História Peruas Toyota

Toyota Fielder: história, detalhes, equipamentos, motor (e consumo)

Toyota Fielder: história, detalhes, equipamentos, motor (e consumo)
Toyota Fielder

A Toyota Fielder é a perua do sedã Corolla aqui no mercado brasileiro.

Até meados de 2008, os fãs de Toyota Corolla eram amparados por duas versões do modelo no Brasil. Ele era oferecido por aqui na tradicional carroceria sedã, além do modelo perua, conhecido simplesmente como Toyota Fielder.


Este último modelo chegou ao Brasil em 2004, com direito a produção nacional, e durou somente quatro anos. Ou seja, temos Toyota Fielder de 2004 a 2008 no mercado de carros usados.

O Toyota Corolla Fielder nada mais era que uma versão do Corolla com porta-malas maior. Ou melhor, em partes.

Apesar da traseira com teto prolongado e a sensação de oferecer um compartimento de bagagens maior, a perua tinha apenas 441 litros de capacidade, contra os 467 l do sedã convencional.


A perua se destacava pela tampa traseira mais ampla e a possibilidade de acomodar objetos mais altos.

Por conta dessas semelhanças, o Fielder 2004 a 2008 carregava a mesma fama de robustez e confiabilidade do sedã e também de outros carros da Toyota.

Ao todo, teve pouco mais de 35 mil unidades produzidas ao longo de quatro anos.

Hoje em dia é relativamente fácil encontrar exemplares do Toyota Fielder à venda no mercado de usados.

Todavia, boa parte das unidades têm quilometragem alta – o que não é tanto um problema caso as revisões/manutenção estejam em dia, dada a robustez da mecânica do Corolla.

Confira abaixo os principais detalhes do Fielder vendido no Brasil:

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Toyota Fielder – detalhes

Atualmente, você raramente vê uma perua 0 km à disposição dos consumidores nas concessionárias. Os crossovers e SUVs tomaram os lugares desses modelos.

Entretanto, as peruas já tiveram seus dias de glória. O Toyota Fielder começou a ser vendido no Brasil em 2004 e vendeu relativamente bem.

O Fielder foi mostrado pela primeira vez aos brasileiros no Salão do Automóvel de São Paulo de 2002 e começou a ser vendida dois anos depois.

Ele chegou para competir diretamente com outros modelos também derivados de sedãs, como o Peugeot 307 SW e o Fiat Marea Weekend, além de outros carros com a mesma proposta, como o Citroën Xsara Picasso.

Na prática, o Fielder é um Corolla sedã convencional até a coluna “B”. Porém, a perua pode ser conhecida por alguns detalhes exclusivos aplicados pela Toyota, como é o caso dos faróis com máscara negra e a grade frontal preta.

Visto de lateral, a perua da Toyota mostra um teto mais reto para abrigar o porta-malas mais amplo.

Uma das grandes evidencias são as portas traseiras com formato ligeiramente diferente e a terceira janela, que proporciona à perua uma maior área envidraçada.

Já de traseira, há lanternas verticais, tampa do porta-malas com o suporte de placa integrado, vidro mais ereto, para-choque com formas mais limpas e até um aerofólio preso na parte superior da tampa.

Curiosamente, o Toyota Fielder é mais curto que o Corolla. A perua tem 4,45 metros de comprimento, enquanto o sedã conta com 4,53 metros.

A largura é a mesma, de 1,7 m, enquanto na altura o modelo familiar leva vantagem com seus 1,53 m (5 cm a mais), isso por conta das barras longitudinais de teto. O entre-eixos também é o mesmo em ambos, de 2,6 m.

Toyota Fielder: história, detalhes, equipamentos, motor (e consumo)

Já citado anteriormente, o porta-malas do Corolla Fielder é menor que o do Corolla sedã, com 411 litros e 437 litros, nesta ordem.

Fora isso, o coeficiente aerodinâmico é ligeiramente pior na perua, de 0,31 contra 0,30 do sedã.

Por dentro, quem conhece o Corolla de antiga geração (apelidado como “Corolla Bradd”) vai se sentir em casa no Toyota Corolla Fielder.

A perua repete as mesmas formas e o espaço do modelo convencional.

Todavia, assim como a parte externa com o aerofólio traseiro, o Fielder tenta ser mais esportivo na cabine, com painel de instrumentos com velocímetro sobreposto ao conta-giros e os bancos com padronagem de tecido diferente.

