Matérias NA Peruas Volkswagen

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

A Passat Variant é uma perua da Volkswagen que chegou ao mercado brasileiro em 1991 e que de lá para cá vinha sendo a maior familiar da marca alemã no Brasil, evocando o espírito da lendária Variant dos anos 70 e também do fastback mais famoso do país, o Passat.


Não mais oferecida no mercado nacional, a Passat Variant não chegou a ser vendida aqui na sexta geração, apenas o Passat.

A perua alemã teve de tudo, plataforma VW de motor e câmbio transversal, base de Audi A4 e mais recentemente a plataforma modular MQB.

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)


Importada junto com a primeira leva de carros estrangeiros no Brasil após a abertura do mercado em 1990, a Passat Variant evoluiu bem nos últimos anos.

Ela também foi um carro que cativou muitos clientes por aqui, sendo um dos símbolos de um segmento que entrou em declínio nos últimos anos no Brasil e está quase extinto por aqui, especialmente após a chegada dos SUVs.

Neste artigo, vamos falar das últimas gerações da Passat Variant, que foram vendidas no Brasil.

Lembrando que o modelo surgiu junto com o Passat alemão, igual ao nosso, em 1973 e que teve sua segunda geração feita aqui, mas vendida como Santana Quantum, outra station wagon de boa fama no mercado brasileiro.

Passat Variant – história

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

Ela é a perua derivada do sedã alemão e é conhecida como Passat Variant. Com 46 anos de mercado internacional, chegou ao mercado nacional em 1991.

Terceira geração do modelo, a familiar desembarcou na versão GLi 2.0 e VR6 2.8, chamando atenção por não ter uma grade frontal, mas apenas o logotipo de VW vazado.

Com capô curto e cabine ampla, a Passat Variant 1991 privilegiava o espaço interno, conforto e porta-malas, sendo este com 465 litros.

Tinha boa área envidraçada, ostentando colunas finas e um ambiente que lembrava muito o Golf III da época. Ela media 4,569 m de comprimento, 1,.704 m de largura, 1,448 m de altura e 2,620 m de entre eixos.

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

Seu propulsor era estranhamente colocado de lado, pela primeira vez desde 1973, sendo por aqui o EA837 2.0 de 8 válvulas com cabeçote de fluxo cruzado.

Tinha injeção multiponto e entregava 116 cavalos a 5.400 rpm e 16,9 kgfm a 3.200 rpm. Ia de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e tinha máxima de 191 km/h.

A sensação, porém, era a versão VR6 2.8, que tinha o propulsor de seis cilindros em “V” de 15 graus, usando assim apenas um cabeçote de 12 válvulas com dois comandos. Ele era disponibilizado na versão Exclusive.

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Descrito pela VW como um misto de motor em “V” e “em linha”, daí a designação em alemão, o propulsor entregava 174 cavalos e 24,5 kgfm, fazendo-a atingir os 100 km/h em 8,7 segundos e atingir 224 km/h.

Assim como na GLi 2.0, o câmbio era manual de cinco marchas. Tinha rodas aro 15 e suspensão ajustada.

O modelo foi atualizado e ganhou um ar menos jovial e mais elegante, a fim de atrair consumidores de maior faixa etária.

Ganhou grade frontal e faróis maiores, mas manteve o para-choque com luzes múltiplas e lanternas bem volumosas, assim como painel que lembrava inclusive da Santana Quantum da época.

Passat Variant – quarta geração (1998)

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Em 1998, o Passat passava por uma mudança radical e a Passat Variant foi junto nisso.

A VW decidiu fundir as plataformas desse modelo com a nova geração do Audi A4, retornando assim motor e câmbio em longitudinal, além de agregar suspensão dianteira McPherson com braço auxiliar curvado, algo de origem Audi.

Mais encorada e sofisticada, a Passat Variant 1998 foi uma perua desejável por seu compartilhamento com um carro de luxo, amplo ambiente com acabamento de primeira e mecânica também de projeto Audi.

