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Top 10: os maiores erros que as pessoas cometem ao comprar um carro

comprador-concessionaria Top 10: os maiores erros que as pessoas cometem ao comprar um carro

Comprar um carro é sempre processo muito burocrático desde a escolha do modelo ideal até a hora de realmente recebê-lo. Por esse motivo, o consumidor deve ter paciência e atenção para depois não se arrepender e acabar tendo prejuízos. Antes de obter um automóvel você deve analisar muitos pontos, até ter a certeza da melhor opção.



É importante lembrar que comprar por impulso é sempre um grande risco, ainda mais se tratando de bens em altos valores como um carro, por exemplo. No momento de adquirir um automóvel, a empolgação deve ficar longe senão você poderá ter sérios problemas e quando o vendedor percebe, poderá ser ainda pior porque terá chances de gastar com o que não é necessário.

Antes de escolher o carro, pesquise bem, tire todas as dúvidas, procure comparativos, preços, itens de série, índice de depreciação, manutenção, veja a motorização, verifique também se a embreagem está muito pesada. Ela (embreagem) geralmente dura em média 70/80 mil km. Caso esteja com problema, será necessário gastar entre R$ 700 a R$ 1.000, ou até mais, dependendo do veículo.

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O estado de cada vidro também precisa de atenção, mesmo não sendo de costume para muitas pessoas. Analisando eles é possível identificar se houve uma batida ou capotamento. Todos os automóveis saem de fábrica com o número do chassi nos vidros, se o veículo não tiver essa identificação (nos vidros) verifique se ocorreu alguma coisa anteriormente.

Já mostramos aqui no Notícias Automotivas que ao sair da concessionária o prejuízo de depreciação é de no mínimo 10 a 15%. Saiba como não ser enganado ao comprar um carro usado. Esse é um ponto que deve ser levado em conta, ainda mais se você não for ficar muito tempo com o carro.

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Reunimos abaixo os 10 erros (válido para usado e 0 km) que você não deve cometer ao decidir qual carro comprar:

1) Comprar na ansiedade

Este é um vilão que está presente em vários momentos na hora da compra, gerando diversos prejuízos. Muitas concessionárias sabem disso e aproveitam para criar “promoções”. Você, consumidor, deve ficar atento, avalie o contrato, o estado do carro e os valores. O mesmo vale para modelos usados, onde a atenção deve ser redobrada.

Não feche negócio sem antes analisar os itens de série e opcionais oferecidos. Confira se o item opcional é necessário naquele momento. Quando se sentir seguro de tudo, finalize o negócio.

2) Não pensar no tipo de carro que você precisa

Qual a real necessidade? Pense nisso ao escolher o modelo. Você precisa de um carro mais dedicado à família, trabalho ou os dois? Encontre o automóvel ideal que irá atender às suas necessidades, após isso, coloque no papel os prováveis gastos que você terá ao longo do tempo.

Tipos de carrocerias que irá te ajudar nesse processo de escolha: hatchback, sedan, fastback, perua, roadster, cupê, SUV, minivan, picape.

3) Não realizar o Test-Drive

Geralmente feito em usados, o Test-Drive em 0 km também é muito importante antes de bater o martelo para decidir. É realizando essa avaliação que você poderá tirar conclusões que serão úteis para fechar a compra.

Por mais que receba indicações positivas, ele é fundamental para verificar certos pontos como: espaço interno, dirigibilidade, pode reparar se os freios respondem bem… Parece bobo, mas é muito importante.

Sendo assim, lembre-se, seja usado ou 0km, realizar o Test-Drive é essencial.

4) Comprar itens opcionais desnecessários

Às vezes, com tanto item, a pessoa acaba se perdendo e não avaliando se compensa ou não, gerando gastos desnecessários. Analise se você irá utilizar todos eles e se será necessário.

