História Matérias NA Peruas Volkswagen

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

A Parati G3 foi uma atualização visual da segunda geração da famosa perua brasileira. Vamos falar dela em detalhes aqui:


A Volkswagen produziu uma perua que foi bastante popular nos anos 80 e 90, que ainda conseguiu chegar até a primeira parte da segunda década do século 21.

Em sua segunda geração atualizada, ele ficou conhecida como Parati G3.

A Parati G3 pode ser considerada o ponto mais alto onde a perua da Volkswagen chegou em sua história de 30 anos de mercado brasileiro.


Nesse período, ela saiu de uma familiar básica para alcançar os consumidores americanos e ganhou fama de jovem, tendo até mesmo uma versão esportiva e outra aventureira.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Mas, na Parati G3, a perua da VW teve todas as opções que a marca poderia disponibilizar para ela, sendo um período curto, apesar de seu potencial.

Ela teve seis opções de motores, apenas um câmbio e ganhou até airbag duplo com freios ABS.

Também teve uma versão pseudo-aventureira e contribuiu para que a decapada G4 surgisse para encerrar a carreira.

A Parati G3 também marcou a época do primeiro downsizing no Brasil, onde o mercado – ainda preso aos anos 80 – não podê aproveitar as tecnologias apresentadas pela indústria, que regrediu alguns anos em seguida, apesar do surgimento do motor flex.

Parati G3

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Em 1996, a Volkswagen finalmente deu à Parati uma segunda geração, que ficou conhecida como G2 ou Bola, devido suas formas arredondadas em relação à quadradona dos anos 80.

Até então, a marca alemã nunca havia utilizado as reestilizações como argumento para classificar como uma geração diferente.

Então, por volta de abril de 1999, a Parati G3 surgiu como uma atualização da G2, mas a VW designou o produto como terceira geração da perua.

Já apenas com quatro portas, a perua ganhou capô com centro elevado, que se fundia com a grade atualizada e proeminente.

A Parati G3 também recebeu novos faróis, maiores e com dupla parábola. Agora os piscas estavam integrados na mesma lente dos faróis.

O para-choque era fundido com a grade e tinha um protetor preto horizontal, bem como três entradas de ar com faróis de neblina redondos.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

As lanternas traseiras também foram atualizadas, mas mantiveram o mesmo formato. O para-choque também ostentava protetores, assim como as portas.

No teto, barras longitudinais, enquanto os retrovisores podiam ser na cor do carro, maiores que os anteriores.

Por dentro, a Parati G3 ia muito além do facelift, recebendo um novo painel, que remetia aos modelos mais caros da marca, inclusive com opção de dois tons e espaço para rádio 2din, sem contar comandos similares aos de Golf e Audi A3, embora com os vidros elétricos ainda no painel.

O cluster de fundo azul com ponteiros vermelhos chamava atenção, assim como o novo volante de quatro raios com airbag.

A bolsa inflável do passageiro fazia parte do revestimento do painel, dando assim um salto em segurança, primeiramente, e depois em qualidade percebida.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

O ambiente interno era bem claro e tinha tecidos nas portas, assim como bancos mais confortáveis. A Parati G3 mantinha o porta-malas com 437 litros e seu tanque de 51 litros.

Assim, teria uma boa autonomia na estrada. Na época, ela reunia um bom conjunto para atender uma família pequena.

Com 4,131 m de comprimento, 1,621 m de largura, 1,417 m de altura e 2,468 m de entre eixos, a Parati G3 ainda se prendia à arquitetura dos anos 70.

Ela vinha com motor e câmbio em longitudinal, que na mudança de geração (para G2) teve a bitola aumentada, porém, mantendo-se direção e pedais na mesma posição, o que gerava uma posição de dirigir incorreta.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

A Parati G3 tinha suspensão dianteira McPherson presa ao monobloco (ou seja, sem subchassi) e a traseira vinha com eixo de torção com molas e amortecedores telescópicos.

Ainda assim, sua estrutura era considerada robusta. Só a adição de airbag duplo e ABS elevou a perua de patamar, adequando-a às futuras exigências de segurança.