Com 4,669 m de comprimento, 1,740 m de largura, 1,496 m de altura e 2,703 m de entre eixos, tinha 495 litros no bagageiro.

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Essa Passat Variant de quarta geração trouxe o primeiro turbo da VW por aqui, assim como fez também o Golf IV, que passou a ser nacional, junto com o Audi A3.

O motor era o EA113 1.8 20V, que tinha cinco válvulas por cilindro, outra criação da marca de luxo da Volkswagen.

Este motor era diferente não só por causa disso, mas também por oferecer opção com turbocompressor. Na versão aspirada, a Passat Variant tinha 125 cavalos e 17,6 kgfm a 3.950 rpm.

Com isso, ela ia até 200 km/h e precisava de 11,2 segundos para alcançar 100 km/h.

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Na versão Turbo, a Passat Variant 1.8 20V despejava 150 cavalos a 5.700 rpm e 21,4 kfgm a 1.750 rpm. Ainda não era um TSI, tendo injeção multiponto, mas fazia familiar ir de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e ter final de 217 km/h.

Obviamente, alguns conseguiram alterar a ECU e fazer outras alterações para alcançar 180 cavalos, outra opção deste motor, mas não na perua.

Sai VR6 e entra V6

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Essa quarta geração da Passat Variant é bem peculiar, pois, tirou de linha o VR6 2.8 e trouxe outra V6, mas esse era da Audi e em longitudinal.

Hoje sabemos que o primeiro pode ser usado na mesma posição, mas devido sua altura, o melhor mesmo foi o V6 2.8 do fabricante de Ingolstadt.

O motor tinha 190 cavalos e 26,5 kgfm, sendo mais forte que o VR6 e dando um desempenho muito bom para a Passat Variant na virada do século.

No entanto, seu câmbio automático de cinco marchas era longo e focado no conforto, fazendo o 0 a 100 km/h ficar em meros 9,4 segundos. Apesar disso, chegava a 229 km/h.

Passat Variant – quinta geração (2006)

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A cada geração, a Passat Variant crescia em média 10 cm e não foi diferente com a quinta, que chegou em 2006 trazendo mais uma tecnologia interessante e que forjaria o atual motor TSI.

Tratava-se da injeção direta de combustível. Feita sobre uma nova plataforma, a PQ46, derivada da anterior, a perua ficou ainda mais elegante e luxuosa.

Trazia uma frente bem elaborada com faróis duplos de xênon e grade imitando um “V” com o para-choque, embora mantivesse os frisos cromados horizontais.

A traseira adotava lanternas circulares dentro de lentes retangulares e horizontais, tal como foi visto desde o Fox até o Golf nacional, passando pelo Polo da época.

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Já o ambiente era bem rico e norteou a Passat Variant daí em diante, deixando muito do Golf IV na geração anterior.

Em dois níveis, o painel tinha mostradores do cluster pela primeira vez fundidos no acabamento superior, sistema de entretenimento com GPS e câmera de ré, bancos ergonômicos, teto solar panorâmico e ar condicionado dual zone, entre outros.

Como cresceu, a Passat Variant 2006 mais espaçosa e com bagageiro muito maior, este tendo 603 litros. Ela media 4,774 m de comprimento, 1,820 m de largura, 1,501 m de altura e quase a mesma base da anterior, tendo 2,709 m de entre eixos.

A suspensão traseira passava a ser multilink, dando mais conforto e dirigibilidade ao modelo.

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Na versão Comfortline, a Passat Variant 2006 tinha o novo motor EA888 2.0 16V, ainda aspirado, mas chamado de FSI, pois tinha injeção direta.

Ele oferecia 150 cavalos a 6.000 rpm e 20,4 kgfm a 3.500 rpm, o que não era espantoso, ainda mais se comparado com os motores 2.0 de algumas marcas presentes no mercado e sem essa tecnologia.

O câmbio automático passava a ser de seis marchas e com os 1.474 kg da perua, o 2.0 FSI só podia fazer de 0 a 100 km/h em lentos 10,5 segundos e com final de 205 km/h.

