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Peugeot 207: o modelo europeu que no Brasil foi um 206 adaptado

Um dos modelos mais vendidos e queridos da gama Peugeot, o Peugeot 207 foi originalmente lançado na França em 2006 como substituto do aclamado 206. No Brasil a ideia foi a mesma, mas com diferença de execução, uma vez que o nosso 207 foi uma adaptação do 206 produzido em Porto Real – Rio de Janeiro.

Peugeot 207: o modelo europeu que no Brasil foi um 206 adaptado


As origens: Peugeot Vingt Coeur Concept

Apresentado originalmente na França em março de 1998, durante o Salão de Genebra, sob o conceito Vingt Coeur Concept – onde Vingt é 20 e Coeur é coração – a Peugeot mostrava ao mundo como seria o sucessor do Peugeot 205.

O carro conceito era um pequeno conversível de teto rígido retrátil, assim como o Mercedes-Benz SLK, e tinha conexão com o pioneiro Peugeot 402 Eclipse de 1934, também conversível. O modelo chamou muito a atenção por ter linhas bem arredondadas e formas limpas.


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Seus faróis que lembravam muito o olhar de um felino – marca registrada da Peugeot – davam agressividade à dianteira do modelo.

Seu para-brisas era mais inclinado e mais amplo, o que significava maior campo de visão interna. Na traseira, lanternas amendoadas traziam charme para o pequeno conversível.

No seu interior, as mesmas formas arredondadas encontradas pela carroceria podiam ser vistas no conceito. Dotado de uma inédita plataforma, que não era dividida nem com sua sócia – Citroën – o 206, usava motor dianteiro transversal, e tração dianteira. Ele tinha 3,83 metros de comprimento, 2,44 de entre eixos, o que lhe proporcionava um bom aproveitamento interno para a época.

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Peugeot 206

Após a apresentação do conceito Vingt Coeur Concept, em março de 1998, a Peugeot apresenta o modelo de produção 206.

Sua gama de motores era composta originalmente por modelos 1.1 litros – de 60 cavalos e 9,3 kgfm de torque, 1.4 litro de 75 cavalos e 11,3 kgfm de torque e 1.6 litros de 90 cavalos e 13,8 kgfm de torque.

Havia ainda a opção de motorização a diesel, aspirada naturalmente, de 1.9 litros com 70 cavalos e 12,7 kgfm de torque.

O 206 tinha a suspensão dianteira do tipo McPherson, e na traseira ele seguia a escola francesa de aplicação de suspensão, que usava sistema independente por braço arrastado e barras de torção, uso muito semelhante ao que acontecia com o Peugeot 205 – seu antecessor.

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Em novembro de 2000, o mundo finalmente conhecia a versão de produção do conceito Vingt Coeur Concept.

Mais charmoso que sua versão conceito, o Peugeot 206 CC tinha a praticidade de ter o teto rígido, que se recolhia quando solicitado e ficava num compartimento dentro do porta-malas. As opções de motores do 206 CC eram um novo motor 1.6 litros com 109 cavalos e 15 kgfm de torque e um 2.0 de 136 cavalos e 19,4 kgfm de torque.

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Em 2002, a Peugeot apresenta uma nova variante do 206, a 206 SW. Apresentado em fevereiro de 2002, a Peugeot 206 SW se caracterizava por ter 19,5 centímetros a mais que a versão hatchback.

A distância entre eixos continuava a mesma, o que lhe proporcionava um porta-malas um tanto apertado para uma perua. Mas compensava com a abertura do vidro traseiro, uma solução bastante inteligente.

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Cidadão do mundo

Quase todo veículo tem suas peculiaridades quando é exportado ou vendido fora de seu país de origem. Seja a adoção de um motor de outra marca, um novo nome, uma variação de carroceria ou até uma cara totalmente diferente.

E com o Peugeot 206 não foi diferente.

No Irã, sob os cuidados da Irã Khodro Company ou IKCO, o 206 ganhou um variante sedan, que no Brasil foi vendida a partir de 2008 sob o nome de Peugeot 207 Passion. Dependendo do ângulo, o modelo poderia ser facilmente confundido com algum tipo de picape com quatro portas, já que as portas traseiras eram as mesmas do hatch.

