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Royal Enfield Himalayan chega ao Brasil custando R$ 18.990

Royal Enfield Himalayan chega ao Brasil custando R$ 18.990

A marca anglo-indiana Royal Enfield lançou no Brasil a motocicleta Himalayan, modelo trail que estava sendo aguardado por aqui há algum tempo. Com preço sugerido de R$ 18.990, a aventureira desembarca no país somente nas cores Branco Fosco e Preto Fosco, sendo oferecida ao consumidor através de seu distribuidor paulista, que promete ampliar a rede para 10 lojas até o final do ano.


A Himalayan chama atenção por sua rusticidade e robustez, mantendo ainda um estilo clássico, como dos demais modelos da marca, que remetem ao passado. Lançada na Índia em 2015, ela dispõe de suspensões elevadas (200 mm na frente e 180 mm atrás) e pneus todo-terreno. A motocicleta da Royal Enfield foi desenvolvida para enfrentar condições difíceis do norte da Índia, onde fica a famosa cordilheira, daí o nome do modelo.

Royal Enfield Himalayan chega ao Brasil custando R$ 18.990

Equipada com motor monocilíndrico SOHC 4 tempos e refrigerado a ar, a Himalayan tem 411 cm3 e entrega 25 cavalos a 6.500 rpm com 3,25 kgfm a 4.250 rpm. O propulsor tem injeção eletrônica e o câmbio vem com cinco marchas. Ela tem ainda rodas raiadas aro 21 polegadas na frente e 17 atrás, com pneus 90/90 R21 e 120/90 R17, respectivamente.


O sistema de freios tem ABS e discos de 300 mm na dianteira e 240 mm na traseira. Pesando 191 kg, a Royal Enfield Himalayan tem painel analógico completo, escape elevado, suspensão traseira monoamortecida, banco em dois níveis, assim como diversos pontos de fixação de baús e outros suportes para longas viagens.

Royal Enfield Himalayan chega ao Brasil custando R$ 18.990

Com farol circular e lanterna em LED, a Himalayan vem ainda com defletor de ar frontal e guidão elevado, garantido melhor posição de pilotagem em trechos longos ou no trânsito do dia a dia. O tanque tem 15 litros e a Royal Enfield garante uma autonomia de 450 km.

Presente no Brasil desde 2017, a Royal Enfield agora está devidamente representada no país, visto que uma operação anterior não teve êxito no começo da década. A marca de origem inglesa e naturalização indiana, vende no Brasil os modelos Classic 500, GT 535 e Bullet, além da Himalayan, que se posiciona pouco acima da Honda XRE 300 e da Yamaha Lander.

Royal Enfield Himalayan – Galeria de fotos

 

Royal Enfield Himalayan chega ao Brasil custando R$ 18.990
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  • Yuri Calmon

    A IMPRESSÃO que tenho é que a HONDA XRE 300 poderia ser um pouco mais barata !!!

  • Nicolas

    Moto para vida toda, rs.

  • vicegag

    Puxa, moto indiana, de 400 cc custando quase 20k, os fabricantes e importadores perderam a noção do que se ganha de salário aqui.
    Há muito tempo atrás ainda me lembro de ter visitado a concessionária Morumbi Motor ( nem existe mais ), e lá vi um Gol 0k GL prata por 21 mil Reais, agora se pede numa moto da Índia.

    • Samuel Justus

      Uma xre e uma Lander já custam quase isso….uma cg 160 custa 12 então ela nem tá tão cara assim. O problema é que tem UMA concessionária em SP! Eu consideraria essa moto, gostei do visual e ela parece ser robusta.

    • Tosca16

      Essa aí poderia custa bem mais que isso, aliás olhando o preço de porcarias que temos no mercado tá é barato.

    • apesar do visual esquisitinho e da origem indiana, não se engane: é uma moto muito mais bem construída que a XRE 300 que custa a mesma coisa.

  • Tom Costa

    Não está barata, mas parece uma moto muito mais honesta pelo preço do que a XRE e nova Lander. E achei muito bonita, não é aquele besouro raquítico das japonesas. Na faixa de cilindrada, ficaria com essa 400 ou versys 300, levando em consideração as duas faixas de valor.

    • Robson

      Eu gostei dessa Royal, mais pra frente vou dar uma olhada em uma e tentar testar. A Versys é uma das minhas opções também, porem andando ela me decepcionou um pouco. Falta torque em baixa, essencial para o meu uso que é 100% urbano. Você precisa trocar muito mais marcha e manter giros sempre altos pra ela render bem, acho que a Kawasaki simplesmente pegou o motor e relação da Ninja 300 e jogou na Versys, e ela por sua proposta, merecia um acerto exclusivo privilegiando um pouco o torque em baixa. Obvio que a gente pode resolver isso com a troca do kit de relação, mas sei lá, eu particularmente prefiro manter as características originais.

