Hatches História Volkswagen

Polo hatch: história, versões, consumo, motores (e detalhes)

Polo hatch: história, versões, consumo, motores (e detalhes)
Polo hatch 2007

O Volkswagen Polo hatch foi, sem dúvidas, um dos marcos na história da marca alemã em nosso País. Introduzido no mercado brasileiro no ano de 2002, o modelo foi o primeiro hatch compacto “premium” do mercado.

Tal dominação foi utilizada para diferencia-lo de outros carros compactos, como Gol, Fiat Palio, Ford FiestaChevrolet Corsa, visto que se tratava de um compacto mais moderno em todos os sentidos.


A primeira geração do Volkswagen Polo hatch era, na verdade, a quarta geração do compacto alemão a nível mundial. Esta geração chegou por aqui com um atraso de somente seis meses em relação ao modelo europeu, com direito a produção na planta de São Bernardo do Campo (SP).

Vale ressaltar que o Polo já era comercializado anteriormente no Brasil, mas somente na versão Polo Sedan (conhecido como Polo Classic) e importado da Argentina. Ele era um sedã de traseira alta que compartilhava diversos componentes com os Seat Cordoba e Ibiza.

A próxima geração do Polo Sedan seria lançada no fim de 2002, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, acompanhando o novo Polo hatch e com visual mais harmonioso.


Confira abaixo os principais detalhes da trajetória do Volkswagen Polo hatch no Brasil:

 

Chegada do Polo hatch ao Brasil em 2002

Polo hatch: história, versões, consumo, motores (e detalhes)

O primeiro Volkswagen Polo hatch brasileiro chegou com a intenção de revolucionar o segmento de carros compactos no País. E ele conseguiu. Apesar da produção nacional, tinha quase o mesmo nível tecnológico do europeu.

Chegou com uma plataforma moderna para a época (a PQ24, que foi usada no Gol G5, vendido até hoje) e era feito numa linha de produção com sistemas mais precisos.

Além disso, o Polo hatch de 2002 foi o primeiro carro produzido no Brasil a contar com chapas da carroceria com soldas a laser. Esse tipo de solda elimina as calhas no teto e o famoso “borrachão” (aquela tira preta que percorre o teto dos carros sem tal tecnologia), aumentando a qualidade da carroceria e a rigidez do carro.

No visual, o novo Polo hatch nacional tinha como destaque o conjunto óptico duplo, marcado por dois elementos circulares de cada lado, além da grade retangular marcado o logotipo da Volkswagen no centro.

Os para-choques dianteiro e traseiro tinham uma espécie de borrachão na cor da carroceria, evidente também na parte central das portas.

Por dentro, o visual do Polo hatch seguia o padrão dos outros Volkswagen da época. Havia painel com plástico emborrachado. Pontos da lataria não apareciam por dentro da cabine. Ele oferecia também volante ajustável em altura e profundidade e banco do motorista com regulagem de altura.

De série, o Polo nacional trazia direção eletro-hidráulica, ar-condicionado Climatic manual, preparação para som, vidros manuais, tampa do tanque de combustível com trava elétrica, entre outros.

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Como opcional, o Polo hatch podia receber vidros, travas e retrovisores elétricos, três apoios de cabeça traseiros, banco traseiro bipartido, rodas de liga-leve de 15 polegadas, airbag duplo, ar-condicionado automático Climatronic, freios ABS, sistema de som com CD player, alarme, faróis e lanterna de neblina, bancos revestidos em couro, entre outros.

Um fato curioso que é a matriz alemã da Volkswagen não admitia a produção do Polo hatch no Brasil sem airbag duplo e freios ABS de série. Porém, tais itens encareceriam demais os custos finais.

Então, para baratear, eles optaram por colocar cintos de segurança com pré-tensionadores de série. O airbag duplo era item de série somente no Polo 2.0.

O motor que equipava o Polo hatch nacional era um 1.6 EA-111 de 8 válvulas, capaz de entregar até 101 cavalos de potência, a 5.500 rpm, e 14,3 kgfm de torque, a 3.250 rpm, ou um 2.0 EA-113, também de 8 válvulas, com até 116 cv, a 5.200 rpm, e 17,3 kgfm, a 2.400 rpm.

Em ambos os casos, o câmbio era o MQ-200 manual de cinco marchas, o mesmo usado no Golf.

Pouco tempo depois, a Volkswagen passou a oferecer o Polo hatch 1.0, conhecido como Polo 16V (devido às 16 válvulas do motor do carro). Ele estreou com o mesmo propulsor lançado um ano antes no Gol, para se beneficiar dos 9% de IPI para carros 1.0, ao invés da alíquota de 16% paga pelas versões 1.6 e 2.0.

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Por a partir de R$ 26.336, o Polo hatch 16V oferecia um motor em posição transversal com até 79 cavalos de potência e 9,7 kgfm de torque, disponível a partir de 5.000 giros.

Em relação ao motor usado no Gol, o Polo 16V tinha um 1.0 litro com 3 cv a mais e uma série de reajustes, como remapeamento da central eletrônica, válvulas de admissão com maior levantamento, borboleta de admissão com maior diâmetro e coletor de admissão com dutos mais longos e largos.

Devido ao motor menos potente que o 1.6, o câmbio manual teve suas relações de marcha e diferencial encurtados. O carro era capaz de ir de 0 a 100 km/h em 13,5 segundos e atingir velocidade máxima de 168 km/h.

Porém, ele durou pouco tempo. A Volkswagen deu um certo azar pois, quase no mesmo tempo em que lançava o Polo hatch 16V, o governo anunciava a redução do IPI para carros com motor de até 2.0 litros.

Além disso, ele não foi muito bem aceito pelo público, já que o preço era somente R$ 700 menor que o do Polo 1.6 e, além disso, tinha desempenho bastante inferior em baixas rotações.

Primeiro facelift do Polo hatch em 2006

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Seguindo o padrão do modelo europeu, o Volkswagen Polo hatch nacional estreou em 2006 o seu primeiro facelift nas versões hatch e sedã. O modelo abandonou os faróis duplos e adotou peças convencionais, que inclui as setas direcionais, dando um ar mais agradável para a dianteira da carroceria.

Ele passou a contar também com para-choques redesenhados, capô com novos vincos, nova grade frontal, lanternas traseiras redesenhadas com elementos circulares e novas rodas. O interior, porém, recebeu apenas retoques pontuais.

