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Renault Captur – Impressões ao dirigir

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Disposto a incomodar a concorrência com espaço, conforto, porta-malas e especialmente por seu design, o Renault Captur foi apresentado em São Paulo na La Maison Renault, um espaço da marca francesa com diversos eventos ao longo de fevereiro e março, localizado na rua Oscar Freire, 1.052, em São Paulo.



O Captur chega com a proposta de ser um modelo mais refinado e evoluído em relação ao robusto Duster – a Renault diz que da plataforma do SUV mais velho, apenas discos, pinças, eixo traseiro e cremalheira da direção são os mesmos. Ele chega em duas versões Zen (R$ 78.900) e Intense (R$ 89.490), equipadas com motor 1.6 SCe com câmbio manual de cinco marchas e 2.0 com transmissão automática de quatro marchas. Em maio, a Renault vai lançar a versão Intense com o esperado conjunto 1.6 SCe e câmbio CVT.

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O novo SUV compacto da Renault é quase um médio ou um “compacto grande”, isto porque mede 4,33 m de comprimento, 1,81 de largura, 1,62 de altura e 2,67 de entre eixos, o maior da categoria. O porta-malas fica na média do mercado com 437 litros. Mas, além do tamanho, o Captur apresenta também um estilo bem resolvido e muito distante da proposta do irmão Duster.

Aerodinâmico, o Renault Captur tem uma estética atraente, tendo faróis com projetores, LEDs diurnos em “C”, detalhes em preto brilhante, rodas de liga leve aro 17 de aspecto esportivo, traseira com lanternas compactas em LED, cintura alta e janelas bem delineadas. O utilitário esportivo chama atenção por sua boa combinação de cores de carroceria e teto, que nesse caso custa R$ 1.400 a mais. Mesclas como branco ou prata com teto preto e marrom com teto bege, chamam bastante atenção.

Essa mescla também é vista no interior, cujo painel pode ser totalmente escuro ou biton, que tem detalhes claros, assim como bancos em tecido com malha e detalhes em branco, apresentando um aspecto bem atraente. O ambiente interno tem um bom aspecto, mas não sofisticado. Plásticos duros se misturam com detalhes em preto brilhante e inserções de cromados. A instrumentação tem visual moderno e velocímetro digital, assim como computador.

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A multimídia mediaNav tem aparência simples, porém, é bem intuitiva e atende bem ao que se espera. Bluetooth, GPS com dados de tráfego, câmera de ré, score para economia, recomendações de condução eficiente e dados de performance também estão presentes. Na versão Intense, a qual testamos no evento, o ar-condicionado é automático. O porta-luvas tem iluminação e bom espaço. Os bancos são confortáveis e têm bom aspecto, inclusive no couro, mais sóbrio que o de tecido.

Retrovisores com basculamento elétrico, sensores de chuva e crepuscular, sensores de estacionamento, ajuste de altura dos faróis, botão de partida, chave-cartão, apoio de braço retrátil para condutor, entre outros, dão ao Renault Captur Intense um bom nível de equipamento, mas nem tudo são flores.

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O volante tem bom aspecto com detalhes cromados, mas o controle de cruzeiro/limitador é pouco ergonômico, tendo três botões bem separados, sendo o ativador mal posicionado entre os bancos dianteiros, assim como o modo ECO, logo ao lado. A coluna de direção tem pouco ajuste em altura e nenhuma em profundidade, prejudicando a posição de dirigir, que é elevada. Esse item poderia ser refeito, pois pessoas de estatura alta não ficarão bem a vontade.

Para apoiar bem as pernas no assento, o condutor estica demais os braços com o recuo do banco. Elevar a altura do assento é a única saída, mas para quem é alto, a impressão de dirigir passa de um SUV para uma minivan. Se recuar sem elevar o assento, o espaço atrás fica comprometido. Claro, tais condições se referem a um condutor com mais de 1,80 m. Evidentemente com menor estatura, as coisas ficarão mais fáceis.

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Há também o velho comando de áudio na coluna de direção, o mesmo visto nos demais compactos da Renault. Seria a hora de mudar esse conjunto para algo mais moderno, com todas as funções (incluindo cruzeiro e limitador) bem dispostos no volante. E tem mais, há poucos porta-copos de fato, contamos apenas dois entre os bancos dianteiros (um na frente e outro atrás). Os porta-objetos não são adequados para isso. Não há luzes nos espelhos dos para-sóis e o retrovisor interno é apenas dia e noite.

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A favor, volante em couro de boa empunhadura, apesar da regulagem limitada, comandos dos vidros elétricos one touch para subir e descer, boa área envidraçada, luzes de leitura, abertura do tanque no assoalho e uma boa altura interna. O Renault Captur estranhamente não surpreende em espaço para quem vai atrás. Apesar de amplo internamente, o espaço para quem vai atrás é menor que no Duster.

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O motivo é o banco traseiro avançado em relação às portas traseiras, denunciando seu deslocamento para privilegiar o porta-malas. Este, porém, não é profundo, já que o estepe externo fica logo abaixo. Se fosse recuado, o espaço para as pernas seria melhor, mas com o sacrifício de alguns litros no bagageiro. Não há ajuste longitudinal, mas bem que a Renault poderia introduzir isso mais adiante, pois ajudaria quando não há malas demais atrás.

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Renault Captur – Impressões ao dirigir

São Paulo/SP – Testamos a versão Intense do Renault Captur num circuito urbano e rodoviário. O crossover tem motor 2.0 Flex – ainda com tanquinho – que entrega 143/148 cv a 5.750 rpm e 20,2/20,9 kgfm a 4.000 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. O proposto apresenta bom torque em baixas rotações e disposição no trânsito urbano. Na estrada, porém, parte de sua força é diluída pela transmissão automática de apenas quatro marchas.

Na cidade, ele trabalha bem, funcionamento entre 1.500 e 2.000 rpm. Em subidas não tão íngremes, necessita-se recorrer às mudanças manuais na alavanca para extrair algo a mais em cada marcha. Afinal, quatro velocidades exigem relações mais longas, ruins no cenário urbano. Caso contrário, a resposta será lenta e desconfortável.

