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Toyota aproveita a renovação do RAV4 para entrar de vez na briga no segmento de SUVs médios

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O sistema de cotas criado pelo governo “aguou” o negócio de várias marcas no Brasil. Algumas até estouraram o volume de importação permitido antes mesmo do início do quarto trimestre. Para a Toyota, ao contrário, os limites do Inovar-Auto viraram uma vantagem. Graças à cota, o RAV4 pôde se tornar um real concorrente no segmento de utilitários esportivos médios – aproveitando a renovação do modelo, importado do Japão.

A montadora tem o direito de trazer 10 mil unidades do exterior sem pagar o super-IPI, de 30% adicionais, e decidiu que estas unidades virão para encarar de frente os rivais. Como a Honda com seu CR-V, produzido no México. E também outros orientais que vêm dominando o segmento, como Huyndai iX-35, Kia Sportage e Mitsubishi ASX. O novo RAV4 chega com novo visual, melhor equipado e, mais importante, preço equiparado ao dos concorrentes.

Esta atitude criou um fato pouquíssimo usual no mercado brasileiro: o novo RAV4, tratado como nova geração pela Toyota, chega mais barato do que o modelo que acaba de sair de cena. O modelo básico, 4X2 e com motor 2.0 com câmbio continuamente variável, CVT, fica por R$ 96.900. A versão intermediária utiliza o mesmo trem de força, mas tem tração integral e vários equipamentos a mais, está tabelada a R$ 109.900.

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O configuração de topo vem com um propulsor 2.5 – evolução do 2.4 utilizado no antigo RAV4 –, câmbio automático de seis marchas e custa R$ 119.900. O desemprendimento da marca não foi pequeno. O modelo 2.4 4X4 antigo vinha bem menos equipado, tinha um câmbio automático antiguinho, de quatro velocidades, e custava R$ 125 mil. E a versão 4X2 saía a R$ 110 mil.

A estratégia da Toyota é claramente ganhar no volume. Antes o RAV respondia a uma escala dentro da própria concessionária da marca. O preço do RAV era relacionado ao da SW4. Com a mudança, a expectativa em relação ao modelo é simplesmente dobrar as vendas, de 400 para 800 unidades mensais – a sobra seria usada para importar Camry e Prius, dois modelos de imagem.

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Não parece nada improvável que esta meta seja alcançada. Para começar, esta média está até abaixo da obtida pelos SUVs médios que lideram o segmento no mercado. Depois, o RAV4 ganhou apelo estético e de conteúdo nessa nova fase – principalmente nas versões intermediária e de topo.

Não é caso da básica, que de fato faz jus a esta definição. Desde o acabamento até a chave de ignição – igual à do Etios, por exemplo –, tudo ali foi pensado para reduzir o custo e valorizar ainda mais os apetrechos das versões mais completas. De mais sofisticado, ela tem sensor de obstáculo traseiro, rodas de liga leve e conexão Bluetooth – além dos “obrigatórios” ar, direção, trio, ABS e airbags frontais.

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Já a versão intermediária ostenta recursos bem mais interessantes. Vem com seis airbags, câmera de ré, botão de ignição e chave com destravamento por aproximação, além da tração integral. A versão topo, que deve responder por apenas 10% das vendas totais, tem rigorosamente os mesmos recursos da intermediária, a não ser pelo acréscimo do trem de força mais poderoso e do teto solar.

Na parte visual, o avanço do crossover da Toyota foi também notável. A começar pelo estepe, que foi para um lugar mais apropriado, no assoalho do compartimento de bagagens – o que provocou um “encolhimento” de 3 cm, para 4,57 metros. A plataforma do RAV4 manteve a arquitetura do modelo antigo.

Por isso, tem a mesma angulação nas colunas e também o entre-eixos de 2,66 metros. Já altura é igual, mas ficou 4 cm mais largo. O ganho nas linhas da traseira, porém, extrapola a simples retirada do pneu sobressalente. Os traços mais marcantes das linhas do modelo ficam ali, no recorte de tampa, vidro traseiro e aerofólio. Já a frente ostenta o mesmo sorriso presente no Etios e que representa a nova identidade da marca. E, de alguma forma, espelha o otimismo com que a Toyota vem encarando tanto o mercado brasileiro quanto a retomada da liderança do mercado mundial.