Na época, os motores 1.6 já era flex, com potência de 103 cv quando abastecido com etanol e 101 cv com gasolina, enquanto o 2.0 somente a gasolina entregava máxima de 116 cv, respectivamente.

Entre os equipamentos de série, o Polo hatch oferecia direção hidráulica, ar-condicionado, imobilizador eletrônico do motor, desembaçador do vidro traseiro, volante com regulagem de altura e profundidade, entre outros. Já a lista de opcionais recebeu novos recursos, como retrovisor interno antiofuscante e sensor de estacionamento traseiro.

O esportivo Polo GTI e a sua vida curta no Brasil

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Os entusiastas se animaram quando a Volkswagen anunciou que venderia o esportivo Polo GTI no Brasil. O carro foi antecipado em setembro de 2006 e seria trazido da Alemanha numa configuração com carroceria de três portas, motor 1.8 turbo de 150 cavalos e câmbio manual.

Ou seja, um prato cheio para os amantes de “hot hatches”.

O Polo GTI tinha um motor com intercooler, cinco válvulas por cilindro (20 válvulas no total) e dois eixos de comando de válvulas. O mesmo motor usado no Golf GTI vendido por aqui. Com uma transmissão manual de seis marchas, podia atingir os 100 km/h em 8,2 segundos e velocidade máxima de 216 km/h.

Entre os demais diferenciais, ele contava ainda com freio a disco nas quatro rodas, suspensão com calibragem diferenciada e rodas de liga-leve de 16 polegadas calçadas com pneus 205/45.

Havia ainda um visual mais agressivo e decoração diferenciada no interior, com direito a até bancos tipo Recaro com tecido em padrão Interlagos.

Ele era equipado também com airbags frontais e laterais, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital, entre outros.

Porém, ele foi um dos carros com a vida mais curta no Brasil. Ele foi apresentado de maneira experimental no Salão de São Paulo do mesmo ano.

No evento, a Volkswagen somou dezenas de interessados pelo carro, mas decidiu importar somente 30 unidades, sendo 20 delas na cor Prata Sirius e outras 10 com carroceria em tom Vermelho Flash.

O preço? A bagatela de R$ 99.800. Uma cifra altíssima para a época. Trata-se do Polo mais caro já vendido até o momento no Brasil – nem mesmo o Polo Highline 2019 com todos os opcionais supera esse modelo.

Segundo facelift do Polo hatch em 2011

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Já dando os últimos suspiros no mercado brasileiro, o Volkswagen Polo hatch teve (novamente) o seu visual retocado em julho de 2011, como a linha Polo 2012. Para atualizar o design do Polo, a Volkswagen empregou as mesmas linhas do modelo comercializado no mercado indiano.

Entre as novidades estética, o compacto nas carrocerias hatch e sedã adotou faróis com novo layout interno e máscara negra e uma nova grade mais horizontal, seguindo os últimos lançamentos da linha.

Ele recebeu ainda novos frisos laterais, retrovisores mais amplos, rodas e calotas de 15 polegadas redesenhadas, novos para-choques e lanternas traseiras escurecidas. O interior, por sua vez, adotou painel de instrumentos com iluminação branca, com opção de efeito 3D na versão Sportline 2.0.

Além disso, todas as versões passaram a sair de fábrica com airbag duplo frontal, freios ABS e sensor de estacionamento traseiro. Outros itens como vidros elétricos, direção hidráulica, ar-condicionado e travas elétricas das portas também faziam parte da lista de recursos de série.

Por a partir de R$ 44.390, o Polo hatch tinha motor 1.6 flex de até 104 cv e câmbio manual. Podia oferecer transmissão automatizada i-Motion por R$ 47.120.

Havia também o Polo Bluemotion 1.6, uma versão mais econômica por R$ 48.700. O Polo Sportline 2.0 flex de 120 cv era o único mais potente da gama, com preço de R$ 54.790.

Fim de linha do Polo hatch em 2015

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O Volkswagen Polo hatch era considerado um carro caro e sofisticado demais para os padrões brasileiros. Tanto é que a marca alemã nem se preocupou muito em lançar a quinta geração do compacto (que chegou na Europa em 2009) em nosso mercado.

A quarta geração do Polo durou 12 anos no Brasil e teve sua produção encerrada na planta de São Bernardo do Campo (SP) no segundo semestre de 2014. As últimas unidades do hatch compacto duraram na rede de concessionárias até os primeiros meses do ano seguinte.

Ao longo do tempo, o Volkswagen Polo foi perdendo espaço para o Volkswagen Fox que, embora fosse um carro inferior, era mais barato e agradava mais os brasileiros em diversos quesitos.

Vale lembrar que o Fox foi lançado sob a mesma plataforma do Polo.

As últimas unidades do Polo hatch nacional tinha preço tabelado na casa dos R$ 46 mil. Todavia, para desovar os estoques, as concessionárias comercializaram os modelos a preços menores.

Novo Polo hatch é lançado em 2017 no Brasil

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Agora com outro cenário invadindo o mercado brasileiro, a Volkswagen decidiu relançar o Polo hatch numa geração completamente nova.

O hatch compacto reestreou por aqui em sua sexta geração, agora com a plataforma modular MQB-A0 (uma versão encurtada da base de modelos como Golf, Jetta e Tiguan) e uma série de tecnologias.

Assim como o primeiro Polo nacional, o novo Volkswagen Polo trouxe uma série bons recursos para a categoria. Ele chegou com motor 1.0 TSI de até 128 cv e 20,4 kgfm com câmbio automático Tiptronic de seis marchas nas versões mais caras, o 1.6 MSI flex na configuração intermediária e o 1.0 MPI flex no modelo mais em conta.

Já entre os principais equipamentos, ele oferece recursos como quatro airbags, controles de estabilidade e tração e até a opção do painel de instrumentos Active Info Display com tela de 10,3 polegadas totalmente digital. Atualmente, há até mesmo a opção de um pacote com sistema de som Beats com subwoofer.

O novo Polo conta ainda com construção mais leve, com aços especiais de ultra-alta resistência em mais de 50% da estrutura. Em relação ao antigo, ele é 44 kg mais leve. Ele foi o primeiro a atingir nota máxima dentro dos novos protocolos do Latin NCAP.

