Manutenção Segurança

Seguro popular para automóvel em 2016 e vai utilizar peças usadas

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A Susep – Superintendência de Seguros Privados – publicou no dia 18 de dezembro a minuta de operação do chamado seguro popular para automóvel. Este novo tipo de seguro, que passa a valer a partir de 2016, tem como objetivo reduzir os custos de reparação nos veículos sinistrados com cobertura securitária.

Essa redução – calculada em até 30% – será obtida por meio do uso de peças usadas, adquiridas de empresas de desmanche autorizadas sob a lei 12.977/14. Com isso, espera-se baratear as apólices e assim aumentar o número de carros segurados no país.

O seguro só será disponibilizado para automóveis com cinco anos ou mais de uso, enquanto os caminhões não possuem limite de tempo de utilização. A contratação principal será exclusiva, não podendo haver outro tipo de seguro do veículo, mas coberturas adicionais de perda parcial poderão ser oferecidas pelas seguradoras associadas.

O seguro popular vai cobrir indenização integral por incêndio, queda de raio e/ou explosão; cobertura de indenização integral por roubo ou furto; e/ou cobertura de indenização integral por colisão. A minuta para consulta pública ficará 30 dias disponível para os interessados em dar sugestões sobre o tema.

[Fonte: Segs/EM]

Agradecimentos ao Leoni Rinardi.





  • CanalhaRS

    Não, obrigado.

    • Ramom Alencar

      algum argumento?

      • 14CATORZE

        Pois é, eu até achei interessante. Tenho carro desde 1983. Nesse período todo eu paguei seguro e só utilizei por DUAS vezes, mesmo assim foram gastos pequenos, pouco acima das franquias. Nunca tive perda total por nenhum motivo. Então, imagine que eu estivesse pagando 30% a menos em todos esses anos quanto eu teria economizado…

        • O problema que muitas vezes peças tem o “preço da raridade”. Quiseram me cobrar 80 reais por uma peça de plástico que vai na porta traseira atrás da janela para esconder a lata. Fora que já vi peça de ferro velho mais caro que de loja.

          • Pedro Cunha

            Exatamente. Tudo no lisarb vira campo fértil pra picaretagem.
            Antes da época de ter um carro velho(antigo) ser “cult”, ferro-velho era a alternativa de quem precisava consertar o carro gastando pouco. Hoje, o ferro-velho virou um tipo de “museu” da originalidade e, ajudado pelo governo canalha, foi lá e meteu o bedelho justificando como “combate á criminalidade/roubo de carros” e exigiu uma série de normatizações ridículas aos comerciantes de peças usadas/sucata. Combate á criminalidade se faz de outras formas. O roubo de carros vai continuar igual ou maior, já que quanto mais burocracias houver, mais campo para clandestinidade irá se haver.
            A ideia do seguro “popular” é boa sim, é justa sim, pois muita gente roda com carros mais “velhos” mas em boas/excelentes condições, o que justifica pagar para manter o patrimônio segurado.

            • Antonio Sergio

              Pedro, pelo que entendi, o seguro seria para cobrir sinistros e não para restaurar ou mesmo concertar carros antigos. Para estes dois casos o ferro-velho ou mesmo o desmanche ainda é a melhor opção.

        • Eduardo

          Ou se vc tivesse guardado todo esse dinheiro hehe

      • Linkera

        Creio que o principal efeito colateral seja a perda de rotatividade de peças novas, o que prejudicaria a indústria de peças novas e poderia causar, inclusive, perda de produtividade e ,consequentemente, de empregos.
        Mas não sei a que proporção.

      • Renato Duarte

        o argumento é que vai virar moda aplicar peça usada nas manutenções de seguradora, meu caro. Estamos no Brasil,, esqueceu??

        • Davyson Costa

          Exato!

        • Zoran Borut

          Por outro lado, isso pode baratear o preço das peças novas, afinal não é aqui nesse site que os comentaristas vivem pedindo mais concorrência para baixar preços?

