
Eles estão por todos os lados e alguns até carregam marcas ocidentais, mas estes sofisticados veículos asiáticos, notadamente chineses, ainda estão em seus primeiros passos no Brasil, onde já temos mais de uma dúzia de marcas e vem mais por aí, como a FAW.
Nos tempos em que praticamente apenas o NA falava de carros chineses, a FAW era o grande nome chinês, a primeira e maior montadora do país, sócia de peso de Volkswagen e Toyota.
Todavia, 15 anos depois, a FAW parece – dentro e ainda mais fora da China – apenas uma sombra do que representava na época, com nomes como BYD e Geely, as “independentes” do governo, ainda como fabricantes promissores.
Agora, assim como a FAW é o último grande fabricante chinês a despertar para o mercado internacional e uma das rotas que pretende percorrer na atual “Frota do Tesouro” automotiva da China, é o Brasil.
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Segundo a revista Autoesporte, a FAW tem planos para o Brasil e neles está não só a praticamente obrigatória produção (ou montagem) local, mas também a introdução de duas marcas.
Uma delas é a Bestune (cujo nome antigo era Besturn), que produz carros eletrificados com design sofisticado e com uma gama atual de seis modelos, com enorme potencial no mercado brasileiro.
A gama da FAW (First Automobile Works) lembra muito as linhas Aion e GS da também chinesa GAC, atuando quase que praticamente nos mesmos segmentos.
Com a Bestune, a FAW teria aqui um portfólio atraente para um público que pode pagar entre R$ 130 mil e R$ 230 mil.
No entanto, a FAW quer trazer a luxuosa Hongqi, a famosa “Red Flag” da China, uma vez que fornece os carros oficiais do governo de Pequim.
Entre limusines e SUVs suntuosos, a cor vermelha representa a atual política da China e isso talvez não agrade a todos os ricos por aqui, mas a Hongqi tem atualmente uma gama mais eclética, focada desde o ultraluxo a carros bem mais simples e focados apenas em tecnologia.
Seja como for, a Comexport de Horizonte-CE pode ser a porta de entrada da FAW por aqui, uma vez que a Volkswagen está, aparentemente, ocupando bem suas plantas locais.
Outra alternativa seria recorrer a outro sócio conhecido, a Toyota, que vai dispensar a fábrica do Corolla em Indaiatuba-SP.
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