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Subaru Forester: conheça suas cinco gerações desde 1997

Em sua quarta geração aqui no Brasil, o Subaru Forester começou a ser produzido há mais de duas décadas, no ano de 1997.

Com design questionável, principalmente nas primeiras versões, o Subaru Forester começou a ser fabricado a partir da plataforma do sedã Impreza.


Quando lançado, o “Pokémon” da montadora japonesa fazia parte da categoria station wagons (perua) e ganhou reconhecimento por mesclar configurações diferentes em um mesmo veículo.

Subaru Forester: conheça suas cinco gerações desde 1997

A partir da terceira geração, em 2008, a Subaru resolveu transformar o Subaru Forester em um SUV – chegando ao Brasil um ano depois.


O visual nunca foi o forte desse modelo, porém, não há como negar que o Subaru Forester se destaca pela robustez mecânica.

Além de oferecer equipamentos de qualidade, o interior segue de um bom SUV: boa dirigibilidade, ótimo espaço, confortável e com comandos em regiões bem localizadas.

Subaru Forester: conheça suas cinco gerações desde 1997

No ringue dos concorrentes, o japonês disputa espaço com Volkswagen Tiguan, Jeep Compass e Chevrolet Equinox.

O utilitário esportivo atual é comercializado em três versões:

A de entrada Forester L, com motor 2.0 boxer, 150 cavalos e 20,2 mkgf. O câmbio é automático CVT e a tração é 4×4 – valor R$118.900 (com rodas de alumínio de 18 polegadas, chave com controle remoto, porta-copos dianteiros e traseiros, câmera de ré e outros).

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A Sport é a “intermediária”, que traz como diferencial o teto solar panorâmico. Além de borboletas para trocas de marcha e partida do motor através de botão, sem a necessidade de chave.

Também entrega: faróis automáticos, faróis de LED com auto nivelador, retrovisores elétricos rebatíveis, volante em couro, rodas de alumínio de 18 polegadas.

No mais, ele segue a mesma configuração da versão L – valor R$134.900.

O Subaru Forester XT Turbo é a topo de linha, custando R$168.500, tem como diferencial o sistema Harman/Kardon – o mesmo utilizado no Volvo XC40 – a motorização é de 240 cv, 35,7 de kgfm.

De série, o XT Turbo oferece: faróis com acendimento automático, faróis de neblina dianteiros, retrovisores elétricos rebatíveis, limpadores de para-brisa intermitentes com desenho lâmina, racks de teto, aerofólio, banco do motorista elétrico ajustável em 8 eixos com memória, vidros elétricos com função antiesmagamento e botão um toque para o motorista e passageiro, tomadas 12V no painel, console central e porta-malas, ar condicionado automático de duas zonas com filtro anti-pólen, áudio com compatibilidade Bluetooth, borboletas para trocas de marcha, dentre outros.

Subaru Forester 1998 – primeira geração

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Desde o final dos anos 80, a Subaru já estava produzindo carros do segmento station wagons. Com o Forester não foi diferente, o modelo nasceu a partir da plataforma do emblemático Impreza, que foi lançado em 1992.

O Subaru Forester foi apresentado oficialmente em 1997, mas chegou ao Brasil apenas em 1998. Na época, o veículo surgiu como uma perua aventureira, mas também como um automóvel para a família.

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Para essa primeira versão, elogios não faltam, era um legítimo japonês, mesmo com design considerado “feio”, a perua agradava pela boa dirigibilidade, potência, conforto, segurança e estabilidade. Consequentemente, ganhou muitos fãs, fiéis até hoje.

Na parte mecânica, era vendido em duas versões com motorização turbo 2.0 e opção de transmissões automática e manual.

Entre os equipamentos oferecidos no Subaru Forester, havia o teto solar com acionamento elétrico – considerado um dos pontos fortes deste modelo. Ainda oferecia de série: freios ABS, airbag duplo, alarme antifurto, ar condicionado, CD Player, controle eletrônico dos retrovisores, direção hidráulica, regulagem da coluna de direção, trava elétrica das portas, vidros elétricos, relógio digital e porta óculos.

