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Os carros e marcas que ficaram de fora do Salão do Automóvel 2016

carros-marcas-de-fora-salao-automovel Os carros e marcas que ficaram de fora do Salão do Automóvel 2016

O Salão do Automóvel de São Paulo em sua 29ª edição já fechou suas portas. Todavia, alguns carros atuais e montadoras que atuam no mercado brasileiro nem deram as caras por lá. Um bom exemplo é a chinesa JAC Motors, que registrou sua primeira ausência na mostra automotiva desde sua estreia no Brasil, além de modelos como o hatch médio Bravo e o sedã médio Linea, ambos da Fiat.



Confira abaixo alguns dos principais carros e fabricantes que não marcaram presença na edição deste ano do evento:

Fiat Bravo

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Lançado no mercado brasileiro há cerca de seis anos, o Fiat Bravo nunca conseguiu ser um sucesso de vendas entre os hatches médios. Nem o face-lift, aplicado pela marca em fevereiro de 2015, conseguiu reanimar o modelo. Segundo rumores, o carro deixou de ser fabricada (outros contrariam que o modelo teve sua produção interrompida temporariamente) Devido a isso, o modelo não apareceu no Salão do Automóvel de São Paulo.

Ainda assim, alguns exemplares do carro continuam sendo oferecidos (com desconto) nas concessionárias. O Bravo tem preço inicial de R$ 72.120, podendo alcançar os R$ 91.120 na versão mais cara (sem opcionais). As versões Essence, Sporting e Blackmotion usam um motor 1.8 E.torQ, de até 130 cv com gasolina e 132 cv com etanol, a 5.250 rpm, e torque de 18,4 e 18,9 kgfm, respectivamente, a 4.500 rpm, com câmbio manual de cinco marchas ou automatizado Dualogic Plus, também de cinco velocidades.

Já o Bravo T-Jet, o mais caro da linha, esconde sob o capô um motor 1.4 litro turbo a gasolina, com 152 cavalos de potência, a 5.500 rpm, e 23 kgfm de torque, acoplado a uma transmissão automatizada de seis velocidades. Segundo a marca, o carro vai de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e tem velocidade máxima de 206 km/h.

Fiat Idea

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Outro carro da Fiat que ficou de fora do Salão de São Paulo foi o monovolume Idea, que também pode ter deixado a linha de produção. O modelo continua sendo exibido no site da fabricante no País, em três versões de acabamento, com três opções de motorização e preços que variam de R$ 54.660 a R$ 66.590 (sem opcionais).

O Fiat Idea Attractive usa um motor 1.4 litro Fire flex, de até 80 cv com gasolina e 81 cv com etanol, a 5.500 rpm, e torque de 12,2 kgfm e 12,4 kgfm, respectivamente, a 2.250 rpm, com câmbio manual de cinco marchas. Já o Idea Essence é equipado com um 1.6 E.torQ de 115 ou 117 cv, a 5.500 rpm, e 16,2 ou 16,8 kgfm, a 4.500 rpm, com transmissão manual de cinco velocidades ou Dualogic Plus, também de cinco marchas.

Por fim, o Idea Adventure é dotado de um 1.8 E.torQ de 130 cv ou 132 cv, a 5.250 rpm, e 18,4 ou 18,9 kgfm, a 4.500 rpm, com câmbio manual ou automatizado Dualogic Plus, ambos de cinco velocidades.

Volkswagen Fusca

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O saudoso Fusca não pôde ser conferido pelos visitantes do Salão do Automóvel de São Paulo neste ano. O cupê de duas portas da Volkswagen foi deixado de lado, mas ainda não se sabe se o modelo deixará de ser ofertado no mercado brasileiro – pelo menos até a publicação desta matéria, ele continua sendo exibido no configurador da marca por a partir de R$ 124,7 mil.

A versão “brasileira” da atual geração do Volkswagen Fusca é equipada com o motor 2.0 litros TSI, que consegue desenvolver 211 cavalos de potência, a 5.500 rpm, e 28,6 kgfm de torque, a 2.000 rpm. Ele trabalha em conjunto com o câmbio automatizado DSG de seis marchas e dupla embreagem e tração dianteira.

