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Projeção: Fiat Argo Abarth poderia ter motor Firefly 1.3 Turbo?

fiat argo abarth project 1 - Projeção: Fiat Argo Abarth poderia ter motor Firefly 1.3 Turbo?

Durante o lançamento do novo motor Firefly, engenheiros da Fiat mencionaram que os propulsores apresentados poderiam receber futuramente turbocompressor. O mesmo chegou a ser divulgado oficialmente pela FPT (Fiat Powertrain Technologies) no caso do motor E.torQ, mas este até o momento não recebeu qualquer melhoramento nesse sentido, tendo apenas o pacote Evo, mas ainda aspirado e Flex.


Já em relação ao Firefly, as possibilidades são maiores por conta da redução de consumo que a Fiat terá de cumprir nos próximos anos. De acordo com a AEA (Associação de Engenharia Automotiva), o Rota 2030 contempla meta de redução de até 12% nos próximos cinco anos. Ou seja, o mesmo patamar exigido pelo Inovar-Auto, que sai de cena no dia 31 de dezembro.

Para cumprir a meta atual, a Fiat lançou o Firefly, mas não sozinho. Um pacote de dispositivos e componentes foi adicionado aos modelos, a fim de ir baixando a média e compensar a gama de motores mais poluentes. Dessa forma, itens como Start&Stop, pneus de baixa resistência à rolagem, direção elétrica, alternador com recuperação de energia, proteção da bateria contra descarregamento, entre outros, foram adicionados aos produtos.

fiat argo abarth project 2 - Projeção: Fiat Argo Abarth poderia ter motor Firefly 1.3 Turbo?


O próximo passo, porém, deverá ser mais intenso em termos de investimento. A Fiat revelou que gastou R$ 1 bilhão em tecnologias para reduzir consumo e emissão, mas a partir de 2018, deverá gastar um volume igualmente considerável para cumprir a nova meta. Aliás, ela e as demais montadoras. Nesse caso, o motor Firefly Turbo aparece como uma alternativa interessante, que não só deve trazer mais economia, mas também a performance devida pelo atual E.torQ.

Neste cenário devidamente turbinado, seria um possível Fiat Argo Abarth? A marca italiana é puramente emocional e a versão HGT atual é mais uma prova de que uma proposta esportiva sempre vai existir em seu lineup. Nessa projeção de Kleber Silva, o novo hatch da Fiat aparece com visual devidamente apropriado para a ocasião, empregando um para-choque mais radical e com faróis de neblina elevados, bem como spoilers obrigatórios e grades estilizadas.

Com teto e retrovisores em preto brilhante, bem como calçados com rodas esportivas aro 18 polegadas, mais para-choque traseiro exclusivo com difusor de ar e duas saídas de escape especiais, o Fiat Argo Abarth teria ainda um defletor de ar no teto em preto brilhante para fechar o pacote, que não poderia deixar de ostentar o escorpião.

Mas e sob o capô? A sugestão seria o Firefly 1.3 Turbo com injeção direta e 4 válvulas por cilindro, entregando até uns 170 cv e devidamente equipado com caixa manual de seis marchas. Ele provocaria alguém? Sim, um eventual Renault Sandero R.S. 1.3 TCe Flex com cavalaria semelhante. Nesse quebra pau, entraria também o VW Polo GTI numa proposta de 150 cv do 1.4 TSI. Isso se o GTS tivesse o 1.0 TSI com câmbio manual. De qualquer forma, a treta estaria feita com esses três colocados em uma pista. O que você acha?

[Projeção: Kleber Silva]

 

 

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  • Guilherme Couto

    Já deveria ter sido lançado com motores turbo.

    • George

      Concordo totalmente. Essa coisa de ficar requentando motor…. infelizmente o consumidor não quer saber disso

      • Guilherme Couto

        Consumidor comum tem medo de tecnologia.

        • George

          Também tem preguiça de seguir as revisões da maneira correta.
          “Mas meu carro anterior eu levava no X e ele arrumava tudo lá.”… .

          • Guilherme Couto

            Os mecânicos não se atualizam. E muitas vezes economia é mãe de porcaria.

    • Isaac Ferreira Santo

      Exatamente

    • leandro

      Na estratégia da FCA esse motor seria mais importante ainda no Renegade…

      • beto

        É o que falta pro carro ser “perfeito”.

    • Razzo

      E injeção direta.

  • millemiglia

    Só um pequeno detalhe: Karl Albert Abarth, que se naturalizou italiano e mudou o nome para Carlo Alberto Abarth, era austríaco e não alemão. Ele nasceu em Viena.

