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Rota 2030: Mais vantagens para eficiência energética – Híbridos serão o futuro do Brasil

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O ministro Marcos Pereira do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) disse, no seminário de motores da Ford (onde ocorreu também o lançamento do 1.5L 3C Ti-VCT), que o governo privilegiará a eficiência energética sustentável nos automóveis através de tributação diferenciada do que hoje é praticada, cujo cálculo é feito pelo tamanho do motor e combustível.



Essa mudança de postura do governo federal será incluída no programa Rota 2030, que irá substituir o Inovar-Auto, que vence no dia 31 de dezembro de 2017. O IPI majorado de 30% deve ser excluído da nova política, já que foi condenado pela OMC e coloca o país em uma situação ruim diante de outros mercados.

Em discussão entre governo e setor automotivo, o Rota 2030 terá regras consolidadas para o mercado e a indústria pelos próximos 13 anos, dando assim mais garantia para investidores e tornando assim o Brasil mais competitivo no cenário mundial. Outro ponto abordado foi as negociações com a Argentina, visando igualar a política nos dois lados, o que facilitará as operações automotivas e o comércio do bloco com outros países.

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Combustíveis

O governo traçou um panorama energético dos próximos anos através de pesquisas que apontam um crescimento no consumo de etanol anidro e etanol hidratado, em detrimento da gasolina. Em 2014, 66% do mercado de combustíveis no Brasil era representado pela gasolina. Mas, em 2030, apenas 55% desse mercado será do derivado de petróleo, enquanto os dois tipos de etanol terão 45%.

No mesmo ano, o mercado de biodiesel representava apenas 2,6% do mercado, enquanto o restante era preenchido pelo derivado de petróleo. Para 2030, a previsão é que esse percentual seja de 9,4%. No entanto, o consumo no período, aumentará de 65,4 bilhões para 97,4 bilhões de litros.

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No panorama brasileiro, as pesquisas do governo indicam – sempre entre 2014 e 2030 – que o mercado de carros flex subirá de 61,7% para 79,5%. Os veículos movidos apenas por gasolina terão sua participação reduzida de 29,8% para 8,6% no período. Cabe lembrar que, em 2005, 78,5% do mercado era dominado por carros a gasolina. A pesquisa aponta para um consumo de 54 bilhões de litros de etanol – puro ou misturado na gasolina – daqui a 13 anos.

Outro dado interessante é o aumento do diesel 6,2% para 7,2%. Isso indica que não há qualquer previsão de que carros diesel sejam liberados no Brasil, como vem sendo discutido no congresso através de projetos de lei. Entre 2005 e 2014, os carros movidos apenas por etanol caíram de 10,9% para 2,3% e hoje em dia estão praticamente extintos. Já os elétricos subirão de 1,7% em 2025 para 4,5% no final da próxima década, apontando um rápido crescimento desse segmento.

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Indo bem mais adiante, a projeção é de que as vendas de carros flex, diesel ou gasolina desaparecerão do mercado brasileiro em 2045. A curva do mercado indica que os híbridos dominarão o cenário nacional nesse mesmo ano, tendo 85% do total das vendas em 2030. O restante ficará com os elétricos. A curva de crescimento do primeiro segmento ocorrerá em 2023, enquanto os elétricos começam a subir no ano seguinte.

Entre 2040 e 2050, haverá um decréscimo no consumo de gasolina, etanol hidratado, etanol anidro, gás natural e eletricidade. Isso porque o pico de consumo ocorrerá em 2040, mas o volume de gasolina será menor que em 2030, enquanto o etanol hidratado terá um aumento no percentual, diferente do etanol anidro, aquele que vai misturado na gasolina. O motivo é o próprio decréscimo do consumo de gasolina. Mas, haverá aumento na participação de gás natural e eletricidade após 2040.

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Em 2050, a frota de carros flex terá 32% do total, com 7% dos carros apenas movidos por gasolina. Os híbridos representarão 52% e 9% serão de elétricos. Ou seja, o panorama nacional aponta para um futuro de carros híbridos dominando o Brasil na virada do século XXI. Não se sabe quando os carros de combustão interna desaparecerão das ruas do país, mas 39% da frota daqui a 33 anos ainda é um bom indicador de que eles não sumirão da paisagem tão cedo.

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Carros elétricos

Os estudos do governo apontam que o impacto do consumo de eletricidade por parte dos carros na matriz energética brasileira – desconsiderando o período até 2030 – onde a participação será nula ou muito baixa – será de 0,4% em 2040 e 1,1% em 2050, quando atingirá 2 GW de média.

O ministro Marcos Pereira disse que para dar conta do consumo de carros elétricos, seria necessário 3,3 GW de geração, pouco mais da metade do potencial do complexo Jupiá-Ilha Solteira, na divisão entre SP e MS., por exemplo. Mas, entre janeiro e setembro de 2016, o parque eólico nacional gerou esse mesmo volume.

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Atualmente, 65,2% da geração de energia no país provém de hidrelétricas, 13% de gás natural, 7,4% de biomassa, 6,8% de derivados de petróleo, 3,2% de carvão e derivados, 2,5% nuclear, 2,0% eólica e apenas 0,1% solar. O total chega a 615,9 TWh, sendo que 394,2 TWh vêm de capacidade hídrica.

Como um futuro para o carro elétrico no Brasil, o governo vê o consumidor como prosumidor nos próximos anos, onde as pessoas acabarão por gerar sua própria energia doméstica, tais como painéis solares e/ou eólica, baterias para armazenamento de energia e aproveitamento do excedente do carro elétrico. A ideia é que o prosumidor não só consuma menos da rede pública, mas venda para essa seu excedente, gerando assim créditos de energia.

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O ambiente do prosumidor será de uma geração de energia distribuída, baterias e equipamentos inteligentes, além é claro, do carro elétrico, que ajudará não só a suprir a necessidade de locomoção, mas também proverá uma fonte alternativa de energia se necessário. Tais tecnologias já existem hoje em dia, tais como dispositivos comercializados pela Tesla e Nissan, por exemplo. Os carros elétricos mais recentes já podem conectar-se às residências para fornecer toda ou parte da energia em horários de pico de consumo.

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A apresentação do ministro Marcos Pereira contou ainda com um interessante gráfico com os tipos de armazenamento de energia nos carros atuais e futuros, tendo diferentes aplicações, tais como tempo de resposta, serviço, eficiência e custo. Entre os tipos apresentados estão supercapacitores, volante de inércia, bateria, ar comprimido, hidrogênio e hidrelétrica reversível.

Com tudo isso, o governo vê a importância do mercado de combustíveis líquidos com tendência à eletrificação como solução de mobilidade urbana, sendo que os biocombustíveis e a eficiência energética serão fundamentais para esse processo, onde o mercado nacional possui um grande potencial de crescimento, dado a baixa taxa de motorização do país.

Evento a convite da Ford. 

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  • Marcos Oliveira

    Eu acho a estimativa do governo conservadora demais quanto aos veículos elétricos, já que há várias estimativas que apontam para 2021 como o ano em que os mesmos terão tanta autonomia quanto veículos a gasolina, fazendo com que eles sejam substitutos viáveis para os automóveis atuais, com as vantagens que já conhecemos. Também vejo a expansão do etanol mais como um desejo do que algo vinculado à realidade, já que não se vislumbra – nem sequer no médio prazo – uma alta no petróleo que viabilize o álcool novamente como combustível, exceto em alguns poucos estados do Brasil, e mesmo assim somente nos períodos de safra.

    • Luis Burro

      Não vejo a população comprando híbridos ou elétricos pelos preços, já são caros hj imagina no futuro.E não adianta falar q com a popularização o preço vai,pq até hj não vi isto acontecer no Brasil.As vendas até já aumentaram,e os preços continuam subindo!

      • Marcos Oliveira

        Os preços das baterias já caíram brutalmente nos últimos anos, e espera-se que continuem caindo. Aqui no Brasil os híbridos subiram de preço como os outros carros, o Fusion Hybrid sempre foi um pouco mais caro que o modelo top a gasolina, e assim continua. Já o Prius hoje tem um preço um pouco acima de um Corolla topo de linha, o que pode ser um bom negócio para quem roda muito (desde que aguente o desempenho péssimo e design horríveis do carro).

        • Ronaldo P

          O desempenho não é péssimo até onde eu conheço, além do que a Toyota é pioneira em carro híbrido coisa que a Ford não é, o Fusion é um carro antigo e adaptado

        • Luis Burro

          Não é o preço cobrado pela bateria!Se tivesse a R$ 0,50 não mudaria o valor praticado aqui pelas montadoras,q é o maior entrave.

