Renault Sedãs

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O Renault Fluence sem dúvida foi um dos sedans mais injustiçados do Brasil.

Ele encerrou recentemente suas vendas no nosso mercado por causa das baixas vendas, mas também pelo alto preço que a Renault pedia por ele nos últimos anos.


Vamos então relembrar um pouco do Renault Fluence, um modelo que alinhava bom espaço interno e boa oferta de equipamentos por um preço justo perante a concorrência, pelo menos nos primeiros anos.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Antes do Renault Fluence ser lançado, ele ganhou vida como um carro conceito.


Renault Fluence Concept

A primeira aparição do Renault Fluence foi na forma de um conceito apresentado em 2004, desenhado pelo então chefe de design da Renault, Patrick le Quément.

Ele criou um cupê do tipo 2+2 que alinhava um perfil esportivo e conforto de sedan.

O conceito do Renault Fluence tinha o mesmo tamanho de um Renault Laguna, que é um sedan médio-grande vendido na Europa.

O Renault Fluence Concept foi apresentado durante o Louis Vuitton Car Elegance Classic na Inglaterra e no Mondial de l’Automobile de 2004.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O modelo chamava atenção pelo seu perfil esportivo, com os faróis dianteiros com design semelhante aos do Laguna e por usarem LED direcionáveis – que viram de acordo com a posição do volante.

Nas laterais, o Fluence Concept tinha um conjunto anguloso de janelas e linhas limpas, com apenas o repetidor de seta no para lama dianteiro e um no traseiro.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Na traseira o Renault Fluence Concept contava com enormes lanternas traseiras que se estendiam do centro até pontas, e o vidro traseiro era em “V”.

O ponto mais curioso do modelo era como era aberto o “porta malas” que tinha um sistema próprio que abria deslizando a tampa até o teto, dando acesso ao espaçoso compartimento.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O interior tinha seu ar futurista, mas muito dele foi reaproveitado do sedan Laguna.

O painel do Renault Fluence Concept ainda contava com um joystick para controlar o veículo e algumas funções dele.

Marcas de renome participaram do projeto, como a Michelin que ajudou a desenvolver os pneus de aro 22 para o modelo e a empresa Recaro que forneceu os estofamentos para o conceito.

Renault Fluence, substituto do Renault Mégane

A relação de sedans e Renault nunca foi muito boa, pelo menos fora da França.

Já na primeira geração do Renault Mégane que tivemos por aqui a versão sedan foi uma das que menos vendeu, mas a coisa mudou quando conhecemos a segunda geração do Mégane sedan em 2006 e a Renault mostrou a que tinha vindo.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Na época que o Mégane de segunda geração foi apresentado por aqui, ele tinha concorrentes de peso como Chevrolet Vectra, Toyota Corolla e Honda Civic, apenas para citar os mais famosos.

No começo o sedan veio com motores 1.6 litro e 16 válvulas e 2.0 litros também de 16 válvulas nas versões Expression e Dynamique.

A versão hatchback do modelo foi rejeitada por centros de pesquisas realizados com clientes e potenciais clientes da marca. Em 2008 o modelo recebeu algumas mudanças e a companhia da versão conversível e da perua.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O modelo ficou entre nós até meados de 2012 quando o modelo saiu de linha tanto na Europa quanto por aqui, para dar lugar a 3ª geração do Renault Mégane, que por aqui conhecemos por Fluence.

Renault Fluence: sedan de baixo custo

Se por um lado a segunda geração do Mégane tinha um sedan com a mesma identidade visual e mesmo nome, o mesmo não aconteceu com o Fluence, seu sedan derivado na terceira geração que foi apresentada na Europa em 2008.

A linha hatch, perua e conversível seguiam a mesma linguagem visual e o mesmo nome de batismo. Já o sedan ganhou uma dianteira própria e o nome Renault Fluence, o mesmo do conceito apresentado em 2004.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Do Renault Mégane de terceira geração o Renault Fluence herdou toda a estrutura da coluna A pra trás.

As exceções ficaram por conta do volume que o caracteriza como sedan e a dianteira diferente.

De certa forma o fato de o Renault Fluence ter uma aparência própria garantiu um novo status para o Mégane sedan, agora Fluence.

