Chevrolet Matérias NA Minivans

Spin 2019: Versões, preços, equipamentos, motor, consumo, fotos, etc

Spin 2019: Versões, preços, equipamentos, motor, consumo, fotos, etc

A Chevrolet Spin 2019 teve uma mudança profunda no visual, que lhe valeu a simpatia de muitos que não aprovavam o estilo original da minivan. De quebra, ainda ganhou um visual mais “SUV”.


O mercado de minivans no Brasil praticamente se resume à Spin em termos de volume. O veículo da General Motors é bem versátil, cativando taxistas e locadoras de veículos, além de frotas de serviço.

Contudo, basta dar uma volta em aeroportos, especialmente o de Cumbica, em Guarulhos, para ver que o monovolume da Chevrolet é quase um veículo “obrigatório” para as cooperativas que atuam na região.

No serviço de aplicativo Uber, o “Uber Bag” basicamente é feito com a minivan fabricada em São Caetano do Sul. Lançada em 2012 no Brasil, a Spin chegou a ser fabricada na Tailândia e Indonésia, ambas durante pouco tempo.

Sucessora das bem-sucedidas Chevrolet Meriva e Zafira, que eram projetos da Opel (a segunda foi feita, na verdade, pela Porsche), foi criticada no início por não corresponder aos projetos anteriores, mais apreciados e aprovados pelos clientes.

Projeto brasileiro, a Spin 2019 utiliza a plataforma Gamma II da GM, mas numa variação de baixo custo. Irmã do Chevrolet Cobalt, já fora de linha, a minivan compartilha muitas peças e componentes com o extinto sedã.

Apesar de seu visual anterior, que lhe valeu o apelido pejorativo de “capivara”, a Spin ganhou uma visual totalmente diferente na linha 2019, trocando totalmente a má impressão que tinham.

As alterações estéticas ainda foram acompanhadas de melhoramentos no acabamento e no conteúdo, tendo ainda uma versão Activ com 5 ou 7 lugares, mas com acessibilidade ampliada no segundo caso.

O visual dessa Spin Activ também a fez se aproximar dos SUVs, chegando mesmo a GM à mencionar esse termo ao produto. Contudo, pelo que se sabe, seu sucessor deverá ser um utilitário esportivo compacto, que pode manter 7 lugares.

Tendo um porte compacto, ela se encaixa bem nas garagens e nas vagas de estacionamento. Medindo 4,36 m de comprimento com 2,62 m de entre eixos, além de 1,73 m de largura e 1,68 m de altura, ela tem um bom volume interno.

Para mover seu peso, em torno de 1.200 kg, a Spin 2019 tem um vetusto motor GM Família I dos anos 80, que já serviu ao Monza, por exemplo. Mais do que provado e bem robusto, o velho motor deve sair de cena, finalmente, junto com ela.

Desde seu lançamento, a familiar da GM tem a presença do câmbio automático GF6-3 da General Motors, que tem seis velocidades, dando agilidade e conforto durante a condução.

A transmissão manual de seis marchas é outra vantagem do modelo atual. Com tração dianteira, a Spin tem boa estabilidade e conforto, tendo suspensão bem equilibrada para as condições nacionais.

Bem espaçosa por dentro, seu ambiente é bem e chega a ser pobre nas versões mais baratas. A capacidade do porta-malas de 710 litros impressiona, mas praticamente só leva sacolas e mochilas com os sete assentos nos lugares.

Com um sistema de deslizamento da segunda fileira, ficou melhor para quem viaja na terceira fila de assentos, dando ao monovolume maior versatilidade e conforto.

Spin 2019 – detalhes

Spin 2019: Versões, preços, equipamentos, motor, consumo, fotos, etc

A Spin 2019 chegou com importantes alterações na estética. Com capô curto e ampliado, a frente recebeu novos faróis, maiores e mais fluidos. Tendo lentes simples, eles mantiveram os repetidores de direção com lâmpadas e LEDs diurnos.