        • Tenho um Prius (geração anterior) e antes tinha um Focus 2.0. O desempenho do Prius é igual ao do Focus na maioria dos casos, mas em alguns é superior. O motor elétrico tem bom torque e quando entra junto com o motor a combustão, empurra com vontade, especialmente em modo Power. Mas andando assim a economia vai pro espaço. Por isso os motoristas preferem o modo econômico, que é lento e sem graça, mas garante consumo de 20 Km/litro ou mais na cidade.

        • Deadlock

          o investimento em elétricos está alto. Outro dia vi uma reportagem em que um fabricante garantiu que rodou mil km com 1 tanque ( na verdade são 2 tanques, com líquidos diferentes, que se misturam no momento do uso). Por aqui falam em híbridos, para preservar usineiros e a vaca leiteira Petrob…

          • FrankTesl

            é um carro elétrico com célula de eletrólitos, a Nano FlowCell que usa a mistura de dois líquidos

      • leomix leo

        Se seguir o mesmo ritmo dos carros populares, nunca vou ter um elétrico. A não ser com 10 anos de uso. Kkkkkkkkk

    • Gustavo73

      Para serem viáveis precisam ter os mesmos preços oque não ocorre hoje. O custo das baterias ainda é muito alto e a sua vida útil muito baixa.

      • Marcos Oliveira

        Então, eu andei considerando a possibilidade de comprar um híbrido, e pesquisei bastante em sites gringos, em que eles são mais comuns. Há vários casos de carros híbridos que rodaram 150 mil, às vezes até 300 mil MILHAS (ou seja, até 450 mil km) sem darem problemas nas suas baterias. Tanto é que o Ioniq da Hyundai tem garantia vitalícia no conjunto.

        O problema é que o pessoal pensa que bateria de carro híbrido é igual às de celular, mas a forma como elas são carregadas e descarregadas durante o uso é totalmente diferente, o que garante que a vida útil seja bem melhor.

        • Gustavo73

          Híbridos não são como​ elétricos. Essa é a questão. Não confundir garantia por defeitos de fabricação com garantia de que não precisa ser trocado nunca. Baterias tem um limite de número de recargas, fora o calor/aquecimento o pior inimigo de uma bateria.

        • Ronaldo P

          Com certeza, mas fica aquele medo tipo se uma bateria dessas precisar ser trocada fora de garantia vai desembolsar 10 a 15 k fácil

          • Em geral a garantia é de 8 anos. O custo da bateria de um Prius é de 10k na concessionária. E quem roda uns 50km ou mais por dia, recupera em 2 anos tranquilo.

      • Ronaldo P

        Até que não é baixa 10 anos de vida útil, a bateria tem garantia de 8 anos…

        • Gustavo73

          Não é baixa sem dúvida. Mas o custo da troca é o problema. Assim quanto mais perto do final da vida útil o valor do carro perde o valor. Esse é a questão. Hoje na minha opinião a distância que os elétricos andam sem recarga já é bom, o tempo de recarga claro ainda é demorado, frente ao tempo para encher um tanque. Isso e essa questão de repor a bateria são o calcanhar de Aquiles dos elétricos.

    • Ducar Carros

      Eu acho a estimativa razoável, a tecnologia com maior potencial a médio prazo é a híbrida, cujo gargalo é apenas tornar a tecnologia mais acessível financeiramente. E esta tecnologia é compatível com os motores flex.

      O etanol de segunda geração vai aumentar em muito a produção deste combustível, ainda mais a partir da cana energia. A competitividade do etanol com esta tecnologia será totalmente diferente da de hoje.

      Já os elétricos têm vários problemas para resolver. Um deles é o tempo de carregamento da bateria, se o carro descarregar, não posso ficar horas esperando para usá-lo de novo.

      • Raul Pereira

        Sinceramente, acredito que o pior problema não são nas tecnologias dos elétricos, isso já se tem para um uso urbano de modo padrão (nem miraculoso, nem inviável tecnologicamente, financeiro já é outra história). O problema maior é como gerar energia para alimentar tudo isso, o que se resolve com a produção doméstica (não achei que veria tão cedo a questão de prosumidor adotada aqui, falando de produção de energia geral)

        • sepchampions

          Com 20 mil reais não se monta um painel solar que garanta a energia residencial quanto mais pra carregar​ carro e vender energia. O governo ao invés de gastar bilhões em Belo Monte tinha era que ter popularizado a energia solar residencial.

          • Raul Pereira

            Hoje não, mas a esperança é que com o tempo isso se desenvolva. As telhas da Tesla que chegaram agora ao mercado são mais baratas e resistentes que as tradicionais e ainda geram energia solar. Se isso dá certo em países de clima geralmente mais frio ou onde o calor é sazonal, imagine aqui onde há Sol a rodo o ano inteiro

            • sepchampions

              É isso, falta boa vontade do governo em fomentar essa tecnologia, se fosse mais barato eu colocaria em casa. Já era pra ter se desenvolvido mais rápido essa tecnologia.

              • Raul Pereira

                Sim, já deveríamos ser prosumidores há pelo menos uns 5 anos folgado. Mas o problema não é brasileiro (sim, nosso governo e empresas já instaladas tem medo de tudo que é novo e pode afetar seu ‘equilíbrio’, vulgo, lucro), a proteção dos combustíveis fósseis e o boicote de energia barata (senão gratuita) e limpa é algo mundial, um briga muito maior que a nossa republiqueta de bananas. Diversas empresas internacionais gigantes já fizeram compra de várias patentes de hidrogênio só para deixar os projetos encostados em um canto, fora a geração de energia solar. Eu diria que a má vontade é dos monopólios globais de energia (os mais sujos são os de petróleo), coisa na qual o BR não tem nível para se meter. Aqui nos resta aguardar a chegada da tecnologia do primeiro mundo. Mas se nosso governo e empresas tivessem o mínimo de decência, poderíamos nós estar desenvolvendo essas novas formas de energia limpa, mas sabe como é…

      • Ubiratã Muniz Silva

        eu vejo que o maior problema para a popularização dos elétricos no BR é a “cultura do apartamento”, principalmente nas grandes capitais.

        Adaptar uma casa individual para receber um veículo elétrico é fácil. Uma garagem subterrânea de condomínio, não é. O nível de complexidade do projeto é muito maior.

        Sei que existem prédios novos que já estão saindo com infraestrutura própria para receber instalação de tomadas para EVs (tem algumas cidades que até baixaram leis nesse sentido), mas nos edifícios mais antigos, a adaptação é bem complicada (e nem estou considerando boa parte dos edifícios mais antigos que nem garagem tem).

        • FrankTesl

          em edifício antigo é mais fácil ainda, todo mundo deixa o carro numa garagem num terreno próximo, e o garageiro pode cobrar não só o estacionamento, como uma taxa de recarga, e ainda colocar painéis nos telhados para gerar energia que vai vender para seus inquilinos de vaga…

          • Ubiratã Muniz Silva

            Essa não é a realidade de todas as cidades. Brasília é um exemplo, não existem estacionamentos pagos ou terrenos que possam ser usados para tanto próximo às áreas residenciais, e ainda há o tombamento do IPHAN que impede a mudança de finalidade. Só pra citar um exemplo.

    • julio

      Bem colocado.

    • Marquinhos

      O governo argentino prepara um grande incentivo fiscal para carros elétricos, híbridos e movidos por hidrogênio e nós Tupiniquins ficaremos aqui com os preços estratosféricos em Hibridos, ou seja, sem incentivo algum.

      • carlos rodrigues

        É triste isso que ocorre em nosso país…
        Aqui tudo gira em torno dos interesses escusos dos grandes grupos grupos econômicos em conchavo com os políticos em troca de propina e verbas para campanha. O governo só vai incentivar o comércio e a produção de carros elétricos bem como a produção doméstica de energia, solar quando encontrar uma forma de ganharem em cima disso.
        Espero que eu esteja errado.

  • Luis Burro

    Isto é o q ele está supondo,mas se depender das montadoras,só ganhando na loteria ou distribuindo o PIB entre a população pra isto se concretizar!

  • José Cardoso Gomes Filho

    Seria ambientalmente muito bom se os ônibus de transporte coletivo urbano fossem exclusivamente a etanol!

    • ricmoriah

      nos anos 90, a scania trouxe da suécia um ônibus movido por álcool que foi testado e não vingou aqui. em 2007, começou a correr um em SP-ABC com E95, sendo 5% de aditivo para detonação por compressão. o motor era o mesmo DSC9 diesel, só com algumas peças de contato com etanol especiais.

