Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

O Peugeot 208 Griffe é a versão topo de linha do hatch compacto da marca francesa, que chegou ao Brasil em 2013, sendo um compacto premium muito acima do anterior, o criticado 207 ou simplesmente “Peugeot 206 1/2″…


Ele evoluiu para uma segunda geração realmente bem mais moderna e com proposta até 100% elétrica para o Brasil. O 208 Griffe é uma opção que exibe um bom acabamento, nível de conteúdo interessante e (até o anterior), um preço ideal.

Nessa versão Griffe, o Peugeot 208 concentra essencialmente sua proposta como um todo, tendo como destaques um acabamento diferenciado, como marrom na geração anterior e escurecido no hatch atual.

Da plataforma PF1 à modular CMP, o Peugeot 208 Griffe exibe um design sofisticado e elegante, explorando bem os LEDs no exterior e detalhes como o bom tecido dos bancos no interior.

Além disso, itens como luzes internas em LED, teto panorâmico, retrovisores com basculamento elétrico, cluster i-Cockpit, volante ovalizado, Android Auto, CarPlay, ar condicionado dual zone, sempre fizeram parte do pacote.

Apesar das duas gerações, o 208 Griffe manteve o motor EC5M 1.6 16V com até 122 cavalos no antigo e 118 cavalos no atual. O câmbio automático pulou de quatro para seis marchas e permitiu ao compacto ser um carro melhor.

Fabricado inicialmente em Porto Real, no interior do Rio de Janeiro, agora o modelo vem de El Palomar, na Grande Buenos Aires. Hoje ele custa R$ 90.990 nesta versão completa.

No Brasil, ele dividia a linha de montagem com o Peugeot 2008 e assumiu, em 2020, a liderança de vendas da marca do leão no país, onde emplacou mais de 4 mil unidades.

Com a nova geração, o Peugeot 208 Griffe promete ir muito além, embora se espera que em algum momento, ele assuma o motor Puretech 1.2 Turbo, com pelo menos 110 ou 116 cavalos, o que lhe daria um desempenho muito superior.

Isso sem contar a eficiência maior, elevando também o status do produto e abandonando de vez o propulsor aspirado que já teve sua época, mas que agora precisa dar lugar a algo mais eficiente.

Peugeot 208 Griffe – geração PF1

Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

Ele chegou ao mercado brasileiro em 2013, substituindo o Peugeot 207, uma releitura nacional e amplamente criticada do clássico 206. O Peugeot 208 Griffe manteve a plataforma anterior, porém, trouxe uma carroceria bem mais avançada.

Pulando uma geração, a verdadeira 207 da Europa, a Peugeot fez um importante avanço ao adicionar o novo carro ao mercado nacional e, de quebra, lançou posteriormente o bom Peugeot 208, formando uma bela dupla.

Com um design arrebatador, o 208 Griffe impressionava em 2013 com seus faróis dotados de feixes de LED, que praticamente iluminavam uma rua escura com seu brilho intenso.

Além disso, o capô curto expunha uma cabine avançada com para-brisa longo e teto panorâmico. Detalhes cromados, desde o nome Peugeot, passando pelo leão, ajudavam muito, assim como as lanternas em LED com as garras do felino.

Por dentro, o i-Cockpit chamava atenção pelo cluster largo e completo, que só era visível acima do diminuto volante ovalizado, que tinha um aplique cromado e apresentava leveza progressiva da direção elétrica. Lembrava um kart…

Isso sem contar a iluminação interna em LED, o bom acabamento aveludado dos bancos marrons, que combinavam com as portas de design moderno, bem como o painel, com o display de 7 polegadas da multimídia, bem elevado.

O ar condicionado dual zone mesclava preto brilhante e cromo, enquanto o sistema de som era integrado à tela. Com porta-luvas enorme, o Peugeot 208 Griffe tinha ainda alavanca com seletor em escada e mais cromado.

Num ambiente com um vidro no teto dando as boas-vindas, o interior tinha um bom espaço, não tanto atrás, que ainda podia rebater os bancos e ter seu porta-malas de 285 litros, ampliado.

Vidros elétricos nas quatro portas, retrovisores com basculamento elétrico, acendimento automático dos faróis, quatro airbags, piloto automático com limitador, câmera de ré, apoio de braço retrátil para o motorista, entre outros, destacavam.

Bem apreciado visualmente, por fora e por dentro, o Peugeot 208 Griffe era construído sobre a plataforma PF1 da PSA, que surgiu em 1998 com o Peugeot 206. Apesar de 20 anos, ele recebeu evoluções ao longo dos anos.

