Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

A Fiat Toro 2017 chegou ao mercado nacional com uma versão adicional como novidade, sendo essa a Freedom com motor Tigershark 2.4 de até 186 cavalos. O terceiro motor da gama da picape média da Stellantis foi interessante.

Essa nova opção chegou para ser a mais potente com motorização flex, ficando como intermediária entre o 1.8 E.torQ e o 2.0 Multijet diesel. Com transmissão automática de nove marchas e tração dianteira, ela era bem potente.


Além do motor 2.4, a Toro tinha ainda o 1.8 com até 139 cavalos e 2.0 diesel com 170 cavalos, sendo este último com transmissão manual de seis marchas ou automática com nove marchas e tração nas quatro rodas.

A Toro diesel ainda tinha opção de tração dianteira com transmissão manual de seis marchas. Essa versão, atualmente, pode ser encontrada com preços acima do valor sugerido na época, visto que saiu de linha pouco tempo depois.

Hoje, a Toro diesel só está disponível com câmbio automático e tração 4×4. Já a Toro 1.8 mantém a oferta de tração dianteira, mas na Endurance com transmissão manual de seis marchas também.

Projetada no Brasil, a Fiat Toro foi um dos projetos mais bem-sucedidos da marca italiana, que compartilhou a plataforma global compacta da extinta Fiat-Chrysler, além de criar um nicho de mercado que prosperou, tornando-a única no mundo.

Isso fez com que a Toro se tornasse referência, visto que no Brasil, ela é vice-líder de vendas desde seu lançamento no mercado de comerciais leves, chegando a assumir a ponta em raras vezes, diante da irmã menor, a Fiat Strada.

Compartilhando a plataforma com os modelos Jeep Renegade e Jeep Compass, a Fiat Toro usa carroceria monobloco, sendo uma das poucas picapes de seu porte a existir com essa estrutura.

Como geralmente as picapes médias são feitas de carrocerias de aço sobre chassi de longarinas, como a Toyota Hilux, por exemplo, a Toro se assemelha mais a um SUV com caçamba do que realmente uma picape tradicional.

Tendo suspensão dianteira McPherson, a picape da Fiat tem suspensão traseira multilink, com motor e transmissão em transversal, devido sua plataforma ser de tração dianteira. Com o 4×4, ela tem diferencial traseiro e semi-eixos.

Parecida com ela, apenas a Honda Ridgeline, uma picape média da marca japonesa, fabricada nos EUA, porém, de mesmo porte que uma Chevrolet S10, por exemplo.

Com 4,915 m de comprimento, 1,844 m de largura, 1,680 m de altura e 2,990 m de entre-eixos, ela fica abaixo da Ridgeline, que mede 4,35 m de comprimento. Dotada de linhas fluídas, a Toro surgiu para ser uma intermediária.

O objetivo não era brigar com as picapes médias, mais robustas e rústicas, mas oferecer ao consumidor uma opção alternativa, com a leveza e conforto de um carro de passeio, aliada à capacidade de levar carga e de enfrentar o off road.

Para isso, a Fiat batizou ela de SUP (Sport Utility Pickup), uma classificação que não existia até então, mas que se tornou conhecida pelo modelo que não para de vender bem.

Com cabine dupla, a Fiat Toro 2017 tem espaço interno suficiente, menor que o de uma picape média, mas aceitável dado seu porte. A caçamba não é grande, tendo 820 litros, mas adequada para muitos usos.

Outra inovação da Toro foi a tampa traseira bipartida, que se abre para os lados, facilitando o ingresso de carga na caçamba. Na estética, a picape chama atenção pelas luzes diurnas em LED e lanternas traseiras em LED.

Tendo grande entre-eixos, a Fiat Toro tem traseira curta e com balanço traseiro pequeno, diferente das picapes tradicionais, além de boa altura livre do solo.

Por dentro, o ambiente da Fiat Toro é baseado nos irmãos da Jeep, tendo um padrão de acabamento similar ao da marca americana e bem distinto daquele oferecido pela italiana no Brasil.