    • Gustavo73

      Seria ambientalmente interessante se eles fossem exclusivamente elétricos. Hoje já ficaria muito feliz se fossem híbridos.

      • Rafael Lima

        O Problema dos elétricos são as baterias, se não houver um plano de descarte pra isso os elétricos acabam sendo piores que os veículos a combustão

        • ricmoriah

          a BYD diz que após 12 anos de uso, suas baterias são conectadas em pacotes para armazenamento estacionário de energia, mas não lembram quanto tempo ainda podem ser usadas, talvez mais 12 anos e depois recicladas.

        • BillyTheKid

          Baterias são recicláveis. Já a gasolina…

      • ricmoriah

        em 2000 já circulavam híbridos em sampa e pouco depois movido por hidrogênio. o problema é o custo mais elevado e a limitação de 10 anos de uso.

      • Raul Pereira

        Ao contrário dos colegas, acho que o problema não são as baterias, mas como nossa matriz de energia suportaria essa mudança de consumo.

        • Gustavo73

          A mudança seria gradual por conta dos custos dos carros. Mesmo nos países desenvolvidos ela vai demorar a acontecer.

          • Raul Pereira

            Sim, também acho que não dá pra compara as nossas metas com as da Holanda

    • Raul Pereira

      Aqui em SP já está em funcionamento um a Hidrogênio. É questão de tempo

      • th!nk.t4nk

        Elétrico, você quis dizer. O H2 é só pra estocar energia, mas o ônibus em si é elétrico, e o H2 que ele utiliza também é produzido com [muita] energia elétrica. O objetivo é tirar a poluiçao do centro da cidade e dar visibilidade pro investimento em novas tecnologias.

        • Raul Pereira

          Me enganei, valeu

  • Júnior Nascimento

    Você vê excelentes compactos elétricos urbanos como o Zoe, o 500e e tantos outros que dariam certo no Brasil, e a um preço competitivo. Bastaria o governo ser menos fominha por impostos, já que vão lucrar trilhões da rede de distribuição de energia.

    • Ronaldo P

      Concordo devia isentar 100% esses carros elétricos e híbridos

  • Marcio Souza

    Enquanto a Petrobras não for privatizada, nenhum governo fará questão de incentivar o veículo elétrico a tal ponto que este substitua o movido a gasolina. Todos sabem o por que…A respeito do carregamento do veículo elétrico, a maioria da frota não utilizara a rede elétrica no horário de pico e sim durante a madrugada onde o consumo está muito aquém de qualquer sobrecarga. Nosso país tem um potencial enorme para receber o veículo elétrico, mas falta vontade política.

    • Alvaro

      Creio que indiferente a Petrobras, até em um cenário pessimista para a agenda verde, se for 100% privatizada, fará um lobby mais agressivo ainda para estimular o consumo do combustível. Afinal qual é o interesse deles em desestimular o consumo. Mas creio que os principais players nessa questão estão por trás as montadoras ditas nacionais que vivem influenciando as decisões do governo como foi com o Inovar-Auto (Quem não lembra do temor da indústria nacional pela “invasão chinesa”, forçando a promulgação dessa medida retrógrada). Esperamos que aos poucos, o mercado regule e o consumidor cobre por carros elétricos ou híbridos para forçar o aumenta da demanda.

      • Marcio Souza

        Por que vc acha que hoje no tio Sam o combustível tá muito em conta? Por que os produtores de petróleo enxergaram o carro elétrico como uma ameaça real e a ideia é justamente essa: desmotivar o consumidor a adquirir o elétrico, pois o custo x benefício não compensaria devido a baixa do preço da gasolina. No passado já fizeram isso e deu certo. Hoje creio que não.

    • Pedro Henrique

      petroleira não vende petróleo só pra combustível…

      • Marcio Souza

        Eu sei, o petróleo e matéria prima para polímeros, tecidos e outros segmentos. Mas o principal é a gasolina para veículos.

  • Tosoobservando

    Nesse primeiro momento tem de dar isenção total para hibridos/eletricos senão nao vinga. Pelas estimativas do governo então, enquanto la fora eles vão estar ja andando em carros autônomos e totalmente elétricos já antes de 2030, aqui so a partir de 2050? Atraso de 20 anos em pelo século 21?

    • Elfo Safadão.

      Isenção total não é uma boa forma de se fazer política, o governo também que ganhar com isso…

      • Tosoobservando

        Ganhará no longo prazo, quando estiverem estabelecidos, ae cobra-se. Ou é tudo ou é nada. Senão não vinga. Falo por experiência, todos os países que tem uma frota hoje significativa de elétricos/híbridos (incluindo os Eua onde os incentivos muda de estado pra estado) só conseguiram essa frota dando isenções enormes, muitas vezes totais. Imposto zero.

        • Elfo Safadão.

          Cara, tu acha que o governo daqui faz planos a longo prazo?
          Não, né….?
          Caso contrário a nossa economia não estaria desse jeito.
          Sem falar que quando se isenta as empresas a população vai ter que ser taxada para repor as perdas de receitas, ou seja, menos impostos pra eles significa mais impostos pra nós… Vamos botar os miolos pra funcionar um puco tá? Tu sabe que isso já acontece aqui e não deu certo, lógico que as isenções foram parciais, mas mesmo assim, não houve redução dos preços, pelo contrário eles só aumentaram garantido altas receitas mesmo na crise o setor automotivo não teve perdas expressivas. Além do mais nem todo mundo vai ter grana para compra os elétricos de 100 mil hueais (já que a média dos preços lá fora é de 30 mil dólares)…

          • Tosoobservando

            A discussão aqui, a tentativa do governo com esse plano é ter algo a longo prazo, pelo que eu entendi, então isso talvez seja positivo. É so aumentar o imposto sobre heranças ( o nosso é um dos mais baixos do mundo, não chega a 8%, nos Eua é 30%) e criar o imposto sobre grandes fortunas, em países como França ou Alemanha o imposto sobre renda dos mais ricos pode chegar a 60%, na Escandinavia ainda mais, ate nos Eua se cobra mais que aqui e ate investidores como Warren Buffet defendem que se taxem mais fortemente os mais ricos na renda.
            Aqui não houve redução de preço pq eles isentaram de imposto mas não mantiveram o mercado aberto para a concorrencia forçar as montadoras, ae simplesmente os empresarios embolsaram a diferença, a propria Dilma admitiu esse erro do governo dela, recentemente. Foi o efeito desastroso desse plano Inovar Auto.

      • Ronaldo P

        Eles já não arrecadam quase nada no Brasil né hahahah

        • Elfo Safadão.

          Verdade, mas eu não estava defendendo o governo, mas sim citando as consequências desse tipo de política de isenção, não existe almoço grátis, alguém vai (leia-se: Vamos) ter que pagar essa conta.

    • Ronaldo P

      Concordo pelo menos de 100% de isenção

  • Matafuego

    Ainda acho que o governo não deveria intereferir – o InovarAuto está aí para provar. Diminuam ou tirem o imposto de importação e as montadoras que se virem para sobreviver. Além disso, qual o esforço do governo na expansão da geração de energia limpa? Nos anos de Lulopetismo se investiu muito em termelétricas e incentivar a compra de carros elétricos com essa realidade só estarão trocando o local onde ocorre a queima de combustível fóssil.

  • kikofar

    Meu Deus… eles insistem em controlar tudo… um bando de burocratas que mal sabe calcular o juro da prestação do seu carro… Vamos lá: gastos do governo não possuem o poder milagroso de criar riqueza para todos. Afinal, de onde vem o dinheiro?

    Mais dinheiro nas mãos do governo significa menos dinheiro nas mãos das pessoas que tiveram esse dinheiro confiscado pelo governo. Quanto mais o governo gasta, mais dinheiro ele toma das pessoas.

    Quando o governo gasta, sempre há os que ganham (os recebedores finais do dinheiro) e sempre há os que perdem (aqueles de quem o governo tirou esse dinheiro). Impossível todos ganharem.

    Quem afirma que gastos do governo geram crescimento econômico está afirmando que tomar dinheiro de uns para gastar com outros pode enriquecer a todos. Está afirmando que tirar água da parte funda da piscina e jogá-la na parte rasa fará o nível geral de água na piscina aumentar.