Hoje o novo Polo tem preços que variam de R$ 52.360 a R$ 75.820 (sem opcionais).

Veja nossa reportagem completa sobre a nova geração do Polo aqui.

Galeria de fotos do Volkswagen Polo hatch

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Nota média 3.4 de 8 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Domenico Monteleone

    O primeiro Polo era realmente um compacto diferenciado. Quanto ao novo eu sei que tem tecnologia, é bem equipado nas versões TSI, é extremamente seguro, mas eu não consigo me conformar com as economias porcas e o interior padrão “compacto de entrada”, não por ser tudo plástico e não ter painel soft, mas por ser um plástico de aparência e tato ruins. Você compra um carro de 80 e sente-se em um de 50.

    • Marcelo Amorim

      Nesse ponto de acabamento,o Argo parece ser anos luz à frente do Polo.

    • th!nk.t4nk

      Uma grande diferença foi o momento. Naquela época na Europa esses sub-compactos vendiam muito, então eles recebiam mais atenção. Hoje é um segmento em queda livre, por isso preferem cortar custos. O povo tá preferindo carros maiores. Como o Brasil só recebe o refugo desses desenvolvimentos, pegou um Polo já simplificado e cortaram ainda mais os custos. O resultado é esse aí. Em compensação, nos segmentos superiores os carros nunca foram tão sofisticados. A solução pro Brasil seria um desenvolvimento local nesse segmento (a exemplo do Argo e afins). O problema é que daí a garantia de uma estrutura segura vai pro espaço.

    • Gabriel

      Esse novo polo dizem fazer mais barulho que uma escola de samba.

    • O que mais me saltou aos olhos foi a falta dos acabamentos em chapa plástica nas laterias dos bancos dianteiros. Me lembrou os fusquinhas de 40 anos atrás. Os trilhos dos bancos ficam aparentes, mesmo na versão highline do Virtus, que custa quase 90 mil.

      • JOSE DO EGITO

        Isso sem falar no liquido de arrefecimento que vaza pra dentro do carro

        • MauroRF

          Um amigo meu comprou um Highline completo 2019 e está reclamando do barulho na tampa traseira e em indecisões/má programação do câmbio. Diz ele que tem hora que o câmbio segura marcha quando poderia subir ou aplica freio-motor (ou seja, reduzindo uma marcha) em qualquer declive leve. Dei uma guiada no carro dele. Não notei esse negócio do câmbio comigo (no tempo que guiei, não aconteceu comigo). Realmente, o carro anda bem, tem boa suspensão (enfim, um comportamento dinâmico bom), dá para andar numa tocada esportiva de boa, mas para por aí. O acabamento é de doer, ainda mais por ser a versão completa. Você entra no carro e quer não acreditar que um carro daquele com aquele preço e tendo várias tecnologias tem aquele aspecto pobre de carro popular, trilho dos bancos aparecendo, é ridículo. E tem o chato barulho da tampa traseira. Dá a impressão que eles cuidaram da estrutura/segurança, equiparam com as tecnologias, mas que economizaram no resto (acho mesmo que economizaram no resto). No final de 2017, eu fui ver o Polo (além de vários outros modelos), cheguei a fazer test drive no Polo e acabei optando pelo EcoSport Titanium, com o qual estou bem satisfeito. Dirigindo o Polo do meu amigo com mais atenção e aproveitando mais o fato de não ser apenas um test drive, deu para perceber mais coisas além do test drive que fiz no final de 2017. O que mais me incomodou foi o acabamento (não consigo aceitar isso num carro moderno e caro como o Polo) e o barulho da tampa traseira num carro que não tem 1000 km ainda. Meu irmão comprou um Argo Drive 1.0 que tem acabamento melhor, acredite se quiser.

          • JOSE DO EGITO

            Acredito sim. Esse Polo e Virtus esta tendo uma enchorrada de reclamacoes ,em pleno 2019 com engenharia avançada nao conseguem fazer um tampao trazeiro sem barulho,carro carissimoi com acabamento chulo,e pode esperar esse T Cross com os mesmos problemas

        • Thiago

          Toda notícia do Polo você fala disso. O percentual de carros que deu isso é baixíssimo. Eu mesmo acompanho o dia a dia de quatro polos Highline, todos de amigos meus. Um deles teve problema na tampa Nenhum de arrefecimento. Todos em geral estão muito satisfeitos com o carro. Quem sabe se você comprar um muda de ideia? Afinal, quem desdenha tanto…

          • JOSE DO EGITO

            desejo boa sorte aos seus amigos pq na VW quase tudo é questao de SORTE e nao de ENGENHARIA

    • Vitor C

      Acho que o problema não é a qualidade dos plásticos empregados, uma vez que estão na média da categoria, mas sim as cores e texturas deles que nao são tão boas.
      As versões com plásticos claros por exemplo tem uma aparência ruim, já os modelos beats tem texturas e cores diferentes e ficaram bem melhores na minha opinião.
      Agora para mim nada se compara ao new fiesta nacional, aquilo sim é péssimo

    • Rodrigo

      NA, onde está o tal (((((PUMA GT 2.4 LUMIMARI))))) que tá hoje não vi 1. Atacaram tanta pedra, pelo meu comentário que esse carro não sairia do papel, e até hoje nada!!!

  • Jurandir Filho

    O acabamento do polo 2002 é melhor do que o atual kkk… Tive um hatch 2.0, carrinho muito bom, era realmente um compacto premium

  • leitor

    Fica até estranho comparar o que se fala de acabamento no Polo anterior para o atual. Pra falar a verdade não entendo como um carro novo tem acabamento de baixa qualidade em qualquer carro no Brasil.

    • cepereira2006

      Cartel. O dia em que houver competição teremos mais qualidade com menores preços.

      • leitor

        Já viu o jogo de dois times que se classificam com um empate? A competição está nesse nível. Cartel é assim.

      • Verdades sobre o mercado

        Cartel tivemos até cerca de 15 anos atrás. De lá para cá é “apenas” um Oligopólio. Os preços já caíram bastante depois que deixaram de ser um Cartel. Se ainda houve Cartel os preços seriam ainda maiores que os praticados hoje.

