Fiat Hatches História Tecnologia

Palio Citymatic propôs conforto mas o mercado rejeitou

palio-citymatic-1

Em 1999, a Fiat estava em ascensão e a inovação era um dos pilares mais fortes da estratégia da marca italiana no Brasil. Para oferecer mais conforto ao dirigir, especialmente para quem não gosta de acionar embreagem, a empresa lançou o Palio Citymatic.

É verdade que a Fiat não foi a única, pois a Mercedes-Benz apresentava o Classe A nacional na mesma época e a GM com o Chevrolet Corsa Autoclutch logo depois. No entanto, apenas o alemão naturalizado brasileiro é que fez sucesso com a tecnologia.

palio-citymatic-2

O Palio Citymatic era oferecido com motor 1.0 e consistia em um cabo acionador junto à alavanca de transmissão, bem como sensores, central eletrônica, reservatório de óleo e atuador hidráulico junto ao câmbio. Quando esta era manuseada de forma a engatar uma marcha, o cabo acionava um atuador/sensor junto à embreagem do veículo, que era a mesma da versão normal.

As trocas eram suaves, bastando apenas tirar o pé do acelerador e empurrar a alavanca normalmente. Quando o condutor errava uma marcha, um alerta sonoro era ativado. O engate da ré era feito com o veículo parado e o freio acionado. O Palio Citymatic tinha motor 1.0 de 61 cv e 8,1 kgfm. Apesar da inovação e do conforto proporcionado, o mercado rejeitou a ideia e poucos foram vendidos.





  • Coffinator

    Culpa dos mexânicos.

    • Pedro Rocha

      Foi um produto muito avançado para o nosso mercado à época, pois a grande maioria dos consumidores tinham restrições para com câmbios AT por conta dos custos de manutenção. Para piorar, apareceram os modelos franceses equipados com o infame AL4 e brazuka só começou a perder esse medo com a popularização dos modelos AT da Toyota e da Honda, cujas imagens de qualidade e confiabilidade em nosso mercado foram cultivadas desde as Bandeirantes e CGs, respectivamente.

  • Romulo Campos

    Hj seria um bom opcional aliado aos motores 3 cilindros.

    • FPC

      aí nesse caso eu já preferia um i-motion logo de uma vez.

    • Marcelo Henrique

      Deveriam é deixar mais barato a manutenção do Dualogic e mais resistente.

      • Lexfamulus

        Exatamente. Eu era entusiasta do câmbio dualogic, mesmo sabendo ser este uma alternativa hue a um legítimo automático. Rodei 130.000km com um (precisando trocar só a embreagem) e mais 75.000km no meu finado Palio Sporting. Mas depois de uns erros aleatórios neste último, e uma pane que se revelou causada por mal contato, decidi trocar de carro.
        Inclusive, estes câmbios já estão afetando a desvalorização dos carros, sendo que algumas revendas sequer trabalham com dualogic e assemelhados.
        P.S.: depois de ver os canais da Teomave e da Motortech no youtube eu vi que tive muita sorte com meus carros.

      • Wagner Lopes

        Quantos km você rodou com um dualogic? Quais problemas teve? Eu rodei 110.000 km em um palio 1.8 e o vendi sem qualquer problema no conjunto motor/embreagem/câmbio. Em um carro de entrada hoje daria preferência aos modelos com esse sistema sem qualquer dúvida.

    • Fortwash

      Acho que esse câmbio seja muito mais confiável do que os automatizados.

  • Lucas Furtado

    Claro que o mercado rejeitou. Câmbio automático de verdade existe desde 1930 e mesmo o brasileiro sendo meio burro essa solução meia boca não enganou ninguém.

    • João Cagnoni

      Poucos sabem, mas o câmbio automático foi inventado por um brasileiro.

      • Mr. Car

        Poucos sabem também, mas foram os portugueses que inventaram o limpador de para-brisas. Os americanos só o passaram para o lado de fora. Adoro esta piadinha, he, he!

        • ViniciusVS

          ué kkkkkkkkkk

        • João Cagnoni

          Kkkkkkkkkkk… Eu ia perguntar se era verdade, mas não faz sentido um limpador do lado de dentro…

      • Edinaldo_Tapica

        Que eu saiba foi un polones, naturalizado argentino. O mesmo que inventou a caneta esferográfica. Vendeu a patente fo câmbio para a GM, e a da caneta para a Bic….

        • João Cagnoni

          Não leio 4 rodas… Eu ouvi dizer e eu mesmo fui pesquisar. Está até no Wikipedia.

          • Edinaldo_Tapica

            E Wikipédia é terra de alguém desde quando? Tento ser um melhor curador do que leio, pra não assimilar qualquer baboseira… A informação que lhe repasso foi publicada num livro lançado no Brasil, por uma editora nacional, um trabalho sério de um jornalista Brasileiro. Em viagem a Buenos Aires, visitei o museu do Biró, e constatei que era verdade.