          • Renato Duarte

            Deus abençoe pra que seja mesmo assim,,,

  • Lucas Fernando

    Tem o lado bom e ruim, tudo depende de qual peça que será substituída. Por exemplo, uma porta é passível de substituição por uma porta do mesmo modelo de automóvel porém usada, pois basta pintar. Agora uma junta homocinética já não é tão passível de substituição por uma usada, pois não sabe-se o real estado da peça usada. Bom, melhor aguardar os maiores detalhes, porém sinto que essa será mais uma forma das seguradoras abusarem dos segurados.

    • Marcio Junior

      Seguro não cobre esses tipos de peças.

    • Danilo

      pse, ai no caso da porta fica pintada e na da revenda adivinha, uma pequena dificuldade e desvalorizacao do seu veiculo

      • Mas já teria desvalorização mesmo por uma porta nova.

        • Bikudin

          Isso é mesmo.

    • Bikudin

      Concordo

  • Fabio Marquez

    Será que vão popularizar o uso daqueles desempenadores de monobloco, que reduzem a resistência do veiculo em caso de uma nova colisão?

    • Cyborg?

      • Fabio Marquez

        Isso mesmo. Para dizer a verdade eles já são populares, mas são utilizados por donos que não possuem seguro e fazem carros que não teriam a menor condição de voltarem a rodar, “retornarem a vida”.

      • CorsarioViajante

        Já cai como um patinho neste conto do cyborg. Maior droga que fiz. VIvendo e aprendendo.

        • Mayck Colares

          Como foi?

          • CorsarioViajante

            Eu ia numa oficina na qual tinha confiança (primeiro erro, confiar em qualquer oficina) e eles não conseguiam alinhar meu carro. Daí falaram para eu ir numa outra oficina a qual também não conseguiu alinhar. Daí chegaram à conclusão que o carro estava “torto” e que precisava alinhar o monobloco. Eu, bobo, ao invés de procurar outro lugar e tentar fazer alinhamento, fui que nem um pateta pagar uma fortuna para “desempenar” o monobloco… Dureza.

            • Thiago Porto

              Quem nunca foi enrolado por um mecânico que atire a primeira pedra!

              Relaxa cara, de um jeito ou de outro, acontece com todo mundo.

        • Na verdade (E me corrijam se estiver errado por favor) as longarinas que são “endireitadas” pelo cyborg são parte estrutural do monobloco, os substitutos para os antigos chassi+ carroceria. Deveria ser que nem a coluna B: Sofreu dano? PT (E dessa vez não o partido embora não deixe de ser uma coincidência). Lembro que alguns carros naturalmente tem a longarina pouco resistente ao próprio peso do motor/porta-malas, como o Opala (dianteira) e Del Rey (traseira).
          No Overhauling, sempre que vão fazer um carro antigo essa parte é reforçada com um conjunto estrutural completo, como fazem nos carros que são preparados para competição.

          • CorsarioViajante

            Não faço idéia de como funciona, só sei que evidentemente era algo que meu carro não precisava e que fiz por ser idiota.

          • Luiz Felipe Marconi

            Ta ae uma sugestão de matéria para o NA . Explicar o que é a tal da coluna B , coluna C e todas as outras colunas que o carro tem . Pq eu sempre to ouvindo isso so que nunca sei o que é . HAUAHUHAHUAHUUAH

            • Heheheh… Vamos lá:

              Coluna A: Coluna do parabrisa, onde o retrovisor é colocado. É a que desce do capô até o teto, atrapalhando a visão, especialmente em cupês e minivans. Alguns automóveis americanos da década de 50 ou 60 tentaram aboli-las. Resultado esteticamente horroroso. Em um conversível ela é bem reforçada.

              Coluna B: A coluna do cinto, responsável pela estrutura do carro em caso de capotamento. Alguns conversíveis não a tem, e alguns cupês como o antigo Opala e Corcel 1.

              Coluna C: A coluna que vai do teto à traseira: Pode ter uma janela ou ser maciça como a do Golf.

  • invalid_pilot

    Será que serão peças usadas ou recondicionadas ? Existe uma grande diferença entre elas.

    Recondicionada significa que uma bomba de combustível usada teve seus sistemas elétricos revisados e substituídos por novos ficando apenas a carcaça por exemplo…

    Usado entendo que tira de um carro desmanchado e bota em outro.