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Ponto a ponto

Desempenho – Apesar da diferença de tamanho e potência, os motores do RAV4 respondem de maneira bastante semelhante. O propulsor 2.5 tem bons 179 cv e 23,8 kfgm de torque, mas é ligeiramente anestesiado pelo câmbio automático de seis marchas. Ainda assim, tem agilidade nas acelerações e retomadas. Já o motor 2.0 é semelhante ao do Corolla, embora não seja flex, e fornece 145 cv e 19,1 kgfm. Este tem a vantagem de contar com um câmbio CVT, que mantém a relação mais apropriada para responder prontamente à pressão do acelerador. No final das contas, os motores conversam bem com os câmbios mas nenhum dos dois emociona ou enerva quem está ao volante. Nota 7.

Estabilidade – A Toyota manteve o acerto “europeu” que o antigo RAV4 tinha. A suspensão é rígida o suficiente para impedir as rolagens laterais e a absorção das irregularidades ficam a cargo dos pneus de perfil bem avantajado, 225/65 R17. Esta lógica resulta numa melhor dirigibilidade em pisos mais regulares, em ruas pavimentadas ou rodovias, e exalta mais o lado “crossover” do modelo da Toyota, como aliás ocorre com praticamente toda a concorrência. Nota 8

Interatividade – O RAV se mostra bem menos parcimonioso no número de equipamentos que o modelo anterior. O modelo básico 2.0 4X2, que deve responder por 70% das vendas, tem sistema de som com Bluetooth, sensor de ré, computador de bordo e retorvisores externos rebatíveis eletricamente, mas a ausência de controle de cruzeiro para um modelo com câmbio CVT não tem lógica. A situação melhora nas outras versões, bem mais caras, com câmara de ré, bancos elétricos e retrovisor interno eletrocrômico. A direção é bastante comunicativa e tem boa pegada. Nota 8.

Consumo – Segundo o InMetro, o novo RAV4 não faz feio. O motor 2.0, 4X2 ou 4X4, conseguiu classificação A no segmento e C no geral ao fazer médias de 9,5 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada. O motor 2.5 4X4 ficou com B no segmento e C no geral, com 8,7 km/l na cidade e os mesmos 10,9 km/l na estrada do motor menor. São bons números para um modelo com mais de uma tonelada e meia de peso. Nota 8.

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Tecnologia – Em vez de criar um novo RAV4, a Toyota preferiu promover uma forte renovação no antigo. Ele manteve a mesma arquitetura do modelo lançado em 2005, com alteração na qualidade dos aços estruturais para aumentar a rigidez torcional. Os motores também são evoluções de propulsores já conhecidos. O 2.0 é o mesmo aplicado ao Corolla e o 2.5 é um aprimoramento do 2.4 do antigo RAV. O sistema de tração também não mudou: é on-demand com transferência de, no máximo, 50% da tração para o eixo traseiro. Mas agora ganhou um gerenciamento eletrônico mais moderno. Em relação à segurança, nada de muito impressionante. Airbag e seis airbags apenas nas versões caras. Falta controle de estabilidade, recurso desejável em um modelo com 1,70 metro de altura, e GPS, presente até no defasado Corolla. Nota 7.

Conforto – O RAV4 oferece uma boa área para até cinco ocupantes. Há bom espaço lateral e para as pernas dos passageiros que vão atrás, que ainda contam com encosto reclinável. Os bancos não são muito macios, mas sustentam bem o corpo. A suspensão firme e os pneus de perfil alto formam um bom conjunto, principalmente em pavimentos de melhor qualidade. Em pisos menos nivelados, esta equação não funciona tão bem. As vibrações chegam aos ocupantes com pouca filtragem. Nota 8.

Habitabilidade – Estranhamente, a boa altura do modelo externa do RAV4 não se reflete internamente numa posição mais ereta para os ocupantes. O assento fica próximo ao assoalho e faz com que o joelho fique muito dobrado. Por outro lado, as portas são amplas e a altura do modelo facilita o entre-e-sai. A Toyota não revela a capacidade de carga até a altura do vidro, que fica em torno de 500 litros. Ocupado até o teto, cabem 1.087 litros. Se for tratado como uma Kombi qualquer, com carga até o teto e com os bancos rebatidos, passa de 2 mil litros. O melhor é que a tampa do porta-malas agora articula para cima e não para o lado, como antigamente, já que não carrega mais o espete. Nota 9.