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Outra versão do 206 existente na Malásia era vendida sob a marca Naza, onde recebia o nome de 206 Bestari.

Por lá ele era oferecido apenas na carroceria de 4 portas e o motor 1.4 litros com 75 cavalos, e ainda podia contar com uma caixa de câmbio automática.

Já na China, o 206 troca de marca e nome e vira Citroën C2. Ele nada tinha a ver com o modelo europeu, a não ser pelo nome. Seu design frontal era bem diferente, e caracterizado para ser um Citroën, ou quase isso.

Durou pouco tempo no mercado chinês essa versão xing-ling do Peugeot 206.

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Peugeot 206 no Brasil

Apresentado no país em abril de 1999, o Peugeot 206 chega em 3 versões de acabamento, opções de carroceria de 2 ou 4 portas e sempre dotado de motorização 1.6 litros, com 90 cavalos e 14 kgfm de torque.

Como o modelo ainda era importado, ele ficava restrito no início a 4.500 unidades anuais, muito menos que seus concorrentes, devido à alta do dólar e pelo alto imposto sobre produtos importados.

Já em 2001, quando a PSA – Peugeot Citroën, inaugurou sua fábrica em Porto Real no Rio de Janeiro, o Peugeot 206 carimbava seu passaporte com cidadania brasileira.

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A princípio, o modelo nacional usava um motor 1.0 16 válvulas de 70 cavalos e 9,5 kgfm emprestado da sua conterrânea Renault.

Esse tipo de motor não era disponibilizado nem no mercado francês. A motorização 1.6 era ainda importada da Argentina, por conta do valor negociado que era mais em conta. Agora o motor 1.6 tinha 110 cavalos e 15 kgfm de torque, que lhe proporcionava um excelente desempenho e fazia com que o 206 alcançasse a máxima de 198 km/h, e fazia o 0a100 em 10,5 segundos.

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O Peugeot 206 também teve uma versão chamada Soleil.

Peugeot 206 conversível

Em fevereiro de 2004, o mercado brasileiro recebia a versão conversível do Peugeot 206.

Não víamos tal tipo de carroceria em modelos nacionais ou importados desde o fim do Ford Escort XR3 conversível e do Chevrolet Kadett. Para o nosso mercado o 206 CC era a versão mais equipada do modelo. Vinha com bancos de couro, rodas de 15 polegadas, acompanhadas de pneus 195/55.

Ainda no mesmo ano, o Peugeot 206 ganhava seu primeiro e discretíssimo facelift. Com faróis de lente complexa, e novos grafismos nas lanternas traseira, a Peugeot insistia em dizer que esse modelo era de “nova geração”.

Motor 1.4 e perua SW

Sua real novidade era o motor 1.4 litro de concepção francesa e montado em solo nacional. Esse motor substituía o motor de origem Renault, e possuía 75 cavalos e 12,5 kgfm de torque.

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Agora em 2005, a Peugeot apresentava a versão SW do 206, que tinha por objetivo competir com Fiat Palio Weekend e Volkswagen Parati.

Tanto é que em setembro de 2006, a Peugeot 206 SW ganhava sua própria versão “Adventure” para concorrer com a Palio Weekend Adventure. Chamada de Peugeot 206 Escapade – escapada ou aventura – o modelo se diferenciava da versão civil por novas molduras nas caixas de roda, suspensão elevada em 25 milímetros, pneus de uso misto, com medida 175/70 de aro 14.

Na questão de motor, o Peugeot 206 SW Escapade, usava o valente 1.6 16 válvulas – agora flex – 110/113 cavalos e com o torque de 14,2 kgfm de torque para gasolina e 15,5 kgfm de torque quando abastecido com álcool.

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Com a nova geração do Peugeot 207 lançado em 2006 na Europa, será que finalmente o Brasil teria a nova geração do modelo? Infelizmente não. O Peugeot 206 nacional recebeu a mesma frente do modelo europeu (o que ficou um tanto esquisito na época) e uma nova variante sedan.

Mas antes de nos aprofundarmos no Peugeot 207 nacional, vamos dar uma breve volta no Peugeot 207 real.