  • Tosca16

    Royal Enfield está aos poucos caindo no gosto da galera, a marca em si dispensa comentários mas como tudo no Brasil tem rejeição por ser novo, vieram uma vez menos preparados, mas agora nessa nova etapa estão de parabéns. Vejo que a promessa de envio de peças pelos correios e manutenção poder ser feita em qualquer oficina sem perder a garantia tem sido cumprida; tem canais aí que já relataram que manter uma Royal Enfield mesmo no Nordeste tem sido pra lá de fácil.

    • em SP o pessoal tá comprando RE mais por causa da ladroagem, mas tenho receio que essa “imunidade ao roubo” das indianas acabe conforme elas vão ganhando espaço no mercado.

      Mas as motos são muito boas sim, apesar de não gostar muito do estilo “inglesinha dos anos 50” da Classic (fico parecendo um urso de circo em cima dela) eu tenho bons olhos pra essa Himalayan.

      Tô esperando mesmo são as novas dois-cilindros 650 recém lançadas lá fora, especialmente a Interceptor. Visual clássico também, mas mais ao meu gosto, lembrando as japonesas dos anos 70.

      • Tosca16

        E a marca deu um passo enorme recentemente, vi que as novas são bem melhores que as 500cc, tanto é que apostaram alto logo no mercado Americano. A Royal vai aos poucos trazer seu estilo de vida, digo estilo de vida porque quem compra uma moto destas entra logo no clima retrô e se apaixona-se pela marca.

        • esse lado “retrô” me agrada. Eu hoje tenho uma Indian (mesmo a marca tendo saído do mercado brasileiro, larguei as Harleys, rsrsrs, aliás, só consegui comprar a minha graças à saída da marca, que deu um belo “tombo” no preço de repasse das usadas) e estou considerando uma “Himályan” (essa é a pronúncia certa do nome) para rodar na cidade e eventualmente fazer um passeiozinho em estradas de terra.

          Relatos de conhecidos meus (um deles acabou de comprar uma e deu um passeiozinho com desvio de rota pra trazer ela pra Brasília, já rodou ao todo 1500km desde que tirou a moto no sábado) dizem que esse motor 410cc da trail é bem mais moderno que o das antigas 500/535. Vibra bem menos, inclusive (o 500 é insuportável em velocidade de cruzeiro, pior que o das antigas XT 600E, por exemplo).

          Consumo em estrada em torno de 30km/l em velocidade de cruzeiro “civilizada” (100-110km/h) em uma moto ainda não amaciada. Tá bom pra uma moto rodando perto da sua velocidade final (estimada em torno dos 130-140, como uma Falcon, deve dar 140 só ladeira abaixo).

          Não duvido que com a diversificação da linha dentro de alguns anos a RE coloque no mercado uma “big Himalayan”, com o powertrain bicilíndrico de 650cm³ das Interceptor. Aí sim vai ser uma devoradora de rodovias.

          • Tosca16

            Vi isso mesmo, ela tem um sistema de contrabalanço pra diminuir vibrações, as Classic são bem mais vibradoras que essa nova Himalayan.

  • Renato Alves

    Ótimo CustoxBenefício vai incomodar um pouco a dupla Lander XRE.

  • Licergico

    a eficiência do motor é bem sofrida …não compraria não …

    • Robson

      Ele me pareceu dentro os parâmetros para a cilindrada, para efeito de comparação, a antiga Falcon 400i tinha 28,7 CV 3,27 de torque

    • o foco dela é torque e não potência.

  • Marcus Vinicius

    A Royal Enfield Himalayan foi Projetada nas Montanhas do Himalaia !

  • As Royal Enfield são verdadeiros “fuscas de duas rodas”. Mecânica simples (qualquer um dá conta de mexer em casa, inclusive o manual de serviços da moto é parte da documentação entregue aos proprietários), robusta (não quebra, dura a vida inteira). Moto “raiz”, não é pra motociclistas nutellas.

    Sim, ela vibra pra car*lho, o motor tem pouca potência mas tem torque em baixa de sobra. Essa Himalayan aí deve subir parede.

    Um amigo meu aqui de Brasília (que inclusive foi convidado pela Royal Enfield para participar do vídeo de apresentação da Himalayan) é fãzão da Royal Enfield, tem duas (uma Classic 500, com a qual ele rodou a TRANSAMAZÔNICA, e uma Bullet 500) e já tá na fila para a Himalayan. Se ele foi pra Transamazônica de Classic 500, nem quero imaginar o que ele vai fazer com uma Himalayan.

    Ah, a título de curiosidade: “Himalayan” se pronuncia “Himálian”, o segundo “a” é mudo.

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