Na estrada fazia 13 km/l, o que era muito bom. No entanto, a Passat Variant dessa geração teve aqui outro motor, um V6 3.2 FSI de origem Audi.

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Também com injeção direta, este V6 3.2 FSI tinha 250 cavalos a 6.250 rpm e 33,7 kgfm a 2.750 rpm. Mas, diferente da Comfortline, a Passat Variant V6 tinha outro diferencial de enorme importância para a performance e também economia.

Tendo surgido na Porsche como PDK, surgia o DSG, uma caixa automatizada de dupla embreagem banhada a óleo e com seis marchas.

A DQ250 da Volkswagen permitia à Passat Variant V6 ter trocas de marchas muito mais rápidas, suaves e imperceptíveis, com a menor perda possível de rotação.

Essa tecnologia revolucionou a condução esportiva, pois, pela primeira vez um câmbio não manual era mais rápido que as trocas feitas por um piloto profissional.

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

A Passat Variant V6 3.2 FSI “voava” de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e tinha máxima de 243 km/h.

Por causa do V6, mesmo com injeção direta, ela não era econômica e só fazia 10,5 km/l na estrada e elevados 5,5 km/l na cidade. Sem o turbocompressor, infelizmente, não havia milagre.

Sofisticada, a Passat Variant V6 3.2 FSI tinha ainda discos ventilados nas quatro rodas, assim como rodas de liga leve aro 17 polegadas com pneus de perfil baixo 235/45 R17.

Com um tanque de 70 litros, ela podia rodar em teoria 735 km na estrada.

TSI

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Um ano após chegar ao mercado, a versão Comfortline da Passat Variant de quinta geração, recebeu um adicional que mudaria para sempre a linha de propulsores da VW, o motor EA888 2.0 FSI Turbo.

Assim era chamado inicialmente o TSI, que depois acabou sendo adotado e popularizado com carros como up!, Polo e Virtus.

A introdução do turbocompressor no motor que já dispunha da injeção “estratificada” da Volkswagen, fez com que a potência subisse para 200 cavalos a 6.000 rpm e 28,4 kgfm a 1.800 rpm.

Essa versão do EA888 ficaria muito famosa mais tarde a bordo do Jetta Highline e do Tiguan.

Com esse propulsor, a Passat Variant 2.0 FSI Turbo ia de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e tinha máxima de 227 km/h.

Assim, ela tinha um consumo urbano de 6,9 km/l, o que não era tão bom assim, mas na estrada, fazia 12,8 km/l, garantindo autonomia de quase 900 km.

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

Esse motor TSI era oferecido na Passat Variant Comfortline 2.0 TSI Turbo com a mesma caixa automatizada de dupla embreagem “molhada” e com seis marchas, usada nas demais versões.

Nessa versão, por exemplo, os discos traseiros eram sólidos e não ventilados como na V6 3.2 FSI.

Porém, essa versão não tinha paddle shifts, a exemplo da 2.0 FSI, sendo esse um item apenas da V6 3.2 FSI. Também não tinha teto solar panorâmico.

Atualização em 2011

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A atualização da quinta geração surgiu mais como uma extensão de vida dessa Passat Variant.

Além do visual, o tamanho foi alterado até em nível de engenharia da plataforma PQ46, que foi levemente ampliada. Assim, esta passou para 2,712 m de entre eixos.

Com 4,771 m de comprimento, 1,820 m de largura e 1,488 m de altura, ela ganhou uma aparência bem diferente da anterior.

Já com a designação 2.0 TSI, mas com o mesmo propulsor de antes, a Passat Variant de 2011 teve um acréscimo de 11 cavalos na potência, alcançando agora 211 cavalos a 5.300 rpm, além de 28,5 kgfm a 1.700 rpm.

Ou seja, potência e torque mais cedo, proporcionando melhor performance e economia. O câmbio DSG não mudara, então, a Passat Variant 2.0 TSI ia de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos, mas com final de 210 km/h.