      • invalid_pilot

        Que eu saiba o Rádio foi inventado por um padre brasileiro aqui da Zona Norte de SP… mas o Marconni que patenteou na Itália anos depois

      • radiobrasil

        E ele vendeu a idéia/patente pra GM por MIXARIA, pelo que me lembro da história…

    • CarlooW

      Exato.
      A matéria negligência uma leva de informações.
      O Citymatic não deu certo pq era ruim: dava tranco, cometia equívocos de mudanças de marchas, mas principalmente pq dava muito problema.
      Ora era o servo-motor que parava de funcionar, ora era a placa de embreagem que desgastava rápido demais.

      Brasileiro pode ainda ser um tanto pueril na exigências de aquisição de um carro, mas pelo menos reconhece um péssimo produto.

      • Pacheco

        Um grande problema desses cambios “semi-automatico” é a falta de esportividade. É um carro que não aguenta um uso mais abusivo.

        • Não tive problemas no meu Classe A.

          • Pacheco

            Que sorte… conheci alguns que escreveu F no painel e teve que fazer a caixa inteira.

            • Mas… Essa questão de costume é complicado…
              Estava eu na Rio Santos no município de Angra dos Reis… Saio de um posto e vejo um caminhão rasgando na pista em uma distância considerável. “Dá para ir”, penso eu… Então, o que faz um motorista acostumado com um carro manual? Entra na pista esticando a primeira, dá aquele “chute” na embreagem e puxa alavanca para trás para engatar a segunda. Embreagem? Pois bem, eu estava em uma pista de mão única acelerando o carro na frente de um caminhão, dando um chute NO FREIO e puxando a alavanca de câmbio atrás inutilmente, já que o carro já estava parado… Só estou aqui escrevendo que no meio da irresponsabilidade resolvi ganhar velocidade no acostamento… Só senti o vento e a buzina do caminhão enquanto eu enxergava Deus na pista…

      • Como equívoco de mudança de marcha se quem mudava marcha era o motorista?

        • CarlooW

          Equívoco de marcha ocorria da associação de desgaste da placa de embreagem e falhas do sensor de posicionamento.
          Também não entendi porque muitos enquadraram esta falha com o termo “equívoco de marchas”.
          O câmbio desengatava deliberadamente ou a embreagem desacoplava e reacoplava repentinamente.

          • Isso não poderia nunca ser considerado equívoco de marcha!
            É comum em alguns 4×4 acontecer esse problema na tração, dela acoplar conforme alavanca/botão da tração ser selecionada, e no esforço ser “deselecionada”, ficando na tração 4×2. Mas isso não seria “equívoco de tração”, apenas que as rodas que naturalmente não são motrizes perderam a tração adicional. Mas entendi o ponto agora..

    • Roger Rosato

      Muitas pessoas não têm dinheiro suficiente para pagar os 5-10 mil reais a mais de um câmbio AT ou DCT, sem falar dos custos mais altos pelo maior consumo de combustível. Lembremos que até a década de 2000, AT4 era tudo o que havia, raras exceções.

    • Sam86

      E cambio sem pedal de embreagem existe desde a década de 50!

      A questão é que a indústria não quis adotar essa tecnologia como padrão.

    • Danilo Ferreira

      Na vdd o Palio citymatic era semi-automatico , já que teria que passar a marcha, tem a propaganda de lançamento dele no yt, ele talvez não vendeu por causa que as pessoas se confundiam e ele era bem barato, diferença pequena do outro normal, mais não caiu no gosto do brasileiro, se tivesse hj talvez venderia como água

      • Pacheco

        Duvido. Nem o Classe A teve muitas vendas nesse cambio.
        Hoje o usado é uma bomba, pq quando da problema costuma ter o reparo mais caro que o valor de mercado do carro.

  • Lucas Moretto

    O consumidor não tinha muito acesso a informação pra poder avaliar uma novidade naquele momento.

  • Cão Preto

    Talvez os automatizados mono-embreagem estejam traçando o mesmo caminho (do insucesso).
    Não que sejam ruins, já andei de carona em carros Dualogic e não vi nada de mais, mas a manutenção (se necessário) é que complica.

    • Douglas

      Já dirigi bastante o Dualogic e o Powershift.
      E acredite, o Dualogic é bem melhor, ele sabe melhor a hora das trocas de marcha, e no modo manual obedece o motorista, pode acelerar tudo que ele não reduz.
      A porcaria do Powershift no modo manual reduz a marcha sozinho se acelerar muito, é ruim de trocar naqueles botõezinhos e demora a trocar.
      No Dualogic a troca no modo manual é imediata.

      • PEDAORM

        Temos os 2 em casa, Powershift é superior em quase tudo, trocas mais rápidas, mais suaves e na hora certa. Telepático. Agora realmente a questão das trocas manuais é complicada com aqueles botões estranhos e pouco ergonômicos, nesse caso prefiro deixar ele trabalhar sozinho. No Dualogic utilizo hoje quase sempre no modo manual, não aguento os trancos que são ainda mais presentes no modo AT, e nem a programação do câmbio.

      • Zoran Borut

        Mas Douglas, você está considerando vantagem um câmbio automatizado funcionar melhor no modo manual? Não é melhor então ter logo um câmbio manual, já que o objetivo do automatizado é ser uma maneira mais barata (em relação ao automático) de não trocar marchas?

