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Toyota Supra: história, detalhes, modelos, anos (e motores)

Toyota Supra: história, detalhes, modelos, anos (e motores)
Toyota Supra

Um dos mais emblemáticos esportivos feitos no mundo, o Toyota Supra foi e ainda é um carro desejado por muitos, tanto dentro quanto fora do Japão. Derivado de outro clássico nipônico, o Celica, o bólido fez a cabeça de muitos jovens ao longos das décadas de 80 e 90.

Ele foi e ainda é um produto tão forte que mesmo 16 anos após seu fim, a marca investe milhões de dólares no desenvolvimento da última geração, que promete ser o suprassumo de tudo o que já foi feito pela empresa até aqui, tratado como o último carro purista da Toyota.


Neste artigo, falaremos a fundo do Toyota Supra, que ainda hoje mexe com a cabeça e o imaginário de alguns. Sua história começou sem grandes pretensões, mas aos poucos foi ganhando corpo, força e performance que o tornaram um dos ícones de uma época, onde o purismo ao dirigir estava em seu ápice.

Toyota Supra: origem no Celica

A origem do Toyota Supra está intimamente ligada à do Toyota Celica.

Este, por sua vez, surgiu em 1970, ano em que muitos clássicos e best sellers japoneses surgiram. O modelo apareceu em duas formas, sendo um liftback e um hardtop, ambos com duas portas, mas o primeiro com tampa traseira. Dotado de numeração de chassi começada por A, o Celica de primeira geração durou sete anos.

Foi na segunda geração do Celica, que as coisas começaram a mudar e o modelo passou a dispor de uma versão liftback mais destacada que anteriormente. Até então, nenhuma designação diferente era dada às variantes do cupê e do liftback. Em 1978, um ano após o lançamento da recente atualização do modelo, a Toyota lançou o código de chassi MA46 para diferenciar esta última opção do Celica.

O modelo ficou conhecido como Celica XX e era equipado com motor seis em linha 2.6 com 110 cavalos, sendo voltado para exportação aos EUA. Um equivalente feito para o mercado japonês recebia o código MA45, mas seu motor seis em linha era um 2.0 litros com a mesma potência. Assim, surgia o nome Toyota Supra no mercado dos EUA e uma lenda viva para os anos seguintes.

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Chega o Toyota Supra

Visualmente, o então Celica Supra vinha numa configuração clássica com motor grande de seis cilindros em linha e longitudinal, contando com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades, bem como eixo cardã, diferencial e eixo rígido traseiro, sendo que a série F tinha deslizamento limitado.

A suspensão dianteira era McPherson e a traseira vinha com quatro braços por roda, a fim de garantir a melhor estabilidade possível. Os freios era dotados de discos nas quatro rodas, dando grande capacidade de frenagem numa época em que acabava de surgir o sistema antitravamento da Bosch, chamado ABS.

Com linhas avantajadas, o Toyota Supra tinha 4,61 m de comprimento, 1,65 m de largura, 1,29 m de altura e 2,63 m de entre-eixos, pesando em torno de 1.270 kg e com estilo bem próprio da época, contando com frente sóbria, faróis duplos, portas grandes e vigias laterais enormes, além de colunas C bem anguladas sobre a traseira.

O bagageiro tinha tampa muito grande, assim como sua vigia.

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Conhecida como A40, essa primeira geração do Toyota Supra rapidamente evoluiu, embora ainda presa como uma variante do Celica, ganhando um seis em linha 2.8 com 117 cavalos, mas com o 2.0 japonês – limitado em tamanho por conta de tributação – chegando a 123 cavalos.

Em 1980, ganhou uma atualização no câmbio automático de quatro marchas.

Paralelamente, o Celica XX ganhava um plus em performance com preparação especial nos motores 2.0 e 2.8, sendo que este último alcançou 160 cavalos e depois 175 cavalos, ambos na versão 2800GT, enquanto o 2000S não passava de 125 cavalos.

A engenharia recebeu o apoio da Lotus nesse projeto e poucas unidades escaparam do Japão para a Nova Zelândia. Eles eram vendidos apenas na rede Corolla da Toyota.

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Influência europeia

Desde que surgiu, o Toyota Supra sempre sofreu uma pressão estilistas americana, apesar de traços japoneses, mas esse aspecto mudou radicalmente quando a geração A60 apareceu em 1982. Foi uma mudança da água para o vinho, já que o bólido simplesmente ficou mais esportivo e agressivo, antenado com os iniciantes anos 80.

A mudança o transformava em um legítimo cupê, com frente mais longa e baixa, ostentando os famosos faróis retráteis no melhor estilo Ferrari 308 e Porsche 924.