  • Robert Dniro

    Esses motores turbo aqui na Banania já virou piada, até agora apenas a VW, o restante é tudo importado, falam que é por causa do brasileiro ser conservador, só papo furado a maioria das montadoras não querem é investir aqui e ficam arrumando desculpa.

    • Costarlc

      Mas a VW está utilizando seus motores em vários modelos, o que acaba viabilizando no volume. Lançar um Argo com um motor turbo importado é colocar o preço entre 90 e 100 mil. A racionalidade não vai deixar gerar volume, pois, quem gosta e curte não tem dinheiro e quem tem dinheiro não vai andar de Argo…

      • Robert Dniro

        E a Fiat, Ford, GM não poderiam fazer o mesmo? Estou falando em fabricar o motor aqui e utilizalos em toda linha, a esqueci é Brasisiu, as montadoras gostam de pensamentos como o seu.

        • Tochio

          Penso o mesmo a tempos !!

        • SDS SP

          Fica calmo que GM e Fiat vão trazer seus propulsores turbo. Na GM tem codinome de CSS Family cujo desenvolvimento está sendo liderado pela Coreia. Os Fiats terão os GSE turboalimentados.

          A PSA também irá trazer o EB2 turbo e aspirado (este último atualmente é importado).

          • Aaron Ramos

            Fonte?

            • SDS SP

              By me. Trabalho em um fornecedor das montadoras.

      • ricmoriah

        esse motor até poderia ser usado pelo trio pernambucano, mas a questão seria a recepção do público, especialmente no caso da Toro. Se houver maquiagem de cilindrada, como ocorreu em certas marcas, poderia passar como 1.4 Turbo. aí já muda de figura…

        • Guilherme Couto

          Podia usar o tjet mesmo.
          Trocava aquele coletor que vive trincando e resolvia outros problemas tb.
          Um remap leve e virava algo competitivo (que deveria aposentar o 1.8 etorq)

          • Marcelo Henrique

            O que foi o Robert Dniro disse foi para fabricar aqui no Brasil.
            Só a título de comparação, nenhum motor turbinado Fiat vendido no Brasil foi nacional.
            Nem mesmo o Tjet, Uno Turbo, Fivetech ou Tempra turbo. Todos esses eram italianos.
            Até mesmo o motor Fire 16v era importado da Europa.
            Para ver como os fabricantes tem um sempre um medo enorme em fabricar algo diferente no Brasil.

            Em contrapartida, os Chevrolets 16v de fabricação nacional eram vendidos para o mundo todo. Tinha até um motor 2.0 16v turbo para o Opel Astra OPC.

            • Guilherme Couto

              Sim, eu não descreditei a mensagem dele. Só quis dizer que seria mais justo manter o motor em linha, ante a manter esse 1.8

        • TijucaBH

          Certas marcas no caso é a propria Fiat. Lembro que o Palio 1.3 era na verdade 1.25 é o Etorq 1.8 é 1.75…

        • Costarlc

          O 1.4 Turbo era importado e caro, assim como tiveram relatos de problemas e trincas, além disso, tinha um consumo elevado. Na verdade a Fiat possui tecnologia para ter um motor decente, mas a comodidade de vender produtos defasados no Brasil e estar sempre entre as três primeiras posições em venda, remetem a esse conceito de produtos medianos. Infelizmente.

          • Luciano RC

            O 1.4 Turbo do T-Jet nunca foi referencia. Era um motor ruim, que dava problemas e não rendia o quanto se esperava. Consumia muito e não era tudo isso que se esperava dele. Por isso a Fiat deve investir num 1.3 Turbo completamente novo.

            • Bryan Silva

              O T-Jet tinha uma coisa chata: turbolag. Mas o grande problema foi o fato da Fiat usar peças de baixa qualidade, como aquela junta do cabeçote que vivia vazando. Salvo esse detalhe, por exemplo, o carro tinha um rendimento bacana, mas se tivesse mais 30cv, certamente, seria um brinquedo bem empolgante.

              • Luciano RC

                Era um motor antigo e problemático. Problema com mangueiras e no turbo era comum. Um motor velho, com rendimento velho. Uma pena, pois ele poderia ter feito muito bem a alguns modelos da Fiat. Ela preferiu usa-lo como esportivo do que como eficiente.

    • Apopololo

      Até um certo ponto é verdade, o que eu tenho de parente que diz que nunca compraria um carro com motor 1.0 turbo ou 1.4/1.5/1.6 turbo é de monte, eles realmente acham que turbo literalmente não presta para nada.

