Esportivos Fiat Hatches

Uno Sporting (2010-2018): motor, preços, equipamentos e detalhes

Relembre a história do Fiat Uno Sporting, desde o primeiro modelo, lançado em 2010, até o mais recente.

Uno Sporting (2010-2018): motor, preços, equipamentos e detalhes


No ano de 2010, a Fiat comemorava 35 anos operando no Brasil e motivos para celebrar não faltavam, a montadora italiana era líder de vendas no país — título que hoje pertence a Chevrolet —, e houve o anúncio da nova geração do Fiat Uno, completamente reestilizado.

Como o ano era de festa, claramente isso seria percebido na edição 26 do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo (2010).

A fabricante apresentou à imprensa e ao público 30 modelos, incluído, protótipos como Fiat Mio e o Uno Ecology e Cabrio.


Mas, o destaque mesmo veio com o lançamento do “apimentado” Uno Sporting — o quinto veículo a receber o status Sporting.

Uno Sporting (2010-2018): motor, preços, equipamentos e detalhes

De olho no público jovem, a versão Sporting chegou para atender aquela pessoa que buscava por um hatch como Uno, mas com esportividade.

Sob o capô, o Uno Sporting abrigava motorização Fire 1.4 Evo de 88 cv de potência de 12,5 kgfm com etanol e 85 cavalos de 12,4 kgfm quando abastecido apenas com gasolina.

Produzido com inspiração em modelos de alto desempenho, segundo a própria Fiat na época, para manter seu aspecto esportivo, a italiana introduziu faróis com máscara negra, spoiler para o para-choque dianteiro, anéis estéticos da grade anterior na cor vermelha, dupla ponteira do escapamento, sigla de modelo exclusivo ‘spoRting’, lanternas traseiras em fumê, faixas laterais esportivas e rodas de liga leve aro 15 polegadas.

Interior do Uno Sporting 2010/11

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O interior do Uno Sporting recebeu volante em couro, computador de bordo, limpador de para-brisa com sistema automático, tudo de série.

A Fiat ainda oferecia faróis de neblina, direção hidráulica e vidros dianteiros elétricos.

Como opcional, o consumidor poderia adquirir ar condicionado, rádio CD MP3 Connect com viva-voz, incluindo Bluetooth e USB, além de High Safety Drive (HSD), que tinha airbag duplo e freios ABS — na época, não obrigatórios por lei.

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Para deixar a sua marca registrada, o Uno Sporting tinha iluminação vermelha no display/instrumentos, bancos com costuras personalizadas, porta revista com a identificação “Sporting” em bordado.

O acabamento era de qualidade até mesmo quando comparado com outros modelos concorrentes, a posição de dirigir agradava, os bancos também agradavam por serem confortáveis e os espelhos retrovisores eram grandes, detalhe importante para ajudar o motorista, principalmente nas mudanças de faixas.

Para quem gosta de viajar, o porta-mala poderia ser um empecilho a ser considerado, pois, sua capacidade é de 280 litros, tamanho ideal para malas pequenas.

O Uno Sporting pecava pelo espaço traseiro, dependendo, três crianças ou dois adultos não iam tão confortáveis ali.

Outras gerações do Uno Sporting (+ Interlagos)

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Dois anos depois, no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2012, a Fiat lançava uma outra versão do Uno Sporting, a edição especial Novo Uno e Novo Palio Interlagos.

O modelo especial foi comercializado com uma cor exclusiva batizada de ‘Amarelo Interlagos’, rodas de liga leve com cor também exclusiva, calotas dos retrovisores e aerofólio traseiro receberam coloração preto brilhante.

O motor era 1.4 8V Evo de 85/88 cv.

O Uno Interlagos era comercializado de série com ar condicionado, pedaleiras esportivas, terceiro apoio de cabeça no banco traseiro, regulagem de altura no banco do motorista e quadro de instrumentos com aro cromado. Em conectividade, havia rádio Connect CD MP3/WMA, bluetooth e entrada USB.

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O interior ganhou costura amarela nos bancos e volante trabalhado em couro. O carro foi vendido por R$ 36.830,00.

Uno Sporting – 2013 a 2018

De maio de 2010 até abril de 2012, o Uno já era um sucesso nacional. Durante esse período, a Fiat chegou a vender 300 mil unidades do veículo por aqui.

Diante desse crescimento, as opções aumentaram, o carro ganhou novos equipamentos e novos acabamentos tanto no exterior quanto no interior.