  • Filipo

    Na verdade, o Gol não utiliza a plataforma PQ24 inteira, mas apenas as seções dianteira e central. A seção traseira é a do Gol anterior (plataforma AB9 – BX modernizada). Além disso, faltou o NA dizer que o Polo nacional de 2002 já tinha carroceria 100% galvanizada, algo ainda não comum à época e usava chapas de aço de espessura variável, conceito “tailored blanking”, em que permitia que elas pudessem ser finas em suas extremidades, mas grossas e bem resistentes no meio. O Polo tirou 4 estrelas, pela norma anterior do LatiNCap, à época. E também tinha saídas de ar independentes, para os ocupantes do banco traseiro, localizadas sob os bancos dianteiros. E a partir de 2008, o motor já tinha 104 cv com etanol.
    Foi um excelente carro. Talvez até melhor que o atual.

    • Tive 4 em casa (dois meus e dois da esposa), sendo 3 sedãs e um hatch. Carro com comportamento dinâmico e acabamento diferenciados, realmente.
      As saídas de ar sob os bancos dianteiros tinham uma particularidade: gelavam os pés dos passageiros dos bancos de trás. Eram um diferencial, realmente. Mas sua eficiência era bem discutível.

      • rodrigosr

        Acho que essas saídas de ar do primeiro Polo eram mais eficientes e perceptíveis que as atuais, que mal ventilam e que a velocidade depende da regulagem das saídas dianteiras.

        • Elas refrigeravam bem a traseira sim. Mas que o pessoal reclamava dos pés gelados, reclamava… rs

    • Alessandro Araujo

      O gol atual – G5 em diante – utiliza parcialmente a plataforma PQ25 e não a PQ24.

      • Verdades sobre o mercado

        Até onde sei ele utiliza a PQ24 (exceto traseira) com a suspensão dianteira do Polo 5a geração que usava a PQ25.

        • Fernando Bueno

          ou seja uma baita gambiarra

        • Alessandro Araujo

          Meia verdade do mercado: Volkswagen Gol Mk5 (2008–present, PQ24/25 hybrid).

  • vitimsl

    Polo GTI: um dos carros mais legais vendidos no Brasil na minha opinião. Nota: o câmbio possui 5 marchas, e nao 6.

  • Leandro

    O impacto que o Polo causou no lançamento em 2002 nem se compara ao atual. O acabamento do carro era excelente e se distanciava dos populares. A diferença de acabamento do Polo e do Gol era enorme. Diferentemente do Polo atual que tem um acabamento simples, no mesmo nível do Gol. Os únicos destaques do Polo atual são seu motor, segurança e tecnologias, como o painel digital.

    • visanpai

      Rapaz, pra quem curte um bom powertrain, tecnologias e prioriza segurança ele é um prato cheio. Sem entrar no mérito se a geração anterior é melhor ou não, essa está sendo mais bem sucedida no mercado.

  • SDS SP

    Tive um 2008 e era um carro muito bom. Acabamento correto e desempenho honesto para época.

  • Asdrubal Trombone

    o Polo nunca decolou em vendas entre 2002 e 2014 porque a própria VW sabotou… você entrava numa concessionária interessado em comprar polo e os vendedores só queriam vender Gol e Fox. Em 2009 lançaram o Polo GT (que a reportagem falhou em mencionar!) e o retrovisor elétrico era opcional, nem os vendedores sabiam, só na hora de tirar o carro descobriam a desagradável surpresa. Quem queria comprar Polo com opcionais piloto automático, couro, teto solar era desprezado e tinha que ficar meses esperando. E ainda vi um louco que encomendou um polo sedan com todos opcionais, esperou quase 5 meses e quando chegou veio sem bancos de couro. Eu estou no meu segundo polo 2003 e sou muito fã do carro. Pena que o Polo atual tenha empobrecido tanto no acabamento. Alças no teto são “inúteis” até o dia que vc tem que levar uma pessoa jovem ou idosa com dificuldades de se locomover e não tem onde se apoiar para entrar no carro!

    • Verdades sobre o mercado

      Eu era gerente de css VW nesta época e te digo que na verdade o problema era o preço do Polo muito próximo ao do Golf. 10% apenas na diferença de preços de um Polo 1.6 com kit dignidade x Golf 1.6 com mesmos itens. Só optava pelo Polo quem preferia um veículo menor e/ou quando o seguro do Golf ficava muito alto(algo comum na época). Arrisco a dizer que este Polo nem precisava ter existido. A VW poderia ter lançado o Fox (que veio em 2003) com um interior caprichado como o do Polo (assim como aconteceu no facelift do Fox no final de 2009) e o Polo nem precisava ter existido naquela época.

  • Asdrubal Trombone

    peraí… site especializado resolve fazer um histórico do polo no Brasil e esquece de mencionar o polo GT. 2.0 flex de 2009! É um excelente carro, muito bem acabado, motor bacana, quem tem um só elogia.

    • cepereira2006

      Vendeu meia dúzia. Eu mesmo vi um ou dois na vida toda.

  • Rashel Angela

    veja “The Lego Movie 2: The Second Part” com boa qualidade neste site !! tudo o que existe! clique no blog aqui: QUICKSERIES000.BLOGSPOT.COM

  • Tibúrcio

    Não foi esse sucesso todo não…
    O carro foi um dos melhores, sem dúvida!
    Eu trabalhava em fornecedor da VW à época e realmente a VW não autorizava nenhuma alteração em desenho ou especificação, mesmo que isso significasse redução nos custos.
    O planejamento da VW para o PQ24 era em torno de 1100JPD.
    Pra quem não sabe, JPD significa jobs per day, ou seja unidades fabricadas por dia.
    De repente, a VW refez todo plano e solicitou redução para 550JPD. Foi uma bagunça pois a maioria dos fornecedores já estava preprada para o grande volume solicitado. Depois disso, ainda baixaram para 350JPD.
    A VW esperava muito, mas caiu em si em cima da hora para ajustar a real solicitação do mercado.
    Não foi um fracasso, mas também não foi sucesso estrondoso.
    Esse carro foi muito bom, com acabamento acima da média, forte e durável! Mas como todo VW, CARO!

