Só falta a FAW? Montadora chinesa também tem planos de vir ao Brasil e pode trazer duas marcas

hongqi h9 1
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Eles estão por todos os lados e alguns até carregam marcas ocidentais, mas estes sofisticados veículos asiáticos, notadamente chineses, ainda estão em seus primeiros passos no Brasil, onde já temos mais de uma dúzia de marcas e vem mais por aí, como a FAW.

Nos tempos em que praticamente apenas o NA falava de carros chineses, a FAW era o grande nome chinês, a primeira e maior montadora do país, sócia de peso de Volkswagen e Toyota.

bestune e05 1
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Todavia, 15 anos depois, a FAW parece – dentro e ainda mais fora da China – apenas uma sombra do que representava na época, com nomes como BYD e Geely, as “independentes” do governo, ainda como fabricantes promissores.

Agora, assim como a FAW é o último grande fabricante chinês a despertar para o mercado internacional e uma das rotas que pretende percorrer na atual “Frota do Tesouro” automotiva da China, é o Brasil.

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Segundo a revista Autoesporte, a FAW tem planos para o Brasil e neles está não só a praticamente obrigatória produção (ou montagem) local, mas também a introdução de duas marcas.

bestune b70
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Uma delas é a Bestune (cujo nome antigo era Besturn), que produz carros eletrificados com design sofisticado e com uma gama atual de seis modelos, com enorme potencial no mercado brasileiro.

A gama da FAW (First Automobile Works) lembra muito as linhas Aion e GS da também chinesa GAC, atuando quase que praticamente nos mesmos segmentos.

Com a Bestune, a FAW teria aqui um portfólio atraente para um público que pode pagar entre R$ 130 mil e R$ 230 mil.

No entanto, a FAW quer trazer a luxuosa Hongqi, a famosa “Red Flag” da China, uma vez que fornece os carros oficiais do governo de Pequim.

hongqi hs6 phev recorde guiness (1)
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Entre limusines e SUVs suntuosos, a cor vermelha representa a atual política da China e isso talvez não agrade a todos os ricos por aqui, mas a Hongqi tem atualmente uma gama mais eclética, focada desde o ultraluxo a carros bem mais simples e focados apenas em tecnologia.

Seja como for, a Comexport de Horizonte-CE pode ser a porta de entrada da FAW por aqui, uma vez que a Volkswagen está, aparentemente, ocupando bem suas plantas locais.

Outra alternativa seria recorrer a outro sócio conhecido, a Toyota, que vai dispensar a fábrica do Corolla em Indaiatuba-SP.

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Autor: Ricardo de Oliveira

Com experiência de 29 anos na área automotiva, há 18 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz testes e avaliações. Suas redes sociais: Instagram, Facebook


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