        • Hal

          Também uso o meu em modo manual, pois gosto de trocar as marchas pelas borboletas no volante. Acho que nesse caso é uma questão de gosto mesmo. Tô há mais de 3 anos com o meu, mas acho que talvez meu próximo seja manual de verdade, só pra mudar um pouco.

  • Marcelo Henrique

    Pelo ano, talvez o Citymatic foi uma versão empobrecida da Selespeed ou uma pré-versão do Dualogic…

    • Sam86

      Os câmbios sem pedal de embreagem (semiautomáticos) existem desde a década de 50!

  • Stark

    Outra crítica que já vi sobre esse tipo de transmissão é que seria estranho passar de marcha sem pisar na embreagem. Certamente exigia uma adaptação maior do condutor, para deixar de procurar pela embreagem na hora de trocar marcha, uma operação já automática.

    • celso

      “É estranho, mas você logo se acostuma.
      E depois que se acostumar, você não vai
      mais querer dirigir um carro com pedal de embreagem
      e câmbio convencional”
      Trecho extraído de uma matéria da revista webmotors em 2002 sobre o Corsa Autoclautch.

      • Alligator

        esse Corsa Autoclautch deve ser o carro mais oculto da década passada

        • Rodrigo

          Na época do Corsa 2 (no nosso mercado), os modelos Easytronic eram fabricados aqui no Brasil e exportados para vários países da América Latina (somente com o motor 1.8).
          Esse autoclutch eu nunca vi.

          • Alligator

            eu me lembro dos automáticos 1.6 Corsa sedan

          • Zoran Borut

            No Corsa, esse sistema era opcional, por isso não havia uma versão específica como no caso do Palio Citymatic.

          • Andrew B.

            Vi e dirigi!Funcionamento 100%.
            O proprietário desta raridade mora na cidade onde trabalho.
            Itens:Air bag duplo ,freios ABS,computador de bordo,rádio,teto solar.
            Vou ver se tenho autorização para fazer um vídeo e mando para o NA.

            • Rodrigo

              Bacana… Eu tinha um vizinho que tinha um Corsa hatch completo (com teto solar inclusive), num tom de azul água marinha muito bonito, mas não tinha esse autoclutch. Tanto que foi ele que influenciou a trocar por um Corsa em 2007 (já com o motor 1.4 econoflex), mas as diferenças entre eles eram gritantes, parece que ano-após-ano a GM fez foi ir depenando o carro.

              • Andrew B.

                Esqueci de comentar,motor 1.0.
                Este que dirigi também é azul,porém sedan.
                Um ‘bip’ avisa quando a velocidade não é compatível com a marcha selecionada.Carro de ano 2001.

        • Andrew B.

          Vi e dirigi!Funcionamento 100%.
          O proprietário desta raridade mora na cidade onde trabalho.
          Itens:Air bag duplo ,freios ABS,computador de bordo,rádio e teto solar.
          Vou ver se tenho autorização para fzar um video e mando aqui para o NA.

    • Lucas Mendanha

      Quando tinha a Kangoo, a embreagem dela era tao pesada e sem modulação que eu adaptei a trocar marcha no tempo.. só usava embreagem pra arrancar, visto que quando tava quase parando, ja jogava o cambio em ponto morto..

      Questão de costume mesmo..

  • celso

    Hoje seria uma boa alternativa aos automatizados e até mesmo aos automáticos, desde que custasse em torno de R$1.000. Mais do que isso não valeria a pena.

  • Joacir

    Caros colegas, gostaria da ajuda dos senhores: estou querendo um carro automático e estou analisando a compra de um Sandero ano 2013 ou o Honda Fit 1.4 ou 1.5 ano 2010, qual vcs acha a melhor compra ? Obs : carro com valor máximo de R$ 28.000. Desde já grato.

    • ViniciusVS

      Usado vai no que está menos moído.

      • Joacir

        Nas minhas buscas ,os sanderos estão com menos km rodado, normal devido ao ano, com relação ao câmbio, o Fit se sai melhor m número de marchas, são 5 contra 4, já na suspensão (mais alto) acho q o Sandero é melhor, principalmente onde moro, muitos buracos, quebra molas etc

        • ViniciusVS

          Usado eu sempre vejo como prioridade o estado de conservação que o comportamento do cambio em si…

          Pegaria o mais novo possível ou o mais bem cuidado.

        • tiago

          tem honda fit automático 2010 por 28.000,00? acho que é mais do que isso

          • Joacir

            Fiz uma busca rápida, achei alguns 2009-2010 entre 28 e 32 mil.

            • tiago

              Eu pegaria o honda fit..

          • Joacir

            Sim tem, fiz uma busca,encontrei alguns 2009-2010 entre 28 e 32 mil.

        • Alligator

          A suspensão do Sandero pode ser mais alta, mas não é muito boa, alias a suspensão do trio Duster/Logan/Sandero é pior que a da dupla Clio/Symbol.
          Sem falar do motor 1.6 8v que deixa muito a desejar no quesito desempenho/consumo.