    • Eng Turbo

      O up segue o mesmo histórico

    • Asdrubal Trombone

      seu relato coincide com minha impressão que tenho como consumidor e admirador do carro… A VW foi ousada no lançamento em 2002 mas o que me parece é que as vendas não foram melhores porque a rede de vendas não foi preparada para informar ao público o que realmente eram os diferenciais do Polo e preferiram continuar oferecendo Gol e Fox que são projetos bem inferiores. polo foi canibalizado pela própria montadora quando decidiu usar o design do Polo 6R no Fox nacional, por isso não tivemos Polo aqui desde 2014.

    • Nutz Nutz

      E depois a VW cometeu o mesmo erro com o up!.

      • Mais ou menos isso. O Up! acabou sendo um subcompacto muito bem construído, sucesso de crítica, mas que custa mais que os compactos já estabelecidos no mercado.
        No lançamento a VW tentou posicioná-lo abaixo do Gol, mas para isso teve que apresentar versões sem itens básicos e ainda por cima jogar o preço do Gol para cima. O resultado foi que nem o Up! vendeu e o Gol acabou por despencar no ranking.
        Restou voltar o Gol para preços “competitivos” e repaginar o Up! como um modelo de nicho destinado a vendas modestas.

    • O Polo era um excelente compacto… que tinha preço que batia com versões de carros médios. Era mais ou menos o que ocorria com o Jetta de quinta geração: o melhor sedã médio disparado do mercado, mas que tinha preço de… sedã grande.
      Por isso ambos foram sucesso absoluto de crítica, mas um relativo fracasso em termos de vendas.

    • Tommy

      Pelo preço e categoria acho que vendia era bem demais, o carro é ótimo, sem dúvidas, mas na época não havia demanda pra compacto com tantos itens e preço próximo dos médios.

      Tanto foi que o Corsa C e o Fiesta Rocam foram simplificados pra vir pra cá, nem pareciam da mesma categoria que o Polo, e lá fora eram equivalentes em acabamento e itens

  • Hernan Carlos Granda

    compacto premium é uma mentira dos dptos de marketing. Polo é so um carro bem feito de uma marca generalista, em comparacao de Gol q

    • Gabriel

      “bem feito”

      Na verdade está longe de ser.

      • Hernan Carlos Granda

        estou falando do polo 2002. Polo atual é um lixo no acabamento

        • MauroRF

          Comparando em suas respectivas épocas, o Polo de 2002 era muito mais refinado e mais bem acabado que o de hoje.

          • Hernan Carlos Granda

            sem duvida

        • Gabriel

          Ai concordo kkk

    • Olha, o Polo da geração anterior era incomparável com os compactos tradicionais do mercado. Foi essa realidade que fez surgir a denominação “compacto premium”.
      O Polo era sim um carro com nível construtivo, acabamento, rigidez torcional e comportamento dinâmico digno dos melhores modelos médios do mercado nacional, incluindo hatches e sedãs. Até por isso era complexo igualá-lo a Gol, Corsa, Fiesta e outros representantes do mercado de compactos da época, a despeito de contar com espaço interno compatível com estes outros modelos.
      O Polo atual acaba por oferecer algum diferencial em sua moderna plataforma e no conjunto mecânico, mas realmente peca na exagerada economia que norteou o design de seu interior no que tange aos materiais. Está sim alguns passos adiante de Onix, Gol, Ka, HB20 e Sandero em diversos aspectos, assim como Peugeot 208, Ford New Fiesta e Argo também se apresentam um patamar acima desses modelos “de entrada”.
      Acaba que são atributos baseados em diferenças significativas e reais as quais não podem ser chamada de “mentira de departamento de marketing”.
      Acho que se encaixa mais em truque de marketing o que se convencionou chamar de “SUV” compacto no Brasil, na realidade carros quase que na totalidade montados em plataformas de baixíssimo custo com suspensão elevada e comportamento dinâmico apenas razoável, pelo qual o consumidor aceitou pagar o valor de modelos médios bem mais refinados construtivamente.

      • Verdades sobre o mercado

        Na verdade este termo compacto premium quem ainda usa eventualmente é a imprensa especializada, não os fabricantes.

    • Verdades sobre o mercado

      À época Polo (e depois o Punto em 2007) merecia ser chamado de compacto premium, visto que os demais compactos eram Mille, Gol, Palio, Fiesta, Corsa, Clio, entre outros, ou seja, era MUITO superior a estes. Hoje isso não faz mais sentido, pois apesar do Polo ter interessantes diferenciais, os demais compactos comparativamente falando são bem melhores que eram seus antecessores, bem como o Polo atual não tem o mesmo interior caprichado que seu antecessor.

  • Gabriel

    Polo ja foi bom, hj, o atual, quem tem diz que é uma porcaria por dentro, que faz mais barulho que uma escola de samba.

  • Joãozinho

    Lembro que cheguei a olhar na época um Polo 1.0 16v 0-km.
    Pensei, pensei, e tomei a correta decisão de pegar um 1.6 8v usado pelo mesmo preço.

  • Daniel

    Tive um 2009. O carro mais honesto que tive. Se alguém tem 20, 25 mil pra comprar seu primeiro carro e não quer um pé de boi, sempre indico o Polo!

  • Christian Balzano

    Os especialistas que julgam o Polo atual.
    Ouvi dizer…
    Dizem que…
    Eu vi na Internet…
    Um amigo do amigo meu falou…

    Mas de fato nunca entraram num Highline top de linha, nunca dirigiram o carro.

    Mas replicam dizerem sem saber absolutamente nada do carro.

    E assim temos hoje uma geração de papagaios e entendedores de tudo, mas que de fato não entende absolutamente porcaria de nada.

    Vão pesquisar Golden Shower.

    • Leonardo M. G.

      Meu pai tem um 1.6 MSI manual e a única coisa que ele reclama é a fechadura da tampa do porta malas, que nenhuma css VW deu jeito de reduzir/eliminar o barulho…

      • Christian Balzano

        Coloca três discos de feltro, um em cima do outro. Na lataria onde o batente do porta-malas encosta na lataria, tem até um círculo indicativo, onde deveria ter uma borracha do Polo europeu que não veio no brasileiro. Põe exatamente ali.

        Isso vai resolver 80% do barulho.

        A tampa também fica quicando, para resolver coloca um outro tipo de feltro pequeno para evitar que a tampa suba com o movimento do carro.

        98% resolvido.

        • Leonardo M. G.

          Feltro daquele pra por nos pés de móveis?

          • Christian Balzano

            isso.