Em alguns modelos, ter opcionais pode valer na hora da revenda mas não é o caso de qualquer item. Airbags (duplo, laterais e de cortina), alerta de mudança de faixa, partida de motor por botão (Start&Stop), teto solar e central multimídia com navegação são alguns “queridos” para outros/novos donos, em caso de usados.

5) Apenas se preocupar com as parcelas

Podemos analisar que uma grande parte das nossas dicas gira em torno de empolgação / compra por impulso. A questão financeira também entra aí e sabemos que não é apenas em carros.

Primeiro passo, veja o preço total do veículo, muitas pessoas não prestam atenção nisso e só confere as parcelas mensais. Lembre-se que antes é preciso fazer um planejamento que não comprometa a sua renda. Alguns especialistas na área aconselham que as dívidas mensais não podem extrapolar a 30%. Sendo assim, leve isso em consideração e se for necessário juntar um pouco mais de dinheiro, melhor ainda.

É importante, também, não esquecermos dos tributos como taxas de juros e IPVA.

6) Colocar acessórios paralelos que anulam a garantia

Você já deve ter ouvido aquele velho ditado: “O barato sai caro”, não é? Isso é o que pode ocorrer quando você deixa de colocar o acessório fora da concessionária. Ao fazer isso, o risco é grande podendo até mesmo perder toda a garantia de fábrica.

Por isso, na dúvida, opte por acessórios originais direto do fabricante. É caro, mas vale a pena. Junte dinheiro e depois vai adicionando aos poucos.

7) Comprar um carro usado “maquiado”

Este é um outro problema e grave, portanto fique atento a cada detalhe ao comprar um automóvel usado. Já informamos acima que é indispensável um Teste-Drive. Agora, saiba averiguar alguns pontos e “maquiagens”.

Seguem alguns truques para você não cair em uma cilada: avalie se o veículo possui alguma assimetria no teto, portas, laterais, etc. Participe da inspeção técnica e não compre sem o manual, assim é possível confirmar se o odômetro foi adulterado ou não.

8) Dar seu carro como parte de pagamento

Isso é muito comum hoje em dia, você adquire um carro da montadora X e “vende” o seu seminovo para eles. A questão aqui, é que em muitas vezes quem sai ganhando, obviamente, é a loja. Isso ocorre porque eles tentarão comprar por um valor muito baixo.

Sendo assim, é aconselhável vender para pessoa física e evitar essa “moeda de troca” com loja/concessionária.

9) Financiar sem comparar taxas

Hoje, com o financiamento ficou tudo mais fácil. Mesmo assim, ainda há dúvidas em relação a isso. Verifique todas as opções antes de fechar negócio. Muito se ouve sobre “parcelas com taxa zero”, só que em muitas vezes essa condição é limitada para um parcelamento curto em até doze meses.

Outra opção é utilizar o seu banco para isso, muito deles oferecem crédito pré-aprovado e talvez possa ser vantajoso na hora de adquirir um carro.

10) Não fazer seguro

Ninguém compra um automóvel pensando em batida, roubo, furto, etc. Mas você deve se lembrar que isso poderá ocorrer com qualquer pessoa. Tendo em vista essas questões, é muito importante colocar em um seguro.

As próprias concessionárias já oferecem uma lista com indicações no momento da compra. Entretanto, se você tem um corretor de confiança, vale a pena dar uma consultada com ele antes para encontrar a melhor opção entre as cotações.

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  • Louis

    Comprar carro é uma das maneiras mais eficientes de torrar dinheiro. Você nem percebe e perde R$ 10k, 20k…

    • El Gato Negro

      Vou dar Ctrl C + Ctrl V no texto que escrevi dia desses aqui mesmo no NA, que cabe como uma luva para o momento:

