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Top 10: carros menos econômicos do Brasil

Top 10: carros menos econômicos do Brasil

Até pouco tempo atrás, boa parte dos automóveis comercializados no mercado brasileiro (sobretudo no segmento de populares) não contava com qualquer tecnologia relevante na motorização para tornar o conjunto mais econômico e menos poluente. Para a felicidade de muitos, essa situação já não é mais a mesma nos dias atuais e há até carros compactos com motorização turbo e injeção direta de combustível, algo inimaginável até pouco tempo atrás.


E essas tecnologias, como já citado, acabam influenciando diretamente no consumo de combustível do veículo, beneficiando o bolso do proprietário no momento de abastecer. Além disso, esses novos propulsores conseguem entregar mais potência e torque – mas isso já é assunto para outra matéria.

Ainda assim, apesar de toda essa nova avalanche de renovação mecânica, há muitos automóveis que decepcionam quando o assunto é consumo de combustível. Separamos os 10 carros mais beberrões à venda no Brasil, considerando um modelo por categoria e deixando de lado os esportivos, que normalmente entregam um consumo de combustível “piorado” para focar no desempenho. Confira:

Hatches compactos – Fiat Argo HGT 1.8 AT

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Entre os hatches compactos, o modelo que mais “bebe” é o novato Fiat Argo na versão topo de linha HGT com motor 1.8 litro flex e transmissão automática. De acordo com dados do Inmetro, o hatch mais caro da Fiat em nosso mercado entrega consumo de 7 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e 10 e 12,8 km/l, respectivamente, com gasolina, com notas “D” na comparação relativa na categoria e “C” na comparação absoluta geral.

O Fiat Argo HGT é equipado com um motor de quatro cilindros que consegue desenvolver até 139 cavalos de potência e 19,3 kgfm de torque, com uma transmissão manual de cinco marchas ou, neste caso, uma automática de seis velocidades.

Hatches médios – BMW 120i 2.0 AT

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Do lado dos hatches médios, o modelo que mais bebe etanol ou gasolina é o BMW 120i, que embora seja de uma marca premium, é fabricado no território nacional. Este automóvel usa um motor 2.0 litros flex, com turbocompressor e injeção direta, de até 186 cv e 27,5 kgfm, com câmbio automático de oito marchas e tração traseira.

Apesar de toda a tecnologia, o consumo do carro é um tanto quanto elevado. O Inmetro diz que o BMW entrega consumo de 6,6 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol e 9,6 e 12,7 km/l, respectivamente, com gasolina, com notas “E” na comparação relativa na categoria e “C” na comparação absoluta geral.

Sedãs compactos – Chery Celer Sedan 1.5 MT

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A respeito dos sedãs compactos, o que mais decepciona é o Chery Celer Sedan, que embora esteja um pouco sumido das ruas, ainda consta no site da marca. O sedã chinês produzido no Brasil tem consumo de 6,6 km/l na cidade e 7,9 km/l na estrada com etanol e 9,2 e 11,4 km/l, respectivamente, com gasolina, com notas “E” na comparação relativa na categoria e “C” na comparação absoluta geral.

O motor é um 1.5 litro flex de até 113 cv e 15,5 kgfm, com transmissão manual de cinco marchas. O Celer hatch é dotado do mesmo conjunto e entrega praticamente os mesmos números de consumo do três-volumes, mas resolvemos deixa-lo de fora entre os hatches compactos por ser bastante parecido com o sedã.

Sedãs médios – Mitsubishi Lancer 2.0 CVT

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O sedã médio com o pior consumo no mercado brasileiro é o Mitsubishi Lancer 2.0 CVT. Ele também é um dos únicos que oferece um propulsor movido somente a gasolina. O consumo do carro é de consumo de 9,1 km/l na cidade e 11 km/l na estrada, com notas “C” na comparação relativa na categoria e “C” na comparação absoluta geral.

O Lancer é equipado em todas as versões com um motor 2.0 litros de quatro cilindros, capaz de entregar potência máxima de 160 cv e torque máximo de 20,1 kgfm, com transmissão automática do tipo CVT que simula seis marchas.

