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T-Cross Highline: detalhes, equipamentos, preços, motor e consumo

T-Cross Highline: detalhes, equipamentos, preços, motor e consumo

Lançado no Brasil há um ano, o T-Cross é um dos SUVs compactos mais vendidos por aqui. E mesmo sendo o modelo mais caro, o Volkswagen T-Cross Highline responde por mais de 40% do mix de vendas das versões do utilitário-esportivo.


Isso pode ser explicado pelo fato de o T-Cross Highline ser o único da gama a usar o bom motor 1.4 TSI flex de 150 cv. Além disso, ele tem a maior oferta de equipamentos de série e opcionais.

Veja abaixo tudo sobre ele:

Volkswagen T-Cross Highline – detalhes

A versão Highline é a mais completa, potente e sofisticada da gama do T-Cross que o seu dinheiro pode comprar. Este modelo é o único da gama que usa o motor 1.4 TSI turbo flex de até 150 cv e 25,5 kgfm, herdado do Jetta, Golf e Tiguan. Atinge os 100 km/h em 8,7 segundos e velocidade máxima de 198 km/h.

É fato que o Volkswagen T-Cross não é o SUV compacto mais sofisticado e belo da categoria. O seu visual externo segue a mesma concepção dos últimos lançamentos da marca, que embora tenham ficado mais ousados, ainda segue à risca aquela tradição da escola alemã.

Por dentro, ele abusa demais dos plásticos no acabamento, sem qualquer material emborrachado no painel como existe no Renegade, da Jeep, ou ainda detalhes em couro no painel e console como no HR-V, da Honda.

Seu espaço interno é abundante por conta do entre-eixos de 2,65 metros herdado do Virtus – ele, o sedã e o Polo usam a plataforma modular MQB-A0 e compartilham vários componentes. Por outro lado, o porta-malas não é tão espaçoso e comporta 373 litros de bagagens (pode chegar a 420 l, mas com uma configuração do banco traseiro com encosto mais ereto que elimina parte do conforto).

A lista de equipamentos de série do carro é interessante. Mas ele fica melhor com alguns opcionais, podendo receber o exclusivo painel de instrumentos totalmente digital Active Info Display, além do sistema de som premium da Beats, teto solar panorâmico e até Park Assist de estacionamento semiautônomo.

Dá para dizer que o carro é um Polo mais sofisticado, espaçoso e potente. Combinado a isso, oferece uma boa posição de dirigir que agrada quem busca isso em um SUV.

T-Cross Highline: detalhes, equipamentos, preços, motor e consumo

Volkswagen T-Cross Highline – equipamentos

Segurança: seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo de cortina), sistema de desativação do airbag do passageiro, alerta sonoro e visual de não utilização dos cintos de segurança dianteiros, freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, bloqueio eletrônico do diferencial, assistente de partida em rampas, encosto de cabeça e cinto de três pontos para os cinco ocupantes, Isofix com Top Tether para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro, faróis de neblina com luz de conversão estática, luzes de condução diurna em LED, sistema de frenagem automática pós-colisão, indicador de controle da pressão dos pneus, alarme antifurto, detector de fadiga do motorista, entre outros.

Conforto: ar-condicionado digital “Climatronic”, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas com função one touch nos dianteiros, banco do motorista com ajuste de altura e ajuste lombar, banco do passageiro dianteiro com encosto rebatível, banco traseiro bipartido e rebatível, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, descansa-braço dianteiro central com porta-objetos, saídas de ar e duas tomadas USB para o banco traseiro, retrovisor interno eletrocrômico, retrovisores externos elétricos com função tilt-down no lado direito, piloto automático, porta-luvas refrigerado, porta-malas com ajuste variável de espaço, sensores de luz e chuva, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, chave presencial, partida do motor por botão, tomada 12V no console central e porta-malas, entre outros.