O mais estranho da Toro é que não se trata de um produto Jeep modificado, mas de um carro com plataforma da própria Fiat, asim como o motor diesel, visto que os dois motores flex se originaram na Chrysler.

Painel, cluster com display digital de 7 polegadas, multimídia, detalhes do acabamento, cores e outros itens, são todos similares ou semelhantes aos usados nos modelos Renegade e Compass.

Com eles, a Toro 2017 era feita em Goiana-PE, num complexo chamado Polo Automotivo Fiat-Jeep, que resgatou a produção de carros da marca americana no estado nordestino. No passado, a Willys-Overland produziu o CJ-5.

Toro 2017 – detalhes

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

A Fiat Toro 2017 tinha frente com faróis duplos posicionados abaixo dos repetidores de direção e luzes diurnas em LED, friso cromado superior com logotipo da marca e grade inferior preta, com friso cromados.

Abaixo, o para-choque tem molduras pretas com faróis de neblina circulares e detalhes cromados, além de protetor inferior metálico. Nas laterais, saias de rodas protegidas, tal como a base das portas, com direito a friso cromado.

Os retrovisores e as maçanetas são na cor do carro, com o teto tendo barras longitudinais e transversais. Há também antena no teto. Já na traseira, as lanternas são compactas e em LED, tendo tampa bipartida com travamento elétrico.

Esta trava fica num quadrado de plástico preto com o nome da Fiat. O para-choque é baixo e tem luzes de neblina, refletor e luz de ré. Há sensor de estacionamento e câmera de ré, mas essa fica na tampa. Há um degrau cromado no protetor.

Com 820 litros, a caçamba de carga é revestida de proteção plástica e tem capota marítima com mangueiras de dregagem de água. Há trilhos para amarração de carga e acessórios para levar até motos com extensor de carga e terceira placa.

Já o vidro traseiro tem desembaçador, mas sem grade de proteção, embora haja terceira luz de freio e luz da caçamba. As rodas de aço ou liga leve são aro 16 polegadas com pneus 215/65 R16 ou liga leve com aro 18 polegadas e pneus 225/55.

No interior, o painel tem dois tons de preto e cobre, além de cluster analógico com display digital de 7 polegadas, configurável. Velocímetro e contagiros são grandes, com os demais digitais.

O volante padrão Jeep, tem controles de áudio e mídia atrás, tendo ainda paddle shifts, bem como comandos de computador de bordo e piloto automático. Em couro, tem ajustes em altura e profundidade, bem como assistência elétrica.

Já o ar condicionado é dual zone, podendo ter manual, além de multimídia com tela de 5 polegadas, câmera de ré, Bluetooth e projeção para Android Auto/CarPlay. No console, havia ainda entrada USB e comandos de tração.

Nesse caso, os modos para tração 4×2, 4×4, 4×4 com reduzida, controle de descida e bloqueio eletrônico de diferencial traseiro. O freio de mão era manual e a alavanca de câmbio em couro, tinha posição manual e botão Sport no painel.

Os bancos eram em tecido ou couro, tendo ainda colunas com alças, luzes de neblina, porta-óculos, para-sóis com espelhos iluminados, retrovisor interno eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, bancos traseiro rebatível, etc.

Toro 2017 – versões

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

  • Fiat Toro 2017 Freedom 1.8 Flex 4×2 AT6
  • Fiat Toro 2017 Freedom 2.4 Flex 4×2 AT9
  • Fiat Toro 2017 Freedom 2.0 Diesel 4×2 MT6
  • Fiat Toro 2017 Freedom 2.0 Diesel 4×4 MT6
  • Fiat Toro 2017 Volcano 2.0 Diesel 4×4 AT9

Equipamentos

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

Fiat Toro Freedom 1.8 Flex 4×2 AT6 – Motor 1.8 e transmissão automática de seis marchas, mais ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, travamento central elétrico, retrovisores elétricos, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, luzes diurnas em LED, lanternas em LED, retrovisores e maçanetas na cor do carro, rodas de aço com calotas aro 16 polegadas, pneus 215/65 R16, freios com ABS, airbag duplo, entre outros.