Em 2003, um facelift deixou as lanternas mais modernas e a tampa mais lisa, assim como o para-choque traseiro.

A Parati G3 teve as versões e edições especiais City, Comfortline, Crossover, Evidence, Fun, GTI, Plus, Sportline, Summer, Sunset, Tour, Track & Field e Turbo.

No ano de 2006, a Volkswagen lançou a Parati G4…

Parati G3 16V

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Já livre do motor Ford CHT (AE1600) que chegou a ser usado na G2, a Parati G3 teve uma oferta mecânica bem interessante para a época, um choque entre o passado e o futuro, mesmo que muitos nem vislumbrassem isso.

Ao longo de quase seis anos de mercado, a perua teve 13 versões e edições especiais.

Mas, quando surgiu, existia apenas uma opção sem designação e a GTI 16V, que não era assim tão “GTI”.

A Volkswagen simplesmente teve a ideia (nada brilhante) de eliminar as versões anteriores da G2 e vender pacotes, onde o cliente podia escolher motor e equipamentos num mesmo pacote visual e isso incluía os já pseudo-esportivos “GTI”.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

No entanto, a oferta de motores começava pelo pequeno quatro cilindros EA111 1.0 16V.

Ainda muito distante do atual 1.0 MPI de Gol e Polo, o propulsor tinha duplo comando de válvulas por correia dentada (a temida…), que acionava ao mesmo tempo os dois comandos no cabeçote.

Feito todo em alumínio, diferente dos APs ainda vigentes, o EA111 1.0 16V entregava 69 cavalos a 5.750 rpm e 9,3 kgfm a 4.500 rpm.

Assim, a Parati G3 16V ia de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos e tinha máxima de 160 km/h. Seu consumo na estrada era bom: 14,4 km/l. Na cidade, fazia apenas 8,2 km/l.

Pouco tempo depois, a VW voltou com as versões e a Parati G3 16V nas edições Tour, Fun, Sunset e Summer até 2003.

O EA111 1.0 16V, no entanto, teve problemas de durabilidade da correia dentada, que aliada à falha de manutenção de muitos dos proprietários após o único ano de garantia, contribuiu para a quebra da mesma e consequente danos graves ao cabeçote, pistões, bielas e virabrequim.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

A má fama dos motores 16V já era grande na época, mas com problemas como esse, o mercado simplesmente começou a ignorar esse tipo de cabeçote.

Foram então voltando-se para o velho 8V, algo que boa parte das marcas (mais as antigas…) seguiram sem questionar, gerando assim pelo menos uma década de motores antigos de 8V na indústria, o que ainda perdura em alguns casos.

Em 2002, a Volkswagen melhorou os números do motor EA111 1.0 16V da Parati G3, pulando de 69 para 76 cavalos e de 9,3 para 9,7 kgfm.

Parati G3 Turbo

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Naquele momento, porém, a indústria queria se modernizar diante dos importados e das new commers (novas marcas), aplicando tecnologias que existiam lá fora, muitas vezes sem um tratamento diferenciado para nossas condições.

Em 2000, a Volkswagen ousou adiantar-se 15 anos com a introdução do propulsor EA111 1.0 16V Turbo.

Os modelos Gol G3 e Parati G3 foram os beneficiados com a inovação. No entanto, a verdade é que a VW estava de olho mesmo era no IPI, que para motores até 1.0 litro, havia caído para 10%, enquanto os demais pagavam altos 25%.

Isso exigia uma solução e a engenharia entrou em ação.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Com cabeçote de 16V e duplo comando de válvulas com variação de abertura e fechamento, a Parati G3 16V Turbo tinha um turbocompressor com intercooler.

E assim fazia o milagre, que anos mais tarde mexeria com os últimos consumidores conservadores do mercado, o que é hoje o TSI.

Sem injeção direta, uma tecnologia que nem estava difundida dentro da Volkswagen na época, o EA111 1.0 16V Turbo fazia a Parati G3 sair do lugar comum com 112 cavalos a 5.500 rpm e 15,8 kgfm a 2.000 rpm, indo de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos com máxima de 191 km/h.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Para efeito de comparação com outra opção que a Parati G3 teve em sua vida comercial, a versão 2.0 8V (AP) da versão crossover de 2003, fazia o mesmo em 10,3 segundos e com máxima de 190 km/h.

