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Os melhores casamentos de motor e câmbio do mercado brasileiro

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Motor e câmbio, um conjunto que deve casar muito bem. Sem essa interação harmoniosa entre os dois, ficando difícil entregar conforto, performance e prazer ao dirigir. Isso sem contar eventuais aumentos de consumo e consequentemente de emissão.



Propulsor e transmissão precisam estar bem calibrados para que o primeiro possa transferir o máximo de sua força para o segundo, que assim também necessita distribuir essa energia para as rodas de forma eficiente.

No mercado, dá para perceber quando um motor “não casa” com o câmbio. Como se ambos estivessem em tempos diferentes, com humores diversos e sem a menor sintonia. Buracos entre as marchas, falta de força em baixas rotações, trancos nas reduções, marchas indo além do necessário, motor exigindo mais do câmbio, câmbio sobrando e propulsor faltando, enfim, tem de tudo quando a relação não está boa.

Isso mesmo em carros automáticos, dupla embreagem ou CVT. Não há exceção. Tem até motor turbo no meio desse turbilhão de emoções negativas.



Mas, o negócio aqui é relação boa, harmônica, equilibrada. Nesses casamentos bons e duradouros, o cliente é quem ganha. Mesmo que um dos membros não seja assim uma “Brastemp”, bem-casado com o outro, pode gerar uma relação muito interessante e benéfica para o carro.

Marchas engatadas suavemente e com precisão, motor entregando sua força no momento certo e sem deixar o motorista na mão, relações atuando nas melhores faixas do propulsor, conjunto que altera os ânimos de performance de forma igual, entre outras características que tornam a condução mais agradável, o desempenho melhor e o consumo eficiente.

E quais são esses melhores casamentos? Decidimos separar três casais de motor e câmbio em segmentos diferentes, a fim de que apenas um único tipo de conjunto seja citado.

TSI + DSG

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Não dá para começar essa “história de amor” sem um binômio que faz brilhar os olhos de muita gente por aqui. De um lado, ele, o motor TSI, aclamado e idolatrado “salve, salve”. Do outro lado, o automatizado, mas de dupla embreagem… o famoso DSG.

Sabemos que mesmo quem teve algum tipo de problema com este último, fez o recall, e continuou com ele. O conjunto motor/transmissão da Volkswagen – e também da Audi, é claro – é um casamento feliz e que agrada muito quem dele participa.

O propulsor da VW não necessariamente precisa ser o mais recente EA888 ou muito menos o mais antigo EA113, pode ser o mais “popular” deles, o EA211 1.4 TSI, que já virou 1.5 TSI.

Nos três, a integração com o DSG é muito boa. O propulsor exibe enorme torque em rotações bem baixas e, apesar de algum lag, responde prontamente diante dos comandos do DQ, que se tiver uma marcha a mais, garante ainda mais eficiente no consumo e também em emissão.

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Com mudanças de marcha quase imperceptíveis e perda muito pequena, a caixa garante que o TSI mantenha sempre a melhor faixa de trabalho, que por conta de sua tecnologia de turbo e injeção direta (que pode ser dupla, dependendo da versão), o torna muito elástico e preservando assim a força máxima por mais tempo.

Nos motores EA montados em longitudinal, existe ainda o DL, mas aí é para um cônjuge mais abastado em termos de números, se é que você me entende. Mesmo em relacionamentos com potência baixa, como no caso do 1.4 TSI de 122 cv, o conjunto TSI+DSG (ou S tronic, como preferir), obtêm êxito em garantir prazer ao dirigir.

Mas, ultimamente, a Volkswagen mudou essa relação TSI+DSG para TSI+Tiptronic, o que desagradou muita gente. Pelo menos ainda existem versões de Audi e Volkswagen oferecidas com o casamento melhor. De qualquer forma, esse segundo relacionamento não é de todo ruim, caso do motor 1.4 TSI com essa caixa automática com conversor de torque.

Dual VVT-i + Multidrive

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Dá água para o vinho, uma relação que possui fã-clube – e bota fã nisso…. – é o do motor Dual VVT-i com o câmbio CVT Multidrive.

Então você já sabe, é ele, o campeão dos falsos carros de luxo, o Corolla. O casal faz parte de um clube familiar que tem o mesmo foco, oferecer conforto, conforto e… conforto. Mas eles também entregam alguma performance, no entanto, é o campeão que lidera com um bom casamento de motor e câmbio.

O motor 2.0 Dual VVT-i com o câmbio CVT Multidrive tem uma boa integração. Eles conversam bem, mesmo quando a transmissão levanta preguiçosa nas saídas mais rápidas, mas rapidamente ela “simula” que está bem e logo baixa o giro do companheiro, mantendo uma condução agradável para quem assiste atrás do volante.

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Apesar do CVT não ser um câmbio para carros que almejam performance, ele é uma agradável solução para reduzir o stress do dia a dia com um aproveitamento excelente do melhor momento do motor, garantindo assim uma frugalidade na ceia que deixa esse casal bem saudável.

Nos casais amigos, todos vindos do Japão, um deles tem falta de ânimo em baixa e o outro exagera no quesito conforto, como nos primeiros anos da transmissão continuamente variável.