A grade foi ampliada e ganhou um formato pronunciado na parte superior, junto ao friso cromado que teoricamente separa a peça em duas partes, sendo esse mesclado com as lentes dos faróis na mesma forma.

Ganhando essa frente sinuosa, a Spin passou a ter um conjunto mais vistoso, tendo ainda um para-choque com laterais pronunciadas e dotadas de spoilers, envolvendo os faróis de neblina circulares com molduras cromadas.

A grade inferior preta ficou isolada e amplia a impressão visual dessas bordas do frontal. Mantendo as linhas laterais, a Spin 2019 ganhou novas rodas de liga leve aros 15 e 16 polegadas, dotadas de pneus 195/65 R15 e 205/60 R16.

Maçanetas embutidas e retrovisores estão na cor do carro na maioria das versões, com barras longitudinais no teto também em boa parte da gama.

Na traseira, as novas lanternas horizontais, que substituíram as menores verticais, são cortadas pela tampa do bagageiro e dão ao conjunto, maior consistência.

O para-choque traseiro também foi remodelado e ganhou um acabamento cromado, além de refletores. A vigia, na parte superior, recebeu um defletor de ar que deu fluidez à carroceria volumosa da Spin.

Na Spin Activ, as mudanças foram um pouco maiores. A grade recebeu um acabamento em tungstênio e o para-choque recebeu molduras pretas pronunciadas, que envolvem os faróis de neblina.

A grade inferior tem um acabamento na cor cinza escuro, realçando o aspecto aventureiro da versão. Já as saias de rodas e base da carroceria receberam molduras pretas, sendo que a última possui um friso de cor cinza.

Há também protetores nas portas e retrovisores em preto brilhante. A GM deu ênfase nas barras superiores, que receberam um rack traseiro de desenho aerodinâmico, destacando mais a Spin 2019 em sua versão Activ.

O para-choque traseiro tem acabamento envolvendo todo seu formato, incluindo aí refletores e friso cinza. A Chevrolet ainda imprimiu uma cor bege para reforçar a proposta da minivan. Suas rodas de liga leve aro 16 são exclusivas.

Por dentro, a Spin tem um painel bem desenhado, que apresenta um cluster analógico num visual totalmente novo, tendo conta-giros, velocímetro e nível de combustível num fundo escuro, além de display com computador de bordo renovado.

A parte central foi levemente atualizada, tendo multimídia MyLink com sistemas Google Android Auto e Apple CarPlay, além de OnStar e câmera de ré, dependendo da versão. Bluetooth e USB também fazem parte do pacote.

O ar condicionado é manual, mas a direção é elétrica, tendo esta volante com acabamento em couro (dependendo da versão), bem como comandos de mídia, telefonia e piloto automático. O computador de bordo fica na haste do limpador.

Com ajuste em altura, o volante tem um acabamento diferenciado na parte inferior. Na versão LTZ, o visual é dominado por cor marrom, que envolve também assentos e portas.

No túnel, a alavanca de câmbio tem base em preto brilhante. Ainda com um conjunto baseado no projeto do Onix da geração anterior, a Spin 2019 tem porta-luvas com tampa envolvente de abertura invertida.

Os bancos são largos e confortáveis, enquanto as portas tem design simples, com comandos de vidros elétricos para todas as portas com one touch, além de retrovisores elétricos com ajustes na coluna A.

Na segunda fileira, o assento bipartido pode ir 50 mm para frente ou 60 mm para trás, facilitando o acesso e também a acomodação de duas pessoas no banco da terceira fileira.

Com sete lugares, a Spin tem cintos de 3 pontos para todos, assim como apoios de cabeça e Isofix na segunda fileira. A terceira fileira é dobrável para acomodar bagagens. As versões com cinco lugares tem melhor aproveitamento.