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O interior era bem trabalhado com revestimentos em couro. Os bancos ganharam quatro tipos de regulagem.

O japonês se sobressaia muito bem, até mesmo em vias mal pavimentadas, graças à suspensão independente.
Com seu perfil urbano x off road, com o auxílio da tração integral, o Forester encarava bem os caminhos de terra.

Outro ponto que chamou a atenção na época foi o seu vidro grande, que facilitava a visão na cidade.

Curiosidade: nos anos 2000, a General Motors (GM) tinha participação acionária juntamente da empresa controladora da Subaru, por isso, o Subaru Forester foi comercializado na Índia pela Chevrolet.

Subaru Forester 2002- segunda geração

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Entre 2000 e 2002, os holofotes ficaram para a segunda geração. Mas no Brasil ele só chegou oficialmente em 2003.

Aqui, ele seguiu com a mesma proposta da anterior, um mix de utilitário esportivo com carro de passeio. Entre as novidades, estava a alteração nos faróis, na grade e no para-choque.

Houve um redesenho também na tampa do porta-malas e nas lanternas – uma das principais mudanças. O silêncio interno foi outro grande diferencial nesse modelo 2000.

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Com motorização quatro cilindros, entregava motor turbo e configuração boxer. Com os seus 170 cv de potência e suspensão independente nas quatro rodas, o Subaru Forester dos anos 2000 se destacava pelas retomadas e velocidade máxima.

O que não agradou muito foi o câmbio manual, mesmo com engates precisos, ele deixava a desejar no conforto ao motorista.

Meses depois, a Subaru lançou a versão com câmbio automático. A geração recebeu versões com transmissão automática e manual. O preço inicial chegou a assustar: R$ 75 mil.

Subaru Forester 2009 – terceira geração

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Em 2009 foi a vez da grande reformulação do Subaru Forester. Enquanto as primeiras gerações ficaram no desenho quadrado, a terceira evoluiu na estética e lembrou um jeep luxuoso.

Na parte dianteira, houve arredondamento nos dois cantos, lembrando um verdadeiro utilitário esportivo. A traseira foi modificada e o destaque ficou para a dupla saída de escape, desta vez, cromada.

As atualizações deram um ar de mais esportividade ao SUV da montadora japonesa.

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Que o carro oferecia conforto e bom espaço desde a versão de 1997/1998, isso não era novidade para ninguém. E em 2009, nada de decepções. Três adultos até iam bem acomodados nos bancos traseiros, exceto para quem for ao meio.

Entre outros acertos, está: a posição de dirigir e o revestimento em couro na versão 2.0 X2, na época, custando R$ 105 mil.

Avaliando a estética interior, deixou de conquistar com texturas que não ficaram bem trabalhadas, além disso, os plásticos eram rígidos. Concorrentes como Toyota RAV4 e Chevrolet Captiva conquistaram nesse quesito.

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Os instrumentos contavam com uma iluminação azulada, para alguns, desnecessária. Mas para os fãs, nada de reclamação.

Aqui no Brasil, a versão mais barata do Subaru Forester foi a XS, com os seguintes itens: air bag duplo, ar condicionado, controles de tração e estabilidade, freios ABS, CD Player com MP3 e rodas de 16 polegadas.

O motor oferecido era boxer com 2.0 e 160 cv de potência, câmbio de quatro velocidades permitindo trocas sequenciais e tração integral.

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A outra configuração é a XT, na época, seu motor também era turbo, 2.5 de 230 cavalos. Além de todos os itens oferecidos na versão XS, essa opção oferecia aerofólio e rodas de 17 polegadas.

Disponível no Brasil entre os anos 2008 e 2012, a Subaru comemorou em 2011 o sucesso do carro por aqui, pois, em 2010, o utilitário-esportivo representou 60% das vendas da fabricante. A partir daí, eles resolveram lançar o Subaru Forester S-Edition, apenas na opção topo de linha.