Peugeot 207 europeu

Antes de embarcar na história do “Peugeot 207 nacional” vamos ao 207 europeu. O verdadeiro Peugeot 207 veio ao mundo com a difícil missão de ser tão querido quanto o 206 foi em vida.

Apresentado em 2006, o Peugeot 207 agora dividia a plataforma com o Citroën C3, e usava motores 1.4 litro com 75 cavalos ou 90 cavalos – nas versões de 8 ou 16 válvulas – 1.6 litros com 16 válvulas.

A partir de um acordo com a BMW, o Peugeot 207 tinha versões mais caras com motores turbo de potência que chegavam a 175 cavalos. No final do mesmo ano, a Peugeot apresentava outras variantes do Peugeot 207, como a 207 SW e o 207 CC – que substituía o charmoso 206 CC.

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O porte do Peugeot 207 europeu era similar ao do Peugeot 307, só que em versão ligeiramente menor.

Seu design também seguia linguagem do 307. Agora com faróis maiores, mas que ainda invocavam o olhar de um felino, o Peugeot 207 tinha um visual interessante e bastante harmonioso. No painel, um novo desenho que agora abandona as formas arredondadas do seu antecessor, e novos materiais de acabamento trazem sofisticação para a cabine do 207.

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Na traseira, as novas lanternas, maiores e agora mais pontiagudas, abandonam o efeito amendoado das lanternas do 206.

Para a versão 207 SW, um desenho inspirado na perua do 407 era visto no novo modelo. Lanternas maiores e que invadiam a lateral do carro, juntamente com sua janela da coluna C e D que eram triangulares, davam personalidade a nova perua.

O novo Peugeot 207 CC mantinha a versão de teto rígido e o charme do seu antecessor.

Peugeot 207: o modelo europeu que no Brasil foi um 206 adaptado  Peugeot 207: o modelo europeu que no Brasil foi um 206 adaptado

Para o mercado nacional, trazer a versão europeia do Peugeot 207 ficava totalmente fora de cogitação, pois fabricá-lo por aqui elevaria os custos e o colocaria num patamar de preço do 307.

Então a Peugeot brasileira apelou para aquele famoso jeitinho brasileiro para dar uma sobrevida ao velho 206, aplicando faróis similares aos do modelo europeu e alterando seu nome.

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Peugeot 207 Brasil

Agora sim, em 2008, a Peugeot apresenta sua versão local do Peugeot 207 europeu.

O modelo ganhava os mesmos faróis e desenho do interior inspirado na versão europeia. Por aqui o modelo foi lançado como Peugeot 207 Brasil – mas perdeu o sufixo com o passar do tempo – e foi apresentado com 3 versões de acabamento, sendo elas XR, XR Sport e XS.

As duas primeiras vinham acompanhadas com o motor 1.4 litro, enquanto o Peugeot 207 XS vinha com o motor 1.6, ambos flex.

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Dois meses depois, a marca apresenta a versão sedan, aqui chamada de Peugeot 207 Passion.

Esta era a versão vendida no mercado iraniano, mas com a mesma frente adaptada do Peugeot 207 nacional. O 207 sedan tinha as mesmas opções de motores e acabamento do hatchback. Nas versões topo de linha era oferecido um câmbio automático de 4 velocidades, com opção de trocas manuais.

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No caso da Peugeot 207 SW, os retoques se valiam apenas na nova frente, e no interior.

De restante, a perua seguia os mesmos motores, acabamentos e câmbios ofertados para o hatchback e sedan. A maior diferença entre os três modelos estava na capacidade de bagagem não muito diferente, uma vez que todos compartilhavam a mesma distância entre eixos.

No caso do hatch, o modelo comportava 245 litros, no sedan o volume chegava a bons 420 litros e no último lugar, a Peugeot 207 SW que vinha com apenas 313 litros. Lembrando que o sedan era o único que tinha o estepe embaixo do assoalho e não dentro do porta-malas como seus irmãos.

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Peugeot Hoggar

Já em 2010, a linha 207 ganha seu mais novo membro, de gosto duvidoso e proposta até que interessante.

