Antigos Clássicos Ford História Matérias NA Pickups

Pampa 4×4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

De 1983 até 1995, o mercado nacional teve a única picape leve 4×4 que existiu até hoje, a Pampa 4×4. O modelo da Ford marcou uma época em que se podia inventar quase qualquer coisa, que dava certo.


Sem importação, o mercado nacional se via privado de produtos modernos como no exterior, o que levou a um atraso tecnológico impressionante.

Na Ford, o fim de uma linha significou o surgimento de outra, sendo aí que acabou surgindo a Pampa 4×4. Embora tivesse algumas restrições, ela atendeu quem precisava de um veículo leve, barato e que tivesse uma grande caçamba.

Cabe ressaltar que, em meados dos anos 80, ela era a única picape 4×4 da Ford, já que a F-1000 só existia em tração 4×2, dando assim uma certa vantagem para a Ford Pampa.

Pampa 4×4

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

A Pampa 4×4 era uma versão da picape leve da Ford, que havia sido lançada em 1982, derivada do Ford Corcel II. Ela foi criada para reforçar a gama de opções do modelo, que surgiu para brigar com Chery 500, Fiat Fiorino e VW Saveiro.

Tal como na versão de tração apenas dianteira, a Pampa 4×4 teve opções de acabamento, tendo sido vendida nas versões L, GL, Jeep e Ghia.

A Pampa 4×4 sempre existiu com o velho e fraco motor CHT 1.6, que a Ford herdou da Renault, assim como o projeto que deu origem ao Corcel I.

Mesmo com quatro marchas e sem caixa de redução, a Pampa 4×4 mantinha o desempenho esperado, mas fora da estrada. Com os recursos que tinha em mãos, a picape cumpriu sua missão.

Pampa 4×4 – Estilo

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

A Pampa 4×4 tinha um estilo rústico. O projeto da picape leve da Ford era baseado inteiramente no Corcel II que, em 1982, havia gerado outro derivado, o sedã Del Rey com duas ou quatro portas, este resgatando algo perdido em 1977.

O projeto da Pampa surgiu com o engenheiro Luc de Ferran, que é o pai do famoso piloto de Fórmula Indy, Gil de Ferran. Há muito tempo na Ford, Ferran desenhou a picape com extrema ligação estética e sintonia com a filosofia da marca.

Quando a Pampa apareceu em 1983, quase ninguém imaginava que ela ainda poderia reservar para clientes que realmente precisavam de um carro de trabalho.

No ano seguinte, a Pampa 4×4 surgiu com linhas que se assemelhavam às da F-1000.

Outro ponto em comum com a picape grande da Ford eram as lanternas simples e parcialmente curvadas, que iam nos cantos da traseira, deixando uma larga tampa com chanfros que insinuavam reforços estruturais.

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Quase como uma picape de chassi de longarinas, a Pampa 4×4 era um monobloco que parecia maior do que realmente media. Com 4,42 m de comprimento, 1,67 m de largura, 1,41 m de altura e 2,58 m de entre eixos, ela era mesmo pequena.

O entre-eixos foi alongada para aumentar o tamanho da caçamba em relação ao Corcel II. Além disso, o compartimento de carga era totalmente em aço e sem nenhuma proteção plástica, como é comum hoje em dia.

As caixas de rodas na caçamba não eram arredondadas, mas retilíneas, enquanto assoalho as paredes laterais tinham chanfros como reforços visuais e estruturais, que passavam ainda mais confiança aos clientes.

O assoalho era de aço, mas vigas de madeira revestiam parcialmente a caçamba e também a tampa, possibilitando assim movimentar melhor a carga sem muito esforço.

A cabine era pequena, utilizando as portas dianteiras usadas no Del Rey, dotadas de quebra-ventos (úteis num carro normalmente sem ar condicionado) e com maçanetas embutidas.

Os retrovisores da Pampa 4×4 eram maiores e mais distantes das portas, apoiados em suportes metálicos. O motivo era visibilidade, que sempre é prejudicada em picapes.

Naquela época, esperava-se que a Pampa levasse quase qualquer coisa na caçamba, mesmo mais carga mais larga que o veículo. A picape tinha ainda ganchos externos nas laterais para amarração da carga.

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Ela era tão rústica que a tampa da caçamba tinha travas mecânicas simples, uma de cada lado, para o travamento da mesma. Inteligentemente, a Ford imaginou que a Pampa 4×4 levaria objetos mais longos que o compartimento normal.

Assim, a tampa podia ser baixada e usada assim durante a condução, sem que a placa fosse tampada, o que acarretaria em multa. O estepe ia na própria caçamba, de lado, perto da cabine.