      • Luciano RC

        Tenho certeza que o Cruze vende mal em algumas regiões por causa do 1.4 Turbo. Infelizmente não estamos preparados para eliminar os motores aspirados.

  • th!nk.t4nk

    Ficaria muito legal. Poderiam criar uma versao de menor potência (~120 cv) visando economia, e outra mais forte (~150 cv) pros modelos de topo. Acho bobagem querer extrair uma cavalaria exagerada, só serviria como marketing e poderia colocar a durabilidade em risco.

  • oloko

    Capaz de a fiat lançar um argo SRT4 ou R/T com kit de personalização da mopar

    • Danilo

      Haaa, duvido muito, pra colocar um “simples” turbo já ta uma história, imagina preparação pela mopar.

      • oloko

        Na real eu estava sendo sarcástico kkkkk, porque um argo com kit da mopar é um sacrilégio e duvido muito a fiat lançar algo como SRT4 muito menos R/T kkkkk, e de fato, um turbinado já seria bastante

        • Guilherme Couto

          Srt4 pra Fiat é abreviação de sporting

    • Robinho

      quem dera…

  • Bruno Silva

    Esse negócio de Turbo só em versão esportiva não cola mais. Passou da hora desses motores fazerem parte da gama normal.

    • Luciano RC

      Alguns modelos já tem… o problema é o mercado aceitar. Pode ter certeza que o Cruze não vende melhor por causa do motor. Se fosse um 2.0 Aspirado, ele poderia vender mais.
      A Honda lançou o Civic com o 2.0 e o 1.5 só na top para analisar esse mercado e ir com calma. Mas em breve ela deve ir ampliando o 1.5 e matando o 2.0, até o consumidor se acostumar de vez.

  • Joaquim Grillo

    Na boa o 1.8 com start-stop tá economico pra pourra poderiam colocar um turbo no 1.8 mesmo assim na aceleração compensaria economia no start-stop

    rsssss

    • Luciano RC

      O 1.8 já é defasado perto do que temos no mercado.

      • Joaquim Grillo

        porém o baixo custo de manutenção é um aliado da classe pobre

        • Luciano RC

          1.8 de manutenção barata era o Familia I Chevrolet usado antes. Aquele motor usa a mesma correia dentada do 1.0, tinha bom torque em baixa e qualquer lugar tem peças e quem entenda. Esse E-Torq ainda é mais fácil que os novos.

          • Joaquim Grillo

            o etorg não tem correia dentada ja saiu na frente do 1.8 gm

            • Luciano RC

              Ter ou não ter não muda nada… pra mim é igual, se feita a manutenção. Trocar a Correia Dentada custa muito barato.

  • Robinho

    que carro lindo !!!

    • Basil Sandhurst

      Dianteira pero no mucho, já a traseira realmente ficou muito interessante.
      Abs

      • Robinho

        pra vc ver como gosto é diferente – eu ja curti mais a dianteira…rsrsr

  • Basil Sandhurst

    Vendo o espaço disponível no cofre do motor, eu sonho mesmo é com um enorme tigershark 2.4 aspirado ali dentro, abrindo uma cavalaria de 186 cv. Sonhar é de graça! rsrsrs
    Abs

    • Guilherme Couto

      ainda faria mais sentido que o hgt ter o mesmo motor do precision.
      Que é algo dificil de entender nas montadoras na Banania.
      Mudam o acerto do cambio e da suspensão, n fazem nada no motor e chamam de “esportivo”.
      Os sporting deveriam ter motores mais fortes pra justificar o titulo.

  • Filipo

    Eu acho que aro 18 para tal versão neste veículo, com motor que não chegará nem aos 180 cv, é exagerado. Seria manolagem de fábrica!
    Só agora, na atual geração de Clio RS e Polo GTi, por exemplo, em que os hot hatches alcançaram ou ultrapassaram os 200 cv, que têm como opção, pela primeira vez, rodas de aro 18.
    Portanto, rodas de R17 seriam as mais indicadas.
    Mas fico pensando: se atualmente a versão HGT do Argo já ultrapassa os R$ 70.000,00, quanto custaria uma versão esportiva de verdade? E quem pagaria tanto num Fiat?

    • Debraido

      O mesmo publico que comprava Punto T-Jet, que compra Golf GTI, Sandero RS, etc..
      É carro de prateleira para os aficionados. Tem que existir, isso ajuda nas vendas.

      • Eduardo

        Ajuda na imagem da empresa!

      • Filipo

        Você não quer comparar o GTi a uma possível versão “Abarth” deste carro, quer?