Embora não pareça, o Toyota Supra de segunda geração é maior que o primeiro, medindo 4,66 m de comprimento e 1,69 m de largura, mas com entre-eixos pouco mais curto: 2,61 m.

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Pouco antes de surgir o A60, a Toyota decidiu dar ao Celica XX uma opção de luxo aos clientes, chamada Toyota Soarer, que era adquirido na rede Toyota ou Toyopet, vindo este a durar até 2005, já na gama da Lexus.

Não foi diferente então para o Toyota Supra, mas ele era mais popular e por isso tinha a opção de versões L e P. A “L” era focada no luxo e a “P” em performance.

Logo de cara, o Toyota Supra ganhou motor 2.8 revisado com 145 cavalos, que o fazia baixar a marca de 10 segundos, lembrando que era uma versão comum, nesse caso, diferente das especiais. Nesse caso, o motor 5M chegou a oferecer 181 cavalos.

Mas, a mudança mais importante foi a introdução da suspensão multilink na traseira, que recebeu ajustes feitos pela Lotus, mas de forma geral no chassi todo.

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Essa geração teve três opções de câmbio manual, todos de cinco marchas, além de duas versões automáticas.

Foram feitas diversas modificações na mecânica do Toyota Supra, sempre buscando melhorias na forma de condução e no desempenho, incluindo redução do diferencial e até criando-se modos de atuação da direção hidráulica, que podia amolecer ou endurecer conforme a opção escolhida.

Aliás, devemos lembrar que o Toyota Supra foi o primeiro carro do mundo com sistema de navegação em 1981. No caso da transmissão automática, um gerenciamento eletrônico passou a ser introduzido em 1983. Nos anos seguintes, poucas alterações estéticas foram introduzidas, mas a mecânica sempre era alterada a cada ano/modelo.

Em 1985, recebeu um sistema EGR para reduzir as emissões de poluentes e seu sistema de injeção eletrônica, com ele desde a primeira geração, fora atualizado. Nessa geração, as séries foram de MA61 até MA67, além da GA61.

No fim da geração A60, o Toyota Supra já fazia de 0 a 100 km/h em pouco mais de 8 segundos.

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Suprassumo

Em 1986, a Toyota colocou no mercado mundial a terceira geração do Toyota Supra, conhecida como A70.

Era o suprassumo da história de quase 20 anos do modelo, que pela primeira vez tinha os laços cortados com o Celica. Agora como um modelo independente, o cupê poderia seguir sua carreira com mais vigor e poder.

O motivo da separação era que o Celica estava indo para a base do Corona e a tração dianteira jamais cairia bem ao Toyota Supra, por isso ele permaneceu purista. Nesse aspecto, teve o entre-eixos encurtado para 2,59 m e o comprimento ficou em 4,62 m. Com vigias laterais e tampa traseira formando um visual único e envolvente, o bólido destacava as colunas B e a frente baixa com conjunto ótico escamoteável.

Pode-se considerar o A70 como a geração mais bonita e purista do Toyota Supra, visto que se desprendeu da influência esportiva europeia e era mais elaborado nos detalhes que os americanos. Mais fluído e limpo, o cupê da Toyota mantinha o foco na esportividade e na individualidade, mas teve que ser contido em suas dimensões, pois o governo japonês havia criado um imposto para carros grandes.

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Assim, tinha que ser mais compacto para evitar tributação maior, o que inclusive mexia com a largura, pois essa não podia exceder 1,69 m sob pena de recolher mais tributos. No exterior, o Toyota Supra já tinha 1,74 m.

Aliás, nesse caso, o motor seis em linha 2.0 continuou seguindo sue curso para evitar impostos maiores. Assim, o 1G-GEU6 entregava 162 cavalos, mas tinha uma versão com dupla turbina, que fazia a força alcançar 208 cavalos.

Esse motor foi usado no GA70 para o mercado nipônico, exclusivamente, mas também ganhou uma versão modificada chamada 1JZ-GTE, que além da dupla de turbinas, tinha uma preparação que fazia o 2.0 seis em linha pular para 2.5 litros e assim atingir nada menos que 280 cavalos no JZA70.

Nesse caso, ainda tinha o JZA70R que vinha ainda mais preparado, tendo diferencial Torsen, suspensão esportiva com amortecedores Bilstein, volante Momo, bancos Recaro, entre outros itens exclusivos em acessórios e acabamento, tendo uma estética bem típica do início dos anos 90.

Mas o Toyota Supra teve outro bom motivo para ser aclamado por muitos.