Esta, aliás, podia vir com proteção de vidro traseiro, utilizando tubos de aço. A Pampa 4×4 tinha frente com inclinação negativa e ostentava os mesmos faróis do Corcel II da época.

Até os piscas (separados) eram iguais. O capô longo e de abertura invertida (para frente), tinha linhas suaves, mas compunha um visual geral bem parrudo.

A Pampa 4×4 tinha ainda friso parcialmente cromado na altura das maçanetas.

Interior para três

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Por dentro, a picape da Ford vinha com mais diferenças. O projeto da Pampa contemplou o mesmo interior do Corcel II e por isso adotou muitos elementos estéticos do mesmo. O painel era exatamente igual ao do sedã de duas portas.

Mesmo assim, era apenas funcional, tendo velocímetro, nível de combustível e temperatura da água. Além disso, havia ainda um belo volante de quatro raios que lembrava o do Landau.

O console central tinha um conjunto com difusores de ar quadrados na parte superior, descendo para um opcional rádio simples, mas que chamava atenção pelo vistoso relógio digital de fundo azul que empolgava.

A Pampa 4×4 tinha ainda portas simples com travas por pinos e manivelas para os vidros. O porta-luvas era pequeno e o banco era inteiriço, feito para levar três pessoas.

Não havia apoios de cabeça para o terceiro passageiro, que também só tinha um cinto de segurança subabdominal. Já o outros passageiro e o motoristas podiam ter apoio de cabeça com elemento vazado e cintos de três pontos.

Diferenças por fora e por dentro

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Até aí, Pampa e Pampa 4×4 eram exatamente iguais, mas a segunda tinha detalhes exclusivos, que a tornavam facilmente identificável quando vista nas ruas e estradas.

A grade da 4×4 era ligeiramente diferente da 4×2, sendo mais rústica e sem acabamento. Nas duas, haviam frisos horizontais e verticais bem espaçados, que às tornavam exclusivas em relação ao Corcel II.

Na Pampa 4×4, o para-choque era de aço reforçado e sem acabamento, mas na cor preta e com dois bumpers duros para empurrar outros veículos. Não havia sequer as pás laterais que uniam o protetor aos para-lamas dianteiros.

Como num “jipe” (isso traria alguma dor de cabeça para a Ford mais adiante…), a Pampa 4×4 tinha também vinha com para-choque “duro”, feito de chapa grossa de aço e também não unido à carroceria.

A Pampa 4×4 também diferia da versão comum pelas rodas de aço aro 13 polegadas sem calotas, que traziam os cubos centrais proeminentes, por causa do sistema de roda livre.

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Além disso, eram bem visíveis os dois bocais de combustível na lateral esquerda. Os pneus de uso misto eram outra característica da Pampa 4×4.

Com espaço interno reduzida, a Pampa 4×4 reservava ainda o único item exclusivo em relação ao modelo com tração dianteira, a alavanca do 4×4.

Ela ficava posicionada ao lado da alavanca de câmbio, tendo pomo que indicava o 4×2 para frente e o 4×4 para trás. O câmbio de quatro marchas tinha a ré para esquerda e traseira. A haste tinha uma cobertura de napa.

Haviam outros dois diferenciais que marcava a Pampa 4×4, mas era preciso olhar atentamente. Um deles era uma luz-espia que se acendia no painel, toda vez que era preciso trocar de tanque.

Sim, a Pampa 4×4 tinha dois tanques e o suplementar não entrava automático, por isso havia uma chave para transferir a alimentação atrás do banco do motorista. O freio de estacionamento era num pedal no lado esquerdo.

Pampa 4×4 – Engenharia

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

A Pampa 4×4 nasceu de uma adaptação da engenharia da Ford, que utilizou algo que estava saindo de cena para criar outro. A produção de carros da extinta Willys Overland estava saindo de cena em 1983.

Com o fim dessa família, que tinha o Jeep e a Rural, a Ford precisava manter-se no mundo do 4×4 de qualquer forma. Então, os olhares pousaram sobre a Pampa.

O Corcel II não nasceu para ser um carro 4×4, mas a Ford fez com que sua plataforma recebesse um sistema semelhante com soluções engenhosas.

A primeira foi a adição de um sistema que permitisse tração também nas rodas traseiras, mediante um acoplamento simples e barato de fazer. Sem caixa de redução ou sistemas de embreagem viscosa ou algo assim, ela surgiu.

O câmbio manual de cinco marchas da Ford, que era usado nos carros derivados do Corcel II e na Pampa 4×2, teve a quinta marcha eliminada, para que no lugar de suas engrenagens, fosse montado o acoplamento no eixo central.