O 2.0 Dual VVT-i tem um bom torque disponível, inclusive em baixa, garantindo tranquilidade na maior parte do tempo. O câmbio não exige atenção e é isso que os clientes desse tipo de carro não querem dispensar. Eles querem pensar em outras coisas enquanto dirigem.

Negócios, trabalho, casa, família, relacionamentos com os filhos, etc. Como ouvimos de um dono de Corolla, que disse não se preocupar com o carro. Não que ele não goste de carro, mas não busca a emoção de estar nele como objetivo final de seu dia a dia. Para isso, o casal já citado é a resposta certa.

SPE/4 + manual de seis marchas

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Ele é velho, veterano e recentemente passou pelo “spa de engenharia” da GM para ter uma sobrevida até a chegada de um novo motor, que deverá ter três cilindros e uma arquitetura contemporânea.

Com quatro cilindros em linha, singelo em concepção e com oito válvulas, o motor SPE/4 já foi chamado por muitos nomes, mas é esse que o vetusto VHC responde em seu momento derradeiro. Com ele, o câmbio manual da Chevrolet se encaixa perfeitamente bem.

As relações de marcha já eram adequadas, mas com a sexta marcha, o propulsor da GM conversa melhor durante as relações. É um casal em que você chega e se sente à vontade, como velhos conhecidos.

A bordo de Onix e Prisma, o pequeno 1.4 estranhamente não precisa ser um Powertech e mesmo a potência abaixo de 100 cavalos com gasolina, surpreende pela disposição. Os números elevados de giro parecem contradizer o que se encontra no dia a dia. Não é um propulsor de performance, mas é mais do que suficiente para a dia a dia e ainda encara uma boa estrada como gente grande.

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O câmbio é macio, suave nos engates, tem curso na medida certa e não vem com buracos entre as marchas. Os dois se combinam muito bem, afinal, esse casamento não vem de hoje e ambos já passaram por poucas e boas.

Não era para um motor antiquado como esse estar respondendo como está, apesar do câmbio estar em dia com as prestações do baú. Mas ele também é um veterano, do tempo em que o câmbio automático havia perdido seu glamour.

Falando nele, o SPE/4 surpreende também por usar uma caixa “hidramática” de seis velocidades devidamente calibrada para o mesmo. Ela não tem um bom histórico em outro motor da GM, um 1.8 mais precisamente. Se você pensou naquele pai de Família II, esqueça. Ele também sabe cozinhar arroz em panela eletrônica. Falamos do primeiro Cruze… Mas isto é outra história.

Com boas respostas para seu porte e força, o 1.4 da Chevrolet usa a experiência para fazer certo no manual – e também no automático – se precisar falar alto e peitar motores maiores. Essa não é a praia dele, embora a transmissão seja gostosa o suficiente para se relacionar muito bem com níveis de potência e torque mais elevados.

A sexta marcha veio para trazer a frugalidade que ele jamais teria (daí o casamento ser bom) com cinco, além de poupa-lo em alta, garantindo que possa responder melhor quando exigido. Em suma, um complemento feliz.

 

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  • Ricardo Leite

    O CVT da toyota realmente eh muito bom. Bem superior ao CVT da Honda Fit que faz o motor gritar a qualquer pisada maior no acelerador, e superior aos Automaticos do Creta e Renegade que seguram em demasia as marchas, tornando os carros beberrões e barulhentos.

    • igomd

      O CVT do FIT de fato desanima, as retomadas lentas, o barulho invadindo a cabine antes da força chegar…

      • Wellington Myph13

        É o velho “O motor vai, mas o carro fica”…

      • T1000

        Barulho é falta de isolamento acústico, não falha do motor. A Honda deveria caprichar mais nos seus carros, dado o valor absurdo que cobra.

        • afonso200

          isso desde o primeiro FIT falta isolamento acustico

      • Luciano RC

        Duvido que seja pior que o Fit AT5. Eu tinha um Twist com o AT5 e achava ele muito indeciso.

        • daneloi

          Odiava o casamento do AT5 do civic com o 1.5 do FIT. Carro muito bom, mas uma das piores experiencias que tive por causa do motor x cambio. E consumo absurdo para um carro 1.5.

          • Luciano RC

            O Fit sempre foi muito econômico. Eu tinha um Twist 1.5 2014. O carro era muito bom, comprei em 2016 e vendi esse ano. Minha esposa que usava e amava.

            • daneloi

              Sério Luciano? O meu fit Ex AT bebia mais do que dois New Civic e um Civic 2014 que tive. Conhecidos que também tiveram 1.5 AT reclamavam. O meu era 2011… Talvez tenham mudado alguma coisa até 2014 pro seu ser econômico.
              Da geração antiga para a atual você sentiu muita diferença? Houve alguma evolução significativa em performance, consumo, conforto e acabamento? Gostei muito do desenho externo do novo Fit (ainda mais agora sem aquelas entradas de ar falsas) mas quando entrei em um em uma concessionária tive a impressão do acabamento ter ficado pior e o painel mais feio.