    • Pedro Henrique

      gastos do governo geram sim crescimento econômico, talvez não para todos, mas geram sim
      imagine o governo criando uma nova universidade federal, além de todas as pessoas que estudarão ali de “graça” e poderão ganhar mais dinheiro com isso, tem todo o entorno da universidade que se desenvolve com serviços e produtos para os alunos e coisas do tipo, gera todo um ciclo econômico na região que leva sim riqueza para varias pessoas, mas não todas, acredito ser um conto de fadas um país do tamanho do brasil com todos “ricos” até porque se todos são ricos quem trabalhará para eles?

      • Tosoobservando

        Pra criar a universidade (que no Brasil é ocupada em sua maioria por ricos que não querem pagar e se acham no direito de tomar as vagas de graça delas por “mérito”) é tirado de algum outro setor, no caso que vc citou tira-se da educação básica, que então ficou péssima, por falta de recursos. O governo gasta em média 10x mais por aluno universitário que por aluno do ensino básico. Por isso que na maioria dos países desenvolvidos so o ensino basico é gratuito pelo estado, nos Eua, Inglaterra, Japão, neste ultimo aliás até o ensino médio é cobrado, etc.. a universidade pública também é paga. É uma grande ironia que nosso sistema de educação “gratuita” seja um dos que mais aumenta e mantém a desigualdade do país, e isso so ocorre, como o amigo disse acima no outro comentário, pq tem a mão do estado por trás.
        Vc comete um equívoco ao dizer que todos vao ficar “ricos” e ninguem vai trabalhar pra eles, afinal, trabalhador não pode ganhar bem e ter uma vida tão boa quanto um rico? Não é essa a máxima de bem estar social dos países de 1º mundo? Tipo no Canadá onde um lixeiro ganha em média de 3 a 8 mil por mês, e pode, por ex, comprar um Civic tranquilamente. Ele não precisa ser rico, mas pode ter uma boa qualidade de vida, isso que importa (No Brasil um lixeiro canadense teria padrão de vida de uma pessoa rica, e mesmo no Canadá a distância entre um lixeiro e um médico por ex. não é tao grande quanto aqui).

        • Pedro Henrique

          pense, se todos são ricos, então não há pobres, então todos são pobres porque todos são ricos e não há pobres… o termo ser rico, significa que você foge do padrão, pra existir o rico precisa do pobre, e o rico tem oq? empregadas, motorista, secretárias, seguranças… se todos ganharem bem pra serem ricos, eles teriam empregadas, motoristas, seguranças… então é insustentável um país de “ricos” oque você menciona sobre o lixeiro no canadá, chama-se poder de compra, o lixeiro no canadá não é rico e se ele vier pro brasil ele também não é rico, a menos que ele more aqui e trabalhe lá… o custo de vida nos dois países é diferente, claro que como o poder de compra do canadá é maior, ele adquire as coisas de forma mais “fácil” do que nós, mas ele não é rico, nosso poder de compra e nossa moeda que é pobre.
          Na alemanha todas as universidades são gratuitas, TODAS.
          o nosso ensino básico é sustentado pelas prefeituras em sua maioria, e pelos estados, as universidades são sustentadas pelo poder federal.
          de certa forma concordo que em uma universidade você vê muita gente de classe média alta que poderia estar pagando uma universidade, mas veja bem uma universidade federal é referencia, obvio que mesmo quem tem dinheiro irá mirar nelas, mas eu, assim como muitos dos meus amigos viemos todos de escolas públicas desde o primário, e muitos dos meus colegas do ensino médio estão em uma universidade, os que não conseguiram vaga na federal, foram pra estadual e os que não conseguiram na estadual conseguiram vagas de bolsa em particulares, e na minha opinião, não é difícil entrar em uma federal, tem cursos que a unica coisa que você precisa fazer é não zerar a prova do vestibular e você entra.
          a dificuldade claro esta nos cursos concorridos e “famosos” mas para estudar numa universidade, pra ter acesso a todo o conhecimento superior não é necessário ser um gênio ou um coxinha, eu não sou nenhum dos dois e estou lá, e não é querer me gabar até porque eu até fico envergonhado de falar isso, mas eu não estudei para o vestibular e passei…(fiz vestibular duas vezes e cada uma pra um curso diferente, a primeira vez não passei e fui pra uma particular através do fies, na segunda fiz pra outro curso e passei, agora só estou pagando o meu fies)

          antes o governo me cobrar esse imposto que cobra e ao menos existir universidades(que é uma instituição que da orgulho) para melhorar a vida das pessoas que buscam do que ele cobrar o imposto e não entregar nada.

          • Tosoobservando

            A Alemanha so impos este decreto ano passado, até então eram todas pagas, e outra, vc quer comparar a Alemanha com o Brasil? MEnos, muito menos ne amigo. O nosso sistema é insustentavel, não tem choro, o governo gasta muito com o sistema federal universitário, não importa se quem administra são municípios ou estados, falta grana sim, falta tudo, então pq nao fazem tipo o MEC ser um orgão igual ao SUS e administrar uma rede só no país inteiro com o mesmo padrão e a mesma educação das federais? O imposto que vc diz vai pro gargalo do estado é igual IPVA, era pra ser usado nas vias mas como nao tem obrigatoriedade, por ser imposto, as autoridades usam pra tudo, menos para melhorar as vias (somente as estradas com pedágio prestam). Então muito melhor vc pagar diretamente a universidade, pois ae o proprio reitor e a comunidade vão decidir e ver onde vão os gastos. Veja, não estou falando em privatizar a universidade, e sim cobrar taxa, mas so de quem puder pagar, quem não puder pega bolsa tipo o sistema do proUni e Fies, mas so que no Sisu, baseado na renda. So assim pra mudar o sistema.

            • Pedro Henrique

              as chances de alguém pobre conseguir uma bolsa pelo sisu ou prouni são muito menores que alguém fazer uma prova pro vestibular da universidade e não zerar nada e conseguir a vaga, você esta insinuando então que só vá pra universidade quem pode, universidade é pra ser pública, e outra se diz que não da pra comparar Brasil com Alemanha, então não da pra comparar com EUA, japão.. onde eles tem recursos pra pagar uma universidade (ou não, vocês já ouviram falar no famoso débito do estudante nos EUA? onde quem se forma tem uma divida enorme pra pagar)
              não se precisa cobrar dinheiro de estudantes de universidade PÚBLICA pra estudar, assim ela deixaria de ser pública, se quer que mais pessoas de baixa renda estudem lá, diminua as cotas gerais e pra quem tem renda alta e aumente a de quem tem renda baixa, simples e fácil..
              só que quem tem dinheiro que vem de uma família abastada, sabe que é importante uma universidade e correr atrás, agora a maioria dos pobres mortais male male terminam o ensino médio obrigados ainda, pois acreditam que faculdade não é coisa pra eles e acabam se conformando, acomodando, tem sim que investir no básico, mas oque estou dizendo é que, tirar de uma universidade o recurso pra isso é ridículo, não é que o estudante da universidade gasta 10 vezes mais pra ser educado que um do ensino básico, é que o do ensino básico tem 10 vezes menos recurso pra isso, e o problema não está em ter ricos nas universidades públicas e você cobrar deles pra “financiar” o ensino.
              não é cada peso uma medida, se é público é público para todos, assim como o sus também não olha a renda, se não vai ser tipo “aaah estou vendo aqui que você paga imposto de renda então terá de pagar seu tratamento de câncer no valor de 200 mil reais..” quer dizer, já paga impostos altíssimos, já ta incluso no imposto que TODOS pagamos o valor do seu plano de saúde sus e o valor do ensino e querem que cobrem ainda mais só porque a pessoa trabalha e paga imposto de renda? esse papo é o mesmo do pessoal que diz pra tirar dos ricos e dar pros pobres
              de certa forma eu concordo que é errado a prefeitura tirar o dinheiro recebido do ipva que é pra infraestrutura viária e gastar sei lá com merenda na creche, mas veja, se não fizerem isso não tem merenda na creche porque falta dinheiro, as prefeituras tem muito menos em caixa do que coletam de impostos, pois boa parte vai pro poder central “redistribuir” que nós sabemos o dinheiro se perde no meio do caminho, é usado pra pagar milhares de “auxiliares” de gabinete, ou usado pra construir uma ponte no valor de 200 mil reais no nordeste e a ponte é de madeira com menos de 5 metros de comprimento.

              enfim, não da pra se comparar o Brasil com outros lugares, nos pagamos impostos e temos serviços “públicos”, eles não pagam tantos impostos e em contrapartida não tem tantos serviços públicos como nós, e isso já esta enraizado, e garanto pra vocês, se as coisas funcionassem, se tivesse infraestrutura, se o sus não fosse tão sofrível, se a segurança não fosse quase inexistente e se a educação básica fosse decente, ninguém ia ta reclamando de pagar os impostos que pagam no brasil.
              o problema então é os desvios, a corrupção, não o modus operandi