Sua construção no Mercosul se manteve em Porto Real, uma vez que El Palomar ficou responsável pela PF2, que era a plataforma acima da base do 208 Griffe, que sustentava aqui os Peugeot 308 e 408.

O Peugeot 208 Griffe era mais espaçoso e tinha um porta-malas de 285 litros, dentro da média nacional. A PF1 nunca permitiu um conjunto mais suficiente, mas apenas motor e câmbio poderiam ter sido trocados por algo mais econômico.

Este poderia ser o Puretech 1.2 Turbo. Na Argentina, o 208 feito em El Palomar deixará de ser versão Griffe como topo do mundo. Isso é devido ao fato do Novo 208 chegar ao mercado apenas com motor 1.6.

Por lá, desembarcará a versão GT com motor 1.2 Turbo de 130 cavalos e transmissão automática de oito marchas ou manual com seis velocidades. Essa variante não será importada ao Brasil, conforme determinação da PSA para o Brasil (veja aqui PSA: 16 lançamentos para o Brasil até 2024) (veja aqui PSA: 16 lançamentos para o Brasil até 2024).

Peugeot 208 Griffe – geração CMP

Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

O Peugeot 208 Griffe de segunda geração, nasceu a partir da parceria entre a PSA e a Dongfeng, para o desenvolvimento de uma plataforma modular de baixo custo que pudesse sustentar toda a gama da Peugeot, Citroën e DS.

A PSA já dispunha de uma base modular, a EMP2, mas uma EMP1 seria muito cara de fazer, assim a empresa teve que partir para a divisão de custos com a chinesa, sócia da montadora francesa na China e depois acionista principal.

Assim, dessa parceria nasceu a CMP ou Common Modular Platform, que sustentaria as três marcas da PSA e mais aquelas da Dongfeng. Quase em simultâneo, a PSA comprou as germano-britânicas Opel/Vauxhall, ampliando o acesso da CMP.

Com a CMP, a Peugeot desenvolveu rapidamente a nova geração do 208 Griffe, criando uma forma maior e mais volumosa, ampliando assim o porte do hatch de 3,966 m de comprimento para 4,055 m.

Contudo, o entre-eixos ficou até menor, caindo de 2,54 m para 2,53 m. Esse novo carro trouxe um layout mais sofisticado, adotando faróis full LED com luzes diurnas em LED imitando as três unhas da garra do leão, com uma delas descendo.

Parecendo menor que o modelo anterior, o Novo 208 tem lanternas traseiras expressivas, que possuem iluminação em LED 3D com lentes interligadas por uma lente contínua sobre a tampa do bagageiro.

Mas, o maior destaque do hatch é o interior, onde o painel i-Cockpit 3D tem agora cluster digital numa tela de 10,25 polegadas, além de multimídia com tela elevada de 8 polegadas, contendo Android Auto e CarPlay.

Ar condicionado dual zone, carregamento indutivo de smartphone, botão de partida, luz interna em LED, bancos em tecido aveludado e couro, apoio de braço retrátil, teto panorâmico e revestimento imitando fibra estão a bordo.

O Novo Peugeot 208 Griffe (veja aqui opinião de dono sobre Peugeot 208 Griffe) tem ainda banco traseiro bipartido, bem como cintos completos, Isofix, seis airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, controle de cruzeiro e faróis automáticos.

Traz ainda alerta de colisão frontal com frenagem de emergência, alerta de invasão de faixas e correção de direção, farol alto automático, reconhecimento de placas de velocidade e detector de fadiga. Há também visão traseira em 180 graus.

Apesar do porte maior, o Peugeot 208 Griffe atual tem 20 litros a menos no porta-malas, uma perda que não se justifica com uma carroceria maior e que seria tecnicamente apropriada para oferecer mais espaço para bagagens.

Origem

Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

A origem do Peugeot 208 Griffe está no 205 importado, que era vendido na versão XSi. Ele tinha motor 1.4 TU com 75 cavalos e transmissão manual, tendo apenas carroceria com duas portas no Brasil.

O Peugeot 205 surgiu em 1983 e nasceu como um rival para o Fiat Uno. Tinha 3,70 m de comprimento e 2,42 m de entre-eixos, sendo fornecido em carrocerias de 2 ou 4 portas, mas teve até conversível.

Tendo chegado ao Brasil apenas nos anos 90, o Peugeot 205 foi um carro bem explorado na Europa com motores 1.0, 1.1, 1.3, 1.4 e 1.6, além de um diesel 1.9 litro. Teve uma versão T16 com motor 1.8 litro.