Segundo dados da fabricante, o Fusca TSI acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos e tem velocidade limitada a 224 km/h.

Entre os equipamentos, há airbags frontais e laterais, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, bancos dianteiros com aquecimento, bancos dianteiros com ajuste lombar e de altura, controle de cruzeiro, direção elétrica, retrovisores externos com aquecimento, volante e bancos revestidos em couro, indicador de pressão do turbo, temperatura do óleo e cronômetro no painel, rodas de liga-leve aro 17, ar-condicionado manual e sistema de entretenimento com tela sensível ao toque de 6,3 polegadas e App-Connect.

Fiat Linea

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O Fiat Linea também é outro que pode ter sido descontinuado há tempos. O sedã médio ainda figura na linha de modelos da fabricante italiana no mercado nacional, mas ele nem sequer apareceu no estande da marca no Salão de São Paulo. Hoje, o carro tem preço inicial de R$ 65.860, mas certamente é possível negociar nas concessionárias para leva-lo por um valor mais em conta.

A gama do Linea dispõe apenas de uma opção de motorização, a 1.8 litro E.torQ, que rende 130 cv com gasolina e 132 cv com etanol, a 5.250 rpm, e torque de 18,4 e 18,9 kgfm, respectivamente, a 4.500 rpm. Junto a ele está uma transmissão manual ou automatizada Dualogic Plus, ambas com cinco velocidades (a segunda opção dispõe de aletas atrás do volante para trocas manuais de marcha).

A versão mais cara do Fiat Linea, a Absolute, que custa R$ 77,1 mil, oferece itens como airbags frontais, freios ABS com EBD, ar-condicionado automático digital, bancos em couro, computador de bordo, direção hidráulica, faróis com regulagem elétrica de altura, faróis e lanternas de neblina, controle de cruzeiro, rodas de liga-leve de 17 polegadas, sistema multimídia com tela sensível ao toque de cinco polegadas, volante multifuncional, entre outros.

JAC Motors

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A JAC Motors não ostentou um estande no Salão do Automóvel por falta de novidades: simultaneamente com o evento, a fabricante chinesa apresentou no mercado brasileiro o novo T5 CVT, que já está disponível por R$ 69.990. Todavia, devido à crise que vem afetando há tempos a marca no Brasil, os visitantes da mostra automotiva não puderam conferir os carros da estrela de cinco pontas.

Atualmente, além do crossover compacto T5, a linha da JAC Motors dispõe do hatch subcompacto J2 (que tem preço inicial de R$ 35.990), do hatch compacto J3S (a partir de R$ 38.990), do sedã compacto J3 Turin S (a partir de R$ 40.990), do sedã médio J5 (a partir de R$ 53.990), da minivan J6 (a partir de R$ 58.990), do crossover compacto T6 (a partir de R$ 77.990) e da minivan T8 (que custa a partir de R$ 95.990).

Volvo

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Outra empresa que não deu as caras no Salão de São Paulo deste ano foi a Volvo. De acordo com um executivo da marca durante uma entrevista, a intenção é consolidar a presença no mercado através de ações direcionadas somente a clientes da marca. Portanto, é de se esperar que nem nas próximas edições do Salão a Volvo esteja presente.

Hoje, a fabricante oferece os modelos V40, V40 Cross Country, S60, V60, XC60 e XC90. O mais barato deles é o V40, que custa a partir de R$ 129,9 mil, enquanto o mais caro é o utilitário-esportivo XC90, que tem preço inicial de R$ 346,9 mil.

Smart

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Segundo fontes, a Smart, empresa da Mercedes-Benz, foi descontinuada no mercado brasileiro. Portanto, quem foi ao Salão tendo como um dos alvos os carrinhos da marca ficou decepcionado. Apesar disso, a Smart ainda tem um site no Brasil e algumas concessionárias em operação na cidade de São Paulo.

A linha da Smart era composta pelo modelo Fortwo em diversas versões, com preços em torno de R$ 70 mil.

