Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

O Prisma 2010 estreou o motor 1.0 VHC-E, visto que desde o lançamento em 2006, o sedã compacto da Chevrolet sempre teve unicamente o motor 1.4 como propulsor, visto haver o Corsa Classic 1.0.


Com a nova opção, a gama de versões dobrou, representadas pela Joy e Maxx, ambas com os dois propulsores. Muito antes de Chevrolet Onix e Chevrolet Onix Plus, o compacto já se destacava no cenário nacional.

Feito em Gravataí-RS, o Prisma era irmão do Celta, sendo ambos desenvolvidos sobre a plataforma 4200 da GM, que deu origem à segunda geração do Opel Corsa. Contudo, ela foi simplificada ao máximo para reduzir custos e aumentar o lucro.

Tal como o hatch, o Chevrolet Prisma de primeira geração era bem pobre em segurança, conforto e conteúdo, sendo um carro extremamente básico, na melhor definição de carro popular.

Bem inferior aos Corsa e Corsa Sedan, de geração semelhante ao da Opel na Europa, a dupla de entrada sofria com a economia feita pela Chevrolet, mas era o suficiente para muitos consumidores de poder aquisitivo menor.

Assim, o Prisma 2010 foi a escolha para muitos que buscavam mais um transporte para a família que um carro verdadeiramente bom em todos os aspectos. Ele ainda ganhou dois porta-objetos novos colocados no console central.

Tendo opção de direção hidráulica, ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, calotas, conta-giros, vidros verdes, entre outros, era bem limpo em equipamento e vários itens eram vendidos como acessórios nas revendas.

Oferecendo pouco espaço interno, tinha também um porta-malas pequeno, com 439 litros apenas. Medindo 4,12 m de comprimento, 1,64 m de largura e 2,44 m de entre-eixos, era apenas um pouco maior que o Classic.

Essa geração do Prisma foi substituída em 2013 com a chegada de um sedã compacto maior e com mais espaço, que trazia atualizações na mecânica, ambas as mesmas do antigo, porém, mais potentes.

O segundo Prisma incluiu ainda o câmbio automático de seis marchas, assim como a multimídia MyLink, que depois trouxe Google Android Auto e Apple CarPlay, assim como OnStar.

Criticado ainda em segurança, o segundo Prisma foi substituído pelo Onix Plus, um sedã ainda maior e com nível de proteção elevado, com seis airbags e controles de tração e estabilidade.

Adicionou internet 4G com Wi-Fi e até estacionamento automático, algo impensável num carro compacto. Nesse caso, a GM foi bem ousada, tornando a chamada terceira geração do Prisma num carro bem sofisticado para sua proposta.

O Prisma também chegou com uma proposta de SUV conceitual, vista no Salão do Automóvel de 2006, chamado Prisma Y, mas que nunca chegou à linha de montagem. Teria sido um rival forte para o primeiro Ford EcoSport, certamente.

Ele tinha um aspecto interessante, mantendo parte do estilo do Prisma, mas com suspensão mais alta e traseira alongada, tendo vigias nas laterais e colunas C destacadas. Era um misto de minivan e crossover, mas não lembrando a Spin.

Despojado, o Prisma não fora projetado para ter airbag duplo e nem freios com ABS, sendo um produto de extremo baixo custo, que não sobreviveria após 2013, ano em que estes equipamentos foram desenvolvidos.

Ele aproveitava parte da carroceria do Celta, especialmente as quatro portas e a frente, tendo todo o resto exclusivo. Era visualmente mais moderno que o Classic, visto que este era um modelo retrô dos anos 90.

Na estratégia da GM, a gama de sedãs deveria ter um produto de acesso, com um segundo intermediário. Isso era composto pelo Classic na base e o Prisma logo acima. Contudo, ainda havia o Corsa Sedan e o Astra.

Estes atuavam como sedãs compacto e médio, mas com o Vectra sendo o modelo principal na linha nacional. Houve ainda o Malibu e o Omega australiano, totalizando assim nada menos que sete sedãs no portfólio da Chevrolet.

Com o tempo, a GM reduziu para Classic, Prisma, Cobalt e Cruze. O primeiro recebeu uma atualização que o fez parecer o Prisma 2010, embora este deveras tenha sido inspirado na atualização do Corsa Sedan dos anos 90 em outros países.

O Classic só saiu de linha em 2017, embora ainda fosse produzido nos países vizinhos, ficando o segundo Prisma com visual antigo sendo vendido como Joy, enquanto a atualização se manteve no topo, com Cobalt e Cruze.

O Celta passou de 2013, adicionando freios ABS e airbag duplo, num esforço inútil da GM, visto que saíra de linha em abril de 2015, quase três anos em relação ao Prisma, que deixou de ser feito em outubro de 2012 para a entrada do novo.