No quesito motorização, o Renault Fluence europeu contava com variantes que iam de 1.2 litros a gasolina de 110 cavalos a um 2.0 litros turbo com 275 cavalos.

Os motores poderiam vir acoplados com câmbios manuais de 5 velocidades ou automático do tipo CVT de 6 velocidades.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O Renault Fluence do Brasil

No caso do nosso Renault Fluence vendido por aqui, ele vinha na versão Expression com motor 1.6 16 válvulas e 115 cavalos associado a um câmbio manual de 5 velocidades e a versão Dynamique 2.0 litros 16 válvulas e 143 cavalos, sempre associado ao câmbio automático do tipo CVT.

O Renault Fluence divide a plataforma C da aliança Renault/Nissan, que também dá origem ao Nissan Sentra. Por aqui o modelo teve boa aceitação devido ao seu porte avantajado e sua lista de equipamentos bem recheada desde a versão de entrada.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Diferentemente da geração do Mégane sedan que tinha versão perua e conversível, o Renault Fluence veio apenas na carroceria sedan para o nosso mercado.

Mas nem por isso ele deixava de ser um sedan atraente e harmonioso.

Se por um lado a versão hatch usava um conjunto dianteiro diferente e padrão da Renault, o Renault Fluence tinha faróis compridos, de dupla parábola com lente de canhão.

Na dianteira o losango da Renault ficava mais inclinado do que de costume e ficava acima da placa e da entrada de ar com bordas arredondadas.

Na base do para choque um sorriso ostentava os faróis de neblina redondos nas extremidades.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

A lateral do Renault Fluence era elegante e contava com uma linha sinuosa, que era proveniente da estética do Mégane europeu.

Na traseira, grandes lanternas saiam da tampa do porta malas e invadiam as laterais do modelo.

O porta placas ficava na tampa do porta malas e logo acima dela ficava um friso cromado e acima o nome Fluence em letras garrafais e um pouco mais acima o losango da Renault.

O interior do Renault Fluence contava com o mesmo acabamento e esmero que a versão europeia. Com bons materiais ao toque e boa ergonomia interna.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Infelizmente esses predicativos não foram o suficiente para tentar mesmo que por um instante a hegemonia do Toyota Corolla e do Honda Civic.

O Renault Fluence sempre tinha vendas bem tímidas, ficando atrás de outros sedans como o Chevrolet Cruze por exemplo.

A solução para tentar amenizar um pouco essas vendas minguadas veio em 2014 como modelo 2015 quando o Renault Fluence recebeu um facelift e alguns equipamentos novos para atrair os compradores dos outros sedans.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O facelift trouxe novos faróis para o Renault Fluence, além de uma nova grade bem ao estilo Renault, e o deixava mais perto do Mégane europeu.

A grade dianteira ganhava três novas entradas, sendo a principal em formato de trapézio com os cantos arredondados e nas laterais ficavam os faróis de neblina e numa moldura cromada feixes de LED diurnos.

Na lateral do Renault Fluence a maior diferença eram as novas rodas que poderiam chegar até a 17 polegadas e deixar o visual do Fluence mais esportivo.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Por aqui o modelo resistiu até meados de 2017, com algumas unidades a venda ainda em 2018. São unidades 2017/2018, as últimas produzidas.

O Renault Fluence acabou perdendo seu lugar ao sol por conta da onda de SUVs que andou invadindo todas as marcas, e na Renault não foi diferente.

Até pouco tempo atrás, ainda em 2018, era possível encontrar o Renault Fluence a venda pelo site da marca em apenas duas versões, Dynamique Plus com câmbio CVT e preço inicial de R$ 99.350 e a versão Privilège também com câmbio CVT e preço inicial de R$ 108.300.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Até o momento da publicação deste texto a única opção de sedan pelo site oficial da marca no país é o Logan, que tem preços que partem de R$ 47.990 na versão Authentique e chegam até R$ 53.990 na versão Avantage.

Já para o Captur que é o SUV que de certa maneira substituiu por hora o Renault Fluence, tem preços que se iniciam em R$ 82.990 na versão Zen 1.6 litro manual e vai até R$ 98.990 na versão Intense 2.0 litros com câmbio automático do tipo CVT.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Um novo SUV está sendo estudado para ficar acima do Duster e do Captur e ficar na mesma faixa de preço do Fluence, e deve ser apresentado em novembro durante o Salão do Automóvel de São Paulo – o Arkana – que já teve algumas imagens e detalhes revelados na mídia.