Por R$ 135 mil, o motorista levava junto como itens de série: ar-condicionado digital de duas zonas, direção hidráulica, rodas de liga leve de 17”, airbag, bancos em couro, controlador de velocidade, tração integral, freio a disco com ABS/EBD e câmera de ré.

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As outras versões já disponíveis no mesmo ano estavam:

  • Forester 2.0 XS: R$ 89 mil;
  • Forester 2.0 XS Top: R$ 99 mil;
  • Forester 2.5 XT Turbo: R$ 118 mil.

Subaru Forester 2014 – quarta geração

No final de 2013, a Subaru apresentou, digamos, a sua a atual versão para o mercado brasileiro. Na época, a fabricante aproveitou o aquecido mercado de SUVs por aqui e atualizou o modelo.

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O automóvel ganhou uma reformulação total, e teve que encarar concorrentes de peso: Hyundai Santa Fe, Mitsubishi Outlander GT e Volvo XC60.

Em duas versões: S (R$ 110 mil) e a XT (R$ 135 mil), ambas com transmissão automática CVT e tração integral. A grande diferença estava na motorização:

  • Versão S: 2.0, aspirado, 150 cavalos;
  • Versão XT: 2.0, 240 cavalos – turbo.

O visual mudou mais um pouco, mas o destaque mesmo vai para a clássica segurança e potência que já é a marca registrada do Subaru Forester.

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Os elogios não são à toa. O veículo foi evoluindo a cada geração e, graças ao investimento feito, consequentemente, o Forester recebeu nota máxima (5) nos testes de colisão – certificado pelo Top Safety Pick+ (2014 IIHS).

No topo de linha, outra novidade são as opções de condução: assistente de declive e paddle shift.

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Em 2017, a CAOA começou a importar para o Brasil a nova versão do Subaru Forester XT Turbo. O preço sugerido ficou em R$ 159.600.

Entre as novidades: nova parte frontal, novos faróis com máscara negra, bi-xénon e Steering Responsive Headlights (sistema direcional do facho de luz que acompanha o sentido do movimento realizado no volante durante as curvas).

A “Sport” também já estava sendo comercializada.

Nas laterais, o destaque ficou para as novas rodas de 18 polegadas. Já na traseira, o modelo apresentou novas lanternas com assinatura em LED.

Em novembro do mesmo ano, a Subaru anunciou o lançamento do Forester L – nova versão de entrada da consagrada linha.

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Também importado, o preço partiu de R$ 118.900 e segue até hoje. O automóvel chegou equipado com motor boxer 2.0, com 150 cavalos de potência, transmissão automática Lineartronic, tração integral, rodas aro 18”.

Além disso, há outros equipamentos de série: airbags (duplo dianteiro, lateral do tipo cortina e laterais nos bancos dianteiros); ar-condicionado automático Dual Zone; sistema de som com tela touch screen de 6,2”, com rádio AM/FM, MP3, entrada auxiliar e viva-voz integrado; suspensão traseira com sistema autonivelante; Controle Eletrônico de Estabilidade; Controle Eletrônico de Tração; sistema de distribuição eletrônica de frenagem; câmera traseira para auxílio em marcha a ré; assistente de partida em aclive (Hill Start Assist); acendimento automático dos faróis sensor de chuva; sistema de Controle de Velocidade de Cruzeiro; volante de direção multifunção e revestido em couro; revestimento dos bancos em tecido; fixação de cadeiras para crianças do tipo ISOFIX; computador de bordo; encosto dos bancos traseiros rebatíveis 60/40; duas tomadas 12V para conexão de acessórios e console central com porta-copos e descanso de braço.

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Subaru Forester 2019 – quinta geração (atual)

A quinta geração foi apresentada no ano passado em New York.

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O SUV passou a oferecer diversos itens novos e atualizados como: display multimídia com tela maior para acesso ao Google Android Auto e Apple Car Play, nova configuração no ar condicionado dual zone, novo volante e agora mais ergonômico, DriveFocus, permitindo que motorista e passageiros personalize individualmente as funções do carro (disponível para até cinco ocupantes).