Acabamento – A versão de entrada, que vai responder por 70% das vendas, tem um acabamento sofrível, apesar de custar quase R$ 100 mil. No tablier, o painel imita a forração em couro que realmente existe nas versões superiores. Há plásticos em excesso, alguns com pintura metalizada, todos rígidos e desagradáveis ao toque e ao olhar. O revestimento dos bancos e do painel das portas também não transmitem qualquer requinte. Nas configurações 4X4, revestidas em couro, o ambiente melhora um pouco. Há muitas rebarbas nas placas de plástico, mas nenhuma imprime tanta falta de qualidade quanto a que cobre o fundo da mala. Nota 6.

Design – Foi o ponto em que o RAV4 verdadeiramente evoluiu. O desenho da frente é uma versão mais aprimorada e requintada da utilizada pelo compacto Etios, em que parece que o carro está com um sorriso estampado. O perfil ficou aprisionado nas dimensões e nos ângulos das colunas da geração anterior, mas a solução para a tampa do porta-malas, agora sem o estepe, foi original e interessante. A lataria abaixo do vidro é ressaltada e forma uma espécie de minivolume. A lanterna foi horizontalizada e dá um aspecto bem agressivo. Internamente, o design é bem conservador, com intrumentos concentrados em um cluster quadrangular. Nota 8.

Custo/benefício – O modelo mais barato regula com os rivais diretos, como Honda CR-V, Hyundai iX-35, Kia Sportage e Mitsubishi ASX. As versões com tração integral são bem-equipadas, mas têm valores mais salgados. De qualquer forma, o RAV4 evoluiu neste aspecto e ganhou melhores condições de brigar entre os SUVs médios. Nota 8.

Total – O Toyota RAV4 somou 77 em um máximo de 100 pontos.

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Primeiras impressões – Pacatíssimo cidadão

Itatiba/São Paulo – O RAV4 traz a característica mais típica dos modelos da japonesa Toyota: um veículo equilibrado ao extremo e sem supresas. É um produto desenhado para um consumidor pragmático, que não quer problemas e encara automóvel prioritariamente como meio de locomoção – no caso, com boa dose de conforto.

Apesar de ser alto, de aspecto robusto, o RAV4 não se presta a injetar adrenalina no sangue de ninguém. A susposta capacidade off-road insinuada pela tração integral, prejudicada pelo protuberante spoiler dianteiro, é indicada para, no máximo, evitar a desagradável perda de aderência na lama formada após a chuva na estrada de terra a caminho do sítio.

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As motorizações que a marca japonesa separou para o Brasil indicam este propósito. Tanto o modelo 2.5, com câmbio automático de seis velocidades, quanto o 2.0, com câmbio CVT, deslocam o RAV com algum firmeza, mas sem qualquer agressividade. A caixa automática faz as mudanças de forma quase imperceptível e consegue explorar as capacidades do motor de 179 cv de forma elegante, sem gritos ou trancos.

No caso do CVT, esta progressividade no ganho de velocidade fica tão monótona que a engenharia “inventou” sete marchas, ou relações pré-programadas, para emular um pouco mais de vigor. No relógio, porém, o CVT é mais eficiente na hora de acelerar ou de retomar.

Por dentro, o crossover da Toyota é também previsível. Os comandos estão nos lugares certos, há porta-copos e porta-objetos na dose correta e o design de painel e console não permite adivinhar se o modelo é da primeira ou da segunda década do milênio.

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Só a ergonomia escapa um pouco dessa mistura de mesmice e eficiência. Apesar de todos os elementos internos indicarem que a postura dos ocupantes deva ser a de quem senta numa cadeira, mais ereta, o assento fica próximo demais do piso, forçando uma genuflexão exagerada – de fato, mesmo com pessoas de estatura média, os joelhos ficam mais altos que o quadril.

Os materiais de acabamento também poderiam ser mais caprichados. Há plásticos demais e muitas rebarbas nas peças rígidas. O revestimento em couro, presente nas versões intermediária e superior, é um investimento necessário para sintonizar o RAV com um segmento de veículos em torno de R$ 100 mil. Seja como for, em termos relativos o novo RAV apresenta melhoras significativas. Há mais e melhores equipamentos que o antigo, além adotar, com extremo bom gosto, a retirada do espete da tampa traseira.