A anterior GLS 2.0 Mi precisava de 10 segundos. Importante destacar que o 2.0, apesar de ter a mesma potência, tinha 17,3 kgfm. Ou seja, mais força em baixa.

Entretanto, no caso de aceleração, a combinação 16V com turbo só dava vantagem à Parati G3 16V Turbo, que era boa de consumo rodoviário: 12,9 km/l.

Na cidade, porém, era elevado: 6,5 km/l. Mas, este não era diferente do consumo urbano do 2.0 8V. Com esse motor turbinado, a perua 1.0 conseguia ser equivalente ao 2.0 em alta.

Parati G3 GTI

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

A Parati G3 surgiu sem uma versão definida, tendo apenas como diferencial a GTI 16V, mas mesmo assim, esta opção vinha descaracterizada.

Sem rodas de liga leve exclusivas aro 16 polegadas, sem defletor de ar traseiro aumentado, sem detalhes estéticos alusivos à performance e até mesmo sem os bancos Recaro.

Tinha mais, ou melhor, não tinha a corcova sobre o capô, que na atualização, conseguiu encobrir a passagem do coletor de admissão do motor EA837 2.0 16V.

Por fora, vinha com rodas aro 15 polegadas de cinco raios, escape em aço inox e faróis de neblina. Nem ao menos tinha faróis com máscara negra.

O badge GTI ficava estampado na tampa do bagageiro.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Assim como o move up! TSI pode enganar muita gente nas ruas, se passando por um MPI, a Parati G3 GTI 16V fazia o mesmo na virada do século.

Visualmente, assim como o Gol GTI 16V da época, parecia um carro comum. Antena no teto e barras longitudinais completavam o conjunto extremamente sóbrio.

Para quem quisesse ter uma Parati G3 com excelente performance, mas sem chamar atenção, esta era a versão, que vinha com motor EA837 2.0 16V.

Esse propulsor era importado da Alemanha e uma evolução do EA113 usado aqui, tendo cabeçote de quatro válvulas por cilindro com fluxo cruzado, por isso o coletor passava sobre o cabeçote.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Com taxa de compressão de 10,5:1, o EA837 2.0 16V tinha injeção eletrônica multiponto, como o 1.0 16V e sua versão turbo, entregando 145 cavalos a 6.250 rpm e 18,5 kgfm a 4.750 rpm.

A busca por força se dava em rotações altas, mas o conjunto com câmbio manual curto e preciso, fazia a Parati G3 GTI 16V ir de 0 a 100 km/h em 9 segundos com máxima de 206 km/h.

Pesando 1.185 kg e com 51 litros no tanque, a Parati G3 GTI 16V tinha consumo urbano de 8 km/l e rodoviário de 13 km/l.

Outro diferencial eram os freios a disco nas quatro rodas com ABS. A calibragem de freios e suspensão também era diferente por causa da potência elevada.

Demais versões

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

A Parati G3 tinha ainda outros três motores à disposição. Eles eram da família AP, que tinha biela longa, mas não como a do EA837, que era maior.

Remanescentes dos anos 80, o trio era composto pelos AP-1600, AP-1800 e AP-2000. Eles foram oferecidos na versão única de 1999, mas depois acabaram em diversas versões e séries especiais.

O AP-1600 tinha injeção multiponto e cabeçote de fluxo simples com 8 válvulas, entregando 92 cavalos a 5.500 rpm e 13,9 kgfm a 3.000 rpm.

Ele era caracterizado pelo bom torque em baixas rotações, o que garantia uma boa dirigibilidade no meio urbano. A Parati G3 1.6 ia de 0 a 100 km/h em 12 segundos e tinha máxima de 175 km/h.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

O destaque da Parati G3 1.6 era o excelente consumo de gasolina, fazendo 11,2 km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada.