Ainda na tecnologia, o sistema que faz a detecção de pedestres e ciclistas (EyeSight) passa a ser um item de série. A partida, agora, conta com código de segurança e o freio de estacionamento passou a ser elétrico.

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Para quem não conhece as versões anteriores, provavelmente, nem vai notar tanta diferença no visual. Embora a Subaru mantenha a sua linha tradicional, porém, é possível destacar algumas novidades:

  • Faróis ganharam LEDs diurnos;
  • O para-choque agora tem contornos com mais destacados nas laterais;
  • Molduras cromadas;
  • Novas maçanetas;
  • Na base da carroceria, houve atualização nas molduras;
  • A mudança radical ficou nas lanternas, com fluído, passou a ficar mais sofisticada;
  • O para-choque exibe proteção central mais saltado.

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Com relação ao motor, o SUV continua com o seu 2.5 de quatro cilindros. O toque recebeu mais energia: 185 cavalos de potência e 24,3 kgfm.

Como apenas 5% dos compradores tinham interesse na configuração 2.0 de quatro cilindros turbo, a Subaru, então, resolveu encerrar sua produção.

O Forester 2019 tem câmbio de 7 velocidades, paddle shifts e tração S-AWD.

Ao Notícias Automotivas, a assessoria de imprensa da CAOA, distribuidora oficial da Subaru no Brasil, informou que não há previsão da quinta geração chegar ao mercado brasileiro.

Subaru Forester: conheça suas cinco gerações desde 1997
Nota média 5 de 3 votos

  • El Gato!

    R$ 119 mil por um SUV de verdade.
    Na notícia abaixo vemos um SUV de brinquedo por R$ 140 mil. Dizem que a culpa é dos impostos. Do “custo Brasil”. Do Papa.
    Engano, amigo. A culpa é de quem compra.

    • Domenico Monteleone

      A coisa não é tão simples assim. se você acha que 40% de impostos não influem no preço, meus parabéns. Se você não conhece uma coisa chamada inflação, sugiro conhecer. Existe uma outra coisa chamada poder de compra, e é isso que determina se algo é acessível ou não. Um Honda Civic LX custava 27 mil em 1997, se você atualizar o valor pela inflação, dá mais de 130 mil, sem o mesmo nível de hoje. Não estou dizendo que carros sejam baratos, só tentei explicar um pouco da fórmula do preço. Por fim, eu duvido que se vc tiver uma empresa, não vai tentar lucrar o máximo possível.

      • El Gato!

        Duas linhas de raciocínio, ambas corretas e com diferentes perspectivas abordadas.

        A diferença é que um de nós precisou ser arrogante e irônico para se expressar.

      • cobaiao

        Acho que o colega quis dizer que a “grande novidade”, o HR-V Touring mesmo nacional está caro demais comparado ao Forester importado que ainda está saindo por 119k.
        Nesse ponto realmente, a culpa é do consumidor que pelo chamariz que a marca Honda tem + o fator febre do SUV compacto aceita dar essa margem gorda ao fabricante. E de fato a empresa está mais que certa em tentar lucrar o máximo possível já que tem mercado para isso.

        Embora menos equipado e essa unidade com esse preço deve ser do estoque, com certeza o Forester é muito mais carro, ou melhor um SUV de verdade (4×4), que o HR-V.

      • TchauQueridos

        Falar de inflação é chover no molhado.
        Teria que pegar todos itens, peças, manufatura e demais custos de produção e calcular qual foi o aumento real.
        Nenhum fabricante calcula o preço de venda em cima de inflação. Já que outros custos podem ser menor ou maior.

      • Marco

        Domênico, me explica uma coisa: como que o HR-V Touring, feito sobre um carro bem mais barato que ele, o Fit, cujo custo de desenvolvimento já foi há muito absorvido, consegue ser mais caro que o Civic Touring, que tem toda a base bem mais recente (então, talvez, o seu custo de desenvolvimento ainda não esteja pago), mais moderna e mais elaborada, até servindo de base para o CR-V e para o Accord?

