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Opel: novo SUV grande terá DNA francês

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Antes da conclusão da venda das marcas Opel e Vauxhall, ficou entendido que as empresas anglo-saxônicas ainda utilizariam alguns projetos em desenvolvimento para o segmento de utilitários esportivos, mais nitidamente um SUV de porte grande. Os sinais da chegada desse modelo foram vistos até nos EUA, a bordo do Buick Enclave, com suas colunas D estilizadas para se harmonizarem com o padrão visual alemão.



Mas, com o fechamento do acordo definido, a PSA decidiu mudar os planos após a Opel – e a Vauxhall – passarem formalmente para o grupo francês. Para termos uma ideia, a empresa baseada em Rüsselsheim tem 100 dias para apresentar um plano de negócios futuro, já totalmente independente da General Motors. Dentro desse cronograma de lançamentos futuros, o projeto de SUV que estava sendo tocado foi cancelado.

Ele utilizaria a plataforma E2XX da GM, a mesma do Insignia, mas para reduzir custos e a aumentar a sinergia com a PSA, seu substituto será feito sobre a modular EMP2. Este novo modelo partirá do zero e enterrará de vez o projeto com base na GM. Essa mudança de direção repentina já foi vista na Opel recentemente, quando o projeto do próximo Corsa foi engavetado – o carro já rodava com camuflagem – para dar lugar a um novo, com base PSA.

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Assim como ocorreu com os CrossLand X e GrandLand X, o próximo Corsa também terá DNA francês, assim como o maior utilitário esportivo da marca alemã. Atualmente, a plataforma EMP2 sustenta vários modelos do grupo e tem até 2,84 m de entre eixos, o que significa oferecer um bom espaço interno para até sete passageiros. A engenharia alemã terá de moldar a plataforma francesa para atender sua gama e o DS 7 Crossback aparece como a imagem mais próxima do novo utilitário esportivo.

Com estilo próprio, o futuro Opel Antara – como alguns chamam na Europa – terá de fazer uso de motores 1.2 Pure Tech Turbo e 1.6 THP, além de diesel 1.5 ou 1.6 BlueHDi. Além disso, uma versão híbrida plug-in deve ajudar a baixar as emissões. Mesmo com Corsa e/ou Antara com DNA francês, a Opel ainda manterá os acordos vigentes, que garantem os Buick Regal e Opel Commodore. GM  e PSA devem manter também os acordos para o Ampera-E (Bolt) e o compartilhamento de motores.

No caso do Corsa, a Opel deve ir além do DNA francês, já que a plataforma esperada para o compacto não será a PF1 dos C3, 208 e CrossLand X, mas a CMA – que será desenvolvida em parceria com a Dongfeng, a fim de reduzir os custos globais com a produção de compactos. Mas, ela só deve aparecer em 2019 e o hatch alemão até 2020.

[Fonte: Auto.cz]

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