Assim pode ser descrita a Peugeot Hoggar, a primeira picape produzida pela marca desde a Peugeot 504 de mais de 20 anos antes. No caso da Peugeot Hoggar, ela utiliza os elementos frontais comuns ao Peugeot 207, 207 SW e 207 Passion, bem como as opções de motores e acabamentos.

Seu design num contexto geral é confuso mas até que chamou atenção por onde passou.

Por usar as mesmas portas do modelo hatch de duas portas, a marca instalou uma pequena janela nas laterais para não dar uma impressão estranha.

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A caçamba era longa, uma vez que não dispunha de opções de cabine estendida ou dupla como a Volkswagen Saveiro ou Fiat Strada.

O design das lanternas traseiras veio emprestado do pequeno Peugeot 1007, assim como a porção traseira que veio do furgão Peugeot Partner. Havia também uma versão “cross” da picape derivada do Peugeot 207.

Chamada de Peugeot Hoggar Escapade, ela poderia vir com um detalhe de gosto duvidoso na grade, que tinha por objetivo simular um quebra-mato, mas na realidade parecia muito mais dentes falsos de vampiros, daqueles que você ganha no Halloween.

Mesmo com o design estranho, não podíamos negar que sua vocação era o trabalho.

Com bom aproveitamento da caçamba, a Hoggar era capaz de levar uma moto sem muito esforço, ou até mesmo um pequeno quadriciclo. Sua capacidade nominal era de 1.151 litros, o que a deixava como a picape derivada de carro de passeio com o maior volume disponível para cargas.

O modelo saiu de linha rapidamente, cerca de dois anos após seu lançamento. A Hoggar termina seus dias sem deixar um sucessor imediato, e também com a possibilidade de a marca ficar outros 20 anos sem uma nova picape.

Porém, existem boatos de que a Peugeot deve se associar com alguma outra marca para ter uma picape média, nos moldes que a Renault fez com a Alaskan que usa base e motores da Nissan Frontier / Navara.

Algo que a Mercedes-Benz também fez, compartilhando um modelo com a Nissan no caso da sua Classe X.

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O fim de uma era

A linha Peugeot 207 nacional deixou de ser oferecida em 2014 para dar espaço para o novo Peugeot 208, que agora estava em pé de igualdade com a Europa.

O nosso modelo remodelado fora até mesmo vendido na Europa como Peugeot 206+, como uma espécie de Palio Fire da Peugeot. O novo Peugeot 208 chega para deixar o line-up da marca alinhado com a França e mesmo não dispondo das charmosas versões CC, o novo modelo tem uma variante esportiva que aqui é conhecida por 208 GT e utiliza o motor THP 1.6 de 173 cavalos.

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E ao invés de ter uma versão perua que facilmente poderia ser chamada de Peugeot 208 SW, a Peugeot tem no mercado nacional o Peugeot 2008, um SUV com ares de perua, e que pode usar o mesmo motor turbinado da versão esportiva do 208.

Este 2008 em breve deve também ganhar uma nova geração e assim como o 208 que vai dividir plataforma e motores com o Opel Corsa, é bem provável que o novo 2008 compartilhe a mesma base ou a do novo Opel Mokka X, SUV derivado do Opel Corsa.

Sua linha de estilo deve seguir a mesma ideia dos 3008 e 5008.

Peugeot 207: o modelo europeu que no Brasil foi um 206 adaptado

Peugeot 208

Como já dito acima, o Peugeot 207 nacional saiu de linha e deu espaço para o 208, que também é fabricado em Porto Real – RJ, e já recebeu seu primeiro facelift.

Na Europa, o modelo conta com uma gama maior de motores que podem ser a diesel ou gasolina, e carroceria de duas ou quatro portas. Uma nova geração já está sendo desenvolvida em conjunto com a Opel, que desde o final de 2017 faz parte do Grupo PSA.

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Especula-se que o novo 208 tenha design semelhante ao do 508 apresentado recentemente e recursos tecnológicos semelhantes aos encontrados no 308. Sua plataforma e motores devem ser compartilhados com o novo Opel Corsa que já roda disfarçado pela Europa.

Sem previsão de vinda ao Brasil, seguimos por hora com a geração atual do 208 com o facelift apresentado recentemente.