              • Luciano RC

                Eu não peguei o Fit novo… acabei trocando o carro da minha esposa num Tracker Premier II… em termos de consumo, ficou igual. Porém, o desempenho e conforto é muito acima.
                O que aconteceu foi que quando comprei o HR-V (troquei meu Cruze Hatch 1.8 por ele) eu senti uma diferença absurda para o Fit (viajavamos bastante com ele). Além de andar muito mais, o HR-V é muito mais gostoso e além de andar muito mais, é econômico como nunca foi qualquer carro meu.

      • Wanderson Perin

        Agravante a isso, nao que seja ruim, pelo contrario sao excelentes motores, mas o torque so aparece mesmo em altas rotacoes…ja tive CRV, tenho honda FIT, e sempre foi assim…tem que subir o giro pra desenvolver…dai o barulho forte do motor…uma isolacao mais caprichada seria bom!

    • what_the_hell??

      Eu gostava muito do CVT do Sentra (um 2012)! Já o do Lancer achei péssimo (2014)! E andei bastante com cada um dos 2!

      • Luciano RC

        Achava o CVT do Sentra muito lento.. o da Toyota e da Honda estão bem melhores.

    • Ricardo

      CVT…..urgh.
      Quando você andar num DSG vai ver como esse câmbio de Mobilette é lixo.

      • Ricardo Leite

        Respeito sua opinião. Mas Dsg só o banhado a oleo, ja que o seco naum pode vê um paralelepípedo que se treme todo.

  • Engraxate

    Carros (manuais) com 6 marchas são mesmo muito bons. Não dirigi o Onix, mas o Etios 1.5 e o Civic 1.8.
    Em ambos notei um melhor escalonamento das 5 marchas “normais”, além da bem-vinda sexta marcha para giros baixos na estrada.

    No campo dos automáticos, tenho me rendido aos CVTs modernos. .
    Mesmo aqueles que travam o giro lá em cima não me incomodam, pois geralmente só se usa essa condição para uma ultrapassagem e logo se volta para o normal, com giro sereno.

    A simulação de marchas do Corolla é legal, bem-vinda, pois bem sutil (menos no modo “esportivo”, que fica muito artificial e até incomoda).

    • Guilhe

      O Civic mudou da agua pra vinho mesmo quando trocou o MT5 pelo MT6, tinha um buraco bem esquisito nesse MT5 da honda.

      • Charlis

        Mas mudou MUITO, MUITO e MUITO mesmo…
        Eu tive o Civic 2006 1.8 MT5, e depois o 2014 1.8 MT6…
        Parecia outro carro… andava muito mais, e o consumo era incomparável.
        Esse Civic MT6 foi um dos carros mais legais que já tive…

        []s

      • Eduardo Sad

        Eu tenho um Corolla 1.8 MT6 2014. Suave, econômico e tem excelente reserva de torque, não demandando reduções em ritmo normal de estrada. Pena a Toyota tê-lo descontinuado. Vou ter que pular pro Civic 10 nessa configuração.

    • Rodrigo

      O conjunto TSI + manual de 6 marchas também é muito bom.
      A 6a realmente foi pensada em economia, apesar que se estiver em 6a e acima dos 2000 rpm ele retoma velocidades muito bem também.

      • PEDAORM

        Overdrive

      • Luciano RC

        Até hoje, o carro mais esperto e gostoso que guiei foi um Golf 1.4 DSG7. Casava demais aquele cambio, pena que tinha o risco de problema.
        Dirigi o de um amigo… versão top de linha. Era maravilhoso.. casava direitinho. Não bebia, andava bem quando acelerava e bem confortável quando andava pacato.

    • FPC

      Estou com um Ônix alugado, 6 marchas e 1.0, o câmbio passa longe dos da VW, mas não é nem um pouco ruim, a sexta dele é só pra economizar mesmo, pois o carro não tem força nele, fiquei surpreso com o baixo giro, a 100 km/h esta a 2800 giros e a 110 a 3000.

      • Luciano RC

        A sexta-marcha é pra usar somente em viagens e rodovias planas… a Chevrolet acertou nesse cambio.

        • Edson Fernandes

          Mas dá para usar a sexta em regime de marginais viu. Pois ele estará rodando manso, por volta dos 2000rpm e o motor da Chevrolet admite força nessa rotação.

          • Luciano RC

            Sim… Marginal livre da pra andar bem econômico com ele… coloca a sexta, estabiliza nos 80km/h e vai curtindo a paisagem da cidade.

    • Ricardo

      KKKKK CVT. Câmbio de Mobilette que “simula” marchas com tranquinhos kkkkk

  • th!nk.t4nk

    Nesse segmento o conjunto mais afiado na minha opinião é o 2.0 TSI + DSG-6G banhado à óleo (já que o 7G creio que não está disponível no Brasil). Apesar de ter só 6 marchas, o torque é bem distribuído e as respostas são muito rápidas (com uma suavidade surpreendente se não afundar o pé). Quem tem o antigo V6 sei que vai tacar pedras, mas a meu ver o conjunto atual nao decepciona de jeito nenhum.

