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Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

carros-vendidos-chile-argentina-mexico Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

Basta acessar uma notícia sobre salões de automóveis realizados no mundo à fora, por exemplo, para perceber que os brasileiros não são tão bem servidos quando o assunto é veículos. Grande parte das montadoras oferecem uma vasta gama com diversas opções para os consumidores, mas poderia ser melhor: na Argentina, no Chile e no México, há dezenas de automóveis bastante interessantes que, na maioria das vezes, as empresas nem ao menos cogitam traze-los ao Brasil.



Para mostrar essas diferenças, consideramos as 10 montadoras que mais vendem no País (considerando os números registrados de janeiro a setembro, segundo dados divulgados pela Fenabrave) e seus respectivos modelos oferecidos nos outros três países. Confira abaixo a lista (mas antes disso, corra para buscar um lencinho para ir enxugando as lágrimas):

Chevrolet

tahoe-suburban-texas-2 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

A Chevrolet é a que mais vende no mercado nacional e é também uma das que mais apresentam as maiores divergências em suas gamas na Argentina, no Brasil, no Chile e no México. No caso da Argentina, a empresa oferece o compacto Spark, que por aqui poderia se posicionar como um bom substituto para o já extinto Celta. O modelo é usa um motor 1.0 litro de quatro cilindros com 81 cv e tem preço inicial de 264,1 mil pesos.

Há ainda a segunda geração da Captiva, com motores de 167 e 184 cv e capacidade para levar até sete pessoas. O SUV tem preço inicial de 457,6 mil pesos. A lista também inclui outros modelos descontinuados por aqui, como o Classic, Agile e a dupla Sonic hatch e Sonic sedã.

No Chile, há o compacto Spark GT (com motor 1.2 de 82 cv), o sedã Sail (com motor 1.4 de 102 cv ou 1.5 de 110 cv), a minivan de sete lugares Orlando (com motor 2.0 de 165 cv) e os SUVs Traverse (neste caso com oito lugares e motor 3.6 de 285 cv), Tahoe (também de oito lugares, com motor 5.3 V8 de 360 cv) e Suburban (de oito lugares, com motor de 360 cv). Há ainda as picapes D-Max e Silverado, a primeira com motor 2.5 turbodiesel de 165 cv e a segunda com um 5.3 V8 de 360 cv. O Sonic também é oferecido por lá. Os preços dos modelos, no entanto, não estão disponíveis no site da marca.

Já no México, a lista é ainda maior: há modelos interessantes, como o Spark de nova geração (com motor 1.4 de 100 cv e preços que partem de 173,4 mil pesos), o sedã Aveo (dotado de um bloco 1.6 de 105 cv e preço inicial de 164,9 mil pesos) e uma vasta linha de utilitários-esportivos, o que inclui o Equinox (com motor 2.4 de 186 cv e que parte de 354,9 mil pesos), Traverse (SUVzão de sete lugares, com motor 3.6 V6 de 284 cv e preço inicial de 653,4 mil pesos), Tahoe (modelo com sete lugares, motor 5.3 V8 de 360 cv e preço de 724 mil pesos) e Suburban (também com motor V8 de 360 cv, por 812,9 mil pesos).

A lista inclui ainda as picapes Colorado (com motor 3.6 V6 de 308 cv e preço de 436,4 mil pesos), Silverado (que usa um motor 4.3 V6 de 290 cv e 5.3 V8 de 360 cv e preços entre 301,8 mil pesos e 543,9 mil pesos) e Cheyenne (com motor 5.3 V8 de 360 cv e preço inicial de 500,7 mil pesos). Há também o superesportivo Corvette, com motor V8 de 465 cv e preço inicial de 1.262.700 pesos e o elétrico Volt, que oferece autonomia de 676 km e preço de 680,4 mil pesos.

Fiat

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Na Fiat, a linha argentina oferece como principal diferencial em relação a brasileira é o Doblò Cargo de nova geração, com motor 1.4 Fire de 95 cv e preços a partir de 324,5 mil pesos.

Já no Chile, há a minivan 500L Trekking, com motor 1.4 litro a gasolina de 95 cv ou 1.3 turbodiesel de 85 cv, com preço inicial de 11.990.000 pesos, e o crossover 500X, com motor 1.6 de 110 cv, 1.4 turbo de 140 cv e 1.4 turbo de 170 cv, com preços que partem de 12.990.000 pesos. Há ainda a minivan Qubo, por 8.990.000 pesos, e a picape Fullback (derivada da Mitsubishi L200 Triton), com motor 2.4 turbodiesel de 155 ou 180 cv e preço inicial de 17.600.100 pesos.

No México, a linha dispõe também da minivan 500L, com motor 1.4 turbo de 160 cv, e preço inicial de 354.900 pesos, e o crossover 500X, com motor 2.4 litros TigerShark de 185 cv, por a partir de 384.900 pesos.

Volkswagen

volkswagen-scirocco-2014-13 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

No caso da Volkswagen, os argentinos podem adquirir o cupê esportivo Scirocco. O modelo é ofertado por lá com motor 1.4 TSI ou 2.0 TSI, com preços de até US$ 49,2 mil. No Chile, há o Polo (com motor 1.6 de 105 cv e preços que partem de 9.390.000 pesos), o Polo Sedan (também com motor 1.6 de 105 cv e preço inicial de 9.190.000 pesos), a versão Cabriolet do Fusca (com motor 1.4 TSI, por 17.990.000 pesos) e o Scirocco (motores 1.4 TSI e 2.0 TSI e preço inicial de 14.990.000 pesos).

Por fim, no México há a perua aventureira CrossGolf, que usa motor 1.4 TSI de 150 cv, com preço de 344,9 mil pesos, o hatch Polo, com motor 1.6 aspirado de 105 cv ou 1.4 TSI de 105 cv (o preço inicial é de 194.990 pesos), o Polo GTI (dotado de motor 1.8 TSI de 190 cv e câmbio DSG de sete marchas e dupla embreagem, com preços a partir de 335 mil pesos) e o sedã Vento (baseado no Polo, com motor 1.6 de 105 cv e preço inicial de 179.990 pesos).

Hyundai

hyundai-i10-2017-1 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

A linha da Hyundai na Argentina se diferencia pelo Genesis Coupé, com motor 2.0 turbo de 275 cv, e o compacto Grand i10 na versão hatch e na sedã, com motor 1.2 de 87 cv. Há também o Veloster, descontinuado por aqui. Os preços dos modelos não estão disponíveis no site.

No Chile, há a nova geração do Elantra, que deverá chegar ao mercado brasileiro em meados do ano que vem. Por lá, o sedã tem preço inicial de 9.790.000 pesos e usa um motor 1.6 litro aspirado de 130 cv, com câmbio manual ou automático, ambos de seis marchas.

A lista inclui também o Eon, menor modelo da marca, com motor 0.8 litro de 56 cv e preço inicial de 4.590.000 pesos, o Grand i10 nas versões hatch e sedã, com preços de 5.590.000 pesos e 6.590 pesos, respectivamente, com motor 1.0 de 65 cv com câmbio manual de seis marchas ou 1.2 de 86 cv com caixa automática de quatro velocidades, e o Accent hatch e sedã (7.890.000 pesos e 7.290.000 pesos) com motor 1.4 litro de 100 cv com câmbio manual de seis marchas e automático do tipo CVT ou 1.6 litro de 124 cv e transmissão manual de seis velocidades ou automática de quatro relações.