Renault Fluence GT, com motor 2.0 turbo

Por aqui o modelo teve apenas uma versão especial, o Renault Fluence GT, que nada mais era que um Fluence com motor turbo e pacote visual diferenciado.

O Renault Fluence GT foi apresentado um pouco antes do sedan receber o facelift, como linha 2012/2013  e vinha com um motor 2.0 litros importado da França com 180 cavalos de potência e 30,6 kgfm de torque, associado a um câmbio manual de 6 velocidades.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O Renault Fluence GT conseguiu atrair alguns compradores para a marca por conta do seu motor mais potente aliado ao conforto de um sedan e a praticidade do seu espaçoso porta malas de 530 litros de espaço.

O modelo foi descontinuado apenas um ano depois e deu lugar ao Renault Fluence GT Line, que diferente do modelo anterior, esse tinha apenas o pacote decorativo disponível, eliminando o excelente motor 2.0 litros turbo.

Renault Fluence Z.E

Sim, o Renault Fluence também teve uma versão elétrica, que foi apresentada como conceito em 2009 e foi colocado a venda em 2011.

O Renault Fluence Z.E. vinha equipado com uma bateria de íon de lítio de 22 kWh, que permitia uma autonomia de até 160 km e tinha velocidade máxima de 135 km/h.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

O modelo deixou de ser fabricado na Turquia no final de 2013, devido aos seus altos custos para montar o veículo e seus componentes elétricos e a baixa demanda pelo modelo em questão.

Por aqui vimos brevemente o modelo de passagem no Salão do Automóvel de São Paulo, apenas como conceito.

Renault Samsung SM3

Sim, você não leu errado. A mesma marca que fabrica televisores e provavelmente o telefone que você está usando para ler esse texto também produz carros como subsidiaria da Renault na Coreia do Sul e outros mercados asiáticos.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Conhecido por Samsung SM3, o nosso Renault Fluence utilizava um emblema diferente do modelo daqui.

O Samsung SM3 de 2009 era muito semelhante ao nosso Renault Fluence, a não ser pela grade nova com o emblema da marca sul-coreana novas opções de rodas de liga leve.

Já no modelo 2014 que vive até os dias de hoje tem a mesma aparência do Fluence que saiu de linha por aqui.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Com a exceção do losango da Renault, que era substituído pelo emblema da marca.

Além dele outros modelos da Renault são vendidos no mercado asiático e sul coreano, como o Captur que é vendido como Samsung QM3, além de outros modelos como o Koleos que é vendido como QM6 e o sedan SM6 que nada mais é que o Renault Talisman.

Renault Mégane Sedan

A quarta geração do sedan Mégane foi descartada para ser vendida por aqui a princípio devido a custos, como sempre.

Renault Fluence (2011-2017): versões, motores e equipamentos

Caso o modelo volte, ele terá que enfrentar nomes de peso como Volkswagen Jetta que foi renovado recentemente e o Chevrolet Cruze, ambos com motores turbo, além da dupla japonesa mais famosa do Brasil, no caso o Toyota Corolla e Honda Civic.

Ficha Técnica

Renault Fluence GT Line 2.0 – 2014

Motor

Instalação: Dianteiro

Aspiração:  Natural

Disposição:  Transversal

Alimentação:  Injeção multiponto

Cilindros: 4 em linha

Comando de válvulas: Duplo no cabeçote, corrente

Variação do comando: Admissão

Válvulas por cilindro: 4

Cilindrada: 1997 cm³

Potência: 143 cavalos

Combustível: Flex

Torque: 20,3 kgfm

Peso/potência: 9,59

Torque específico: 10,17 kgfm/litro

Peso/torque: 67,59

Potência específica: 71,61 cavalos/litro

Transmissão

Tração: Dianteira

Câmbio: CVT

Embreagem: Monodisco a seco

Suspensão

Dianteira: Independente, McPherson

Traseira: Eixo de torção

 Freios

 Dianteiros: Disco ventilado

Traseiros: Disco sólido

Direção

Assistência: Elétrica

Pneus dianteiros: 205/55 R17

Diâmetro de giro: 11,1 m

Pneus traseiros: 205/55 R17

Dimensões

Comprimento: 4620 mm

Largura: 1810 mm

Entre eixos: 2700 mm

Altura: 1470 mm

Porta-malas: 530 litros

Tanque de combustível: 60 litros

Peso:  1372 kg

Carga útil: 413 kg

Desempenho

Velocidade máxima: 195 km/h

Aceleração 0-100 km/h: 9,9 s

Consumo

Urbano: 6,1 km/l (A)