    • João

      Eu gosto muito do DSG e do jeito que ele é programado.
      Dois dos “truques” de calibração dele que eu gosto:
      – Em uso normal ele arranca em segunda com um ligeiro deslizamento de embreagem, assim ambas as embreagens tendem a se desgastar igualmente.
      – Câmbios de dupla embreagem tendem a ter um lag ao reduzir de uma marcha para a outra que estão na mesma árvore (par-par, ímpar-ímpar). Nessa situação o DSG reduz, por exemplo, de quarta para terceira, e em seguida para segunda. O Focus powershift que eu dirigi bastante não fazia isso.

      • th!nk.t4nk

        Isso! Ele reduz de forma bem sequencial e suave. Acho um câmbio bastante competente e agradável, embora ainda perca pro 9G-Tronic do meu C200 (esse é bruxaria, troca de forma muito rápida/inteligente e mantém 2000 rpm a 180 km/h!). Dos automáticos mais atuais minha maior decepção foi o 8G do Insignia. Cada tranco! Mas a culpa é possivelmente da programação, deixaram um câmbio moderno se comportar de forma burra. A Opel infelizmente nao é mais a mesma dos bons tempos, lançaram um produto desenvolvido pela metade.

        • Andre Studart

          2000rpm a 180???

          Bruxaria! Hahaha

        • leomix leo

          E essa macumba aí??? 2000 RPM a 180km/h?? Deve ser super econômico esse carro
          Numa pegada mais mansa.

          • th!nk.t4nk

            Hehe é doido mesmo. Mas se der uma afundada mais forte ele já reduz 2-3 marchas de cara. A Mercedes manda bem na programaçao de câmbio. O que pecam é na ergonomia (alavanca de limpador de pára-brisas do lado esquerdo do volante é dose! idem pro cruise-control numa alavanquinha escondida atrás do volante), mas essa já é outra discussao…

      • leandro

        O PowerShift realmente não coloca marcha intermediária, dá um lag curto e já libera direto a marcha, mas não chega a dar tranco

        • João

          Não da tranco mesmo, mas demora um pouco a entrar.

          • Luciano RC

            Questão de ajuste.

            • Edson Fernandes

              Questão de configuração mesmo.

        • João Ricardo da Silva

          Acho o casamento do motor 2.0 de 178 cv e o powershift do meu fastback 2016 um espetáculo. Trocas rápidas e sem tranco. Excelente. O meu Focus está com 32.000km e o conjunto motor e cambio funciona como se eu estivesse acabado de tirá-lo zero km.

    • Rodrigo

      Aí na Europa já tem o DSG7 banhado a óleo também, Não?
      Como está sendo a experiência com esse novo câmbio? Pararam os ruídos e retenções de marcha em baixa velocidade?

  • Marcelo

    Não faltou o THP + AISIN AT6 que tanto elogiam?

    • João

      Não acho um casamento perfeito. Pelo menos nas primeiras versões ele segurava muito as marchas, como se fosse um motor aspirado.
      Fora que depois de uma ultrapassagem ele demorava a passar marcha pra cima de novo.

      • Marcelo

        Os primeiros vieram no estilo europeu, nós não gostamos desse comportamento por isso mudaram o mapeamento, se não me engano em 2015.
        O acerto que gostamos é igual ao norte americano, câmbio mais “solto”, subindo e reduzindo antes, sem aquele delay que o europeu está acostumado (útil em estradas sinuosas).

        • th!nk.t4nk

          Cara, acho que nao existe muito isso de “estilo europeu” hoje em dia nao. Tá cheio de câmbio no mercado com comportamentos bem distintos. O meu é um que você tirou 1 mm do pé no acelerador e ele já sobe 2-3 marchas de imediato, e olha que é o 4° carro mais vendido da Alemanha.

          • Marcelo

            Eu tenho uma 540i e segura um pouco…
            Mas vc tem razão quando fala que hoje em dia está tudo mais próximo, isso acredito que por força das exigências quanto ao consumo e emissões cada vez mais rígidas. Um câmbio mais “solto” como o seu privilegia a economia.

          • João

            Pois é. DSG, BMW, Mercedes todos soltam a marcha assim que alivia o pé. Pra mim o THP rodava full time no Sport, o que era desagradável. Hoje parece que já resolveram.

            • th!nk.t4nk

              É, pode ser isso entao. O meu só segura se eu selecionar o modo Sport. No Confort ele troca de imediato (e o Eco nem uso, dá uma broxada muito forte no carro).

            • Romulo’

              Depende. Alguns BMW rodam segurando um pouco as marchas. Acho que depende do perfil de uso. A MB tem um publico diferente da BM isso se reflete no comportamento do carro também.

          • Luis Burro

            Há qnto tempo mora por aí?

            • th!nk.t4nk

              4 anos Luis! Concordo com o Romulo também, é do perfil do usuário essas coisas. A BMW coloca muito mais esportividade na pegada de seus carros, enquanto a Mercedes tenta agradar todo mundo, e a Audi vai claramente mais pro conforto nas versoes normais de seus carros.

      • Andre L W

        As primeiras versões do 308/408 (e acho q C4L) tinham esse problema, pois tiveram um mapeamento “mais esportivo” (segurando marchas) pra diferenciar do 508 (esse sim era muito bom na época – pelo menos achei muito mais suave que o 408, sem perder a esportividade). Depois que pararam de importar o 508, acho q adotaram o mesmo mapeamento dele nos 308/408/C4L.