Era a opção mais barata depois do motor 1.0 16V. Entretanto, para quem desejasse mais desempenho sem pagar o preço do motor 1.0 16V Turbo, tinha ainda o AP-1800.

Com as mesmas características técnicas do AP-1600, este entregava mais força com 99 cavalos a 5.250 rpm e 15,5 kgfm a 3.000 rpm.

Assim, a Parati G3 1.8 podia fazer um pouco melhor que a opção 1.6, indo de 0 a 100 km/h em 11,6 segundos e tendo máxima de 179 km/h.

Era um motor mais forte em baixa e garantia uma condução ainda mais prazerosa ao volante.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

No entanto, o AP-1800 cobrava em consumo, fazendo 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada.

De qualquer forma, essa uma alternativa barata em relação aos mais potentes já citados. Porém, existia mais uma opção, que foi melhor segmentada adiante.

O motor AP-2000 se manteve na gama da Parati G3, especialmente em versões como a Crossover e Tour, por exemplo. Ele oferecia os mesmos 112 cavalos do 1.0 16V Turbo, mas aos 5.250 rpm e 17,3 kgfm a 3.000 rpm.

Ele tinha um consumo parecido com este último, assim como o desempenho parecido, fazendo de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos.

Em 2003, a Parati G3 1.6 passou a ter o AP-1600 TotalFlex com 97/99 cavalos e 14,1/14,4 kgfm, respectivamente com gasolina e etanol, enquanto o AP-1800 só virou flex em 2005 com 103/106 cavalos e 15,5/16,0 kgfm, na mesma ordem.

Parati G3: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)
Nota média 5 de 1 votos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Bill Waishington

    Realmente essa Parati é mt Linda.

  • Ricardo

    A segunda geração atualizada era a G2 bolinha.

  • Ricardo

    Não sabia que a 1.6 G2 era motor CHT. Q M!

    • Unknown

      O motor CHT está longe de ser uma M*. Em termos de durabilidade e economia, ele era muito melhor que o A.P., inclusive.

      • T1000

        O único problema era que se arrastava.

  • Ricardo

    A Parati G3 com facelift de 2003 é a mais linda de toda a história.

  • Ricardo

    Único defeito da G3 era a GTi que nem parecia Gti, a GTi G2 era muiiiiiiito mais bonita.

  • RodrigoABC

    Parati G3 ainda é um sonho ter uma na garagem pros finais de semana. Pra mim ela é mais bonita que o gol

  • beto

    Tinha um interior mais bonito que o T-cross.

  • rodrigosr

    Foi numa G3 1999 prata que aprendi a dirigir. Carro lindo, bancos claros e aveludados, cromados no câmbio e maçanetas internas. A direção hidráulica era bem leve e os engates ótimos. O acabamento foi o melhor da história, mas bem vagabundo. Lembro que o plástico do painel rachou perto da entrada de ar e o suporte da placa no porta mala quebrou ao meio. Inclusive vejo muita Parati assim.

    • Marcelo Alves

      Esse interior claro rachava igual casca de ovo… Dizem as que tinha o interior preto (era opcional em 1999/2000/2001) isso não acontecia.

      • rodrigosr

        Era assim mesmo… e tudo bem mal encaixado. Pegamos o carro Zero, em 99 e ficamos com ele 6 anos, se desmontando por dentro.

  • David Diniz

    isso por que nunca existiu a “Parati G3” a mesma morreu na G2 F4 mas tudo bem.

  • Dod

    Os interiores e acabamentos do Gol, Saveiro e Parati “G3” dão uma surra nos do Polo, Virtus e T-Cross atuais. Mesmo nas versões de entrada era tudo muito bem feito, com plásticos de qualidade e boa montagem e com desenho que remetia ao painel do belíssimo Passat B5 de 1997. Infelizmente a VW avacalhou quando lançou os modelos “G4” com um lixo de acabamento igual ao Fox da época.

    • Domenico Monteleone

      Arrisco a dizer que até o Gol atual é melhor que a linha Polo nesse quesito, o Fox eu tenho certeza disso.