Sedãs grandes – Mercedes-Maybach S 500 4.7 V8 AT

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Dá para falar que quem está disposto a gastar R$ 1.265.900 num Mercedes-Maybach S 500 não se preocupa nem um pouco com consumo. Entretanto, o sedã grande de luxo com seus 5 metros de comprimento e quase 3 metros de entre-eixos é o mais beberrão da categoria. Ele oferece um motor 4.7 V8 biturbo de 455 cv e 71,4 kgfm, com câmbio automático de nove marchas e tração traseira.

Este conjunto é responsável por entregar um consumo de 5,8 km/l na cidade e 8,8 km/l na estrada, com notas “E” na comparação relativa na categoria e “E” na comparação absoluta geral.

Peruas e minivans – JAC T8 2.0 MT

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Atual carro mais caro e equipado da JAC Motors no mercado brasileiro, o chinês T8 é também a minivan mais beberrona oferecida em nosso mercado. O modelo é equipado com um motor 2.0 turbo de quatro cilindros a gasolina, que entrega 175 cv e 26,5 kgfm, com câmbio manual de seis marchas.

O consumo do JAC T8 é um dos piores desta lista. A minivan faz 5,3 km/l na cidade e 6,3 km/l na estrada, resultando em notas “E” na comparação relativa na categoria e “E” na comparação absoluta geral.

SUVs compactos – Jeep Renegade Sport 1.8 Flex AT

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O crossover/SUV compacto que ostenta o título de mais beberrão no mercado brasileiro é o Jeep Renegade na versão Sport com motor 1.8 flex e transmissão automática. Este modelo consegue consumir 6,5 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada com etanol e 9,5 e 10,9 km/l, respectivamente, com gasolina, com notas “B” na comparação relativa na categoria e “C” na comparação absoluta geral.

O motor usado no Renegade é o mesmo do Argo HGT, capaz de entregar até 139 cv e 19,3 kgfm, com um câmbio automático de seis marchas.

SUVs médios e grandes – Audi Q7 3.0 V6 TFSI AT

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Parte da tese do Mercedes-Maybach também vale para o Audi Q7: o modelo é o que mais consome entre os crossovers/SUVs médios e grandes em sua versão com motor a gasolina, mas o preço de R$ 414,3 mil mostra que isso pode não ser uma preocupação tão grande dos proprietários.

Ele usa um propulsor 3.0 V6 TFSI (turbo) de até 333 cv e 44,9 kgfm, com câmbio automático de oito marchas e tração nas quatro rodas. Tal aparato entrega consumo de faz 6,9 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada, resultando em notas “E” na comparação relativa na categoria e “E” na comparação absoluta geral.

Picapes compactas – Fiat Strada Adventure CE 1.8 Flex MT

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Picape compacta mais vendida no Brasil, a Strada também é o modelo que tem o maior consumo no segmento. A versão Adventure com motor 1.8 litro flex e transmissão manual do modelo tem consumo de 6,7 km/l na cidade e 7,5 km/l na estrada com etanol e 9,6 e 11 km/l, respectivamente, com gasolina, com notas “D” na comparação relativa na categoria e “C” na comparação absoluta geral.

O propulsor da Fiat Strada Adventure é praticamente o mesmo do Argo HGT e do Renegade Sport, mas com alguns recursos a menos e números de potência e torque menores. Ele rende até 132 cv e 18,9 kgfm, com câmbio de cinco marchas.

Picapes médias – Toyota Hilux CD SRV 2.7 Flex AT

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Por fim, a picape média com o pior consumo no mercado brasileiro é a Toyota Hilux em sua versão SRV com cabine simples, motor 2.7 litros flex e transmissão automática. Este propulsor tem até 163 cv e 25 kgfm e usa um câmbio automático de seis velocidades e tração traseira.

O consumo da picape é de 4,8 km/l na cidade e 5,6 km/l na estrada com etanol e 6,9 e 8,1 km/l, respectivamente, com gasolina, com notas “C” na comparação relativa na categoria e “E” na comparação absoluta geral.

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