Visual e acabamento: volante, alavanca de câmbio e alavanca do freio de estacionamento revestidos em couro, bancos revestidos em couro, rodas de liga-leve de 17 polegadas, barras longitudinais de teto na cor prata, tapetes em carpete, pedaleiras esportivas em alumínio, detalhes visuais cromados, lanternas traseiras em LED, iluminação ambiente em LED, faróis com máscara negra, colunas centrais com aplique em preto brilhante, entre outros.

Tecnologia: computador de bordo com tela multifuncional, central multimídia Composition Touch com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, suporte para celular no painel com entrada USB para carga, volante multifuncional com paddle shifts, sistema start/stop de desligamento automático do motor, câmera de ré, sistema de som com quatro alto-falantes e dois tweeters, entre outros.

T-Cross Highline: detalhes, equipamentos, preços, motor e consumo

Volkswagen T-Cross Highline – opcionais

Pintura Bi-color (R$ 1.900): teto pintado na cor Preto Ninja ou Cinza Platinum, rodas de liga-leve de 17 polegadas e retrovisores pintados na cor do teto;

Pacote Sky View (R$ 4.800): teto solar panorâmico e duas luzes de leitura dianteiras;

Pacote Innovation (R$ 4.000): antena diversity, sistema multimídia Discover Media, navegador GPS, seletor de modos de condução, painel de instrumentos digital Active Info Display, função Eco, entrada USB no console central e cartão SD;

Pacote Tech & Beats (R$ 6.050): sistema de som premium “Beats Sound” com subwoofer, regulagem automática do facho do farol, faróis full LED, luzes de condução diurna em LED integradas aos faróis e assistente de estacionamento Park Assist 3.0.

Volkswagen T-Cross Highline – preços

Confira abaixo os preços do novo T-Cross na versão Highline como 0 km:

  • Volkswagen T-Cross Highline 250 TSI 2020: R$ 109.990
  • Volkswagen T-Cross Highline 250 TSI 2020 + opcionais + cor perolizada: R$ 128.630

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Volkswagen T-Cross Highline – cores

O T-Cross Highline é o SUV compacto com uma das maiores ofertas de cores disponíveis no mercado.

Ao todo, são 10 configurações diferentes disponíveis, incluindo seis tonalidades sólidas, metálicas ou perolizadas, em diferentes variações com retrovisores, colunas e teto com pintura na cor da carroceria, em Preto Ninja ou em Cinza Platinum.

Todavia, vale ressaltar que, para incluir a pintura em dois tons, o comprador precisa incluir um pacote opcional que custa R$ 1.900 extras (veja no tópico “opcionais” acima).

Confira abaixo as cores e seus respectivos preços para o T-Cross 2020:

  • Preto Ninja (sólida, sem custo adicional)
  • Preto Ninja com Cinza Platinum (sólida, sem custo adicional)
  • Branco Puro (sólida, por R$ 590 adicionais)
  • Branco Puro com Preto Ninja (sólida, por R$ 590 adicionais)
  • Azul Norway (metálica, por R$ 1.400 adicionais)
  • Cinza Platinum (metálica, por R$ 1.400 adicionais)
  • Cinza Platinum com Preto Ninja (metálica, por R$ 1.400 adicionais)
  • Prata Sargas (metálica, por R$ 1.400 adicionais)
  • Bronze Namibia (perolizada, por R$ 1.890 adicionais)
  • Bronze Namibia com Preto Ninja (perolizada, por R$ 1.890 adicionais)

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Volkswagen T-Cross Highline – motor

O motor usado do T-Cross topo de linha é uma exclusividade do modelo mais caro dentro da gama do SUV compacto. Além do SUVzinho, outros modelos como Jetta, Tiguan Allspace e mais recentemente os esportivos Polo GTS e Virtus GTS também são equipados com tal propulsor.