Na cidade, o consumo melhorou, fazendo 8,6 km/l, enquanto na estrada caiu para 11,6 km/l.

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

Visualmente, a Passat Variant de 2011 tinha uma frente mais encorpada com faróis maiores e dotados de projetores de xênon duplos, além de luzes diurnas em LED.

A grade ficou mais proeminente e ganhou três frisos horizontais. O para-choque passou a ter molduras laterais com faróis de neblina e luzes de curva em lentes duplas.

Novas rodas de liga leve e lanternas traseiras em LED, que lembravam aquelas colocadas na sexta geração do Golf, não vendida no Brasil, deixaram a Passat Variant 2.0 TSI bem mais elegante.

O interior também mudara, adicionando um relógio analógico ao centro do painel e cluster com mostradores analógicos fundidos com o display de computador de bordo, todos no mesmo nível.

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Essa Passat Variant 2011 adicionava bancos ErgoComfort, multimídia com câmera de ré, CD/DVD/SD, acabamento geral em couro, pedais de alumínio, teto solar panorâmico, navegador GPS, ar condicionado dual zone, entre outros.

Os bancos dianteiros tinham aquecimento e ajustes elétricos com memória para o condutor. Com tanta coisa, ela ainda não tinha USB.

Este modelo trouxe algumas inovações importantes. Entre elas o ACC Front Assist.

Trata-se literalmente do controle de cruzeiro adaptativo, que ainda não era do tipo stop-go, que permite ao carro detectar o que está à sua frente, freia de forma automática, além de acompanhar o carro que está na frente, ele acelera e freia sozinho.

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A Passat Variant 2011 ainda trouxe outro argumento de vendas, o estacionamento automático ou simplesmente Park Assist.

Trata-se de uma tecnologia que permite aos carros manobrar para entrar em vagas de rua (paralelas) ou garagem (perpendicular). Esse sistema ainda era da geração 1.0 e era necessário controlar o freio para não bater.

Bastava acionar a função, parar um pouco além do seu carro e então suavemente ir acompanhando os indicadores no cluster até parar, engatando-se a ré e deixando que o volante girasse no sentido certo de forma automática, controlando a velocidade com o freio.

Após ela entrar na vaga, bastava engatar Drive que o volante corrigia e finalmente o processo completava.

Passat Variant R-Line

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Com as mudanças feitas na atualização, o porta-malas diminuiu para 513 litros, mas ainda generoso.

Em 2014, a Passat Variant adicionou o pacote R-Line, que trazia uma grade frontal refinada, tendo ainda opção de rodas esportivas aro 18 polegadas com cinco raios, bem como pacote aerodinâmico com spoilers e saias laterais.

Também dispunha de frisos cromados e lanternas escurecidas de layout levemente atualizado. A suspensão era 15 mm mais baixa e firme.

O interior também era personalizado, tendo bancos em couro e tecido com dois tons, volante esportivo R-Line com fundo chato, entre outros.

Haviam muitos opcionais também, o que encarecia ainda mais a Passat Variant. Em 2015, por fim, a Passat Variant deixou de se vendida no Brasil.

Passat Variant – sexta geração (2015)

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

Na mesma época, a Volkswagen iniciava a produção da Passat Variant da atual geração.

O modelo não foi liberado para ser vendido no país, ao contrário do Passat, que chegou aqui em duas versões.

Com plataforma modular MQB, a perua alemã manteve o porte em 4,767 m de comprimento, 1,832 m de largura, 1,477 m de altura e base ampliada para 2,791 m.

Lá a base mecânica tem motores 1.4 TSI com 125 ou 150 cavalos, 1.8 TSI com 180 cavalos e 2.0 TSI com 220 cavalos, além dos diesel de 1.6 TDI de 120 cavalos até 2.0 TDI com 240 cavalos.

Essa geração da Passat Variant ainda tem duas opções de destaque no mercado europeu.

A primeira é a versão aventureira Alltrack, que nunca foi vendida aqui na geração anterior. Com visual personalizado, essa Passat Variant é focado no fora de estrada leve, tendo sistema de tração integral 4Motion e suspensão elevada em 174 mm.