            • Leonardo M. G.

              Já mandei pro meu pai. Vamos testar assim que for possível. Obrigado pela dica!

            • JOSE DO EGITO

              Acho que nas LOJAS MARABRAZ tem esse feltro,e nao precisa levar o numero do chassis do carro

        • cepereira2006

          Putz, que vergonha. Eliminar um mísero círculo de borracha, deixando o carro barulhento. Parabéns a esse raro contador de palito BR. Quero o nome do monstro que fez isso.

          • Christian Balzano

            Isso é uma vergonha mesmo

        • JOSE DO EGITO

          Pera ai, vc pulou estapas do processo para eliminaçao do barulho do tempao.Primeiro vc paga 80.000 no carro depois vc compra 3 discos de feltro coloca um em cima do outro e adere no lugar indicado no porta malas,se nao revolver cem por cento vc ai vc compra um outro tipo de feltro para evitar que a tampa suba ai sim 98% resolvido

          • Christian Balzano

            Peguei Uber Black um Corolla XEI, parecia uma escola de samba de tanto barulho e nheco nheco. Pensei, o cara pagou 100 mil e não tem nem feltro que possa resolver.

    • Eu tive 4 Polos da antiga geração e tive um bom contato com um Polo Highline completo que um amigo comprou a pouco, inclusive com direito a uma viagem curta no modelo. Acaba que a sensação geral de quem teve a geração antiga era a de “esperava mais”.
      Não que o novo Polo não seja um modelo com excelentes predicados, tecnológico, com um motor eficiente e ótimo casamento no conjunto mecânico formado em conjunto com o câmbio de 6 marchas. Mas o nível de acabamento interno realmente ficou a desejar, em especial na escolha de materiais.
      Tudo bem, acho até que é uma tendência de mercado, até modelos médios têm simplificado cada vez mais os tipos de materiais utilizados no acabamento do interior, mas não deixa de haver uma pontinha de decepção quando se entra no carro. A falta dos acabamentos laterais dos bancos da frente, então… quando abri a porta aquilo me saltou aos olhos, me trazendo lembranças imediatas do meu velho fusquinha 1974.
      Um ponto subjetivamente negativo me veio com relação ao design: enquanto o Polo anterior tinha lá sua personalidade própria com relação ao restante da linha VW, esse acaba se rendendo ao imutável Family face da montadora alemã, o qual já remonta a quase uma década de serviços. Cansa, sem dúvidas.
      Quanto ao comportamento dinâmico a sensação também foi um ponto abaixo do que eu esperava. Ao contrário do Polo antigo, que representava bem a escola VW, com suspensão um pouco mais rígida, esse me pareceu bem mais “mole”, fugindo muito da vasta experiência que já tive com outros carros da marca (incluindo Parati, Fox, Gol, Polo e Jetta, além dos velhos fusquinhas). O Polo antigo parecia “vestir” mais o motorista, se é que me entende. Bem, podemos dizer que é uma quebra de paradigmas por parte da montadora, pois sem dúvidas que há um expressivo ganho para o conforto dos ocupantes, até mesmo por conta do espaço interno, muito maior que no modelo antigo.
      Tenho ouvido muitas reclamações a respeito de ruídos de acabamento, tanto de donos de Polo quanto de Virtus. Mas aí eu não vou tecer opinião, é de ouvir dizer, mesmo.

      • Christian Balzano

        O material empregado da antiga geração e a construção de fato é melhor que o atual. Mas como você disse, é uma tendência. O Civic até a nona geração também só teve plástico, nada de soft touch. Deixando de lado os preços praticados — isto é um outro assunto — o Polo na Europa é um carro de entrada, aqui também continua sendo um carro popular com um pouquinho mais de dignidade que um Gol. Mas em sua categoria não existe nenhum carro com soft touch. Então, não entendo a quantidade de queixa com relação aos plásticos. Sendo que até 2016 as pessoas compravam Civic cheio de plásticos e achavam um carrão. O barulho que mais incomoda no novo Polo provem do porta-malas. E sim, existe uma solução caseira para resolver o problema. Deveria ter sido solucionado pela VW? Sim! Ela está se queimando por conta disso. Por um problema besta.

        O novo Polo tem tecnologia que até pouco tempo atrás não existia em carros de categoria superior. E em alguns casos, continua sendo superior.

        Controle de estabilidade e tração, bloqueio eletrônico do diferencial, rigidez estrutural da nova plataforma e acionamento dos freios pós-colisão lhe rendeu 5 estrelas no crash-test. Não temos isso no Argo, nem no Polo antigo, nem em Civic versões de entrada e nem em diversos carros do mercado. Painel TFT presente em carros premium, nem no Corolla tem. Ainda vem com Hill Holder, Tilt-down, Retrovisor Fotocrômico, Sensor de pressão dos Pneus, saída de ar e USB para ocupantes do banco traseiro, GPS integrado no painel, cartão SD, CD player em 2019 dentro do porta-luvas (que é climatizado), pisca nos retrovisores, rodas 17 polegadas Razor, apoio de braço central, bancos de couro sintético native.

        O motor nem se fala. 1.0TSI é mais tecnológico e eficiente que qualquer outra geração do Polo, exceto GTi (raríssimo).

        Se um barulho no porta-malas facilmente resolvido é capaz de queimar a qualidade do carro assim, tem cheiro de inveja.

        • Claro que a análise com relação ao Polo antigo tem que ser relativa. Estamos falando de um carro projetado em 2002 e de outro com projeto recente. Analisando-se o Polo antigo na comparação com seus pares de mercado na época e depois fazendo o mesmo com o atual, sim, há uma muito justificável decepção. Há sim concorrentes com atributos significativos que os permitem brigar em pé de igualdade com o VW. Mas há de se convir que o Polo anterior cobrava por isso, deixando-o pouco competitivo no preço de venda, algo que não acontece com o atual.
          Quanto ao painel soft-touch, nem é esse o caso. O Polo antigo, após sua remodelação em 2007, tinha todo o interior em materiais rígidos. Mas a qualidade visual, a textura, a montagem, os forros de porta… tudo repassava uma sensação de qualidade e refinamento um tanto superior do que a que vemos hoje, distanciando-se do padrão comum do mercado de compactos na época. O padrão adotado hoje acabou igualando o Polo aos carros de entrada, praticamente.
          Eu mesmo não vejo uma justificativa válida para a eliminação dos acabamentos laterais dos bancos dianteiros. Ai foi “economia porca”, mesmo.