      Somos apaixonados por carro. Todos aqui. Sabemos detalhes técnicos, modelos, itens das versões, dados de consumo, e o escambau. Temos um carro, dois, ou as vezes até mais do que isso na garagem. Adoramos a sensação de dirigir, poderíamos fazê-lo por horas e horas. Sonhamos com as autobahns alemãs, com Nurburgring, com Interlagos. Achamos divertido zerar o computador de bordo antes de uma viagem, e programar as funções de acompanhamento. Lavar o bólido, seja ele um 1.0 popular ou um hipercarro, é um cerimonial de culto ao automóvel.
      Mas a verdade, absurdamente clara, é uma só. Ser proprietário de carro, no Brasil hoje, é uma cagada financeira sem precedentes. Um estupro orçamentário. Em épocas de Uber, ser proprietário de um automóvel está virando sinônimo de estupidez.
      Infelizmente.

      • Fanjos

        Uber aqui em SP não rola, coisa mais comum em horário de pico as tarifas duplicarem ou triplicarem, hoje mesmo deixei o carro na revisão e peguei um Uber as 8 da manha, percurso que dá em media 13 hueais em um horário normal, o Uber me cobrava 42 gopis, ou seja, uma unica e pequena viagem já é o valor do tanque de álcool da semana

        • Ricardo

          Uber com esta mesquinharia está se acabando!

        • El Gato Negro

          Quando fiz referência ao Uber, englobe também Cabify e 99. Este último, que eu saiba não trabalha com tarifas dinâmicas. Enfim, entenda o texto como “em épocas de opções diversas ao transporte em carro particular”.
          E claro, entendo que cada cidade tem uma realidade diferente. Umas não possuem transporte por aplicativo, outras o transporte público não tem segurança e qualidade… mas no geral vivemos em uma realidade completamente diferente de anos atrás, no que diz respeito ao transporte individual e coletivo.

        • Elias Silva

          E aí Fanjos, alguma novidade do seu polo? Tambem encomendei um e quero comparar os prazos

          • Fanjos

            Nada ainda, estou achando que ele chega só no começo de abril =/
            Se eu quisesse o banco de couro já estaria com ele,mas fiz questão de não querer ai tive que esperar mais.

            • Rodrockvet

              Fanjos,
              Estou curioso com a comparação da suspensão do Polo para o Fox.
              Sei que a suspensao dos carros da VW tendem a ser mais firmes que as demais marcas, mas a do Fox é insuportável. Somos jogados de um lado para o outro em qualquer remendo no asfalto.
              Vc tem conhecimento se a suspensão do Polo é mais macia? Vc fez o test drive ou sabe da informação de alguém?

              • Fanjos

                Então se vc acha a suspensão do Fox dura é porque nunca andou no Up!, ele sim é um pedaço de pau, duro pra kct, parece que vc esta em um carrinho de rolemã, perto do Up! o Fox vira um Vovoorolla, agora sobre o Polo eu só fiz um Test Drive de 15 minutos e posso dizer pelo pouco que dirigi, passando por crateras que tinha algumas ruas espalhadas pelas crateras o carro se saiu muito bem, alem de não raspar em nenhuma valeta que passei (o Ka sempre pega), a primeira coisa que vc pensa é: Esse não é um carro da VW, esta macio demais.
                Bom não sei quanto isso vai comprometer a estabilidade na estrada e curvas, VW sempre foi muito bom nisso em detrimento do conforto, e agora que o Polo oferece um suspensão muito confortável é provável que se pague um pouco o preço nas curvas.

                • Pedro Henrique

                  sério que achou o up durão? acho ele ok, mas não ando com a pressão no talo não, nos pneus coloco o recomendado baixo e fica bem ok, uns tempos fiz o rodizio e o seu zé colocou a pressão lá no espaço, sai de la pensando “q que esse doido fez com o carro que eu consigo saber se a moeda é cara ou coroa só de passar por cima?” dai parei no posto mais próximo e recalibrei, ficou suave