O espaço é adequado para levar pelo menos quatro adultos e uma criança. Um dos diferenciais da perua na época era a possibilidade de reclinar o encosto do banco traseiro em 20º.

A primeira leva do Toyota Fielder saiu com o motor 1.8 litro VVT-i, dotado de quatro cilindros, 16 válvulas, bloco e cabeçote em alumínio e variador de fase inteligente VVT-i, movido somente a gasolina.

Esse motor é capaz de desenvolver 136 cavalos de potência a 6.000 rpm e 17,5 kgfm de torque a 4.200 giros, com transmissão manual de cinco velocidades ou automática de quatro marchas.

Contudo, em maio de 2007 este motor passou a ser flex.

Todavia, os números de potência e torque não mudaram, sendo os mesmos tanto com gasolina como etanol. Para aumento da autonomia com álcool, o tanque de combustível foi ampliado de 55 para 56 litros.

Entre os equipamentos, ofertava airbags frontais, freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos, sistema de som com CD player, rodas de alumínio, banco do motorista e volante com regulagem de altura, tampa do tanque de combustível com abertura interna, limpador de para-brisa com temporizador de velocidade, direção hidráulica, entre outros.

Toyota Fielder: história, detalhes, equipamentos, motor (e consumo)

Toyota Fielder – história

Lançamento do Toyota Fielder em 2004

Em maio de 2004, a Toyota anunciou a chegada do Corolla Fielder aos consumidores brasileiros.

A perua, como mencionado acima, seguia o mesmo conceito do Corolla sedã, mas com o curioso diferencial de contar com um apelo mais esportivo, com direito a itens como faróis com máscara negra, grade dianteira na cor preta, aerofólio traseiro com brake light integrado, bancos com nova padronagem de tecido e painel de instrumentos com novo grafismo.

De série, a perua contava com recursos como freios anti-travamento ABS, airbag duplo frontal, vidros, travas e retrovisores elétricos, ar-condicionado com aquecedor, direção hidráulica, volante ajustável em altura, console central com porta-copos e porta-objetos, desembaçador do vidro traseiro, limpador de para-brisa com temporizador, sistema de som com CD player, banco do motorista com regulagem de altura, entre outros.

O motor é o 1.8 16V de 136 cv e 17,5 kgfm, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades.

O Toyota Fielder foi anunciado com preço de R$ 56.040 no modelo manual e R$ 59.950 na configuração automática. A perua era fabricada na planta de Indaiatuba, São Paulo, ao lado do Corolla.

A expectativa inicial da Toyota era comercializar pelo menos 4.650 unidades do Fielder logo no primeiro ano do modelo.

Esse marco não foi só atingido, como também foi ultrapassado: a perua fechou o ano de 2004 com 4.863 exemplares emplacados, contra 562 carros do Peugeot 307 SW e 240 unidades do Fiat Marea Weekend.

Corolla Fielder S chega como edição especial em 2006

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Pela primeira vez no Brasil, o Toyota Corolla foi ofertado com uma edição especial, que chegou também para a perua Corolla Fielder.

Os modelos Corolla S e Fielder S foram anunciados em novembro de 2006 como uma versão limitada a somente 1.800 unidades, sendo 1.350 do Corolla e as outras 450 do Fielder.

Entre os diferenciais, o Toyota Fielder S contava com um visual mais agressivo para dar certo ar de esportividade, além de interior com acabamento exclusivo e novos equipamentos de série.

Do lado de fora, carroceria com pintura exclusiva na cor preta, rodas de alumínio de 15 polegadas com desenho exclusivo, spoilers dianteiro e traseiro, grade dianteira com pintura em preto fosco, saias laterais, aerofólio traseiro, faróis de neblina e pintura prateada nas maçanetas, capa dos retrovisores externos, moldura da tampa do porta-malas e barras longitudinais de teto.

Já o interior ofertava manopla esportiva para câmbio manual na cor prata, tapetes personalizados, console central com acabamento na cor prata, bancos com revestimento em couro e sistema de som CD player com MP3.

De resto, seguia a mesma linha do Fielder convencional, com motor 1.8 VVT-i de 136 cv e 17,5 kgfm e câmbio manual ou automático.

O preço do Toyota Fielder S era de R$ 70.459 com câmbio manual e R$ 75.044 com câmbio automático.