Opcionais: multimídia com tela de 5 polegadas, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, grade cromada, cluster com display TFT, ar-condicionado dual zone, rodas de liga leve aro 16 polegadas, volante em couro, bancos em couro e tecido, capota marítima, câmera de ré, Bluetooth, USB, piloto automático, airbags laterais/cortina/joelho, extensor de caçamba, teto solar elétrico, barras longitudinais no teto, entre outros.

Fiat Toro Freedom 2.4 Flex 4×2 AT9 – Itens da Freedom 1.8 Flex, mais motor 2.4 e câmbio automático de nove marchas.

Opcionais: Os mesmos da Freedom 1.8.

Fiat Toro Freedom 2.0 Diesel 4×2 MT6 – Itens da Freedom 1.8 Flex, mais motor diesel 2.0 e câmbio manual de seis marchas.

Opcionais: Os mesmos da Freedom 1.8.

Fiat Toro Freedom 2.0 Diesel 4×4 MT6 – Itens da Freedom 1.8 Flex, mais motor diesel 2.0 e câmbio manual de seis marchas, tração 4×4 com reduzida, controle de descida e bloqueio eletrônico do diferencial.

Opcionais: Os mesmos da Freedom 1.8.

Fiat Toro Volcano 2.0 Diesel 4×4 AT9 – Itens da Freedom 1.8 Flex, mais motor diesel 2.0 e câmbio automático de nove marchas, mais controle de descida, 4×4 com reduzida e bloqueio eletrônico do diferencial, além de opcionais da Freedom e rodas de liga leve aro 18 polegadas com pneus 225/55 R18.

Opcionais: teto solar elétrico, bancos em couro e tecido, airbags laterais/cortina/joelho, sensor de pressão dos pneus, banco do motorista com ajustes elétricos, capota marítima, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, chave presencial, partida remota e paddle shifts.

Preços

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

  • Fiat Toro Freedom 1.8 Flex 4×2 AT6 – R$ 82.930
  • Fiat Toro Freedom 2.4 Flex 4×2 AT9 – R$ 98.730
  • Fiat Toro Freedom 2.0 Diesel 4×2 MT6 – R$ 98.730
  • Fiat Toro Freedom 2.0 Diesel 4×4 MT6 – R$ 107.150
  • Fiat Toro Volcano 2.0 Diesel 4×4 AT9 – R$ 124.550

Toro 2017 – motor

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

A Toro 2017 tinha três famílias de motores a combustão, sendo dois de ciclo Otto e um de ciclo Diesel. Na época, a Fiat decidiu enriquecer o portfólio com o motor Tigershark 2.4, que se uniu aos E.torQ 1.8 e Multijet 2.0, esse a diesel.

Novidade na linha 2017, o propulsor pertence à família World Gasoline Engine, da Global Engine Alliance, uma joint-venture criada pela Chrysler, Mitsubishi e Hyundai.

Dessa parceria, resultaram os motores 4B1 da japonesa, Theta da Hyundai e Tigershark da Chrysler. Neste último caso, o propulsor é a segunda geração dos motores WGE lançados inicialmente em 2005.

Os Tigershark vieram ao Brasil a bordo de modelos como Fiat Fremont, Jeep Compass e Fiat Toro. Nos modelos da Fiat eram 2.4, enquanto na Jeep era 2.0 litros por aqui.

Sem o 1.8 original, a linha Tigershark é composta apenas desses dois tamanhos, sendo que a Toro 2017 usava o maior e com tecnologia Flex, além de bloco de alumínio com camisas de ferro fundido.

O cabeçote tem 16V e comando variável de abertura e fechamento na admissão, acionando por corrente, já que usa o sistema MultiAir da Fiat, com válvulas de variação eletro-hidráulica.

Com injeção eletrônica multiponto, possui sistema de pré-aquecimento de combustível para partida a frio. Além disso, dispõe ainda de Start&Stop. Tendo 2.360 cm3, o Tigershark tem 174 cavalos a 6.250 rpm e 23,5 kgfm a 4.000 rpm.