    • cobaiao

      Pois é concordo plenamente, consumidor está totalmente cego com esse fenômeno do SUV compacto. Não vou dizer que é maioria, mas muitos que conheço trocou seus sedãs médios por SUVs compactos sem titubear achando que são de categorias similares.
      A Honda está mais que certa em cobrar já que tem louco (e muitos) que pagam.

      Por outro lado, o Forester está bacana por esse preço, embora sendo a CAOA desconfio que deve ser um lote antigo para eles manterem o preço.

    • Vitor

      O custo X benefício dos carros da Subaru é bem interessante, mesmo em modelos mais caros.
      O que pesa contra é o numero de concessionárias e um pós venda que pode se tornar complicado por conta disso.

      • sandro99

        falando do Rio capital, ter mais css é sempre bem vindo, mas não creio ser o problema (creio que Audi, LR também são tem uma)…quanto o pós-venda, nunca tive problema quando precisei. Fui proprietário de um Subaru por 3 anos.

    • Bob

      Exato. Tive uma 2010, um carro excepcional, peças relativamente baratas e encontráveis em TODO O MUNDO. Subaru, isso sim é um carro.

  • Andre Studart

    Carro bem legal, mas mal representado aqui pela CAOA:

    Nunca vou esquecer da reportagem que fizeram aqui que a CAOA estava raspando os numeros dos chassis dos carros de estoque (para os futuros donos não identificarem a gambiarra) e vendendo eles como se fossem do ano mais novo..

    Além do fato CAOA, ainda tem o fato que infelizmente ter um Subaru aqui é ter dificuldade com peças e manutenção, para caso venha ter porventura

    • sandro99

      Tive um Forester XT por 3 anos e não enfrentei na prática dificuldade de peças e manutenção. Nunca tive problema com css, pelo contrário, achei o serviço melhor que muitas outras marcas. Quanto a CAOA, acho q o seu maior pecado é não dar visibilidade e marketing para uma marca com prestígio e credibilidade mundo afora.

  • Zé Mundico

    Sem dúvidas o melhor suv médio da praça, sendo o s-cross suzuki o melhor suv compacto.

  • Carlos AM

    Baita carro. SUV de verdade.
    Morei no Canadá por um tempo e a popularidade desse carro por lá é imensa.
    Pessoal gosta pois aguenta andar na neve como nenhum outro.

  • Cássio

    Por que chamaram o carro de “Pokemon”?

    • cobaiao

      Também não entendi. No máximo, lembro que alguns chamavam o Fit de 1ª geração de “Pokemon” quando foi lançado.

      • Cássio

        Para mim soou como uma piada mal colocada.

    • É uma metáfora. O Forester foi evoluindo ao longo do tempo. Além disso, ambos são japoneses.

      • Cássio

        Está mais para piada. Afinal, piada com asiáticos pode, o que não pode é com outras etnias específicas.

        • Cássio, interpretando: o texto não traz informações sobre asiáticos. A metáfora é sobre pokémon que evolui, e assim foi a história do Forester. O carro foi evoluindo com o tempo. Não há piada com etnias. Entendeu?

          • Cássio

            Darlan, meu ponto de vista é diferente do seu, pois sou de outra etnia. Talvez você entenda preconceito com certo comentário característico da sua etnia, mas que eu não perceba, assim como eu percebo preconceito comigo que talvez você não entenda. Esse é o ponto. Mas acho que já estamos fugindo do assunto, não é?

  • Vinicius Nipote

    Não entendi o “Mesmo com tantos pontos positivos, devemos reconhecer alguns negativos,
    por exemplo, o motor turbo 2.4 não é lá tão eficiente em desempenho,
    afinal, de 0 a 100 km/h ele necessita de 11,8 segundos.”