Ficha técnica – Toyota RAV4

Motor 2.0: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.987 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e duplo comando variável de válvulas. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.

Potência: 145 cv a 6.200 rpm.

Torque: 19,1 kgfm a 3.600 rpm.

Diâmetro e curso: 80,5 mm X 97,6 mm. Taxa de compressão: 10,0:1.

Transmissão: Automática do tipo CVT com sete relações pré-determinadas. Tração dianteira (integral). Não possui controle de tração.

Peso: 1.525 kg (1.615 kg com tração integral).

Motor 2.5: Gasolina, dianteiro, transversal, 2.494 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e duplo comando variável de válvulas. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.

Potência: 179 cv a 6 mil rpm.

Torque: 23,8 kgfm a 4.100 rpm.

Diâmetro e curso: 90,0 mm x 98,0 mm. Taxa de compressão: 10,4:1.

Transmissão: Automática com seis velocidades à frente e uma a ré. Tração integral. Não possui controle de tração.

Peso: 1.630 kg.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com barras estabilizadoras. Traseira independente do tipo double wishbone com barras estabilizadoras. Não possui controle de estabilidade.

Pneus: 225/65 R17.

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS de série.

Carroceria: Utilitário esportivo em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,57 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,72 m de altura e 2,66 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais (4X2) ou airbags frontais, laterais e de cortina (4X4).

Capacidade do porta-malas: 1.087 litros até o teto ou 2.078 litros com os bancos rebaixados e até o teto.

Tanque de combustível: 60 litros.

Produção: Aichi, Japão.

Itens de série:

Versão 2.0 4X2: Ar-condicionado manual, rádio/CD/MP3/Bluetooth, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro bipartido, computador de bordo, volante multifuncional revestido em couro, trio elétrico, barras longitudinais no teto, rodas de liga leve de 17 polegadas, airbags frontais, faróis de neblina, sensor de estacionamento traseiro e ABS com EBD e BAS.

Preço: R$ 96.900.

Versão 2.0 4X4: Adiciona ar-condicionado dual zone, sistema de som com central multimídia e monitor sensível ao toque de 6,1 polegadas, câmara de ré, banco do motorista com ajuste elétrico, bancos revestidos em couro, cruise control e tração integral.

Preço: R$ 109.900.

Versão 2.5 4X4: Adiciona motor 2.5 e teto solar elétrico.

Preço: R$ 119.900.

Por Auto Press

  • radiobrasilcombr

    Querida Toyota, espero que esse carro seja tão bem aceito como o Etios foi… uma BENÇÃO a versão básica só ter 2 airbags e abs, MUITO OBRIGADO viu!?
    Ah.. controle de tração e estabilidade é muuuuuuuuuuuuito caro, né? Entendo…

    • Geanmatheus

      OFF: Falando em Etios, a Toyota vai lançar uma versão mais sofisticada? Vi isso em um site por aí…

      • Tiago_Beneditto

        Acho que é o Toyota Yaris para mercado emergentes, ta na carro and driver.

        • Mascarado

          É a mesma bosta que o fetios, mas vão maquiar e colocar o nome do irmão que é verdadeiramente bom pra enganar bobo.

      • bilharinho

        É verdade. Saiu no Yahoo ontem. Depois do mico aqui no Brasil eles estão mudando antes de lançar na Argentina.

    • PONCIO PILATOS

      pelo "precinho" cobrado, o ECOSPORT e o DUSTER, vão continuar agradecendo, e, ah….
      reinando absolutos….

      • Sr_Wilson

        Bom espero que não esteja dizendo que ecosport e duster sejam concorrentes do RAV-4, ASX, CRV.

        Esses são pra concorrer com jimmy, TR4 e afins, RAV-4 (versão 2.5) ta mais pra bater de frente com o Edge do que com o eco.

        • Sias

          O Edge está mais pra cima…este aí é com iX35…Captiva…

    • fep

      CRV também.

    • rportes

      Sem controle de tração e estabilidade é impossível comprar por esta faixa de preço.

  • Realmente tem alguns itens a desejar, mas no geral, acho a versão intermediária uma boa opção!