      • Ricardo Blume

        A VW errou feio no interior do Polo. A linha de entrada e a intermediária é realmente de doer.

        • Geruzzus Filho

          Você só está reproduzindo o que leu na internet (90% do que falam sobre o POLO). Diferenciar o interior do Polo CL do HL é jogo dos sete erros, principalmente quando o CL está com o tech-II e o HL sem o painel digital. São mínimas as diferenças.

          • Ricardo Blume

            Me refiro ao MPI e MSI.

            • Geruzzus Filho

              Ah! sim, entendi. a MSI e MPI são idênticas no interior, acabamento e opcionais. A única diferença entre elas está somente no motor 1.6 da MSI, daí a confusão quando foi citada a versão “intermediária”, uma vez que não há nenhuma diferença entre elas no acabamento.

      • Geruzzus Filho

        Vá urgente a um oculista! O glaucoma já está muito avançado.

    • Annita Fingenberg

      A culpa desse aspecto pobre é da cor do plástico. Se fosse todo preto como no gol e fox, passaria a impressão de melhor qualidade.

      • Klaus Nickel

        com certeza!!

    • T1000

      Não exagera.
      É só um gol com porta malas custando o dobro. A mesma ergonomia porca, o mesmo espaço interno, o mesmo acabamento. Tinha que ser muito otário para gastar dinheiro nessa coisa.

    • rodrigosr

      Por dentro era lindo, mas a montagem e a qualidade eram bem ordinárias. Na minha G3, o painel rachou e os encaixes eram extremamente mal feitos.

  • Domenico Monteleone

    A “G3” 1999 pra mim foi e acho que será por um bom tempo o membro mais bem desenhado de toda a história da linha Gol.

    • Marcelo Alves

      Aquelas que saíram com o interior preto igual ao da GTI são as mais bonitas e mais raras também. O Gol também tinha aquele interior como opcional, mas acredito que somente no Gol 2.0 (que é mais raro que o próprio GTI)

  • 4lex5andro

    Bons tempos que não voltam mais, o início dos anos 2000 foi o auge da linha Gol/Saveiro/Parati.

    Depois com os G4, a marca deu maior atenção a Fox e Polo, que também tinham versões perua e sedan.

    Hoje praticamente nem Volks ou Fiat contam com hatches compactos e versões derivadas, pois tanto Up e Mobi são subcompactos, quanto Polo/Virtus e Argo/Cronos são ”premium” e não se enquadram no segmento.

  • Morgan Hess

    Meu pai teve em 2001 uma geração 3 1.0 16V por 6 meses, pensa numa PORCARIA, que só incomodou do primeiro ao último dia que entrou na garagem…. era um problema atrás do outro, uma vergonha.

    • Marcelo Alves

      Meu pai teve uma G2 1999 1.0 16v verde borneo (perolizada), era completa, bem bonita por sinal, mas aquele motor era sem condições, absurdamente sem potência, pra arrancar em subida tinha que queimar muita embreagem.

      • Unknown

        Motor 1.0 para uma SW, sem chances! O corsa wagon 1.0 era tão ruim quanto!

        • Marcelo Alves

          O pior era esse motor 16V mesmo, esse motor é muito ruim em baixa rotação, meu pai também teve um Gol 1.0 16v 2001 e era a mesma coisa, muito ruim de arrancada e totalmente morto abaixo de 3000rpm… em 2010 eu tive a oportunidade de dirigir um Gol G2 99 com esse motor pela primeira vez e constatei o fato, ele sofreu para subir um morro (nem era lá muito ingreme) em 1ª marcha pisando tudo no acelerador, achei que ía ter que queimar embreagem pois quando chegou num ponto um pouco mais íngreme a rotação começou a cair abaixo dos 2000rpm.

          O mesmo motor AT, porém 1.0 8v, daquela mesma época não tinha esse problema não, era bem melhor, só perdia em potência acima de 80km/h.

          • Unknown

            Sim, esta é exatamente a diferença entre um motor 8 V e um 16 V. O primeiro tem força em baixas rotações, mas “morre” cedo, já o segundo demora para “acordar”, mas desenvolve bem em giros mais altos.
            Mas o que eu quis dizer é que, no geral, motor 1.0 e carro “grande” não combinam.