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Essa terceira geração do Toyota Supra recebeu um novo motor seis em linha, o 3.0 7M-GE6, que já chegou com 203 cavalos em 1986. Com duplo comando no cabeçote e 24 válvulas, o propulsor era muito mais eficiente que o velho 2.8, sendo o primeiro da Toyota à extinguir o distribuidor, que foi substituído por bobinas no cabeçote.

Uma versão com turboalimentação fazia o Toyota Supra saltar para 232 cavalos. Porém, a Toyota teve a infelicidade de errar feio no 7M-GE, quase acabando com a imagem do produto. O motivo é que na montagem dos motores, um erro fez com que a junta de cabeçote se queimasse após certo tempo.

Sem recall e ordem de serviço interno, a correção era feita de modo igualmente errôneo nas revendas e isso fez com que o problema retornasse ao cliente algum tempo depois. Com o tempo, o erro no aperto dos parafusos do cabeçote foi descoberto e o problema resolvido.

O câmbio continuava manual de cinco ou automático com quatro marchas.

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Já a suspensão ganhou um sistema de modulação de atuação eletrônica, que provia modos de condução diferentes, assim como freios ABS mais modernos e um sistema de indução acústica para melhorar a admissão de mistura ar-combustível no motor.

Utiliza atuador de vácuo e permite ao motor maior rendimento. A suspensão passou a ser de duplo braço na dianteira e na traseira.

Em 1989, o Toyota Supra sofreu uma mudança no cofre do motor, com uma nova fixação do propulsor, a fim de evitar corrosão excessiva em uma chapa que ia na frente do motor, algo que provocou muita oxidação nas versões antigas. Nesse mesmo ano, ele recebeu muitos ajustes de estética – especialmente dando ênfase ao branco – e um medidor de autonomia de combustível.

Modificações para suavizar as linhas foram feitas nos anos seguintes, mas a verdade era que o Toyota Supra A70 já não estava mais agradando tanto nos EUA, maior mercado fora do Japão. As exportações para o mercado americano caíram de 33.283 unidades em 1986 para apenas 1.193 exemplares em 1992.

Apesar disso, no mercado doméstico, o Toyota Supra de terceira geração continuava com bons emplacamentos, tanto que no final da vida, o A70 teve mais de 241 mil vendidos.

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No Japão, o Toyota Supra dessa geração foi direto para as pistas, participando de diversos campeonatos de turismo com a chamada versão Turbo A, que recebeu várias modificações para essa competição, que era bastante acirrada na época, tendo o Nissan Skyline GT-R como seu principal rival nas pistas, o chamado Godzilla.

BMW M3 e Ford Sierra Cosworth eram outros dois de seus maiores concorrentes nos circuitos nipônicos.

Obviamente os clientes do Toyota Supra podiam personalizar seus carros conforme o que se via nas pistas, tudo feito pela divisão TRD da Toyota. Durante os primeiros sete anos, o cupê da marca japonesa foi um bólido que chamou a atenção pela combatividade nas pistas e performance nas ruas e estradas.

Mas, a Toyota ainda não estava satisfeita, especialmente por causa do Skyline GT-R.

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Initial-D

Mas, bem antes do A70 sair de cena, o que aconteceria em 1993, a Toyota já iniciava os trabalhos para um sucessor mais poderoso.

Então, a partir de 1989 o famoso A80 começou sua carreira na engenharia da empresa, que após pouco mais de um ano, já construía protótipos da nova geração do Toyota Supra sob a carroceira do A70. Afinal, o carro tinha de ser um segredo bem guardado, pois a Nissan tinha olhos de “anime” sobre o rival da Toyota City.

Até 1992, mais de 20 protótipos foram feitos e com motor 2JZ de seis cilindros em linha com 3.0 litros, duplo comando, 24 válvulas, injeção eletrônica de alta pressão e opção de turbo duplo, entregando assim 223 cavalos no aspirado e 280 cavalos no segundo.

Mas, para resgatar as vendas que estavam em declínio nos EUA e Europa, o Toyota Supra A80 recebeu modificações no motor 3.0 para atingir 324 e 326 cavalos, respectivamente.

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A ideia não era perder vendas para os rivais e por isso uma cavalaria maior satisfaria os puristas de carros esportivos. O ganho em performance no Toyota Supra A80 foi tão grande que já era considerado um superesportivo, visto que ia de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e tinha máxima de 285 km/h, apesar das limitações eletrônicas no Japão (180 km/h) e mercado internacional (250 km/h).

Para oferecer uma dirigibilidade excepcional, a Toyota modificou o chassi para uma relação de equilíbrio de 51:49 e introduziu um câmbio Getrag de seis marchas para suportar as cargas maiores e melhorar o desempenho na versão turbinada.

