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Paccar: DAF poderá ter fábrica em Ponta Grossa – PR

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A americana Paccar é proprietária da marca de caminhões holandesa DAF e já se prepara para construir sua fábrica no país.

Esperando a Fenatran para anunciar a chegada oficial da DAF no país, a Paccar procura um local para ter a planta de produção.

O Estado do Paraná é o preferencial para ter a nova unidade, sendo que as negociações estão em estágio avançado.

No entanto, falta ainda definir o local. Procurando uma área de 3 milhões de metros quadrados, a Paccar pode acabar escolhendo a cidade de Ponta Grossa.

A região tem acesso fácil à energia elétrica e gás natural, bem como proximidade com portos do Paraná e Santa Catarina. O investimento total será de US$210 milhões. A DAF deve produzir aqui caminhões das linhas LF, CF e XF.

[Fonte: Automotive Business]





  • JohncirNF

    Sou de Ponta Grossa.Gostei das novidades, temos um bom potencial para abrigar empresas de grande porte.Como Makita e Heineken….

    • henriqueeifert

      Também moro em Ponta Grossa-PR. A cidade projeta um grande crescimento com o setor da industrialização, é grande o interesse de diversas empresas em se instalar na cidade.
      O governo municipal já conta como certa a instalação da unidade fabril da Paccar. Tanto a cidade quanto a Paccar tem muito a ganhar com a instalação desta fábrica.

  • douglasareado

    Esse caminhão tá parecendo aqueles dos jogos da Série "18 Wheels of Steel"

  • Pedro Evandro

    Será que são caminhões adaptados ao famoso gostinho brasileiro?

  • DiMais

    pelo menos no setor de ônibus e caminhões o Brasil não tem muito do que reclamar, produto bom e atualizado tem

  • BlueGopher

    Paccar (= Kenworth, Peterbilt e DAF) no Paraná, Volvo lá também, Navistar no Rio Grande do Sul…
    Os pesadões estão se concentrando no sul!

  • AF1979

    Visto que a Paccar (DAF) entra em solo virgem para ela (afinal, não adquirirá nenhuma marca, como fez a MAN), é preciso ver como ela fará com:

    1) Manutenção: rede autorizada de caminhões, queiramos ou não, tem de ser geograficamente mais espalhada que a de carros, pelo fato de caminhões viajarem distâncias maiores. E como a compra de caminhões é mais racional que a de carros, é preciso ver também como será a questão de fornecimento de peças, que têm de estar disponíveis na hora e serem instaladas o mais rápido possível, sob o risco de se perder o frete;

    2) Particularidade do território brasileiro: ao contrário dos EUA (dois oceanos e rede ferroviária razoavelmente espalhada), Europa (ampla costa marítima e rede ferroviária ainda mais arraigada) e Austrália (rede ferroviária não tão arraigada, mas cercada de água para todos os lados), o Brasil tem costa marítima com extensão menor que a de sua fronteira seca (em que pese o rio Amazonas fazer papel de mar interno para o norte brasileiro) e rede ferroviária pequena. É de se perguntar como a Paccar vai solucionar a questão de logística;

    3) Grau de nacionalização: por causa dessa alta exigência de peças e manutenção rápida, a Paccar não pode chegar aqui com baixo grau de nacionalização, sob risco de o consumidor caminhoneiro reclamar (e aqui com muita justiça). A Paccar não usa motores de fornecedores, o que significa que aqui ela também parte de um passo atrás de outras marcas que de cara partiriam com grau de nacionalização altíssimo (como as que usam motores Cummins e MWM, por exemplo). Portanto é preciso perguntar a quantas anda essa questão, pois caminhoneiro valoriza grau de nacionalização bem mais do que motorista de carro, justamente por deixar a manutenção mais livre de influências econômicas externas, alinhamento de Saturno com Marte e outras circunstâncias que afetem o negócio.

    Imagino eu que estejam bem informados para que a operação funcione e que provavelmente tiraram muita gente de fabricantes há muito estabelecidos aqui, não sendo por acaso a instalação em Ponta Grossa.

  • Readgis

    Vai ter que enfrentar a forte concorrência do grupo Volks como a Scania e a MAN (compra recente da VW) além da Mercedes e IVECO.

    Muito melhor que os caminhões Xing-ling!

  • FAELTIMAO

    Eu acho que o Brasil poderia seguir o exemplo da China e criar aqui varias ZEEs(zona economica especial),para que as fabricas e industriais se aclomerem em lugares apropriados……

    • luidhi

      Existe a Zona Franca de Manaus já. Bem não diria apropropriado, mas existe.

      • FAELTIMAO

        Mas tambem a única……

  • CharlesAle

    Se não for embora na primeira crise,como fez a internacional em 2001 se não me engano!!!!!

    • luidhi

      O problema da Internacional eram os caminhões defasados, concorrentes da Mercedes e outras.

      Ela continua por aqui fabricando motores (MWM).



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