          • Joacir

            Se não me engano a Renault só usou o motor 16v no modelo automático,a questão pra mim é a altura, aqui tem quebra molas demais, e alguns muito alto, carro baixo sofre.

            • Daniel Lacerda

              Se encontrar o Sandero menos rodado e mais novo, acho que é mais negócio. A Suspensação do FIT não é nenhum primor, e o cambio at dessa geração 2009/2010 não é CVT.

              • vinicius

                Exatamente isso, babam o Fit mas é duro igual uma carroça, suspensão bate final de curso fácil o câmbio é AT não perde em nada para o câmbio da Sandero. Vai no menos rodado mais conservado. Sandero vc não vai ter problemas ótimo carro.!

                • Joacir

                  Obrigado Vinícius,o Sandero está bem menos rodado, e por ser mais alto vai ser melhor pra mim,devido aos muitos buracos e quebra molas que existe aqui.

                  • Joacir

                    Agradeço a todos pelas informações, acabei pegando o Sonic sedan automático, devido a quilometragem (25 mil) o ano 2013/13 e o valor R$ 29 mil, ainda com cheiro de novo, sei q saiu de linha, mas ente um Fit, City, focus, ambos 2009 e com mais de 80 mil km, fiquei com o Sonic.

          • Assuero Queiroz

            cara. Já andei e dirigi sanderos. Foi a melhor suspensão de populares que já vi. Muito confortável.

        • T1000

          vá no que estiver mais conservado. dê uma volta e sinta o carro.

          • Joacir

            Valeu obrigado.

            • Assuero Queiroz

              Esse questão de ”mais alto” é bastante capciosa.

              Não tente definir o que é ‘mais alto’ no olho.
              Pegue a ficha técnica dos modelos e constate quem é realmente mais alto.

              E outra. Se vc colocar um pneu de perfil maior, pode ganhar alguns centímetros.

        • Christian Balzano

          Honda Fit, sem duvidas, é espartano mas confio muito mais. E mais espartano que o Sandero não existe.

          • Joacir

            Valeu, também achei na média do meu orçamento o Sonic e Focus, ambos sedan, o dúvida que só aumenta.

            • Christian Balzano

              Ainda assim continuaria no Fit, claro que sua decisão não vai ser influenciada por aquilo que eu disser e nem deveria. Nada melhor que nós mesmos para sentir a caranga e nos identificarmos com ela.

              Sonic é um carro que vendeu pouco e importado do México, tive um Fiat 500 com a mesma herança genética e a grande questão nisso são as peças de reposição. Como tudo é fabricado no México, quando precisar de um vidro — caso tenha quebrado — espere calmamente a concessionária importar e pagar caro por isso. A GM tem boas intenções de trazer a nova geração de volta para cá, mas isso não significa total compatibilidade com a geração anterior.

              Focus sempre foi um carro fantástico, não atoa sempre foi pau a pau com o Golf entre os hatch médios e um dos carros mais vendidos do mundo. Mas todas as boas experiências se restringem aos novos. (E olha lá, os Powershits nem tanto). Os usados cada um tem uma história problemáticas para contar. Tenho dois conhecidos que passaram aperto e são excelentes proprietários.

              O Fit não é gostoso e empolgante quanto o Focus e também não é recheado de acessórios como um Sonic LTZ. Mas ele é aquilo que sempre esperamos num carro. Andar e não ter dor de cabeça. Se conseguir uma versão EX ou EXL, melhor ainda. Acho a segunda geração vendida no Brasil a melhor de todas vendidas aqui. Uma evolução da primeira e muito melhor que a última, tanto em design — opinião particular — quanto em acabamento. Basta comparar o interior do FIT LX usado com o LX novo, houve um retrocesso no painel, plásticos, volantes, tudo.

              Dentre esses três, a menor depreciação, a manutenção mais barata e maior conforto para todos os ocupantes.

              • Joacir

                Obrigado pela atenção e informações, concordo com oque vc disse, vou ver os sanderos e fits e ver qual está melhor conservado e menos rodado, a pouco vi tbm o Peugeot 408, no valor do meu orçamento, mas já soube que bebe que é uma maravilha.

            • Lucas Mendanha

              Focus Sedan AT eu tenho (GLX 09) e recomendo..

              • Joacir

                Sim esse tbm entrou na minha lista, irei testar o Focus.

        • Lucas Mendanha

          Apesar das 4 marchas, o motor K4M 1.6 16v do Sandero tem uma curva de torque/potencia melhor que o 1.5 do Fit, que so rende bem em alto giro.. Logo, fica elas por elas, pra nao dizer que o Sandero anda melhor. E como vc disse que onde roda o piso nao é la grandes coisas, acho que o Sandero te atenderá melhor.. o Fit é muito duro nessas condições.. Fonte de informação pro meu pitaco: Fit EX-L 09 na casa dos 80k rodados..

          • Joacir

            Obrigado Lucas Mendanha , suas informações foram muito válidas, nada melhor que a opinião (imparcial)de um proprietário, abraços.