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Na estrada, o Renault Captur Intense – com seus 1.352 kg – se comporta bem em cruzeiro, atingindo 2.700 rpm a 110 km/h. Em elevações, o câmbio eleva o giro para além de 3.000 rpm e nas retomadas, a redução necessária faz o ponteiro alcançar 4.000 rpm. Com isso, o nível de ruído fica acima do esperado, já que até 2.500 rpm, o SUV se mostra um carro bastante silencioso e agradável.

A subida de giro não significa rapidez nas respostas, mas também não chega a ser lentas demais. Dá para fazer ultrapassagens com segurança e confiança, afinal, o propulsor 2.0 não se entrega assim tão facilmente por causa do câmbio longo. Trocas manuais são recomendadas para se obter um pouco mais de performance. Porém, uma caixa CVT bem ajustada traria um comportamento melhor, assim como economia adicional em combustível. Isto esperamos ver mais adiante.

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A direção é eletro-hidráulica e, como tal, não é macia em manobras. Em condução tem boas respostas, mas poderia ser totalmente elétrica e mais eficiente em dirigibilidade e consumo de energia. Falando nisso, o modo Eco atenua parte do conjunto, buscando melhor rendimento. Os freios são bons e a suspensão tem um ajuste bem mesclado entre conforto e estabilidade, esta reforçada por controles de tração e estabilidade.

O comportamento dinâmico do Renault Captur agrada. Nas curvas, o SUV franco-brasileiro – seu desenvolvimento partiu daqui e chegou à Rússia e Índia – se mantém firme e sem inclinação demasiada da carroceria. Em pisos irregulares, a frente salta um pouco, mas nada exagerado. A estrutura, bastante sólida, oferece um bom equilíbrio ao conjunto.

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No geral, o Renault Captur agradou bastante em termos de estilo e personalização, especialmente os bancos em tecido (e também os de couro) e as mesclas de cores. O conteúdo de série na versão Intense é bom, mas poderia ser melhor. O espaço geral é apenas bom, com o bagageiro se destacando mais do que deveria.

Um recuo do banco traseiro e o ajuste de profundidade do volante trariam enormes benefícios ao condutor e passageiros. Já o conjunto motor/câmbio não reflete o potencial que o Renault Captur tem. Ele poderia ter um motor 1.6 TCe derivado do 1.6 SCe, servido com CVT.

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A possibilidade existe, já que a Renault confirmou que trabalha na versão turbo deste novo propulsor. Então, o SUV pode se beneficiar dessa dupla de melhor performance e economia mais adiante. Por enquanto, o próximo a chegar será aspirado, porém, já com as relações continuamente variáveis. Até lá, vamos aguardar a Avaliação NA para mais detalhes desse lançamento.

Renault Captur – Galeria de fotos

Evento a convite da Renault.

4.0

  • afonso200

    4AT

  • Fedido

    Não entendi o porquê desse 4AT se o CVT vem daqui a pouco

    • Artur

      O CVT só vem na versão equipada com o motor 1.6. Na versão com 2.0, só AT4. Não há outra opção.

      • Robert Dniro

        Li em outro blog que o CVT poderá chegar a versão com motor 2.0 também vamos aguardar.

        • Daniel

          Só se usarem o 2.0 Nissan. Eu pelo menos nunca vi F4R com CVT.

          • Edson Fernandes

            Um tempo atrás na fabrica era conversado com a tentativa de adaptar o CVT ao motor F4R. Mas essa conversa até hoje não foi mais levada a frente e ninguem sabe se de fato isso vai continuar.

            Pra mim será bem claro que eles irão concentrar as forças na versão 1.6 CVT. Pois ela trará tudo que tem a versão 2.0 com o motor 1.6.

        • Artur

          Tomara. Seria um ótimo implemento para o carro. Esse câmbio AT4 é duro de engolir em um veículo de quase R$ 90 mil…

        • Sergio

          Não vai! O cvt é apenas para o motor 1.6 16v

      • Zeca Piroto 🤘🔥

        Rapaz, tomara que isso não seja verdade, maior burrice da Renault foi ter colocado esse 4AT com 2.0. E ainda parece estar mal escalonado… aí, era só pegar a receita de bolo do Fluence, CVT+2.0. Mas, como a primeira impressão é a que geralmente fica, já digo de antemão, capaz de vender menos que o Peugeot 2008… rs

    • Mr. On The Road 77

      Não deve ser possível casar o motor F4R com o CVT…

  • Kleverson Gomes

    Um Duster mais bonito.
    De longe se vê a falta de qualidade dos materiais interno. Só mais um Renault-Dacia

    • Vi um em exposição em uma concessionária perto de casa. Tirando o Renegade (com materiais emborrachados e ótima montagem) e, um pouco mais abaixo o 2008, não é muito diferente do que os outros representantes da categoria oferecem. Está no nível aproximado de HR-V, Tracker, Kicks e cia. Um pouco acima do que se tem no Ecosport, que promete melhorar com a remodelação.
      Convenhamos, é uma escolha de materiais de acabamento sofrível para carros que se aproximam dos 100 mil reais, bem aquém do que se tem em sedãs médios, por exemplo, que são carros que operam em faixa de mercado semelhante. Mas é o que há no mercado, e o consumidor está comprando. Então, desconfio que vá ficar assim.

      • Ernesto

        Então a Renault mudou a qualidade do plástico do painel, pois eu vi o modelo exposto no salão do automóvel e achei simplesmente horrível a qualidade.