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Esse sistema era acionado pela tal alavanca ao lado do câmbio no interior do carro, permitindo assim que a força fosse compartilhada com um eixo cardã, que se ligava a um diferencial num eixo rígido traseiro.

A Pampa 4×4 – assim como a irmã tradicional – tinha suspensão traseira por feixe de molas semi-elípticas (reforçadas na 4×4) e amortecedores.

Outra praticidade era que, diferente do que se fazia nos antigos Willys, a roda livre era automática, dispensando a necessidade de descer do veículo. A relação final do diferencial também era mais curta por conta do 4×4 sem redução.

Contudo, a tração da Pampa 4×4 tinha alguns inconvenientes. Um deles era a velocidade limitada até 60 km/h no 4×4 acionado, a fim de evitar desgastes dos componentes.

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Outro ponto era que o 4×4 só deveria ser usado em terrenos de baixa aderência, como lameiros, por exemplo, onde realmente fosse necessário seu uso, pelo motivo acima e consumo elevado.

Tal como ainda rege a cartilha de off road de alguns veículos 4×4 atualmente presentes no mercado, usar a Pampa 4×4 nessas condições só podia ser feito com segurança em linha reta, sob risco de danos aos componentes.

Também não havia sincronismo entre as rodas dianteiras e traseiras, o que só reduzia seu desempenho. Com o sistema, o tanque de 76 litros foi reduzido para 62 litros, o que obrigou a instalação de um auxiliar de 40 litros na traseira.

Seu motor CHT 1.6 à álcool, que entregava 75 cavalos (73 na versão gasolina) agradecia os 102 litros disponíveis. Com quatro marchas e relação curta, não passava de 140 km/h e ia de 0 a 100 km/h em 20 segundos.

A Pampa 4×4 teve sua capacidade reduzida de 600 kg para 440 kg, devido ao sistema mais pesado. O peso era de 1.104 kg. O projeto contemplou até uma versão da Belina.

Atualização

Pampa 4x4: a trajetória de uma picape que foi inovadora nos anos 80

Em 1986, surgiram as versões L e GL para a Pampa 4×4, que teve a frente modificada em 1987 com linhas arredondadas, mas mantendo os demais elementos estéticos, como para-choques robustos, cubos de roda ressaltados, entre outros.

A instrumentação mudou ligeiramente, mas manteve o básico, sempre com a opção do relógio digital. O motor CHT 1.6 foi mantido sempre, mudando de nome para AE-1600 na Autolatina.

Em 1992, com a importação da marca Jeep, a Ford decidiu colocar o nome da marca na Pampa 4×4 como sobrenome,. o que gerou uma disputa judicial que encerrou o caso. Três anos depois, ela saia de linha.

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Gabriel

    Eu não sou fã de picape, mas seria bom ver as atuais com tração nas 4, alem disso, um motor turbo cairia bem.

    • Raimundo A.

      Desejar é bom, mas a oferta depende da cobrança do mercado e, aparentemente, quem compara as compactas, não pensa nisso. Até a média compacta Oroch, que tem 4×4, não é ofertada aqui no Brasil. O Toro, enorme sucesso, não tem 4×4 flex e segue o visto nas médias que realmente vendem, 4×4 conjugado com o motor a diesel e um bom AT.
      Lembro de especulações como Palio Adventure ter 4×4 e o Uno também. A Fiat pôs um Locker no primeiro e nem quis ressuscitar a versão R no segundo que poderia usar o 1.6 E-torQ.
      O argumento é o alto preço tanto para o 4×4 quanto para o motor mais potente, mas voltando as picapes, não vejo necessidade ainda que muitas, a Strada principalmente, seja usada em cidades do interior trafegando em pisos ruins de terra.

      • Raimundo Nonato

        Se a moda do carro elétrico pegar vai ser de praxe carro 4×4

  • Carlos

    Excelente texto massssss … essa tração 4×4 foi uma gambiarra vergonhosa da Ford, robustez/confiabilidade nota zero.

    • Arthur Brasil

      De fato, dava muito problema. Meu avô teve na fazenda uma 4×4 e outra 4×2, e da primeira, se arrependeu. A 4×2, nada a reclamar.

  • millemiglia

    Meu pai era concessionário Ford até 1994 em Videira, no meio-oeste de SC, e vendíamos muito a Pampa 4×4 para as empresas que produzem maçã em Fraiburgo pois elas eram baixas o suficiente para entrar por baixo das macieiras. Durante algum tempo essas empresas tentaram substituir a Pampa 4×4 pelo Lada Niva mas não deu certo por causa da altura do Niva.
    Detalhe: todas as Pampa 4×4 que vendemos eram a álcool pois a Ford simplesmente não produzia a versão 4×4 com motor a gasolina (embora constasse da tabela de preços da Ford). Várias vezes tentamos pedir com motor a gasolina mas sempre recebíamos a resposta de que essa versão não existia.