    • Raphael Pereira

      Fit se duvidas. Motor mais moderno, nao dizendo que o sandero nao tem mecanica confiavel pois ja provou que é bem robusto e aguenta o tranco mas Honda tem mais prestigio neste quesito. O fit se sobressai por ser um segmento acima e melhor acabado que o sandero mesmo sendo da versao privilege. Vai de Fit.

    • Pedro Henrique

      fit, apesar que vai ter que peneirar bastante pra achar um bom a esse preço…
      andei recentemente em um fit 2009 de um amigo que comprou depois de muito vasculhar, pagou 30 mil e o carro é sensacional.
      o consumo já adianto, não é la essas coisas, mas em questão de manutenção e ergonomia, fit.

    • Joacir

      Obrigado pelas dicas, buscarei o menos rodado e melhor cuidado.

      • Joacir

        Gostaria de agradecer a todos pelas dicas e informações, acabei escolhendo o menos rodado e mais novo de ano, peguei o Sonic sedan ano 2013/13 automático com 25 mil km, ainda tem cheiro de novo, sei q saiu de linha , mas entre ele ou um Fit 2009, City , focus com mais de 80 mil km, preferi o Sonic.

  • Ander33x

    Citymatic e tão logo será o Dualogic e seus mais variados nomes… i-motion, easytronic… etc.

    Já vão tarde, porcaria de transmissão.

    • Sam86

      A transmissão dos semiautomáticos (não automatizados) é a mesma dos manuais, o que muda é o elemento que aciona a embreagem.

      • Rodrigo

        Eu não entendo a raiva do povo com esses câmbios… já tive Dualogic em um 500 e achei bom. Dirigi um VW com iMotion e achei a mesma coisa.
        Qual é a razão para criticarem?
        Pelo menos por aqui, pois na rua o pessoal curte.

        • Daniel

          Olha, vou tomar a liberdade de responder. Lembrando que opinião é algo pessoal. Já dirigi alguns automatizados, incluindo os dualogic plus novos. Eu nunca teria um carro com este tipo de câmbio. É o pior entre os dois mundos. Não é ágil e esportivo como um bom manual, e não é suave e progressivo como um bom automático. Para rodar sempre em modo manual, onde o funcionamento fica mais esperto, prefiro um câmbio manual de verdade. E em modo auto, o tempo de troca de marchas é um suplício… Vc fica com a cabeça pra frente, esperando a troca que demora, demora, demora… E quando ocorre, vem acompanhada de tranco. Para rodar suave com esse tipo de câmbio, tem que andar num ritmo aquém do que me agrada. Acho surpreendente quando alguém que diz ser gearhead, possui algum carro com esse tipo de câmbio. É o tipo de tecnologia que eu ignoro. Se for pra usar o carro sempre com parcimônia, como um eletrodoméstico, respeitando sempre o limite dele ao invés do seu, tudo bem… Afinal o trânsito caótico das capitais até justifica. Mas aqueles que tem aquela pimenta a mais no sangue, que sentem prazer ao guiar e que gostam de andar suave, mesmo que seja rápido… Nenhum Dualogic ou similar atende. Não é nem questão de achar o câmbio bom ou ruim. Uma volta no quarteirão basta para saber que o câmbio não nos servirá. Em suma, acho uma proposta bacana para uso urbano intenso, no anda e para mesmo. E só. Lembrando que é somente minha opinião.

        • Jurandir Filho

          Anda em qualquer automático e depois em um monoembreagem para ver a diferença…

          • Rodrigo

            Já o fiz. Por isso opinei.

            • Jurandir Filho

              Vixi, acho que não sei o que é conforto então… tenho dois automáticos em casa e fui andar no fox imotion (que dizem que é o melhor monoembreagem), achei uma mer..a, nunca compraria

              • Rodrigo

                Nao é que você não saiba o que é conforto!
                Cada um reage de uma forma!
                Não tem como agradar a todos!
                Pode ser que haja quem não sinta diferenças gritantes entre estes câmbios e se sinta confortável em ambos!
                Por isso não tem como dizer o que está certo ou não!
                Quem gosta, compra! Quem não gostou, apenas deixe de lado essa opção.
                Não devemos tomar nossa opinião como verdade única e obrigação de todos!

  • Diogo Oliveira

    Hoje acho que seria uma boa opção pra quem não quer um Manual mas não tem dinheiro para um automático (por mais que isso seja esquisito e impossível).

    • Pedro Rocha

      Os câmbios automáticos com conversores de torque estão com preços acessíveis e aumentam pouco o preço final do carro. Os câmbio automatizados mono-embreagem e semiautomáticos ficarão restritos a modelos de entrada e desaparecerão com a popularização dos câmbios AT4 que estão sendo rejeitados nos modelos mais caros: esse fenômeno é explícito no Etios e mesmo subcompactos como 500 e Picanto já possuem câmbios AT.

  • Felipe Romano

    Eu comprei um palio citymatic com 86 mil km, único problema que tive foi com um alarme instalado pelo dono anterior. Era um cambio excelente para o trânsito de sp. Não tive problemas com tranco, marcha errada nem defeito de sensores. Porém a Fiat mandou os fornecedores destruírem os estoques de peças desse cambio por questões comerciais, fazendo a troca do disco de embreagem, que era igual a versão manual com diferença em umas ranhuras para os sensores, custar mais de 2700 reais. As informações técnicas eram escassas, como a atualização do software de tempos em tempos conforme o desgaste da embreagem. Uma pena!