        • Bom, como eu disse, não é de boa qualidade visual, tem uma aparência “pobre”, por assim dizer. Mas é mais ou menos o que temos em HR-V, em Ecosport (é até um pouco pior), no Kicks, no Tracker… um plástico duro e “caroquento”, bem ao padrão dos compactos que dão origem aos crossovers. Não tive contato com o Creta, mas pelo que li na mídia, não foge do padrão médio da categoria, tem jeitão de HB20.
          De diferenciado na categoria mesmo, só o Renegade e seu painel emborrachado. O 2008 tem umas superfícies de plástico liso e foscas bem amplas que também agradam aos olhos, mas que também duras, apesar de serem bem agradáveis ao toque.
          De chamar a atenção no Captur só mesmo as superfícies em piano black em alguns pontos, como nos puxadores de porta. Mas não notei rebarbas como era bem comum nos primeiros Sandero e Logan. Aliás, a nova geração destes já tinha apresentado melhoras significativas nesse sentido.

          • Edson Fernandes

            E o tal painel com porção digital que deve agradar. Confesso que como produto não me convence.

          • Ernesto

            Se você achou equivalente ao HR-V então melhorou. O que vi eu achei bem inferior se comparado ao modelo da Honda.

    • Everton Santos

      Só olhar esse painel ridiculo, o plástico já aparenta ser barato, esse painel de carro de entrada com essa multimédia horrível e principal um motor e cambio capenga

    • 1 Raul

      É um sandero depois do anabolizante.

    • fejunk

      Uma pergunta. Se tivesse cambio at4 mas fosse mais barato, isso seria bom ou ruim?

      • Kleverson Gomes

        O at4 é ruim pelo simples fato de estarmos em 2017. Porém, a gente pode citar o at4 do Corolla ou da Tucson. São motores q visam bem até com essa limitação do at4, oq não é o fato desse carrinho aí

        • fejunk

          sim o at4 é um cambio defasado, roncador, manco, um lixo e todos os adjetivos ruins que vc quiser só estou tentando fazer uma ponderação pq vejo todo mundo malhando o pau, mas SE pelo menos custar menos, será uma opção… é bom ter uma alternativa mais barata no mercado. Mas se for para custar o mesmo ou muito proximo do que a concorrencia está cobrando dai tem que se ***** mesmo

      • Luis Burro

        Seria menos pior!

  • Ailton Junior

    No meu ponto de vista, o principal defeito é o conjunto mecânico. Se melhorarem isso futuramente, vai ser uma ótima opção

  • Janderson von Neumann

    Retrovisores externos a cópia xerox do New Fiesta, kkkk…ademais um carrinho bem simpático, mas poderia ser melhor, bem melhor.

  • Bruno Silva

    Vi uma avaliação com vídeo interno desse carro, dava pra ver a distância as rebarbas e o aspecto cocô do interior. Porqueira nível do Sandero, tô fora. Aliás, tanto Creta quanto Captur considero um retrocesso em acabamento perto de HR-V e Renegade, podem até ser melhores em alguns outros aspectos, mas acabamento são ruins (Renault pior ainda).

  • invalid_pilot

    Dinamômetro da Fullpower deu 110cv com ar ligado na 1,6, deve ser uma maravilha de desempenho! Kkk

    • Tosca16

      Deu 127cv passando calor kkkkk. O que é mais ou menos o que modelos como o JAC T5 oferece naquele 1.5 VVT * ficha técnica. Aí temos que vê o peso do conjunto, e levando em conta a avaliação dos “playboys” do canal TOP Sp**d bem capaz desse conjunto se sair melhor que o 2.0 visto que aquele automático de 4 velocidades matou todo o desempenho do carro.

    • Fanjos

      Eita se o Dinamômetro da Fullpower deu 110cv, então na real da uns 55 cv ou em uma conversão direta para cAv (Caoas Vapor) da uns 182 cv

  • Tosca16

    Externamente agrada, fugindo do design dos Dacias e se aproximando do verdadeiro estilo da Renault; mas longe de ser um legítimo francês … Tem bom porte, mas peca em coisas simples; motor não é ruim, mas esse AT mata o carro. A posição do estepe particularmente não gosto, acho nada prático, entretanto o que mais me deixa com um pé atrás fora o fato do AT de 4 velocidades é o acabamento, muito simplório, para a categoria e preço poderia ser melhor. E essa central pode ser excelente, mas não tem como não dizer que é a mesma do Sandero e Logan; fica até feio pro carro. E mediante as críticas não duvido que lá para agosto quando vier o 1.6 SCe + CVT (versão até mais interessante que essa 2.0 AT) chegue de supetão uma 2.0 + CVT.

  • Gabriel Mazzi

    Incrível como a Renault é mestre em fazer carros com ergonomia porca. Começou lá atrás com os vidros elétricos no meio do painel.
    Volantes multifuncionais sem botão nenhum, deixando tudo em aletas atrás do volante.
    Agora ela vem e mete o piloto automático e o botão de ECO embaixo do freio de mão. O que o projetista tinha na cabeça? Sério, é inacreditável que isso foi aprovado.

    Deve demorar uma vida pra conseguir se adaptar ao uso desse carro, caso a pessoa não tenha saído de um Renault.

    Meu Onix já tem todos esses comandos no volante e custa muito menos que esse carro.

    • Elano Carvalho

      Dirijo um Sandero Expression como carro de empresa (ele vem equipado de série com um rádio 2DIN da Renault). Não acho de todo ruim os comandos de som atrás do volante, na verdade, são fáceis de manusear e por usar o carro diariamente (ou seja, como se fosse meu particular), a adaptação é rápida. Claro que você ver o que é cada botão pode fazer diferença, mas pra quem usa o carro, você logo decora o que é cada botão.

      Quantos aos botões ECO e do Controle de Cruzeiro, de fato, é um pecado da ergonomia. Mas culpa disso é a plataforma, que tem essas soluções de baixo custo.