Anunciado ainda em 2012, o Uno Sporting (quatro portas) foi lançado como versão 2013 ainda com o motor 1.4, o limpador com acionamento automático à ré e o air bag duplo e freios ABS com EBD (High Safety Drive) permaneciam como destaque para a versão.

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No mesmo ano, além do Uno Sporting, a Fiat apresentava as versões: Vivace 1.0 Evo Flex 2 portas, Vivace 1.0 Evo Flex 4 portas, Economy 1.4 Evo Flex 2 portas, Economy 1.4 Evo Flex 4 portas, Way 1.0 Evo Flex 4 portas e Way 1.4 Evo Flex 4 portas.

Para se tornar mais competitivo, em janeiro de 2014 a Fiat resolveu diminuir o preço da família, incluindo a linha esportiva. Portanto, o Uno Sporting passou a ser comercializado por R$ 34.090.

Após passar pelo Stilo em 2008 e no Bravo em 2012, o Câmbio Dualogic Plus estreou na linha 2015 do Fiat Uno.

O sistema permite troca de marchas através de borboletas atrás do volante e comandos no console central através de botões. O câmbio poderia ser equipado tanto no Uno Way como no Uno Sporting (como opcional).

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O hatch ganhou novas lanternas, faróis, grade superior, capô, para-choques e para-lamas da frente, retrovisores com repetidores de luz de seta, maçanetas com fechadura integrada, limpadores de para-brisa flat blade e rodas de liga leve com desenho exclusivo.

Desta vez, a Sporting ganhou algumas novidades: novos para-choques traseiro e dianteiro, faróis com máscara negra, rodas de liga leve com opção de aro maior, com 15 polegadas.

Enquanto a versão Evolution tinha sistema Start&Stop e rádio USB/MP3 de série, a Fiat não resolveu incluir esses itens na esportiva, mesmo ela sendo a topo de linha.

Para ter outros kits de conforto só mexendo no bolso: ar condicionado: R$ 3 mil; alarme, chave canivete e vidros traseiros elétricos: R$ 1.050; sensor de ré: R$ 525; rádio e retrovisor com rebatimento automático durante manobras: R$ 1.420.

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Ainda em 2015, a montadora italiana incluiu ar condicionado, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros one touch com antiesmagamento e direção hidráulica em todas as versões do Uno e Palio.

Além do mais, o Uno passou a ter de série quadro de instrumentos com tela LCD com computador de bordo e faróis de neblina. Nesse mesmo ano, o Uno Sporting era vendido por R$ 41.650.

Em setembro de 2016, a Fiat apresentou a atualização do carro para 2017. O hatch ganhou algumas modificações no visual deixando-o mais moderno.

Entre as novidades: nova grade dianteira, novos para-choques dianteiro e rodas de liga leve, e novas faixas para a versão esportiva.

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No interior, passou a ter novos grafismos no quadro de instrumentos, câmera de ré, volante multifuncional, computador de bordo, retrovisor elétrico tilt down e paddle shift para as versões Dualogic.

A oferta do sistema Start&Stop começou a ser oferecida em todas as versões de série (aqueles com motor 1.3).

O Uno Sporting foi vendido como 2017 em duas opções: a Sporting 1.3 Flex e a Sporting 1.3 Flex Dualogic.

Na lista de equipamentos de série, a Sporting Flex oferecia rodas de liga leve 15 polegadas, retrovisores, spoiler na tampa traseira e grade dianteira na cor preto brilhante, suspensão com acerto esportivo, para-choque dianteiro com detalhes na cor vermelha, faixa horizontal no painel, faixas laterais com escrita ‘Sporting’, quadro de instrumentos, maçanetas e aplique do volante na cor Vermelho Royal.

O Uno Sporting 2017 1.3 Flex Dualogic tinha botões no console central ao invés do câmbio, sistema paddle shift e de segurança e conforto ESC, TC, ASR e Hill Holder.

Uno Sporting (2010-2018): motor, preços, equipamentos e detalhes
Essa última versão, mais completa, possui motor 4 cilindros em linha, 8V, de 109 cv de potência a 6.250 rpm.

Embora muito bem equipado, o preço cobrado era um dos pontos negativos da versão esportiva. Optando por alguns pacotes adicionais, o carro poderia chegar a quase R$ 60 mil.

Preço que pode não ser tão vantajoso para o modelo.

O Fiat Uno Sporting 1.3 2017 foi vendido nas concessionárias por R$ 49.340 e o Sporting 1.3 Dualogic Plus 2017 por R$ 53.690.

