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Renault Alaskan é flagrada na Argentina e reflete clássico renascido

Renault Alaskan é flagrada na Argentina e reflete clássico renascido

A Renault Alaskan em breve estará no mercado brasileiro e reforçará o time da aliança Renault-Nissan no país, que já possui a Nissan Frontier feita em Córdoba, norte da Argentina. Falando no vizinho do sul, uma unidade dessa picape média da marca francesa foi vista em um posto de combustíveis.


Irmã da Frontier e também da Mercedes-Benz Classe X, que já está pronta para o Brasil, aguardando lançamento, a Renault Alaskan é uma alternativa da empresa para ficar acima da Oroch e completar o volume que o grupo franco-nipônico pode estar almejando com as duas picapes médias.

Renault Alaskan é flagrada na Argentina e reflete clássico renascido

Ainda não se sabe exatamente como será a oferta da Alaskan no Brasil, mas obviamente versões mais completas e caras serão oferecidas. Porém, espera-se também por opções de frota, mais em conta e quem sabe até especializadas, como acontece no mercado europeu.


A motorização basicamente será a 2.3 dCi com um ou dois turbos, entregando assim 160 ou 190 cavalos, respectivamente. Câmbio manual de seis marchas e automático com sete também estarão presentes. Um fogo amigo deve ser gerado, assim como entre Kicks, Captur e Duster, mas parece que a aliança resolve bem essa questão.

Então, não devemos esperar a Alaskan com limitações de oferta e nem de preço. Logicamente, a Renault deve lançar mão de uma estratégia de marketing e produto diferente da Nissan, reforçando a identidade da picape. Esta, por sua vez, vista na Argentina, teve apenas a parte traseira fotografada, mas na imagem, algo diferente aparece.

Renault Alaskan é flagrada na Argentina e reflete clássico renascido

Trata-se do Alpine A110, visto em testes junto com a Alaskan. Como se sabe, o mercado argentino é mais receptivo aos carros esportivos europeus. Este cupê ligado à Renault deve chegar em breve por lá, mas também não seria um estranho por aqui.

Remetendo ao clássico da Alpine dos anos 60, o A110 é uma releitura moderna deste bólido francês, que sucedeu o modelo A108, fabricado no Brasil pela Willys e batizado de Interlagos. Com motor 1.8 Turbo de 252 cavalos e 32,5 kgfm, o cupê tem câmbio de dupla embreagem e poderia chegar aqui fazendo uma ligação com o histórico carro nacional.

[Fonte: Autoblog Argentina]

Renault Alaskan é flagrada na Argentina e reflete clássico renascido
Nota média 5 de 3 votos

  • Rafael Rodrigo

    Ray Tracing fazendo diferença! Entendedores entenderam!

    • Tosca16

      kkkkkkkk

  • RicLuthor

    Se a Renault souber fazer um bom marketing dessa picape, é bem capaz dela fazer mais sucesso que a Frontier.

    Se não for apenas uma casca diferente, ou seja, se a engenharia da Renault conseguiu agregar uma maior robustez ao modelo e se as peças de reposição tiverem boa durabilidade e preço justo, o modelo pode surpreender.

    Quanto ao Alpine, a Nissan já comercializou aqui o 350Z, hoje comercializa o GT-R, então a Renault poderia muito bem comercializar o esportivo. E seria interessante haver no showroom da marca modelos mais caros mesmo, como a Alaskan e o Alpine, já que a maior parte da linha compreende carros mais simplórios.

    • Júnior Nascimento

      Mais bonita já é que a Frontier.

      • RicLuthor

        Concordo!

  • 🅰🅽🅳🅴🆁🆂🅾🅽 – 🆂🅿® ✅

    Esse Alpine é bem bacana, pena que não teria mercado aqui se a Renault enfiasse a faca.

  • EDU

    Nem deveria trazer . Ja tem um tempo que foi lançada quando enfim resolverem vender aqui ja vai estar defasada assim como a demora do facelift de Logan que ja nao vende mais nada e o Sandero . O Duster e outro que ja deveria ter mudado Vai indo nessa Renault que vai levar um baita susto como levou a Fiat em demorar para uma renovaçao

  • th!nk.t4nk

    Fantástico seria se ela herdasse o motor Mercedes da Classe X, mas só em sonho mesmo.

  • Eng Turbo

    Esse projeto até a ultima informação estava On Hold. Culpa principalmente da crise na Argentina, um dos potenciais mercados consumidores desse modelo.

    • Cristiano

      Inclusive foi noticiado que a produção da Alaskan na fábrica da Nissan no México foi paralisada.

  • vicegag

    “Como se sabe, o mercado argentino é mais receptivo aos carros esportivos europeus.”
    Alguém poderia dar exemplos que confirmem tal afirmação?

    • Jurandir Filho

      As versões mais tops do GTI, do Focus, 308 e Mégane Rs são vendidos lá não?

      • vicegag

        Mesmo que sejam, se estes modelos nem foram lançados aqui e recusados, não se pode alegar que não somos receptivos.

        • Uh!NEGAO

          Ah sim, claro. As marcas não fazem estudo de mercado para saber qual seria a receptividade de um veículo desses. Elas simplesmente saem lançando coisas por aí aleatoriamente…. é cada uma!

    • Cristiano

      A questão não é nem de receptividade, mas os carros precisam de menos adaptação (se é que precisam) para homologação em mercados como Chile e Argentina, já que a gasolina não tem 27% de etanol. Dessa forma compensa importar e vender pequenos lotes, já que o carro sai igual, ou quase, da fábrica. Aqui o ajuste de injeção ao combustível para adequação de emissão de poluentes, e outras brasilidades, também prejudicam no quesito custo (e lucro), então o mais fácil é não trazer mesmo.

      • Unknown

        Perfeita explicação!

      • vicegag

        Mas aí é uma negação da montadora de nos fornecer, por dificuldades da parte dela, não uma falta de interesse da nossa parte.

        • Cristiano

          Exatamente, não é questão de receptividade.

          • Cristiano

            Lembrando que a própria Renault já trouxe para frota de imprensa Mégane RS de duas gerações diferentes, deixou todo mundo com água na boca, mas desistiu (se é que alguma vez cogitou mesmo) da importação.

  • awatenor

    Poderia chamar-se Interlagos aqui, seria uma esplêndida homenagem.

  • “o mercado argentino é mais receptivo aos carros esportivos europeus. ” É só ter vias decentes e preços justos e acessíveis que o Brasil muda isso… Brasileiro é um povo consumista pra caramba. O problema é que paga caro por coisas baratas…

  • Renato Campos Lopes

    Jamais o A110 chegara ao brasil. Estamos acostumados com a gama M0 (Dacia).
    Além disso, o pós venda já sofrível com a gama atual, imagine com um esportivo.

  • Luis Mello

    Tive um Renault e nunca mais. Só casca bonitinha e por baixo uma coleção de problemas e falta de qualidade.

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