Motor flex e versão SE-G para o Fielder em 2007

A primeira grande mudança na linha do Toyota Fielder surgiu em maio de 2007. A perua e também o sedã Corolla passaram a contar com o motor 1.8 16V VVT-i Flex, que pode ser abastecido com etanol e gasolina puros ou misturados em qualquer proporção.

De acordo com o fabricante, o desenvolvimento da tecnologia flex para o motor 1.8 levou três anos, tendo como objetivo equalizar a performance com qualquer um dos combustíveis.

E deu certo: o propulsor conseguiu manter a potência de 136 cv e o torque de 17,5 kgfm independente do combustível utilizado.

Contudo, naquela ocasião o Fielder já era a perua de projeto mais antigo da categoria e a última a contar com um motor bicombustível.

Para oferecer outro atrativo aos consumidores, passou a contar com a versão topo de linha SE-G.

O Fielder SE-G tinha rodas com desenho exclusivo, bancos em couro, ar-condicionado automático digital, sistema de som CD player com disqueteira para seis discos, piloto automático, computador de bordo e retrovisor interno eletrocrômico.

Podia ser encontrado somente com câmbio automático.

Veja abaixo os preços do Fielder 2007:

  • Fielder XEi 1.8 Flex MT 2007: R$ 67.144
  • Fielder XEi 1.8 Flex AT 2007: R$ 71.729
  • Fielder SE-G 1.8 Flex AT 2007: R$ 83.712

Fim de linha do Toyota Fielder em 2008

Apesar de ter conquistado boa parte do público, o Toyota Fielder se despediu do mercado brasileiro somente quatro anos após ter sido lançado.

A perua foi descontinuada na planta de Indaiatuba, interior de São Paulo, em julho de 2008.

Na ocasião, a Toyota informou que a intenção era focar a linha de produção no Corolla de nova geração, que havia sido lançado em março daquele ano.

O volume de produção do Fielder era de cerca de 600 unidades mensais.

Outro motivo foi a baixa no volume de vendas da perua no Brasil. No acumulado de 2007, ela fechou com 8.512 unidades emplacadas, um bom número.

Mas em 2008, conseguiu registrar uma média de 300 unidades mensais, sendo ultrapassada pela rival Renault Megane Grand Tour (mais moderno).

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Toyota Fielder – versões

Confira abaixo as versões do Toyota Fielder já disponibilizadas no Brasil:

  • Toyota Fielder 1.8 MT
  • Toyota Fielder 1.8 AT
  • Toyota Fielder XEi 1.8 MT
  • Toyota Fielder XEi 1.8 AT
  • Toyota Fielder S 1.8 MT
  • Toyota Fielder S 1.8 AT
  • Toyota Fielder SE-G 1.8 AT

Toyota Fielder – equipamentos

Toyota Fielder XEi 1.8

Equipado de fábrica com airbag duplo frontal, freio a disco nas quatro rodas com ABS, direção hidráulica, ar-condicionado analógico, vidros elétricos nas quatro portas, trava elétrica nas portas e na tampa do porta-malas, retrovisores externos com ajustes elétricos, alarme com controle remoto, travamento automático das portas a 20 km/h, volante com regulagem de altura, aviso sonoro de chave na ignição e de faróis ligados, relógio digital, sistema de som com CD player e quatro alto-falantes, entre outros.

Toyota Fielder S 1.8

Se diferencia do modelo XEi pelos faróis com máscara negra, retrovisores, maçanetas das portas, moldura de placa e barras longitudinais de teto com pintura na cor cinza, rodas de alumínio de 15 polegadas com desenho exclusivo, spoilers dianteiro e traseiro, saias laterais, aerofólio traseiro, console central do painel e manopla de câmbio na cor prata, painel de instrumentos com grafismo exclusivo, sistema de som com MP3 player e bancos revestidos em couro.

Toyota Fielder SE-G 1.8

Em relação ao XEi, oferecia ainda painel de instrumentos com iluminação Optitron, piloto automático, sistema de som com CD player para seis discos integrado ao painel, rodas de alumínio de 15 polegadas com novo desenho, grade frontal com formato exclusivo, ar-condicionado digital, computador de bordo, bancos com revestimento em couro, entre outros.