    Se for recondicionada acho interessante pra quem tem um carro mais velhinho e quer ter seguro… Se for usada dispenso totalmente essa modalidade.

    • 4lex5andro

      o complicado é como as seguradoras poderao asseverar a procedencia dessas ‘peças’, que irao equipar os carros dos seus clientes ..

      ou seja, um incremento na demanda por peças e componentes usados, com ou sem recondicionamento, seja de que origem for ..

      • Cmenusi

        Bingo !!! Oficinas comprando peças de desmanches que “esquentam” carros roubados para usar em carros segurados. Se for comprovada essa fraude, quem se ferra: O desmanche, a oficina, a seguradora ou o segurado?

  • Franco da Silva

    Peças usadas… Pra combinar mais com esse país, só se as peças forem de origem “duvidosa” também…

  • O comercio de peças de veículos roubados comemora.

    • Raul Cotrim de Mattos

      Muito pelo contrário…

    • Yuri Calmon

      Foi a primeira coisa que pensei !

    • mariostefa

      acho que vai ser um incentivo aos ¨robautos

    • Vagnerclp

      Aí pode virar uma bola de neve. Aumento de roubos/furtos > Seguros mais caros > Seguradoras lucrando mais > e gastando menos (já que vão usar peças usadas). Só tem um tomando porrada de todos os lados: o pobre do segurado.

      • kravmaga

        Pois é, e isso já acontece de certa maneira na prática. Os seguros de carros populares já são proporcionalmente mais altos do que muitos carros mais caros e o motivo é o alto índice de roubo de carros mais populares.

        Muita gente compra Gols, Palios, HB20, etc no carnezão grosso e mal tem dinheiro para pagar um seguro ou fazer manutenção. Daí compram peças usadas de procedência duvidosa e mandam colocar nos seus carros.

    • Marcos Souza

      Acho que o efeito não vai ser só danoso. Como esse seguro só vai ser possível para carros com mais de 5 anos de uso, ele vai beneficiar pessoas que tem um poder aquisitivo menor e não ficam pulando de carro zerro pra carro zero todo ano.
      Também vai ser bom pq carros com mais de 10 anos não são segurados de maneira nenhuma e também vai ter o efeito de baratear o seguro convencional para carros que tenham mais de 5 anos…
      Nem todos os efeitos são ruins…

      • Mr MR8

        Lembra quando a Gol começou a operar, cobrando menos que outras aéreas, por utilizar o sitema ‘low coast/low price’? Com o tempo. ela foi crescendo, comprou a Varig, ganhou muito espaço no mercado e hoje cobra igual a TAM, né!! Com o seguro popular, o mesmo pode acontecer.

  • Pesao

    interessante a ideia, mas como um dos grandes vacilos do país é a falta de fiscalização, isso pode prejudicar esse tipo de seguro. visto que uma boa parte dos acidentes danificam para-choques, lanternas, grades e o capô são peças bem tranquilas de se substituir por usadas.

  • saosao

    Concluo então que a quantidade de roubos irá aumentar, não?

  • SDS SP

    Meu pai teve uma baita dor de cabeça com aqueles seguros por cooperativas, tenho medo desse tal “seguro popular”.

    Mas pode ser que a iniciativa seja interessante, uma vez que cerca de apenas 1/4 da nossa frota é coberta por uma apólice de seguro.

  • Gustavo73

    Sinto cheiro no ar e não é bom.

    • Deve ser o escapamento do Vectra comprado em um desmanche aqui perto de casa.

      • Nem confio nisso. O meu já foi uma bolada esse mês.

        Cubo da roda com ABS: 1,2 mil cada um
        Homocinética com ABS: 200 cada
        Pastilha com sensor de desgaste: 650,00
        Bateria: 360,00
        Válvula termostática: 60,00
        Anéis de saída da admissão e escape: 40,00.
        Pneus Pirelli 225/45/17: 1.400,00

        Só o cubo da roda que vi na mercadocar da SKF por 540,00 que talvez não comprarei na carrera. E os pneus também não. O resto já gastei tudo…

        • Caramba! Mas está valendo a pena?

          • Vai ficar no zero a zero Alessandro.

            Mas achei numa auto peças, os cubos da SKF por 530 dilmas cada um.