  • Arthur Brasil

    Haviam outros dois diferenciais que marcava a Pampa 4×4, mas era preciso olhar atentamente. Um deles era uma luz-espia que se acendia no painel, toda vez que era preciso trocar de tanque.”

    Pessoal, “havia” e mão “haviam”, esse erro é básico e infelizmente recorrente aqui no NA, vamos caprichar mais: verbo “haver” no sentido de “existir” sempre no singular.

    E na frase “A Pampa 4×4 era uma versão da picape leve da Ford, que havia sido lançada em 1982, derivada do Ford Corcel II. Ela foi criada para reforçar a gama de opções do modelo, que surgiu para brigar com Chery 500, Fiat Fiorino e VW Saveiro.” não é Chery 500 e sim Chevy 500.

    Obrigado.

    • Sino Weibo

      mão?

      • Arthur Brasil

        Corrigi!
        ;-)

    • Eskarmory .

      Custei a ver o Chery rsrs

  • Rodrigo

    Eu queria ver uma dessas em ação num pasto puxando madeira morro acima… acho que seria divertido.

    • Paulo Lustosa

      Tem vídeo delas fazendo trilha no YouTube.

  • mjprio

    Até onde eu soube, e foi comprovado no teste de longa duração da 4R, o sistema de tração total da Ford empregado na Pampa/Belina era muito problemático, justamente por não ter um sistema de acoplamento que compensasse a diferença de redução entre os diferenciais dianteiro e traseiro. Reclamações acerca da durabilidade e confiabilidade do sistema eram constantes. Talvez fosse melhor a Ford ter transplantado o sistema 4×4 completo da Willys, combinado com o motor 2.3 OHC, como era nos últimos Jeeps. Assim, resistência e desempenho do sistema seria melhor

    • Paulo Lustosa

      O motor 2.3 OHC não cabe na plataforma do Corcel por ser muito grande, maior até que os Duratec atuais, e extremamente pesado por ser totalmente em ferro fundido. O que poderia ter sido feito na época era contatar a Renault para pegar o câmbio 5 marchas com caixa de transferência da Renault 18 Break 4×4 ou até o motor 2.0 J4R, que cabe certinho na plataforma e poderia ser estendido ao Del Rey, ou em último caso, a transmissão da Passat Variant Syncro aliado ao AP-1800S que equipou a Pampa 1.8S (embora algumas saíram com o AP-1800 normal).

      • mjprio

        Curioso, pois segundo alguns funcionários da velha guarda da Ford (inclusive meu finado tio), eles chegaram a testar alguns Del Rey com esse motor…

        • Paulo Lustosa

          Já tentei fazer essa adaptação justamente em um Del Rey, e posso te garantir, o motor não cabe e a suspensão não aguenta.

  • Paulo Lustosa

    Tem o adendo de que a Pampa 4×4 GL pós 1992 praticamente era um Del Rey Ghia com tração nas quatro rodas, inclusive possuindo vidros elétricos nos locais que eram usados nos Del Rey Ouro de 1982 e ar condicionado, que nunca foi oferecido de série nas Pampa com motor AP-1600 e AP-1800. Seria interessante depois falar sobre a linha Ghia da Ford na década de 80, que compreendia no Escort, Del Rey e Pampa, no qual esses dois últimos, com exceção das rodas de 14 polegadas e pneus 195/60, este opcional na Pampa. e o câmbio automático que era oferecido em toda a linha Del Rey mas não na Pampa, possuíam o mesmo acabamento interno e os mesmos equipamentos de série, no qual ficou por anos conhecida como a picape pequena derivada de carro de passeio mais completa do país até a modernização da Fiat Fiorino, lançamento da Fiat Strada e a própria Courier.

  • Rzd

    Eu acho que a pampa foi vendida até 97 já com I.E. nas ultimas unidades, não foi? Lá no texto diz que ela foi até 95. Está certo isso?

    • millemiglia

      A Pampa 4×4 saiu de linha em 1995, as versões GL/Ghia 4×2 em 1996 e as versões L 1.6/1.8 e S 1.8 em 1997. E, sim, houve versões da L 1.8 com injeção eletrônica.

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros para mais de 450 milhões de pessoas, por mais de 13 anos. Saiba mais.

Notícias por email