      • Luciano RC

        PSA sempre adorou programar o cambio para reter marchas… desde o AT4.

        • Mr. On The Road 77

          Ali também era mais por necessidade.
          A segunda marcha parecia que tinha uma marcha dentro então…

          • Luciano RC

            Porque somente a primeira e segunda que o conversor atuava. Depois ele acoplava e ficava melhor de guiar. Sempre gostei do comportamento do cambio PSA.

        • Edson Fernandes

          E tbm de trabalhar em maior rotação que os demais.

          Me lembro de meu Xsara com seu cambio de 4 marchas da ZF que em 120km/h eram 3500rpm. E era besteira… um carro com 19,6kgmf de torque a 4500rpm … tinha potencia de sobra para rodar mais baixo. Depois de um mês que vendi o carro, descobri na internet, que o ajuste inclusive de relação do cambio é mecanico (um parafuso), daria para ter configurado as trocas em regime menor (me incomodava a 4 quarta entrar somente em 80km/h e funcionava como nos japoneses AT4: Bastou acelerar um pouco mais forte, entrava a terceira, detalhe: Bendito parafuso também dava ajuste do acelerar qto a redução) foi uma pena descobrir isso depois.

          • Luciano RC

            O problema era que se rodasse baixo demais, elas ficavam longas e o carro ficava mais lento. Esse é o mal da linha Chevrolet AT4. Vectra e Zafira sofriam disso… tinha que acelerar bastante na cidade e o consumo ia lá em cima.

            • Edson Fernandes

              Então Luciano, mas era incrivel com o Xsara andava bem.

              Para vc ter ideia de comparativo porque é valido, o City AT5 faz 0-100 em 10,5 segundos e o Xsara de 2001 faz o mesmo.

              Isso em um cambio de 4 marchas. É algo muito bom.

              Mas nele, merecia sim vir com uma relação de rotação mais baixa porque ele tinha muito torque. Não era dificil perceber que andar puxando no banco dos 3000rpm era assim.(tanto que sempre senti falta de uma ou duas marchas a mais, porque o motor respondia muito bem)

              Mas antes das 3000rpm, o carro não era chocho (alias, 95% do tempo era rodando em 2000 a 2500rpm pq eu não tinha “rua” para andar mais rapido, mas as trocas eram sempre em 2500rpm para cima).

              Então caberia um ajuste de menor giro pq ainda assim sobraria potencia para ele. (e eu já vi na pratica dono fazendo isso e melhorou mto mesmo)

      • Mr. On The Road 77

        Tinham um probleminha chato que era o creeping muito forte também. Depois reprogramaram…

    • Wellington Myph13

      Dizem que depois que adicionaram o botão Eco eles deram uma reprogramada no câmbio, mas ainda continua se antecipando “demais”, que por estar acoplado a um motor turbo, poderia exagerar menos nas reduções… Com leve pressionada ele reduz demais, eleva demais o giro, desnecessário…

      • Edson Fernandes

        Não… agora ele trabalhar do jeito que gostamos e aproveita bem o regime de rotação bem baixo privilegiando rotação baixa.

        Qualquer soltada do acelerador ele reduz. Mas é uim cambio rapido que se pisar no acelerador a pleno, reduz 2 a 3 marchas rapidamente.

        • Wellington Myph13

          Quando eu fiz o teste em 2014, eu achei muito exagerado… A Citroen aqui fica bem na beira da rodovia, eu estava a 100km/h em 6a, na boa, daí decidi sair de trás de um carro e como estava livre já ia pisar um pouco mais, mas eu juro, só dei uma leve pressão, eu tive automático e sei que nosso pé e a dosagem das trocas de marchas, e ele me jogou direto em 3a, o motor invadiu a cabine com tudo e logo em seguida jogou a 4a e manteve até eu voltar pra casquinha e jogar 5a e 6a uma atrás da outra… Imagino se tivesse pisado de verdade…
          Depois que adicionaram o Eco eu não andei.

    • what_the_hell??

      Também acho o THP + Aisin AT6 atual um dos melhores casamentos! Fico impressionado como ele é bom de andar!

    • Gabriel M. Vieira

      Isso que ia comentar. Nos motores THP flex e o Aisin de 3ª geração (com RDT) o funcionamento é muito bom, eu gosto bastante.

  • Franco da Silva

    SPE/4+manual de seis marchas – huahuahua
    Seria engraçado gravar os vendedores das lojas GM falando mal (e como falam!) dos motores de 3 cilindros e depois colocá-los em frente a essas gravações quando a marca lançar (finalmente) o próprio tricilindrico.

  • Diego Berri

    Tenho um celta VHC E o carro é sensacional bota qualquer 1.0 no bolso em questão de potência.

    • Silvio

      Qualquer 1.0 contemporâneo dele né. Motores dessa nova safra de 1.0 com 3 cilindros estão muito bons.

      • Diego Berri

        Psé não andei com esses novos 3 cilindros ainda, mas já ouvi dizer que são ótimos, o que gosto nele tbém é a durabilidade o meu é 2010 são 8 anos e pouquíssima manutenção.

