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Top 10: os maiores erros que as pessoas cometem ao comprar um carro

Top 10: os maiores erros que as pessoas cometem ao comprar um carro

Comprar um carro é sempre processo muito burocrático desde a escolha do modelo ideal até a hora de realmente recebê-lo. Por esse motivo, o consumidor deve ter paciência e atenção para depois não se arrepender e acabar tendo prejuízos. Antes de obter um automóvel você deve analisar muitos pontos, até ter a certeza da melhor opção.


É importante lembrar que comprar por impulso é sempre um grande risco, ainda mais se tratando de bens em altos valores como um carro, por exemplo. No momento de adquirir um automóvel, a empolgação deve ficar longe senão você poderá ter sérios problemas e quando o vendedor percebe, poderá ser ainda pior porque terá chances de gastar com o que não é necessário.

Antes de escolher o carro, pesquise bem, tire todas as dúvidas, procure comparativos, preços, itens de série, índice de depreciação, manutenção, veja a motorização, verifique também se a embreagem está muito pesada. Ela (embreagem) geralmente dura em média 70/80 mil km. Caso esteja com problema, será necessário gastar entre R$ 700 a R$ 1.000, ou até mais, dependendo do veículo.

Top 10: os maiores erros que as pessoas cometem ao comprar um carro


O estado de cada vidro também precisa de atenção, mesmo não sendo de costume para muitas pessoas. Analisando eles é possível identificar se houve uma batida ou capotamento. Todos os automóveis saem de fábrica com o número do chassi nos vidros, se o veículo não tiver essa identificação (nos vidros) verifique se ocorreu alguma coisa anteriormente.

Já mostramos aqui no Notícias Automotivas que ao sair da concessionária o prejuízo de depreciação é de no mínimo 10 a 15%. Saiba como não ser enganado ao comprar um carro usado. Esse é um ponto que deve ser levado em conta, ainda mais se você não for ficar muito tempo com o carro.

Top 10: os maiores erros que as pessoas cometem ao comprar um carro

Reunimos abaixo os 10 erros (válido para usado e 0 km) que você não deve cometer ao decidir qual carro comprar:

1) Comprar na ansiedade

Este é um vilão que está presente em vários momentos na hora da compra, gerando diversos prejuízos. Muitas concessionárias sabem disso e aproveitam para criar “promoções”. Você, consumidor, deve ficar atento, avalie o contrato, o estado do carro e os valores. O mesmo vale para modelos usados, onde a atenção deve ser redobrada.

Não feche negócio sem antes analisar os itens de série e opcionais oferecidos. Confira se o item opcional é necessário naquele momento. Quando se sentir seguro de tudo, finalize o negócio.

2) Não pensar no tipo de carro que você precisa

Qual a real necessidade? Pense nisso ao escolher o modelo. Você precisa de um carro mais dedicado à família, trabalho ou os dois? Encontre o automóvel ideal que irá atender às suas necessidades, após isso, coloque no papel os prováveis gastos que você terá ao longo do tempo.

Tipos de carrocerias que irá te ajudar nesse processo de escolha: hatchback, sedan, fastback, perua, roadster, cupê, SUV, minivan, picape.

3) Não realizar o Test-Drive

Geralmente feito em usados, o Test-Drive em 0 km também é muito importante antes de bater o martelo para decidir. É realizando essa avaliação que você poderá tirar conclusões que serão úteis para fechar a compra.

Por mais que receba indicações positivas, ele é fundamental para verificar certos pontos como: espaço interno, dirigibilidade, pode reparar se os freios respondem bem… Parece bobo, mas é muito importante.

Sendo assim, lembre-se, seja usado ou 0km, realizar o Test-Drive é essencial.

4) Comprar itens opcionais desnecessários

Às vezes, com tanto item, a pessoa acaba se perdendo e não avaliando se compensa ou não, gerando gastos desnecessários. Analise se você irá utilizar todos eles e se será necessário.

Em alguns modelos, ter opcionais pode valer na hora da revenda mas não é o caso de qualquer item. Airbags (duplo, laterais e de cortina), alerta de mudança de faixa, partida de motor por botão (Start&Stop), teto solar e central multimídia com navegação são alguns “queridos” para outros/novos donos, em caso de usados.

5) Apenas se preocupar com as parcelas

Podemos analisar que uma grande parte das nossas dicas gira em torno de empolgação / compra por impulso. A questão financeira também entra aí e sabemos que não é apenas em carros.

Primeiro passo, veja o preço total do veículo, muitas pessoas não prestam atenção nisso e só confere as parcelas mensais. Lembre-se que antes é preciso fazer um planejamento que não comprometa a sua renda. Alguns especialistas na área aconselham que as dívidas mensais não podem extrapolar a 30%. Sendo assim, leve isso em consideração e se for necessário juntar um pouco mais de dinheiro, melhor ainda.

É importante, também, não esquecermos dos tributos como taxas de juros e IPVA.

6) Colocar acessórios paralelos que anulam a garantia

Você já deve ter ouvido aquele velho ditado: “O barato sai caro”, não é? Isso é o que pode ocorrer quando você deixa de colocar o acessório fora da concessionária. Ao fazer isso, o risco é grande podendo até mesmo perder toda a garantia de fábrica.

Por isso, na dúvida, opte por acessórios originais direto do fabricante. É caro, mas vale a pena. Junte dinheiro e depois vai adicionando aos poucos.

7) Comprar um carro usado “maquiado”

Este é um outro problema e grave, portanto fique atento a cada detalhe ao comprar um automóvel usado. Já informamos acima que é indispensável um Teste-Drive. Agora, saiba averiguar alguns pontos e “maquiagens”.

Seguem alguns truques para você não cair em uma cilada: avalie se o veículo possui alguma assimetria no teto, portas, laterais, etc. Participe da inspeção técnica e não compre sem o manual, assim é possível confirmar se o odômetro foi adulterado ou não.

8) Dar seu carro como parte de pagamento

Isso é muito comum hoje em dia, você adquire um carro da montadora X e “vende” o seu seminovo para eles. A questão aqui, é que em muitas vezes quem sai ganhando, obviamente, é a loja. Isso ocorre porque eles tentarão comprar por um valor muito baixo.

Sendo assim, é aconselhável vender para pessoa física e evitar essa “moeda de troca” com loja/concessionária.

9) Financiar sem comparar taxas

Hoje, com o financiamento ficou tudo mais fácil. Mesmo assim, ainda há dúvidas em relação a isso. Verifique todas as opções antes de fechar negócio. Muito se ouve sobre “parcelas com taxa zero”, só que em muitas vezes essa condição é limitada para um parcelamento curto em até doze meses.

Outra opção é utilizar o seu banco para isso, muito deles oferecem crédito pré-aprovado e talvez possa ser vantajoso na hora de adquirir um carro.

10) Não fazer seguro

Ninguém compra um automóvel pensando em batida, roubo, furto, etc. Mas você deve se lembrar que isso poderá ocorrer com qualquer pessoa. Tendo em vista essas questões, é muito importante colocar em um seguro.

As próprias concessionárias já oferecem uma lista com indicações no momento da compra. Entretanto, se você tem um corretor de confiança, vale a pena dar uma consultada com ele antes para encontrar a melhor opção entre as cotações.

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