Ferrari

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Muita gente acaba visitando o Salão do Automóvel tendo como alvo os carros superesportivos que têm cifras astronômicas. Todavia, a edição deste ano decepcionou tal público. A Ferrari foi uma das fabricantes que ficou de fora da mostra automotiva. A Via Itália, importadora dos carros da marca de Maranello, optou por deixar de fora os almejados bólidos italianos.

Todavia, a organização do Salão de São Paulo criou o Espaço dos Sonhos que, como o próprio nome indica, exibiu uma série de carros que a maioria dos visitantes têm como sonho. No caso da Ferrari, houve a California T, atual carro mais em conta da linha, que custa R$ 1.890.000, e usa um motor 3.9 V8 biturbo, de até 560 cv e 77 kgfm, com câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem e tração traseira. A marca diz que o bólido atinge os 100 km/h em 3,6 segundos e tem velocidade limitada a 315 km/h.

Lamborghini

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Outra marca de superesportivos que não deu as caras na 29ª edição do Salão de São Paulo foi a Lamborghini, também representada pela Via Itália no território nacional. No entanto, assim como a Ferrari, um modelo da marca foi exibido no Espaço dos Sonhos, que ficou localizado próximo à praça de alimentação do pavilhão.

No caso da Lamborghini, o estande exibiu um exemplar do Huracán LP 610-4, o carro mais caro do Salão – a etiqueta tem um preço de R$ 2,6 milhões. O supresportivo é equipado com um motor 5.2 V10, de até 610 cv e 57,1 kgfm, com 57,1 kgfm, com uma transmissão automatizada de sete marchas e dupla embreagem e tração integral.

O Huracán vai de 0 a 100 km/h em apenas 3,2 segundos e de 0 a 200 km/h em 9,9 segundos. A velocidade é limitada a 325 km/h.

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  • Fanjos

    O salão do automóvel desse ano foi a cara do huEzil…. decadência, esquecimento, e um sentimento forte pelas empresas de “tanto faz e dane-se esse lixo….estou vazando daqui”

    • SDS SP

      Duro é pagar quase 100 pilas de ingresso + 40 de estacionamento e ainda passar perrengue para acessar o lugar. E finalmente ver de novidades coisas do tipo WR-V e por aí vai…

      Melhor coisa era ficar admirando as modelos kkk

      • Fanjos

        Vixi eu fui no primeiro dia e paguei vintão, fui e voltei de Uber já que era perto de casa e gastei mais 14 HuEais, fiquei 2 horas lá, vi tudo que tinha que ver e vazei.
        Se tivesse que gastar muito mais que isso eu nem ia, e mesmo assim nem valeu a pena gastar esses trocados

      • Ernesto

        Por sorte eu ganhei dois ingressos e fui de metrô/ônibus do evento, então gastei R$15,20, considerando a passagem do metrô, ida e volta, para duas pessoas. Mas tenho consciência de quem nem todos tem esse privilégio de não pagar a entrada.

    • Leo

      Tive a mesma sensação. E olha que fui de Brasília com esse objetivo principal. Meus amigos de Sampa acabaram salvando a viagem, já que o Salão em si foi decepcionante.

  • SDS SP

    O salão do automóvel de maneira geral não me chamou à atenção. Fraco em termos de novidades, que vai ao encontro da atual situação do país.

    • 4lex5andro

      Por que exatamente o que atraía a atenção do salão eram os superesportivos, e justamente ferrari e lamborghini. E isso pode ser explicado pela recessão que o Brasil tem passado.

      • Guilherme Melo

        o salão do automóvel desde o de 2008 ja não tem Esportivos de verdade, naquele ano tinham stands da Ferrari, Lamborghini, Tinha Aston, Porsche, Paganis, Lotus e por ai vai, da la pra ca, pouquíssimos esportivos, e começou a invasão chinesa.

        • Credo, pra ver carro chinês, eu compro a revista Quatro Rodas.

  • Darlon Anacleto

    O que exatamente a Fiat tem de mais atual no país? Uno, Mobi? Pq o restante tá tudo a ponto de pendurar as chuteiras.

    • Tosca16

      E a Toro ?

      • Darlon Anacleto

        É verdade. O maior sucesso da Fiat dos últimos tempos e eu esqueci.