    • FPC

      Eu tinha um desse, e achava ele o máximo, mas depois que tive o Up! o Celta parece carro do seculo passado.

      • Eduardo Alves

        Mas de fato ele é do seculo passado.

        • Não. Ele nasceu em 2001, logo, ele é desse século.

          • Eduardo Alves

            Nasceu como um colcha de retalho dos anos 90. Mas fica a seu criterio.

      • Diego Berri

        Não andei com o Up ainda mas me disseram que realmente anda super bem.

      • Diego Berri

        Sim é isso que digo, meu celta tem quase 10 anos e continua forte e confiável, não que não tenham sido fabricados carros melhores mas para a idade do projeto ele é ótimo.

    • Luis Carlos K.

      Já tive um, realmente em desempenho é otimo, mas cobra o preço no consumo. Gastão demais.

      • Diego Berri

        Vc acha? O meu chega a fazer 17km/l na estrada, mas claro que a 80km/h…

    • Japa palio adventure

      Prisma antigo 1.4 + câmbio curto = foguete

      • João Guilherme Fiuza Lima

        É um foguetinho mesmo. Tive um por alguns meses em 2011. Extremamente leve e rápido. O problema é a segurança. Me parece desempenho demais para carro de menos…

      • Luciano RC

        O problema desse Prisma é acima de 110km/h. Flutua demais… suspensão simples.

        • Edson Fernandes

          E a rotação: 4000rpm para cima para manter esse ritmo… e na cidade, troca-troca de marchas sem parar.

          • Luciano RC

            Exatamente.
            Por mais incrível que pareça, não é carro para iniciantes. Aqui em casa tem um Celta 1.4 com DH e falo que é carro pra quem entende. É arisco demais.

            • Diego Berri

              Sim se bobear o cara se perde…

    • Emanuel Schott

      Tá falando do motor do Celta, Classic e primeira geração do Prisma? Se for, é um motor muito barulhento e girador. Andar a 110 km/h em quinta marcha eleva o giro pra quase 5.000. O Fire da Fiat por exemplo anda a menos de 3.000 nessa configuração.

      • leomix leo

        Mais o problema é o câmbio curto e a falta de isolamento acústico.

        • Emanuel Schott

          Nada.. o problema é torque máximo entregue a giros muito altos mesmo. O motor da GM entrega 9,5 kmfm em altíssimos 5200 rpm. O Fire com 3850 já entrega os mesmos 9,5 kgfm.

      • Verdades sobre o mercado

        Exagerou… a 110km/h o 1.0 GM não estará muito além de 4.000 rpm e o Fire 1.0 não tem como estar a menos de 3.000 rpm

      • Diego Berri

        Sim, mas ele tem muito mais retomada que o fire, mas realmente o que pega é o giro alto, na minha opinião, falta final e tem muito ruido!!

        • Emanuel Schott

          Então.. tem mais retomada, mas nos 100 Km/h já tá perto do giro de corte. Isso mata qualquer retomada. O Uno por exemplo vai a 135 Km/h com gasolina e passa dos 140 Km/h com etanol antes de dar o corte.

    • leomix leo

      Tive celta vhc-e e o grande problema dele é esse câmbio super curto, não que seja ruim, o carrinho era bem esperto dentro da cidade, mais na estrada, berrava de mais, a 100km/h com 3500RPM, a 120 ja está em quase 4500 não é difícil chegar a 6000 RPM, como ele tem pouco isolamento acústico, incomoda de mais.

      • Diego Berri

        Sim mais curto que coice de porco kkk, mas algo que me surpreende é que ele é ágil por exemplo chega a 170km/h em um bom tempo, tinha um gol G5 que chegava a 180km/h mas era uma eternidade, sem contar que na retomada qqer 1.0 me colocava no bolso, o celta apesar de ter 10km/h a menos de final, tem uma ótima retomada.
        Mas temos que colocar na balança vários aspectos, por exemplo com o gol a 120km/h vc mantém o giro baixo e com um ótimo isolamento acústico, o celta já parece que o motor vai explodir e que vc tah fora do carro de tanto barulho haha.

        • leomix leo

          Isso, dentro da cidade vc não percebe tanto, pois não exigia tanto giro (minha cidade é quase 100% plana), mais na estrada em 110km/h já passava de 3500 rpm ou chegava em 4000 não me lembro, era muito barulho a 140 km/h.

  • vitinho’

    THP + EAT6

  • Cardoso (não aquele)

    A VW que sempre teve boas combinações de motor e transmissão, na minha opinião errou a mão no Polo TSI com o câmbio automático que temos por aqui. Deveriam ter dado uma opção de câmbio manual, e uma opção com DSG de dupla embreagem.

    • Lucas de Lucca

      Problemas a parte, imagino como ficaria bom aquele DSG DQ200 que vinha no Golf Alemão no Polo TSI. Além do incremento de performance melhoria demais o consumo.

    • leandro

      No nosso país dupla embreagem não serve para as massas, requer cuidados que seus usuários não fazem. Vide powerShift, excelente câmbio que irá desaparecer por questão de mercado

      • Edson Fernandes

        Mas a unica coisa ao meu ver que o Powershift tem de “diferente” dos automaticos comuns no quesito uso, é o fato de colocar em neutro em paradas não ?