Trata-se do conhecido, moderno e eficiente 1.4 TSI flex. Ele é dotado de quatro cilindros em linha, turbocompressor, intercooler, injeção direta de combustível, duplo comando de válvulas na admissão e escape, coletor de escape integrado ao cabeçote, bloco e cabeçote de alumínio, comando por correia dentada e quatro válvulas por cilindro.

O 1.4 TSI flex consegue desenvolver 150 cavalos de potência, a 5.500 rpm quando abastecido com gasolina e de 4.500 rpm a 6.000 rpm com etanol. Já o torque é de 25,5 kgfm, entre 1.500 rpm e 3.800 rpm com gasolina e 1.500 rpm a 4.000 rpm com etanol. Ou seja, ele consegue entregar os mesmos números de potência e torque independentemente do combustível utilizado, apenas com faixas de rotação diferentes.

Ele está atrelado ao câmbio automático Tiptronic de seis velocidades com conversor de torque, que atende também pela sigla AQ250-6F, projetado pela Aisin. A tração é sempre dianteira.

O conjunto do carro inclui ainda freio a disco nas quatro rodas, com discos ventilados na frente e discos sólidos atrás, sempre com sistema de ABS (antitravamento) com EBD (distribuição eletrônica de frenagem). Já a suspensão usa sistema independente McPherson na frente e eixo de torção atrás.

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Volkswagen T-Cross Highline – consumo

Confira abaixo os números de consumo do T-Cross 250 TSI na versão Highline, conforme os dados divulgados pelo Inmetro no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE):

  • Consumo de 7,7 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada com etanol;
  • Consumo de 11 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada com gasolina.

Volkswagen T-Cross Highline – desempenho

De acordo com os dados da Volkswagen, os números de desempenho do T-Cross Highline 2020 são os seguintes:

  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos com etanol;
  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos com gasolina;
  • Velocidade máxima de 198 km/h com etanol
  • Velocidade máxima de 198 km/h com gasolina.

Como dá para reparar, o desempenho do T-Cross é o mesmo independente do combustível utilizado. Mesmo com as entregas de potência e torque em faixas de rotação ligeiramente diferentes, o Volkswagen consegue entregar bons números de aceleração e velocidade máxima com etanol e/ou gasolina.

A exemplo dos outros VW com o 1.4 TSI, o novo T-Cross Highline rende bem e entrega um bom desempenho, em especial pelo torque elevado disponível já em baixa rotação.

O câmbio conversa bem com o motor turbo. Sobretudo no modo Sport, o conjunto é agressivo e trabalha sempre “cheio”, garantindo bom desempenho em retomadas, para uma ultrapassagem na rodovia, por exemplo.

Pelo fato de o motor entregar uma boa dose de torque em baixas rotações, você dificilmente vai precisar pisar fundo no acelerador para obter boas respostas do carro. Isso ajuda no consumo de combustível, que é bom para a média da categoria, podendo fazer 13 km/l com gasolina na estrada.

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Volkswagen T-Cross Highline – garantia e revisões

Uma das vantagens do T-Cross é que ele oferece as três primeiras revisões gratuitas. Isso é parte do programa “Revisão de Série” da Volkswagen, disponível também para os modelos Golf, Golf Variant, Tiguan Allspace, Virtus Highline e Jetta.

Confira abaixo os preços das revisões do T-Cross Highline 250 TSI:

  • Revisão de 10.000 km ou um ano: gratuita
  • Revisão de 20.000 km ou dois anos: gratuita
  • Revisão de 30.000 km ou três anos: gratuita
  • Revisão de 40.000 km ou quatro anos: R$ 971,74
  • Revisão de 50.000 km ou cinco anos: R$ 531,10
  • Revisão de 60.000 km ou seis anos: R$ 651,70
  • Revisão de 70.000 km ou sete anos: R$ 531,10
  • Revisão de 80.000 km ou oito anos: R$ 971,74
  • Revisão de 90.000 km ou nove anos: R$ 531,10
  • Revisão de 100.000 km ou dez anos: R$ 651,70

Sendo assim, as seis revisões do T-Cross até os seis anos de uso ou 60 mil quilômetros rodados terão um custo de R$ 2.154,54 para o proprietário do carro. Trata-se do valor mais baixo entre todos os SUVs compactos.