No teto, luzes gerais e para-sóis com espelhos. Há porta-copos e porta-revistas também. A tampa traseira ainda vem com uma tela para cobrir as bagagens na altura dos vidros.

Spin 2019 – versões

Spin 2019: Versões, preços, equipamentos, motor, consumo, fotos, etc

As versões da Spin 2019 são bem equilibradas, sendo que a LS é voltada para frotistas e taxistas, tendo bom custo-benefício. As LT e LTZ são mais tradicionais e acrescentam melhor conteúdo.

Por fim, a Activ tem ainda uma opção de sete assentos com bastante versatilidade, apostando no visual aventureiro para fazer a diferença e oferecer um pacote mais consistente.

  • Chevrolet Spin LS 1.8 MT
  • Chevrolet Spin LT 1.8 MT
  • Chevrolet Spin LT 1.8 AT
  • Chevrolet Spin LTZ 1.8 MT
  • Chevrolet Spin LTZ 1.8 AT
  • Chevrolet Spin Activ 1.8 AT
  • Chevrolet Spin Activ7 1.8 AT

Equipamentos

Spin 2019: Versões, preços, equipamentos, motor, consumo, fotos, etc

A Spin 2019 tem conteúdo mediano, faltando mais itens, tais como controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, mais airbags, luzes de leitura adicionais, saídas de ar traseiras e ar condicionado automático, por exemplo.

Chevrolet Spin LS 1.8 MT – Motor 1.8 com transmissão manual de seis marchas, mais ar condicionado, direção elétrica, coluna de direção ajustável em altura, alerta de pressão dos pneus, alarme, segunda fileira de assentos deslizante, grade dianteira de abertura ativa, lanternas de neblina, repetidores de direção nas laterais, rodas de aço aro 15 polegadas com calotas, pneus 195/65 R15, cintos de segurança de 3 pontos, apoios de cabeça, Isofix, limpador/lavador traseiro, desembaçador traseiro, indicator de mudança de marcha, airbag duplo, freios com ABS e EDB, banco do motorista de ajuste de altura, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, chave canivete e retrovisores externos com controle interno.

Chevrolet Spin LT 1.8 MT – Itens acima, mais retrovisores com ajustes elétricos, cobertura do porta-malas, barras no teto, retrovisores e maçanetas na cor do carro, sensor de estacionamento, multimídia MyLink com Android Auto e CarPlay, volante multifuncional e rodas de liga leve aro 15 polegadas.

Chevrolet Spin LT 1.8 AT – Itens acima, mais transmissão automática de seis marchas, controle de cruzeiro, alerta de pessoas no banco traseiro e sistema OnStar.

Chevrolet Spin LTZ 1.8 MT – Itens do LT manual, mais computador de bordo, controle de cruzeiro, luzes diurnas em LED, rodas de liga leve aro 16 polegadas, pneus 205/60 R16, sensor de chuva e crepuscular, faróis de neblina e friso cromado no para-choque traseiro.

Chevrolet Spin LTZ 1.8 AT – Itens acima, mais transmissão automática de seis marchas.

Chevrolet Spin Activ 1.8 AT – Itens acima, mais para-choques com molduras exclusivas, rodas de liga leve aro 16 polegadas exclusivas, retrovisores em preto brilhante, rack estilizado no teto, protetores laterais e detalhes escurecidos.

Chevrolet Spin Activ7 1.8 AT – Itens acima, mais terceira fileira de assentos com rebatimento manual.

Preços

Spin 2019: Versões, preços, equipamentos, motor, consumo, fotos, etc

Os preços da Spin 2019 estavam dentro de uma faixa que abrangia até clientes PCD, ou seja, abaixo de R$ 70.000. A versão LT foi posicionada propositalmente abaixo desse limite para dar isenção plena aos compradores elegíveis.

As versões mais caras ficaram pouco acima dos R$ 80 mil, mas ainda dentro do esperado pelo pacote oferecido, ainda que este deve-se bastante em conteúdo.