  • Milton Quadros

    Depois dos 147, Oggi e Elba dando dois defeitos por semana no trambulador da alavanca de cambio quem iria confiar?

    • -Escort também dava problema de trambulador.
      -Não confiava na Fiat? Tinha Mercedes e Chevrolet com o mesmo sistema.

  • Luccas Villela

    Eu teria, caso fosse bom. Gosto de passar marcha, mas não gosto de pisar na embreagem.

  • Sam86

    Estou namorando umas Classe A, mas quero manual mesmo. Li que o módulo AKS costuma dar problema vez ou outra, além disso exige manutenção no servo motor periodicamente, e quem já leu um pouquinho sobre manutenção de Classe A sabe que ou você não encontra mecânico que presta ou encontra e ele cobra os olhos da cara pelo serviço só por ser um carro Mercedes.

    • mjprio

      Meu amigo, se você vai pegar a primeira versão do modelo, pesquise bem! Esse carro, apesar de ter sido um projeto inovador, com a proposta de popularizar a MB no país, não deu certo. Alguns dizem que ele era popular demais para um MB ( vc entrava na css pra reparar e eles torciam a cara) mas caro demais para um popular ( em termos de manutenção, pois tinha peças e equipamentos de complexidade técnica dos MB mais caros). Além disso teve uma gama de motores 8V não usada em outros modelos e seu projeto europeu não teve a tropicalização necessária pra andar no país. resultado: os varios modelos em que andei apresentavam barulho, peças de interior quebradas, falhas no motor e uma série de luzinhas acesas indicando que as coisas não iam bem. Hoje só quem conserta esses veículos é quem adquiriu experiência e usa muitas vezes peças usadas de veículos batidos

      • Sam86

        Não sou expert no assunto, mas não acho que seja assim como você diz.

        O problema é que as pessoas no geral não dão a manutenção devida nos seus carros, no caso do Classe A esse problema era ainda pior pois a manutenção era mais cara. Como resultado os carros que hoje tem 12, 13, 15 anos de uso estão em sua maioria um caco!

        Mas basta pesquisar a opinião dos donos que cuidam da manutenção para ver que a maioria não quer se desfazer do veículo. É um carro excelente desde que tenha tido a manutenção preventiva sempre em dia.

        As peças de troca periódica (pastilhas, discos, correias, polias etc) tem preços equivalentes ou pouco acima aos das peças dos carros mais populares.

        • mjprio

          O grande desafio é achar um em bom estado. E ainda é facil achar aspeças desse carro? Vejo muita gente reclamando ou apelando pra sites de compra, inclusive no exterior pra adquirir certas peças. Entretanto, não tenho duvida de que é um bom carro. Eu ficava passando em frente a AGO da Barra da Tijuca e ficava sonhando com um vendo a faixa na porta que dizia “tenha um Mercedes por 49.900 ( ná época ne? kkk).

      • Pedro Rocha

        “Alguns dizem que ele era popular demais para um MB ( vc entrava na css pra reparar e eles torciam a cara)”
        Já vi dono de Mercedes reclamar de que as css da marca no Brasil são premium apenas com donos de Classe E e modelos superiores.

    • Daniel

      Tive um Avantgarde 2004. Carro espetacular. Revisões caríssimas, mas o carrinho era um tanque de guerra. Andava e curvava muito. Era realmente um carro surpreendente. Sinto falta e me arrependo de ter vendido. Se pudesse resgatar algum dos tantos carros que tive, seria ele o escolhido, sem dúvida alguma.

  • mjprio

    Eu penso que seria uma boa alternativa aos automáticos, principalmente para pessoas portadoras de necessidades especiais que não podem pagar por um modelo AT ( pelo menos na época), mesma observação faço dos Automatizados monoembreagem. Entretanto acho que faltou mais pesquisa e melhor aceitação pelo mercado, que na epoca, repito ainda não tinha preferência pelos AT.
    Acredito que essa tecnologia hoje seria engolida pela popularização dos automáticos ( ao menos os com conversor).
    Mas, me referindo a matéria, acho que ela quis se referir ao ineditismo ( não tão inédito assim, pois a DKW tinha o Saxomat da alemã Sachs) dos projetos. Afinal tanto o da Fiat , quanto o da MB (assim como o carro todo) e o da GM não obtiveram sucesso

    • Sam86

      O Classe A não deu certo por causa do fator “Brasil”. A Mercedes fez tudo direitinho, planejou, definiu uma estratégia agressiva, investiu etc. Mas não se atentou que aqui no Brasil o planejamento é inútil, porque o Brasil é uma zona.

      Mas o que mais contribuiu para o fracasso do plano foi a mudança no câmbio, que era atrelado ao dólar no início da operação e foi flexibilizado pouco tempo depois, com forte desvalorização do Real. Isso matou a operação, pois 90% das peças utilizadas no Classe A eram importadas da Alemanha.

