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Opel Olympia viveu três períodos e se tornou um clássico alemão

opel-olympia-1 Opel Olympia viveu três períodos e se tornou um clássico alemão

Ele foi produzido durante três períodos históricos na Alemanha, revolucionando a produção de automóveis no país e sendo um dos modelos que ajudaram a reerguer o mercado local após a Segunda Guerra. Mas, no final das contas, acabou de forma discreta no começo dos anos 70.

opel-olympia-cabrio Opel Olympia viveu três períodos e se tornou um clássico alemão

Opel Olympia Cabriolet (pré-guerra)

Já sob controle da GM, a Opel desenvolveu um veículo de grande volume de produção no começo dos anos 30. Ao invés de utilizar um chassi de longarinas sob uma carroceria de aço, a empresa de Rüsselsheim decidiu utilizar um monocoque feito em aço, criando assim uma estrutura unificada que reduziu o peso do projeto em 180 kg. Foram utilizados ações especiais e novos processos de soldagem.

opel-olympia-raiox Opel Olympia viveu três períodos e se tornou um clássico alemão

Opel Olympia Cabriolet (raio-x)

Apresentado no Salão de Berlim de 1935, o novo carro da Opel foi chamado de Olympia, em homenagem aos Jogos Olímpicos de 1936. Custando 2.500 marcos alemães, o modelo surgiu com motor 1.3 de 24 cv e câmbio manual de três marchas, tendo tração traseira e alcançando 100 km/h. Foi apresentado em versões sedã de duas portas e conversível.

opel-olympia-ol38 Opel Olympia viveu três períodos e se tornou um clássico alemão

Opel Olympia OL38 (pós-guerra)

Em 1937, ganhou quatro marchas. Nesse ano, surgiu uma variante mais potente do Opel Olympia, chamada OL38. Esta vinha com um motor 1.5 de comando lateral com 37 cv e capacidade para alcançar 112 km/h. Também ganhou uma versão de quatro portas. Com o início da Segunda Guerra, a produção cessou em 1940. Durante o conflito, a fábrica da Opel foi severamente danificada por bombardeios aliados.

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Opel Olympia Limousine (1950)

Após o conflito, a Opel teve permissão para retomar a produção apenas em 1947, trazendo de volta a versão OL38 de antes da guerra, mas apenas na versão duas portas. No começo de 1950, o Olympia foi modernizado e ganhou um novo motor 1.5 OHV. Desta vez, o modelo ganhou uma versão perua, além do sedã e do conversível, mas sempre com duas portas. Mas, a produção durou até 1953 apenas.

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Opel Olympia Lieferwagen (furgão 1950)

Nesse ano, surgiu um modelo completamente novo, chamado Olympia Rekord. Este é considerado outro carro e após as séries P1, P2, A, B e C, o já conhecido Rekord daria origem ao projeto do Chevrolet Opala no Brasil. Nesse período, houve três mudanças radicais de estilo nessa proposta alternativa, que encerrou os 18 anos de vida do Olympia original. Mas, em 1967, o nome Olympia retornou ao mercado alemão.

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Opel Olympia A Fastback (quatro portas)

Conhecido como Opel Olympia A, o novo carro não foi mais que uma versão de luxo do Kadett B, que era uma geração anterior àquela que deu origem ao nosso conhecido Chevrolet Chevette. Oferecido como fastback com duas ou quatro portas, bem como cupê duas portas, o modelo tinha motores 1.1 de 60 cv, 1.7 de 75 cv e 1.9 com 90 cv. No entanto, as vendas não deslancharam e em 1970, este sai de cena para a entrada da primeira geração do Ascona, que na terceira seria exatamente igual ao nosso Chevrolet Monza.

opel-olympia-a-coupe Opel Olympia viveu três períodos e se tornou um clássico alemão

Opel Olympia A Coupé.

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