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Nota média 5 de 6 votos

  • Bruno Silva

    Compramos um 0km em 2011, foi o pior carro que tivemos. Com 5 dias de uso ele enguiçou, o trambulador veio ruim de fábrica, o carro foi guinchado e ficamos 1 semana sem o carro. Com 3 meses uso o vidro elétrico do passageiro desceu e não subiu mais, uma peça simples (motor do vidro elétrico) demorou 15 dias para chegar. Mais 4 visitas às concessionárias (que são péssimas por sinal!!!), estepe frouxo, barulhos no painel, barulhos nas portas. Conclusão: vendemos o carro com 5 meses de uso, 4.000km rodados. Compramos um Voyage 0km que está até hoje conosco de 70mil km rodados sem dor de cabeça. Meus pais nunca mais compram nada da PSA, acho que nem eu rsrs.
    Obs: duas concessionárias Peugeot fecharam aqui esse ano, SHC na Av das Américas, e AGO (maior Peugeot de todo estado) na Av Ayrton Senna, só restam 2 numa capital como o Rio de Janeiro.

    • Incitatus

      Cara pra quem tem um rolls-royce feito você tudo o mais é lixo.

      • Bruno Silva

        Kkkk quem me dera. Esse aí achei na Inglaterra numa viagem que fiz um tempo atrás.

    • Deadlock

      Peugeot e Citroen também eu passo longe…

      • Costarlc

        Tenho uma SW Feline AT 2008 com 80000 sem quaisquer problemas. Estepe e ferramental nunca foram usados. Coloquei o terceiro jogo de pneus na semana passada, inteira selada de fabrica e completa. O interior está novíssimo, já que toma pouco sol. Também não vendo.

        • Deadlock

          Sorte sua. Se estão fechando muitas concessionárias, não é uma boa notícia. Significa apenas que os clientes estão minguando, preferindo outras marcas.

          • Costarlc

            Foram fechadas 12 concessionárias que eram do Sergio Habib, depois da mudança do executivo chefe e não me leve a mal, há peças Peugeot em todo Brasil , assim como mecânicos. Eu nunca tive problemas de manutenção, até pelo motivo do carro ser bem utilizado e cuidado e relatos são muito vagos e eu nunca tive problemas…Vc teve?

    • Louis

      Se acontecesse comigo o que aconteceu com você, eu também nunca mais teria um Peugeot.
      Mas o meu 206SW está comigo há mais de 10 anos, quase 200mil km rodados. Dá alguma manutenção, algo normal para a idade do carro, mas nada que me decepcionasse. E adoro o desenho do carro até hoje.

      • Vattt

        Eu tenho um 207 SW, carro robusto e confortável perante a concorrência, sem falar que é uma perua pratica e bonita! Sofro hoje em dia com a falta de peças, ja que na cidade que moro nao tem ccs Peugeot. a minha é 09/10 desde zero km também e está com 98 mil km. Alguns problemas como os do vidro traseiro que a ccs da capital joão pessoa enrolou e não concertou na garantia ficaram pois queriam cobrar por isso, e atualmente sofro com a temperatura alta acima do normal que até o momento não encontrei solução. Mas o carro é um casamento, kkkkkk. Vai envelhecer com a família.

    • Victor Costa

      temos um citroen e realmente essa SHC fechar foi complicado, fora a outra entre o barra bali e barra sul que fechou um pouco antes. Está difícil o grupo PSA no grande RJ.

      • Deadlock

        vendendo menos de 2 mil veículos por mês cada (Peugeot e Citroen), essas marcas estão na marca do pênalti. Simples assim.

    • Renato Dias

      Bruno, em 2011 eu comprei um 207 passion que não me deu problemas durante 2 anos, apenas o problema crônico dos vidros elétricos, que foram trocados os motores em garantia.
      Mas o problema maior sempre foi o péssimo atendimento, em qualquer CC. Depois ainda tive um 208, mas perdi muito com a venda.
      Não me vejo mais comprando um carro PSA. Acho ela que aqui no Brasil não tem jeito.