      Foi uma pena, o Classe A até hoje é mais moderno e equipado que a maioria dos carros vendidos por aqui. Ele teria causado uma revolução no nosso mercado se tivesse vingado.

      • mjprio

        Algo que aconteceu com o primeiro A3 também

        • Tomtilt

          O primeiro A3 até que vendeu bem.

          O primeiro Classe A não chegou nem perto da meta da Mercedes no Brasil mas acho que vendeu até bem se levarmos em consideração os fatores que estavam envolvidos: carro pequeno, caro, de uma marca “não-popular” e em um mercado que não era tão aberto para inovações como é hoje (ainda que isso possa melhorar mais).

      • Matthew

        Típica síndrome de vira-lata. O Classe A de primeira geração foi um fracasso em nível mundial por uma certa crise de identidade acarretada por uma estratégia de mercado equivocada: tentar transformar um Mercedes num carro popular, pra não falar do teste do Alce que deu uma queimada legal na imagem do modelo logo de cara.
        Outro famoso exemplo do efeito contrário é o do VW Phaeton. Por mais luxuoso e bem planejado que fosse pela VW nunca colou a idéia de um “carro do povo” de luxo. Dizem até que esse carro é ou já foi vendido com prejuízo pela marca. O único mercado que teve algum sucesso foi no chinês.
        Enfim, é claro que esses elementos todos elencados por você influenciam no desempenho comercial de um modelo, mas não tão determinante como você diz.

        • Tosoobservando

          Quem dera se fosse sindrome de vira-lata, mas aqui no Brejil infelizmente é como o amigo ali falou, mudam as regras da noite pro dia, o governo beneficia alguns em detrimento de outros, sempre pensando em arrecadar mais. Toda montadora newcomer que vinha com projeto moderno e avançado no nicho de hatches de entrada fracassou inicialmente, como a Renault. Esse tipo de consumidor aqui, ao contrario de outros países, acha que tecnologias muito avançadads, airbags, abs e outras firulas vai dar muito problema depois e nenhum mecanico brazuca sabera mexer. Nessa epoca a preferencia era por carro peladao mesmo, so mudou por força de lei.

          • Matthew

            Então vocês estão misturando as coisas. Ora você fala da atuação governamental que muda as regras do jogo o tempo todo, ora você diz que é pela preferência dos consumidores locais… vamos lá. Essa crise de 1999 começou na Ásia e contaminou o Brasil pelo simples fato de ser uma economia subdesenvolvido. O próprio Armínio Fraga na época afirmou que não havia motivo pra ter tanta desconfiança sobre o Real. Portanto, a desvalorização cambial abrupta estava fora do controle do governo, à época.
            Segundo: montadoras de automóveis quando tomam uma decisão de investir em capacidade produtiva num determinado país estão olhando pelo menos uns 10 anos pra frente, não é esse tipo de coisa que vai comprometer o planejamento dela. Deu errado o Classe A no mercado doméstico? Exporta Classe C pros EUA pra aproveitar o câmbio desvalorizado. Eles têm uma estrutura administrativa/jurídica mais do que suficiente pra lidar com essas supostas interferências do governo, quando não são beneficiados por essas manobras. Ninguém é bobo. Pra esses caras abrirem fábrica no Brasil ganham terreno do município, isenção de IPTU por anos, além de crédito subsidiado do BNDES.
            Por fim, sobre o consumidor brasileiro não aceitar carro tecnologicamente avançado, eu concordo com você. Mas aí é preferência do consumidor, nada tem a ver com trapalhadas do governo. Por uma série de questões culturais e financeiras o consumidor brasileiro médio prefere um carro que seja mais simples e de manutenção mais barata. A própria Renault é um exemplo emblemático disso. Quando tentou vender os seus sofisticados modelos europeus no Brasil nunca foram sucesso de vendas, com poucas exceções, como a Scenic. Por outro lado, quando ela passou a vender os Dacia — muito inferiores aos produtos do portfólio europeu da marca –, é que ela começou a ter um relativo sucesso no mercado brasileiro.
            Acho que o pessoal daqui do fórum parte de um pressuposto errado de que todos os consumidores brasileiros são críticos e exigentes como nós, auto-maníacos. Pras montadoras pouco importa a opinião de algumas dezenas de chatonildos que arrumam defeito em tudo. Elas querem vender para o público leigo em geral o máximo possível. Fôssemos nós os dirigentes dessas empresas, muito provavelmente tomaríamos 90% das mesmas decisões que elas tomam hoje.

            • Tosoobservando

              eu concordo com vc mas pessoas como nos tem é de dirigir o país e dizer NAO bem grande para o lobby destas montadoras, abrir o mercado, modernizar, e deixar a cobra fuma.

      • pedro rt

        verdade, me lembro q em 1999 ele fzia o maior sucesso na midia e nas ruas, todo mundo falava bem dele, a versao classic “de entrada” custava 33mil na epoca… preço de um civic

  • VW_Freak

    Não deu certo pq era Fiat!