    • oscar.fr

      Temos em casa dois franceses, cada um com uma solução para comandos do som. Renault Mégane com comandos na coluna (como era a tradição da escola francesa) e Peugeot 208, com comandos no volante (como “manda” o mercado internacional). Na prática, não há absolutamente diferença nenhuma para o uso dos comandos. Evidentemente, é mais bonito ter os comandos no volante e beleza é o principal argumento de vendas de um carro no Brasil. Mas na prática, ter os comandos na coluna dá no mesmo. Nada mais que uma adaptação de alguns minutos e voilà, já está habituado. Os comandos na coluna tem ainda a vantagem de continuarem operacionais em uma curva, pois estão sempre no mesmo lugar. Quanto ao controle de velocidade, o mais essencial a Captur (assim como a Mégane) também tem no volante que são os botões para registrar a velocidade, apagar o registro e aumentar/diminuir a velocidade, sendo apenas necessário recorrer ao botão (mal) localizado na cabine para ligar/desligar/resetar o sistema. Mais uma vez, não é nada demais. Sistemas com volantes ultracarregados de comandos, como Jeep e Ford, por exemplo, também não são o ideal.

      • Edson Fernandes

        O Reset do sistema é no volante do lado direito. Ali, depois de “ativo” pelo botão do console central, na direção vc escolhe entre reiniciar da velocidade que estava ou reiniciar a velocidade. R para ativo e OFF para inativar senão quiser pisar no freio. E do lado esquerdo, + para aumentar a velocidade e – para diminuir a velocidade.

      • tiago

        Atrás do volante você consegue efetuar no máximo uns dois movimentos com boa ergonomia/praticidade, no volante você tem mais ergonomia e pode executar operações mais complexas, porém, às vezes, menos práticas. Como os carros tem cada vez mais funções não é atoa que o padrão seja encher o volante de comandos.

    • Tyrion Lannister

      Não é por nada não, mas o comando satélite atrás do volante funciona muito bem.

  • Dafomg

    Poderiam ter lançado uma versão 2.0 MT6, esse AT4 vai mofar nos pátios.

  • arzanette

    Este pelo menos vem com tapetes, super freios traseiros a tambor que veio nas caravelas com o Pedrao , e um corpo estendido no porta malas……rubbish

  • Esse 2.0 veio pra tapar buraco. Até o 1.6 turbo, ser bem consumido/aceito no mercado.

    Pronto ele já está, é uma variação do Nissan 1.6 TGDI – 190HP.

    • Gustavo73

      Pronto mas não no Brasil.

  • Tochio

    Sempre achei incrível quando postavam fotos do Captur na Europa, bastou converter ele pra terra tupiniquim que a beleza, “beleza e conteúdo´´ se foi, uma pena !!!

    • Gustavo73

      Esse nunca foi o Captur europeu, é o Kaptur russo.

  • Zé Mundico

    Sandero com os dias contados.

    • carroair30

      SANDERO nao,DUSTER com os dias contados!

  • Maurício Menon

    Que multimedia horrivel. 4AT? É o Duster de segunda geração…

    • Edson Fernandes

      Pra mim seria justamente a atualização do mesmo…

  • Hater x Haters

    A Renault poderia investir menos em design e investir mais em ergonomia e qualidade dos materiais. E AT4 em pleno 2017 Renault???

  • dogmarley

    um carro família desses sem porta-trecos?
    frouxo? seria melhor aprender com a Fiat eesperar motor e câmbio condizentes ao invés de lançar às pressas (vide Mobi)
    o acabamento me pareceu ser bem espartano..
    ainda com tanquinho de partida à frio, Deus..
    por fora belas rodas, cores legais (aquele detalhe na base da porta não curti mas num preto talvez esconda) mas por dentro…fiasco. painel sem sal, feio, e aparentemente de má qualidade, ergonomia estranha kkkk
    e nem vou falar do câmbio 4AT pq a galera já falou kkk
    resumindo, eu nao pago 70k nisso mto menos 90k

  • Thiago C

    Equipamentos na média, conjunto mecânico abaixo da concorrência. Não há motivos para escolher o captur numa compra. Será devastado pela concorrência, a não ser que seja oferecido com grandes descontos.

  • Alexandre

    Em resumo: uma Spin com LEDs.

    • Louis

      Spin tem cambio de 6 marchas, e ainda pode levar 7 pessoas.

      • Alexandre

        Mas não tem LEDs… :)

  • Daniel

    A minha interpretação da avaliação do NA é que o Captur não se destaca em nada a que se propõe: a ergonomia é meia-boca, o conforto e espaço interno é abaixo das expectativas e o motor/câmbio não atendem plenamente nem na cidade nem na estrada. Ou seja, um produto que foi pensado sem olhar atentamente a concorrência, mas que vai atender aos consumidores que comprarm carro para posar para o vizinho.

    Vou aguardar a oportunidade de ver de perto, para confirmar se a impressão de decepção se confirma…

    • Edson Fernandes

      E ainda pense o seguinte: Um carro que possui 2,67m de entre eixos, deveria ser um gigante de interior. Médios possuem 2,65 a 2,70m e ofertam. Exemplo dentro da casa: Fluence com 2,70m, tem tanto espaço interno que eu com 1,87m consigo entrar atrás de mim com folga nos bancos. Ali ele comenta que pessoas com mais de 1,80m já teriam problemas de espaço… isso me dá a entender o mesmo problema da Ford: Muito entre eixos para pouco desenho que atrapalha no final o espaço para ocupantes.

  • delvane sousa

    Cambio AT4 tem forte rejeição no mercado, o qual espera um AT6 ou CVT, ainda mais sabendo que o AT6 tem data pra chegar.

    • Gustavo73

      Quem tem data para chegar é o CVT, mas só no 1.6.

  • Licergico

    onde fica o set / res ( set e restoure ) do CC nesse carro ?
    de quanto é o passo do cc ( pra + e – ) ? a partir de quantos km/h ele pode ser habilitado ?

    • Elano Carvalho

      O “liga/desliga” fica próxima ao freio de mão; “reset” é o “R” no volante.. A velocidade pode ser ajustada no volante.

      • oscar.fr

        O R no volante é de record. Para resetar eu normalmente vou novamente no botão na cabine, que no meu Mégane está localizado do lado esquerdo do volante (localização um pouco melhor e mais óbvia). Ao menos que eu esteja fazendo um comando desnecessário é assim que uso. Não acho o final do mundo, não. Na medida que os botões mais essenciais + e -, registrar e apagar registro estão no volante e os comandos do som bem localizados na coluna, não sobrecarregando o volante (vide Jeep e Ford mais caros).