                • Rodrockvet

                  Imaginei que a suspensão do up! fosse firme conforme os relatos, mas não sabia que fosse tanto. E eu que tava com vontade de conhecer o up! TSI.
                  Na verdade a dúvida é trafegar sobre os remendos no asfalto (aquele famoso asfalto jogado de qualquer jeito sobre os buracos).
                  Quando passo numa rua com vários remendos (normal em nossas cidades), sou literalmente jogado pra rodos os lados no banco do Fox. Tem hora que a paciência esgota e tenho que tirar as costas do encosto do banco pra parar de ser chacoalhando.
                  Tenho interesse neste novo Polo, mas se a suspensão for mto firme, desisto…. acho que tenho passado mta raiva com o Fox.
                  Uma coisa que não ligo é essa falsa sensação de falta de estabilidade com a suspensão macia.
                  Não costumo correr loucamente, então, numa tocada tranquila na estrada (fazendo curvas até 110 ou 120 km/h qndo a via permite), tenho certeza que a suspensão macia não será insegura.
                  Isso é pq eu já tive um Palio Fire… isso é que eu chamo de rolar a carroceria… hehehe
                  Se o Polo tiver uma suspensão que seja agradavelmente confortável, tá valendo!

                  • Fanjos

                    O meu Up era o básico o Take, então não sei se teria diferença no conforto para o TSI, o meu primeiro carro foi um Palio ELX 1.0 16V Fire, o carro ameaçava capotar fazendo curva a 60 km/h depois daquilo nunca mais quis saber de Fiat

                    • Rodrockvet

                      Hehehehehe
                      Sei como é… Mas é só a sensação mesmo… claro que se vc forçasse mais um pouco, ia capotar mesmo… huahuahuahua.
                      Bom que vc já disse que a suspensão do Polo é aceitável em termos de conforto, o que acaba sendo uma opção.
                      Agora eu te falo… dirigi um Creta uns dias atrás… isso sim que é suspensão (claro que comparando com carros compactos e “premium”… e olha que eu já dirigi vários deles)! Parece que vc tá flutuando…

      • SDS SP

        Se o cara mora perto do trabalho, da para encarar até o famigerado transporte público.
        Uber e outros apps, só nas condições supracitadas, pois se roda muito, o carro próprio é ainda vantajoso.

        Mas como a compra de um carro é mais emocional do que racional em muitos casos…

      • Uber virou táxi. Uma corrida do Tatuapé para a Barra Funda, em dia útil, passa de 35,00. Não é imposto, mas é roubo.

    • Carlos

      Se perde 10k fácil só na diferença da avaliação das montadoras no seu usado e na diferença dos juros no carro novo (principalmente em prazos longos). Isso em carros compactos.

    • SDS SP

      Vai brincado, em um popular você perde fácil entre 5 – 10k, se for aqueles “negócios da China” (dando o usado como parte do pagamento) de lojas e css, até mais.

  • Erick Terto

    Só não concordo muito com a 8, pois foi colocado como verdade absoluta, as vezes o cara não tem tempo e disponibilidade para vender o carro, seja para ficar atendendo potenciais compradores ou para fechar a compra o futuro carro. Pense que a pessoa precisa do carro “para ontem”, mas para fazer a compra precisa da grana do atual. No avaliação do dono da Renegade o cara ficou quase quatro meses com o carro anterior. Mas se você já tiver um cliente em potencial, não pense duas vezes. Sobre os demais tópicos eu concordo.

    • Ia dizer exatamente isso: a venda do usado como moeda de troca na aquisição de um novo pode não ser um mau negócio se o consumidor está ciente de que está pagando ao concessionário pelo “serviço” de revender o antigo.
      É aquela coisa: às vezes nos esquecemos de que o concessionário terá vários custos para a revenda do veículo, haverá capital imobilizado por um bom tempo, que pode ser dilatado dependendo do veículo, custos com revisão do veículo (PJ responde a Procon), custos com comissão de vendedor, com documentação… e é aquilo, via de regra você evita dores de cabeça que possam surgir na questão de transferência (concessionários já transferem o carro imediatamente para o nome deles), possíveis reclamações dos futuros donos, etc. Às vezes, os 3 a 5 mil reais perdidos no valor de um usado, podem até sair baratos.