Prisma 2010 – detalhes

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

O Prisma 2010 tinha um visual muito parecido com o Celta, tendo faróis amendoados com lente simples, incluindo lanterna e repetidores de direção. A grade horizontal tinha uma barra cromada com o logotipo da Chevrolet ao centro.

O para-choque tinha grade central e duas falsas nas laterais, além de pequenas molduras nas extremidades que servem para faróis de neblina, vendidos como acessórios na rede Chevrolet.

Nas laterais, as maçanetas e os retrovisores eram pretos, mas na versão Maxx, eram na cor do carro. As rodas eram de aço com calotas diferenciadas entre as duas versões, tendo ainda pequenos adesivos com nomes Joy e Maxx estampados.

No teto, antena pouco pronunciada e molduras nas calhas de chuva. Atrás, o vidro tinha desembaçador elétrico e as janelas das portas não tinham quebra-ventos falsos.

As lanternas eram triangulares e bem avançadas nas laterais, com tampa do porta-malas bem vincada, tendo ainda logotipo da Chevrolet e o nome do modelo. O Prisma 2010 tinha para-choque liso e com suporte de placa.

Por dentro, o sedã compacto da GM tinha um painel extremamente simples, dotado de difusores de ar circulares, ar-condicionado manual e espaço para um rádio 1din, que era vendido na rede Chevrolet e da marca Positron.

O porta-luvas era pequeno, enquanto o cluster tinha instrumentação analógica com conta-giros e velocímetro grandes, mais temperatura da água e nível de combustível, além de displays com relógio digital e hodômetros.

Extremamente básico, o Prisma tinha acabamento geral em plástico duro de cor preta, enquanto as portas tinham puxadores e apoios de braço simples, com botões dos vidros elétricos dianteiros em satélites no revestimento da porta.

Os vidros traseiros eram sempre manuais, assim como os retrovisores externos. O travamento elétrico era feito na fechadura, mas era possível adquirir uma chave com telecomando para abertura remota.

Os bancos eram em tecido bem simples, com padronagem diferente na versão Maxx, além de banco traseiro rebatível para ampliação do porta-malas, embora fosse inteiriço. Não havia ajuste de altura para coluna de direção ou banco do condutor.

Com vidros verdes e para-brisa, o Prisma 2010 só tinha luz interna no teto e retrovisor interno dia e noite, além de para-sois com espelho apenas no lado direito (Maxx). Havia ainda quatro apoios de cabeça e cintos de 3 pontos só nas laterais.

Não havia opção alguma de freios com ABS ou mesmo airbag duplo, o que tornaria impossível vendê-lo após 2013. Ele ganhara ainda um porta-copos no console central e apenas isso no habitáculo. O quinto cinto era subabdominal.

Simples, ele ainda tinha travas de segurança na porta traseira, mas não nos vidros, já que eram manuais. Já o porta-malas tinha forração nas laterais e no assoalho, contendo 439 litros e com iluminação. O estepe ficava sob o carpete.

Prisma 2010 – versões

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

O Prisma 2010 ganhou o motor 1.0 e assim dobrou as opções do sedã no mercado nacional, visto que ele era oferecido apenas com motor 1.4 e nas versões Joy e Maxx.

Assim, ficou o Joy tanto 1.0 quanto 1.4, sendo da mesma forma os Maxx 1.0 ou Maxx 1.4, ambos compartilhando os mesmos equipamentos, com pouco diferença entre as motorizações.

  • Chevrolet Prisma Joy 1.0 MT
  • Chevrolet Prisma Joy 1.4 MT
  • Chevrolet Prisma Maxx 1.0 MT
  • Chevrolet Prisma Maxx 1.4 MT

Equipamentos

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

Chevrolet Prisma Joy 1.0 MT – Motor 1.0 e câmbio manual de cinco marchas, mais rodas de aço aro 14 polegadas, calotas integrais, pneus 175/65 R14, para-choques na cor do carro, retrovisores e maçanetas pretos, vidros verdes, para-brisa degradê, vidros manuais, travas manuais, retrovisores externos com controle interno, retrovisor interno dia e noite, bancos em tecido, cluster com conta-giros, ar quente, protetor de cárter, relógio digital, brake-light, banco traseiro rebatível, cintos de segurança de 3 pontos nas laterais, cinto traseiro central subabdominal, desembaçador do vidro traseiro, ventilador com 3 velocidades, luz interna, entre outros.

Chevrolet Prisma Joy 1.4 MT – Itens acima, mais motor 1.4 litro e porta-copos no console central.

Chevrolet Prisma Maxx 1.0 MT – Itens do Joy 1.0, mais direção hidráulica, ar-condicionado, vidros dianteiros com acionamento elétrico, travamento central elétrico, bancos com padronagem diferenciada, preparação para som com 4 alto-falantes, volante acolchoado, alarme, calotas exclusivas, porta-copos no console central, retrovisores na cor do carro, entre outros.