  • Alfredo Araujo

    Parati 2003 Crossover 2.0… uma das mais bonitas peruas q já passaram pelo nosso país ! A “aventureira” com visual mais acertado de todas, q já nos foi oferecido no mercado brasileiro…
    Só não bate a Audi Allroad, da qual (na minha opinião) a VW usou como fonte de expiração para a Crossover.

  • 1.0 turbo usada deve ser a bucha , se o dono anterior foi displicente na manutenção e no tratamento que deu ao carro é uma bomba!

    • rgrigio

      No caso da Parati, saiu na 4 rodas (na época) que no teste de longa duração a embreagem não aguentou bem até o final (60mkm?).
      Esse motor aí era bem sensível. Tinha que seguir a risca toda a questão da manutenção e trocar a correia na ccs ou em algum lugar que usava ferramenta específica para travar o motor no ponto, senão já era…
      Meu vizinho teve um gol com esse motor, e andei várias vezes de carona. Era bem interessante… saía mortão (igual um aspirado 16v) e meio que do nada começava a empurrar pra camba…
      Hoje em dia acho que só pra quem é mecânico ou tem um como amigo/parente kkkkk

  • Ricardo Gasparino

    Que lixo de carro. Horrenda, uma porcaria com o volante torto, ultrapassada, apertada e ainda por cima de péssima qualidade. VW adora vender porcaria. Isto tinha motor longitudinal que os caras insistiram por décadas (até 2010 viu!!). Sorte que a FIAT (vejam só!!) lançou a “tendência”de motor dianteiro transversal em 1976 e tratou de educar o mercado (aliás essa porcaria só teve quatro portas por causa da concorrência, senão era duas portas e os picaretas dizendo que brasileiro não gostava de carro quatro portas => obrigado FIAT, “de novo”). Como brasileiro gosta de porcaria. Certa esta a AMBEV de vender água com milho e chamar de cerveja… tem consumidor pra tudo.

    • Alvaro Guatura

      Olhe o carro com os olhos da época que foi lançado, e não com os olhos de hoje.
      Nunca gostei de Parati, exceto aquela quadrada bem antiga (também com olhos da época, que nem vivi).

      • T1000

        Até pelos olhos da época era um lixo

      • Ricardo Gasparino

        Olhei aos olhos da época! Lixo, lixo, lixo: farol torto, frente torta, os parachoques presos com grampos (olha na rua: 90% tem os parachoques abertos na caixa de roda). Se for comparado com os carros de hoje, é sacanagem né!

    • Hugo Victor

      Que ótimo argumento, determinar se um carro é bom por ter ou não motor transversal.
      Mille tem pedais tortos. Marea tinha um cinco cilindros problemático. Stilo soltava roda. Tipo incendiava… Cada carro com suas peculiaridades e defeitos.
      Fiat lançou “tendência”? Não. Era o modo racional de utilização de espaço (assim como ela achou bem lógico colocar um estepe à frente do motorista). Teve acertos e erros.

      Motores AP de otima performace e manutenção irrisória. Poderia ser completa desde a versão de entrada 1.0. Tinha versão esportiva 2.0 16V. Teve motor Turbo. Palio Wekeend passou longe disso, apesar de ser mais moderna.

      Brasileiro engole qualquer coisa? Realmente é verdade, Tanto que comprou o mesmo Mille de 1985 no ano de 2013.

      • Ricardo Gasparino

        Nunca falei que a Fiat prestava… só disse que VW é tão lixo que até a Fiat ditou tendência e a VW correu atrás. Daqui uns anos vamos ver a Toro da VW… anota aí! Essa parati é um lixo. Se pintar de branco é ambulância, de preto é funerária, não pinta de vermelho que bombeiro corre, se botar turbo é cadeira elétrica… e chora boy!

        • Hugo Victor

          “…e chora boy.”
          Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          Corre que o Fiateiro tá p***!
          Kkkkkkkk

          É só dizer que a marca A ou B não é essa desgraça toda que o cara chama de fanboy.