    • Rodrigo

      Bem explicado.
      Mas dois anos depois a montadora virou líder de mercado e nao caiu mais, até então.
      Mas deve ter sido por isso mesmo.

      • Leo

        Será q ela tb é líder de mercado a anos só pq é FIAT?

        • Rodrigo

          É líder HÁ mais de uma década por ter entendido o que o consumidor queria. Poderia ter sido qualquer montadora.
          Acredito que dure somente até esse ano, pois pro ano que vem a tendência é perder um pouco mais do mercado.
          Acertaram com os carros mais caros, erraram com os populares.

    • Tomtilt

      Igual ao motor 1.0 turbo da família Gol, não deu certo porque era VW!

  • Paulo Estevinho

    Acho que é uma questão de maturidade de mercado, naquela época tínhamos poucos carros automáticos, e hoje de hatch médio pra cima é quase item de série; sem contar que popular pelado era o usual, e o Siena era um popular, quanto mais opcionais diferenciados, maior o custo e a chance de mico na hora de revender.

    • pedro rt

      me lembro q nessa epoca um siena completao de tudo custava o msm q um marea… podia colocar teto solar, airbag lateral, banco do motorista eletrico…

  • Felippe

    Se não fosse por esta materia, eu nunca ia saber que existiu esse Corsa Autoclutch, eu sei que existe o Corsa Classic com cambio AT mas essa outra versão eu nao sabia

    • Leo

      Idem

    • pedro rt

      corsa C autocluch e rarissimo de achar assim como corsa C com teto solar… isso so foi disponivel na linha 2002 dele

  • Fortwash

    O velho problema da resistência do brasileiro em adotar novas tecnologias no mercado. O câmbio tinha futuro, o problema mais, acredito, seja por conta dos mecânicos que provavelmente não gostassem de trabalhar com esse tipo de dispositivo.

  • Zé Mundico

    Um ótimo exemplo do produto certo na hora errada e no lugar errado. O brasileiro sempre tem resistencia com novidade e prefere se enganar no saudosismo.
    Outro motivo é que carro 1.0 sempre foi associado ao pessoal mais liseira, que não é muito chegado a fazer manutenção. E câmbio automático sempre meteu medo.

    • Leo

      Concordo Zé, na minha opinião, o problema não é o câmbio e sim onde ele foi aplicado.

  • Ricardo Blume

    Talvez a coisa certa na hora errada. Lembram da Weekend 6 marchas? Pois então, agora marchas extras tem grande aceitação no mercado.

    • Leo

      Ricardo, ao meu entender, o grande fracasso da Weekend 6 marchas não foi o câmbio e sim o fraco motor 1.0 para uma carroceria mais pesada q tinha essa perua. Se este câmbio fosse utilizado na Weekend Stile com motor 1.6 acho q faria mais sucesso. Tive uma Weekend Stile e já tinha um motor bem esperto, se colocassem 6 marchas ficaria sensacional.

      • pedro rt

        conheço um ex professor meu do ensino medio q tinha essa weekend 6 marchas, ela era bem fraquinha msm… 1.0 de 61cv nao da nem com palio imagina pra weekend

  • Vitão

    Meu amigo tinha um Corsa desses, era muito estranho você ter a manopla de câmbio só que sem embreagem. Geralmente em altos giros (subidas ou estradas) a marcha tendia a não engatar.

  • Ronaldo Osodrac

    Engraçado que no classe A fez sucesso lembro que a maioria era semi-automático.

  • pedro rt

    outro exemplo da fiat do brasil q deu errado foi os raros siena 1.0 e weekend 1.0 ambos com 6 marchas alem da linha palio fiasa 1.5 16v, fire 1.3 16v e fire 1.3 8v sao micos pretos na revendas esses carros

  • pedro rt

    outros exemplos de carros semi-automaticos do final dos anos 90 eram o mercedes classe A, hyundai atos prime

  • Bruno Wendel Marcolino

    “O Palio Citymatic tinha motor 1.0 de 61 cv e 8,1 kgfm.”

    Essa frase da arrepios!!! kkkk

  • Rafael Yashiro

    Mas aparentemente vai voltar em no máximo 3 anos.
    Se não me engano a Bosch está trabalhando nesse tipo de acionamento e pela última notícia que li já está em fase final de projeto.

  • Daniel

    Era opcional caro para a versão 1.0… pela diferença de preço, vc podia escolher um palio com motor maior (e as vezes com outros itens de conforto).
    Além do que, na epoca, “carro automatico” era coisa de vovô, pois todos os brasileiros na epoca gostavam de dirigir esportivamente e pisar na embreagem pra trocar marcha… hahaha

  • Ubiratã Muniz Silva

    Era muito ruim de dirigir. Cheguei a fazer test-drive (pensei em comprar), não gostei.

    Não me perguntem detalhes, tem mais de 15 anos isso… rsrsrsrs. só lembro que não gostei.

    Eu nem lembrava do Corsa nessa configuração, nem sabia que tinha chegado a ser vendido.

  • Pedro Cunha

    Era tão confiável quanto os “autotranquizados” de hoje. A diferença está no contexto do mercado e na consciência dos consumidores.



Send this to friend