  • KVF

    Um carro desse preço não ter gps e nem controle de estabilidade é imperdoável.., em 2014 a concorrência dos SUV vai pegar fogo. vou comprar o meu, mas vou esperar a guerra rolar. Vai ter o 2008 THP da Peugeot , a versão nova da Duster 4×4, o Ford Kuga, e a Renault Captur. é provável que a RAV 4 já venha com gps em 2014.

    • radiobrasilcombr

      Mas os carros q citou são crossovers pequenos, todos concorrem com Eco, Duster…
      O Toyota em questão seria categoria superior (em porte), como Captiva, CRV, Ix35…

      • KVF

        Em relação ao porte, a RAV 4 é superior, mas não em equipamentos. Se a versão intermediária da RAV viesse a 96 mil seria imbatível, mas essa versão é pelada demais…, por 109 mil, a Outlander 2.0 já fica mais interessante.
        Na verdade vou esperar o lançamento da 2008 no ano que vem, apesar de ter entre eixos menor, vem completa na faixa de 60 a 70 mil, já o Ford Kuga tem o mesmo porte da RAV.
        Portanto acho que quem está a fim de comprar uma SUV, é mais interessante esperar 2014, pois a concorrência vai pegar fogo.

        • lachard

          Ford Kuga tem o tamanho de um Tiguan

          • KVF

            O Ford Kuga tem 4,44 m de comprimento, 1,84 m de largura, e 1,68 m de altura. A RAV tem 4,57 m , 1,84 m e 1,71 m. Portanto tem o mesmo porte, mas a Nova RAV é melhor. Vi um Kuga de perto na Argentina e não gostei.

  • fabio_augusto

    A Toyota só vem regredindo tanto em design quanto em acabamento. No site Carbuyer os últimos lançamentos só tem nota baixa em relação aos concorrentes (com exceção de um ou outro).

  • iamdix

    A Toyota não paga os 30% adicionais e não repassa para o consumidor …….custa mais que o dobro que na maioria dos outros paises e ainda por cima muito mais pelado ……………..é o cumulo pagar o que querem para essa RAV a versão top deveria custar 80.000 reais ae eu começaria a pensar nela ……fui

  • Sigma7

    Se ele vem com CVT provavelmente o novo Corolla visando reduzir custos tal como a Chevrolet fez adotando o mesmo câmbio automático em diferentes modelos.

    • ocduarte

      A RAV é importada do Japão, o Corolla feito aqui. Não tem muita lógica essa linha de raciocínio.

      • Edson Roberto

        Tem sim pois já foi noticiado que iriam optar entre cmabio de 6 marchas ou CVT. O lançamento nos EUA irá nos dizer qual deles foi escolhido.

  • lucas

    Pessimo acabamento e preço altissimo, prefiro comprar um santafe 2012/2013 muito mais em conta… Toyota se toca!!

  • igor

    Nossa esse carro vem com tanto item de serie que vou até compra um

  • murilo

    ESP? piada esse carro por esse preço…

  • Brunocarro1998

    Já que não vai pagar o super-IPI, daria tranquilamente para vender na faixa dos 88-90mil. Lembrando que os coreanos, que pagam o super-IPI são mais baratos. Mas, se você não precisa de espaço, acho que o Mitsubishi ASX ainda é a melhor opção da categoria.

  • MarcosObs

    Bom para os outros comprarem e para abaixar os preços. Eu por enquanto quero ver o fogo no Circo. Mas falta de GPS / TC e com este painel de Etios…não sei não, vai micar. Assim como o novo Santa Fé batendo nos 140k, ridículo. ESPEREM UNS SEIS MESES E VERÃO.

  • Fellipe

    Sem os controles de estabilidade e tração? Por mais de 95 mil? Gasolina?… Toyota, hoje em dia com este preço existem carros que também não quebram e não dão oficina. Acorda Toyota!

    • fep

      Só a Toyota ?

  • dorovanius

    Alguém está encontrando CRV para vender em alguma concessionária?

  • ResendeMaster

    Oferece muito pouco e preço muito alto. Um carro de 100 mil tão básico é sinal de que a Toyota quer usar sua fama para vender muito e oferecer pouco. Como dizem na gíria, se colar colou, se não, tem que baixar.