  • Chevrolet Spin LS 1.8 MT – R$ 63.990
  • Chevrolet Spin LT 1.8 MT – R$ 68.890
  • Chevrolet Spin LT 1.8 AT – R$ 69.990
  • Chevrolet Spin LTZ 1.8 MT – R$ 78.490
  • Chevrolet Spin LTZ 1.8 AT – R$ 81.990
  • Chevrolet Spin Activ 1.8 AT – R$ 79.990
  • Chevrolet Spin Activ7 1.8 AT – R$ 83.490

Spin 2019 – motor

Spin 2019: Versões, preços, equipamentos, motor, consumo, fotos, etc

A Família I de motores da General Motors remonta os anos 80, quando chegou ao Brasil a bordo do Chevrolet Monza. Por quase 40 anos, a montadora produz esse propulsor, que ainda está a bordo da Spin 2019.

Desenvolvida originalmente pela Opel, essa linhagem da GM se caracteriza pelo cabeçote em alumínio e bloco em ferro fundido. Com comando de válvulas único e oito válvulas, o propulsor da Spin é basicamente o mesmo dos anos 80.

Tendo fluxo cruzado e tuchos hidráulicos, possui bomba de óleo integrada ao virabrequim, assim como bomba d´água lateral e correia dentada. Antigamente, o distribuidor ficava acoplado ao comando de válvulas. Hoje, só bobinas.

Ele passou por melhorias em 2016, recebendo novas bronzinas, pistões mais leves, bielas quebradiças e virabrequim reforçado, além de melhoramentos nas sedes de válvulas, lubrificante de menor viscosidade e protetor de bateria.

Também ganhou alternador com função de recuperação de energia e outras mudanças, a fim de torna-lo mais eficiente em consumo e com menor emissão de poluentes.

Longevo, o 1.8 SPE/4 – sua denominação atual – equipou ainda o Cobalt, que saiu recentemente. Com 1.796 cm3, o propulsor de quatro cilindros tem taxa de compressão de 12,3:1 e muita força em baixa rotação.

Com 106 cavalos na gasolina e 111 cavalos no etanol, ambos a 5.200 rpm, o 1.8 SPE/4 entrega ainda 16,8 kgfm no primeiro e 17,7 kgfm no segundo combustível, ambos a 2.600 rpm.

O velho propulsor da GM trabalha com transmissão manual de seis marchas ou automática GF6-3 com a mesma quantidade de velocidades, tendo conversor de torque e trocas manuais por botão na alavanca.

Desempenho

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Em desempenho, a Spin 2019 tem um bom resultado na versão manual, assim como na automática, devido ao seu porte, peso e proposta. O propulsor 1.8 SPE/4 tem um bom torque em baixo e ainda disposição para move-la.

As transmissões de seis velocidades garantem melhor aproveitamento da força do motor, permitindo mais agilidade no trânsito urbano e também no rodoviário, exigindo menos mudanças de marcha e menor esforço do propulsor.

  • Chevrolet Spin 1.8 MT – 10,2 segundos e 173 km/h
  • Chevrolet Spin 1.8 AT – 11,3 segundos e 168 km/h

Consumo

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A Spin 2019 tem um consumo elevado com etanol, fruto da idade do motor 1.8 SPE/4, enquanto na gasolina, consegue obter uma boa média para seu projeto e proposta.

A versão automática é ligeiramente inferior em consumo, tendo números bem ruins com álcool, mas medianos com gasolina. Mesmo com o projeto da Spin tendo sido renovado em 2016 em redução de arrasto, as médias ainda são ruins.

  • Chevrolet Spin 1.8 MT – 7,8/9,1 km/l e 11,3/13,0 km/l
  • Chevrolet Spin 1.8 AT – 7,0/8,3 km/l e 10,3/12,0 km/l

Spin 2019 – manutenção e revisão

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O plano de manutenção da Spin 2019 tem revisões a cada 10.000 km ou 12 meses, sendo que na época do lançamento, havia um custo maior para a versão Activ que não se justificava.