    • Oberon de Megrez

      Eu tive um 206 2003, comprado com 75.000km… 5 anos com o carro e nem passou perto dessa bomba que você comprou, talvez os fabricados no Brasil perderam a qualidade, realmente não consigo entender pois a única peça que me deu certa dor de cabeça foi a bandeja da suspenção que era cara e uma peça única sem possibilidade de trocar só as buchas. Troquei ele com 168.000km e nunca me deixou na mão, todo resto da manutenção foi normal por conta do tempo e preventiva. Ou eu tive muita sorte ou você teve muito azar rsrs… Parabéns pelo novo carro.

    • Marcelo Amorim

      Aqui no RN fechou tbm.

    • Bruno Machado

      Cara, comprei um 207 XS em 2009, fiquei com ele 5 anos e foi só alegria, apenas manutenção preventiva, já tive outros PSA depois dele, e hoje tenho um Renault Fluence… acho que infelizmente você deu azar, pois eu tive vários e recomendo.

    • Bruno Gomes

      Tem PUG ainda não Tijuca, Barra e Centro. Se comparado a antes, tinha bem mais lojas da marca. O atendimento é bom mas acredito que eles precisam investir mais em marketing e pós venda. Eu curto os carros da marca e teria fácil um 208. Fiquei entre ele e o Fiesta em 2014 e acabei indo e me arrependendo para o Fiesta. Tenho amigos que possuem 208 e 308 e estão bem satisfeitos com o carro. Fora que tenho visto bastante 3008 nas ruas. Tomara que a marca se levante.

      • Bruno Silva

        Barra não tem mais, chegou a ter 4…

    • Prestação de serviços no Rio de Janeiro e região metropolitana, é uma aberração.

      O Rio de Janeiro em termos de prestação de serviço, é a coisa mais porca que já vi no Brasil.

      Aliado a má fama da marca, é dor de cabeça na certa.

    • Brasileiro

      Sempre vem uma laranja podre no saco, tenho um irmão que há 9 anos possui um 206 2005 Feline, ar digital, teto solar, disco nas 4 rodas,sensor de chuva e etc,nunca teve problema grave, só manutenção preventiva e me disse que nao vende o carro…rs

    • Peter Bishop

      Nem sabia que a AGO tinha fechado, que pena!

  • Wilson Junior

    Só Temos que dar os parabéns para a Peugeot Brasil e para a Matriz que aprovou essa aberração.
    Graças a essa “malandragem” de chamar o 206 reestilizado de 207 a Peugeot parou mais de 10 anos no tempo.
    Até hoje sofre as consequências dessa ato muito mal sucedido.
    Pra subir é a passos lentos, porém pra despencar no mercado é um pulo bem rápido kkk

    • André Luis Versiani

      Exatamente, aliado ainda a péssima fama do pós venda que tem, até convencer a massa que mudou pra melhor demora muito, acho os carros muito bons, mas sem assistência descente jamais compraria um Peugeot ou Citroen.Quem mais paga o pato são os ótimos carros como o Fluence e 408 THP com AISIN 6 marchas.

  • REDDINGTON

    207. O MAIOR erro da Peugeot no Brasil PONTO.

    • Saulo

      Eu tenho um 207 e aquela traseira desproporcional com a dianteira não desce..

  • Alvaro

    Sem dúvida o 206 foi um ícone mundial e um divisor de água em design.
    Lembro até de uma reportagem que li na 4R na época, quando a GM brasileira estava interessado em lançar o Corsa C europeu, fez uma clínica colocando lado a lado com 206 e afirmou que o modelo apagava em frente ao concorrente. Motivo pelo qual o nosso Corsa sofreu um leve facelift na dianteira para deixá-lo mais agressivo diferente do Corsa C europeu.
    Digamos que substituir um ícone desses é bem difícil, o 207 europeu ficou muito mal resolvido na minha opinião. Maaaas nada justificar lançarem a jabuticaba do falso 207 por aqui.