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Toyota Fielder – preços

Veja os preços do Fielder usado em suas respectivas versões conforme a Tabela Fipe:

  • Toyota Fielder 1.8 MT 2005: R$ 22.360
  • Toyota Fielder 1.8 MT 2006: R$ 24.320
  • Toyota Fielder 1.8 AT 2005: R$ 23.690
  • Toyota Fielder 1.8 AT 2006: R$ 24.950
  • Toyota Fielder XEi 1.8 MT 2007: R$ 25.200
  • Toyota Fielder XEi 1.8 AT 2008: R$ 27.850
  • Toyota Fielder XEi 1.8 AT 2007: R$ 26.875
  • Toyota Fielder XEi 1.8 AT 2008: R$ 28.860
  • Toyota Fielder S 1.8 MT 2007: R$ 26.070
  • Toyota Fielder S 1.8 AT 2007: R$ 27.620
  • Toyota Fielder SE-G 1.8 AT 2008: R$ 30.915

Toyota Fielder – motor

Todos os exemplares do Fielder saíram de fábrica equipados com o mesmo motor do Corolla sedã convencional.

No caso, o 1.8 VVT-i de quatro cilindros e 16 válvulas, dotado de duplo comando no cabeçote, comando por corrente, injeção multiponto, bloco e cabeçote em alumínio e variador de fase inteligente (VVT-i, ou Variable Valve Timing with Intelligence).

Ele pode desenvolver 136 cavalos de potência, a 6.000 rpm, e 17,5 kgfm de torque máximo, disponível a partir de 4.200 rpm.

Tal motor trabalha com um câmbio manual de cinco machas ou transmissão automática de quatro velocidades com conversor de torque, sempre com tração dianteira.

Até a linha 2006, o motor 1.8 VVT-i bebia somente gasolina. Porém, a partir da linha 2007 tal unidade adotou a tecnologia bicombustível, podendo ser abastecida tanto com gasolina quanto etanol.

Por outro lado, os números de potência e torque seguiram inalterados, sendo os mesmos independente do combustível utilizado no tanque – que ficou maior em 1 litro, para 56 l, como forma de aumentar a autonomia com etanol.

Além da tecnologia bicombustível, o motor 1.8 VVT-i Flex adotou outras mudanças, como a adoção de uma resina protetora contra corrosão nos pistões, novas velas de ignição com grau térmico mais elevado, central eletrônica reprogramada, válvulas de admissão e comando de válvulas com materiais de liga metálica mais resistentes, novos anéis de pistão, entre outros.

Este motor conta com o sistema de partida a frio convencional, com um tanquinho auxiliar com capacidade de 0,6 litro, instalado na parte de trás do cofre do motor.

O combustível nele inserido é injetado por bicos montado entre o cabeçote e o duto de injeção principal para auxiliar na queima do etanol em dias de temperatura mais baixa.

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Toyota Fielder – consumo e desempenho

Confira a seguir os números de consumo e desempenho do Fielder com motor monocombustível ou flex:

Toyota Fielder 1.8 MT (2004 a 2007)

  • Consumo com gasolina: 8,8 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada
  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 12,4 segundos
  • Velocidade máxima de 189 km/h

Toyota Fielder 1.8 AT (2004 a 2007)

  • Consumo com gasolina: 8,6 km/l na cidade e 12,9 km/l na estrada
  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 12,7 segundos
  • Velocidade máxima de 186 km/h

Toyota Fielder 1.8 Flex MT (2007 a 2008)

  • Consumo com etanol: 7,4 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada
  • Consumo com gasolina: 10,2 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada
  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 12,4 segundos
  • Velocidade máxima de 189 km/h

Toyota Fielder 1.8 Flex AT (2007 a 2008)

  • Consumo com etanol: 7 km/l na cidade e 9 km/l na estrada
  • Consumo com gasolina: 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada
  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 12,7 segundos
  • Velocidade máxima de 186 km/h

Toyota Fielder – ficha técnica

Motor

1.8 VVT-i

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.794

Válvulas

16 (4 por cilindro)

Taxa de compressão

10:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

136 cv com gasolina ou etanol a 6.000 rpm

Torque Máximo

17,5 kgfm com gasolina ou etanol a 4.200 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco velocidades ou automático de quatro velocidades

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson, com molas helicoidais

Traseira

Independente, multibraço, com molas helicoidais

Rodas e Pneus

Rodas

Liga-leve de 15 polegadas

Pneus

195/60 R15

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.455

Largura (mm)

1.705

Altura (mm)

1.530

Distância entre os eixos (mm)

2.600

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

380

Porta-malas (litros)

411

Tanque (litros)

56

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.250

Coeficiente de arrasto (Cx)

0,31

Toyota Fielder – fotos

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Nota média 5 de 3 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Domenico Monteleone

    A última perua que vendeu realmente bem.