Ao longo do tempo, teve diversas versões e comemorou 5,2 milhões de unidades produzidas, que foram feitas na França, Espanha, Irã, Taiwan, Indonésia e Chile.

O modelo chegou a ser vendido na versão Jeans, com esse tipo de acabamento nos bancos. A partir de 1998, o Peugeot 206 passou a ser vendido no Brasil e teve versões topo de linha Selection e depois Sensation.

Com linhas mais fluidas, o Peugeot 206 era um carro que atraía mais o consumidor, gerando uma variante perua e um sedã compacto. O trio dominou as vendas da marca francesa incialmente.

Ele era equipado com motor 1.0 16V (D4D de origem Renault) e 1.6 16V TU, porém, trocou o primeiro pelo 1.4 8V TU, que foi evoluído para 1.5 litro, mas já a bordo do 207.

Ele foi produzido em inúmeros países e ainda está na linha de montagem da Iran Khodro, além de ter sido feito na França, Reino Unido, China, Chile, Indonésia e Argentina. Foram mais de 10 milhões de unidades produzidas até agora.

Já o Peugeot 207, que nada mais era que o 206 redesenhado, retornou com a versão XS como topo de linha, porém, passou a conviver com o Peugeot 208 e perdera essa designação. Ele foi desenvolvido exclusivamente.

Ele manteve o sedã, mas a perua saiu de linha. A dupla foi duramente criticada por não ser uma nova geração e ter um design controverso. A PSA declararia mais tarde ter se arrependido de lançar essa atualização do 206.

A coisa realmente mudou em 2013, quando surgiu o Peugeot 208. O carro tinha 10 cm a mais de entre-eixos e um porte maior também, mas sem deixar a fluidez de lado. A sofisticação visual foi elevada em um nível sem rivais no mercado.

Isso compensou em parte o motor antigo, assim como a trágica transmissão automática de quatro marchas. Teto solar panorâmico, i-Cockpit, ar condicionado dual zone, bancos premium e multimídia destacaram essa geração.

Neste carro, surgiu a denominação Griffe, já usada nos modelos 308 e 408, reunindo assim um conteúdo melhor na geração que acabara de chegar. Essa nomenclatura foi mantida no Novo 208.

Com muitos itens de luxo, o Peugeot 208 Griffe não poderia deixar de sumir na nova geração, reunindo estes e outros itens já conhecidos. O futuro do modelo é sustentar uma gama eficiência de motores, provavelmente hibridizado.

O futuro indica que essa versão será 100% elétrica quando a Stellantis determinar isso para alguns produtos no Brasil. Isso significaria um enorme avanço para a marca no país.

Motores

Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

O Peugeot 208 Griffe usa o motor EC5M, que é uma variante modernizada do propulsor já usado anteriormente pelos modelos 206 e 207. Trata-se de um engenho da família TU, que nasceu em 1986.

Com bloco em ferro fundido e cabeçote de duplo comando de válvulas, com variação nas válvulas de escape, o EC5M chegou ao Brasil nos anos 90, equipando tanto o Peugeot 206 quanto a Citroën Xsara Picasso.

Esses comandos são acionados por correia dentada, mas existem variantes do TU5 conhecidas como TU5X, que era mais antigo. Aliás, esse era montado bem inclinado no cofre dos modelos antigos da Peugeot, apelidado de “motor de mala”.

O EC5 é uma variante bem mais atual com os mesmos 1.587 cm3 do propulsor TU original, que tinha tamanhos de 1.0, 1.1, 1.3, 1.4 e 1.6 litro. Conhecido como TU5, esse motor teve duas variantes de potência: 116 cavalos e 122 cavalos.

A última foi aplicada no Brasil, equipando o Peugeot 208 Griffe anterior. Essa variante tinha 122 cavalos no etanol e 115 cavalos na gasolina, ambos a 5.800 rpm e com torques de 15,5 kgfm no primeiro e 16,4 kgfm no segundo, a 4.000 rpm.

Isso o permitira ir de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e com máxima de 191 km/h, bem como consumo de 6,5 km/l na cidade e 8,4 km/l na estrada, quando com etanol. Na gasolina, fazia 9 km/l e 11, km/l, respectivamente.

Os números são com transmissão automática de quatro marchas AT8, conhecida por inúmeros problemas associados aos solenoides das eletro-válvulas, como tranco, superaquecimento, travamento, entre outros.

Tais problemas só reforçaram a péssima imagem que a Peugeot criou (confira também Peugeot 2008 – defeitos e problemas) para si mesma no Brasil. Com apenas quatro marchas, o EC5 ficava limitado em performance e também na economia. Ele tinha opção manual de cinco marchas.