    • Louis

      Eu acho o atual 208 tão bonito quanto foi o 206, mas a Peugeot não sabe posicionar o carro.
      Eu teria enorme interesse no 2008, mas a Peugeot primeiro lança com cambio AT de 4m, depois coloca o Aisin de 6 mas não oferece ESP em um carro familiar…

    • th!nk.t4nk

      Lembro que mesmo um tempo bom após o lançamento do 206, muita gente ainda achava que o carro era de uma categoria superior, tamanho o esculacho que ele dava em design em cima dos concorrentes (Corsa, Fiesta, Polo). O comercial do 206 também era show.

  • Renato Dias

    as

  • Leonardo C.

    NA corrige aí, o único que tinha estepe dentro do porta-malas é o 207 Passion, tanto o hatch, a perua SW e a Hoggar eram embaixo do carro!

  • O 207 nacional foi uma aberração. Tivessem re-estilizado a linha 206 e lançado o 207, e a PSA teria decolado, com uma linha bem competitiva de produtos.

  • Moises Moraes

    “Lembrando que o sedan era o único que tinha o estepe embaixo do assoalho e não dentro do porta-malas como seus irmãos.” E o contrário passion possui estepe dentro do porta-malas porta-malas hatch e perua embaixo do assoalho.

  • zekinha71

    Todo dia eu via um 206cc parado em um estacionamento, que beleza de carro, depois quando chegou o 207cc eu vi algumas vezes e quando colocavam algum 206,666 do lado ficava mais gritante a aberração que a PSA vez aqui.

  • Leandro Basilio

    que legal..parabens pela materia…o ciclo todo de vida de um “carrinho” maneiro! ah porque conheço um amigo, ah porque meu vizinho, ah porque o meu deu problema, e bla bla bla bla, que saco isso mano fala serio, onix, ka, corsa, gol, sao melhores pronto, ninguém discorda.. será que nao conseguem entender o teor da materia, se deu certo, se vingou, enfim, tenho gosto sei que pode dar oficina como qualquer outro!!! #por mais materias de ciclo de vida de carros! #nostalgia #206 #207 #208 #…

  • Erick

    208 e 408 são “franceses muito atraentes” !
    208 com motor 1.6 deve ser um foguete na estrada.
    408 também é muito bonito!
    A Peugeot deveria ser mais agressiva no Marketing e melhorar seu pós venda.
    Os carros dela não perdem na qualidade, perdem no pós venda.

    • Aí só o Tio Carlos conseguiria fazer igual fez com a Hyundai.

    • Michel

      Falam da CAOA mas eu gostaria de ver uma rede como eles com a PSA na mão.

  • Razzo

    A PSA criou um Frankenstein com o Peugeot 207 no Brasil. Pegou a frente do 207 europeu e uniu à traseira do 206 com quem não conversava, ficou um horror. O Peugeot 207 europeu é bem mais harmônico no design.

  • Samluzbh

    Alguém lembra da propaganda que um indiano usa ate um elefante pra deixar seu carro parecido ao Peugeot? Acho que foi o elefante que desenhou o 207 Brasil.

    • Andrew B.

      Quem não lembra…

  • Guilherme Gimenes

    vale lembrar que o nosso peugeot 207 foi vendido na França tb.. mas como 206+ .. no mínimo era assim que ele deveria se chamar aqui, ao invés de 207 .. mesmo que nao tivessem a intenção de ter o 207 europeu aqui, mancada chamar o 206+ de 207

  • Henrique

    O 207 ‘acabou’ com a Peugeot no Brasil, mesmo trazendo novos carros que são melhores que os concorrentes e a divulgação de novos compromissos com o pós-venda, não foi necessário para sua recuperação, a má fama ainda é alta e ela precisa ter paciência para retomar o mercado.

    Eu mesmo quase comprei um 207 1.6 no inicio do ano, achava o carro lindo e bem completo para a categoria. Mas conheci toda a sua história e desisti, principalmente pelo fato de se tratar de um carro totalmente defasado…

    Mas com toda certeza pegaria um 208 da vida (apesar de achar o new fiesta melhor).

  • Samuelson

    Estou namorando um 208 já tem um tempinho, mas fico com um baita receio pela marca.
    Acho um charme aquele teto de vidro, do C3 também.

    • kirig

      Não irá se arrepender!

    • Jefferson A.

      temos um e é um ótimo carro ate agora so alegrias já estamos 2 anos com ele.