Rodoviário: 7,4 km/l (A)

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Kleber Silva

  • leomix leo

    Bom sedan, mais o mercado aqui só visa rentabilidade, somos um país quebrado, então a galera não pode pensar muito em perder dinheiro, Corolla é o nome da moeda forte, mesmo que nessa época ai, ele fosse menos completo e menos confortável, ninguém arriscaria perder dinheiro em um Renault.

    • Robson

      Eu entendo a questão do não perder dinheiro, respeito isso. Pra quem quer trocar de carro com um pouco mais de frequência, não tem jeito mesmo, tem que seguir a onda. Mas o Fluence é um carro que eu teria tranquilamente, assim como o C4 Lounge que é outro renegadinho no mercado. Atualmente possuo um Corsa 1.4 Premium 2008, que está comigo há 9 anos, e considerando o tempo que fico com carro, depreciação é algo que nem levo muito em conta, vou um dia trocar o Corsinha (se trocar… tenho uns planos ai) por algo que realmente me agrade.

      • Luis Burro

        Renegadinhos mas ñ sem motivo,manutenção cara e falta de peças ngm quer!

        • Robson

          Não tenho uma base muito grande de comparação, mas conheço um dono de cada carro, nem são pessoas com grande disponibilidade financeira não, compraram usados já com grande desvalorização o Fluence é 2012 e o C4 2014, mas nunca reclamaram do custo das manutenções, falta de peças só ouvi reclamação do Citroen, mas era algo de acabamento, um difusor de ar que o próprio dono tinha quebrado sem querer e queria substituir, até pro meu Corsa quando ainda era fabricado, determinadas peças de acabamento originais eram difíceis de achar. Então sei lá, tenho a sensação que existe muito preconceito contra esses carros nessa questão.

          • Meu caso. Fiquei com um C4 Lounge Exclusive 2014 THP por 4 anos. Manutenção com preços do mesmo nível do Jetta aspirado que tive anteriormente ao Citroen. Não tive problemas significativos com falta de peças. Aos 20 mil km substituíram os amortecedores dianteiros em garantia por conta de um barulho na suspensão. O amortecedor e um conjunto de parafusos fixadores diferenciados demoraram 30 dias para chegar, mas como o problema não causava nada além do incômodo pelo barulho, pude continuar utilizando o carro no período.
            Uma pena realmente a visão difundida no mercado que leva os consumidores a ficarem restritos a um ou dois produtos em um segmento.

            • Robson

              Então, se considerar toda a burocracia que sempre envolve substituição em garantia e quanto os caras se esforçam pra não atender isso cobrindo de graça, 30 dias deve ser praticamente padrão em qualquer marca. Não é o correto, com certeza não é, mas não acho que seja exclusividade da Citroen.

              • Na verdade foi mais uma “bobeira” da consultora da concessionária. O par de amortecedores chegou logo, me chamaram para a troca, mas quando cheguei lá me informaram que a indicação da fábrica incluía a substituição dos modelos de parafuso de fixação da torre de suspensão, os quais não tinham sido pedidos na primeira remessa. Isso acabou dobrando o tempo de espera.
                No fim posso dizer que, na prática, não tive nenhum problema com falta de peças para o carro. Tudo o que precisei foi entregue em tempo hábil ao longo da convivência.
                No caso do Jetta (carro que tive antecedendo o Citroen) eu já tive um probleminha: dei um esbarrão no para-choque traseiro dele, o que implicou na substituição da peça plástica e de uma das lanternas traseiras (não afetou nada de lataria). Foram quase 60 dias para a chegada dos aparatos. Também não incomodou muito, pois o carro estava em plenas condições de funcionamento, mas que demorou, demorou.