A Volkswagen vende o SUV compacto com garantia de três anos, sem limite de quilometragem.

Volkswagen T-Cross Highline – concorrentes

Nissan Kicks SL Pack Tech 1.6 CVT – R$ 105.190

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O concorrente mais em conta do T-Cross é o Nissan Kicks topo de linha. Apesar do motor fraco (ele usa um 1.6 flex de só 114 cv e 15,5 kgfm) com câmbio CVT, ele oferece uma boa oferta de equipamentos por pouco mais de R$ 105 mil, sem opcionais.

Sai de fábrica com faróis de LED, rodas aro 17, retrovisores externos com rebatimento elétrico, detector de objetos em movimento, sensor de estacionamento, chave presencial, partida por botão, painel de instrumentos com tela de sete polegadas, central multimídia, seis airbags, piloto automático, câmeras com visão 360º, alerta de colisão com assistente de frenagem, entre outros.

Hyundai Creta Prestige 2.0 AT – R$ 107.990

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Outro rival do Volkswagen é o Hyundai Creta, um dos SUVs mais vendidos do Brasil. Em sua versão topo de linha Prestige, ele sai equipado com um motor 2.0 flex aspirado de até 166 cv e 20,5 kgfm, com câmbio automático de seis velocidades.

Oferece recursos como ar-condicionado automático digital, chave presencial, partida por botão, piloto automático, saída de ar traseira, banco do motorista com ventilação, pulseira Smart Key Band com funções exclusivas, retrovisor interno eletrocrômico, carregador wireless para smartphones, retrovisores com rebatimento elétrico, seis airbags, faróis com projetor, entre outros.

Jeep Renegade Limited 1.8 AT – R$ 109.990

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Apesar do motor fraco para um carro pesado, o Renegade faz sucesso entre os amantes de SUVs compactos. O carro de entrada da Jeep tem a versão Limited como a mais completa e cara entre as configurações flex. Usa um 1.8 flex de até 139 cv e 19,2 kgfm, com câmbio automático de seis marchas.

Dispõe de sete airbags, ar-condicionado de duas zonas, faróis e lanternas em LED, freio a disco nas quatro rodas, freio de estacionamento eletrônico, sensores de luz e chuva, rodas de 19 polegadas, piloto automático, painel de instrumentos com tela de sete polegadas, chave presencial, partida por botão, central multimídia com tela de 8,4 polegadas, entre outros.

Honda HR-V EXL 1.8 CVT – R$ 113.400

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Por último, o HR-V aparece como outro principal rival do T-Cross no Brasil. Em sua versão topo de linha EXL, ele é vendido por R$ 113,4 mil e também é dotado de motor aspirado. Neste caso, um 1.8 flex de 140 cv e 17,4 kgfm, com câmbio CVT que simula até sete marchas.

Oferece recursos como seis airbags, freio a disco nas quatro rodas, luzes diurnas em LED, lanternas em LED, sensor de luminosidade, bancos em couro, sensores de estacionamento na frente e atrás, piloto automático, câmera de ré, central multimídia com tela de sete polegadas, rodas de 17 polegadas, entre outros.