  • Tosca16

    JAC foi uma burrice, economia besta… Volvo é compreensível, foi estratégia e é global, diversos salões no mundo estão sem vê a marca sueca a um tempinho. Fiat tem imagens aí que mostravam o grande espaço vazio, dava para trazer estes modelos todos e ainda sobraria espaço kkkkkk. E outras vieram só depois de longa negociação, como LIFAN, que pelo que sei nem fez coletiva com a imprensa, apenas expôs o X60 CVT, um SUV maior o X80 e o restante da linha sem muito alarme.

    • Ernesto

      Será que foi economia besta da Jac? Será que ela não está vendendo o tanto que ela tem de cota de importação sem o IPI majorado?
      Sobre a Lifan, me surpreendeu negativamente a qualidade interna do 530. Por fora até bacana, mas por dentro é medonho. Se você olhar o site da Lifan, eles nem mostram o interior, só o cluster.

      • Tosca16

        Nunca gostei dos interiores dos Lifans, nem mesmo o da X60 …

  • Jonas

    Falando dos carros que não estavam presentes… O preço do Fusca está surreal. Logo quando chegou ao Brasil nessa nove versão com motor turbo, você via um em cada concessionária, agora é raro. A mesma coisa acontece com o DS3( que não vi no SDA) não vejo mais nas concessionárias. :/

  • Tosca16

    Um dos modelos que chamou mais a atenção foi o novo 3008, em contraponto ao por muitos considerado a pior e mais chata das apresentações, a da Peugeot…

    • 4lex5andro

      No mercado europeu a Peugeot tem carros muito interessantes, como o 308 e o 508 (que chegou a ser ofertado aqui no país), mas a política protecionista do Brasil também dificulta muito atualizações nos modelos (o 308 europeu por ex,, é outro carro, distinto totalmente do homônimo brasileiro).

      • Tosca16

        Sim sim, mas mesmo com tudo contra a PSA tem uma linha relativamente bacana, apesar de alguns refugos que ainda temos que aturar, de resto 208,2008 e agora o 3008 são excelentes carros.

    • Darlon Anacleto

      Que carro é esse? Se vier a um preço competitivo, pode ressuscitar aquela aura que a Peugeot tinha lá no começo.

  • Alessandro

    O Cherry Tiggo 2 foi o lançamento que mais me surpreendeu.

    • Tosca16

      Já WR-V da Honda foi o contrário, ao meu ver o que mais me decepcionou .

  • Rogério

    Esses da Fiat pararam de ser fabricados já.. Linea, Bravo e Idea.

  • Walter Augusto

    Bravo e línea estão mais para museu do que salão do automóvel.

  • Cyro

    Alguem pode me atualizar sobre a Dodge?
    estava no salão? Tenho interesse em comprar uma Journey mas a mesma não tem mais unidades a venda no Brasil, e o s ultimos modelos vendidos era m2015

    • André

      Nem a Fiat vende mais a Freemont.

  • marcosCAR

    Alô FIAT, não precisa tirar do mercado os modelos mencionados na matéria. Basta reposicionar os preços. Por exemplo: Bravo em torno de 65.000,00. O Linea 59.000,00. E o Idea que está bem defasado por 49.000,00. Ficam as dicas.

  • Ricardo

    Salão sem Ferrari para mim não presta!

  • William Santos de Melo

    Saudades salão com Zonda R, Bugatti Veyron, Lambo, Ferrari e Maserati… Bons tempos

  • Volvo: “a intenção é consolidar a presença no mercado através de ações direcionadas somente a clientes da marca.”
    Oi? Clientes novos para que né? Já deve tantos que nem precisa de mais.

    • AugustoSeide

      Ééee.., como fã de Volvo, fiquei decepcionado.

      Mas é mais marketing direcionado mesmo. O salão do automóvel, com a internet hoje em dia, perde um pouco o sentido, já que as novidades são apresentadas em tempo real para o mundo inteiro, com custo infinitamente menor.

      Eu por exemplo, assisti pelo You Tube os lançamentos mundias do All New FH ano passado, do XC90.. tudo de graça, pela internet.

      • Tosca16

        Essa é a estratégia mesmo, usar mídias online para chegar ao público desejado.