    O Forester de 4ª geração aqui no BR ou tem um 2.0 aspirado, ou um 2.0 turbo que vai de 0 a 100 em 7,5 segundos. Não tem nada de 2.4 turbo, e ainda fazendo 0 a 100 em quase 12 segundos.

    • Mayck Colares

      Também achei muito errada essa informação. Será que quem faz a matéria também não acha estranho? Não pesquisa? Eita.

    • Nato

      O amigo tem toda razão, a informação precisa ser corrigida. Esses quase 12 segundos são da versão aspirada.

    • sandro99

      Você está certo. O XT atual faz na casa dos 7,5s

  • LArtur

    Taí um carro com personalidade, pra mim uma SW allroad, sua verdadeira origem

  • Thales Laurindo

    Gosto muito dessa seção de nostalgia do NA, mas ultimamente sinto que não está tendo uma revisão mais apurada nas matérias.

    As fotos da segunda geração na verdade continua sendo a primeira. O segundo Forester tinha grade em trapézio e placa de licença apoiada na tampa traseira.

    “Três adultos até iam bem acomodados nos bancos traseiros, exceto para quem for ao meio.” Ficou meio esquisito já que o banco traseiro são para três pessoas.

  • klaus

    ôôô lá em casa…

  • Vitor

    Melhor q hrv por 150 k

  • Eddd

    Matéria sobre um carro que me agrada muito, porém não feita com o costumeiro esmero deste sítio. Além do texto confuso ou piada com Pokémon (se a piada tem que ser explicada, logo ela não funciona), as imagens da parte do texto que descreve a segunda geração são da primeira (facelift). A matéria não publicou imagens da Mk2 (talvez minha favorita).
    Sobre o carro em si, gostava mais quando era uma SW crossover. O visual nunca foi bom, mas o conceitom agradava mais.

  • Mauro Cezar

    Dizer:
    “Mesmo com tantos pontos positivos, devemos reconhecer alguns negativos, por exemplo, o motor turbo 2.4 não é lá tão eficiente em desempenho, afinal, de 0 a 100 km/h ele necessita de 11,8 segundos. Claramente, isso piora no motor de 150 cavalos de potência.”

    é um ABSURDO! Os Subarus Forester XT (turbo) são reconhecidos exatamente pela sua esportividade e desempenho!

    A versão XT (2015/2016) vai 0-100km/h em 7,5s! Esse valor de 11,8s é o da versão aspirada! E ainda não existe Forester com motor 2.4 turbo. Acredito que existirá em breve lá fora.

    • sandro99

      Pelo que li e acompanho da Subaru, parece não existirem planos do Forester ter motor turbo. A nova geração lançada no Japão e USA é só injeção direta. Os motores turbos tem ficado para a linha Outback, WRX e Ascent….uma pena…tive o XT por 3 anos e vendi no final do ano passado…adorava o carro. Teria outro Subaru sem medo…essa fama de peças, CAOA, etc. num enfrentei fato na prática.

      • Mauro Cezar

        Sandro, até agora você está certo. A Subaru não apresentou planos para um Forester XT. Uma pena na minha opinião.

  • 4lex5andro

    Subaru não deve nada pra Lexus ou Infiniti, tem excelentes carros, bem reputados nos mercados mais exigentes (euroncap e Iihs).

    Mas no Brasil não tem a fama dos Land Rover, por exemplo (aos quais tbm não deve nada em performance), considerando seus concorrentes de segmento.

    Daí, mesmo com preços competitivos face aos rivais, não vender tão bem.

  • Mayck Colares

    Interessante é o sistema SI drive que faz o carro ter 6 ou 8 marcas simuladas no câmbio. Ao toque de um botão no volante.

  • Jackson

    Esse carro só tem um problema não tenho grana pra compra-lo kkkkkkkkkkk

    • Rafael Santos

      o problema nao é comprar. É manter, nem dá pra comprar um usado pq as peças básicas são absurdas de caras.

  • Rafael Santos

    Sonho de consumo, pena que pra pegar um usado é preciso ter uma grana extra pra revisão básica. Que é bem cara por sinal…

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