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Renault City K-ZE: Kwid elétrico quer se espalhar pela China

Renault City K-ZE: Kwid elétrico quer se espalhar pela China

O Renault Kwid pretende se espalhar pela China, mas não pense que ele estará nas ruas chinesas com seu pequenino motor 1.0 de três cilindros. A eletricidade vai mover o subcompacto com e sem a marca francesa. Antes, porém, a empresa quer eclipsar outras propostas focando as atenções em seu City K-ZE, como será chamado dessa forma por lá.

O motivo é importante, pois a Renault nunca teve projeção comercial no mercado chinês como sua irmã Nissan. Levar o losango para mais lugares no país, significará expandir sua atuação na região e ajudar a ampliar as vendas de outros produtos. O City K-ZE ainda não teve preço revelado, mas Carlos Ghosn havia proposto o desafio de vende-lo por US$ 8.000.

Renault City K-ZE: Kwid elétrico quer se espalhar pela China

Com praticamente as mesmas medidas do Kwid nacional, o City K-ZE também diz que é um SUV e tem altura livre do solo de 150 mm. Além disso, a Renault ampliou ainda mais o seu já grande porta-malas, agora com 300 litros. Dotado de baterias de lítio com autonomia estimada em 250 km, o pequenino pode ter 80% da carga reposta em 50% ou 100% em 4 horas numa tomada 220V.

Visualmente, o City K-ZE tem frente estilizada, tendo grade exclusiva, repetidores de direção e luzes diurnas em LED, faróis de LED reposicionados e para-choque redesenhado. Na traseira, as lanternas têm novo layout, mas o formato é o mesmo. Já o para-choque é reforçado.

Renault City K-ZE: Kwid elétrico quer se espalhar pela China

Por dentro, o ambiente tem cluster análogo-digital e multimídia com tela de 8 polegadas, bem como botão de marcha e padronagem exclusiva dos assentos. Dessa forma, o City K-ZE pretende conquistar o consumidor chinês, mas não estará sozinho. Além da Venucia, que você viu aqui, a Renault-Nissan quer levar o Kwid elétrico com mais uma marca.

Renault City K-ZE: Kwid elétrico quer se espalhar pela China

Nesse caso, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China revelou o Aeolus Fengshen EX1. Este é outro Kwid elétrico da Dongfeng e tem uma cara mais de SUV. Seu motor elétrico tem 45 cavalos e a autonomia é de 300 km no ciclo NEDC. Com Renault e Venucia, serão 3 marcas com o carrinho atuando por lá.

Renault City K-ZE – Galeria de fotos

Renault City K-ZE: Kwid elétrico quer se espalhar pela China
Nota média 3 de 2 votos

  • Domenico Monteleone

    Pra meu gosto não ficou legal essa solução dos faróis.

    • Raimundo Nonato

      Mas pelos supostos 8 mil dólares iria para minha garagem sendo de bom ou mal gosto

  • cobaiao

    “o City K-ZE também diz que é um SUV” hahahaha, eeeita dona Renault, tentou enganar a nós com o tal “SUV dos compactos”, agora quer tentar enganar os chineses também. É o famoso “vai que cola”.

    • klaus

      “SUV dos compactos elétricos”

  • Rogério R.

    Ainda estou me acostumando com a moda dos faróis no para-choques dos SUVs, mas gostei do estilo do City K-ZE. A curiosidade é se qdo o Kwid for reestilizado ele passará a ter 4 parafusos nas rodas, pois algumas mídias dizem que o City é uma prévia da futura reestilização do Kwid.

    • th!nk.t4nk

      Pela proposta desse carrinho, 3 parafusos por roda já é até muito :)

      • Rogério R.

        Não vejo problema em ter 3 parafusos, além de não haver nenhum relato de problemas referente a isso, foi apenas uma curiosa observação.

  • Daytona

    Um Kwid elétrico Automático por até R$ 69.990,00 com isenção de IPVA teria um enorme mercado no Brasil, até pelo limite PCD.
    Seria um carro “smart” para cidades e fugimos do monopólio da Petrobras e potenciais greves de caminhoneiros.

    Mas seria importante a bateria durar uns 10 anos para se pagar…
    Hoje gasto, em média, R$ 400,00 de gasolina por mês / R$ 4.800,00 ao ano / R$ 48.000,00 em 10 anos.

    Sem IPVA o carro “se pagaria” sem falar que preços de combustíveis só devem subir puxando essa conta pra cima.

    • Unknown

      Como se uma eventual greve de caminhoneiros afetasse somente a circulação dos automóveis… este é o menor dos problemas, sendo que o desabastecimento é o maior deles. De resto, concordo com suas afirmações…

  • Louis

    Um Kwid elétrico seria perfeito para mim.
    Mas, agora que comprei, vou ficar pelo menos 10 anos com o meu, fazendo 14,5 km/l no etanol, circuito misto. hihihihihihih

    • konnyaro

      O Kwid é um carro apenas para cidade. Comprei um pensando em ser uma alternativa para o finado Uno mille mas não aguentou o tranco pelo fato da suspensão ser muito frágil. Uso direto em estradas rurais mal conservadas e como resultado aos 40000km já troquei amortecedores, as duas bandejas de suspensão, os dois coxins de motor mais o coxim do câmbio. Pelo menos foi tudo na garantia.

      • Louis

        Realmente ainda não posso opinar em relação a durabilidade, pois o meu só tem 3 mil km.

      • Unknown

        SUV dos compactos só na denominação, pois não tem nem a durabilidade e resistência de alguns compactos, como o citado Uno Mille.

      • Danilo Silva

        Igual meu pai já teve que mexer na suspensão e ainda quando estava com 10.000 km, carro nutella já teve problema com ar condicionado que parou do nada, maçaneta quebrou, freio de mão que a luz do painel ficava piscando direto.

  • Chap

    A tranqueirinha agora nessa versão elétrica deve ser montado na versão padrão da CMF-A, haja visto que as rodas foram para os 4 furos…

    • Cesar Augusto

      Mas ele já e montado na CMF-A

      • Chap

        O Kwid a combustão é feito numa derivação de baixo custo da plataforma. Esse elétrico provavelmente é feito sobre a CMF-A padrão.

  • Hodney Fortuna

    Dificlmente chega por aqui! O lobby composto (na minha opinião) entre as montadoras e petrobrás não permitiria esse carro ser vendido por aqui, nem por 16 mil dólares.

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