No caso do México, a marca oferece também o novo Elantra, por a partir de 260.400 pesos, com motor 2.0 de 150 cv e câmbio automático de seis marchas, além da nova geração do Tucson (também com previsão de chegada ao mercado brasileiro para 2017), com motor 2.0 de 185 cv e preço inicial de 349.900 pesos, e a nova geração do Sonata, este por 340.235 pesos, com motor 2.4 de 210 cv. Há ainda os compactos Grand i10 e Grand i10 Sedan, por a partir de 146.150 pesos e 153.150 pesos, respectivamente, com motor 1.2 Kappa de 89 cv.

Toyota

Toyota-GT-861 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

A divisão argentina da Toyota oferece o cupê esportivo Toyota 86, com motor 2.0 litros de quatro cilindros, que rende 200 cv e 21 kgfm de torque, com câmbio manual ou automático, ambos de seis marchas e tração traseira. O modelo tem preço inicial de 868.970 pesos, podendo chegar a 1.125.820 pesos. Há ainda o Land Cruiser Prado, por a partir de 1.776.390 pesos, com motor 4.0 V6 a diesel de 275 cv, e o Land Cruiser 200, que custa 2.673.040 pesos e usa um motor 4.4 V8 a diesel de 265 cv.

Na linha chilena, as diferenças são ainda maiores. Há o Yaris Sport (hatch de 8.990.000 pesos, com motor 1.5 de 108 cv), Yaris (sedã compacto de 7.990.000 pesos, com motor 1.5 de 106 cv), Urban Cruiser (hatch de 13.390.000 pesos, com um 1.3 de 100 cv), Auris (hatch médio de 12.990.000 pesos, com um 1.6 de 133 cv), Rush (utilitário compacto de 10.990.000 pesos, que usa um 1.5 de 108 cv), 4Runner (SUV médio que custa 22.990.000 pesos e usa um 4.0 de 280 cv), Land Cruiser (SUV nas versões três e cinco portas, por a partir de 31.190.000 pesos, com um 2.7 de 165 cv), FJ Cruiser (SUV de 28.190.000 pesos, com motor 4.0 de 270 cv) e Sequoia (SUV familiar de 45.590.000 pesos, com um 5.7 de 382 cv).

Já no México, há o Avanza (minivan com motor 1.5 de 104 cv e preço inicial de 216.200 pesos), Yaris (hatch e sedã, ambos por a partir de 202.100 pesose com motor 1.5 de 107 cv), Sequoia (SUV de 840.400 pesos, com motor 5.7 V8 de 382 cv), Sienna (minivan luxuosa que custa a partir de 486.900 pesos e tem motor 3.5 V6 de 300 cv), Highlander (SUV de 510.500 pesos, com motor 3.5 V6 de 275 cv) e Land Cruiser (SUV de 1.413.300 pesos com motor 5.7 V8 de 382 cv).

Ford

ford-mustang-2016-2 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

A Ford oferece na Argentina um dos modelos mais pedidos pelos consumidores brasileiros. A nova geração do muscle-car Mustang está disponível por lá com preço inicial de 1.422.670 pesos e com motor 5.0 litros V8 de 421 cv e 54 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis marchas e tração traseira. Há ainda o SUV Kuga, oferecido por a partir de 794.200 pesos, com motor 2.0 de 240 cv, câmbio automático de seis marchas e tração integral.

Já no Chile, além do Mustang (com motor V8 de 440 cv), há os SUVs Escape (com motor 2.5 iVCT de 172 cv e 2.0 EcoBoost de 240 cv por a partir de 14.790.000 pesos), Explorer (com sete lugares, motores 2.3 EcoBoost de 285 cv e 3.5 TiVCT de 295 cv, e preço inicial de 20.990.000 pesos) e Expedition (com oito lugares, motor 3.5 EcoBoost de 370 cv e preço inicial de 28.990.000 pesos). Há ainda a nova geração da picape F-150, que custa a partir de 19.190.000 pesos e usa um motor 3.5 Ti-VCT V6 de 285 cv, um 5.0 Ti-VCT V6 de 390 cv ou um 3.5 V6 EcoBoost de 370 cv.

Por fim, no México, há o Mustang (com motores 2.3 EcoBoost de 320 cv, 5.0 V8 de 440 cv e 5.2 V8 de 530 cv) por a partir de 509.900 pesos, o hatch esportivo Focus RS (com um 2.3 EcoBoost de 354 cv por 674 mil pesos), o SUV Escape (com um 2.5 de 170 cv e um 2.0 de 245, por a partir de 346,9 mil pesos), o SUV de sete lugares Explorer (com motor 3.5 V6 de 295 cv e preço inicial de 604 mil pesos) e o SUV de oito lugares Expedition (com motor 3.5 V6 EcoBoost de 776,1 mil pesos).

Há também a picape F-150 de nova geração, conhecida por lá como Lobo, com motores 3.5 EcoBoost de 370 cv e 5.0 V8 de 390 cv, por a partir de 599,7 mil pesos, e a nova F-250, com um 6.7 de 308 cv e preço de 806,6 mil pesos.

Renault

clio-rs-2014-1 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

Na Renault, a divisão argentina oferece o hatch médio Megane de terceira geração (na Europa, o modelo já é oferecido em sua quarta versão), dotada de um motor 1.6 aspirado de 145 cv, com preço de 381,4 mil pesos. Há também o esportivo Megane R.S., com um motor 2.0 litros turbo de 265 cv e preço de 730 mil pesos.

Já no Chile, há também o Megane III, com um motor 1.6 de 105 cv e preço inicial 9.990.000 pesos, e o Megane R.S., com um 2.0 litros turbo de 265 cv e preço de 22.990.000 pesos. A lista inclui ainda a quarta geração do hatch compacto Clio, em versões convencionais (por a partir de 9.990.000 pesos e com motores 0.9 turbo de 90 cv e 1.2 de 75 cv) e na esportiva R.S. (por 17.690.000 pesos e com motor 1.6 turbo de 200 cv). Os utilitários-esportivos Koleos e Captur, que chegarão ao Brasil em breve, também são vendidos por lá, assim como os elétricos Zoe (24.990.000 pesos) e Fluence Z.E. (13.600.000 pesos).

Por fim, no México, há o SUV Koleos (a partir de 355,9 mil pesos, com motor de 173 cv), o esportivo Clio R.S. (por 403,7 mil pesos, com motor 1.6 de 200 cv) e o elétrico de dois lugares Twizy, que custa 290,7 mil pesos.

Honda

honda-pilot-2016-1 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

A respeito da Honda Argentina, não há nenhum modelo que não é oferecido por aqui. Pelo contrário: a divisão argentina ainda vende a antiga geração do Civic – o sedã estreou sua décima geração no mercado brasileiro em outubro.

A divisão chilena oferece o SUV Pilot, com motor 3.5 V6 de 285 cv e preços a partir de 26.990.000 pesos. A linha irá disponibilizar ainda da nova geração da picape Ridgeline.

Já no México, há a nova geração do Civic Coupé, com motor 1.5 turbo de 176 cv e preço inicial de 369,9 mil pesos, a minivan Odyssey (com motor 3.5 V6 de 254 cv e preço inicial de 479,9 mil pesos) e o SUV Pilot, que usa um 3.5 V6 de 284 cv e tem preço de 574,9 mil pesos.