        • leandro

          Aí que está um dos problemas, ele é muito sensível a pressão que o motorista faz nos freios..
          Se vc não estiver com o pé bem no fundo ele tenta fazer creping e come embreagem

          • Edson Fernandes

            Eu simplesmente usaria o neutro em situações comuns. Seráque não cabe calibração do sistema para evitar o creeping e soltar liberar o acoplamento da embreagem?

        • João

          Gente que segura o carro em rampa com o acelerador também é assassina de powershift, coisa que em um AT convencional não tem problema.

          • Edson Fernandes

            Tem sim!!!

            Você aquece o conversor fazendo isso! É extremamente prejudicial para o campo automatico tbm!!! Ele começa aquecendo e no futuro o oleo perde suas propriedades de lubrificação, além de antecipar necessidade de manutenção.

            Por isso os carros atuais possuem hill holder. Para evitar esse tipo de desgaste.

        • Eu gosto de carro manual. Quando ando natural, geralmente parado em semáforo ou em congestionamento, deixo o carro em “neutro”.

          • Edson Fernandes

            É que quem vem de automatico comum, não está acostumado a jogar em neutro. Então é uma ação que talvez seja necessária.

  • Mauro Schramm

    Não tenho do que reclamar do conjunto de meu Fiesta 1.6 Powershift. Muito pelo contrário, pois alia economia de combustível , agilidade e funcionamento suave. O Civic MK8 MT (ano 2011) que tive também era bacana, mas o câmbio era muito “curto”, o que o tornava gestão em rodovia (além de ter um rangido irritante no pedal de embreagem).

    • Victor Eduardo

      Powershift Powershift Powershift Powershift Powershift Powershift

    • leandro

      Também rodei 110 mil km com um Fiesta powerShift e foi só alegria.
      Muito melhor que o AT6 da EcoSport 1.5 que comprei, esse aí “não casou” apesar de eu achar que uma reprogramação nele para diminuir a voracidade do seu kick down pode deixar ele muito melhor

    • Engraxate

      A embreagem do Civic (New Civic) tinha um problema de projeto, dizem.
      Ela encostava na lata da parede corta-fogo, o que gerava esse barulho e um desgaste prematuro do sistema.

      • Mauro Schramm

        Exato. A concessionária deve ter reparado, sem custo para mim, umas 4 ou 5 vezes no tempo em que eu fiquei com o carro, inclusive depois do término da garantia. Eles admitiam que era um erro de projeto e que não fariam a correção. Simplesmente trocavam a peça quando o defeito aparecia.

      • Alexandre Maciel

        Na verdade o cilindro primário de embreagem ficava fixado num ponto que, parece, não era tão resistente à pressão que se exercia no pedal. Com o tempo o cilindro se deslocava um pouco e o ato de pressionar o pedal acabava fazendo com que a parte móvel do conjunto (um pistão/êmbolo), que pressiona o óleo na linha quando se pisa o pedal, começasse a ter movimento meio atravessado no interior do cilindro primário. Em face disso, o pistão findava por começar a arranhar a parede do cilindro primário, provocando o conhecido ruído. Era um problema do Honda Fit também. Tive um Fit e o cilindro primário foi trocado duas vezes por conta do problema.

  • Márcio Mariano

    Adorava o casamento do vtec rocam 1.6 com a eb5 no Ford Focus. O escalonamento das marchas era perfeito e mesmo com o peso considerável do carro e um motor 1.6 o desempenho era sensacional.

    • Emanuel Fernandes Lacerda

      Tive um focus 2010 sigma 1.6 manual. A curva de torque era perfeita. um motor 1.6 que chegava a 120 de 3a marcha e ainda “puxando” limitada somente pelo giro alto era muito bacana. Aqui em Brasília que é meio atípico o trafego chegava a fazer 13,5 km/l pisando carinhosamente.

  • Jurandir Filho

    1.6 thp da PSA? cadê?

  • Wellington Myph13

    Essa lista bate bem com os “casamentos” que considero excelentes, só trocaria a do 1.4 GM com 6 marchas pro 1.0 MPI no câmbio curtinho e preciso de 5 marchas da VW. Em questão de consumo sei que mudou muito de 5 pra 6 marchas no 1.4, mas seu funcionamento, pra mim, ainda não é melhor que o 5 marchas da VW…
    E finalizaria com o 1.4 SP/E e o Ecotec Turbo com o AT6 da GM que estão MUITO bem acertados, com trocas corretas, rápidas e sem engasgos…

  • Vitor Watanabe

    Senti falta do N20 + ZF8 da BMW. Da ultima vez q eu andei com esse conjunto achei eles muito bem casados.

    • Wellington Myph13

      Bem lembrado. Mas talvez por ser um conjunto só acima de 200mil não “lembraram/quiseram” mencionar.
      Esse conjunto bate de frente com os DSG em empate técnico…

  • delvane sousa

    Motor turbo 1.6 do grupo PSA Peugeou/citroen com o cambio aisin. Combinação muito boa.