Em agosto de 2017, o Peugeot 208 Griffe assim como o 208, receberam a transmissão automática EAT6 da Aisin, que vinha com seis marchas e programação com mudanças manuais, modo Eco, Sport e Winter.

Com o câmbio, o motor EC5 foi modificado para EC5M, reduzindo a potência de 122 para 118 cavalos no etanol, mas mantendo os 115 cavalos na gasolina. A rotação caiu para 5.750 rpm.

O torque, porém, subiu e equalizou entre os combustíveis, ficando em 16,1 kgfm em ambos e a 4.000 rpm. Mais equilibrada, a calibração garantiu um consumo melhor, fazendo 11 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada, com gasolina.

Contudo, com a nova geração do Peugeot 208 Griffe, as coisas mudaram. O torque caiu para valores antigos, ficando em 15,4 kgfm na gasolina e 15,5 kgfm no etanol, ambos a 4.000 rpm. As potências são as mesmas do 208 antigo.

O consumo no etanol aumentou, assim como na gasolina, que ficou em 10,9 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada. Pior foi o desempenho, sendo que o 208 antigo com seis marchas fazia até 100 km/h em 11,5 segundos e o novo em 12 segundos…

Dessa forma, o desempenho e a economia são inferiores na nova geração, justificando ainda mais o uso do motor Puretech 1.2 Turbo com pelo menos 116 cavalos e 20,8 kgfm. O câmbio EAT6 poderia ser mantido sem problemas.

Com torque em 1.500 rpm, o Puretech 1.2 Turbo garantiria uma condução mais prazerosa do 208 Griffe, que até poderia usar melhor os paddle shifts no volante, explorando ainda mais o potencial do carro.

Futuro

Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

O Peugeot 208 Griffe será totalmente elétrico a partir de 2025 na Europa, onde terá sua plataforma modular e-CMP com motor elétrico de 136 cavalos e 26,5 kgfm, alimentado por baterias de lítio de 50 kWh.

Eles conferem ao modelo 340 km de autonomia no ciclo WLTP e o mesmo pode ir de 0 a 100 km/h em 8 segundos com máxima acima de 150 km/h. O hatch pode ainda ganhar uma versão mais forte e com células de 75 kWh.

Por aqui, o futuro mais imediato do Peugeot 208 Griffe será o uso do propulsor Puretech 1.2 Turbo com prováveis 116/118 cavalos e 21 kgfm a 1.500 rpm, abastecido com gasolina ou etanol, respectivamente.

Com esse propulsor e mais transmissão automática Aisin de seis marchas e quatro modos de condução, o hatch premium terá uma excelente performance e economia superior ao de um popular 1.0.

Essa será a única alternativa para o 208 seguir adiante por aqui, exceto se o próximo governo apostar em incentivos fiscais para carros elétricos, o que beneficiaria o modelo, que poderia assim ser feito em El Palomar em sua variante elétrica.

Peugeot 208 Griffe – ficha técnica

Peugeot 208 Griffe: motor, consumo, desempenho, detalhes e anos

MotorPeugeot 208 Griffe 2013Peugeot 208 Griffe 2021
Tipo
Número de cilindros4 em linha4 em linha
Cilindrada em cm315871587
Válvulas1616
Taxa de compressão12,5:112,5:1
Injeção eletrônicaIndireta FlexIndireta Flex
Potência máxima115/122 cv a 5.800 rpm (gasolina/etanol)115/118 cv a 5.750 rpm (gasolina/etanol)
Torque máximo15,5/16,4 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)15,4/15,5 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão
TipoAutomático de 4 marchasAutomático de 6 marchas
Tração
TipoDianteiraDianteira
Direção
TipoElétricaElétrica
Freios
TipoDiscos dianteiros e tambores traseirosDiscos dianteiros e tambores traseiros
Suspensão
DianteiraMcPhersonMcPherson
TraseiraEixo de torçãoEixo de torção
Rodas e Pneus
RodasLiga leve, aro 16 polegadasLiga leve, aro 16 polegadas
Pneus195/55 R16195/55 R16
Dimensões
Comprimento (mm)3.9964.055
Largura (mm)1.7021.738
Altura (mm)1.4721.453
Entre eixos (mm)2.5412.538
Capacidades
Porta-malas (L)285265
Tanque de combustível (L)5547
Carga (Kg)NDND
Peso em ordem de marcha (Kg)1.1891.252
Coeficiente aerodinâmico (cx)0,320,33

Peugeot 208 Griffe – fotos

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 25 anos. Há 14 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.