Nissan

Nissan-Qashqai1 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

Na Argentina, a Nissan oferece o monovolume Note (com motor 1.6 litro de 110 cv e preço inicial de 269.850 pesos) e a nova geração da picape Frontier (com um 2.3 litros turbodiesel de 190 cv e preço inicial de 599.999 pesos.

No Chile, a linha dispõe do Note (por a partir de 10.390.000 pesos e com motor 1.6 de 110 cv), novo Altima (com motor 2.5 de 186 cv e preço inicial de 16.190.000 pesos), o esportivo 370 Z (com um 3.7 V6 de 336 cv e preço de 26.490.000 pesos) e nova geração da Frontier (que usa um 2.3 a diesel de 190 cv e tem preço inicial de 13.601.700 pesos).

Há ainda os SUVs Qashqai (com um 2.0 de 145 cv e preço de 12.890.000 pesos), X-Trail (com um 2.5 de 175 cv e preço de 15.990.000 pesos), Pathfinder (3.5 V6 de 265 cv e 19.990.000 pesos), Murano (3.5 V6 de 265 cv e 26.990.000 pesos) e Juke (1.6 de 120 cv e 12.490.000 pesos).

Por fim, no México, há os modelos Note (por 195,2 mil pesos, com um motor 1.6 de 110 cv), 370Z (com preço de 576,9 mil pesos e motor 3.7 V6 de 336 cv), Maxima (por 534,5 mil pesos e com motor 3.5 de 304 cv) e Altima (por 378 mil pesos e com motor 2.4 de 184 cv).

Do lado dos SUVs, há lista inclui o Pathfinder (com um 3.5 V6 de 264 cv e por 562,3 mil pesos), o X-Trail (com motor e preço de 355 mil pesos) e Juke (com motor 1.6 turbo de 190 cv e por 344,1 mil pesos). Há também a nova picape Frontier (por a partir de 319,1 mil pesos e com motor 2.5 turbodiesel de 160 cv) e o elétrico Leaf (que custa a partir de 499,9 mil pesos).

Jeep

jeep-patriot-2016 Os carros à venda na Argentina, Chile e México que não são oferecidos no Brasil

No caso da Jeep, as divisões argentina, chilena e mexicana se diferenciam da brasileira por oferecer o Patriot. O modelo tem preços de 15.990.000 pesos no Chile e 329,9 mil pesos no México.

Na Argentina, o Jeep Patriot é equipado com um motor 2.0 litros de 156 cv e 19,4 kgfm ou 172 cv e 22,4 kgfm, com câmbio manual de cinco velocidades ou automático CVT de seis velocidades.

No Chile, há um propulsor 2.4 litros Tigershark, que consegue entregar 186 cavalos de potência e 23,6 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração nas quatro rodas.

Já no México, há um 2.4 litros, que rende 174 cv e 22,8 kgfm, com caixa automática de seis velocidades e tração 4×2.

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  • Coffinator

    Ford BR maldita, traga a F250 e o Mustang pra cá!

    • Douglas

      E o Mustang com câmbio manual.

    • pedro rt

      dificil ver a f150 por aqui oq dira a f250…

      • rodrigo

        Tem materia dizendo que a ram 1500 esta preparando pra chegar em 2017 no mercado brasileiro, nao duvido que os ford fiquem com inveja e tragam tambem, segundo a ford, eles nao tem interesse em trazer as f250 pela imagem da ram 2500 no brasil, vende cerca de 70 unidades por mes, agora a ram 1500 ja é considerada uma picape media, CNH B pra dirigir, suspensao independente na frente….

    • cepereira2006

      E o Kuga também.

    • Lucas

      Pra quê, irmão? Se a Ranger sai de 185 mil reais, imagina uma F250! Chuto uns 350 mil.

    • vicegag

      O Mustang ela vai trazer… para o salão, e depois mandar de volta.

      • Linkera

        E vai colocar ele entre grades de proteção pq se não a “macacada” vai acabar arranhando a pintura

    • Marcos Souza

      Se for trazer pelo valor que cobram, nem tragam…poucas pessoas vão comprar.
      Na Argentina os carros estao mais caros que aqui…

    • thi

      ja temos o fusion

  • invalid_pilot

    Falamos das carroças daqui mas graças a Odin nao temos o Nissan Tsuru

    • Alligator

      nossos tsurus (Kombi e Uno) só foram tirados de linha devido a uma LEI do governo

    • Tosoobservando

      Tsuru ja vai sair de linha la no Mexico por uma lei nova de segurança.

    • Gabriel Oliveira

      até pouco tempo a gente vendia classic, kombi e uno

  • Ângelo Coppo

    e no Chile temos o Peugeot 301, que se daria muito bem aqui no Brasil, sendo posicionado junto com pisma/etios/voyage/ka+ e afins. Ainda torço pra Pug, um dia, trazer ele pra cá. :(

    • Roger Bersch

      O 301 tem no Uruguai, e, se não me engano, na argentina. É um carro muito bonito, já vi ao vivo. Seria uma boa opção se viesse nessa faixa aí.

      • pedro rt

        na argentina nao tem o 301 mas tem o seu irmao o C-ELYSÈE

        • Ângelo Coppo

          o c-elysee é muito lindo também. a psa gosta de brincar com os brasileiros, só pode :(

    • pedro rt

      a peugeot desistiu depois do 207 passion, e mais lucrativo vender o 2008

  • Wolfpack

    Somos mesmo a Banania.

    • Louis

      Chamou?

  • Marcelo Ceno Dutra

    Brasil no que tange ao consumo é visto como terra de otário só pode.

    • Dafomg

      Só pode não, é justamente o que o brasileiro mostra.

  • Tércio Adelino

    Estive recentemente no Chile e a frota é de dar inveja. Eu destacaria a grande quantidade de Lexus.
    Peguei um UBER Toyota Yaris sedã. Quanta diferença do Etios…
    Detalhe: não há fábricas de carros em território chileno.

    • FPC

      Fui no ano passado lá, pra mim deve ser um dos países com mais marca de carros no mundo, sobretudo chineses.

    • th!nk.t4nk

      É o poder do minério :) Importam tudo, mas porque “podem”. É um país pequeno, com uma forma muito diferente de se administrar. É bem complicado comparar com o Brasil.

      • Tosoobservando

        O Brasil é o maior produtor de minerio do planeta.

        • Christian Balzano

          Mas aí entra em outra discussão.. o quanto desse dinheiro chega pra população. Daí que temos o chamado ˜PIB per capita.˜

          11.208,08 USD (2013) para o Brasil
          15.732,31 USD (2013) para o Chile

          Numa diferença populacional de 200,4 milhões (Brasil) contra 17,62 milhões (Chile)

          Em resumo, o dinheiro é melhor distribuído no Chile num favorável contingente populacional.

          Isso explica do Chile ter carros melhores, pois tem uma parcela de consumidores melhores.

          • Tosoobservando

            kra de 11 pra 15 a diferença é minima, seria alta se fosse de 11 pra 40 ou 50 como são os países desenvolvidos. O Chile tem carros melhores pq a importação é liberada sem taxas, so isso. Nao tem nada de consumidores melhores, la é cheio de carro chines de baixa qualidade.

            • Christian Balzano

              4 mil dólares a mais por pessoa é uma diferença mínima? São 12 mil reais para cada habitante. Junta isso há 200 milhões de pessoas e veja o que seria injetado na nossa economia. Essa diferença que você julga mínima é maior do que o PIB per capita da população da Nigéria… que vivem com 3.000 dolares.
              Falta pensar um pouco coleguinha.