Volkswagen T-Cross Highline – ficha técnica

Motor

1.4 TSI

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.395

Válvulas

16

Taxa de compressão

10:1

Injeção eletrônica de combustível

Direta

Potência Máxima

150 cv a 5.000 rpm

Torque Máximo

25,5 kgfm a 1.500 rpm

Transmissão

Tipo

Automática Tiptronic de 6 marchas com conversor de torque

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira)

Direção

Tipo

Elétrica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Liga-leve de 17 polegadas

Pneus

205/55 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.199

Largura (mm)

1.760

Altura (mm)

1.570

Distância entre os eixos (mm)

2.651

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

448

Tanque (litros)

52

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.292

Porta-malas (litros)

373 a 420

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,362

Volkswagen T-Cross Highline – fotos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Willie Cicci

    Por melhor que seja esse conjunto mecânico, não me vejo pagando 110,120 k nesse carro. Se ao menos ele tivesse equipamentos condizentes com esse preço como ACC, freio de mão eletrônico/alto-hold, park assist de série e materiais internos melhores, já que o Jetta importado tem. Quando se abre a porta desse carro, parece que você está olhando um Gol colorido. Meu antigo Fox tinha plásticos de aspecto melhor.

    • Contador

      Isso é verdade! Interior extremamente pobre de materiais e acabamento.

      • 1 Raul

        Um típico VW. Powertrain excelente, mas acabamento ordinário. Entretanto, esse carro me agrada, embora também jamais pagaria essa grana toda…

  • th!nk.t4nk

    Incrível que um carro leve com 150 cv nao consiga nem chegar a 200 km/h. Aí vai ver a aerodinâmica: péssima. Esses micro-SUVs têm baixíssima aptidão pra estrada, com comportamento dinâmico ruim e consumo elevado. Seria uma compra aceitável pra uso exclusivo na cidade, mas o povo paga uma fortuna nestes mini-carros pra ser “carro da família”, pegar estrada, fazer tudo. Um bom sedã nessa faixa de preço é mil vezes mais adequado pra esse papel.

    • Cesar

      Provavelmente deve estar limitado eletronicamente pois o Renegade mesmo pesado e com o malfadado motor consegue 183 km/h.

      • João

        Ou apenas um dado conservador, pois a velocidade máxima declarada de um Up TSI por exemplo, é de 183 km/h. E não é novidade pra ninguém que um Up despacha o Renegade mesmo de velocidade final.

    • Contador

      Não sei se é impressão minha….. Mas acho esse carro muito menor que os seus concorrentes. Parece um carrinho de brinquedo.

      • Cesar

        Não é impressão não. Ele ao lado dos outros some.

      • hinotory O

        É ele e o Cactus. Dois SUVs de brinquedo.

    • Antonio_Brust

      Depende. Quando eu utilizei um sedan por alguns dias, nas primeiras raspadas de valetas e rampas, buracos, depressões e, pra fechar com chave de ouro, dois palmos de alagamento em virtude das chuvas, senti saudade na hora do meu Ecosport. No contexto brasileiro de estradas e rodovias, carro baixo não é tão prático, seja por conta do própria suspensão com calibração mais rígida, prejudicando o conforto, seja por conta das vias lunares que possuímos. E considerando que dificilmente dá pra passar dos 100km/h em tudo quanto é tipo de rodovia, qualquer motor de 130 cavalos dá conta do recado.

      • Otavio Marcondes

        Isso é incrível, pois eu sempre tive carro com altura normal e nada de pseudo-SUV e nunca foi dessa maneira (e olha que até para Rondônia eu fui saindo aqui de Santa Catarina).
        Para mim isso é mais lenda mesmo e pregado por quem está acostumado a dirigir mais alto.
        PS. O Ecosport Titanium 2.0 16v 2018 da minha mãe é uma aberração no meu ponto de vista: consome horrores e chega ser perigoso em ultrapassagens com sua retomada medíocre, o Polo Highline TSi que eu tinha (e que não acho um “grande” carro) é infinitamente mais seguro em viagem que o carro dela, mesmo tendo menos balões infláveis (pois segurança ativa sempre foi e sempre será melhor que a passiva). Outro exemplo é o T-Cross 1.0 TSI que também não me inspirou segurança para viajar com minha família em relação ao 1.4 TSI (que a preço maior que do Jetta, não tem como comprar de tão alto…o preço).