        • Edson Fernandes

          Oscar, o botão de “ligar” o controlador fica no console central. Já o de restore e inicio no volante do lado direito. O comando fica assim: R de restore, O de Ativa ou Inativa o controle automatico (apertando o freio tbm inativa) e do lado esquerdo ajusta a velocidade desejada (+ ou -).

          • oscar.fr

            Mas esse R é para registrar a velocidade que vc quer ficar andando. Funciona assim na Mégane pelo menos… Vc aperta o R e ele registra a velocidade e passa a manter nela (deste que a chave no console esteja já virada para velocidade de cruzeiro, claro)

            • Edson Fernandes

              Oscar, o funcionamento é identico ao Fluence.

              O R é de restart: Você ajustou uma velocidade e aperta ele para ele retornar a controlar a velocidade.

              • oscar.fr

                Isso, Edson. Eu estava fazendo outro entendimento da palavra restart. Na primeira vez que você aperta o R ele registra a velocidade e mantém nela e depois de frear. por exemplo, você aperta o R para ele retomar a esta velocidade originalmente selecionada. Mas digamos que após marcar, por exemplo, 90, você queira marcar 110, aí tem que apertar a chave na cabine para ele apagar a velocidade registrada e aí faz todo o processo novamente.

                • Edson Fernandes

                  Negativo. Você só precisa mexer no indicador “+” do lado esquerdo e configurar a nova velocidade. Ele faz de 2 em 2 km/h. (tanto para mais como para menos).

      • Licergico

        Grato !
        no civic fica tudo junto no lado direito do volante , perguntei pois é algo que utilizo o tempo todo ( na cidade / estrada ) no civic o passo de velocidade é de 2 em 2 (km/h) e pode ser clicado ou segurado ( se clicar 5 vezes ele ira aumentar 10km/h) se segurar ele irar aumentar até vc soltar . Usando em conjunto com os paddles da andar pela cidade praticamente sem colocar os pes nos pedais ( freio motor pelos paddles ) .

  • Jeremias Flores

    dei uma brochada quando li: “2.0 com transmissão automática de quatro marchas”

    gostei do Design dele, mas o conjunto mecanico esta devendo.

    de modo geral, ainda não vi um SUV compacto que seja perfeito.

    • É. Esse carro com um motorzinho turbo, transmissão de 6 marchas, regulagem completa de volante e materiais melhores no revestimento do painel seria excelente. Mas não iremos ver isso nunca, pelo jeito. E se vermos, será na casa acima dos 100 mil reais.

      • Jeremias Flores

        um 1.6 turbo com um at6, e uma regulagem de volante já era legal. Mas eu também acho que não veremos isso nesse segmento.

      • oscar.fr

        Com muita sorte na próxima geração de SUV, se a onda estiver diminuído, teremos coisas mais interessantes. Por enquanto seguimos com opções cada uma com uma falha grave, mas tudo bem, pois estão vendendo bem.

      • Esquilo Tranquilo

        Se o fluence cresceu 40000 desde seu lançamento na versão de entrada, imagine essa criança aí que chegou chegando…

        • Edson Fernandes

          O privilege tbm não fugiu muito disso….

  • Louis

    Eu deixaria de comprar pelo cambio 4m, e pelo interior de carro popular.

  • é muito complicado colocar uma central multimedia com uma moldura que não fique parecendo feita em casa? Ou pelo menos da mesma cor do painel em volta que disfarça um pouco
    Eo indicador da temperatura do motor? Não tem ou é digital?

    • Tosca16

      Sinceramente, parece um tablet mas tem bordas bonitas para um modelo como Sandero e Logan; acima disso fica estranho esteticamente.

      • Edson Fernandes

        Sabe qual o problema? Cor. Cai bem no Sandero/Logan porque a proposta mais simplista é aceita. Agora num modelo que tem uma proposta de maior requinte, colocar uma central que os detalhes na mesma não muda, pega. Nesse aspecto, melhor fosse colocar uma central em todos os modelos que fosse visualmente modernissima para produtos simples e que se encaixasse muito bem nos produtos mais caros.

        Ta aí exemplos que não faltam: Chevrolet na sua segunda geração do mylink, VW com sua central composition media e a Nissan com seu multiapp. Mas a Renault tem um problema sério até a nova geração: Os produtos de mercado dela que são existentes são ruins mesmo.

        A nova geração vindo no Megane já tem integração com produtos Microsoft e são mais inteligentes. Não é o melhor dos mundos mas já ajuda. O problema é que ficará refém de uma central que não ofertará espelhamento (por questões de segurança a microsoft não implementou em seus sistemas esse tipo de recurso)

  • Cidadão

    É um Duster bonito. E obviamente mais caro

  • Gilmar Alonso

    Motor 2.0 antiguado com cambio de 4 marchas…. pode até ser bonito mas eu nem passo na frente de uma CSS para ver um carro desses…. vamos aguardar o CVT !!!

  • Herbet Moreira

    Será que custa tão caro assim um simples medidor de temperatura do motor??

    • oscar.fr

      Aparentemente sim, pois pelo visto não tem hahaha
      Incrível que, ao que tudo indica, Kwid e um carro de 80/90 mil terão o mesmo quadro de instrumentos.

  • Freaky Boss

    Design “legalzinho”, mas para por aí (estou avaliando o que foi lançado agora.não estou olhando para modelo 2020,etc)…. E não acho que vai roubar muitos clientes de outras marcas. Pode sim roubar alguns clientes de Sandero ou Duster, cobrando um pouco mais caro. Se era esse o objetivo da Renault, ok. Mas poderiam ser mais ousados….
    Estou cada dia mais convencido que a gestão das marcas Renault / Nissan é o seguinte aqui no BR:
    Renault = DACIA = Carro pobre em tecnologia e barato. Quem quer refino sai fora que não é a praia.
    Nissan = Sobe 1 ou 2 degraus em sofisticação e tecnologia, comparando com a Renault.
    Famoso dueto: “primo rico e primo pobre”

  • Vattt

    O CVT do Fluence seria a escolha certa como já havia dito. Um carro muito bonito que vai ter seu frisson ofuscado com qualquer outro lançamento ou ofertas dos concorrentes. E o fato de ter cambio AT4 vai ser prato cheio pra os vendedores da concorrência como argumento de venda contra o Renault. Vai “micá” logo.