              • Tosoobservando

                Meu amigo ae entra outra questão, o Chile tem um territorio minimo, nosso territorio é enorme, alem de minerio, somos lider em carnes, em soja, em varios graos, exportamos tambem muito petroleo (mesmo que importemos muito tambem) e ainda temos um potencial turistico muito maior que o Chile (mais cidades pra se visitar). Então isso é compensado por outras coisas que produzimos e eles não. O chile é o país mais desenvolvido da America Latina simplesmente pq é o mais liberal e que tem menos burocracia/taxas. E fez acordos com os países mais avançados, principalmente Eua, Europa e Asia, em vez de preocupar com Mercosul.

                • Tércio Adelino

                  Cara, nunca fui radical político mas tento ser pragmático. Entendo que há ideologias interessantes tanto na esquerda quanto na direita mas ao conversar com vários chilenos e ter uma noção (ainda que superficial) de como funciona o governo de lá, percebi que o liberalismo não é perfeito mas funciona. Principalmente a longo prazo. De toda forma fiquei interessado pelo assunto e vou procurar me aprofundar sobre como o Chile conseguiu se destacar dentre os emergentes.

                  • Ernesto

                    Tércio, se você tiver facebook, tente seguir uma economista chamada Renata Barreto. Ela é fantástica nas idéias. Vale muito a pena segui-la.

        • th!nk.t4nk

          Minério de baixo valor. Compare com o que o Chile produz. Idem para a questao do petróleo.

          • Tosoobservando

            Kra nos somos o maior produtor mundial de niobio, o minerio mais bem cotado do planeta (mais que ouro). E temos varios outros tipos de outros minerios, temos de alto e baixo valor, idem para o petroleo, afinal somos o maior explorador em aguas profundas do planeta. Nao tem comparação com o Chile.

            • th!nk.t4nk

              Nióbio, minério bem cotado? Sério, isso é um grande mito. Procure no Google pra ver. O nióbio é perfeitamente substituível por titânio em superligas, ou vanádio em aços HSLA, entre outros. É um minério de baixo valor, de uma forma geral. Petróleo brasileiro é caro pra extrair e demanda muito processamento. É péssimo que o Brasil seja explorador em águas profundas, pois isso só significa custos elevadíssimos. Nao estou negando que o Brasil tenha grandes recursos naturais, mas em termos comparativos é loucura pegar um país de populaçao minúscula, sentado em minérios de altíssimo valor (Chile) e querer comparar com um populoso, espalhado, cheio de minerais de baixo valor (Brasil). Simplesmente nao dá. É óbvio e natural que o Chile vá apresentar maior desenvolvimento, mesmo que ambos fossem igualmente bem administrados. É como o cara lá que comparou Brasil com Suiça: nao tem como. Esses países pequenos (incluindo os nórdicos) têm peculiaridades que o Brasil jamais terá. Nao é uma questao meramente administrativa. O que pode bem me contradizer: se o Brasil algum dia criar um diferencial de fato. Poderia ser um domínio tecnológico na produçao de alimentos, quem sabe, ou no processamento de algum minério (ex: bauxita em aluminio e suas ligas). Em outras áreas é difícil (farmacologia, TI e microeletronica esquece, perdemos o bonde faz tempo). Enriqueceria, mas nao teria um verdadeiro diferencial pra se sobressair.

              • Tosoobservando

                Argentina: 12º produtor de concentrado de cobre; 14º produtor de estanho, refinado; 15º produtor de concentrado de prata. Bolívia: 4º produtor de concentrado de estanho; 6º produtor de estanho refinado; 11º produtor de prata; 13º produtor de concentrado de zinco. Brasil: 1º produtor de ferro; 2º produtor de bauxita; 6º produtor de alumínio primário; 5º produtor de concentrado de estanho; 7º produtor estanho refinado; 10ºprodutor de concentrado de níquel; 14º de níquel refinado; 13º produtor de ouro; 14ºprodutor de concentrado de zinco; 14º de zinco refinado. Colômbia: 8º produtor de concentrado de níquel; 8º de níquel refinado. Chile: 1º produtor de concentrado de cobre; 1º produtor de cobre refinado; 6º produtor de prata; 15º produtor de ouro. Guiana: 12º produtor de bauxita. Peru: 3º produtor de concentrado de cobre; 9º produtor de cobre refinado; 3º produtor de concentrado de estanho; 3º produtor estanho refinado; 7º produtor deouro; 2º produtor de prata; 4º produtor de concentrado de chumbo; 12º produtor de chumbo refinado; 3º produtor de concentrado de zinco. Suriname: 10º produtor de bauxita. Venezuela: 8º produtor de bauxita; 12º produtor de alumínio primário; 10º produtor de ferro; 14º produtor de concentrado de níquel.
                Se fosse igual vc diz todos estes países eram desenvolvidos ne…

    • El Gato Negro

      Então você deve ter percebido o mesmo que eu… a frota chilena é Toyota, Nissan e Mazda. Depois vem o resto.

      • Tércio Adelino

        Verdade! Mas dá pra ver de tudo lá. Desde clássicos antigos americanos até o novo Clio. Sobre as diferenças, notei que combustível lá é bem caro. Refrigerante também. Santiago parece uma grande cidade brasileira só que mais organizada e segura.

    • carroair30

      Tai a saida pro nosso mesrcado :fechar todas as fabricas e comerçarmos importar nossos carros,ai vai vim os fariseos e falar :mas e os empregos??!! com essa CRISE NAO VAI TER NENHUMA DIFERENÇA.

  • Ricardo

    Ahhhhhh Scirocco! Sonho!

    • pedro rt

      se viesse pra ca seria mais caro q o novo passat

      • Ricardo

        Mas merece pela exclusividade e design arrebatador!

        • Vitor C

          Não compensa mais trazer porque ele já é datado e jaja sai de linha, acho que é um dos modelos que a volks vai cortar como o beetle.

          • Ricardo

            Pode ser datado, mas seu design nunca vai deixar de ser legal!

  • lucas

    Parei de ler na metade, foi muito pro meu psicológico!!!!!!!

    • pedro rt

      a argentina ate q nao se diferencia tanto do nosso mercado mas o mexico e chile realmente sao um caso a parte, eles vendem de tudo e a grande maioria e melhor q a nossa frota

      • Tosoobservando

        A Argentina ate pouco tempo era igual Chile e MExico, mudou a pouco tempo com os kischner esquerdistas. Mas ja estão voltando a ficar liberais.

      • O Chile ainda está à frente do México, pois vende a maioria das marcas europeias, e várias chinesas e coreanas.

  • Eduardo Santos

    SUV Familiar com motor 5.7 de 382 cv. Que família alcoólatra!

  • Matafuego

    Comparar com o México é covardia pois ele está do lado dos EUA. Agora, olhando para o Chile, que é aqui do lado, nosso mercado é uma vergonha!

    • pedro rt

      pior e ver q o mexico vende menos q no brasil e la quase tudo e melhor do q se vende aqui… la o lider de vendas era o nissan versa mas esse mes de setembro voltou a ser o chevrolet aveo. mas o mais revoltante e ver q o brasil e o unico mercado a vender essas porcarias de 1.0… la fora e no minimo um 1.6 de baixo do capô…

      • Tosoobservando

        Mas isso tem a ver com nossas leis arcaicas, em vez de serem em relação ao rendimento do motor e sua eficiencia, é pela cilindrada. Ae temos ae, 1.3, 1.4 , 1.5 e ate 1.6 igual vc fala sendo mais eficientes que muitos 1.0, mas tendo imposto maior e custando mais caro.