Chevrolet Prisma Maxx 1.4 MT – Itens acima, mais motor 1.4 litro.

Preços

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

O Prisma 2010 tinha preços competitivos na época, o que o fez vender 131 mil unidades de 2006 até 2009, embora nunca tenha chegado perto do Celta com seu 1,5 milhão vendido no mercado nacional.

Começando pouco acima dos R$ 27 mil, ele impunha uma boa diferença entre as motorizações 1.0 e 1.4, o que não valia muito a pena em termos econômicos, dado os consumos serem parecidos.

A diferença de quase R$ 6.000 entre as versões Joy e Maxx também não valia a pena, visto que muitos dos itens oferecidos na última eram opcionais, o que elevava ainda mais o preço do Prisma 2010.

  • Chevrolet Prisma Joy 1.0 MT – R$ 27.686
  • Chevrolet Prisma Joy 1.4 MT – R$ 30.741
  • Chevrolet Prisma Maxx 1.0 MT – R$ 33.334
  • Chevrolet Prisma Maxx 1.4 MT – R$ 37.345

Prisma 2010 – motor

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

O Prisma 2010 vinha com dois motores da Família I da General Motors, sendo eles de uma das várias atualizações da montadora para essa linha de propulsores, que chegou ao Brasil em 1994 com o Corsa.

O propulsor é uma versão menor do Família II, o motor que chegou aqui em 1983 com o Monza, sendo ambos desenvolvidos pela Opel a pedido da General Motors. Ele estreou no Corsa de primeira geração.

Com bloco de ferro fundido e quatro cilindros em linha, o propulsor Família I ganhou atualização VHC-E no caso do motor 1.0 e Econo.Flex no 1.4, sendo ambos com soluções diferentes, que só seriam unificadas no SPE/4.

O VHC-E é uma atualização de outra feita anos antes no antigo motor OHC 1.0 da Família I, que teve duas versões na década de 1990, uma com 8V e outra 16V. Para o Celta, ele virou VHC.

As modificações tornaram o motor mais econômico e com menor emissão, tendo este cabeçote com duas válvulas por cilindro e comando único sem variação, acionado por correia dentada.

Com injeção multiponto sequencial e sistema flex com partida a frio com tanquinho para gasolina na partida a frio com álcool, o VHC-E 1.0 entregava 77 cavalos na gasolina e 78 cavalos no etanol, ambos a 6.400 rpm.

O motor tinha ainda 9,5 kgfm na gasolina e 9,7 kgfm no etanol, ambos a 5.200 rpm. O câmbio era sempre manual com cinco velocidades, sendo este o F15-5 CR, uma caixa mecânica mais antiga.

Já o Econo.Flex 1.4 era mais moderno, tendo recebido inclusive um comando roletado no cabeçote, mas conservando características técnicas parecidas com o irmão menor.

Mas, ele recebeu mudanças, tais como coletor de admissão de plástico e novo módulo de controle eletrônico (ECM), reduzindo assim o peso do conjunto e do veículo como um todo. Ganhou ainda acelerador eletrônico “drive-by-wire”.

Também com oito válvulas, tinha 1.389 cm3 e taxa de compressão de 12,4:1, entregando assim 95 cavalos no derivado de petróleo e 97 cavalos no combustível vegetal, obtidos a 6.000 rpm.

Os torques eram de 13,2 kgfm no primeiro e 13,7 kgfm no segundo, ambos a 2.800 rpm, fruto do trabalho feito no Econo.Flex, garantindo assim boa resposta em baixa rotação, diferente do 1.0 VHC-E.

O câmbio também era manual de cinco marchas, não tendo opção automática ou automatizada no Prisma 2010, que até poucos anos antes, só dispunha de versão com este propulsor. Essa caixa era a moderna F17 Minus HR.

Desempenho

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

O Prisma 2010 tinha um desempenho adequado para sua proposta, sendo mais fraco na versão 1.0, que precisa de pouco mais de 14 segundos, mas passando pouco de 160 km/h.

Já no 1.4, o desempenho do sedã era melhor, indo de 0 a 100 km/h em menos de 11 segundos e com máxima acima de 180 km/h, algo realmente impressionante para um carro tão simples.

Com dois motores pequenos, o Prisma 2010 não podia ter um conjunto melhor, dado seu peso reduzido de menos de uma tonelada, chegando a ser mais leve no motor maior, com exatos 905 kg. Já o 1.0 pesava 921 kg.

Também com transmissão de engates mais curtos, ele permitia uma boa saída no 1.4, mas com relações mais longas no 1.0 para priorizar a economia, que era razoável para sua missão.