    • oscar.fr

      O lançamento de um carro é algo muito importante. O que vende nos primeiros meses define todo o ciclo de vida do carro. É por isso que tu deve lançar, em primeiro lugar, a versão com mais apelo. A Renault, mais que qualquer outra, deveria saber disso, pois lançar o Mégane primeiro como 1.6 custou muitas vendas de um carro que tinha tudo para se dar bem, pois, à época, o consumidor de sedã médio exigia 2.0 (o qual ela lançou meses depois, mas o carro já estava “queimado”). Se sabe que o consumidor de SUV tem uma preferência clara por câmbio automático acima de quatro marchas, mas que desempenho não é fundamental para a compra. A Nissan entendeu bem isso e lançou o Kicks em uma única versão com bastante conteúdo e câmbio automático. Dito isto, por que lançar um 1.6 manual (que não é a preferência) e um 2.0 com câmbio antiquado e não o 1.6 CVT que prometeram vir? Quando chegar esta versão o Captur já estará queimado no mercado nacional. O ideal teria lançar a versão 1.6 CVT. Poderia ter lançado também esta 1,6 manual ou a lançado no meio do ano, acho que não faria falta. E, mais tarde, aí sim, jogar no mercado a 2.0, mesmo que fosse quatro marchas, pois o carro já estaria consolidado e teria se tornado conhecido por outras razões e não por ser “em pleno 2017, uma SUV de 90 mil reais com câmbio quatro marchas”, que é mais ou menos a fama que a Captur vai assumir,

      • Edson Fernandes

        Pra mim eu acho que o maior risco vai ser quando vier comparações entre a versão 1.6 e a 2.0 ambas automaticas.

        Certamente para diversas variantes a 1.6 CVT mostrará que apesar de ter um carro menos forte, terá desenvoltura para muitas coisas que a 2.0 fará igual. Ou seja, retomadas e aceleração poderão dar um susto na versão 2.0 justamente porque o 1.6 CVT não difere tanto assim.

        Só que o maior dos pecados será: O 1.6 certamente terá um consumo realmente inferior ao 2.0 e isso poderá definir o maior problema existente no Captur. Ele poderia andar junto de HR-V mas optaram para deixar como sempre, em um carro que não tem destaque em nada, mas que não é o pior da categoria tbm.

      • Mr. On The Road 77

        No meu modesto entender, não deveriam ter sequer lançado essa versão 2.0 com câmbio auto de 4 marchas. Deveriam ter vindo apenas as versão com motor 1.6. Manual e CVT.
        Mas como não mando nada na Renault…

      • fejunk

        Se ficar abaixo da faixa de preço dos concorrentes, como acontece com a Duster, tá valendo.

  • oscar.fr

    Provavelmente esse quadro de instrumentos de um carro de 80/90 mil reais será o mesmo do Kwid. Cada vez mais penso que nenhum destes SUV vale a pena, o negócio é ficar com um compacto mesmo: não estão mais tão ruins, tem espaço até razoável, maior economia, manutenção tranquila e desvalorização menor. Compraria um C3 1.2 (que, hoje, está com CB mais interessante que o 208) e no lugar de gastar mais para ter um carro grande para viajar, iria de avião hahaha

    • Rodrigo

      O quadro de instrumentos do Kwid é bem simples. Lembra o do primeiro Celta.
      Dá pra ver em vários vídeos do salão do automóvel do ano passado.

  • Edgar

    Eu li direito… “Em pisos irregulares, a frente salta um pouco, mas nada exagerado.” Como assim, a frente salta? Fica pulando que nem aqueles carros xunados??? Pelo amor, quem escreveu isso!?

  • Helder Quintino Maia

    Resumindo, NÃO COMPRE ESTE CARRO, existem muitas opções bem melhores, inclusive os chineses.

  • Fael

    Até o T5 da JAC passa melhor impressão e tem recursos mais modernos.

  • Peuooo

    um carro tão novo e com tantos “pequenos” detalhes em falta. Não da para entender. Muita velharia num carro novo. Fora que esta CM esta faltando um espelhamento de celular… e tantos outros detalhes, para justificar esse preço.

  • radiobrasil

    Essa é pra você que SE INTERRESSOU nesse carro….
    Cambio at4 é uma TORTURA…. É UM PESADELO… COISA DO PASSADO, MUSEU! Pense.. até um Onix tem at6 hj em dia!
    Tive o desprazer de usar um at4 num Captiva 2.4… o motor não era ruim, mas o cambio MATAVA O CARRO. O buraco entre as marchas num at4 é muito grande, então constantemente o carro está se esgoelando com altos rpms. Experiemente subir uma serra mais ingrime e tape os ouvidos pra ouvir o motor a 6000rpm e o carro a 30 por hora.

    • Edson Fernandes

      Realmente a Captiva AT4 é horrivel. Não anda nada e consome que é uma beleza. Eu cheguei a andar em uma Captiva 2.4 AT6 no ano retrasado. Te digo que o ajuste e adoção do AT6 mudou da agua para o vinho.

      O carro é bem disposto, não exita em te dar a potencia desejada e se comunica muito bem com a interação esperada pelo condutor. Não é um carro esportivo, obvio, mas ficou com uma performance bem interessante. Além de ter ficado bem economico.

    • kravmaga

      Tive uma Captiva 2.4 AT6 e não tinha mais esse problema. Mas antes tive um Corolla XEi com AT4 e era um horror.

  • Sórrindo_Mesmo

    A Renô não aprende. Queimou o Megane no lançamento, e está fazendo o mesmo com esse daí. Custa esperar mais um pouco e lançar com CVT desde início? É um belo carro, com bons atributos, mas lançamento em 2017 com AT4 não dá!!!