    • Fábio Henrique

      O chile se nao me engano nao tem fabricacao local, portanto os impostos de importacao sao bem baratos

      • pedro rt

        o chile ja teve fabrica mas fechou ha muitos anos, se nao me engano so teve da chevrolet na cidade de ARICA

      • Matafuego

        Só imposto de importação não justifica o preço dos automóveis por lá. O fato do governo não interferir para favorecer X ou Y ajuda bem mais. Lá quem quer vender tem que ter preço. Aqui quem quer vender chora pro governo fechar o mercado e liberar crédito para o consumidor se endividar.

    • Tosoobservando

      Ate o Paraguai que liberou importação de usados tambem.

  • Breno Zanatta

    Isso não tem nada a ver com as fábricas, mas sim, com o governo super protecionista. Se mudassem a política de importação em todos os setores, seríamos todos beneficiados. Mas aqui ainda estamos no feudalismo.

    • pedro rt

      precisamos de alguem pra chamar nossos carros novamente de “carroças” pra mudarem a legislacao e abrir as portas do mercado pra receber de tudo q se vende nos mercados de 1° mundo especialmente da inglaterra e japao onde se vende de tudo de bom msm

  • Ricardo Blume

    Não é só alegria não. A quantidade de veículos baratos e cheios de plástico nestes países é de doer. Conheço estes países e posso dizer que para cada carrão que há por lá, há centenas de populares acompanhando. A quantidade de Fox, Gol, Saveiro, Tsuru, Matiz e outros é tremenda.

    • Jurandir Filho

      Tive em buenos aires há uns 4 anos atrás e o que vi nas ruas é um monte de carro velho, eles podem ter até muitas opções, mas dinheiro (crédito) não há… e isso porque foi antes da quebradeira, não sei como está hoje…

  • pedro rt

    estamos longe da diversificacao q vemos no mercado latino e ainda mais longe dos mercados q oferecem a maior variacao de modelos possiveis como inglaterra, japao e eua

  • Antonio

    No Chile e fácil explicar porque eles tem o carro que querem e que podem. Lá, simplesmente não tem montadoras comandando o mercado de automoveis como aqui, lá, o concessionário e o consumidor e quem decide qual marca lhes interessam, e importam sem barreiras protetivas, que eu chamo de anti- desenvolvimento nacionalista, como se fazem aqui, que o VW ou a própria Ford mandam para chilenos os boms e belos carrões enquanto agente aqui temos que contentar com suas seletividades de ponta de estaques, e ultrapassados modelos.

    • pedro rt

      me lembro q o chile ja teve a sua propria marca do grupo GM chamada ACADIAN

  • Fábio Henrique

    Nao vejo mercado para esses suvs gigantes americanos, aqui por exemplo mal vendem a Trailblazer, quem se da bem é a Toyota. E da ultima vez q vi um ranking bem completo do mexico vi q esses gigantes americanos vendem
    bem pouco (o q já é de se esperar de um mercado pequeno e populacao subsesenvolvida). Mas no fim das contas deve fazer algum sentido ter uma gama tao grande

    • Augusto Pessoa

      Esse é um dos comentários mais idiotas que já li por aqui no NA 😂😂😂

      • Fábio Henrique

        Argumente entao! 😘 Nosso mercado esta sedento por suvs gigantes e todas as marcas estao dormindo no ponto? Cada uma viu kkkkkk

        • Augusto Pessoa

          Vai dizer que o mercado brasileiro não anda obcecado por suvs!? Em que realidade vc vive!? 😂
          VC mesmo já sugeriu que há demanda por suvs maiores sim, pelo volume de vendas da SW4. Já pesquisou o preço de uma Pajero Full ou da Prado usada!? Ponha como ano de referência 2009 e se surpreenda com algo próximo a 90 000 reais. Carros com 7 anos de mercado, cuja depreciação é mínima quer dizer algo pra vc!?

          • Fábio Henrique

            Suvs ate certo tamanho, como disse se nem a Trailblazer vende direito, quem dirá uma Tahoe ou Suburban que sao beeem maiores. Ford, toyota, honda, chevrolet, nissan, todas possuem suvs grandes e se nao trazem existe um motivo para tal, afinal de contas eles fazem diversas pesquisas de mercado.

    • Tosoobservando

      A discussão da materia nao é se precisam ou nao, e sim o que eles tem no caso de desejarem, e nos nao.

      • Fábio Henrique

        Está no contexto

        • Tosoobservando

          E vc acha realmente que tem mercado pra eles no Mexico, Chile e Argentina? Devem vender muito pouco, mas so pelo fato dos kras terem a opçao, ja faz a grande diferença.

          • Fábio Henrique

            Sim, como disse quase nao vendem mesmo, mas devem dar lucro

            • Tosoobservando

              Obvio que dao lucro, o gasto que tiverem é com transporte apenas, taxas minimas nestes países, agora vai trazer para a terra brasilis…

            • Ernesto

              Devem dar lucro? Claro que dão lucro! Este é o objetivo de qualquer empresa, de qualquer segmento!

  • Mr. Car

    Conselho de amigo: quem não quiser passar raiva, que não leia esta matéria, he, he!

  • Marcos

    Nem sei por onde começar mas… Polo GTI e com câmbio DSG! Aí sim fez inveja! Não terminei de ler tudo para não passar raiva ehehe

  • th!nk.t4nk

    “Um dos maiores mercados do mundo”. Não é. Eu não sei de onde os brasileiros tiram isso. A realidade é que o mercado automotivo brasileiro é bem pequeno, quando comparado a dezenas de outros países. Talvez a confusão seja pelos números divulgados na época do IPI zero, mas isso foi um período muito específico. Hoje o mercado brasileiro é péssimo e não vale o investimento. Vai melhorar? Quem sabe, em um futuro distante, mas não tão cedo.

    • Tosoobservando

      o Brasil chegou a 4º lugar é ainda o 10ª e sim é um dos “maiores mercados do mundo”. O problema é o protecionismo mesmo, esse negocio dos carros feitos ao gosto local, as montadoras que ditam o que o consumidor deve receber. Mas pelo tamanho do nosso mercado e importância geopolítica, deviam ter mais respeito sim, varias marcas por algum tempo dependiam do Brasil para ter seus lucros gordos, como VW, GM e Fiat.

    • ObservadorCWB

      ????? O mercado, quando analisado friamente em NÚMERO de vendas, já mostrou nosso país na quarta posição em vendas globais. Isso não o coloca entre os “maiores mercados do mundo” ? Claro que há uma diferença brutal para a China. Mas estamos a frente de países até mais “ricos”. Segue a lista do ano passado onde despencamos da QUARTA para a SÉTIMA posição: China 25.018.133
      2.Estados Unidos 17.470.659
      3.Japão 5.034.919
      4.Alemanha 3.449.451
      5.Índia 3.422.590
      6.Reino Unido 3.007.762
      7.Brasil 2.477.284
      8.França 2.309.293
      9.Canadá 1.901.240
      10.Coreia do Sul 1.824.288

      • fschulz84

        Eu não sou economista mas, como tenho uma certa vivência na área de logística, fico pensando aqui.

        A quantidade bruta das vendas, nem sempre deve sustentar a importância do mercado… Eu vejo assim, penso no Brasil como um país continental, muito maior que Alemanha, Reino Unido e França (se pegar alguns que estão próximos na quantidade) além da população. Para atender todas as regiões do país, são necessários muito mais pontos de venda do que em países menores. Esta seria minha consideração em relação a viabilidade de investimentos.