          Escrevi um texto aqui mas apaguei, depois que li embaixo que a EcoSport foi criada por causa da Palio Wekeend. Mas é claro! Os SUV’s já eram moda na Europa e a EcoSport foi derivada do Fusion SUV americano, mas a Ford não traria ele se não fosse a bendita Wekeend e seu quebra mato com faróis de milha e grade na lanterna traseira! Afinal, tinha que ser um carro todo novo pra bater tais equipamentos da Adventure.

          Parabéns! Me convenceu! Tô indo agora comprar um Mobi com seu moderníssimo EvoFire! 🤩👍🏻

      • Ricardo Gasparino

        Fiat é lixo, mas sempre lançou tendência: motor mil, fiat! Carro pequeno 4 portas: fiat! Picapinha (sabe Saveiro bacana?): Fiat em 1978 (antes da Pampa). Picape média hoje em dia: FIAT Toro. Sabe esses SUV”zinho”: tudo começou com a Palio Weekend Adventure… aí a Ford decidiu fazer um carro tipo jipinho e lançou o Ecosport. Sabe os motores 1.4 turbo do Golf, Tiguan, Virtus e tal… a Fiat tinha esse motor em 1990 no úno turbo. A Fiat é um lixo, agora a VW é pior e tem fanboy

  • Ronaldo Santos

    Esse Rodrigo platinum, cara q videos ruins , ñ para ruin tem q melhorar muito, ñ tem nenhum conhecimento tecnico fora momento pagação de mico com ingles macarronico, para isso q eu ñ pago internet!

    • Hugo Victor

      Queria gritar isso para o mundo ouvir.
      Nossinhora que cara ruim!
      Ele disse uma vez que largaria os carrões que ele tinha, Discovery, BMW, Classe E… tudo pra ficar com um Gol Rallye 1.6 2012 que ele “testou”.

      • Ronaldo Santos

        P vc ver como cara conhece! Ele é o mestre Fioda ! Só fala M….!

  • Baetatrip

    Lembro que meu pai comprou 1 Parati 1.0 16V ano 98 cinza chumbo 0km só tinha DH/AC, Pagou 18 mil nela na CSS
    Era para o motorista usar dia dia na época, Era fraquinha para viajar, era economica na cidade…. Ficamos 1 ano e doamos p/ o motorista……!

  • Victor Marelli

    Hola. Recordar que en Argentina se vendió con motor 1.9 diesel. Saludos amigos

  • El Gato!

    Vou ser apedrejado aqui… mas sempre preferi a Parati “bolinha”. Lembro de uma versão verde metálico, linda linda, era um dos carros mais bonitos da época no Brasil.

    • Hugo Victor

      Parati Quadrada GLS 94 – G1;
      Parati 2.0 GLSi – G2;
      Parati 1.6 Confortline – G3

      São as mais bonitas da linha, pra mim.

      • Ricardo Gasparino

        Tudo lixo. Carro de boy de vila. Bota aqueles adesivos “fixa”, “rosca”…. mais ridículo impossível

        • Hugo Victor

          Sim, porque saiu de fábrica assim, né?

          • Ricardo Gasparino

            Saiu não! Na fábrica era ridículo, mas mesmo assim era pouco pros boy stylish! Então o que fazer pra ficar horrendo? Rebaixa e taça aqueles adesivos!

  • Fabão Rocky

    O Gol/Parati mais bonito até hj foi da G3.

    • Ricardo Gasparino

      Bonito é uma palavra que não se pronuncia junto com VW, ainda mais com essas carroças de Gol. O designer passou em frete de uma loja de sapatos e se inspirou nas caixas pra desenhar essas bombas.

  • Raimundo José Paiva Pereira

    Desde quando a suspensão dianteira da Parati G3 era fixada no monobloco? Motor EA111 bloco de aluminio? Novidade pra mim. Passei meses sem visitar o site e vejo essas derrapadas me deixando com duvida sobre a certeza do que é escrito aqui.

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros para mais de 450 milhões de pessoas, por mais de 13 anos. Saiba mais.

Notícias por email