  • FocusMan

    Mais do mesmo…

    Vai vender pouco e desvalorizar um monte depois de dois anos.

    Ai se tornará uma ótima opção de usado, adorada pelos espertões dos blogs que falam “só compra carro zero quem é otário”

  • Edson Fernandes

    Sabe porque o Captur tem um ajuste limitado do volante? Porque é oriundo da plataforma do Duster que é mais simples e menos cheio de recurso.

    Sabe porque não tem ajuste de profundidade? Porque a plataforma e projeto não agregaram isso ao produto (sendo a plataforma citada). Sabe porque lança as coisas de qualquer jeito? Porque a ideia é colocar as versões que podem chamar compradores a interesse do produto. Repare que é um dos poucos altinhos compactos em que não ultrapassa o preço da versão de entrada de um sedan médio.

    Pra mim não é produto para R$90000. Isso é obvio, mas o problema é que os rivais, seja eles mais fraco de motor ou menores, tem opções mais completas e/ou de motores mais forte. Enfim… acho que o timing de como foi lançado não é interessante, querer alcançar os consumidores que não ligam para o tipo de rodar com um AT4 ou que queiram um manual… esse tipo de mercado pede na grande maioria um automatico moderno mesmo que seja fraco.

    E o outro problema do produto é limitar e muito, itens que podem agradar o consumidor carecendo de um interior exatamente moderno. Ele não é…. compartilha muito com os compactos e isso fica evidente. Precisava para custar o que custa, se aproxima mais do que há nos médios. Não a toa é a estrategia usada em alguns produtos concorrentes… tanto que o HR-V esta aí para dizer isso.

    • fejunk

      É um SUV honesto. E ficou muito, muito bonito mesmo. Talvez a mais bonita da categoria. É evidente que não conta com o que há de mais moderno, resta por isso ver como vão ficar os preços nas css. Ficando abaixo dos 90k vai ser uma boa pedida visto que os concorrentes estão todos passando fácil os 90-100 mil. Nem todo mundo faz tanta questão assim de um cambio at6 as vezes o cidadão quer apenas um carro com design bacana, que ande bem, que seja macio e com um preço razoável. Lembro da Scenic que na época não tinha também nada de muito tecnológico mas cumpria a função dela, era robusta, confiável, macia com otimo custo beneficio ou seja um bom produto.

      • Edson Fernandes

        Vamos lá… modelos por menos de R$90000 tem um monte. Ele ter esse preço na versão de topo não impede de criticas relativas ao produto que é.

        Sobre sua comparação: Ao contrário do Captur, a Scenic disputava em tecnologia com a Xsara Picasso e de longe batia de frente com Meriva. A Zafira que veio para trazer as soluções de modularidade custava muito mais.

        Ou seja, o principio de modernidade imperava e a Scenic foi uma das modernas para a epoca. A Captur pega itens que a Renault deixou de ofertar no Duster (como o ar automatico que existe em Sandero e Logan) e apostou no Captur para dar um ar de diferente. Outro ponto é ter ESP e 4 air bags… algo que seria perfeitamente possivel no Duster.

        E para finalizar, ainda há o fato de que a importancia dada foi de ter um produto com um visual realmente bonito, porque as soluções são oriundas do Duster com alguns botões colocados do Fluence de qualquer forma no painel.

        Sabe porque ele se tornará interessante no mercado? Porque olhando seus rivais, não existe um perfeito. Não existe aquele que agrega tudo que se precisa.

        E o unico que se tem tudo que fosse esperado nesse nicho, fica extremamente caro. (Renegade)

        É por isso que ele vai vingar, mas ele na minha opinião, vai roubar compradores de Duster e de alguns players sem tanta notoriedade, porque os lideres não sofrerão com essa novidade.

  • RKK

    GPS com dados de tráfego ?? Qual tecnologia, RDS ou 3G ?

  • Mr. On The Road 77

    Olha, tá dura a vida de quem quer comprar um carro. Ninguém é obrigado a comprar, mas as opções, quase nunca agradam. Hatchs médios se acabaram, peruas idem. SUV’s pequenos e médios sempre com algum ‘penalty’…
    Vendo as fotos do Captur, encontrei detalhes que vieram diretamente do Megane II, como o botão Start/Stop, o cluster do computador de bordo, a alavanca onde se controla o som. Isso seria esperado num carro básico e barato, não nunca carro que é lançamento e que custa caro. Ou será que eu que sou pobre?? kkk
    Fora outras coisas inexplicáveis, como por exemplo, a falta de uma regulagem de profundidade do volante ou os botões do modo ECO e o ativador do piloto automático posicionados num local totalmente descabido.
    E ainda de brinde leva um câmbio de apenas 4 marchas que, em qualquer redução vai cair em segunda marcha e jogar o giro e os ruídos internos lá nas alturas. Nem é preciso dirigir o carro para saber disso.
    Pelo menos, o bichinho é bem bonito…

    • Luiz Ramos Jr.

      Vdd amigo, até desanimei viu! Infelizmente um carro completinho (médio) com paddle shift está na casa dos 90 mil acima… tá pesando muito no bolso.

  • Iran Borges

    A única coisa em que poderia se destacar seria a aparência, mas já está tão batido e demorou tanto que pra mim já chegou velho. Pessoalmente falando, é um carro sem atrativo nenhum.

  • Miguel

    Que pena, um carro bonito estragado pela plataforma do Duster, que afetou a dirigibilidade (um pouco na posição do motorista) e com um interior éééé…… Na média de quase todos, exceto os Jeep.
    Já falei aqui uma vez que dirigi um desses na França (feito para o primeiro mundo), com um motorzinho turbo girador e câmbio automático. Compacto, menor, mas não era apertado, tinha espaço pra duas malas grandes e era bem econômico.
    Uma pena a RENAULT não ter condições de trazer um carro como aquele, que poderia bater de frente com aquele monstro do WR-V e similares menores. Tudo pra gente fica pior.