        Mas sabemos que nosso mercado é um dos que mais conseguem gerar lucros para as montadoras, então nenhuma delas poderia se basear nesta justificativa para não investir em nosso mercado,.

        Complementando a este ponto, vejo que nós (consumidores) também não amadurecemos, não cobramos os melhores produtos, sempre nos apegamos a estigmas e lendas e, por não termos um mercado amadurecido, acabamos nos apegando a fatores que deveriam estar em segundo plano (ex: desvalorização) e os levamos como fatores primários para comprar um veículo.

        Finalizando, não vejo por exemplo como uma montadora tentar algo novo por aqui, trazer algo realmente inovador, pois se puder ser oferecido, por um custo que tornaria o produto interessante, vem nosso cartel e barra.

        Enfim, nosso mercado é muito complexo. Acredito que economistas renomados mundialmente não conseguem entender exatamente como funciona, parece que as teorias gerais da economia não se aplicam em nossa terra hehe

      • th!nk.t4nk

        Pessoal, acordem. Nao faz o menor sentido comparar Brasil com França isoladamente. A Europa é vista como um mercado único, sem fronteiras. É como um imenso país. Nesse conexto, o Brasil é uma ilha, um mercado ridiculamente pequeno. É essa a análise que as montadoras fazem, é esta a realidade. Se querem forçar a barra acreditando que o Brasil tem esse super mercado, por favor continuem. Mas a verdade é outra.

      • Henrique12

        A Coreia do Sul é uma ilhota e vende quase tanto quanto o Brasil, um país continente! E ainda dizem que transito aqui está saturado e perto do colapso rs.

    • Louis

      O mercado nacional até é um dos maiores, mas só de carroças. Se for vender carro bom de verdade, partiria tudo ao redor de R$ 100k… O que faria vender 1/4 do que vendemos hoje.

    • th!nk.t4nk

      Leia minha resposta abaixo. Repito e afirmo: o mercado brasileiro é muito mais limitado do que as pessoas imaginam.

    • JCosta

      Certamente o mercado chileno é maior, prezado alienado.. É cada uma que postam aqui…

      A grande questão é que os outros mercados citados, apesar de menos relevantes, contam com consumidores mais maduros. Consumidor brasileiro adora pagar caro no que não presta, só pra tirar onda… Ou comprar carro básico porque não desvaloriza. Antes era o Gol, o Uno, agora é o Onix.

    • Ricardo Blume

      O Brasil é sim um grande mercado automotivo, assim como India, China e muitos outros países afinal somos 200 milhões de habitantes. O grande problema é a crise que atrapalhou os planos de muitos. As montadoras nunca venderam tanto na época do IPI zero e, acredito, elas ainda aguardam por novas reduções para voltar a vender como nunca. Somos um mercado em ascensão, apesar da crise. Poucos países tem uma população tão grande como a nossa e o que falta é a economia engrenar para, ai sim, decolarmos. Todas as montadoras sabem disso afinal, não investiriam tanto em um único país.

  • Alessandro Rodrigues

    Passat e Polo usam a mesma plataforma?

  • Tosoobservando

    Parece que depois que o executivo da GM falou que o Inovar Auto tem de acabar, todo mundo agora é contra o protecionismo kkkk kd os defensores do Inovar Auto e do super IPI pra importados agora?

  • Boris Yeltsin

    TOYOBARU

    sem mais

  • Zé Mundico

    É aquela velha história….se dá para viver com pouco, para que vou querer mais?

  • Gorpo de Etérnia

    Salvo engano, a Chevrolet Captiva oferecida na Argentina é de geração anterior a nossa. A “brasileira” é baseada na Opel Antara, projeto mais novo que dos Hermanos….

    • Lord Saboteaur

      A vendida na Argentina é a versão Coreana.

  • kravmaga

    “Há ainda a segunda geração da Captiva, com motores de 167 e 184 cv e capacidade para levar até sete pessoas.”

    Só uma correção. Essa Captiva que existe em outros países não é a segunda geração da Captiva mas um carro similar da GM que compartilha o mesmo nome, plataforma e algumas peças com o Opel Antara/Chevrolet Captiva vendida no Brasil e vendida antigamente nos EUA. São carros “irmãos” e de mesma geração. O nome igual gera essa confusão.

    Vejam

    https://en.wikipedia.org/wiki/Chevrolet_Captiva

    • Lord Saboteaur

      A Captiva nunca foi vendida nos EUA a não ser pura e exclusivamente para Rentals (Made in Mexico)

      • Edson Fernandes

        Ela foi vendida como Saturn Vue.

        Não deixa de ser a captiva.

      • kravmaga

        Sim, é verdade, mas de qualquer jeito é mercado americano. Os americanos acham a Captiva compacta demais e por isso os outros SUVs da Chevrolet são maiores.

  • HugoCT

    Fiat 500X, o mais belo na minha opinião. Iria ser um secesso, mas eles não querem que ele atrapalhe as vendas do Renegade.

  • Gabriel Oliveira

    podia colocar a peugeot, tem 301, novo 308, 508 etc…

    • Jurandir Filho

      Vi um em Gramado com placa do uruguai, bacana o carrinho, poderia vir pra cá

  • Gabriel Oliveira

    Bem respeitado nosso mercado, sqn

  • Gurgelando

    Vi muito a chevrolet Orlando no Chile. Muito bacana. Aí é carro heim… já a Spin…

  • Yuri Lima

    Antes de manifestarmos nosso complexo de vira-lata, achando que tudo lá fora é melhor do que aqui, e que nada no Brasil presta, há de se considerar alguns pontos do mercado brasileiro.

    -O consumidor BR compra carro por metro. A vinda de Spark e I10 para cá tirariam compradores de Onix (por isso mataram o Agile aqui também) e HB20. Isso para as fabricantes não é interessante. Vide a Fiat que encheu seu line-up com compactos e perdeu a liderança de mercado.

    – SUV’s gigantes como Travesse/Tahoe não seriam bem aceitas aqui, pois nossas ruas são menores (numa escola mais européia) do que as americanas. São excelentes carros, mas manobrar um trambolho desse daria trabalho. Fora que, a faixa de preço, mesmo sendo de categoria diferente, já esbarraria em SUV’s menores de marcas premium.
    Brasileiro gosta de status. Facilmente abriria mão de uma Travesse para comprar um BMW X6.

    -Os Nissan são uma ótima pedida! Mas o consumidor BR ainda tem preconceito com a marca. Veja que um Etios (projeto de péssimo custoxbenefício feito para a India) é mais vendido que March/Versa (muito mais carro em equipamentos e motor) só porque tem a “grife” Toyota. Provavelmente, em tempos futuros, tenhamos Maxima/Juke/Murano aqui. (Já tivemos o Maxima nos anos 90). 370z poderá vir. veja que a Nissan já trouxe o poderoso Godzilla (degraus acima do Z). É só o primeiro passo!

    -Jeep (Temos agora o Compass que se equivale ao Patriot em motorização e porte).

    – SUV/Pickup Honda (a imagem da Honda aqui ainda é de “carros”), para o brasileiro médio, pickup ainda é GM/FORD/Toyota e demais. A Toyota, que já tem tradição na área, poderia trazer a Tundra pra cá.