            • Sabe que isso é um dos erros dos vendedores de usados? Quando você diz que vai ficar no zero a zero, imagino que esteja falando em relação ao valor do carro se comprado com tudo funcionando versus valor do carro mais manutenção para ele ficar zerado. Pois bem, como muitos vendem carros hoje: O carro vale 20 mil, tem um reparo de 2 mil para fazer, qual o preço que coloco? 18 mil! Mas aí a pergunta: Se vou precisar gastar meu tempo para ir atrás de uma manutenção, não seria melhor comprar um que não tenha o problema por 20 mil?
              Ninguém conta o tempo que se gasta com a busca de peças ou sem o carro que comprou por causa da execução do reparo? Fora o fato de que 2 mil reais geralmente foi cotado em um mecânico de confiança da pessoa, não seu. Nesse caso não há vantagem nenhuma do preço mais baixo para o consumidor. Se o carro tem um problema, que seja mecânico ou de documentação, que você ofereça uma vantagem para o mesmo, não fazer uma conta fria que no cenário ideal empatará com uma opção onde a pessoa não teria toda dor de cabeça.

              • Vamos lá. O meu já era conhecido dos problemas e assumi apenas o financiamento.

                Em lojas ele estava sendo avaliado em 30,5mil pelo modelo. Comprei na época já financiado por 35 parcelas de 809,00 + 2,5k de financiamento. Ou seja, cabe a mim, correr atrás para ganhar os juros nas duas pontas. Com o próprio financiamento das parcelas, como o financiamento que deixei de fazer…

                Esse realmente é um erro dos vendedores e maior ainda dos compradores. Mas por estar solteiro, peguei esse carro para os trabalhos no fim de semana mesmo.

                Até agora:
                Óleo/Filtro óleo e Ar: 430,00
                Pneus Pirelli Phantom 225/45/17: 1450,00 o jogo.
                Pastilhas de freio com sensor de desgaste: 470,00
                Sistema de resfriamento: 430,00
                Homocinética esquerda: 200,00
                Sistema de se condicionado: 400,00

                • Claro, as vezes os dois mil é algo na lataria/estofamento, e você pode andar um tempo com o problema sem mexer imediatamente. Mas o que tenho visto é exatamente isso: Problemas mecânicos graves, eles pegam o valor do mercado do carro, subtraem o que acreditam que irão gastar e está pronto o valor de venda…
                  Hoje achei um Taurus 96 por 7 mil (Acredito que seja esse ano, trata-se do desenho ovalado já). O carro parece inteiro de lata, então liguei no lugar perguntando qual seria o problema. Eles informaram que falta um sensor, mas a atendente não soube dizer qual sensor ela fala… A carteira coça… heheh

                  • Aí que está meu amigo. Este simples “sensor” como no ABS do Vectra, vai fazer eu trocar todo o cubo…

                    • Algo extremamente necessário, diga-se. Diferente de um abatimento que pudesse ser feito por causa de um amassado na porta. Mas seu caso é uma exceção. Porque aí não é apenas o desconto do trabalho que está tendo, mas as condições vantajosas que pegou o bem.

      • Gustavo73

        Rsrsrs

  • Zé Mundico

    A ideia até que é boa, pois iria baratear o custo do seguro de carros com mais de 5 anos, tornando mais acessível. Quanto a origem das peças, não vejo problema nenhum em reutilizar peças de lataria ,vidros, tapeçaria e forramentos. O problema são peças mecânicas e elétricas que tem uma vida útil definida.

  • Alfredo Araujo

    Para funilaria e itens do interior não existem problemas…
    Para mecânica… ai o buraco é mais embaixo…

    E outra coisa… O que é mais confiável ? Uma peça original usada ou uma peça paralela de qualidade duvidosa ?

  • Junoba

    As seguradoras já fazem isso, colocam peças usadas no seu carro pra baratear o reparo.

    • Jader_

      Quando eu utilizei o seguro, fiz o pedido da nota fiscal de tudo que foi comprado. Acredito que algumas podem fazer isso mas, no geral preferem colocar tudo novo e original.

      • SDS SP

        Sim. Quando tive que usar, fui com o mecânico na css comprar as peças do meu antigo Polo que sofreu uma colisão. É um saco, mas é uma garantia de que às peças são novas e de procedência.