Porém, no automático de quatro marchas, o peso maior fez essa relação ir para 53:47.

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Muito menor que o anterior, o Toyota Supra A80 foi encurtado para 4,51 m de comprimento e tinha apenas 2,55 m de entre-eixos. Porém, a largura passou para 1,81 m. Ou seja, a busca por estabilidade e comportamento dinâmico estava em primeiro lugar, deixando o imposto sobre tamanho de lado.

Visualmente, porém, o Toyota Supra A80 tinha um visual não tão atraente quanto o A70, ganhando uma carroceria mais fluída entretanto. Os faróis não eram mais retráteis e tinham lentes enormes.

As linhas mais suaves eram acentuadas por um grande aerofólio, que passava a impressão (real) de alto desempenho.

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No entanto, por dentro, a Toyota decidiu exagerar na atenção para com o condutor, criando um painel mono cockpit totalmente envolvente e centrado no motorista, que assim podia se sentir como num caça a jato.

Sistema de áudio, climatização, instrumentação e parte da porta com os vidros elétricos estavam ao alcance das mãos.

Com alavanca de câmbio e freio de mão elevados, o Toyota Supra A80 era um convite para acelerar ao máximo.

Mas ele não apenas acelerava, fazia curvas de forma excepcional, chegando a curvar até próximo de 1g de aceleração lateral e com poder de frenagem inspirada na F-1, chegando a parar em 45 m a uma velocidade de 113 km/h, um recorde em 1997 e que só foi quebrado pelo Porsche Carrera GT em 2004, quando este parou em um metro a menos.

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Ou seja, o Toyota Supra A80 podia literalmente mergulhar nas curvas após frenagem realmente muito curta, ganhando assim tempo nas voltas. Essa quarta e última (até agora) geração do bólido foi celebrada por muitos e ainda hoje é cultuada por praticantes de drifting e entusiastas de esportivos.

Em 1998, suas vendas nos EUA se encerraram por causa das limitações ambientais e quatro anos depois saiu de cena.

Emblemático, o Toyota Supra se tornou parte de uma cultura automobilística japonesa que se inseriu no mundo dos games, sendo representando em diversos jogos e simuladores, sendo também parte integrante da produção Velozes e Furiosos, assim como no mangá e no anime Initial-D, escrito para o quase mítico Toyota AE86.

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Futuro do Toyota Supra

Com o fim da era dos carros comuns se aproximando, a Toyota sentiu que é o momento de criar o último carro esporte não híbrido da marca e por isso a próxima geração do Toyota Supra promete superar todos os quesitos em termos de performance e dirigibilidade, sendo um projeto tocado desde 2012 para ser “sem rivais”.

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • UPTSI

    Uma das lendas automotivas, assim como eu.

    • Emanuel

      Terror dos civics assim como você hauhauh

  • Fabão Rocky

    Uma pena não vermos mais carros assim. Os anos 80 e 90 tiveram os carros mais belos da história. Carros bonitos assim n voltam nunca mais. Hj em dia o cara tem q se conformar c/ um hatch todo quadrado c/ recorte da coluna C em 90 graus ou esses malditos Suvs.

    • Alvaro

      E vale acrescentar um painelzão c/ o “tablet” pendurado

      Não temos mais painel diferente e envolvente cheio de curva como a da foto.

  • Ricardo

    O mais feio dos clássicos esportivos japoneses.

  • Joaquim Grillo

    Graças ao Playstation esse carro ficou conhecido mais ainda aqui no pais

  • Luis Burro

    Única geração q gostei foi a “redonda” antes de sair de linha,as anteriores pareciam com Nissan ZX e Honda NSX.

  • V12 for life

    Para mim a quarta geração é a mais bonita, talvez por ser a primeira a conhecer.

  • Gorpo de Etérnia

    Achei que ia ter uma foto do Supra do Toreto, do Velozes e Furiosos 1. rs

  • Piston head

    Esse carro é demais. A80 mito! Mas o painel mais legal ainda é do A70.

  • Henrique12

    Mitsubishi 3000GT e Toyota Supra A70, que copiou quem?

  • Wendel Cerutti

    Que beleza de matéria !!!! PARABÉNS !!!

  • Mauro Banqueiro

    2Jz

    Melhor família de motores…

  • Hodney Fortuna

    O Supra era tão supra no desempenho que nem mesmo o Mitsubishi 3000 GTVR4 conseguiu emparelhá-lo.

  • Pablo MR

    Lindo carro. Tenho um plastimodelo deste veículo da Tamiya pra montar :)

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