        • Debraido

          Não meu caro “volksmaniaco”, aprenda a interpretar texto e entenderá que estamos falando do perfil do consumidor que compra versões esportivas de carros de passeio. E não dos carros em si.
          É um público pequeno (os que realmente compram, não os que sonham), mas existe e ajuda bastante na imagem da marca.

    • CanalhaRS

      “Mas fico pensando: se atualmente a versão HGT do Argo já ultrapassa os R$ 70.000,00, quanto custaria uma versão esportiva de verdade? E quem pagaria tanto num Fiat?”
      Concordo contigo. Acho que encostaria nos R$ 100 mil e venderia pouquíssimo. Totalmente inviável.

      • Guilherme Couto

        Inviável ou não, acabaria sendo lançada pra fazer cena no nicho.
        O prejuízo dessa versão seria repassado em forma de aumento nas outras versões.

        • Luciano RC

          E com certeza um carro de imagem. Acha que a VW se importa de vender o Golf GTi? Mas vende para mostrar que tem o modelo e sua capacidade.

  • Alexandro Henrico von Mann

    Err, Abarth era austríaco. ;)

  • Rogério R.

    É impressão minha ou essa projeção teve inspiração nos carros da Renault Sport.

  • Isaac Ferreira Santo

    Sabe o que irrita? Lançam o carro com motor abaixo do que deveria só pra dois anos depois lançar e assim quem comprar agora ficar com carro defasado e correr pra trocar

    • Luciano RC

      Fiat fez isso com o Mobi… lançou com o 1.0 de 4 cilindros e menos de 1 ano lançou o motor novo. Nunca entendi por que não esperou e lançou tudo junto.

  • Jean Lehn

    Esse carro nao tem jeito , nasceu torto, ja precisando de facelift um erro !

    • beto

      Um carro recém lançado que caminha para se consolidar entre os 10 mais vendidos não nasceu torto nem precisa de facelist.

  • Razzo

    “A sugestão seria o Firefly 1.3 Turbo com injeção direta e 4 válvulas por cilindro, entregando até uns 170 cv”

    –> Aí sim um motor decente.

    • Guilherme Couto

      No argo seria bem interessante!
      Carro já é bonito, só falta esse motor.
      Na toro é capaz de entrar com 140 cv pra n canibalizar o 2.4 (se bem que podiam matar o 2.4 tbm, entregando o 1.3 com 140 e 170cv, resolveriam o consumo do carro tranquilamente).
      No renegade viria potencia parecida.
      Esse motor é previsto pra 2019, e conhecendo a fiat, vai manter os carros com os motores atuais e novos convivendo juntos, como fez com o Mobi.

      • Luciano RC

        Ele teria que entrar até no Compass… já que teria mais potencia que o 2.0 atual.

        Porém não sei se o mercado está preparado para ter picape e SUV médio com motor turbo.

  • Mario

    Não acredito na versão Abarth, não pela falta do motor turbo, mas principalmente, porque o argo só é vendido na América ‘latrina’ e os Abarth sempre são produzidos na UE. No máximo o que teremos, será um Argo Sporting.

    • Alvaro

      Certeza. Ou um Argo Blackmotion, Wolverine, assim por diante….

    • Emanuel Schott

      A Fiat já fala em substituir o Punto pelo Argo na Europa.

      • Guilherme Couto

        Pelo que li os europeus não agradaram tanto do Argo, então parece que vão pensar num novo modelo pra esse mercado

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Acho que continua como HGT mas só trocam o 1.8 pelo 1.3T, Precision acho que ainda fica como uma versão topo com motor 1.8 manual e AT6.

    • Guilherme Couto

      penso que o hgt deveria ter o 1.3T com 170cv e o Precision com 1.3T com 150 cv.

  • Alvaro

    Ficou bem interessante essa projeção da versão Abarth, aliás curioso como atualmente a Fiat não tenta ou insiste na construção de uma tradição. As versões esportivas cada vez tem uma nomenclatura diferente. Já foi R, Sporting, Abarth, T-jet, agora HGT….. acho que deviam convencionar o Sporting para versões “esportivadas” e Abarth para esportivos de verdade.

  • Raimundo A.

    Argo Abarth? A Fiat nos deu um Punto baseado no Abarth que usa carroceria três portas, aqui sempre foi cinco portas o hatch. Como não era um Abarth nato, não usou esse termo sendo o nome da versão o nome do motor – T-Jet.

    A Fiat lançar uma versão mais esportiva que a HGT é prematuro porque o Polo GTS pode não passar de uma versão usando o 1.0 TSI com visual esportivo e, talvez, oferte o câmbio manual, que o Fiat tem desde do lançamento.