Esses números são com gasolina, enquanto no álcool, ele tem 186 cavalos e 24,9 kgfm, nas mesmas rotações. Trata-se de um motor forte, que é muito usado nos EUA, porém, tinha um grande defeito, o elevado consumo.

Ele foi adicionado à versão Freedom com transmissão automática ZF de nove marchas, modo Sport e trocas de marcha com paddle shifts no volante. Como essa opção da Toro 2017 não tinha tração 4×4, toda força ficava na dianteira.

Assim, a Toro 2.4 podia andar bem com seus 1.704 kg. Mas, nas versões mais baratas, o motor era outro, também de origem Chrysler. Antes da FCA, hoje Stellantis, a montadora americana tinha um acordo com a BMW.

Era uma joint-venture chamada Tritec, que teve sua fábrica erguida no Brasil e voltada para exportação, bem antes do fabricante alemão pensar em se instalar aqui. Então, em Campo Largo-PR, surgiu uma linha de motores.

Destes, existia um 1.4 litro de 75 cavalos, um 1.6 com 114 cavalos e outro com supercharger, entregando 165 cavalos. Quando já estava em crise, a Chrysler vendeu para a Fiat a Tritec em 2008.

Pouco depois, a marca italiana adquiria a própria Chrysler, reunificando a Tritec ao controlador anterior. Na mudança de dono, o 1.4 – usado pela MINI – saiu de cena, assim como o 1.6 Supercharger. Restou então o 1.6 de 114 cavalos.

Ele foi modernizado pela Fiat, mas sem o sistema MultiAir, usando comando único no cabeçote e 16V, mas sem variação de abertura e fechamento. O 1.6 Flex tinha até 117 cavalos, mas a italiana gerou um irmão 1.8 litro.

Com 1.747 cm3, bloco de ferro fundido e cabeçote de alumínio, com comando acionado por corrente, o E.torQ – nome dado pela Fiat – entregava até 132 cavalos, mas foi atualizado e na Toro 2017, ia até 139 cavalos a 5.750 rpm no álcool.

Na gasolina, fazia 135 cavalos, com torque em 18,8 kgfm ou 19,3 kgfm no etanol, ambos a 3.750 rpm. O E.torQ foi a saída da Fiat para se livrar do acordo com a GM, visto usar o motor Família I 1.8 8V anteriormente.

Tal como no 1.6, que já não é mais oferecido no Brasil, o 1.8 é criticado pela resposta lenta, exceto no modo Sport, que altera os parâmetros de funcionamento do motor, mas sob pena de alto consumo. Ele é usado no Jeep Renegade também.

Na Toro 2017, o E.torQ 1.8 era usado apenas com transmissão automática de seis marchas da Aisin, tendo modo Sport e mudanças manuais. A tração também era dianteira, como no 2.4 litros.

Por fim, o motor diesel Multijet 2.0 faz parte da família JTD, que se originou de uma joint-venture reunindo também GM, Maruti-Suzuki e Tata-Fiat. Lançada em 1997, essa família de motores 1.0, 1.3, 1.6, 1.9, 2.0, 2,2, 2.4 e V6 3.0 da VM Motori.

A linha Multijet ainda tem três motores pesados, com 2.3, 2.8 e 3.0, usados no Brasil por Fiat, Peugeot, Citroën e Iveco. Com duplo comando de válvulas com variação na admissão, ele tem cabeçote de 16V em alumínio e bloco de ferro.

O Multijet II tem sistema EGR (Recirculação de Gases de Escape), tendo injeção Common-Rail, turbina de geometria variável e intercooler. Com as tecnologias em dia com os motores diesel, o 2.0 surpreendeu desde o começo.

Com 1.956 cm3, o motor tem taxa de compressão de 16,8:1, entregando assim 170 cavalos a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm. Para o Brasil esse motor chegou com duas opções de câmbio.

O primeiro era manual de seis marchas com embreagem de acionamento hidráulico, enquanto o segundo era automático ZF de nove marchas. Com modo Sport e paddle shifts, a Toro 2017 diesel tinha tração dianteira ou 4×4.