      • TijucaBH

        Concordo, além da questão de praticidade ou necessidade, vender o carro particular hoje em dia é um risco por conta da violência, sem contat risco de golpes etc. Cada caso é um caso…

      • REDDINGTON

        Concordo, entreguei 2 carros na ccs, assinei um papel que naquela data, a partir daquela hora eu estava isento de qualquer multa e tal. Entreguei o meu, sai na hora com o zero, vc pode “perder” algo(???) mas a chance de dar zebra é BEM menor. Há casos e casos, como vc falou. Meu pai vendeu uma Hilux pra um amigo nosso, em menos de 1 mês, 6 multas, ele transferiu os pontos e tal, mas meu pai teve que ter o trabalho de preencher aquele documento, enviar pra PRF….

        • Rapaz… meu irmão teve uma dor de cabeça terrível com esse lance de multa. É complicado esse negócio de vender carro por conta própria. às vezes vale gastar uma grana extra para não ter a possibilidade de uma dor de cabeça depois.

          • REDDINGTON

            Verdade.

      • Zé Mundico

        Justamente por isso que sempre prefiro comprar carros em autorizadas e nunca em particulares. Prefiro lidar com pessoas jurídicas pois a compra de um carro usado é uma transação comercial regulamentada e amparada por leis e normas. A pessoa jurídica é obrigada a te dar uma garantia de 90 dias no motor e transmissão e tem que cumprir regras claras no que se refere a pagamento e transferência do carro.
        Enfim, se alguma coisa der errado, com uma pessoa jurídica você pode entrar na justiça atrás dos seus direitos. Na pior das hipóteses, sempre dá para sentar e fazer um acordo.
        Já comprando carro de um particular, você estará confiando apenas na palavra do vendedor. O carro não tem garantia de nada e se algo der errado, você vai ter que se virar sozinho, começando por fazer BO na delegacia e se preparar para ter aporrinhação pelo resto da vida…..rsrsrs.

        • SDS SP

          É de fato arriscado, mas tem muito lojista sem vergonha, sendo que a única vantagem é ter algum amparo jurídico em caso de problemas.

          • RTEC30

            Além de pagar pela redução do risco, tem que colocar na balança e decidir com calma.

      • Mr. On The Road 77

        Na minha última troca, a diferença entre entregar na css ou vender para particular era de R$ 3.000,00.
        Não achei que valia a pena…

        • Cada caso é um caso. Se você já tem um comprador em vista, com condições de te pagar sem maiores entraves, se a pessoa é realmente de confiança, vá lá, R$ 3.000,00 é uma grana boa, sem dúvidas.
          Mas, se essas condições acima não forem uma realidade, muito provavelmente os R$ 3.000,00 serão muito bem gastos para que a autorizada assuma o ônus da venda de seu veículo usado.

    • Você tem que estar ciente de que vai perder dinheiro, mas que economizará em tempo.

      • Jok Jok

        Mas gastará seu tempo e sua saude trabalhando mais para pagar ou manter o carro…

        • Edson Fernandes

          Depende.

          Eu sou consultor. No meu caso eu ganho qualidade em rodar com ele no dia a dia, ao mesmo tempo que com ele que ganho meu dinheiro ao poder me deslocar em alguns locais que não necessariamente o onibus me atenderia no tempo.

          Enfim… cada um sabe onde calo aperta.

          • Jok Jok

            “Mas gastará seu tempo e sua saude trabalhando mais para pagar ou manter o carro…”
            Acredito que vc não leu direito a minha afirmação por isso estou repetindo. E entendo o que vc disse.