        • Jader_

          Isso de comprar as peças depende muito da política das grandes seguradoras. No caso da HDI quando utilizei, a própria HDI forneceu as peças, pois os valores foram acima do valor da franquia. Quando o valor é abaixo da franquia, a própria oficina que tem que comprar as peças. Então fica muito mais fácil “fiscalizar”, ao menos tem a nota fiscal, não que seja 100% seguro, mas é algo a mais. De toda a forma, você escolhe a oficina na qual quer levar. Se levar na CSS para fazer os reparos, sinceramente, acho que não tem erro, até porque geralmente tem de 6 meses a 1 ano a garantia do serviço. Eu fico com um pé atrás com essas seguradoras de cooperativas.

  • Luciano Barbosa

    Prefiro uma peça usada original (semi nova) do que certas paralelas. Tipo uma vez precisei repor um farol do Polo e a similar (utilizada pelas seguradoras) era muito diferente da original, chega enjoava olhar pro carro. Fim das contas foi um dos motivos para eu passar pra frente.

  • MarcioMaster

    VERGONHA País de M. As seguradoras são as grades responsáveis pelos roubos de veiculos e fomentaçao desse mercado, assim como dos desmanches, agora elas ainda vão fomentar mais, comprando peças dos carros roubados em desmanches. Piada.

    • 14CATORZE

      ???

      • MarcioMaster

        Quando a seguradora paga o premio ao seu cliente e vende o carro batido para recuperação no mercado ele vai ser refeito com peças de origem duvidosa, obvio que houve fomentação de roubo de veiculo para suprir a demanda de peças usadas, o certo seria que o carro fosse destinado exclusivamente para desmanche e não para ser recuperado. Outra pior e tão comum são carros claramente inviaveis de recuperação que não são leiloados como sucata e sim como passiveis de recuperação, nesse caso o comprador leva um documento e depois é só achar um carro igual na rua. Entendeu??

        • Mas aí não é responsabilidade da seguradora. Se você vende o carro para alguém e alguém usa para fazer assaltos a culpa é sua?

          • MarcioMaster

            Exemplo errado meu caro. Se um carro não pode ser recuperado dentro das normas tecnicas ideais e com peças novas ele tambem não deveria ser recuperado pelo zeca, sem capacitação tecnica para tal, sem responsabilidade sobre o serviço nem sobre a compra das peças de reposição. Havendo o conhecimento desse mercado, é sim responsabilidade das seguradoras o fim que se destina os produtos que voltarão as ruas, afinal para ela as vendas de “recuperaveis” foi mais vantajosa que de sucata. Lembro que em varios países, os carros PT’s, são de fato PT, ou seja sucata.

            • Não é a seguradora responsável por essa decisão. Você está enganado.

              • MarcioMaster

                Ok, se voçe acha.

            • Jader_

              Concordo com seu ponto de vista, mas essa de PT nem sempre é por que o carro não tem reparo ou condições técnicas para rodar novamente.
              Ao menos quando eu fui na seguradora e o avaliador me explicou, se o reparo for maior que X% do valor da FIPE do carro vira PT. Neste caso a seguradora opta por pagar o valor do veículo do que consertar.

        • 14CATORZE

          Ok, faz sentido.

        • Ricston

          Desculpe-me, mas não há relação de causa e efeito direta entre a atitude da seguradora e os ilícitos envolvendo furto e roubo de veículos.

          Por exemplo, a pessoa PODE usar peças de carros roubados como também PODE usar aquelas oriundas de sucata para recuperar o veículo sinistrado. Isso depende só dessa pessoa.

          Sua lógica é o mesmo que dizer que as montadoras contribuem para o aumento do furto e roubo de carros, ou acidentes de trânsito, pois quanto mais produzem mais esses incidentes acontecem.

          • MarcioMaster

            Ricston, cada um tem seu ponto de vista, logico, mas é inegavel a relação direta dos efeitos colaterais dos carros a serem recuperados com o numero absurdo de furtos de veiculos, infelismente não se regulamenta esse mercado e segundo a noticia a situação só tende a piorar.