          • Cláudio Modesto

            Manutenção fora da css é tranquila. Tenho um 2012/13

          • Brilha Ronaldo

            São este ignorantes ai que ajudam a desvalorizar os carros da Renault, sabem de nada e saem postando besteira, este zé mané com certeza nunca teve um renault, deve andar de gol!

        • Mr. Pennybags

          Fluence tem manutenção cara e flata de peças? Conte-me mais!

          • Mr. On The Road 77

            Deixa ele…

          • Luis Burro

            Coisas das francesas.

        • Brilha Ronaldo

          cala a boca, são Pessoas mal informadas como você que ajudam a desvalorizar os carros Renault, sabem de nada e saem falando besteira

          • Luis Burro

            São fatos,francesas são as mais caras do mercado!

  • Dod, o verdadeiro :D

    O Fluence é um bom carro, confortável e relativamente resistente. A desvalorização é absurda, ano passado um amigo meu comprou um Dynamique cvt 15/16 com 25k rodados por 48 mil. Pra quem quer um sedã para usar por uns bons anos sem pensar na revenda é um excelente custo x benefício.

    • Eng Turbo

      Carros médios franceses Top de linha, depois de 3 anos valem 50% do valor do novo. Ta aí uma otina oportunidade de compra!

      • Comprei um C4 Lounge zero em 2014 por exatos 80 mil reais. Revendi o carro este ano (70 mil km rodados e exatos 4 anos de uso) por redondos 50 mil (troca por outro Citroen zero). Achei a desvalorização dentro do normal. Nem foi pior que o percentual de desvalorização na revenda do meu Jetta que antecedeu o francês.

        • Eng Turbo

          Ac CSS costumam pagar mais na troca pela mesma marca. Eu comprei um C4 desses, paguei menos de 50% do valor do zero. Único dono e impecável!
          O ex dono gostaria de sair da marca e em outras CSS o valor ofertado era ridículo, acabei pegando o carro pela oportunidade.

          • É, se eu fosse trocar por carro de outra marca a oferta seria na faixa de 39 – 40 mil reais.
            Mas eu até tive a oportunidade de vender meu carro para um amigo de trabalho cerca de 1 ano antes de efetivamente trocar o carro, com ele me pagando na casa dos 52 mil reais. Só que ainda não estava nos meus planos trocar o carro e ele acabou comprando outro.
            Meu carro também repassei impecável, sem qualquer detalhe. Deu até dó. Mas eu estava rodando demais em regime urbano, normalmente só ou apenas com mais uma pessoa no carro, o gasto com combustível estava proibitivo. O C4 turbo realmente gasta demais em trânsito truncado.

  • Phantasma

    Mais um projeto do grande executivo Fracas Sou e sua equipe

  • Paulino Lino

    Eu sempre gostei das linhas do Megane (principalmente a Grand Tour) e o Fluence a mesma coisa. Com certeza teria um por apresentar um excelente custo benefício, espaço interno ótimo e sem me importar com a desvalorização.

  • jvfig

    Ultimo bom produto ofertado pela Renault

  • Jurandir Filho

    Só uma dúvida: existiu fluence 1.6 como a reportagem afirma? Ah, também não existe 2.0 cvt da captur

    • Mr. On The Road 77

      Sim. Eram os Expression 1.6. Era bem mais básico. Chegou a ter em locadoras. com pessoa física só vi um uma vez.

      • Mr. Pennybags

        Alguns vinham até com roda de ferro e calota.

        • Mr. On The Road 77

          De série era roda de ferro, calota. ‘Borrachão’ das portas sem pintura. Perdia a partida sem chave, sensores de luz e chuva. Bancos sempre em tecido. Motor 1.6 (K4M) câmbio de 5 marchas.

        • Felipe Gonçalves

          Cheguei quase agora da Argentina e vi Fluence com calotas por lá mesmo! Achei que fosse exclusivo de lá, assim como um Polo sedan (não é Virtus) que vi, com aparência de ser bem atual.

    • Paulo Santos

      só pra frotistas…são raríssimos

    • afonso200

      sim era pra TAXI e locadoras

      • Jurandir Filho

        não sabia, valeu pessoal

  • Charlis

    Esse Fluence GT 2.0T foi um dos maiores gafes do mercado nacional.
    Além de não vender nada, no teste da Full Power Lap em Interlagos, este carro conseguiu ficar atras de Up! e Polo TSI, e do Corolla 2.0 XRS.