Agora, com valores atualizados em junho de 2020, o custo de manutenção é o mesmo para todas as versões, assim como igual para versões manuais ou automáticas, que podem ser diferentes em outras marcas e modelos.

Até 60.000 km, o custo de revisão da Spin 2019 chega a R$ 3.544, um valor que está na média do mercado. Com bom custo-benefício, o monovolume da GM conseguiu para si uma boa parcela do mercado de frota e taxistas.

Com peças e componentes já bem conhecidos do mercado, bem como índice de reparabilidade aceitável, a Spin se mostra um produto bem apreciável para quem precisa dele para trabalhar com um custo aceitável.

Revisão10.000 km20.000 km30.000 km40.000 km50.000 km60.000 kmTotal
1.8 MTR$ 264,00R$ 528,00R$ 704,00R$ 508,00R$ 440,00R$ 1.100,00R$ 3.544,00
1.8 ATR$ 264,00R$ 528,00R$ 704,00R$ 508,00R$ 440,00R$ 1.100,00R$ 3.544,00

Spin 2019 – ficha técnica

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Apesar de levar sete pessoas, a Spin 2019 tem porte pequeno, medindo 4,36 m de comprimento e 2,62 m de entre eixos, tendo 710 litros no porta-malas com cinco pessoas ou pouco menos de 200 com sete ocupantes.

Com 53 litros no tanque, ela tem boa autonomia. Sua suspensão é McPherson na frente e eixo de torção atrás, tendo em sua engenharia, a notável grade de abertura ativa, sendo o um dos poucos carros feitos no Brasil com esse recurso.

Em velocidades altas, ela se fecha, reduzindo a passagem de ar excedente, além do necessário para refrigeração, abrindo-se completamente em baixas velocidades de forma automática, independente das ações do condutor.

Isso foi feito para reduzir o arrasto aerodinâmico e prover mais economia de combustível. A Spin 2019 também possui rolamentos de melhor aderência, adquiridos ainda em 2016, assim como estrutura reforçada e defletor de ar sob o carro.

Motor1.8 MT1.8 AT
Tipo
Número de cilindros4 em linha4 em linha
Cilindrada em cm317961796
Válvulas88
Taxa de compressão12,3:112,3:1
Injeção eletrônicaIndireta FlexIndireta Flex
Potência máxima106/111 cv a 5.200 rpm (gasolina/etanol)106/111 cv a 5.200 rpm (gasolina/etanol)
Torque máximo16,8/17,7 kgfm a 2.600 rpm (gasolina/etanol)16,8/17,7 kgfm a 2.600 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão
TipoManual de 6 marchasAutomática de 6 marchas
Tração
TipoDianteiraDianteira
Direção
TipoElétricaElétrica
Freios
TipoDiscos dianteiros e tambores traseirosDiscos dianteiros e tambores traseiros
Suspensão
DianteiraMcPhersonMcPherson
TraseiraEixo de torçãoEixo de torção
Rodas e Pneus
RodasLiga leve, aro 15 ou 16 polegadasLiga leve, aro 15 ou 16 polegadas
Pneus195/65 R15 ou 205/60 R16195/65 R15 ou 205/60 R16
Dimensões
Comprimento (mm)4.3604.360
Largura (mm)1.7351.735
Altura (mm)1.6841.684
Entre eixos (mm)2.6202.620
Capacidades
Porta-malas (L)710710
Tanque de combustível (L)5353
Carga (Kg)510450
Peso em ordem de marcha (Kg)1.1861.275
Coeficiente aerodinâmico (cx)NDND