          • Verdades sobre o mercado

            Polo anterior tinha preço apenas 10% menor que o Golf 4, um dos limitadores de suas vendas. Só não era pior porque o seguro do Golf limitava as vendas deste, fazendo com que quem gostava de VW optasse pelo Polo.

            • Bom mesmo foi comprar o Polo entre 2012 e o fim de sua linha. Aí sim, o valor veio para dentro do normal.
              Um bom parâmetro: meu primeiro Polo (sedã) foi preto (cor lisa), o de entrada de linha (vinha bem completo, mas devia muito para o comfortline – nem rodas de liga tinha), adquirido em 2008. Ele me custou o mesmo valor que o último Polo (também sedã) que comprei para a esposa em 2012, um comfortline completo i-motion com pintura metálica.

        • Verdades sobre o mercado

          Perfeita análise !

    • Fernando Gabriel

      Mas a maioria das opiniões e críticas ao novo Polo partem de proprietários do mesmo. Creio que não seja necessário alguém gastar 50, 60, 70 mil para confirmar tudo o que dizem sobre o carro, considerando que é propagado por proprietários e pela imprensa especializada.

      • Christian Balzano

        Bom, uma revista aí famosa automotiva fez uma pesquisa de opinião sobre os proprietários mais felizes e eles são donos de Polo e Virtus. Mas vamos lá, se eu disser o nome da revista vão rir e dizer. É matéria paga.

        • Verdades sobre o mercado

          Então foi matéria paga quando Civic e Fit ganharam várias vezes ? A pesquisa é feita pelo Serasa e não pela editora.

    • Tenha mais respeito com os outros leitores. Ninguem lhe perguntou nada sobre golden shower.

      • Verdades sobre o mercado

        Eu acredito que boa parte do que ele falou é válido, só falhou sobre a história do Golden Shower. Tem muita gente que fica malhando o carro (aliás isso acontece com Argo/Cronos, Renegade/Compass e por aí vai) de forma indiscriminada, apenas por não gostar de uma determinada marca e isso não contribui para a discussão, muito pelo contrário só confunde as pessoas. Eu particularmente penso que o NA(assim como outros sites) devia intervir mais nestes casos colocando sua visão sobre estas postagens “haterianas” ou sem base estatística.

        • Murilo Soares de O. Filho

          Argo se continuar a frente do Polo será massacrado, Cronos, ainda não embalou, agora Renegade e Compass, falem bem ou mal, mas estão lá, vendendo bem.

          • Verdades sobre o mercado

            Já tem uns babacas que ficam malhando o Argo mesmo ele atrás do Polo, malham por não gostar da Fiat. Polo estão malhando por problemas de arrefecimento que é um problema de baixa frequência, atinge um % baixo de unidades. Mesmo caso Renegade e Compass, falam sobre problemas elétricos e de não engatar a tração, não é nada generalizado. Raro alguém discutir sobre a economia do Argo, ou sobre a segurança do Polo, agora para malhar tá cheio.

      • Christian Balzano

        Aceito comentários, tenho direito de criticá-los. Assim como criticam o Polo sem conhecer. Sim, tenho o carro. Além de já ter tido pelo menos outros 7 carros.

        Não acho acabamento vergonhoso. Vergonhoso é Onix ser o carro mais vendido do país. E a diferença de preço não é lá essas coisas comparado a versão Activ com Highline. Que não tem o mínimo de segurança, até pouco tempo atrás foi zerado no crash-test. Isso é vergonhoso.

        • Marcelo Ecosta

          Acho que a “ofensa” maior nem foi seu comentário sobre carros, se é que me entende.

          • Christian Balzano

            Sim… Também notei isso..

  • Asdrubal Trombone

    Segundo o artigo, “O Volkswagen Polo hatch era considerado um carro caro e sofisticado demais para os padrões brasileiros”. Discordo! Polo era bem acabado como qualquer VW deveria ser! Forte como um tanque, econômico, seguro barato. Podia custar um pouco mais que o resto mas o benefício valia a pena. Se comparar com os lixos da mesma época, incluindo Fox, Gol, e concorrentes, aí sim ele se destacava mas a VW falhou em ressaltar essas qualidades… só porque não era um projeto brasileiro nem tão rentável como Gol e Fox, a VW aqui no Brasil foi deixando o Polo de lado e convenceu a matriz que o público só queria Fox e Gol. Em 2004 queria comprar um Golf mas desisti pelo preço do seguro. O polo é o carro mais próximo do Golf em todos os sentidos de acabamento, segurança, estilo, etc. mas com um diferencial: o seguro é muito mais baixo.

  • rodrigosr

    Tive um Hatch 1.6 de 2006 a 2012. Carro excelente, bem acabado e otima dirigibilidade. Hoje estou com um TSI. Obvio que o atual é mais moderno e ainda melhor, mas nao traz aquela mesma aura e encanto do primeiro Polo, justamente pela sua pobreza de interior. O barulho do fechamento das portas e principalmente porta malas, nao tem comparação. O Polo atual está muito attas do primeiro nesses itens.

  • EDU

    Caramba e semana passada ainda vi um Gti vermelho a venda no Site Webmotors. E um bom carro pra se comprar usado esses 1.6 mecanicos . I-motion nao

  • Duda Haddad

    Tive um hatch 1.6, 2007. Adorava o carro! Mas a reportagem diz que ele tinha acabamento emborrachado, mas não tinha não. O acabamento era acima da média, mais nao tinha nada de emborrachado!

    • cepereira2006

      Dentro de cada porta objeto havia um tapete de borracha. Isso é raro até nos dia de hoje. Outra coisa rara que havia nos primeiros, como o meu: amortecedor para manter o capô aberto, sem precisar sujar a mão naquela varinha nojenta. Se bobear, nem no Passat tem mais isso. No meu Polo tinha.

      • Duda Haddad

        Isso tinha, mas falar em acabamento emborrachado me pareceu ser o painel e portas. Já o meu, o amortecedor do capô ja tinha sido capado pela VW kkkk

      • Verdades sobre o mercado

        Este amortecedor do capô durou apenas alguns anos (se não me engano foi embora junto com os faróis redondos) e era algo que acabava encarecendo o produto e de baixa usabilidade.