            • Edson Fernandes

              Por outro lado, se eu não tivesse carro, gastaria mais tempo e saude para fazer o mesmo que faço com o carro, porque certamente dependeria muito mais de uber e taxi do que de onibus e metro…rs (infelizmente)

              O meu caso é que financeiramente falando, o carro me trás mais “lucros” que reais gastos praticos. Isso porque quase sempre é com ele que minhas horas de trabalho são melhor usadas além das horas lazer que eu tenho ele disponivel.

              Algo que não seria tão pratico no meu tipo de dia a dia. (na pratica, eu gastaria dentro de um mês, mais com transporte do que com o carro em sí, no final com manutenção do meu carro e comparando com o que eu gastaria com transporte, as contas hoje na pratica empatam, então eu saio ganhando mesmo com todos os custos inerentes ao carro que possuo).

              Mas se eu tivesse trabalhando na Vila Olimpia como foram em 3 meses que fiquei direto por lá, aí ter carro só iria realmente me dar mais gastos tranquilamente. Acredite, essa conta eu já refiz muitas vezes para chegar nessa decisão…rs

    • Leandro Oliveira

      Justamente… esse item é algo que muita gente nao tem tempo para fazer. Com certeza, é bem atrativo vender direto, mas nada pratico. Não se trata de inteligencia, mas sim de sorte e oportunidade. Na falta deles, acaba dando seu usado como parte de pagto!

  • Lucas Guimaraes

    E lembrem que voces tão pagando o carro com o tempo da sua vida que tu passa sentado no trabalho

    • Louis

      Verdade, tem muita gente virando escravo de carro e nem percebe.

      • SDS SP

        Tem muita gente deixando de ter vida social, apenas para manter um carro, que muitas vezes é incompatível com o nível de renda.
        Nessas horas uma dose de bom senso ajuda.

        • Jok Jok

          Se bom senso fosse unanimidade o Brasil não estaria nesta situação.

        • Louis

          Meus carros são os mais velhos de todo meu círculo social kkkkkk
          Prefiro investir minha grana e pensar em tranquilidade financeira para aposentadoria.

          • SDS SP

            Se o cara pode fazer os dois, maravilha, mas isso é à realidade de poucos aqui na Banânia.

  • sigma7777777

    11) Comprar um SUV sem pesquisar antes o custo do seguro, cesta de peças (incluindo o perfil do pneus), maior custo de revisão e sem fazer o test drive para constatar a menor estabilidade que demanda mais eletrônica para mantê-lo estável como um sedan/hatch.

    • Zé Mundico

      Sedã é uma espécie em extinção e a preferencia atual é por SUV. Se é modismo ou tendência, não cabe a mim saber, mas ninguém quer mais saber de sedã, e hatch já acabou faz tempo. Pode ser que daqui a uns 20 anos sedã volte a moda…

      • sigma7777777

        As vendas de sedans médios no Brasil e EUA mostram que eles ainda tem um bom público mesmo existindo opção de SUV por preços similares. A estabilidade ou dirigibilidade é muito superior e a traseira não balança nas curvas, sendo que o SUV precisa de ESP/ESC para manter isso enquanto um sedan médio sem o consegue normalmente.

  • Lucas Ramos

    Fiz uma carta de crédito no valor de R$ 42.990,00, e terei que analisar tudo isso para na hora de fechar o negocio, não me arrepender depois…

  • BillyTheKid

    Pra mim, a dica número 1 deveria ser: “Você realmente precisa comprar/trocar de carro?”

    Acho que são poucos os casos em que as pessoas trocam de carro por necessidade. A maioria é porque enjoou do carro atual, porque está “velho demais” (leia-se “mais de 70 mil km”) ou porque, com muito esforço, pode conseguir um carro melhor/mais novo que o atual e isso é legal.

    E no fim, você se endivida um monte pra pagar por algo que nem precisava, pra mostrar pra quem você nem se importa que você tem dinheiro que, na verdade, nem tinha.

    Enfim, mudando de assunto, meu hatch 1.0 tá completando 40 mil km, tô pensando em trocar. Qual médio vocês me recomendariam? Cruze hatch LTZ ou Civic Touring?