  • Chevrolet Prisma 1.0 MT – 14,3 segundos e 164 km/h
  • Chevrolet Prisma 1.4 MT – 10,9 segundos e 182 km/h

Consumo

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

No consumo, o Prisma 2010 era ruim na cidade e razoável na estrada, sendo que no primeiro caso, com etanol, ele fazia em média 7,5 km/l no 1.0 e 7 km/l no 1.4, ambos na cidade.

No caso da gasolina, o Prisma 1.0 faz mais de 11 km/l no circuito urbano, enquanto na estrada fazia mais de 13 km/l. Para seu porte e peso, um resultado bem aquém do esperado, ainda mais por ser um carro com motor pequeno.

Já no 1.4, o sedã popular da Chevrolet fazia mais de 10 km/l na cidade e mais de 13 km/l na estrada, ambos com gasolina. Em relação ao etanol na estrada, o 1.0 permitia mais de 9 km/l, enquanto o 1.4 ficava pouco abaixo disso.

Com motores de conceção antiga, o Prisma 2010 não tinha mesmo como ter um resultado bom em economia, mesmo sendo um carro leve e com boa aerodinâmica, com coeficiente de 0,31 de cx, por exemplo.

  • Chevrolet Prisma 1.0 MT – 7,5/9,1 km/l e 11,2/13,1 km/l
  • Chevrolet Prisma 1.4 MT – 7,0/8,8 km/l e 10,4/13,2 km/l

Prisma 2010- manutenção e revisão

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

A rede Chevrolet faz serviços de manutenção do Prisma 2010 com inspeção de itens de direção, suspensão e freios, assim como substituição de itens de desgaste natural, como pastilhas de freio, discos de freio, lonas de freio e pivôs de direção.

Também são trocadas as buchas de suspensão, rolamentos de roda, batentes das torres, molas, amortecedores, coxins de motor e câmbio, pneus, alinhamento, balanceamento, cambagem, funilaria, pintura, instalação de acessórios, entre outros.

Nas concessionárias da GM, também estão presentes serviços de higienização, limpeza de ar-condicionado, tratamento de estofados, entre outros. Também são feitos atendimentos para recall com agendamento prévio.

Nas revisões do Prisma 2010, o custo das paradas até 60.000 km é de R$ 3.700, sendo que a mais cara é a de 50.000 km. Essas revisões são feitas sempre a cada 10.000 km ou 12 meses, o que acontecer primeiro.

Os serviços incluem troca de óleo lubrificante do motor, filtro de óleo, filtro de ar, velas, correia em V, fluido de freio, líquido de refrigeração, correia dentada, filtro de ar-condicionado (se tiver), entre outros.

Há também, fora da revisão programada, troca de palhetas de limpadores de para-brisa, adição de grafite nos vidros, substituição da água do lavador de para-brisa, lavagem geral, aplicação de desembaçante químico nos vidros, etc.

Revisão10.000 km20.000 km30.000 km40.000 km50.000 km60.000 kmTotal
1.0R$ 256,00R$ 608,00R$ 692,00R$ 500,00R$ 908,00R$ 736,00R$ 3.700,00
1.4R$ 256,00R$ 608,00R$ 692,00R$ 500,00R$ 908,00R$ 736,00R$ 3.700,00

Prisma 2010 – ficha técnica

Prisma 2010: detalhes, motor, consumo, revisão, versões, preços

Motor1.01.4
Tipo
Número de cilindros4 em linha4 em linha
Cilindrada em cm39991389
Válvulas88
Taxa de compressão12,6:112,4:1
Injeção eletrônicaIndiretaIndireta
Potência máxima77/78 a 6.400 rpm (gasolina/etanol)95/97 cv a 6.000 rpm (gasolina/etanol)
Torque máximo9,5/9,7 kgfm a 5.200 rpm (gasolina/etanol)13,2/13,7 kgfm a 2.800 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão
TipoManual de 5 marchasManual de 5 marchas
Tração
TipoDianteiraDianteira
Direção
TipoHidráulicaHidráulica
Freios
TipoDiscos dianteiros e tambores traseirosDiscos dianteiros e tambores traseiros
Suspensão
DianteiraMcPhersonMcPherson
TraseiraEixo de torçãoEixo de torção
Rodas e Pneus
RodasAço 14 polegadasAço aro 14 polegadas
Pneus175/65 R14175/65 R14
Dimensões
Comprimento (mm)4.1274.127
Largura (mm)1.6451.645
Altura (mm)1.4631.463
Entre eixos (mm)2.4432.443
Capacidades
Porta-malas (L)439439
Tanque de combustível (L)5454
Carga (Kg)440470
Peso em ordem de marcha (Kg) 921 905
Coeficiente aerodinâmico (cx)0,310,31

Prisma 2010 – fotos

https://www.youtube.com/watch?v=Pdkd1-gmMC0

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 25 anos. Há 14 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações.