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SsangYong: confira impressões ao dirigir nos carros da marca coreana

ssangyong-impressões-NA-47 SsangYong: confira impressões ao dirigir nos carros da marca coreana

A SsangYong está retornando ao Brasil. Em sua terceira incursão no país, a marca sul-coreana passa a ser representada pela Venko Motors, empresa que anteriormente trouxe as chinesas Chery e Rely.



Após a apresentação oficial, onde a nova importadora anunciou a reabertura de algumas lojas e também a criação de novos pontos de venda e assistência, inclusive com atendimento para os clientes antigos da marca e aqueles que ainda estão em período de garantia, do representante anterior, agora foi a vez da empresa mostrar seus produtos para experimentação da imprensa especializada.

A volta da SsangYong ocorrerá de fato em 2018 e seu retorno será marcado pela chegada de quatro produtos, dois deles equipados com motor a gasolina e outros dois com propulsores diesel. Nesse segundo encontro, a Venko revelou faixas de preço que deverão ser atendidas pelo quarteto importado da Coreia do Sul.

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No entanto, a definição dos valores só ocorrerá após o anúncio das regras do Rota 2030 ou do que o governo decidir para o setor automotivo. Enquanto isso não ocorre, a SsangYong Brasil planeja atuar numa faixa que vai de R$ 85 mil até R$ 150 mil. Cada modelo terá duas versões, uma de acesso e outra mais completa. Segundo Marcelo Fevereiro, diretor de operações da marca, os veículos apresentados à imprensa ainda são carros de homologação e não as versões definitivas. A empresa pretende ter rede de 50 concessionárias até o fim de 2018.

Por conta disso, alguns itens deverão ser retirados e outros mantidos. As configurações observadas pelo NA tinham variação de equipamentos, mas não diferenciavam a mais completa da mais simples. Para o mercado brasileiro, a aposta da SsangYong é – como sempre foi desde que chegou por aqui nos anos 90 – nos utilitários esportivos e no segmento de picapes.

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A estratégia começa pela nova dupla de compactos, inéditos na gama da SsangYong no Brasil, sendo eles o Tivoli e o XLV. Além da dupla de acesso, a marca sul-coreana traz de volta dos conhecidos do consumidor brasileiro, mas atualizados. Um é o SUV médio Korando, repaginado pela segunda vez. O outro é a picape Actyon Sports, que igualmente foi comercializada anteriormente no Brasil. Todos terão três anos de garantia.

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Impressões gerais

Já visto inicialmente na primeira apresentação da Venko como representante da SsangYong no Brasil, o crossover Tivoli chega com um visual bem esportivo, reforçado por mescla de cores, tais como branco com teto preto, vermelho com teto preto, azul com teto branco ou preto com teto branco, por exemplo. O design chama atenção pelos faróis com LEDs diurnos, detalhes em preto brilhante – incluindo as rodas aro 18 – lanternas em LED, teto reto e pintura em dois tons bem chamativa. A impressão é boa, tendo um bom espaço interno e porta-malas condizente, embora este tenha várias subdivisões que parecem reduzir mais o espaço do que acrescentar.

Com 4,20 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,59 m de altura e 2,60 m de entre-eixos, o SsangYong Tivoli chegará com motor 1.6 de 128 cv e 16,3 kgfm, além de transmissão automática Aisin de seis marchas. Seu porta-malas tem 423 litros. Ele traz um bom pacote de equipamentos no modelo de homologação, incluindo direção elétrica com três níveis de atuação (Normal, Comfort e Sport), bem como três modos de condução: Eco, Sport e Winter. Bancos em couro, botão de partida, ar-condicionado dual zone, controles de tração e estabilidade, bem como refrigeração e aquecimento dos bancos. Os preços devem ficar entre R$ 85 mil e R$ 100 mil, segundo estimativas da marca.

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Irmão maior do Tivoli, o SsangYong XLV apareceu pela primeira vez para a imprensa brasileira. O crossover é a variante de tamanho maior do modelo citado acima, mas apesar de sua aparência, ele não tem sete lugares, mas um enorme porta-malas de 720 litros. Este ainda pode ser ampliado com o banco traseiro bipartido e possui compartimento para separação de bagagem. Na versão exibida pela marca, havia um item interessante, além dos bancos climatizados na frente: aquecimento para o banco traseiro, cujos botões ficam nas portas. Lembra aonde você viu um desse? Pois é, nem nós.

Fora isso, banco elétrico para o motorista, painel com materiais de qualidade e boa montagem dos revestimentos, assim como visto no Tivoli. O XLV tem um bom espaço para as pernas, tal como seu irmão menor, mas com a vantagem de ter mais porta-malas. A multimídia nos dois modelos é simples, mas há conexão HDMI e USB, além de Bluetooth.

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Medindo 4,44 m de comprimento, ele compartilha a mesma base e motorização do Tivoli e deve chegar ao mercado com preços entre R$ 90 mil e R$ 105 mil. Em ambos, a tração é dianteira. Visualmente, parece mais uma perua, visto que não tem grande altura em relação ao solo. Na traseira, as lanternas em LED são exclusivas e a tampa é leve no manuseio. O foco será as famílias.

De volta ao Brasil, o Korando revela sua segunda atualização visual promovida pela SsangYong. A frente ficou mais nervosa a conta com faróis dotados de LEDs diurnos e grade retangular de tamanho maior e com detalhes cromados, assim como para-choques com repetidores de direção e faróis de neblina. Na traseira, as lanternas foram atualizadas, mas não possuem LEDs. As rodas de liga leve aro 18 apresentam um aspecto bem esportivo e agradam. Por fora, o visual geral é interessante, mas o estilo original do modelo parece mais atraente.

Por dentro, o painel tem boa mescla de cores e revestimentos, assim como materiais soft touch, inclusive nas portas traseiras. Da mesma forma que nos Tivoli e XLV, ele vem com climatização nos bancos, revestimentos em couro, ajuste elétrico para motorista, entre outros. No entanto, a direção elétrica não tem níveis de atuação. Mas, possui um interessante recurso: para-brisa com desembaçador elétrico.

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O SUV mantém a propulsão diesel, que no caso do Korando 2018, consiste no motor 2.2 turbo com 178 cv e 41 kgfm, além de câmbio automático Aisin de seis marchas. Como é obrigatório, possui sistema de tração nas quatro rodas “on demand”, bem como bloqueio do diferencial para se manter a tração 4WD de forma permanente. Com 4,41 m de comprimento, 1,83 m de largura, 1,67 m de altura e 2,65 m de entre-eixos, o utilitário esportivo da SsangYong tem 486 litros no porta-malas. Bem equipado, ele deverá atuar na faixa entre R$ 135 mil e R$ 150 mil.

Por fim, a picape Actyon Sports retorna com um visual esportivo, fruto da última atualização, tendo faróis com máscara negra, detalhes cromados e em preto brilhante, bem como santântonio personalizado. A picape diesel compartilha a motorização com o Korando, mas seu câmbio automático Aisin de seis marchas – bem como o motor – são posicionados em longitudinal. Com tração 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida, o modelo tem capacidade para 720 kg de carga.

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Na cabine, amplo espaço e boa área envidraçada, com cintura baixa. Bancos em couro – ajuste elétrico para o condutor – climatização (quente e refrigerado) para os assentos dianteiros, bem como ar-condicionado automático, rebatimento dos espelhos elétricos (também presente nos demais modelos), ajuste automático dos faróis, teto solar elétrico, entre outros, estavam presentes no modelo testado. Com rodas aro 18 e outras partes em preto brilhante, a Actyon Sports passa uma aparência esportiva e chama atenção por ser curta (4,99 m) e pela caçamba ser bem larga. A expectativa de preços da SsangYong gira entre R$ 120 mil e R$ 135 mil, em duas versões.

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Impressões ao dirigir

Salto/SP – No teste realizado pela SsangYong na sede da Venko, começamos pelo crossover XLV. O modelo – assim como o Tivoli – é inédito por aqui. Apesar de ter 128 cv e 16,3 kgfm, o propulsor pareceu estar mais disposto do que o esperado, tendo respostas animadoras nas saídas e retomadas em baixa velocidade, revelando uma relação curta e equilibrada.

O modelo também se mostrou bem ágil ao volante. A programação Comfort é semelhante ao da maioria das direções elétricas, mas a Normal é mais firme que o geral, agradando bastante. No caso do Sport, ele endurece mais e passa a impressão de que estamos em um carro verdadeiramente esportivo, com reações rápidas ao comando.

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De volta ao motor, o propulsor tem sua programação também alterada com os modos Eco e Sport, sendo bem frugal e moderada no primeiro, inclusive exigindo rotações acima de 3.000 rpm para vencer pequenos aclives, revelando a aspiração natural do pequeno motor, bem como maior disposição no segundo, mas ainda assim – com ajuda do câmbio – não surpreendeu tanto quanto a direção e a estabilidade. Ruim é a mudança manual por botão na alavanca de câmbio. Deveria ter paddle shifts. O mesmo se verifica nos demais modelos. Os freios são bem fortes e eficientes.

Mesmo mais longo que o Tivoli, o XLV se mantém bem neutro, mesmo forçando a saída de traseira. A suspensão tem um ajuste mais firme, mas passa conforto ao rodar. A dirigibilidade nesse crossover é o ponto alto, enquanto a motorização é adequada, apesar de sistemas focados em esportividade.

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Logo depois, foi a vez do Tivoli. A diferença para o XLV deveria ser mínima, mas o comportamento em curvas, especialmente, bem como aceleração e frenagem mostram uma boa discrepância. Por ser mais leve, o modelo se apresenta mais instável nas curvas, mas ainda assim na mão. Além disso, é melhor nas saídas e retomadas, dado o peso menor. A suspensão parece um pouco mais macia, mas no geral agradou também. Dos dois, o XLV apresenta um conforto ao dirigir melhor, embora devesse ser o contrário, pois este último é bem grande.

O próximo modelo foi a picape Actyon Sports. De cada, a coluna de direção com ajuste por alavanca horizontal se mostrou muito ruim, travando em posição muito baixa e exigindo paciência e esforço para ajustar. Fora isso, a posição de dirigir agrada, assim como o desempenho. O motor diesel 2.2 de 178 cv e 41 kgfm empurra bem a picape de quase 5 metros, garantindo saídas rápidas e retomadas muito boas, mas sempre acima da casa dos 2.000 rpm. Abaixo, há um lag perceptível, mas que não denigre o desempenho geral.

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O câmbio automático de seis marchas trabalha bem, mais como nos outros, a mudança manual por botão na alavanca é pouco ergonomia e animador. Ou seja, andar de forma esportiva só mesmo confiando na transmissão. Não houve oportunidade para testar a tração 4×4 e muito menos 4×4 com reduzida. A suspensão tem um ajuste muito macio e, nas curvas, a picape inclina bastante, mas corrigível com segurança. A direção elétrica é a mais leve de todas e também a menos progressiva, passando pouco conforto em estradas sinuosas. Positivo é o nível de ruído. Apesar da leveza da direção e da maciez da suspensão, agradou pela disposição em andar.

SsangYong Test Drive – Galeria de fotos

Viagem a convite da SsangYong.

4.0

  • André

    “cores fortes e vibrantes, como branco com teto preto ou preto com teto branco”

  • Ygor Soares

    São feios d+++++

  • Bruno Silva

    São bons carros, meu pai trabalhou numa ccs durante um curto período, mas pude conhecer mais a marca. Que dessa vez o pós-venda seja compatível com a qualidade dos carros e façam sucesso. Visualmente, a picape já cansou, o Korando e Tivoli ainda estão atrativos, não sei se há mais modelos novos da Ssangyong para ser lançado.

    • Tosca16

      Korando eu me arriscaria, sempre achei bonito esse carro… Mas sinceramente mesmo diesel seu mercado será bem restrito, concorrência vai vir matando, nasce um peso morto no mercado.

    • Tosca16

      Tenho uns amigos que tem SsangYong, estão animados com a promessa de pós-venda e assistência aos donos de carros da marca aqui; se o pós-venda funcionar (que duvido muito conhecendo a Venko) um usado da marca começa a fazer sentido, compra baratinho até pelo produto que é, de vez enquanto eu vejo um Korando anunciado aqui; geralmente judiadinho visualmente, mas o preço é convidativo demais se olhar que são diesel.

      • Edson Fernandes

        Até porque o Action tem um preço imbativel se assim se concretizar frente as outras picapes. O preço dela a diesel somente quem tem proximidade é a Toro mesmo.

        • Tosca16

          Sim sim.

    • TijucaBH

      O problema desses carros é que nao tem um grande atrativo de compra. Porque comprar uma Action e nao uma Toro? Porque comprar um Korando e nao um Compass diesel?
      Jeep e Fiat possuem várias concessionárias no país e já estao estabelecidas, já a Ssangyong é uma aposta. Já deixou o país uma vez, possui pouquissimas concessionárias, valor de revenda com certeza vai ser pior do que os concorrentes. Eu nao apostaria!!!

      • cepereira2006

        Eu apostaria se o preço fosse 20k a menos que os anunciados. E pelo que fala a matéria, não serão. Então deixa para lá.

  • Maycon Farias

    Já gostei, qualquer um desses menos a pickup eu ficaria satisfeito.

    • what_the_hell??

      Fazia tempo q eu não via um carro novo tão feio quanto esse XLV!!! Esse é mais feio que bater na mãe!!!

      • cepereira2006

        A lateral dele é medonha mesmo. A traseira até que passa.

      • Maycon Farias

        kkkkkkkk não exagere colega.

  • Dherik

    Preciso aprender como pronunciar o nome da marca.

  • Davi Millan

    Me julguem, mas eu gostei do Ssangyong Tivoli e principalmente do XLV. Pena que esse último não tem a terceira fileira de bancos.
    Por acaso esse motor 1.6 é o mesmo da Kia / Hyundai (Cerato 2012)? As specs são parecidas.

    • Edson Fernandes

      Sabe que eu tbm tive essa curiosidade? Mas achei que deve ser um motor muito aquem do produto. O Eber citou 3000rpm para manter o rodar bom e isso impressionou.

      Talvez pelo porte tenha impressionado, isso não quer dizer que seja um desempenho muito bom. Outra que não teve como avaliar o consumo. Nesses periga de não ser tão interessante assim.

      • Davi Millan

        Bom, sobre o motor, caso seja o mesmo do Cerato, ele é muito bom, onde mesmo sendo um 1.6 ele andava mais que até alguns 2.0, basta ver na volta rápida do Acelerados, onde o Cerato foi mais rápido que o Civic (9G), Sentra e outros carros com motor maior. Mas para um carro desse tamanho o desempenho deve ser no máximo ok/bom. Nada de surpreendente.
        Mas um ponto importante para se analisar é o consumo mesmo. O Cerato tinha um bom consumo, mas o Soul não devido a aerodinâmica de tijolo.

        • Edson Fernandes

          Eu sempre qdo avalio um carro, não fico preso a carro cheio. Porque de fato carro cheio pra mim é 1% do meu uso.

          Então procuro ver coisas obvias de uso no dia a dia. Um aclive acentuado, um rodar agradavel, uma retomada… e por aí vai.

          Quando eu rodei em um Veloster, obviamente não esperava um esportivo, mas me surpreendeu o rodar na cidade. Ele é confortavel.

          Já na estrada, me lembro de estar com um C3 e meu cunhado com ele… e percebi que ele em alta foi embora, mas ele era beberrão para um motor 1.6. Qdo tive a oportunidade percebi: Ele joga sempre a rotação para baixo para tentar andar tranquilo, mas briga um pouco com o propulsor (reluta em reduzir e qdo reduz, solta toda a força). Me lembro que com meu C3 qdo percebi meu cunhado acelerando na subida(já estava em alto giro) foi qdo comecei a acelerar.

          Qdo chegou na curva e ele não foi e aí sim retomar, foi qdo eu fiquei proximo dele e consegui acompanhar. E aí como já andei em Cerato, percebi que esse é o comportamneto. A ideia é transmitir conforto, mas ele pode se embananar em retomadas. Isso o pior mesmo foi o jetta 2.0 flex. Nunca compraria porque era irritante.

          Me lembro de uma viagem para Machado – MG que tinhamos que pegar um subida extremamente ingrime. Era um Civic 2.0 LXR. De fato estavam em 5 adultos… mas o carro APANHOU para subir. Não conseguiu subir acima de 20km/h e eu fiquei assustado. Isso foram critérios que eu vejo na pratica para não passar aperto na minha situação. Não pelo outros mas por mim mesmo.

          Então ok… o Civic tem otima retomada, é DURO feito pedra para rodar na cidade e ruim de aclive… me espantou mesmo. E então fui tirando uns e olhando outros para tomar minha decisão.

          • Davi Millan

            O Cerato com cambio automático é bem assim mesmo. O meu era manual, acredite, mas a diferença é bem grande.
            Sobre o Jetta 2.0 8V eu já andei e digo o mesmo é horrível aquele carro.
            Já o Civic eu gosto da dureza dele, como já comentei outras vezes, eu gosto de carro que da hérnia de disco… haha.
            Mas a falta de torque em baixa nos Honda é chato também.

            • Edson Fernandes

              kkkkkkkkkkkkk

              É justamente esse o problema, carro muito duro. O pessoal cita que o Jetta é duro… e eu já acho que ele é firme sem ser duro. Mas enfim…rs

              O Civic 2.0 ao menos pra mim tem uma resposta bem forte em rotação baixa (o modelo de 5 marchas automatico da geração anterior).

              Mas quando minha ex chefe acelerou na estrada, eu senti uma tremenda falta de potencia perto do que tinha expectativa, ainda que não comprometa em uma ultrapassagem.

    • what_the_hell??

      Só eu que achei esse XLV vermelho a coisa mais feia do mundo??? Parece o monstro de frankenstein, uma colha de retalhos!!!

      • Davi Millan

        Mas é feio mesmo. Talvez a cor não ajude…
        Pensando bem o design nao ajuda mesmo haha
        Mas eu acho que eu achei ele tão feio que bugou minha cabeça e achei bonito.

  • Tosca16

    Tenho pena dos futuros compradores só de olhar essa placa de Salto e me lembrar que é o mesmo importador que trouxe a Chery pra cá… fora isso, design discutível mais melhorado frente ao que já foi, vendas ? Serão pífias como sempre, tá na cara isso.

    • Davi Millan

      Não acompanhei esse período da Chery. Deu muito problema com o importador?

      • Tosca16

        Chery não tinha cota de importação por alguns anos pelo que sei porque tinha ficado com o importador, fora o atendimento e suporte pior que quando a Chery tomou as operações; sinceramente não sei não, a SsangYong vai se queimar novamente, era melhor não vir pra cá mais um tempinho, deixar o mercado amadurecer sem o Inovar Auto e se aventurar posteriormente, mas pelo visto o grupo foi o mais fácil de importarem e assumir as operações, por isso a negociação aparentemente foi rápida com os coreanos.

        • Davi Millan

          Valeu, dessa eu não sabia. Então é melhor esperar mesmo.

      • Tosca16

        Esse importador também ficou com a linha de comerciais da Chery, a Rely; atendimento péssimo, suporte zero.

    • cepereira2006

      Se a marca tivesse uma política de preços mais agressiva acho que emplacaria. Ela tem bom conceito, principalmente no sul. Mas aos preços mencionados acima, não vai vingar. Vai repetir o passado.

      • Tosca16

        Não sei se a SsangYong tem fora da Coreia um bom conceito, é uma marca infelizmente só esperando ser comprada por um outro grupo; já ví vídeos falando de falta de capilaridade na mesma, até onde é verdade, não sei.

        • A SsangYong já pertence a indiana Mahindra. É bem conceituada nos mercados em que atua, embora não se destaque.

  • Tosca16

    Olhando a faixada do prédio da Venko dá a impressão que é o mesmo ainda da época da Chery, veja lá, só colocaram uma placa com o nome de SsangYong, se tirar ainda tá com o layout da Chery kkkkkk.

  • Luccas Villela

    A minha picape preferida está de volta. Adoro os carros da Ssangyong, todos tem personalidade.

  • Bruno Costa

    Que traseiras bizarras… E eu achando que não dava pra fazer um crossover com uma traseira pior que a da Tracker, tá aí.

    • what_the_hell??

      Estou impressionado com esse XLV! É como se tivessem conseguido fazer uma Spin mais feia ainda!!!

    • Carlos Eduardo da Silveira

      A traseira da pickup me lembrou a Fiorino pickup bem anos 80/90.

  • Rodrigo

    Cada carro mais feio que bater na mãe por causa de mistura.
    Sem contar que olho pra essa marca e imagino uma marca chinesa gourmetizada. Por mais que o preço x qualidade (dizem) sejam atrativos fica o pé atrás de uma importada que já saiu do Brasil 2 vezes…

    • Hoffmann

      Você também tem o pé atrás com a Hyundai?

      Porque ela também saiu do Brasil duas vezes.

      • Rodrigo

        Eu tenho. Principalmente com a Hyundai-CAOA

  • Hoffmann

    Os carros da Ssangyong são excelentes, espero que a Venko não faça como a Districar e abandone os compradores. A atuação dela com a Chery aqui foi desastrosa, trouxe os péssimos Face e Cielo hatch e sedan e não conseguia resolver os inúmeros problemas que eles apresentavam, ia empurrando com a barriga, levando consumidores ao desespero…pelo menos os coreanos possuem qualidade, característica que inexistia nos dois modelos chineses.

    • Tosca16

      Engraçado que essa linha roda tranquilamente em outros países, até como frota de táxi… a questão é peça, assistência eles nunca deram a desejar.

  • Miro Saraiva

    Mdds! O que fizeram com o pobre do korando? Estragaram a frente que era muito melhor. Se chegar por esse preço adeus equinox mandou lembranças

  • Léo Dalzochio

    Tenho um Korando 2011, da primeira leva. Motor 2.0TD estupendo, sobra torque em quaisquer condições, um verdadeiro rebocador. Câmbio automático excelente, mas deveria ter aletas atrás do volante ao invés de 2 botões no volante. Estabilidade fantástica. Consumo extraordinário, sempre fazendo médias superiores a 13 km/l no anda-e-para, e mais de 18 km/l em rodovias. Cheio de fru-fru e frescuras que agradam o público feminino. O que não gosto: a direção poderia ser mais direta, e a suspensão deveria ser mais macia. Ou o conjunto roda-pneu deveria ser aro 16, pois aro 18 com perfil 55 num SUV 4×4 é de cair os butiá do bolso. Imagino como deva ser o conforto de rodagem do Tivoli com esse conjunto roda-pneu de mongolón-lagartixa.

    • cepereira2006

      Seria a minha opção, mas ao preço do Equinox, sem chances.

  • Louis

    Micos albinos.

    • Eduardo

      Resumiu tudo de forma bem objetiva.

  • Marcio Lenz

    O Korando é um excelente carro, ficou mais feio com essa frente e o Tivoli parece ser bom.

  • celso

    Design não é o forte da marca.

    • ObservadorCWB

      Nunca foi….

  • Pedro Cunha

    Esse XLV é muito, muito bonito.
    Seria interessante um powertrain que rendesse lá pelos 150~170cv e acima dos 22kgfm.

  • Daniel

    Acho que quando o pessoal da Ssangyong senta pra desenhar um carro existe uma regra básica: a frente não pode ter harmonia nenhuma com a traseira.

    • Luciano RC

      Concordo. KKKK

  • Hen_Par

    Com esse powertrain, “estilo” e preço, vai encalhar. Dando uma de Kia e achando que é premium.

  • SK15

    85k pra eles vazar no primeiro desmando do governo (o que ocorre a cada 6 meses) não dá …

    • Filipe Augustus

      Mas eles não vazaram, só trocaram de importador, eles estão no Brasil desde quando abriram as importações! Apenas passaram por um período de transição que demorou um pouco mais por conta do momento econômico do país! Nada além disso!!!!!

  • Danillo Santos

    Veículos interessantes, e design é uma impressão pessoal, particularmente ainda acho o korando muito bonito e os outros são ok, embora tenham personalidade, o que é raro hoje. Conjunto motriz diesel é aparentemente muito bom. O problema é a estratégia da empresa, essas faixas de preço não são competitivas, ainda mais num mercado onde muitos consumidores olham torto pra marca desconhecida e que saiu do país 2x. Deveriam vir como as chinesas, devagarinho, comendo pelas beiradas, com preços atraentes e ir conquistando espaço aos poucos, quem sabe até construir uma fábrica futuramente dependendo do mercado. Bons produtos eles têm. Mas de qualquer forma, sempre é bom novos participantes no mercado, aumenta a concorrência

    • cepereira2006

      O problema é que todas as marcas acham que brasileiro tem uma faixa de otário grudada na testa. Esta faixa as permite cobrar de 20 a 50% a mais do que os países não-otários.

  • Duh

    Se vieram por esses preços e bem equipados são opções interessantes, creio que são bons carros, de vez em quando vejo uns antigos da marca rodando e todos inteiraços.

    • cepereira2006

      O preço da picape à diesel automática está interessante. Poderia ser mais barata porque ela é feia, mas como é um utilitário mesmo, passa. Já o Korando completo a 150k eu acho um preço absurdo, incompatível, preço de Equinox que é bem maior, de uma categoria acima e de marca já consagrada no nosso mercado.

    • Marcelo Martins Ferreira

      Eu acho esses preços muito altos para competir no mercado,como o cepereira2006 falou com 150 K tem o Equinox e completando tem tb o Compass Diesel, Subaru Forester TX turbo, Peugeot 3008 e etc ..

  • André Luis Versiani

    São muito feios, mas andei em uma Rexton e achei muito confortável.

  • Marcelo Martins Ferreira

    Na minha opinião a marca não vai conseguir concorrer com Hyundai, Honda, Jeep etc… com esses carros de visual duvidoso e valores altos !! Acho que vai micar novamente no Brasil !!

  • dsralves .

    Quanto mais opções de importados melhor! O preço e conteúdo dos carros nacionais está absurdo.
    Eu sinceramente achei o Tivoli muito interessante. Se a lista de equipamentos for generosa como prometem pode ser que eu me aventure futuramente.

    • Marcelo Martins Ferreira

      Concordo que qto mais concorrência melhor, mas esses carros não está com preços competitivos e o o Tivoli completo que te interessou vai custar 100 K e o mais pelado 85 K

      • Daniel Alves

        Marcelo, o Tivoli a esse preço já é mais carro que o Creta, por exemplo. Tem freio a disco nas 4 rodas, ar digital dualzone, câmbio automático AISIN e acabamento com soft touch e black piano. E o design tem personalidade, algo raro na indústria hoje em dia.
        Claro que eu não vou ser aventureiro de primeira, mas acho sim que é uma boa novidade no mercado.

  • Eric Palamar Blaca

    pelo preço da korando tem tantos outros concorrentes com melhor fama, reputação, pós vendas que sinceramente vai ser um mico nas vendas. COMPASS A DIESEL manda um abraço…

    • Marcelo Martins Ferreira

      Também optaria pelo Compass, esses coreanos estão muito caros vai micar novamente !!

  • Gustavo Adriano

    Lá fora é a única opção também, acredito que seja um bom conjunto, ao menos para a opção menor que é a que eu escolheria, desde o lançamento na Europa eu tenho gostado do “carrinho”.

  • Marcus Vinicius

    Agora é esperar o retorno da mahindra !

  • Alisson Bona

    Já tive uma action e o preço dela batendo com as flex ta de acordo com o que era praticado antes. Mesmo assim, espero uns 10 mil de desconto na loja, pela idade do projeto.
    O korando, eu era apaixonado, mas o valor dado na matéria bate de frente com renagade/compass (4×4), e sinceramente… eu iria de jeep.
    os modelos a gasolina, bem… não são flex e no nosso mercado isso faz a diferença (mesmo que a maioria use só gasolina), por este motivo, vou fingir que não existem.
    No final, a marca tem qualidade, mas ou aplica desconto ou vai ser mais do mesmo, de novo.

  • Marcelo Cordeiro

    São feios d+++ e a postura da montadora com relação ao país é escrota d++++. Contudo existem bestas d++++ que compram estes carros e depois, ficam na mão com as idas e vindas desta marca que não tem compromisso nenhum com o mercado local. Não, obrigado!

  • NYC_Man

    Esses carros só terão sucesso com custo benefício.

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