Em 2017, a Fiat apresentada o último Uno Sporting (versão 2018). Assim como o Way, ambos deixaram de ser produzidos em fevereiro de 2018.

Contudo, em outubro do mesmo ano, a montadora voltou atrás e passou a continuar com a fabricação do Way.

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Mas, antes disso, a Fiat tinha lançado o esportivo com duas opções: Sporting 1.3 — R$ 51.080 e a Sporting 1.3 GSR — R$ 55.580.

Como podemos observar, o carro, que já tinha preço alto, passou a ficar ainda mais caro.

No quesito novidades, a Fiat resolveu não acrescentar muita coisa.

O sistema de monitoramento da pressão dos pneus foi a única nova configuração presente nas versões 2018, que ficou de série em todas elas.

O câmbio Dualogic, como ganhou fama negativa, fez com que a Fiat mudasse a estratégia e, assim, apresentou a “nova” identificação para o câmbio automatizado, passando a ser GSR-Comfort (presente desde a versão 2017), usado também no Mobi.

Uno Sporting (2010-2018): motor, preços, equipamentos e detalhes

Com o fim da versão Uno Sporting, a Fiat encerra a história de um clássico, que passou por uma versão inspiracional para o desenvolvimento do Uno Interlagos e até mesmo no fim das versões “apimentadas” do hatch.

Atualmente, o carro é comercializado em apenas quatro configurações:

Uno Attractive 1.0 flex 4 portas – R$ 45.290,00;
Uno Drive 1.0 Flex 4 portas – R$ 47.290,00;
Uno Way 1.0 flex 4 portas – R$ 48.690,00;
e a última Way 1.3 flex de quatro portas passou a ser a topo de linha – R$ 53.690,00.

Uno Sporting (2010-2018): motor, preços, equipamentos e detalhes
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Darlan Helder

Darlan Helder

Darlan Helder, natural de São Paulo, é jornalista e fotógrafo. Escreve na internet sobre o universo automotivo desde 2011. Além disso, atua com produção de conteúdo para plataformas digitais em agências de comunicação.

  • Domenico Monteleone

    Outro carro sem mais nenhum sentido no mercado, teria sentido se fosse “rebaixado” para lugar do Mobi, eliminando aquele treco.

    • Louis

      O Uno é muito mais bem resolvido que o Mobi. Se o Mobi pelo menos fosse bem mais barato, mas a diferença é pouca.

  • 4lex5andro

    Versão de Uno, com motorzinho 1,3 litros, 8 valv. e 109 cv de potência, não podia ser chamada de ”sporting” jamais.

    • TchauQueridos

      E Sandero pode ?
      Corolla com 2.0 aspirado e Civic 2.0 aspirado os haters de plantão caem matando.
      Agora Sandero 2.0 jurássico chamam de RS. Vai entender…

      • Emanuel Schott

        E esse Sandero nem anda como esportivos de verdade. 0 a 100 dele é em 8 segundos (o Uno com 1.3 é 9.8)

        • Hugo Leonardo Dos Santos

          Mas faz mais curva que muito “esportivo de verdade”

          • th!nk.t4nk

            Olha, o Sandero RS tem que fazer curvas muitíssimo bem mesmo: considerando que é um bateu-morreu, se passar reto já era.

            • Hugo Leonardo Dos Santos

              só ver os vídeos no youtube

        • Mendes

          O que é um “esportivo de verdade”?
          Um Mustang 5.0 V8 aspirado?
          Pois bem, tire R$ 315 mil do bolso para comprar um.
          Difícil né?
          Tem que ter uma renda de no mínimo R$ 50 mil+ por mês para tanto, ou seja, 1% dentro daquele 1%.

          O Brasil não é um país favorável para carros de luxo.
          É preciso balancear a diversão ao volante (para quem gosta) com preços razoáveis.
          Tendo isso em mente, o Sandero pode ser sim um carro divertido de dirigir para os nossos padrões.

        • Helder

          Esportivo não eh só super trunfo

      • Hugo Leonardo Dos Santos

        Vai falar isso pra divisão Renault Sport francesa que desenvolveu o carro e fez milagre com um 2.0 de Duster

      • Charlis

        Se você não for jogador de super trunfo, considerando carros esportivos apenas na potência, ou no zero a 100, acredito que você deveria pesquisar mais sobre o Sandero RS, e entender que a Renault foi um pouco além neste carro.