  • globonaotemjapa

    Vendia bem

  • Thiago

    Para mim um dos motivos da dupla corolla/fielder ter se tornado um produto consagrado é o “milagre” que eles fizeram com o câmbio automático das gerações anteriores (e é justamente de uma delas que a fielder que conhecemos faz parte): único quatro marchas automático que dirigi (e olha que dirigi muitos) bem escalonado e que tinha um consumo muito razoável. Nunca fui fã de corolla, muito pelo contrário; mas não há como negar certas virtudes. Essa é uma das maiores que via nas gerações anteriores. E são boas gerações anteriores que fazem o nome de um carro após.

  • Ricardo

    Versões peruas quase sempre são mais bonitas que os sedãs.

  • 4lex5andro

    Bons tempos onde existiam peruas no mercado brasileiro.

    Fielder, Marea Weekend e Megane GT.

    • Fanjos

      Peugeot 307 SW era lindona tb na epoca

      • El Gato!

        Era linda, realmente.
        Um grande amigo teve uma, e teve recorrentes problemas com a direção hidráulica. Tanto que encheu o caso e passou o carro adiante.

    • Enzoando

      Não esqueça da VW Jetta Variant 2.5 (que na verdade era Golf) com aquele belíssimo ronco que se assemelhava com o de uma Lamborghini

  • Esse é um dos carros que eu gostaria de ter tido, mas que agora já estão velhos demais.

  • Luciano

    Tive que comprar um carro mais barato por conta de uma compra de imóvel. Sai de uma Ix35 2014 e exatamente pela metade do valor (29mil) peguei uma Fielder 2007 em excelente estado de conservação. Acho que esse é o segredo desse carro hoje em dia. Comprar um carro que esteja acima da média no quesito manutenção. Eu mesmo paguei quase 2mil reais acima da tabela, mas não me importei nem um pouco com isso pois examinei o carro e sabia que não me traria dor de cabeça. O carro é fantástico, não deixa a desejar em nada, apesar de ter um estilo mais arcaico em relação aos novos carros. Me levou a pensar que é possível sim viver com menos e ainda com qualidade e conforto no dia dia, de quebra pagando menos IPVA, menos seguro e principalmente menos combustível (ix fazia 6 na gasolina esse faz 8). Vale a reflexão!!!

    • El Gato!

      Se eu encontrasse um diamante desses, também não deixaria escapar. Parabéns pela compra!

    • Douglas

      Verificou o consumo de óleo? Nos modelos somente a gasolina depois dos 100k km bebia óleo que era uma beleza.

      • Luciano

        Eu já li bastante sobre esse problema deste motor, mas não cheguei a nenhuma conclusão, já que em casos apresenta o problema e em outros não. Rodei com ela até agora 3mil km e baixou menos do especificado no manual do proprietário. Troquei o óleo quando comprei e aproveitei para colocar uma Militec no bicho….

        • Douglas

          Foi um dos motivos de vender o meu XEi 03 (gasolina) com 108k km comprado usado numa CSS da Toyota com 37k km. Sempre usei óleo 10W40 da Toyota e rodava 80% em estrada.

  • Marcus Vinicius

    A modernidade da Grand Tour não era assim tão superior a Fielder !

  • Dod

    Na época que ela saiu de linha eu fazia faculdade com um cara que era vendedor da concessionária Toyota daqui de Natal e lembro que ele disse que quando a Toyota anunciou que a Fielder sairia de linha com a chegada da nova geração do Corolla houve uma grande procura pelas unidades zero km remanescentes por parte de pessoas que já possuíam uma mais antiga e que gostavam tanto do carro que se apressaram para trocar por uma nova justamente porque deixaria de ser fabricada.

  • afonso200

    a SEG tinha sensor de chuva, piloto automatico e sensor de farol (se nao me engano)

    • Lincon Lichoveski

      Sensor de chuva e piloto automático sim, sensor de farol não.

  • Ronaldo Prado

    Já tive dúvidas em trocar o meu carro por uma Fielder ou por uma GranTour. No fim das contas não peguei nenhuma das duas pois acho o interior delas horrível.

  • Edu

    Sou mais um hatch ou um crossover.

  • Hodney Fortuna

    Muito boa na época mas, era absurdamente cara!

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