        • MauroRF

          Eu tenho uma Ecosport igual à da sua mãe e não considero a retomada dela medíocre. Eu consigo fazer ultrapassagens com total segurança e tranquilidade, retomando a velocidade com segurança. Em relação ao consumo, se tiver pé pesado, vai consumir horrores mesmo, mas se souber dosar o pé, dá para conseguir médias de 13 km/l na estrada com gasolina e ar ligado tranquilamente. Agora, na cidade e com trânsito carregado, ela não faz milagre e consome mesmo: faço 7,5-8 km/l com gasolina aqui na minha cidade quando pego trânsito mais pesado.

          • Otavio Marcondes

            A dela nem andando a 80km/h e tem retomada de 1.0 sem turbo. Ridícula mesmo. Acho que deve ter algum defeito então (isso com menos de 10.000Km).
            Agora onde ela mora (Oeste do Paraná) não é pista dupla e plana como São Paulo, é mão dupla mas sem serras.
            Outro dia fomos juntos com dois carros para o Paraguai (cerca de 80Km de distância) e simplesmente eu fiz 16km/L e ela 9,7Km/L, isso andando no ritmo dela (sempre por volta de 90 a 110Km/h).

            • MauroRF

              Então, a 80 km/h ela retoma super bem, deve ter algo errado mesmo. Procure no Youtube dois vídeos que eu subi ano passado, procure por “Ecosport Titanium 2017/2018 2.0 acelerando” (ou algo do tipo). No vídeo mais longo, que tem 9:06 de duração, eu faço alguns testes de retomada. Nesse vídeo, além do teste de velocidade máxima, tem um 0 a 100 logo no começo e alguns testes de retomada. Eu justamente fiz um teste de retomada no minuto 5:35 de 84 km/h para 124 km/h. Já no segundo vídeo, faço um 0 a 100 apenas. Nos testes, ela estava abastecida com álcool, mas dá muito pouca diferença para menos quando abastecida com gasolina.

              Esse consumo de 9,7 km/l com ela andando a 90 a 110 km/h é com gasolina ou álcool? Se for com álcool, eu diria que está normal até, mas se for com gasolina está alto sim.

              O consumo é uma variável difícil de medir porque tem inúmeros fatores. Vai depender do pé da pessoa, se ela fica pisando fundo ou não em qualquer retomada, se arranca mais forte, se a estrada tem muitos aclives e curvas ou não, direção do vento, se principalmente o combustível é de qualidade ou não, é muita coisa.

              Assista ao vídeo e compare. Se estiver realmente arrancando (ou retomando) menos do que no vídeo, isso indica algum problema. Se esse consumo de 9,7 km/l na estrada for com gasolina com sua mãe andando entre 90 e 110 km/h, acredito que tenha algo errado sim.

              Qualquer coisa, só perguntar que se souber respondo. :)

            • Peuooo

              Eu TB tenho a Titanium e de fato,além de ser gasto a fazendo a média que vc está falando, assim como ela é meio lenta mesmo para ultrapassagens,ainda mais sabendo que tem quase 180cv… Enfim, na cidade com gasolina, faço 7/8 e no álcool faço 5/6… É muuuuito pouco. Ainda mais quando eu tinha o fiesta 1.6 powershift que com um tanque fui de SP a Floripa. Com o carro cheio…

              • Luis Fernando Pozas

                Eu fiz Chapecó a Floripa com meio tanque em um Up! Tsi..
                O combustível resistiu bem, mas meus ossos chegaram tudo moído… Ô banco duro, plástico duro, etc

      • hinotory O

        Aqui onde moro está cheio de sedans raspando para entrar nas garagens do subsolo. E viva os SUVs !

    • Otavio Marcondes

      Vide o Jetta Comfortline que estava sendo vendido por R$105.000 ou seja: com o valor deste T-Cross dava para pagar o Jetta, o seguro do Jetta e ainda sobra troco pra viajar (bastante) num carro superior. (Isso pensando comparando dentro da mesma marca e 0KM).