Nos dois casos, podia ser manual ou automática, esta última sempre 4×4 com redução eletrônica, que basicamente usava uma primeira muito curta no lugar de uma caixa de redução.

Atualmente, encontrar a Toro 2017 diesel 4×2 ou 4×4 com câmbio manual é difícil, já tendo saído de linhas essas opções, assim como o Tigershark 2.4 litro.

A Fiat Toro deve usar o novo Firefly 1.3 Turbo com 150 ou 180 cavalos, ambos com transmissão automática de nove marchas e tração dianteira ou integral.

Desempenho

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

  • Fiat Toro 1.8 Flex 4×2 AT6 – 12,2 segundos e 175 km/h
  • Fiat Toro 2.4 Flex 4×2 AT9 – 9,9 segundos e 200 km/h
  • Fiat Toro 2.0 Diesel 4×4 AT9 – 10,0 segundos e 188 km/h

Consumo

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

  • Fiat Toro 1.8 Flex 4×2 AT6 – 6,4/7,8 km/l e 9,6/11,2 km/l
  • Fiat Toro 2.4 Flex 4×2 AT9 – 5,9/7,4 km/l e 8,6/10,8 km/l
  • Fiat Toro 2.0 Diesel 4×4 AT9 – 9,0/11,2 km/l

Toro 2017 – manutenção e revisão

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

Revisão10.000 km20.000 km30.000 km40.000 km50.000 km60.000 kmTotal
1.8 FlexR$ 420,00R$ 728,00R$ 680,00R$ 904,00R$ 760,00R$ 1.448,00R$ 4.940,00
2.4 FlexR$ 484,00R$ 704,00R$ 732,00R$ 888,00R$ 724,00R$ 1.976,00R$ 5.508,00
2.0 DieselR$ 720,00R$ 1.212,00R$ 1.328,00R$ 3.260,00

Toro 2017 – ficha técnica

Toro 2017: versões, fotos, motores, consumo, desempenho, etc

Motor1.8 E.torQ2.4 Tigershark2.0 Multijet
Tipo
Número de cilindros4 em linha4 em linha4 em linha
Cilindrada em cm3174723601956
Válvulas161616
Taxa de compressão12,5:1ND16,5:1
Injeção eletrônicaIndiretaIndiretaDireta, turbo
Potência máxima135/139 cv a 5.750 rpm (gasolina/etanol)174/186 cv a 6.250 rpm (gasolina/etanol)170 cv a 3.750 rpm (diesel)
Torque máximo18,8/19,3 kgfm a 3.750 rpm (gasolina/etanol)23,5/24,9 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)35,7 kgfm a 1.750 rpm (diesel)
Transmissão
TipoAutomática de 6 marchasAutomática de 9 marchasManual de 6 marchas ou automática de 9 marchas
Tração
TipoDianteiraDianteiraDianteira ou Integral
Direção
TipoElétricaElétricaElétrica
Freios
TipoDiscos dianteiros e tambores traseirosDiscos dianteiros e tambores traseirosDiscos dianteiros e tambores traseiros
Suspensão
DianteiraMcPhersonMcPhersonMcPherson
TraseiraMultilinkMultilinkMultilink
Rodas e Pneus
RodasLiga leve aro 16 polegadasLiga leve aro 16 polegadasLiga leve aro 16 polegadas
Pneus215/65 R16215/65 R16225/55 R18
Dimensões
Comprimento (mm)4.9154.9154.915
Largura (mm)1.8441.8441.844
Altura (mm)1.6801.6801.680
Entre eixos (mm)2.9902.9902.990
Capacidades
Caçamba (L)820820820
Tanque de combustível (L)606060
Carga (Kg)6506501.000
Peso em ordem de marcha (Kg)1.6191.7041.871
Coeficiente aerodinâmico (cx)NDNDND

Toro 2017 – fotos

https://www.youtube.com/watch?v=3Wt48zhU9b4

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 25 anos. Há 14 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.