores menores e desempenho similar (o Santana, por exemplo). O próprio Monza veio no sentido de tornar o Opala obsoleto na década de 80.

    Ele foi um bom carro nos anos 70, quando seu 6 cilindros e a famosa versão SS mandavam muito bem em desempenho. A vinda da Caravan, também. Nos anos 80, ele teve seus 'gozos', como a versão Diplomata, e algumas melhorias. Já tivemos duas Caravans, uma 78 (linda, branca, uma pena meu avô ter tido que vendê-la) e uma 88 comodoro, muito confortável pra viagens esta ultima. A última era 6 cilindros, mas a reclamação era do câmbio de 4 marchas… Pra ver como, já nessa época, o projeto estava capenga.

    Enfim… O Opala foi um ícone, sim. É um carro que merece certo respeito de nós, saudosistas. Eu nasci um ano antes do fim da produção do Opala, e até hoje me lembro do roncão de um 6cil. que passava na frente de casa quase toda tarde. Enfim, é um carro que eu consideraria ter na minha garagem.

    Gosto é relativo! :)

  • Jason

    Bem, um fato sobre o Opala é que o projeto foi ficando velho, ao ponto que já não havia muito que eles pudessem melhorar. Veja que o projeto é antigo, o primeiro veio em 1969 derivado do Opel Rekord, e foi sendo alterado aos poucos. Nos anos 80 ficou complicada a coisa com a crise do petróleo, os carros com motores grandes começaram a se extinguir, e apareciam os mais modernos. O bom motor 6 cilindros (que acompanhou o carro até os seus finais de linha em 92) já não era tão interessante, pq tinham rivais com motores menores e desempenho similar (o Santana, por exemplo). O próprio Monza veio no sentido de tornar o Opala obsoleto na década de 80.

    Ele foi um bom carro nos anos 70, quando seu 6 cilindros e a famosa versão SS mandavam muito bem em desempenho. A vinda da Caravan, também. Nos anos 80, ele teve seus 'gozos', como a versão Diplomata, e algumas melhorias. Já tivemos duas Caravans, uma 78 (linda, branca, uma pena meu avô ter tido que vendê-la) e uma 88 comodoro, muito confortável pra viagens esta ultima. A última era 6 cilindros, mas a reclamação era do câmbio de 4 marchas… Pra ver como, já nessa época, o projeto estava capenga.

    Enfim… O Opala foi um ícone, sim. É um carro que merece certo respeito de nós, saudosistas. Eu nasci um ano antes do fim da produção do Opala, e até hoje me lembro do roncão de um 6cil. que passava na frente de casa quase toda tarde quando eu era criança. Enfim, é um carro que eu consideraria ter na minha garagem.

  • Jason

    Bem, um fato sobre o Opala é que o projeto foi ficando velho, ao ponto que já não havia muito que eles pudessem melhorar. Veja que o projeto é antigo, o primeiro veio em 1969 derivado do Opel Rekord, e foi sendo alterado aos poucos. Nos anos 80 ficou complicada a coisa com a crise do petróleo, os carros com motores grandes começaram a se extinguir, e apareciam os mais modernos. O bom motor 6 cilindros (que acompanhou o carro até os seus finais de linha em 92) já não era tão interessante, pq tinham rivais com motores menores e desempenho similar (o Santana, com seu AP 2.0, por exemplo, que rendia tão bem qto o 6 c. mas bem mais economico). O próprio Monza veio no sentido de tornar o Opala obsoleto na década de 80.

    Ele foi um bom carro nos anos 70, quando seu 6 cilindros e a famosa versão SS mandavam muito bem em desempenho. A vinda da Caravan, também. Nos anos 80, ele teve seus 'gozos', como a versão Diplomata, e algumas melhorias. Já tivemos duas Caravans, uma 78 (linda, branca, uma pena meu avô ter tido que vendê-la) e uma 88 comodoro, muito confortável pra viagens esta ultima. A última era 6 cilindros, mas a reclamação era do câmbio de 4 marchas… Pra ver como, já nessa época, o projeto estava capenga.

    Enfim… O Opala foi um ícone, sim. É um carro que merece certo respeito de nós, saudosistas. Eu nasci um ano antes do fim da produção do Opala, e até hoje me lembro do roncão de um 6cil. que passava na frente de casa quase toda tarde quando eu era criança. Enfim, é um carro que eu consideraria ter na minha garagem.

  • Jymonotaka

    Obrigado por me dar mais dados sobre o carro.
    Realmente, gosto é relativo, eu por exemplo, não consigo gostar dos carros com aquele design que vai até mais ou menos 1990, com portas finas e pouco trabalhada em questão de curvas (elas são bem retinhas por dentro), direção fina (creio que a direção mais gorda só surgiu por causa do airbag) e painel fino, pouco envolvente. Também não gosto dos carros por causa da questão segurança, que convenhamos, só começou a ficar funcional nos anos 90 com a absorção de energia por deformação, airbag e ABS.
    Essa preocupação com segurança (nota em crash test, airbag e ABS, no mínimo), design externo e interno, sendo o interno com um design mais novo, mais "redondinho", me fizeram chegar ao meu primeiro carro – Mitsubishi Galant VR, que além do airbag e abs, tem controle de tração e um bom motor v6 de 163cv que não gasta tanto. Fiz a média de combustível e deu entre 9.0~9.1km/l em circuito misto (cidade/pista), sendo metade do tempo com ar ligado e a outra desligado. Vlw.

  • EduardoP

    E o Monza também derivou do Opel Rekord, no caso do modelo 1982. Penso que cada carro tem sua época, lembro-me bem de ter ido a uma concessionária Chevrolet para conhecer o Opala, isso em 1969. Era o 4 cilindros, de 2500cc, o 6 cilindros de 3600cc veio um pouco depois. Era um "carraço" para nós que estávamos acostumados com DKW e Fusca &Cia, se bem que haviam bons sedãs médios como o Simca, o Aero Willys e o fenomenal FNM JK. Um pouco antes do Opala, acho que em 67 tinha chegado o Ford Galaxie que foi considerado um carro enorme e de muito luxo. E um pouco depois do Opala, acho que em 69 mesmo, veio o Dodge Dart que, com seu motorzaço V8, (que ronco!!) passou a ser o rei das estradas, carro de boyzinho rico na época. Um traço comum a todos eles era o alto consumo, ninguém se preocupava com isso, a gasolina era barata mas a crise do petróleo já estava batendo nas portas. Ô saudade!!!



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