    • Verdades sobre o mercado

      Emborrachado só a partir do Golf.

  • Piston head

    Sei que na infância ficava maluco achando que ia ganhar um Polo sorteado pelo Faustão!!!

    • Verdades sobre o mercado

      Ô loco meu !

  • HugoCT

    Esse Polo foi ou e um otimo carro, mas em 2007 veio o Punto e ai ele virou coadjuvante, apesar de ser bem melhor, porem menos belo.

    • Mais pelo preço cobrado que pelos concorrentes, o Polo sempre foi coadjuvante no mercado. O modelo nunca atingiu patamares de venda mais expressivos.

  • Vitor C

    Eu ainda acho um absurdo a quantidade de projetos bem mais novos hoje sem soldas a laser nas chapas da carroceria, não sei qual a dificuldade…

    • Murilo Soares de O. Filho

      Ainda a grande maioria não utiliza, mas não acho que isso é tão importante, se não já teria espalhado por toda industria automotiva.

      • Vitor C

        Não é algo indispensável, mas além de ajudar bastante na questão do design contribui para estrutura geral do carro.

      • Verdades sobre o mercado

        É um dos fatores que influencia na rigidez torcional da carroceria.

        • Murilo Soares de O. Filho

          Mas não é o principal, como disse aqui, se não o mercado (outras montadoras) já teria acompanhado a muito tempo.

  • Dod 2019 New Era

    O que era um carro bem construído virou na nova geração um emergente de interior deplorável (e sim, já dirigi um Virtus Highline que é a mesma porqueira do Polo em configuração igual). Fora o TSI cachoeira que tem sido o inferno dos proprietários mas a VW segue fingindo demência.

  • Luis Burro

    Mais moderno em todos os sentidos onde se o Fiesta 2002 foi lançado junto com ele?
    Ele era substancialmente mais caro mas ñ me parecia entregar esta diferença em qualidade e equipamentos frente aos outros!

  • Ricardo

    2° Facelift é o mais bonito da “1ª” geração, é o meu, carrinho muito massa!

  • André Coutinho

    Ainda tenho o meu Polo 1.6 2002 guardado na garagem. Meu primeiro carro zero Km. Já passaram outros carros mas o Polo vai sempre ficar aqui.

    • Verdades sobre o mercado

      Na verdade é um 2002/2003. Qual a km dele ?

      • André Coutinho

        Isso mesmo 02/02. Comprei com 6000 km em 2005. Usei ele diariamente ate 2016 e com mais ou menos 135mKm. Ainda uso de vez em quando posso pq gosto de dirigir ele. Nesta data ele está com pouco menos de 140mKm original.

        • Verdades sobre o mercado

          Polo 02/02 só se o primeiro proprietário for a própria VW (carro de frota da fábrica) pois o Polo foi lançado em 2002 já como modelo 2003.

          • André Coutinho

            Coloquei uma foto dele como foto do meu perfil. Vc está correto.

            • Verdades sobre o mercado

              Tive um Confortline 2002/2003 branco. As maçanetas eram pintadas na cor do carro e tinha rodas de liga-leve 15″ e faróis de neblina. Troquei as lanternas do meu pelas lanternas do Sportline (a parte do pisca é branca com a lampada laranja). Um ano depois vendi e comprei um Sportline Preto que me desfiz depois de um ano para trocar de apto. Carro muito bom.

  • André Aranha

    Até posso achar o interior do meu Polo simples, mas quando eu acelero meu carro, essa impressão fica pra trás muito rápido.

    Uma questão de preferência, nem tudo poderia ser perfeito nesse carro. Eu amo a agilidade, performance e desempenho desse carro, eu o chamo de mini Audi!

  • Ricardo

    Comentários sobre acabamento, para variar! Concordo que o acabamento do novo Polo não é lá essas coisas, mas está longe de ser essa M que cornetam!

    • Thiago

      É modinha falar mal do acabamento do Polo, se não falar o cara não sabe de nada… É ruim? É. É tão ruim que mereça essa enxurrada de críticas? Não. Justamente pelo carro ser superior em praticamente tudo em relação à concorrência que o acabamento é tão criticado. P.S.: não tenho um Polo, mas conheço bem o carro por pessoas próximas.

      • Murilo Soares de O. Filho

        Não acho que seja modinha não, se esse modelo com 10 anos no mercado, provar que era tão bom quanto o anterior, aí sim tiro o chapéu, pois realmente pelo pouco tempo de mercado, há muitas críticas sim.

        • Thiago

          Eu mesmo falei que o acabamento é ruim. Daqui a dez anos não será melhor. É o senão do carro, melhor ou igual em todo o resto face a concorrência
          O modelo anterior tinha acabamento melhor? Parece que sim. Mas não se destacava mecanicamente nem em segurança como o atual. Cada um escolhe o que é mais importante pra si e faz o que quiser com seu dinheiro. Mas continuo achando que falam tão mal do acabamento não por ser deplorável, mas por ser o único senão significativo do modelo.

      • Ricardo

        Preferem acabamento visualmente bonitinho mas mal montado.

        • Verdades sobre o mercado

          e com menos segurança…

    • Alexandro Vieira Lopes

      tenho um virtus highline, e as pessoas q entram nele, nem veem o acabamento ruim, somente o painel digital (com a mapa no centro), central multimidia e o ar digital e elogiam o carro.

      • Murilo Soares de O. Filho

        Par vc ver como o Brasileiro não presta atenção, só acho que pelo preço, o acabamento é bem medíocre sim…mas também não é o fim do mundo, cada um sabe que está comprando.

      • Ricardo

        Sim, o único problema é a porta traseira mesmo.

      • Ricardo

        As vezes um detalhe faz toda a diferença, assim como no Polo anterior, com o rádio original da VW e AC Climatronic a cara do painel muda totalmente.

  • Ricardo

    Hoje em dia a maioria dos carros o acabamento é um lixo, com exceções de 90 mil para cima e versões mais top de 60 mil, por exemplo, o 208 básico o acabamento é um lixo, Creta então, pqp, q M.

  • Fabão Rocky

    Sei q mtos não vão gostar, mas sinceramente nunca vi nada de refinado no Polo. Só tinha porte um pouco maior perante os outros compactos.

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