    []s

    • Leandro Oliveira

      Atras do Corolla XRS? Piada de coroleiro, so pode. #fake #180cv

    • Renato Campos Lopes

      Nossa! Será que anda menos que um Up Tsi?

      • Charlis

        Em linha reta é diferente, imagino que ande mais, alias, tem o dobro do motor, exatamente.

        Mas em Interlagos, ele conseguiu, fazendo na casa dos 2:17.
        Olha sinceramente eu não consigo entender por quê ele foi tão ruim.
        Tem alguns pontos que contribuiu para esse tempo ruim, como a suspensão muito macia pra pista, freio poderia ser melhor, e o ESP foi o ponto principal citado pelos pilotos.
        Veja o video dele no youtube pra você entender: “full power lap fluence”

        Mas, mesmo assim, eu achei ele também lento nas retas.
        Ele sofreu para chegar nos 170km/h na reta de Interlagos, com 180cv e 30 kgfm de torque?
        O meu carro passa facilmente dos 200km/h nessa reta.
        Isso comigo dirigindo, um pobre coitado perto dos monstros da escola Roberto Manzini (que pilotam nas matérias da Full Power).

        []s

  • Luis Burro

    Pois é foi só recentemente(e por uma matéria no NA por sinal) q percebi q ele era o sedã do Megane da geração posterior.
    Ah,mas a outra frente é bem mais bonita,nem sei pq diferenciar.O q deviam ter continuado era a SW,tô pra ver uma mais bonita,principalmente a traseira.Aliás acho ela mais shooting brake q a propria MB CLA,bem mais bonita e ousada!

  • Luis Burro

    Nesta matéria anterior do Megane tbm petcebi q só a partir da geração do Fluence o modelo teve um painel agradável aos olhos…credo,ñ sei como algm podia gostar dos consoles das gerações anteriores!

  • Mr. On The Road 77

    Eu comprei o meu Dynamique Plus 16/17 em outubro do ano passado por 70 mil reais. Até o mês passado ainda vendiam por volta desse preço, via venda direta.

  • Mr. On The Road 77

    Daqui a pouco aparece alguém para dizer que Fluence não é Renault ‘legítimo’, mas sim um Samsung e blá, blá, blá….

  • Assim como todos os sedãs do mercado além da dupla japonesa, é um carro que merecia ter vendido bem mais. Infelizmente a predominância exagerada de um ou dois modelos sobre os demais é algo negativo para o mercado consumidor como um todo. A tendência é que no médio prazo restem muito poucas opções neste segmento.

  • Gran RS 78

    Quando a Renault aplicou o face lift em 2015 na dianteira do Fluence, o modelo começou a vender até que bem, mas como sempre o maior vilão foi a própria marca, que começou a subir os preços desse modelo praticamente todos meses, até que chegou a ridículos 100 mil para a versão de entrada a 108 para a mais completa. Se a marca tivesse deixado preços agressivos para esse modelo, provavelmente ainda estaria tendo um boa procura nas revendas.

  • Bryan Silva

    Saudades do GT de 180cv.

  • Fernando Souza

    Sou um feliz proprietário de um Dynamique CVT 12/13, que hoje está com 83 mil rodados. A manutenção normal é bem acessível, diria que é até bem barata. Quanto à confiabilidade, até hoje meu carro deu ZERO problema! Claro que com essa quilometragem a gente já trocou pastilhas de freio, pneus, bateria, lâmpadas… Mas isso é desgaste normal, qualquer carro tem que fazer com esse tempo e quilometragem.
    A única manutenção “cara” foi trocar o fluido da CVT, algo que não está no plano de manutenção mas que tem que ser feito a cada 50/60 mil KM (dependendo do uso). O óleo é realmente caro, mesmo comprando pela internet e são muitos litros para fazer uma troca dupla (recomendado). Mas a mão de obra é simples e barata, mesmo para isso.
    O carro é muito robusto, tudo nele é muito forte, e essa conversa de que “carro francês é frágil” é conversa mole pra boi dormir, pelo menos no caso dele. No geral, está sendo o melhor carro que já tive.