            • Ricston

              Não discordo que haja certa correlação, mas você disse que “as seguradoras são as grandes responsáveis“, e, seguindo meio raciocínio, não há que se falar em responsabilidade, por ausência de relação de causa e efeito, ou mesmo culpa.

  • gustavo

    Isso ai não e novidade, as segurados e suas oficinas credenciadas, sempre fizeram reparos com peças semi novas !!

  • Gavlan The BeerMaster

    Não paro de me surpreender com que acontecesse nesse país, seja bom, seja ruim, pelo menos não vou morrer de tédio.

  • Thiago Sz

    Faltou concordância no título.

  • Marcos Wild

    Hoje as oficinas reparadoras credenciadas pelas seguradoras já usam peças usadas de desmanche, escondido é claro,

    E outra, isso vai incentivar o desmanche de carros, pois vai ser um bom negocio para quem trabalha com peças usadas,

    Se o governo quisesse, era só isentar os impostos de seguro pra carros novos e não incentivar o seguro para carros velhos e autorizando reparo com peças usadas,

    isso é um tiro no pé do fabricante de peças novas que gera empregos e paga impostos, isso é andar para traz, daqui a pouco o Brasil vai virar uma Cuba.

  • Romulo Moreira

    O cartel de peças usadas roubadas está sendo legalizado? Hmmmm, pode isso Arnaldo…
    Cobrar preço justo ninguém quer né? PQP Brasileiros fazendo brasileirices

  • Carolina Vieira

    Quero só ver como vai ser esse dito seguro popular…

  • Sandro

    Se atualmente sem essa lei muita seguradora utiliza peças usadas e enganam o consumidor falando que é zero, se essa lei sair acho que vai dobrar o roubo de carros pois as mesmas vão querer utilizar peças roubadas e falar que são de desmanches legalizados.

  • 1945_DE

    É uma ideia excelente. Ai está a chance de criarmos um sistema de reciclagem de automóveis que pode reduzir o desperdício. Mas, acho que isso funcionaria em um país sério. Não no Brasil.

  • jogador

    A lei está alinhada com o que se vê no resto do mundo civilizado e reconhece uma prática das seguradora na troca de peças, mas o melhor seria pudesse vender carro direto para o desmanche, pois dependendo do veículo vale mais desmontado ou prensado do que pronto para circulação.
    Há um artigo muito interessante do NA sobre o tema, de 10/04/2012, “Desmanches e cemitérios de carros”.

    • kravmaga

      Só que no mundo civilizado não existem feiras “robauto” ao ar livre perto de favelas e nem roubam carros a mão armada como aqui.

  • Bruce Wayne

    O mercado de peças usadas para carros no Brasil é tão distorcido quanto o de peças novas.

    Por exemplo: você encontra parachoques usados,danificados e precisando de pintura por 2000, 2500 reais, enquanto na própria concessionaria o parachoque custa 1150 novo, mesma coisa com faróis e suportes de plástico.

    Me desculpem generalizar mas na sua grande maioria essas pessoas são ignorantes desinformadas e só na maldade querendo passar a faca em alguém. Eu mesmo já cansei de deixar escrito no campo de perguntas do mercado “libre” para todo mundo ler que tal peça (usada) anunciada, é mais barata alem de ser nova na concessionaria.

    Obs: minha experiência é baseada em Subarus.

  • Ediomar

    Tem muita peça boa que pode ser reutilizada sem problema nenhum,como portas,forro de porta,bancos,vidros,kit de Airbag não deflagrados,acessórios e acabamentos,claro que tem que deixar explicito na hora do reparo para o cliente,você vai pagar X por essas peças novas ou Y por essas usadas,pronto fim do mistério.

  • Leonardo Teixeira

    Excelente para famílias de baixa renda com carro popular, que venha mais!

  • Thiago Porto

    Acho boa a notícia, só me preocupa a forma como alguns Estados administram a questão dos Ferro-Velhos.
    Há em alguns lugares uma mafia instituída entre donos de Ferro-Velhos, Autopeças e Policiais então me preocupa o possível aumento de furtos e roubos de alguns modelos para “abastecer” o mercado de peças.