        A começar pelo motor, 150 cv, porém com o coletor de admissão 20% maior, e o escape inteiro retrabalhando, da a ele retomadas muito superiores que a maioria dos carros que tem essa potência, aspirado.
        Suspensão foi inteira revista, só no amortecedor dianteiro a carga ficou 90% maior. E até as barras estabilizadoras são diferente. A direção dele também é mais direta e precisa.
        Os freios são super dimensionados, sendo discos nas quatro rodas, com 280mm na dianteira. Inclusive, o Sandero RS é o único carro que eu conheço, que você consegue sair da CSS e ir direto pra um Track Day, sem se preocupar com fadding nos freios.
        A parte eletrônica também, o acelerador praticamente não tem LAG, e você consegue realmente desligar toda a assistência eletrônica.
        E por fim, o câmbio é próprio pra ele, inteiro retrabalhado e reescalonado todas as marchas, inclusive sem overdrive na sexta, que é algo raro, excelente pro Track Day, e péssimo pro dia a dia.
        Sem contar, que ele foi inteirinho desenvolvido na França, dentro da RS por 75 engenheiros. E teve muita gente lá da França que ficou com inveja de alguns resultados desse carro.

        Isso não é minha visão, tampouco opinião, são fatos. Por isso, lhe convidei para entender melhor sobre esse carro.
        Aproveite para ver as opiniões de alguns pilotos brasileiros que testaram ele, alguns que eu me lembro: Barrichelo, Pizzonha, Tarso Marques, os pilotos do Roberto Manzini, e tem o video bem tecnico com o Juliano Barata.
        Esse pessoal entende só um pouquinho a mais que nós.

        Nem vou te pedir para me dar um exemplo de qual carro que custa abaixo de 62 mil reais lhe entrega um prazer parecido, e a possibilidade de acelerar nas pistas, sem modificações, pois não existe.
        Por tanto, o Sandero RS não foi um bom exemplo para dizer que é esportivo apenas na pintura.

        []s

        • FREDRED

          Acertou quase tudo, só errou na segurança, o RS se baseando pelos controles de tração, estabilidade, isofix etc tem no mínimo 4 estrelas, mas o latin ncap ainda não testou.

          • Retrato do Papai

            com aquela estrutura porca que entorta a coluna A até se bater num arbusto? nem com 500 airbags aquilo tira 4 estrelas

          • SDS SP

            Mais ou menos…o teste da versão mais básica mostrou que à estrutura é bem instável. Nem com toda a parafernália eletrônica seria 4 estrelas.

        • SDS SP

          Para os nossos padrões, o Sandero RS é uma ótima opção. Você basicamente saí da concessionária para diversão, sem a necessidade de ficar fazendo caras modificações.
          É um carro sem refino nenhum em termos de acabamento, mas para o propósito isso acaba ficando em segundo plano.

          • Charlis

            Exatamente ai está a questão : “para nosso padrão”.
            Eu adoraria ser assalariado e poder comprar uma C63 AMG para me divertir.
            Mas aqui na Terra da Banana, nem no sonho é possível.

            []s

            • SDS SP

              Pois é, pessoal crítica, mas tal crítica é muito mal fundamentada. Pelo preço do Sandero, não tem algo melhor no segmento 0km. Tem o Up TSI, mas não tem preparação específica como o Renault. Depois disso, vejo o Civic 10 manual (apesar de preparação civil) algo bem divertido, mas que já beira os 100k.

              Na terra da banana, se você já tem um carro quitado, já pode erguer as mãos para o céu kkk.

              • Charlis

                Temos gostos, ou opniões bem parecidas, pois no momento esses 3 carros que me encantam para fazer alguma arte.
                O Up! é o número 1 da lista, de fato ele não tem preparação própria como o Sandero RS (Ordospec), mas com um Stg1, um kit de Eibach, e um pneu menos pior do que os que ele vem, já ficaria muito mais interessante. E para o dia a dia, seria melhor que o Sandero, visto que, pelo menos no meu caso, eu consigo fazer no máximo 2 a 3 Track Days no ano. E o resto do ano, é vida normal, rs.

                O Civic MT realmente é um espetáculo, eu já tive o G7, G8 e G9 manual, então sou meio suspeito para falar do Civic, né? rs.
                Esse G10, estava em mega promoção em Maio, por 84 mil o MT… estava bem interessante.