    • Cláudio Modesto

      Somos 2.
      Já tive 307, C4, todos muito resistentes.

      • Sedici

        Discordo apenas com relação a suspensao, nesse asfalto “lunar” que temos por aqui a suspensao do meu C4 tem sofrido bastante… e mesmo usando peças originais

  • duhehe

    Carro médio pra cima em marca consagrada como montadora de carro popular é igual lanche gourmet do McDonalds.
    Pode até ser um produto bom, mas a percepção de marca joga muito contra, até quem estaria disposto a comprar pensa 2 vezes por temer problemas na revenda, ou ainda ter que escutar frases do tipo Fulano pagou 100 mil em um Renault… é louco….”

    • D34D P00l

      É o que eu sempre falo, esse fenômeno é ainda maior se os carros são populares abaixo do nível da dignidade(palio, gol, fox, uno, sandero, logan, etc). A VW é a montadora que mais se inconforma com essa situação, mas ainda insiste nesses lixos citados, o que abaixa muito o valor da marca. GM e Ford devem ter percebido isso, e abandonaram recentemente essa linha de produtos(Ka e Onix são MUITO superiores a gol fox, siena, etc)

  • D34D P00l

    Como o amigo embaixo disse, as marcas subestimam o peso da imagem delas em decisões de compra.
    Renault com imagem de montadora de Sandero e Logan(sem AT, direção elétrica, ajuste de profundidade, android auto/apple car play) até que vendeu muito.

  • Diógenes P P Filho

    Tenho um 2013/2014 Dynamique CVT. Excelente carro. Até o momento não tenho vontade de trocar. Para mim, o Fluence foi o carro que o Corolla imitou em 2014, adotando a transmissão CVT e os air bags lateriais que já vinham desde a versão de entrada (até 2013 eram 6 air bags, depois só a versão top tinha 6). Carro é macio, tem motor e é econômico. Faz médias de 6,5km/l no etanol na cidade. Pra mim, seu incoveniente é a troca do fluido do câmbio automático que tem que ser feita com no máximo 5 anos, sendo que o sistema avisa no painel, pois há um superaquecimento no câmbio que o faz entrar em modo de segurança (pelo menos o carro até isso avisa). A troca é cara. Cerca de R$ 1.500,00, mas é uma vez a cada 5 anos ou 100.000 km rodados. Fora isso, o carro é show. Não dá problema.

  • Leandro Oliveira

    A materia possui um erro. Afirmam que existiu um modelo 1.6 com motor de 115cv (ele so existiu para clientes PCD ou frotistas) e tambem afirmou que o motor 2.0 de 143cv somente com cambio CVT. Existiu tambem cambio manual para esse motor. Favor corrigirem!

  • Ângelo Luis Lopes Mello

    Tive um Dynamique 2011, comprei zero, logo que lançou. Fiquei com ele 5 anos e cerca de 70mil km rodados. Tive problema com o ar-condicionado, mas foi resolvido pela garantia. A peça demorou a chegar e como morava em Palmas, onde nao dá pra rodar sem ar, acionei a garantia e eles disponibilizaram um carro reserva (Línea) pelos 15 dias até a peça chegar. Além disso, tive gastar qse 2 mil na suspensão logo antes de vender, mas foi por culkpa de 4 viagens que fiz a trabalho por uma estrada MUITO esburacada, acabou com o carro. mas depois que fiz o serviço, o carro ficou como novo e vendi até que bem. Excelente carro, to pensando inclusive em comprar um Exclusive 2017 no ano que vem.

  • Esquilo Tranquilo

    O único vilão: CONSUMO.

  • marcos

    Fluence é um excelente carro, vale a pena comprar um usado bem conservado, os valores pedidos estão bem atrativos. Motor Nissan bem confiável e manuntenção sem sustos.
    Aqui no Paraná onde há muitas revendas Renault é bem fácil achar peças.
    É carro pra quem quer conforto, desempenho, segurança e bons equipamentos sem gastar tanto quanto Corolla e Civic, e mesmo Jetta que usados estão muito valorizados.
    Esse visual tubarão do Fluence em cor preta é muito legal.

  • José Luiz De Arruda Galati

    Tive 1, vendi e comprei outro que continua comigo e não me arrependi. Ótimo veículo. Pena que saiu de linha.

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