    – A Renault já trará o Koleos/Kaptur pra cá. Os demais (elétricos) ainda há restrição no mercado. Megane Hatch ameaçou vir, mas atá agora nada. Clio seria uma boa pedida, como BR compra carro por metro, ou ele ou Sandero sairiam perdendo.

    -SUVs/Picaponas da Ford – idem ao que falei da Tahoe/Travesse. Mustang poderia vir fazer frente ao Camaro sem problemas. Já tivemos F250/Silverado aqui, mas morreram por conta das vendas baixas. Hoje pickup aqui é mais ostentação de cowboy de posto com Hilux/Amarok que só usam o 4×4 diesel no circuito casa/balada do que para trabalho como F250/Silverado/D20.

    – Acredito que só VW/Fiat estejam comendo mosca. Polo hatch e sedan sempre foram bons carros, mas a VW nunca acertou a mão nos preços ante a concorrência. Scirocco não teria espaço diante de Fusca/Golf GTI. Alguém sairia perdendo nessa briga dos três irmãos.

    – A Fiat aqui tem o seu foco em pequenos.É o seu ponto forte, e está se tornando seu ponto fraco agora. Algumas opções poderiam ser revistas, mas, como os atuais vendem bem ainda, ela não mexerá tão cedo por aqui.

    Cada mercado tem suas peculiaridades. Levamos vantagens em alguns pontos e perdemos em outros. GM ainda tem Agile/Classic lá fora, enquanto temos a Spin ante a Orlando.
    Em suma, muito do que está no quadro atual do nosso mercado é culpa também do consumidor que aceita tudo de bom grado. Se a Toyota enfiou goela abaixo um Etios Sedan Platinum como compacto premium, pra quê ela vai trazer o Yaris?

    • pedro

      Tudo não, mas uma boa parte é verdade.

    • Zé Mundico

      Realmente tudo a ver. Brasileiro tem a estranha mania de não gostar de carro bom mas sim de carro grande. Apesar de sermos um dos maiores mercados do mundo (em quantidade mas não em qualidade) o nosso nível econômico-financeiro não permite maiores avanços tecnológicos automotivos.
      As montadoras preferem trazer ou montar seus modelos mais simples e baratos e fantasiá-los de “premium” porque é mais rentável, simples assim.
      Outro ponto é que o consumidor brasileiro não preza muito pela manutenção do veículo, devido a liseira. Daí tantos remendos e gambiarras próprias de modelos antigos e mais simples.Dá para fazer gambiarra num RAV, por exemplo? Ou num BMW?
      Desenvolver tecnologia custa caro e manter tecnologia custa mais caro ainda. Dinheiro sempre fala mais alto por aqui.
      Com a queda do poder aquisitivo da população e o fim da era do crédito indiscriminado, a coisa tende a piorar, infelizmente.

    • Tosoobservando

      Kra o que tem a ver, entao por causa destes pontos nao poderiamos ter essa gama toda pra “escolher” o que desejamos? A materia trata do fato destes países liberais e com mercado aberto e sem taxas de importação igual a nossa terem muito mais opção do que aqui. As montadoras não oferecem isso tudo la pq o cliente gosta, ate pq sao poucos clientes que compram mesmo Mustang, Corvette, os Suvs grandes etc.. tanto nestes países quanto aqui. Mas so pelo fato dos kras ja terem a opção de comprar oficialmente se quiserem (pq querendo ou nao podemos compra-los, mas não-oficialmente e sai muito mais caro) ja demonstra grande diferença ae. Não tem nada a ver com gosto local.

      • Yuri Lima

        Prezado, é claro que o gosto local é peça chave nisso. Independente de o país X ou Y ser liberal ou protecionista, o mercado tem de oferecer aquilo que atenda à demanda local.
        – Você tem razão em dizer que carros como Mustang e Corvette tenham baixas vendas em qualquer mercado, pois são carros de um nicho mais específico e restrito. Estes poderiam vir ao Brasil sem problemas, como eu falei. Afinal, aqui nós temos Porsche e Nissan GT-R vendidos oficialmente. Nada impediria de vir pra cá. Vide que coloquei isso no comentário.
        – A questão é a dos outros carros, “mais comuns”. O gosto local provavelmente não absorveria a oferta de veículos pra cá. Essas empresas fazem pesquisas de mercado pra isso. Observe que o segmento de Minivans e Peruas caiu bastante aqui, pois o seu público está optando por SUV’s. Estes mesmos SUV’s agora estão também abocanhando alguns compradores de hatches médios, vide os números de vendas de HR-v, Renegade etc comparados com Golf, Focus e demais. Tanto é que teve marca que abandonou o segmento de Hatches médios para se dedicar aos Suvs compactos.
        Só se é oferecido aquilo que tem mercado. Não se vai abrir um bar num bairro predominantemente de moradores evangélicos. Do mesmo jeito, vc não vê um GM Travesse no Japão, nem um Kei car aqui no Brasil. Já tivemos o Subaru Vivio aqui nos anos 90. As vendas foram um fiasco. Se o povo já acha ruim aqui carro 1.0, um 0.6 não teve aceitação.
        Falta uma atenção maior das fábricas aqui com o público sim, mas também eles não vão oferecer algo que quase ninguém compre para tomar prejuízo. É a lei do mercado.

        • Tosoobservando

          Pode nao ter GM Traverse no Japão, mas eles tem Cadillac Escalade e Lincoln Navigator kkkk veja kra, a questão aqui nao é a produção, é apenas o que é ofertado, e países mais liberais tem sim uma gama muito maior pra escolher, msm que exista os nichos.

    • Luiz Ramos Jr.

      Yuri, complexo de vira lata é saber que temos um mundo de opções lá fora, mas que temos que se contentar com o que é oferecido aqui a preço de ouro. Não podemos ser uma ilha.

  • pedro

    Nissan e Renault, com certeza, são as que mais fazem falta de uma linha de produtos que têm lá fora e aqui não.
    Quanto ao Kuga e Escape, eu acho que são os mesmos carros, SUV do Focus, pois na Europa é Kuga e nos EUA é Escape. Por curiosidade fui ver no site da Ford e só tem o Escape.

  • Rafael Trindade

    E a Opel no Chile…

  • fschulz84

    Só acredito que um dia poderíamos ter o nosso mercado automotivo equiparado ao do Chile por exemplo, no dia que o cartel da ANFAVEA for desfeito, nosso mercado parar de ser protecionista e os sindicatos cabides de emprego forem fiscalizados e realmente terem a função da qual deveriam exercer.

    No mais, não vejo como nosso mercado mudar.

  • thi

    vw siroco <3

  • Vitor Barcellos

    Engraçado que no México eles tem a opção da S10 e da Colorado USA. Sempre achei que a Colorado USA fosse exclusiva dos Estados Unidos.

  • El Gato Negro

    E isso que nem foram citadas as marcas não comercializadas aqui. Alfa Romeo e Mazda são figuras fáceis no Chile.

  • Marcos Pastori

    Esqueceram….

    https://i.ytimg.com/vi/K2FDJvnt-CI/maxresdefault.jpg

    E os caras curtem bastante por lá, mesmo sendo ”bomba” aqui.

  • Marcos Pastori

    É porque o brasileiro que compra carro zero (veja bem, que compra carro zero) troca por outro carro novo em 1,5 anos em média. O americano em média 4-5 anos e o europeu demora mais ainda. No mercado deles tem que pedir pelamor de Deus para conseguir vender um carro, aqui o que jogar no mercado a galera tá comprando.