Além disso, ela dispõe de pneus de uso misto e reforço em molas e amortecedores para aguentar estradas de terra e lama.

Passat Variant: história, gerações, modelos, motores (e detalhes)

Ela dispõe ainda de um modo Off Road que permite melhor distribuição de força entre os eixos e também de uma roda para outra.

A Passat Variant Alltrack tem 639 litros no porta-malas e a motorização pode ser 2.0 TSI de 220 cavalos e diesel com ofertas de 2.0 TDI com 150, 190 ou 240 cavalos.

O câmbio é DSG de seis marchas.

Outra opção é a ecológica Passat Variant GTE, que tem propulsão híbrida com motor 1.4 TSI de 150 cavalos e elétrico de 115 cavalos, além de baterias de lítio de 9,9 kWh, que garantem autonomia de 50 km no modo elétrico.

Em termos de consumo, ela faz nada menos que 50 km/l. Ela tem emissão de 45 g/km de CO2 e tem velocidade final de 219 km/h.

No passado

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A Passat Variant surgiu em 1973 junto com o fastback, mas nunca foi vendida oficialmente no Brasil.

No entanto, algumas unidades chegaram ao país e hoje são raríssimas, geralmente circulando na versão com faróis duplos circulares.

Só em 1984, a Volkswagen lançou no Brasil a Quantum, que era a segunda geração desta.

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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Samuel Jesus de Sousa

    Meu pai que carro lindo! Quando vi a primeira vez me assustei com o tamanho, achei gigante kkkkk

    • th!nk.t4nk

      O porta-malas disso aí leva um sofá de 2 metros inteiro (rebatendo os bancos) e ainda fecha a tampa. É uma barca mesmo.

  • Domenico Monteleone

    Um dos meus Volkswagens preferidos, no meu mundo perfeito de ilusão, uma Variant a Diesel com autonomia de 1000 km seria um sonho.

  • Wendel Cerutti

    Belissimas

  • oloko

    Se não me engano, os passat 3.2 V6 tinham tração 4motion também né? Talvez como opcional mas acho que tinha

    • Baetatrip

      …. e Passat CC 3.6 V6 tem 4Motion!

    • Thiago Knoeller

      Original só os protect b5.5

  • Eskarmory .

    Mk4 e Mk5 dividiram águas. Uma Variant semelhante a avaliada é uma opção tentadora.

  • Gutemberg Ferreira

    Esse interior claro da versão 2011 é a cara do luxo. Meu Deus do céu, que coisa linda !

  • Rômulo Júnior

    Deus salve as SW!!!!

  • Thiago Knoeller

    Amigo estão erradas as gerações.A que vc fala de 1998 é B5.Quinta geração e em 2001 saiu a b5.5.E existe sim Variant B6.

  • NYC_Man

    Matéria bacana.
    Queria ver similar sobre Jetta e o Pólo.
    Quanto ao carro , muito bonito.
    Única geração que não gosto e a terceira

  • Marcelo

    Até hoje eu acho o Passat B5 um dos carros mais bonitos já feitos.

  • Ricardo

    A VR6 das antigas era muito massa!

  • marcos

    O modelo atual é linda demais! Pena não ter mercado aqui no Brasil, principalmente devido a importação estar com preços altos por causa dos impostos. Passat sedã ou Variant é um carro que passa muita tradição e confiança, mas aqui em nosso país é caro manter, ifelizmente.

  • Renato Pereira de Oliveira

    Bom carro no mercado de usado para quem tem $$ para manter e não se importa muito com pós-venda. Sempre que posso estou namorando os anúncios kkk

    • Fernando_S

      Pois é, o meu 2012 com todos os opcionais possíveis, se muito, vale 60k. O que eu poderia comprar de melhor que isso sem colocar muito dinheiro em cima? Por essa relação custo x benefício acabo defendendo o passat como uma opção bem viável no mundo dos usados.

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