              • Pedro Henrique

                na verdade, deixe-me corrigir, o modus operandi também tem problema, a ineficiência
                quantos aqui já não foram na prefeitura pra ter que resolver algo e ta lá aquele(a) atendente com cara de quem comeu e não gostou, com um atendimento como se estivesse lhe fazendo um favor sendo que normalmente ele(a) é concursado e ganha acima da média?
                tem que se exigir que ele(a) trabalhe acima da média também, afinal é nós quem pagamos aquele salario pra ele(a) nos tratar como um lixo
                paga-se muito, exige-se pouco e vota-se em quem lhe rouba pela “parceria” ou aquele ticket vale gasolina de 100 reais

                • Tosoobservando

                  Vc deve ser jovem ainda e vc reproduz alguns mitos e mentiras contadas por ae: primeiro, nos nao pagamos tanto impostos qt pensam, na vdd, o que acontece é que pagamos muitos impostos no consumo, mas na renda, pagamos pouco, nos países desenvolvidos é o contrario, impostos no consumo baixos, e na renda altissimos. Conversa com alguem da Escandinavia, França, Alemanha etc.. e pergunte a eles sobre imposto sobre heranças e renda. Ate nos Eua, é mais alto, e a HIllary queria colocar um imposto maior sobre todos que ganhassem mais de $200 mil dolares/mes. Ate aquele investidor Warren Burret, um dos homens mais ricos do planeta, defende a criação do imposto sobre grandes fortunas e acha que os ricos devem pagar mais. Aqui a mentalidade é que o rico deve pagar quando compra um produto, aquele Iphone de 4 mil, aquele BMW de 250 mil, aquela Ferrari de 1 milhão. Mas o que isso faz? Isso faz os preços dos outros produtos subirem, pois tudo fica caro. Não se deve taxar consumo achando que vai atingir os ricos, pq nao atinge, ele pode nao comprar, ele pode comprar no exterior, etc… O pobre que se lasca. No Brasil o sistema tributario é cruel, e o mais incrivel é que parece que ninguem ve isso, nao vejo ninguem comentando ou questionando isso. Querem impostos mexicanos e serviços europeus ehheh

                  • Pedro Henrique

                    imposto sobre grandes fortunas é diferente de taxar o cara que ganha 3500 por mês pra ele usar a universidade, ele não é rico e provavelmente não tem dinheiro pra pagar uma universidade, mas também não é pobre…
                    o sistema tributário brasileiro é sim arcaico e precisa ser renovado, eu concordo com a tributação sobre grandes fortunas, mas, grandes fortunas, não o cara que trabalha e ganha mais de 50 mil no ano até 90~100 mil
                    porém taxar grandes fortunas é arriscado, pois precisa-se saber corretamente quanto taxar, pra você não matar o rico, você não quer que ele deixe de ser rico, e também não quer matar a empresa dele, ou o estimulo dele pra se tornar rico

                    • Tosoobservando

                      Ninguem falou em taxar quem ganha isso, 3500/mes como renda famliar é classe média, teve sim uma proposta de cobrar uma taxa nas universidades públicas para quem ganhasse mais de 150 salarios minimos/ano, o que daria 12 mil/mês, como renda familiar no Brasil. Esse tema foi uma discussão na Inglaterra em 1997, antes era tudo gratuito, mas nao se sustentava, pois queriam manter a qualidade da universidade pública inglesa mas faltava grana, ao invés de criar novos impostos pra onerar a população geral, passaram a cobrar taxas dos estudantes que podiam pagar, começaram anuais, hoje são mensais, mas pobres ganham isenção total. Agora sobre taxar grandes fortunas, pergunta para os países europeus como eles fazem, pois tem países como a França e Escandinavia onde as fortunas são fortemente taxadas, algo em torno de 55%, ate 60% em alguns casos, e nem por isso aqueles países empobreceram ou os ricos ficaram menos ricos por isso, aconteceu o contrário, eles conseguiram o tal do estado de bem estar social, mais segurança para investimentos, menos violência com mais igualdade e menos disparidade de salários, consumo maior pois todos tem renda alta e poder de compra bom…

              • Tosoobservando

                Kra quantos equivocos, algo nao deixa de ser publico pq é pago, vc ja ouviu falar no conceito de empresa pública? Vc sabia que vc paga pela iluminação pública diretamente, e nem por isso ela deixa de ser pública? Vem no seu talão de luz a taxa, alias, a propria empresa de energia também é pública, ou seja, é uma estatal, é do estado, e cobra. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. O que estou demonstrando é que é melhor pagar diretamente a taxa, do que ficar pagando imposto que vai pro gargalo, se as prefeituras administram mal o dinheiro então que usem outra verba, se o IPVA fosse taixa ele seria obrigatoriamente usado nas vias, e teriam muito menos acidentes, menos mortes, menos manutenção nos carros etc..
                E outra, pq um estudante do Sisu não conseguiria bolsa, se geralmente as vagas, como no sistema Prouni são RESERVADAS, então tipo supondo o mesmo sistema que metade das vagas do Sisu nas federais seriam para quem não pode pagar (já é mais ou menos assim, pois em algumas universidades metade ou algo proximo é reservado para cotas, seja de renda, ou de quem veio de escola pública, ou de cor etc..) o restante seria aberto, mas ae não seria gratis para os ricos, eles teriam de pagar uma taxa, pq tem renda alta. Ae na verdade aconteceria o contrario do que vc fala, os ricos iriam optar pela particular, pois teriam de pagar mesmo, e ae sim sobraria mais vagas ainda nas federais para os pobres ou classe media. Alem de entrar grana direto na universidade, para a manutenção desta. Fugindo dos gargalos da corrupção de Brasília.
                O Sus também deve começar a olhar renda, tem sentido uma pessoa que tem grana fazer cirurgias de graça pelo Sus? Acho que não. Isso mesmo, em países desenvolvidos vc paga impostos altos e ainda paga pelos serviços pq vc é RICO, heheh, é assim na Europa, Eua, e Japão. O Brasil se paga menos impostos que a maioria destes países, existe um mito que aqui se paga muito imposto, mas é mentira, alias, em comparação, eles não so pagam pelos serviços como o imposto de renda é altissimo, em alguns países chega a 60% da renda dos mais abastados, e o imposto sobre heranças também é alto ate nos Eua, chega a 30% (aqui no Brasil não chega a 8%, um dos mais baixos do mundo). Ae vc percebe que o Rico no Brasil não paga tanto imposto assim, pois paga igual ao pobre, no consumo, so que ele pode pagar mais caro pelas coisas, mas o pobre não, ae o pobre fica sem comprar mesmo e passa necessidade. Esse é nosso sistema cruel amigo, e vc esta corroborando isso.

                • Pedro Henrique

                  as vagas disponibilizadas pelo sisu são menores e disponibilizadas de uma forma geral, não exclusiva para quem quer a faculdade X ou Y, isso faz o cara que fez lá pra faculdade T tentar vaga na M porque ele ta vendo que na M a nota de corte é menor (isso já depois da prova feita e já com os resultados em mãos oque se torna um leilão) e aí o cidadão pode mudar nos 45 do segundo tempo pra alguma outra coisa, e ai só oque vai ter são as notas dos decoradores de plantão que fizeram cursinho particular caríssimo.
                  a pessoa paga os mesmos impostos que você, vamos supor, e você tem direito a fazer cirurgia pelo sus, porque a outra pessoa que também paga os impostos igual a você não teria esse direito? claro ela entrará na fila igual, terá o mesmo atendimento tudo igual, e dificilmente alguém que realmente tem dinheiro pra bancar uma cirurgia de 50 mil a fará pelo sus pois essa pessoa normalmente tem plano de saúde que o cobre(a menos que seja uma cirurgia estética que eu sou totalmente contra se fazer pelo sus, a menos que seja uma questão de deficiência tipo a pessoa sofreu um acidente e queimou o rosto)
                  oque estou falando que deixa de ser pública é “aah você é rico então mesmo você já pagando imposto de educação durante a vida, pague mais essa taxa no valor de uma mensalidade de universidade” isso é errado, se for cobrar duplicado então deixe de cobrar 1 deles, e se for deixar de cobrar 1 de um tem que deixar de todos e aí mesmo é que não vai ter dinheiro pra a educação porque já não se sustenta com todos nós pagando, imagina com poucos pagando.
                  oque eu acho errado é dois pesos duas medidas.
                  se é publico pertence ao estado e não a você, mas você paga igual, nos impostos, ou seja como você disse, invés de vir direto em impostos vir em taxa, só que você estaria trocando 6 por meia duzia, você iria pagar igual, na verdade iria até dar mais chance para sonegação fiscal.
                  como eu disse, a realidade do brasil é diferente, aqui funciona diferente, quantas pessoas você conhece que ganham mais de 200 mil reais? eu não conheço nenhuma pessoalmente, é muito mais lucrativo para o governo taxar 27% de todos que ganham mais do que 70 mil anual do que taxar sei lá 60% dos que ganham mais de 200 mil.
                  outra coisa é que a sonegação fiscal pelo IR nos EUA é muito maior que no Brasil, aqui o leão do IR põe medo mesmo que a taxa seja menor a porcentagem de gente que sonega é também menor

                  eu adoraria que no brasil fosse tudo opcional(a primeira coisa a mudar seria deixar de pagar o imposto de saúde pra pagar um plano privado), mas é compulsório, as pessoas estão acostumados dessa maneira e dificilmente mudarão
                  e reitero, se as coisas fossem eficientes e funcionassem numa nota 7 de 10, ninguém reclamaria de pagar tanto nos produtos como na renda.