                []s

      • FREDRED

        Quem fala que o Sandero RS não é esportivo e nem tem desempenho é formado pelas escolas chamada Facebook e YouTube, vai se informar melhor jovem e sai um pouco da Internet e vai ver como esse carro é nas ruas e pista.

        • TchauQueridos

          Sandero “esportivo”, Kwid “Suv”, dispensa qualquer comentário!

          • Hugo Leonardo Dos Santos

            Sandero esportivo não, Sandero RS é esportivo. Kwid SUV concordo

      • Helder

        Sandero RS, tem modificação de freios , suspensão, motor feito e projetado pela Renault sport, esportivo não eh só super trunfo de 0 A 100

      • 4lex5andro

        Comparado com as outras versões do próprio Sandero, pode ser chamado de esportivo, motor de Mégane 2,0 16v, em carro de porte compacto, isso tendo em consideração o mercado brasileiro (que não tem tantas opções quanto o europeu).

        E o Civic Si, tal como o Renault, tem preparação diferenciada das outras versões e com desempenho agressivo de fato, comparado a seus rivais.

        Se bem que o assunto do tópico é o Uno mesmo.

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      Realmente de esportivo não tem nada, mas que esse motor nesse uno ficou muito melhor não tenha dúvida.

    • Mendes

      Tem que analisar isso na realidade do Brasil.
      Um Uno 1.3 FireFly pode sim ser divertido e, portanto, “sporting”.

    • SDS SP

      O problema nem é tanto o motor (não faz feio para o porte do Uno), mas a preparação zero em outros quesitos, como em todo esportivado.

  • FREDRED

    Para a molecada de hoje que se informa pelo Internet e acha que sabe tudo, não tem noção o que era nos anos 90: 1.4 Turbo, 1.6 R e o ótimo e esquecido pela grande maioria 1.6 mpi, que esse último considero o mais bonito Uno já fabricado no Brasil.

    • Robinho

      Concordo, acho muito bonito o Sporting atual, mas não se compara com a beleza dos modelos da decada de 90 !!!

    • 4lex5andro

      Pois é. E nego vem responder com Sandero RS (que nem era assunto do post), quando deveria ter respondido com GT line..

      Hoje, com exceção de Golf GTI e Civic Si, não existem carros de série preparados para desempenho esportivo, no mercado nacional.

  • Poderia ser o único remanescente da linha Uno, com um motor 1.8.

  • Victor Nunes

    PARCIAIS DOS MAIS VENDIDOS NO MÊS DE JUNHO

    *CAPTUR EM 2º Lugar

    ONIX
    630
    CAPTUR
    436
    HB20
    404
    MOBI
    311
    COROLLA
    284
    KA
    257
    POLO
    243
    PRISMA
    232
    GOL
    209
    KWID
    206
    RENEGADE
    198
    CRETA
    185
    KICKS
    176
    ARGO
    175
    FOX
    156
    COMPASS
    150
    VIRTUS
    145
    HB20S
    139
    YARIS HB
    137
    HR-V
    135

  • Rafael Prado Izabel

    Meu pior carro, pois foi o que menos usei. Passou a maior parte do tempo na garantia. Foi defeito na caixa de marcha, sistema Start Stop, alarme, sistema elétrico, e perdi a contas. Em 11mil KM todos os problemas de FIAT, uma porcaria. FIAT Uno Sporting 1.3 2017 não recomendo, todos os problemas em um só carro.

  • SDS SP

    É um bom carro, mas o áspero 1.4 somado a falta de isolamento acústico tornava-se uma experiência não muito agradável trafegando em rodovia.

  • Valmir

    cara, esse post foi carregado de nostalgia pra mim… Tive um Sporting 14 / 15 vermelho ferrari. O carro não tinha nada de esportivo, mas tinha aquele visual que diferenciava ela dos outros carros num engarrafamento. As rodas “quadradas” eram a sensação onde eu ia. Computador de bordo que muitos carros mais caros não tem. A ponteira dupla de escapamento centralizada era um toque de esportividade a mais. O carro tinha uma cara invocada. Fiz a besteira de vender em 2017 (troquei por um Sandero GT Line), mas ainda sinto muita saudade do meu Uno Sporting. Infelizmente os preços absurdos cobrados inviabilizaram a produção. Confesso que ainda tenho muita vontade de comprar um 2018 1.3. se eu achar um com todos os kits ainda compro.

  • Clayton Martins

    Uno sporting nunca foi clássico. O carro não teve público e não despertou o interesse de ninguém. Clássico foi a série R dos anos 80/90.

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