    • BlueGopher

      Como quem vai andar no carro é você, e não algum outro comentarista, sugiro que você compre o modelo que melhor lhe agradar.
      Gostos e necessidades são diferentes, nunca cai na bobagem de comprar carro baseado só em palpites. :)

      • Arthur

        Essa dica merecia entrar na lista junto com as outras.

    • Zé Mundico

      40 mil e já quer trocar? Roda mais uns 20 mil e depois escolhe com mais calma.
      E é melhor comprar carro no segundo semestre quando tem mais promoção e queima de estoque para limpar os pátios.

    • SDS SP

      Na verdade, o fator emocional acaba prevalecendo.
      Tem muita gente (inclusive eu) que já “se enganou”, inventado n justificativas para uma compra meramente emocional. Eu já cheguei a ter dois carros (um popular e um médio), mas acabei vendendo o modelo mais caro e fiquei apenas com o popular.
      A recessão pela qual estamos passando, seja pelo bem ou mal, me fez abrir os olhos, ficando com um sentimento mais austero. Aprendi a dar valor ao meu dinheiro.

      • “Perguntador”

        Eu também fiz algo parecido, tinha um médio (um Cruze) e hoje tenho um popular (Fiesta). Ando pouco (cerca de 7000km/ano), quando o médio foi roubado decidi que não valia a pena comprar outro tão caro.

      • BillyTheKid

        Eu passei um tempo desempregado, e senti a mesma coisa. Eu cuidava muito mais das minhas coisas e do meu dinheiro, e só trocava algo quando realmente o produto velho precisava ser trocado, ou era algo barato, que não afetaria muito minhas economias.

        Quanto maior a vontade de comprar alguma coisa, mais absurdas são as justificativas que inventamos pra servir como argumento de que isso é uma excelente ideia.

  • Ricardo

    Não realizar seguro não acho um erro porque os valores que cobram são um roubo!

    • REDDINGTON

      Como se arrumar um carro fora do seguro fosse de graça né…

    • Edson Fernandes

      É só pesquisar a cesta básica de custos das peças numa possível necessidade. Nessas horas vc tbm passa a entender porque os seguros tem ficado bem caros.

      • REDDINGTON

        Touché!

  • carlos arriel

    Não concordo com o item oito. O risco e a chateação de vender o carro usado para particular não compensa! Eu prefiro dar o meu na troca, não é por causa de +/- 10% que irei sujeitar a vários inconvenientes. Toda concessionária dá desconto ou agrado, prefiro tirar a diferença aí.

  • Ricardo

    5 motivos para não ter seguro:
    – Preços abusivos, é ridículo pagar 10% do valor da carro por ano.
    – Valores abusivos de franquia.
    – Para pequenas colisões não serve, pois os valores abusivos da franquia muitas vezes são maiores que o conserto.
    – Se precisar a seguradora fará de tudo para não pagar, investigará até a cor da cueca que estava usando durante o acidente.
    – Prefiro contar com a probabilidade, pois a chance de ocorrer um acidente ou roubo é mínima, me garanto dirigindo conscientemente e com trava, alarme, anti furto, etc.

    • “Perguntador”

      O seguro, assim como qualquer compra, precisa ser bem pensado, mas nunca precisei pagar 10% do carro para um ano de seguro. Dizer que a chance de roubo no Brasil é pequena para mim não faz sentido.

      Estou cotando a renovação do seguro do meu carro esse mês e o valor ficou 3,25% do valor do carro, ainda é caro, mas nem perto do patamar que vc falou.

      Quem já teve carro roubado sabe que é um alívio ter seguro. Quando meu carro foi roubado em 2015 o seguro me devolveu 56 mil reais, imagina quanto tempo para juntar essa grana de novo? E não houve essa investigação toda não, mandei as cópias de documentos solicitadas e eles fizeram o pagamento. Foi demorado sim, mas sem estresse.