                  • Tosoobservando

                    Ah kra por favor nao força a amizade, onde que se as pessoas pagarem diretamente pelos serviços, ira aumentar sonegação de impostos? kkkk então se coloca pedagio numa estrada aumenta sonegação pq a pessoa agora passou a pagar pedagio ao inves de IPVA que nunca resolveu nada? Ae tu forçou bonito. Eu estou lisonjeado que vc tenha dó dos ricos, coitados ne, terem de pagar altos impostos e ainda assim pagar pelos serviços, pois desculpa, não tem almoço gratis, como ja diziam antes heheh E é assim que funciona em TODOS os países desenvolvidos. Nenhum país do mundo se desenvolveu sem cobrar impostos altos dos ricos, não adianta, o Estado não é uma mãe, ele não consegue sustentar a todos, tentaram isso no comunismo, e faliu. Ou se cobra na renda dos ricos diretamente, ou no consumo, que é nosso caso que nao funciona, pq fica tudo caro, afinal, cobrar no consumo como nós fazemos atrapalha o pobre de enriquecer. Quando vc taxa diretamente as fortunas não tem como sonegar, pois é deduzido direto no banco, na transação financeira, na herança, etc.. É bem mais dificil sonegar que no consumo, no consumo é so o kra nao comprar, ou comprar quando viajar pro exterior, simples.
                    Sonegação fiscal é maior nos Eua? Conte-me mais sobre isso? Mostre um dado, afinal la eles gastam so com as forças armadas mais de $1 trilhão por ano, não consigo imaginar tais gastos com tanta sonegação, sendo que la proporcionalmente se cobra menos impostos da população, pois praticamente tudo é pago, não tem Sus, maior parte das escolas e universidades, mesmo públicas, são pagas. E tu ha de lembrar que la nos Eua a justiça é bem mais eficaz que aqui, quer um ex.? O caso dieselgate da VW, multas na ordem de 50 bilhões, quanto o estado não vai arrecadar?

                    • Pedro Henrique

                      com a crise que tivemos, quantas pessoas deixaram de pagar a conta de água e luz pra pagar a do cartão porque os juros eram maiores? é disso que eu to falando, não de que cobrar um pedagiozinho de 3 reais e o cara vai sonegar (até pode, só passar reto pela cancela)
                      to falando dos serviços prestados e na ideia de que saúde, educação, segurança também sejam pagos a parte para o governo se você quiser…
                      não tenho dó dos ricos, oque eu tenho dó é dos que querem se tornar ricos e acabam sendo esmagados no caminho(também conhecidos como micro empresários/empreendedores), pois os ricos que já estão no topo querem é que os impostos aumentem mesmo, assim diminui a concorrência e eles vão continuar lucrando muito porque já são ricos, entendeu? (eles já tem empresas lucrando muito e coisas do tipo)
                      me preocupo não só com quem não tem, mas com quem está ali no limbo do rico de mais pra ser pobre, pobre de mais pra ser rico, porque esse pessoal geralmente é oque mais paga e menos “recebe”
                      por exemplo, se minha família na época recebe-se 3.500 por mês, eu não poderia fazer o FIES, teria de ir pra um financiamento privado com juros bem maiores e não teria condições para tal…
                      (já respondendo ao comentário das grandes fortunas)
                      taxar pessoas com mais de 150 salários é ok, mas quando mencionou taxar o pessoal das universidades achei que estava já se referindo usar as cotas la como exemplo, que classifica 1,5 salário minimo pra menos como baixa renda, e 1,5 salário minimo pra mais como “alta” renda, esse pessoal é o pessoal dos 3.500 por mês, iriam sofrer horrores, mas na minha opinião eu não acho que o grosso do pessoal da universidade ganhe mais de 12 mil por Mês, também nunca vi uma pesquisa a respeito…
                      #pas

                    • Tosoobservando

                      Kra quem deixa de pagar agua e luz pra pagar fatura de cartão? kkk Vc vive sem água e luz por acaso? Eu falo por mim, estou devendo meu cartão mas água e luz pago em dia, afinal não tem como sobreviver sem isso e a fatura do cartão é so negociar, mesmo que fique sem crédito na praça por um tempo. Vc vive em que mundo?
                      Outra coisa, anda numa universidade pública tu vai ver muito filhinho de papai andando em carros de 80, 100 mil reais, condominios em volta delas com apts em torno de 350 a 500 mil ou mais, vc acha que quem gasta essa grana? Os país dao para os filhos pq passaram na federal. Ja ouvi isso de varios pais, prometem dar carro ou apt ou financiar algo pro filho se ele passar na federal, afinal, o valor que ele teria de pagar pelos 4, 6 anos de curso (coisa que em países desenvolvidos eles resolvem criando uma poupança assim que o filho nasce) aqui os kras usam pra comprar algo pra “premiar” o filho que passou na federal e não vai pagar nada. Ae se vc critica falando que tirou a vaga de um pobre, eles vem com pedras na mão falando que foi por “mérito”, que também pagam impostos etc.. exatamente o que vc esta reproduzindo. Ora, sabemos que nada disso é vdd, eles tem várias facilidades ao longo da vida, nem tem comparação a educação que um rico tem com a de um pobre. Ae põe de igual pra igual pra passar num vestibular na federal e falam em mérito? Além de que os mesmos impostos que um rico paga um pobre também paga, so que pesa muito mais para o pobre, afinal os impostos nesse nosso sistema é sobre consumo. O ex. mais simples é nos carros, veja ae, o preço deles, absurdo, grande parte imposto, pq existe esta mentalidade que quem tem grana pra comprar um Ferrari tem de pagar caro por ela. So que o rico tem a opção de simplesmente não comprar a Ferrari. Pronto, não pagou o imposto e guardou a grana. E o pobre? Por causa da Ferrari ser 2 milhões um mero Fiat Uno bate os 50 mil, pois vem em cascata os preços, e o pobre que necessitaria de um carro pra trabalhar, ir pra facul etc.. não tem pq o nosso sistema onera o consumo e faz o carro ser absurdamente caro. Quem sofre mais? Quem tem menos chance de chegar lá nesse sistema?