  • Bem feito pra nós brasileiros. Este é o efeito de uma política governamental protecionista de montadoras e, por outro lado, mercado consumidor imaturo que paga muito bem pelo pouco que lhe é entregue.

  • Ramon Oliveira

    O 86 (ou brz) seria pedir de mais pra Toyota? Ela não tem nenhum esportivo em sua gama aqui no Brasil. Tenho certeza que seria um bom concorrente pro Civic SI e iria roubar alguns compradores de GTI da VW

  • Diogo Augusto

    Poha Fiat!! O México já tá produzindo o 500X e a 500L, o que que custa trazer eles pra cá no lugar da Idea e da Weekend?? E aliás, até quando vocês vão continuar vendendo essa geração jurássica da Doblô?
    Poha Renault!! O México já tem os Megane e o Novo Clio que já tem até versão R.S, e vocês aqui dando Dacia Sandero e Kwid pra gente…
    Poha Toyota!! Trazer o GT86 pra cá que é bom nada né? E se trouxesse ia colocar a preço de GTR né dona Toyota?
    Pô CAOA!! Se nem pra trazer o Veloster original pra cá vocês não prestam, imagina então trazer o Genesis?
    Nissan!! Se trouxe o GT-R porquê não trazer o 370z? Mesmo que seja por encomenda? E aliás, a Frontier já tá precisando de um facelift!!
    Volkswagen… que tal matar o Gol logo de uma vez e trazer o Polo logo pra cá?
    Chevrolet… a Captiva vai continuar mofando nas concessionárias nessa geração mesmo?

    • Icarix-Ace

      A certo ponto, se a 4Rodas desse mês estiver certa, é o que vai acontecer: Novo Polo europeu 2017 sendo trazido aqui no BR como Gol 2018 (isso mesmo, os dois compartilhando a mesma plataforma e visual com preços ó… lá pra cima)

  • Gran RS 78

    Como o nosso país é tratado como um país de quinta categoria, pois até mesmo a Argentina, que tem um mercado infinitamente menor que o brasileiro tem carros melhores que os nossos, lembrando que até o Punto vendido lá é importado da Itália e não do Brasil. A Fiat teria por obrigação ter o 500X e o novo Doblo disponível no Brasil, afinal o Brasil é o segundo maior mercado para a marca italiana, perdendo somente para a Itália. A Ford é outra que está “marcando” em não trazer de forma oficial o Mustang, F150 e tbm o Kuga, pois teriam clientela cativa por aqui.

  • João R

    O motivo é bem simples. O consumidor brasileiro é muito pouco exigente e apenas focado em aparência para comprar um veículo e revender 2-3 anos mais tarde no intuito de teimar que compra de carro é investimento. Com esse tipo pensamento pobre, opções de cores, tescidos, motores, acabamentos, etc… acabam passando a ser consideradas pelas montadoras em segundo ou terceiro plano resultando que varios modelos em configurações fixas se perpetuem um periodo logo após outro?! (exemplo: 27 anos o gol sendo número 1 nas vendas???).
    Atualmente o consumidor não faz isso de uma maneira tão fiel porque a gente encontra-se num processo de tumulto político e económico que faz das familias encolher a mão na hora de gastar e leva a pensar “mais e melhor” onde gastar o dinheiro. Mas uma coisa é ter prudência e outra bem diferente e ter uma tendência (se o mercado fosse virar para cima novamente em breve, algo que não irá acontecer no mínimo até daquí a 3-5 anos… com certeza os consumidores voltariam na mesma sem ter aprendido nada da crise resultado de um país não ter investido em pilares e sim em maquiagem e especulação!).

    É por isso que vemos uma frota de carros na rua monocromática (principalmente preto, prata, branco, cinza) com pouco style e variedade nos acabamentos internos (favor, entrem nos configuradores de carro online na Europa-US e poderão conferir a grande variedade de opções que o cliente tem para escolher uma compra de um caro ZERO km).
    É por isso que REnault não se complicou a vida e resolveu colocar no país toda sua frota de veiculos da Roménia, Dacia,

    É por isso que Fiat e Chevrolet teimam com essas plataformas e modelos ultra low-cost que não existem lá fora
    É por isso que o resto de fabricantes das 2 uma: ou te colocam uma carcasa ultra low-cost no valor de 50-70mil ou puxam já para um modelo importado com opções ultra limitadas em preços absurdos que só ajudam a fortalecer o preço para cima das opções nacionais.

    Resumindo… estamos em 2016, quase entrando em 2017 (tem filmes tipo de volta para o futuro. Blade Runner, Exterminador e tal que falam dessas datas como de “futuro”) e por aqui no Brasil… teimando de manter um cinto alfandegário que nada a ver com proteger a industria nacional e sim com proteger com que a industria nacional resolva DEMORAR a atualização da tecnologia automotiva em troca de filtrar o que entra de fora com os preços que convem para elas mesmas. Qual é a solução? Acabar gradativamente com essa longa lista de impostos alfandegarios incentivando a industria nacional a fabricar e produzir exatamente mesma coisa que existe lá fora aos mesmos preços que lá fora (5-10% acima abaixo, não 50-70-100%)… e com isso contribuir ao pais se atualizar em tecnologia, emprego e capacitação, permitindo que quem deseje compre veículo não produzido em solo Brasileiro com um leve incremento nos preços. Agora… Se o pulo em segurança, tencnologia e jeitinho dos carros nacionais Versus importados é enorme como acontece atualmente… lógico que a valores similares… o consumidor resolva comprar o que vem de fora. Enfim… Tá na hora do governo fazer mudanças inovadoras que ajudem a reduzir o custo-beneficio no país e não protecionistas!!!!!!!!!

    • Tosoobservando

      A unica analise que vc poderia fazer proxima disso é quando o Collor abriu as importações e baixou os impostos em menos de 20% para importar, hoje se tem ae 30% de importação + super ipi para importados + cotas do Inovar Auto + limitação para importar do Mexico e Argentina etc… Pelo que lembro da era Collor o consumidor aqui agiu exatamente igual em todos os outros países, alias o que se via de Eclipse e Mustang e Lada Niva nao era brincadeira.

  • Yuri Calmon

    Melhor seria vender aqui esses modelos MUNDIAIS mesmo que pelados, que gastar dinheiro desenvolvendo projetos NACIONAIS !!!

  • Daniel

    Já dirigi a Chevy Suburban nos EUA. É um caminhão!
    Aqui custaria algo em torno de R$ 137.000,00

  • Alexandre Ule Ramos

    Bacana a matéria. Só faltou converter os valores em reais, para se ter uma ideia dos valores de venda nesses países. Parabéns.

  • rodrigo

    Aqui no paraguay toda linha SRT da chrysler é vendida, menos o viper. Challenger SRT8 custa 65.000 dolares financiado ate 48x sem juros, Grand Cherokee SRT8 custa 95.000 dolares financiado ate 48x sem juros, agora estao trazendo o Challenger Hellcat por 120.000 dolares financiado na mesma forma, todos vendidos diretamente pela chrysler, com entrada de 30%. Financiamento feito pela propria concessionaria, sem bancos intermediando, com 10% de desconto para pagamento a vista. No challenger hellcat por exemplo, nessa forma de pagamento e considerando o dolar a 3,30, pagaria a prestaçao de uma sw4 no brasil com financiamento pelo banco.

  • GuilhermeSMello

    Só para constar, o Captiva que a reportagem chama de segunda geração na verdade não passa de uma reestilização da primeira geração, a segunda geração é a vendida aqui.

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