    • Tosca16

      Eles mudaram a atuação deles para mídia digital, e a Volvo anda muito bem obrigado desde que os chineses injetaram dinheiro…

      • Digital é lindo, mas nada como ver e sentir um carro pessoalmente. Aí sim dá lombrigas para comprar um.

        • Tosca16

          Eu não sei se um salão impulsiona tanto hoje as vendas, pois o consumidor está mais cauteloso e olhando mais marcas, opções e etc na hora de decidir pela compra; claro que tem aqueles que são fieis a uma montadora X entretanto boa parte hoje até migrou de marca A para B, pelo que sei até as idas nas concessionárias se mostram menores, hoje o cara vai na revenda e as vezes sabe mais do carro que o próprio vendedor… Agora tem produtos que os salões são excelente opção para venda, que são acessórios considerados perfumaria; camisetas, chaveiros, adesivos … isso vende, e vende muito.

  • Victor Hugo

    Eu estive lá, e posso garantir. Foi ´péssimo. Como já dito, preço caríssimo (R$ 100,00 para entrar e R$ 40,0 para estacionar). Nada de novidades. Carro tipo Camaro, Mustang e Hellcat que fizeram sucesso, o último sendo mais empolgante. O pessoal é tão alienado que entravam em carro normais, tipo da Cherry para tirar foto e ficar sonhando. Ferrari que estava lá, no espaço dos sonhos, estava bem distante do público. Xunning da VW com o gol etc. O mais legal era o Tesla Model S branco que estava no estacionamento, escondido. Aposto que a maioria das pessoas não viram esse carro lá. Fui em 2010, e com certeza foi o melhor salão dos últimos tempo.s

  • J_Eduardo

    Ainda bem que eu não fui. Pq estávamos montando um grupo pro nosso tradicional bate volta Rio – Sao Paulo…mas alguns amigos deram pra trás…sobrando eu e um outro amigo e que acabamos desistindo….pelo q li aqui, fizemos foi o correto…

  • Paulino Lino

    Então podemos dizer que o Salão este ano esteve igual o interior das lojas desse país falido: VAZIAS ou apenas com aquele famoso ” estou só dando uma olhadinha” no que vocês ainda tem em estoque. A POLÍTICA está destruindo vidas e fechando empresas a rodo. LAMENTÁVEL, porque essa corja de bandidos de colarinho branco só andam de AVIÃO mesmo.

  • Samuel

    Fiat, como sempre, atrasada em relação aos demais. Bravo, Idea, Linea e Punto nem deveriam mais ser comercializados, mas pelo visto tem quem goste de zero km com >5 anos de atraso tecnológico. Volvo está se tornando uma péssima compra aqui no Brasil por causa dos custos proibitivos de manutenção. Tanto é que várias seguradoras já não fazem mais seguro de Volvos com >3 anos.

  • Leo

    Fui no último dia 19 no Salão do Automóvel. Meu resumo:
    Pontos altos:

    – Mercedes-Benz, trouxe bastante variedade, inclusive o Safety Car da F1 (AMG GT). Foi possível entrar em quase todos os carros deles.

    – Volkswagen, trouxe a gama completa e alguns conceitos, como aquele baseado no Golf GTE.

    – Ford trouxe o Mustang

    – GM com o novo Camaro

    – Havia um F1 da McLaren no estande da Honda

    – Hyundai Creta é uma ótima surpresa por dentro. Excelente acabamento. Também tem boa altura em relação ao solo.

    – Pavilhão muito melhor do que o Anhembi

    Pontos fracos:

    – Faltaram os superesportivos

    – Faltaram algumas marcas, como a Volvo

    – Filas intermináveis para fazer test-drive (tentei Golf GTE e Peugeot 208GT – nada feito!)

    – Praça de alimentação hiperlotada

  • Marcus Vinicius

    A Importadora Via Itália é quem deveria trazer ao Salão do automóvel de São Paulo os carros da Ferrari e Lamborghini o que não aconteceu !

  • Erich Mello

    Bravo T-Jet, acoplado a uma transmissão “automatizada” de seis velocidades?!?!? Onde?!?!?

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