                    • Pedro Henrique

                      não sou eu quem estava fazendo isso, uma reportagem mostrou que isso estava acontecendo no rio de janeiro, as pessoas deixando de pagar os serviços necessários básicos pra pagar o cartão já que os juros do cartão são mais altos e negociar por negociar vc negocia na que cobra menos juros…
                      eu ando numa federal, estudo em uma e vejo sim pessoas ricas lá, mas a maioria, o grosso são pessoas de classe média, não com carros de 100 mil, mas com carros populares e a maioria usado/seminovo (talvez também ganhos? talvez comprados com trabalho próprio? não sei…)
                      e oque você disse de por ter rico entrando na universidade estaria tirando do pobre, existem as cotas sabia, e também sabia que nas cotas gerais concorre gente daquela zona que lhe falei, pobre de mais pra ser rico, rico de mais pra ser pobre que apenas cursou o ensino médio em um colégio particular e por isso não pode concorrer as cotas.
                      e como eu lhe disse, não é necessário ser nenhum gênio nem pagar um curso daqueles caríssimos que já te sabem certo oque vai cair…
                      eu passei em 2 colocado pelas cotas com salário minimo acima de 1,5 por pessoa com diferença de menos de meio ponto pro primeiro colocado, e nem estudei pra prova, e não estou falando isso pra me gabar, mas pra mostrar que quem quer consegue sim…(e olha que na minha classe no ensino médio publico eu ficava abaixo da média do pessoal, inclusive peguei recuperação)
                      “aaah mas os cursos famosos é super difícil” sim, são muito difíceis mesmo, também ninguém disse que ia ser fácil, mas uma vez dentro da universidade, além de você melhorar muito seu aprendizado, existe a possibilidade de concorrer pra vagas internas
                      e como lhe disse anteriormente também, a maior parte do pessoal que estudou comigo na escola publica, está cursando ensino superior, seja por bolsa, seja por vestibular na federal, estadual, municipal…
                      então esse papo de que o rico esta roubando vaga do pobre na universidade (to falando do rico podre de rico, não do “rico” que apenas colocou o filho num colégio particular mesmo que as custas só pra ele ter um ensino melhor) se perceber no ranking geral a concorrência é muito pior, as notas nas alturas, porque só vai passar o cara que teve o melhor curso/ensino/estudo, enquanto aquele cara lá que sofreu pra por o filho numa particular, o filho dele não pode concorrer nas cotas, concorre no geral com os monstros e é ele quem passa mais trabalho pra entrar, ou seja, são os ricos quem estão tirando vaga dos ricos… porque a vaga do pobre ta garantida nas cotas e o pobre só vai concorrer com quem é pobre também…
                      e a cada ampliação de vaga na universidade, é uma ampliação por igual, se abrir 20 vagas, 10 é geral e 10 é cota, sendo 5 pra baixa renda e 5 pra renda acima de 1,5 salário minimo e dessas 5 de cada, 2 ou 3 de cada são pra negros e índios
                      e nem citei o índice bem alto de abandono dos cursos
                      uma solução para o problema com ter os “ricos podres de ricos” nas universidades federais é criar um novo padrão de cota para os gerais, por exemplo dividindo vamos supor de 10 vagas gerais, por ex 4 pra quem tem renda de até 6 mil, 4 pra quem tem renda de até 10 mil e aquelas 2 finais põe pro geral
                      aqui a renda que eu especifico é a renda familiar total, não per capta

                    • Tosoobservando

                      Vc esquece que esse programa de cotas é paliativo, não vai ser assim a vida inteira, já que é pra ficar reservando vagas então reserva a universidade inteira duma vez hehehe Não fazem isso pq juridicamente seria derrubado, assim como essa proposta que eu falei de se cobrar nas universidades públicas, mesmo que uma taxa pra quem tem renda acima de 12 mil, seria inconstitucional no Brasil, teria de ser feito uma alteração na constituição pra isso ocorrer. Em todo teu comentário vc sempre cita rico não tão rico, ou seja, aquele que pagou escola particular pro filho (em média custa entre 600 e 1.200). O irônico é que ontem vi uma palestra do TED que falava algo que estou percebendo na sua fala, rico no Brasil não se considera rico. Tipo a diferença de renda entre pobres, miseráveis e a classe média no Brasil é gritante, todos os indicadores mostram isso, mas como vc demonstra e ja vi muito, estas pessoas que vc cita que eu chamo de ricos e vc chama de não tão ricos, são as que tem carros, sim, mas não o de 100 mil, mas tem, geralmente carro novo (lembrando que carro no Brasil é carissimo então um carro de 50 mil mesmo aqui sendo um hatch popular, a pessoa que compra gastou uma boa grana nele e vai gastar todo mês com combustivel, manutenção, IPVA etc…) Ai tu vai me dizer que essa pessoa não é rica??? Tu diz que é classe média e equipara estas pessoas com pobres. Equipara vc com pobre. Meu amigo, nem eu, nem vc, nem estes que vc cita sao efetivamente pobres. POBRE é o filho da empregada, é o filho do porteiro, é o filho do lixeiro, é a pessoa que vive em bairros sem nada, nem asfalto, mal tem luz, tv a cabo é por gato, tem celular ruim, come mal quase todo dia e quando come é pq manda filhos pra escola pra eles comerem algo decente (quando tem porque ja vi escolas que ate a merenda os politicos roubam a grana). Isso é pobre, esse que eu estou falando que tem de chegar na universidade pública, que o governo tem de cobrar de quem pode pagar, inclusive eu e vc, pra melhorar o ensino la embaixo, no básico, fazer escolas decentes, abrir em bairros bem perifericos, assentamentos, vilas, etc.. E fazer estas pessoas chegarem la.
                      Nosso entendimento não esta batendo pq eu estou falando de pobre como efetivamente pobre, e vc ta chamando a classe media de pobre. Uma classe media que compra carro de 40, 50 mil e iPhone de 4 mil, paga colégios caros esperando que o filho passe na federal pra estudar de graça, e ainda não se considera rica, acha que e´pobre por causa disso. kkkk não é a pessoa que é pobre, as coisas aqui que sao absurdamente caras. Mas estas pessoas não são pobres, pobre é muito pior, e vc nem tem noção dessa realidade, por isso que defende gratuidade em tudo para os “menos ricos”. Vou te dar so um dado e é oficial esse, pode pesquisar, 80% de quem entra na universidade, mesmo hoje em dia, tem renda acima da média geral brasileira e poderia sim pagar.

                    • Pedro Henrique

                      claramente nosso entendimento difere, e oque você sugere ser eu defendendo classe média de pobre, pra mim oque você descreve é classe média alta o qual eu não defendo.
                      mas como já expliquei diversas e diversas vezes para que compreenda e ainda assim toma uma noção errônea do que desejo explicar, acho que não adianta continuar.
                      e só um dado pra você também, a renda média é 1.226,00 reais per capta, então eu não sou acima da média.
                      #pas

                    • Tosoobservando

                      Se vc esta dizendo que defende classe media entao realmente não sei pq discute, todo tempo o que eu falo é da classe média alta e dos ricos, que alias, pagam muito pouco no Brasil. Não tem discussão mesmo.

  • Pedro Henrique

    “dominando o Brasil na virada do século XXI”
    virada do século em 2050?
    galerinha do na, acho que vcs quiseram dizer virada da metade do século? ou algo do tipo

  • edgar__rj

    “Mas, em 2030, apenas 55% desse mercado será do derivado de petróleo, enquanto os dois tipos de etanol terão 45%.”

    E eu achando que em 2030 já estaríamos com ao menos 70 % de carros totalmente elétricos…

    O Brasil não é um país atrasado, os outros é que estão 50 anos adiantados kkkk

    • Pedro Henrique

      acho que podiam acelerar isso colocando no mercado veículos híbridos movidos por etanol
      que teriam um consumo excelente(calcanhar de aquiles do etanol) e ainda teriam um preço mais em conta por ter imposto menor

      • th!nk.t4nk

        Melhor comentário da notícia. Essa é a saída mais viável e lógica, sem dúvida. Poderiam começar pelos ônibus nessa configuraçao.

    • delvane sousa

      O cartel dos plantadores de cana e derivados do petróleo é muito forte, não vão entregar fácil não.
      Afinal são bilhões e você sabe como funciona as coisas no Brasil.

  • Rodrigo

    E ninguém mais falou do pré-sal… por que será?
    (Contém ironia)

    • Marcelo Rosa Melo

      O Pré-Sal era o canto da sereias prá incrementar o esquema das propinas.

      • Rodrigo

        Exato.

  • Draga

    Carro hibrido no Brasil ainda vejo muito distante de popularizar, dois motores, preco alto…
    Eletrico caso se confirme a queda de preco das baterias, autonomia, e tempo de recarga pode se tornar viavel
    Mas se fizessem hoje um motor dedicado a etanol seria lindo! Certeza q seria muito eficiente, mas vide a descofianca da era pro alcool e do governo eh inviavel investir em um combustivel q pode faltar, preco na mao dos usineiros, etc… Mas tb certeza q eu compraria um mono combustivel a etanol!

  • Danilo Figueira

    em se tratando de Brasil, levando em conta a mentalidade das montadoras (VW, GM, Ford e Fiat) e as atuais tecnologias empregadas Hoje, se comparado com mercado europeu e americano, acho Utópica essa projeção.

    “Indo bem mais adiante, a projeção é de que as vendas de carros flex, diesel ou gasolina desaparecerão do mercado brasileiro em 2045. A curva do mercado indica que os híbridos dominarão o cenário nacional nesse mesmo ano, tendo 85% do total das vendas em 2030. O restante ficará com os elétricos. A curva de crescimento do primeiro segmento ocorrerá em 2023, enquanto os elétricos começam a subir no ano seguinte.”