  • Ricardo Muniz

    O meu: 2.0 Twinpower + ZF8. S2

  • Ricardo

    Por mais bem casados que seja, só o DSG supera um manual em desempenho!

    • Luis Carlos K.

      Kkkkk

  • Alex Oliveira

    Parece piada dizer que a linha Onix/Prisma 1.4 tem boa disposição e surpreende. Dirigi um Prisma 1.4 e achei o desempenho ridículo. Qualquer 1.0 aspirado tem desempenho igual. Bem frouxo.

  • Charlis

    Excelente matéria!
    Senti falta da combinação da BMW 320i atual, o N20 + ZF8.
    Nós temos o Jetta 2.0 TSI e a 320i… e sinceramente a combinação da BMW consegue ser ainda melhor.
    Anda praticamente igual (pouca coisa a menos), porém é mais econômica.

    Claro que considerando o preço de ambos, o TSI + DSG ainda tem um custo x benefício bem melhor por aqui.

    []s

  • Luis Burro

    Interessante,poderia ter colocado o pior em cada segmento tbm.

    • Rogério Rodrigues

      Ai pode colocar 2.0 Citroen + AT4.
      O motor é bom mas o cambio mata.
      2.0 Mit + AT4 tbm como na TR4

  • Gabriel Abdallah

    TwinPower Turbo + ZF8 (BMW)

    • Paulo Santos

      Foi o primeiro que pensei

  • Rogério Rodrigues

    1.6 THP + Cambio AT6 faltou na lista

  • Baetatrip

    Tive TSI+AT6, casava bem, o motor so deu tanto problema durante 5a de uso (peguei 0km) e acabei vendendo
    E tive retrocesso, pois peguei J20A+AT4, que tem péssimo relação e potência (7,0 para 11,8)
    No inicio estranhei e logo fui acostumando, viajo muito ando a 100/110km/h numa boa, sem correr e ainda exploro estradas de terra!
    Como o meu cambio AT4 e antigo e foi conquistando a minha confiança, pois sempre olho o nível pela vareta (os novos não tem, somente a marcação na tampinha), e troquei óleo e esta lindamente redondo!
    Peguei com 44 mil km e esta com 110 mil km e nada aconteceu (Viva SZK!)

  • Edson Fernandes

    Caraca…. citar um cambio manual de 6 marchas com o 1.4? Cara… eu diria que o MSI da VW é melhor nisso, até mesmo o T-Jet no Bravo. Quem já tocou sabe que os dois são muito agradaveis.

  • Leonardo Carneiro

    O conjunto motor-câmbio do Toyota Corolla 1.8 2009 em diante, apesar de ter apenas 4 marchas, são bem escalonadas e trabalham sempre em baixa rotação, preservando o consumo. Temos um Onix AT6 e considero um carro manco, mas o câmbio funciona de forma satisfatória.

  • Sílvia

    Ter prazer na troca de relação . . . hummmm !! Isso é ótimo e uma delícia pura !!! Gde artigo , tava demorando …

    • leomix leo

      Danadinha…

  • Henrique Bittancourt Gouveia

    “…Com boas respostas para seu porte e força, o 1.4 da Chevrolet usa a experiência para fazer certo no manual – e também no automático – …”

    Ou nunca dirigiu um carro da Chevrolet com câmbio automático ou como sempre somente repetindo as mesmas coisas sem conhecimento.
    Essa combinação é ótima pra quem gosta de passar raiva. Não tem bom casamento o ruído e excessivo. A quarta marcha fica perdida no meio do caminho. Tem sim uma função. Gritar e fazer o motorista passar raiva.

  • James

    Tenho uma Alfa 156, 2.0, Selespeed, muito boa, em alta principalmente é fantástica, levando-se em conta um carro ano 2.000, mas dirigi um Passat 2010, 2.0 TSI(creio ser) com DSG, sensacional, tanto em baixa velocidade, quanto em alta, não se percebe as trocas de marchas.

  • Samluzbh

    A maioria dos VW com cambio manual tem casamento muito bom!

  • Nnoitra

    O conjunto motor/câmbio do Nissan Kicks, também merecia ser lembrado na matéria, porque é o mais harmonioso e bem entrosado no segmento dos SUV’s e crossover’s.

  • Alexandre Monteiro

    Melhor carro com câmbio CVT que dirigi foi de um Subaru Forester XT 2016, mantém os giros em níveis baixos mesmo em uma retomada de media para forte, ele só sobe bem o giro se você colar o pé.

  • Leonardo

    Faltou etorq + dualogic

    • Alexandre Volpi

      A lista é de casamentos de sucesso e não de divórcios aguardando autenticação! Hahah

  • Luciano Barbosa

    Quando fala do 1.8 da GM, o texto diz ser família II, está errado, é um família I (o 1.8 do Cobalt, Spin, etc).

  • syfus

    kkk nao botaram o zf + bmw pq :p

  • Lucas

    Esqueceram do 2.0 biturbo da Amarok com o ZF8. É um espectáculo no segmento dos utilitários. Quem anda de Amarok acha o câmbio de qualquer outra picape ruim.

  • Mauro Banqueiro

    K20+aquele câmbio curto 😂😂😂😂😂😂

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