      Eu dificilmente ficaria sem seguro morando numa cidade grande como eu moro agora.

      • SDS SP

        O seguro você paga pela incerteza e ela sempre vai existir.

      • Ricardo

        Talvez para carros acima de R$ 50.000 vale a pena.

    • Adilson Ayala

      Não sei aonde vc mora, mas aqui na grande SP a probabilidade de roubo e acidente e acidente é altíssima, mesmo sendo precavido com segurança contra furtos e direção defensiva …

    • Gil de Piento

      Já vi dezenas de conhecidos ficarem sem carro por não ter seguro nem dinheiro guardado para comprar outro carro. Até uma vizinha que comprou um Peugeot 207 escolheu o carro levando em conta o preço do seguro (ela tinha um Gol antes). Então, não ter seguro pode ser uma opção se você tem dinheiro guardado suficiente para comprar outro carro e não se importa de perder totalmente o valor do bem.

    • SDS SP

      Vai nessa. Seguro você paga pela incerteza e ela sempre vai existir. Se garantir no volante, não vai lhe impedir de ser atingindo por uma mula, que pode lhe dar um bonde e não arcar com os prejuízos.
      Se não pode pagar um seguro, melhor nem se aventurar na aquisição de um carro.

  • Erivelton Freitas

    Eu acho que eu cometeria o erro dos opcionais desnecessários, mas enfim…

  • Ricardo

    Faz 8 anos desde que adquiri meu primeiro carro e nunca paguei seguro, meu carro atual vale R$ 25.000, se der PT nele a grana que economizei não pagando seguro ainda estou no lucro.
    Agora, para quem financia um carro de R$ 100.000 em trocentos anos, ou seja, até pagar a última prestação o carro não é seu, é de se começar a pensar em pagar seguro. Imagine se roubarem o seu carro e vc ter que continuar pagando as parcelas, é de chorar,
    A dúvida é: dar dinheiro para os ladrões das seguradoras ou correr o risco de dar dinheiro para os ladrões de carros.
    Na verdade, quando se compra um carro 0km vc começa a dar dinheiro para os ladrões das montadoras pelos lucros absurdos, depois para os ladrões das seguradoras pelas cotações abusivas e depois para os ladrões do governo com o IPVA.

    • RTEC30

      Eu pago seguro pensando no apoio em caso de acidente pane em uma estrada e no caso de seguro contra terceiros (eu não sou braço, e ando na boa) mas mesmo assim. Nunca acionei sinistro. Tem momentos que eu acho que não compensa mesmo.

    • Tiago Trindade

      Ter o carro roubado ou bater e ficar sem carro pode ate não ser problema. Agora, mesmo tendo cuidado, dirigindo com prudência, o que pode significar não andar de vagar, dependendo da via, e se envolver em um acidente com um carro que custe mais que R$ 150.000,00 e ter que pagar advogado para provar que nao pode arcar com os custos do outro carro e mesmo assim ainda ter que pagar o que lhe sobra no fim do mês por alguns anos. Sem seguro, sem carro.

      • Ricardo

        Aí também conto com a probabilidade, pois a grande maioria de usuários desses carros de R$ 150.000 têm seguro, pagaria só a franquia do carro do cara.

  • Brian Griffin

    Isso do seguro é bem relativo. Se o carro não for, de maneira alguma, visado para roubo ou furto eu acho que simplesmente não compensa.

  • Rogerio Possato

    Outro, senão erro, uma baita idiotice bairrista que ocorre em Curitiba (talvez em todo Paraná) é: “só compro carro se for placa A, carros de outros estados não são confiáveis…. Blá Blá Blá”. Como se aqui não tivessem alagamentos, porradinhas no trânsito e tivessem os melhores motoristas do mundo… O que não e o caso. É tão ridículo que você oferece carro ou moto na internet e o povo liga perguntando antes de tudo: É placa A? Da vontade de dizer: sim, por isso tem maior conforto e economia, compra garantida!

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