      • Cláudio Modesto

        Eu acho esses carrinhos caros demais. As montadoras se aproveitam da ignorância absoluta dos clientes.

    • Cláudio Modesto

      Em tese não se deve passar de 120 km/h nas estradas brasileiras. 40 mil mortos por ano.
      SUV nenhum foi feito pra correr, foram feitos para serem utilitários.

      • Ernesto

        Ele mora na Alemanha e gosta de fazer comparação dos carros daqui com a realidade dele lá. Não dá, né?

    • Saulo Parente

      Passar de 200km/h nas estradas cheias de buracos do nosso país é no mínimo irresponsabilidade, ainda mais se tiver com a família dentro. Esse motor 1.4 entrega o que se espera para a proposta do carro, bom desempenho de saída, ultrapassagens e retomadas..

  • Abdallah

    Será que a vw está resolvendo a goteira que tem no parafuso do para-sol por causa de uma falha na vedação do teto? Tem vários videos do pessoal relatando isso.

    • 1 Raul

      Reclamam muito desse painel branco, que ofusca a visão do retrovisor esquerdo… já vi vídeos sobre isso…

  • Tibúrcio

    Minha esposa tem um TCross… o espaço interno não é essa maravilha toda…
    No banco de trás, 3 adultos ficam se acotovelando!
    Ah, mas tem espaço para as pernas…
    De qualquer forma, o espaço nao é sua virtude. O motor 1.4, sim!

    • Aristeu Junior

      espaço lateral pra 3 só encontra em carros grandes né champz. não tem como sentar 3 pessoas num carro de 1.76 de largura

      • Tibúrcio

        Ué… mas não foi dito no texto que o espaço é abundante?
        No HRV dá pra levar 3 adultos sem o aperto do TCross, além de ter mais porta-malas!

        • Feliphe Santos

          O assoalho do HRV é plano, se não me engano, e isso conta. Mas espaço lateral é o mesmo do Polo, por exemplo, já que é um SUV derivado de um compacto

  • Janio O’ brien

    Esse carro é muito caro, e feio, a vw é muito insossa eu prefiro mil vezes o Compass se tratando de SUV ou melhor com essa grana comprava o belíssimo sedã Civic da honda

  • Robinho

    um dos SUV´s com o interior mais feio no mercado atualmente, parece uma tabua de passar roupa e essas linhas da saída de ar e multimídia que vem do nada para lugar algum, sem falar do acabamento…110 k ? nunca.

    • Fellipe Z

      esse buraco em volta da multimidia é muito porco, n sei como os caras tem coragem de vender isso. parece que foi mal encaixado de proposito.

  • Daniel Deichmann

    Esse carro só faz sentido se vc quiser um carro “mais altinho” pois vc pode comprar um Polo que é basicamente igual porém MUITO menos.

  • Daniel Pirolli

    Mais um bom carro com preços ridículos…

  • Hiboria

    Sabe o q sinto falta, os jornalistas saírem um pouco da caixinha dos mais vendidos. Sei lá, incluir modelos diferentes nos comparativos, Suzuki, subaru…. na faixa de 120 mil da para pegar coisas interessantes.

    • Luis Fernando Pozas

      Será que a Suzuki e Subaru pagariam uma reportagem? Eu acho que deve ser isso…

      • Hiboria

        Sei lá, hoje se eu tivesse $$$ iria de subaru XV, fiz um test drive e achei show.

  • afonso200

    tabela ate 100k km, ai sim

  • Ricardo Blume

    Confesso que gosto do design da T Cross. O que realmente me desagrada é o seu interior, sendo pobre demais pelo preço que se paga. O seu motor é um doce.

    • Luis Fernando Pozas

      Um carro com tanto potencial… O acabamento joga tudo fora, na minha opinião… Quem não concorda ok, mas é como eu vejo…

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