  • Marco_ABP

    No item "Acabamento", o texto detona o carro do início ao fim. E aí a nota é 6?!??!?!?!?! Na época de escola, queria ter um professor bonzinho como esse avaliador. Eu não teria ficado tantas vezes em recuperação… :)

    • lachard

      Todos os itens tem várias ressalvas e mesmo assim levam 8, 9….Coisa de "fazedor de média", tira aqui, poê ali….

  • pumagtb

    Sem noção, tem coisa melhor no mercado.

  • Eduardo

    Eber, não tem como fazer uma avaliação do Grand Vitara? Ou a Suzuki não fornece carros pra vcs q nem a Mitsubishi?? Obrigado.

  • RICHOLL1

    96 paus em um carro cheio de plástico e com rebarbas, é SUV do étios.

  • GuilhermeSevlac

    ohhh que sensacional

  • Leonardo

    Preço baixou? Onde? O modelo antigo 4×2 custava 92.000. Por que insistem em falar que o preço baixou?? Até tu NoticiasAutomotivas?

  • canino_preto

    Carro feio, rebarbado e caro…tô fora!

  • Sias

    Está aí mais um carro que não venderia se dependesse de minha opinião. Caro…feio…e sem itens essenciais.

  • fep

    Muito lindo e robusto, tão caro quanto o CRV que também não tem nada de opcionais !

  • MM_

    2 air bags, interior de 1980, sem ESP, sem ar digital, sem um simples regulador de velocidade, por quase 100 mil. Hehehe. A sorte da Toyota é q a maioria desses carros é comprado por mães que usam pra levar os filhos na escola e nao sabem pra q serve tudo isso. Ser altinho já é suficiente.

  • mrguilhermesosa

    O Peugeot 3008 dá de 10 no Rav4, mas tenho certeza que o Toyota vai vender muito mais que o francês.

  • Ricardo

    No site reclame aqui a toyota responde em um dia e as fodes e psy cars nao respondem nada porque sera ?

  • Pão

    Mais de R$100 mil Dilmas, com airbag duplo e painel de prástico!?Ah dona Toyota, vai -expressão de baixo escalão-!!

  • Rodrigo

    Nossa, que painel FEIO!!!!!!!!! Me faz lembrar os carros da Kia dos anos 90…. Dá a impressão de que a ergonomia é ruim.

  • Andrex2501

    Como já disse anteriormente, a relação custo x benefício da versão de entrada é péssima. Sem couro nos bancos, ar-condicionado manual (prefiro esse, mas pensando em "requinte"), um mísero duplo air-bag, plástico rígido por todo acabamento interno e sem a eletrônica do controle de estabalidade / tração por 96,9k. Desculpa mas não da pra engolir, é inaceitável!

  • Garfield_DF

    A Toyota perdeu uma excelente oportunidade de fazer um carro totalmente renovado, num segmento de mercado que já é muito promissor. Ao invés disso, fez modificações medíocres, contando (como já vem fazendo) com a burrice e modismo típicos do brasileiro.

    Decepcionei-me muitíssimo com:
    1. A falta de inspiração do interior. Pobre e feio.
    2. A falta de opcionais obrigatórios como controle de estabilidade, mais airbags e vários outros apetrechos tecnológicos obrigatórios em veículos desta faixa de preço.
    3. O motor fraquinho (nas duas versões). Esse 2.0 de 145 cv (a 6200 RPM) então… é um legítimo "mother-car"!

    Parece que a filosofia terceiro-mundista que norteou a criação do Etios influenciou a equipe que desenvolveu este carro.

    DECEPÇÃO (one more time) COM A TOYOTA .

  • feu

    mitsubishi outlander 2.0 sem dúvida!

  • marcfreitaz

    Pelas fotos não gostei em nada desse painel. É uma pena as marcas cobrarem caro por esse tipo de SUV, ainda sim virem meio pelados.

  • Fer P

    prefiro uma captiva o uma v6 AWD no preço desse basico e se for o completo uma traiblazer v6

  • kikofar

    Acho a falta de ESP (pelo menos) um total descabimento por parte da empresa japonesa na sua 'política' de vendas ao Brasil. ESP é, basicamente, composto por sensores nas rodas, no volante e um módulo (central) que gerencia tudo. Enfim, compontentes eletrônicos e cabos que, ao final, não tem um custo alto definitivamente… Mais uma vez, um miserê da Toyota que, espero eu, se reflita nas vendas baixas pra ver se aprendem de uma vez que carros nessa faixa de preço, carro pra servir a uma família, deve ter segurança passiva em níveis aceitáveis.