    Quanto a qualidade das peças exclusivamente, acho até melhor ser retirada de outro carro do que essas “chig-ling” que vendem por aí, principalmente pra esses modelos mais antigos.

  • Ricston

    A ideia, em tese, é salutar. Contudo, em um país ondem há furto e roubo endêmicos de veículos justamente para essa finalidade, considero uma temeridade.

    Em português simples, vai fomentar os desmanches ilegais.

  • Mauro Schramm

    Robauto rulez! hahaha

  • Fabiano Oliveira

    Vão roubar mais carros para ter peças usadas?

    • Fabiano Oliveira

      Intermediação legalizada?

  • Louis

    Já que estão pensando no consumidor, por que não liberam importação de carros usados? Canalhas.

  • shdn2010

    Isso não ajudaria no aumento de roubo de veiculos?

  • kravmaga

    Aqui no Brasil, a terra do jeitinho, isso só vai realimentar a indústria do roubo de carros. Por mais que digam que vão usar peças de desmanches autorizados, quem é que vai garantir mesmo que a peça não é de um caro roubado ?

    E ainda tem o problema da vida útil da peça usada. Vai ter muita peça usada sendo usada que precisará ser trocada por uma nova em pouco tempo.

    Sinceramente, quem não tem dinheiro para fazer um seguro decente, que tenha só um seguro contra terceiros e arque com os próprios prejuízos de seu carro. E quem não tem dinheiro nem para isso, deveria ter uma moto ou andar de transporte coletivo. Não estou sendo elitista, só realista. Eu sempre tive seguro e, se um dia não puder ter, ando de ônibus mesmo, como já fiz e ainda faço quando não estou a fim de dirigir.

    • radiobrasil

      Seguro contra terceiros deveria ser obrigatório aqui, isso sim seria uma EXCELENTE IDÉIA. Primeiro pagar o prejuízo de terceiros/vitimas e só depois pensar no seu próprio umbigo. Mas é o hueheuzil né… desisto.

  • Bruce Wayne

    Donos de carros importados antigos ou com mais de 5 anos ,com baixo ou nenhum índice de roubo vão conhecer um novo problema.

  • Claudio Abreu

    Mais um exemplo da bandalha instituída dessa nação onde o poste mija o cachorro. Nada diferente da medida de repatriar dinheiro no exterior, fruto de roubalheira, legalizando o ilegal. Só aqui mesmo.. Não acredito que o número de roubos, por si só, aumente: a canalhice é regularizar o fruto desse roubo, se aproveitando da crise (30% menos? quem não vai querer?) e do ‘senso de oportunidade’ do brasileiro em geral. País de máfias.

  • Claudio Abreu

    E outra: num país onde tudo se vende, não acredito na isenção de quem vai qualificar se uma peça é boa ou não pra um reuso. Vai ter recall de peça usada? Garantia? Como fica a questão legal diante de um acidente provocado por uma peça zoada?

  • Murilo Soares de O. Filho

    Isso é no mínimo ridículo e absurdo! Um país governado por ladrões só pode dar nisso…

  • Rafael Straus

    Como estamos no Brasil, será uma ótima ideia estragada pela picaretagem dos outros.

  • Vattt

    Vai continuar tendo serviço mau feito, e sobre peças de segunda mão, isso já ocorre de forma camuflada dentro das próprias oficinas onde os custos de reparo o substituição são apresentados e são altos do mesmo jeito!!! No fim das contas, vai aumentar o custo do seguro atual, piorar a qualidade do serviço, e o preço logo, logo do “seguro popular” será o mesmo que se paga pelo seguro “não popular” atual. BRASIL, TERCEIRO MUNDO. #culpadadilma

  • Thiago Garcia de Lima

    Agora vao oficializar uma prática já antiga.

  • afonso200

    seguro novo para importados de 6 anos, é 3x o valor, se fizer em 5 anos e 11 meses e 29 dias é normal…..porque quando entra o 6° ano triplica ???? (to falando de seguro novo, renovação mantem o valor)

  • Adriano

    E que aumente ainda mais os roubos de carros kkkkkkkk, desmanche regulamentado na bananalandia? Piada

  • FocusMan

    Não entendi direito a notícia. As seguradoras já fazem isso hoje em dia.



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