Spin 2019 – fotos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • mjprio

    Na linha 2021 ja poderiam testar o motor 1.0T , ou até mesmo o 1.2 nas versãões Premier e Activ. Os controles de tração e estabilidade também chegam em boa hora.
    O painel de instrumentos da Tracker nova , assim como o ar digital também seriam bem vindos nas versões de topo. Outra coisa boa que a GM poderia oferecer era a opção de 7 lugares pra versão LS ou LT fim atender frotistas e demandas específicas, que nao querem ou nao precisam de todos os itens da versão de topo

  • Paulo Lustosa

    Só uma correção: a Meriva era projeto brasileiro também, que depois foi aproveitado pela Opel e decidiu vender por toda a Europa. E outra, o Família 1 1.8 nunca moveu o Monza na vida, quem moveu o Monza 1.8 foi o Família II, que tinha característica de comportamento totalmente diferente do Família I por ser um motor suave e que gosta de alta rotação, coisa que o Família I nunca gostou.

    • David Diniz

      Isso por que o Monza nasceu com motor de 1,6 L mas da Família 2 e o Família 1 “nasceu” em 1994 com o lançamento do corsa “bolinha”…

      • Paulo Lustosa

        É, Família 1 nasceu aqui em 1993.

    • Denis

      Isso ai Paulo, falou nos altos….. A Meriva foi designada por designers brasileiros, servindo no ponto de partida na picape conceito “Sabiá” de 2001….. A projeção serviu de base e criação para o desenvolvimento da minivan que seria lançada no Brasil em agosto de 2002….. Com plataforma do Corsa 2002 (Opel Corsa C), a Meriva veio para impor uma nova politica de carro familiar da GM que antes eram ocupadas por modelos peruas….. A Corsa Wagon foi a ultima delas, que era importada na Argentina e que não fez muito sucesso, ao contrários dos outros derivados do Corsa….. Assim como a Zafira, a Meriva trazia bons recursos de carro monovolume, trazendo excelente espaço interno graças ao sistema de configuração de bancos chamados “Flex Space” que favorecia diversos modos de posição do banco traseiro que era dividido em 3 partes de bipartição, aplicando as mais diversas maneiras de aproveitamento de espaço e carga….. A vinda da Meriva trouxe uma nova configuração de motor 1.8 (partindo da família I) que também era introduzido para os modelos da Fiat, que na época as duas fabricantes fizeram parte da joint venture “Powertrain”. Era duas opções de motor 1.8, sendo um 8 válvulas (com 102 cavalos de potencia) e o segundo, o mais potente 16 válvulas (com 122 cavalos de potencia)….. A Meriva marcou por diversos tributos, uma minivan que preservou um dos melhores acabamentos internos. Meu tio teve duas delas, a primeira era Premium 2005 que trazia estofamento em veludo, além de diversos equipamentos como freios ABS, airbag duplo, radio toca discos com MP3, mostrador digital e entre outros….. Já a segunda, ele optou pela Maxx ano 2010 que trazia motor 1.4 EconoFlex. Nesta altura, a Meriva trazia grade bipartida, com gravata da GM dourada sem o arco redondo. A versão Maxx também trazia um excelente interior, e bem equipada a principio, contando com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, rodas de liga leve, faróis de neblina, e entre outros. Uma minivan que marcou pelas linhas agradáveis com excelente aceitação no mercado. A Meriva foi retirada de produção em 2012, sendo substituída pela atual Spin que também tem o mesmo peso finalidade das minivans da GM.

      • Paulo Lustosa

        Bem lembrado, o 1.8 8V Família 1 foi criação brasileira aproveitando a parte de baixo do X18XE1 que equipava na Alemanha o Corsa C GSI, apesar de que no Corsa tinha 130 cv. Curioso é que o carro que serviu de mula de testes para o 16V para a Meriva foi justamente um Celta de cor branca, que pegava muita gente de surpresa quando os engenheiros testavam na rua pra saber como o motor lidava com o clima brasileiro pela resposta.

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