    Há 13 anos atrás no Brasil a maioria dos carros vendidos até 60mil reais não possuiam airbags, abs, cinto traseiro 3 pontos entre varios outros equipamentos.
    Há apenas 3 anos atrás entrou em vigor a obrigatoriedade de Airbags e Abs. E muitos carros ainda so vem oferecendo o necessário que são dois Airbags frontais, se esquecendo da segurança lateral nem mesmo como opcional.

    Carro elétrico e hibrido no Brasil hoje é uma realidade so pros mais ricos.
    Diante de um cenário onde um dos carros basicos mais vendidos que é o Onix 2018 parte de R$41.000, valor este que grande parte da população não pode adquirir e ainda não oferece NADA, NADA além do minimo obrigatorio e ainda deixa a desejar, acredito que essa pesquisa esteja bem, beeem equivocada no que diz respeito a carros elétricos e hibridos.
    Na questão flex até concordo, pois o Flex foi enfiado goela abaixo no consumidor brasileiro.

    Espero estar vivo ate la pra ver se isso realmente vai acontecer.
    Eu que moro na europa, dirigo alguns carros de 10 anos atras que se comparados com muito carro zero que hoje no Brasil que custa 100 mil reais, não possuem a mesma qualidade de construção, segurança, desempenho e tecnologia.

  • Samuel Almeida

    Imposto é roubo, pelo menos no Brasil.

  • Vinicius Maciel

    o casamento entre governo e anfavea gera regresso tecnologíco e elevacao dos preços dos carros. basta ver que somos o país mais protecionista do mundo. a única maneira de se reduzir preços e elevar qualidade é com a elevacao da concorrência, a qual so ocorre com abertura de mercado. enquanto nao abrir mercado, isso será so promessas. no máximo, teremos um onix eletrico

  • Marcelo Rosa Melo

    O Carlos Ghosn da Renaut/Nissan apresentou uma boa solução para o Brasil, que seria adoção de veículos elétricos com células de combustível, cujo hidrogênio, seria extraído do etanol. O meio-ambiente agradece.

  • Alcides Wiezel

    Tomei conhecimento de um carro da Nissan híbrido que é revolucionária e ao mesmo tempo simples, e que está sendo comercializado no Japão com muito sucesso.
    Trata-se do modelo NOTE E-POWER
    Ele é um elétrico alimentado por bateria que não precisam ser recarregadas por um plugin externa, é sim por um motor a etanol, que faz um gerador carregar as baterias; motor esse que faz render 40km/ litro dando uma autonomia de 1.200km.
    Acredito ser um grande avanço e já é uma realidade nas revendas da Nissan japonesa.

    • Marcelo Rosa Melo

      O Carlos Ghosn é empresário brasileiro e homem de visão.

  • Lucin

    O maior problema dos carros elétricos no Brasil é a geração de energia elétrica. Se atualmente, com a economia devagar, quase andando de ré, já tem a tal bandeira vermelha, por uso de termoelétricas, imagina a demanda pra abastecer todos esses carros que querem vender.

    Isso ainda é uma ilusão e das grandes.

    Vale lembrar também que os carros elétricos só são “energia limpa” se a fonte geradora for limpa, não adianta uma termoelétrica a carvão, gás poluindo e o carro bonitinho na tomada.

    É necessário investir em fonte de energia limpa, tipo solar e eólica. As hidroelétricas já não são tão bem vistas devido impacto ambiental causado na construção, nesse caso a melhor opção é a PCH.

  • Ronaldo P

    O governo devia isentar 100% os carros elétricos e híbridos importados dos impostos, mas o mesmo sempre vai prevalecer o etanol e mesmo a gasolina

  • julio

    Quem viver, verá!

  • Raul Pereira

    Me ajudem pra ver se entendi. Apesar de reconhecer que em meados de 2025-30 teremos vendas de praticamente só carros elétricos/híbridos, a frota nacional doméstica terá uma mudança muito lenta, ou seja, pesar do mercado ser voltado para híbridos/elétricos, ainda teremos muitas pessoas utilizando o carro ‘tradicional’. Mas continuar com a política de elétricos quase nula até 2030(tudo bem, é só uma projeção) é um atraso muito grande.

    Apesar das perspectivas serem bem conservadoras (realistas, porém, isso pode limitar nossas metas e continuar deixando o BR como país atrasado), gostei muito da noção de prosumidor, coisa que acho que já passou da hora de termos em larga escala. Daqui a pouco espero que tenhamos em todas as casas telhas solares (aqui no BR seria MUITO mais bem aproveitado e útil do que no hemisfério norte), um catavento eólico, um bateria para armazenar isso tudo e as próprias estações domésticas para abastecimento dos nossos elétricos. Isso é uma perspectiva perfeitamente possível e viável. Além de desafogar a matriz e ser gratuito, geraria muitos empregos na parte de manutenção e pós venda desses equipamentos.

  • th!nk.t4nk

    Esses gráficos parecem feitos por uma criança. Custo a crer que foram feitos por alguém que frequentou uma universidade.

  • João Holmes

    Comprar um carro novo hoje à combustão é ficar com um mico nos próximos anos. Meu próximo carro zero vai ser 100% elétrico e com condução autônoma. Enquanto isso não estiver disponível e acessível, até lá vou me virando com carros usados já bem depreciados.

  • V12 for life

    Se toda essa projeção está baseada apenas na mudança da cobrança do IPI, não vai passar de um sonho desse ministro, se não houver uma mudança real na política tributária os carros continuarão caros.

  • Ralf

    Para o Brasil, em que as linhas de transmissão são muito longas (e por isso perdem cerca de 20% da energia produzida) e as distâncias grandes, acredito que os híbridos serão melhor opção que os elétricos.

    • Freaky Boss

      Também acho isso. E não adianta dar um passo maior que a perna. O Brasil nem entrou na era dos híbridos já ia querer entrar para a era dos elétricos onde exige-se uma infraestrutura muito diferente (E consequentemente $$$$) da que temos hoje.

      • Ralf

        Verdade. Talvez os elétricos funcionem bem em grandes centros urbanos, como carros compartilhados. Aliás esse é meu chute para os elétricos a que o ministro se referiu na apresentação.

  • sigma7777777

    Achei a projeção bem equivocada. A Toyota já anunciou que todas as versões do Corolla de nova geração serão híbridos, daí já dá para supor que outras japonesas adotarão a tecnologia e em 2025 o resultado já será bem superior a essa pequena porcentagem da 5ª imagem (3%???).

  • Nitrous

    Temos que agradecer aos usineiros, parece mais propaganda pro Etanol do que qualquer outra coisa. Não vão largar o osso tão cedo e seremos um dos ultimos a ter eletricos.

  • Freaky Boss

    Sendo pragmático e olhando infraestrutura e etc, no médio prazo (2030) se o Brasil começar a se encher de híbrido já está bom demais. Ganho enorme de consumo sem ter que mexer 1 vírgula em infraestrutura. Vai ser um ganho enorme.
    Elétrico vai ser coisa de nicho e longuíssimo prazo, penso eu (estou falando de Brasil, não de Califórnia, Suécia e etc, etc)

  • Mauro Schramm

    Isso aí não é uma “previsão”. É um desejo da indústria sendo posto em prática a custa de muita propina para o governo. Montadoras, usineiros e Petrobras tão dando as cartas. Os consumidores que se explodam.

  • Ainnem Agon

    Pura balela corporativista, capitalismo de gangue governamental. Isso aí é o Governo trocar Odebrecht pelas automotivas. O Estado não tem nada que regulamentar setor automobilístico, muito pelo contrário: tudo deve ser desregulado, e com isso criar a real livre concorrência! Quem tem que se preocupar com “eficiência energética” são as fabricantes a fim de colocar mais uma boa característica em seus produtos, e não o governo! O governo não deve manipular o “setor energético”.

    Por fazer TUDO ISSO é que estamos na situação atual. E o brasileiro aprova tudo isso comprando carros caríssimos.

  • FrankTesl

    e o carro da Nissan com célula de etanol? (ao invés de hidrogênio?)
    Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC), o primeiro do mundo que funciona através de energia elétrica de etanol
    https://www.noticiasautomotivas.com.br/nissan-sofc-completa-primeiro-periodo-de-testes-no-brasil/

    Será que vão destravar isso ou vão colocar um monte de empecilhos regulatórios embutidos num novo inovar-auto para melar tudo, só para favorecer o cartel das montadoras e dos sindicatos?

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