  • Neanderthal_Man

    Um parente meu tem um RAV4. Com aquele monstrengo pendurado na traseira.

    Certa vez eu comentei com ele: "Esse carro deve ser caro, hein? Preço de um Audi mais ou menos, não é?"
    A resposta dele: "Mas Toyota é Toyota…"

    Terminou por ali a conversa, rumei para a cozinha para beliscar algo.

  • Magalhaes

    A Toyota deve estar apresentando o novo designer da SW4, que devera ser parecido com o Rav4

  • Marcos

    deveria ser uns 60k o de entrata e top por no max 75-80 a toyota ta viajando…

  • gerente2003

    Gostei, melhor que o Honda CRV.
    Melhor que as coreanas.
    Toyota é Toyota.

    • Submundo

      Gerente da Toyota?

  • Mah_Zinha

    Pode não estar no preço que deveria e ser menos equipado que deveria.
    Mas pelo menos aqueles cagados arrogantes da Honda vão parar de se achar a última coca-cola do deserto com sua "preciosa" e "raríssima" CRV por encomenda e com ágio. Caminho que a Hyundai começou a trilhar, mas parece que já descarrilou.
    Que venha RAV, Lifan e quantas mais quiserem.

  • PSY

    Carro bonito, mas o Painel !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!, os japoneses são bons de design exterior, mas o painel !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!, outro exemplo classico é o NEW CIVIC o painel parece mais de trator agricola, horrivel !!!!!!!!!!!!!!!!, mas no Brasil existem muita maria-vai-com-as-outras igual a torcida do Flaglobo, onde a Rede Esgoto de Televisão aliena e imbeciliza as pessoas, o NEW CIVIC vende porque é novidade, e para o emergente dizer que tem um por afirmação pessoal.
    quer comprar um bom SUV indiscutivelmente é o TIGUAN, Comprem um e verá o que é o conceito de automovel.
    Automovel é coisa de alemão os demais fazem apenas carros.

    • Diego

      Você já dirigiu o new civic? Eu já tive um beetle (2007), um corolla, já dirigi um "old" civic, um 3008, um accord, uma santa fé, uma bmw 318i (sem falar o que dirigi quando viajei para os EUA, mas excluirei pelas diferenças das condições das estradas)… e posso dizer: o painel no new civic é muito bom (bmw e seu dono que o digam)! Inclusive, ao fazer o test drive nele, deixei o meu corolla gli 2012 e peguei o civic 2012 no ato. Quem não conhece ou acha caro que fale. O único defeito é apenas o air bag duplo e a falta de ESP. Carro com painel fantástico, econômico e confortável (não sou fanboy de nada..). Me parece que, quanto à nova RAV4, a grande crítica é que nada mas fez que trazer mais do mesmo.
      Quanto ao Tiguan, nada vi demais. Entrei numa, nem vontade de dirigir senti. Pareceu um – tão criticado – jetta alto.
      Concordo que os alemães são diferentes. A bmw, apesar de seca, foi "diferente" e, apesar de mais seca, melhor. Mas criticar por criticar, não cola.

  • Zigs

    Bom… Pelo menos a Toyota baixou o preço do SUV pra tentar brigar na linha dos médios. É obvio que milagre não existe, tiveram que pelar o modelo de entrada brasileiro. Mas a boa notícia é que não apelaram para o cambio manual como os concorrentes de entrada. O modelo vendido nos E.U.A. parte de $23300,00 (+-47 mil) e não falta opcionais mas estamos no Brasil, o país dos impostos.

  • wavehunter

    Não deu vontade de dirigir??? Pelo jeito nunca teve o privilégio de pilotar um carro com motor TSI de 200CV e perdeu a oportunidade de verificar qual deveria ser o comportamento dinâmico dos crossovers, já que por experiência própria, concorrentes como CRV e Captiva, são péssimos neste quesito.
    Ainda, ser comparado com um "Jetta alto" não é demérito nenhum, pelo contrário, com motor TSI (agora com 211CV) e câmbio DSG, Jetta é o melhor sedã médio a venda no mercado nacional.
    Sim, gosto de VW. Sim, proprietário de uma Tiguan e de uma Jetta Variant.
    Abs!

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