  • nightwishjp

    A renault é a montadora mais preguiçosa no que se refere ao conjunto motriz. Até a GM tem tentado modificar-se e a Renault fica nessa.

    Lança dois novos motores, traz até star-stop, mas câmbio continua com 5 marchas. Lança um carro novo com um câmbio automático de 4 marchas. Em vez de direção elétrica, lança uma eletro-hidráulica que toda a imprensa criticou.

    Pq não investir logo numa mudança maior, que apesar de custar mais inicialmente, poderá ser absorvido pelo mercado por um período de tempo maior?

    Muita bola fora.

  • Marquinhos

    essa chave cartão já está meio atrasada, muito grande, e o pecado maior é o AT4 e o acabamento bem espartano aparentemente pois não vi o carro ao vivo, mas parabenizo a Renault por trazer desde a versão de entrada 4 airbags no Captur , Controle de estabilidade e Tração. itens essenciais para um carro começando deste valor.

  • Danilo Fróes

    Sinceramente? Eu esperava mais!

  • Andre Maruska

    Tentam, tentam mas nao conseguem achar coisa boa para falar do carro. hahahaha
    “De bom tem 4 rodas, espelho de cortesia para o motorista e ate mesmo um otimo porta luvas”. Vai concorrer com o que?

  • Renegade1.0

    O forro das portas é o mesmo do Sandero?

  • Erick

    Falta um cambio automatico de 6 marchas e uns 10 cv no motor… até o JAC T6 têm mais motor.
    Mas a brincadeira dos SUV.s tá ficando divertida…
    os franceses vieram com forca e design bonitos (Renault Alaskan, Captur e Duster; Peugeot 2008).

  • Leandro

    Como diria minha avó: “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento.”

  • Wellington Santos

    Ergonomia Renault, por favor…

  • Diógenes P P Filho

    Esse câmbio é suficiente para quem só roda na cidade. Vc não sentirá falta por um com mais marchas. Na estrada para embalar, ultrapassar e fazer subidas o rendimento fica um pouco comprometido, mas o motor tem bom torque. Mas se for pra andar a 110km/h o carro fica em 2700 giros. Pra mim muito bom. Pelo espaço, conforto e principalmente preço, não há opção melhor, pois o carro tem mala e bom espaço interno, além de ser muito bonito.

    • fejunk

      Se ficar abaixo da faixa de preço dos concorrentes, como acontece com a Duster, tá valendo.

  • Diógenes P P Filho

    Agora acredito que o 1.6 CvT irá prejudicar o 2.0. a não ser que a Renault somente preserve os mimos na versão topo. Realmente teria sido melhor a Renault ter adotado o propulsor e câmbio do Fluente, mas aí o carro tenderia a passar dos R$100.000,00. Acho que foi isso que a Renault tentou evitar

  • Sergio

    Galera, estou pensando seriamente em trocar meu Peugeot 208 Allure por uma Captur! Só acho que deveriam ter colocado uma opção com teto solar. Acredito que a versão 1.6 16v com o câmbio CVT vai ser a minha escolha. Achei o design do carro lindo, e pra mim isso é primordial em um carro( tanto é que tenho um 208 que acho mto lindo). O Creta eu achei muito quadrado e feio, HRV mto mais caro e Renegade tb. Abraço!

  • fejunk

    Baita SUV. Tem tudo para ser um sucesso.

  • fejunk

    Um Duster com design moderno era tudo o que muita gente queria. O que a maioria dos que aqui comentam parece não entender é que o orçamento do brasileiro, em geral, não alcança além da faixa dos 70k-80k. Esses são os consumidores da Duster.

    Ali na Honda Gendai estão pedindo 104k numa HR-V, completa sim, mas é uma loucura pagar isto num carro 1.8 para cidade.

    Numa Duster 2.0 vc paga 70k. O unico problema dela era o design, que aparentemente agora a Renault corrigiu. Só tem que ver como vai ficar a política de preços. Se mantiver bem abaixo da concorrência, como ocorre com a Duster, merece todos os meus elogios.

  • André Freitas

    Sou consumidor Renault. Tinha uma Megane GT 12/13 e atualmente uma Duster Oroch Dynamique 1.6 16/17. Carros honestos no custo/benefício. Mas fiquei decepcionado quando comparamos a 1.6 Duster com a nova Captur. O “lançamento” pesa mais, consome praticamente o mesmo, mesmo comprimento e entre eixos, carga útil e porta malas menores e ângulos de entrada/saída menores ! Claro, outro desing, mas fica por aí!

  • Rafael Henrique Arruda

    Renault Captur: Um Duster em traje de gala. O Captur terá boas vendas devido ao design contemporâneo, mesmo que com mecânica e plataforma de 20 anos atrás. Típico carro que consumidor emergente adora.

  • Leandro

    Esse 2.0 AT4 claramente é um tapa buraco. Logo chega algo mais moderno.

  • rodrigomalc

    Aguardar a versão 1.6 CVT.. Será que vem a quanto? 75, 78?

  • Luis Burro

    Design eh interessante,mas para a proposta de carro familiar espaco interno eh prioridade.E me parece q as montadoras deixam este quesito aquem do q deveria.
    No 2.0 jah nao foi lah estas coisas quero soh ver o 1.6!

  • fejunk

    Achei que ficou muito bonito.

  • MSGUI

    Esse carro tem o visual bacana, mas alguns erros são tao grotescos que destroem o carro. Por exemplo não vejo nenhum problema em ser um Duster com roupa de festa. O Duster é espaçoso e robusto, mas manter o cambio de 4 marchas. Meu deus estamos de volta a Scenic de 1999?
    Tb não vejo problema nos comandos de audio na haste atras do volante, é apenas uma questão de costume, mas precisava ser a mesma haste que tinha tb na Scenic de 1999???? O painel em plastico duro tb não seria o maior dos problemas, mas um carro de 90 mil sem um console entre os bancos dianteiros com apoio de braço???? Sinceramente não dá. Assim fica dificil defender esses franceses.

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