    Upgrade o Fiat poderia ter em termos de motor, só que o desenvolvimento do Firefly pode entregar dois turbos: 1.0 T e 1.3 T. O AS diz que o 1.0 T será estreado na futura geração do Uno ou sucessor deste. Se o 1.0 TSI mesmo sendo menos potente, mas tem mais torque e em menor rotação, aliado a menor peso do Polo cria desempenho pouco superior ao Fiat, esta pode pensar no 1.0 T para substituir o 1.8 no Argo e no Cronos por questões de preço final. Para veículos mais caros, o 1.3 T seria a opção em produtos como Toro, Renegade e Compass.

    Lembrando do planejamento que a Fiat não tem seguido direito válido até o próximo ano, no mercado APAC há previsão do sucessor do Fiat Avventura que é baseado no Punto e os sucessores do Punto (Argo) e Grand Siena(Cronos) aqui seriam vendidos neste mercado. A pouco li que a FCA teria desistido novamente de um SUV abaixo do Renegade e nada melhor que um crossover derivado de hatch para ser posicionado abaixo não só do Renegade, mas do 500X sendo maior que o Fiat Panda. Seria, assim, o futuro Fiat Avventura baseado no Argo e aqui há mercado. Claro, esse veículo seria restrito ao LATAM e ao APAC. Uma derivação que já dizem surgir para sucessor do Punto baseado no Argo atenderia ao EMEA.

    Um Argo aventureiro para concorrer com Sandero Stepway, Onix Active, WR-V, T-40 da JAC, etc seria mais negócio em termos de vendas do que uma versão ainda mais esportiva que a HGT que alcançaria preço mais ao já não barato HGT. E como já disseram, alguém pagaria tanto num Fiat apenas por desempenho?

    O Polo GTS tende a ter preço superior ultrapassando os R$ 80 mil, mas mesmo mantendo o 1.0 TSI, a compra seria mais aceitável comparada ao Fiat por ter pacote tecnológico mais moderno.

  • Danillo Santos

    Achei que a notícia fosse mero exercício de imaginação e de sonhos, mas pelo visto tem um fundo de verdade aí hein… Muito bom isso, porém com tantos estudos questionando o turbo em termos de durabilidade do motor e até mesmo de economia de combustível (com dados convincentes) dá a impressão pra nós que não somos cientistas ou engenheiros mecânicos que ainda não há um consenso sobre o assunto, nem uma verdade absoluta. Parece que o turbo é vantajoso em alguns casos, em outros não. Sei lá, talvez seja viagem da minha cabeça

  • Luconces

    O que um posicionamento correto de farois de neblina não faz hein? Tirou o ar estrábico do carro.

    Fora isso, os refletores no parachoque traseiro também ficaram bem melhores (apesar de gordinhos), perdeu o ar de solução chinesa dos originais.

    Custava fazer algo assim para o lançamento do carro normal Fiat?

  • Fabio

    Achei pobre o desenho, os Abarth costumavam ser bem brutos…ma aguardemos !!!

  • Richard Poletto

    O E-Torq nasceu turbo e ou blower e foi amansado pela Fiat. E depois teve o deslocamento aumentado de 1.6 pra 1.8. O mais lógico seria um 1.6 turbo.

  • Celso

    Esse motor ajudaria muito a Jeep e a Toro, ao substituir o atual 1.8.

  • DanielGT

    Só não entendo porque não trouxe o TwinAir que é um do motores mais econômicos que ela ja produziu….enfim vai ser bom, ainda mais se ela turbinar os dois motores…aquele 1.0 com turbo vai ficar muito bom mesmo.

  • Marcelo SR

    O Argo já foi lançado defasado. Motor turbo com injeção direta de combustível é o mínimo que se esperava dele.

  • Bryan Silva

    Motor aspirado deveria ser descontinuado. Aliás, essa tendência vem se consolidando na Europa. Por outro lado, eu não concordo com a “tecnologia downsizing”.Primeiro, não existe economia de combustível por ser uma cilindrada menor, afinal, além de ser um marketing da empresa, quando você acelera ele gasta tal qual um motor maior. Segundo, os efeitos de poluição são os mesmos. Terceiro, a durabilidade do motor já é questionada pela própria fabricante de peças em estudos mais aprofundados. Enfim, um exemplo que aconteceu foi o motor VW 1.4 Turbo que, segundo testes, consome menos do que um 1.5 e tem mais eficiência energética e mesma potência.

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