  • SK15

    A qualidade da Peugeot e o atendimento nas CSS deixam muito a desejar dei uma chance e peguei um 208 1.2 0km e a bomba de combustível queimou com 5.000km foi um parto fazer esses caras trocar, na oficina falei que estava com problema na bomba que estava ‘chorando’ que o barulho estava diferente os mecânicos deles que não entende NADA porque meu pai é mecânico e passei o carro no scaner antes e acusava falha e la diziam normal com soberba, tive que deixar o carro 3x na CSS fiquei +1 mês sem o carro sem carro reserva, ficaram até queimar a bomba na mão deles ai demoro +1 semana pra bomba chegar da fabrica no RJ um item comum e eles não tem em estoque uma lastima. Fiquei 1 ano e 6 meses com esse carro e vendi porque o cambio parecia que ia quebrar a qualquer momento péssimo carro, não recomendo e nunca mais compro nada PSA nem Frances pelo menos na venda não vendi tão abaixo do preço do mercado.

  • Mayck Colares

    Eu sempre tive peugeot Citroen, principalmente pelo cuidado em alguns detalhes que via porém hoje em dia não vejo muita diferença aos outros. Já tive 206, 3008, c3, c4 e Ds4. São carros realmente com manutenção mais cara. Nunca tive problemas em vendê-los nem vendo abaixo da tabela, porém sempre foram todos muito bem cuidados.

    • Michel

      Nos conte da sua experiência com o DS4.

  • Thiago Ramos

    Ja tivemos 2 Xantias, 1 C5, 1 206 Rallye e 1 SW. Eram carros bons. NA epoca dos Citroens eu era bem muleque, não lembro do meu pai reclamar, na verdade ele idolotrava a suspensão HidroActive… mas dos Pugs… hahaha dizia ele que tinha medo de viajar com o Rallye, que do nada, a 120/130 o carro desligava, mesmo engatado. Bizarro… O SW era um modelo Feline, completão, pagou quase 50k na época e pouco mais de 1 ano depois não conseguiu mais de 30. Depois disso migrou pros Suvs e nunca mais entrou um Francês em casa… mas ainda acho que os produtos tem melhorada bastante. A montagem do 208 nem se compara aos 206 iniciais, é um carro muito mais bem montado e com acabamento infinitamente superior. Os motores já se provaram mais que bons e resistentes… negocio realmente é a má impressão deixada no passado.
    Um ps. aqui, morei 5 anos atrás na Inglaterra e o dono do ap que eu alugava tinha um Xantia Break, 98… de acordo com ele nem embreagem tinha trocado… que manutenção era a regular desde que comprara o carro 0km. Será?

  • Maycon Farias

    Lá fora a linha foi fantástica, aqui foi só reboco mesmo.

  • kirig

    Nossa experiência com um 206 1.0 16V e depois um 207 1.4 foi boa,
    O 207 pede muito menos oficina, consumo e desempenho melhores, menores gastos com manutenção.
    O 208 é o próximo!

  • Superleggera

    20Coeur é uma jogada de palavra que remete também a “vainqueur”, “vencedor” em português.

  • marcosCAR

    207 para quem quer ter um bom primeiro carro é uma ótima opção no mercado de usados. Design bem jovial e preço atrativo.

  • afonso200

    Já tive uma 407 Wagon V6. vendi com 15mil km, problema no teto panoramico(cortina interna), cambio AT tava meio mal,,,,,foi um inferno vender ele, mas consegui depois de 7 meses. deixei 7 meses parado, comprei outro carro, enquanto esperava vender ele.

  • Luis Burro

    Ñ foi o primeiro e nem será o último das gambiarras brasileiras!
    Gostava da propaganda em q um motorista ficava admirando um 206 num outdoor até q ele amassou seu carro com seus amigos até ter o msmo formato.

  • Luis Burro

    Mas sendo ou ñ apenas reestilização,esta geração estragou a beleza e elegância do modelo,só recuperada na atual.

  • Natán Barreto

    Meu sonho era um 207 SW automático. Sempre achei lindo e honesto. Hoje em dia aqui no Rio não é difícil achar os 207 por volta de 12, 13 mil reais

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