Chevrolet História Matérias NA Sedãs

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

Podia ser o Vectra CD, versão clássica da Opel. Mas, o Vectra Elite continua sendo a versão que mais atrai os que procuram pelo antigo sedã médio da General Motors no Brasil..

O Vectra Elite era uma versão topo de linha, que fez jus a reputação da marca, que no passado cultivou nomes como Comodoro, Diplomata e Classic.


Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

A nomenclatura Vectra Elite surgiu ainda na segunda geração do Vectra no Brasil, que foi a primeira a ser feita aqui.

Depois, passou para a terceira, que foi uma variação brasileira e exclusiva de nosso mercado.


A designação também foi usada em outros carros, como a Zafira. Bem completo, o Vectra Elite serviu bem ao sedã durante pelo menos sete anos, até que a versão Collection encerrou a carreira do modelo.

O Vectra Elite da segunda geração

Em 2005, a General Motors ainda mantinha a segunda geração do Vectra inalterada, enquanto o modelo já havia mudado na Europa.

Estava claro que o modelo lançado em 1997 já estava no fim de seu ciclo, porém, a Chevrolet fez uma mudança inesperada na nomenclatura de sua gama e isso pegou em cheio o sedã médio, que recebeu a versão Vectra Elite.

Anteriormente, o Vectra ganhou novamente o motor 2.0 8V com 110 cavalos como opção de entrada na versão básica (sem designação) e no CD, mas em ambos com transmissão manual.

Nas demais, o motor era o 2.2 16V de 138 cavalos e 20,7 kgfm. Até aí, parecia que a segunda geração morria sem mais novidades, porém, a GM renomeia as versões no último ano/modelo!

Sim, surgiram imediatamente as versões Vectra Comfort, Vectra Elegance e o Vectra Elite, a versão topo de linha.

No mesmo ano, apareceu o Collection, que tinha motor 2.0 e de bate pronto anunciou o fim da linha para essa geração do Vectra.

Bem completo, o Vectra Elite vinha com direção hidráulica, ar-condicionado digital, computador de bordo destacado, piloto automático, trio elétrico completo, teto solar elétrico, acabamento bom e a importante transmissão automática, de quatro marchas.

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

Com isso, o Vectra Elite ia de 0 a 100 km/h em 12 segundos e tinha máxima de 200 km/h. Seu consumo com gasolina era de 8 km/l na cidade e 11,6 km/l na estrada.

Tendo 4,49 m de comprimento e 2,64 m de entre-eixos, tinha ótimos 500 litros de porta-malas, mais 57 no tanque.

Visualmente, o Vectra Elite 2005 não mudara em relação ao Vectra CD que você vê na foto acima, e nem muito em relação ao modelo de 1997.

Ainda era aquele sedã de respeito da Opel, mas com modificações nos para-choques e rodas, que eram de liga leve aro 16 polegadas com pneus 205/55 R16.

Os retrovisores integrados aos desenho eram sensação nos anos 90. Na traseira, lanternas escurecidas e escape duplo.

Na frente do Vectra Elite, faróis duplos e de neblina, além do logotipo da Chevrolet num círculo.

O ambiente interno tinha dois airbags, fora o volante em couro multifuncional, revestimentos em couro claro nos bancos e portas, sistema de som com CD Player, entre outros.

Vectra Elite da terceira geração

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

Em 2006, a GM encerra a segunda geração do Vectra e começa a terceira.

Esta, por sinal, é bem elogiada pelos clientes da marca e tanto é que, muitos criticaram quando foi substituída pelo Cruze. O novo modelo manteve as mesmas versões, exceto a Collection, que só aparecia no final para uma despedida do produto.

A terceira geração do Vectra era bem diferente do que a GMB desejava, pois naquela época o modelo tinha frente que parecia a Meriva…

Então, para criar um carro com visual mais “respeitável”, a montadora teve que encontrar uma solução caseira, baseada igualmente numa minivan.

Parecia que o destino do Vectra (e também do Vectra Elite) estava atrelado às familiares da Opel nos dois lados do Atlântico.

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

A GMB pegou emprestada a plataforma da Zafira, que chegou em 2001, mantendo o mesmo entre-eixos de 2,703 m.

Com isso, o Vectra C brasileiro tinha 4,618 m de comprimento ante 4,49 m do anterior. O sedã médio ainda tinha 1,728 m de largura e 1,458 m de altura. O projeto deu tão certo, que a empresa criou uma variante hatchback, nomeada Vectra GT e Vectra GT-X.

O novo sedã mantinha as mesmas versões do anterior, sendo o Vectra Elite o mais completo, como antes.

Inspirado no Astra europeu (obviamente o Vectra da Opel não era adequado nem para ser copiado), o brasileiro ganhou um aspecto mais fluído e jovial. Em realidade, precisaria mesmo, pois o New Civic da Honda estava chegando com proposta radical nesse aspecto.

O layout não tinha surpresas e era menos radical que o anterior, no caso dos retrovisores, mas agradava.

Os faróis duplos em lentes com fundos prateados saltavam aos olhos, assim como barra cromada na grade e detalhes em preto na parte inferior do para-choque.

No Vectra Elite, as rodas de liga leve agora eram novas e tinha aro 17 polegadas com pneus 215/45 R17.

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

Com silhueta equilibrada e portas traseiras grandes, o Vectra Elite 2006 não tinha mais as vigias nas colunas C, agora grandes e robustas.

O porta-malas do Vectra Elite era curto e as lanternas traseiras compactas, com múltiplas parábolas. Ele tinha tampa ampla e o volume era de 526 litros, com mais 58 no tanque.

Por dentro, o ambiente no Vectra Elite era totalmente novo e inspirado na minivan Meriva. De novo as minivans mexendo com o Vectra…

O conjunto era mais retilíneo em suas formas e vinha com um cluster analógico bem distribuído, assim como um console bem vertical com o computador de bordo ainda destacado.

O ar-condicionado automático no Vectra Elite tinha um novo desenho, assim como o sistema de áudio, que agora era embutido. Este ainda tinha toca-fitas junto com CD Player.

Os difusores de ar eram pequenos, mas havia um novo volante. Detalhes do painel e portas imitavam madeira, mas a sensação de baixo custo era nítida no painel e túnel central.

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

O Vectra Elite 2006 não tinha um apoio de braço para o motorista, um erro. Mas, o encosto o banco tinha ajuste lombar.

O volante tinha comandos de mídia, pois não havia Bluetooth.

Atrás, o espaço no Vectra Elite era bem amplo e com apoios de cabeça e cintos completos. No conteúdo, além dos bancos em couro, havia também airbags laterais, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor eletrocrômico, entre outros.

O sedã vinha ainda com trio elétrico completo, direção hidráulica com múltiplos ajustes, banco traseiro bipartido, retrovisores com basculamento elétrico, controle de cruzeiro, freios com ABS e também dois opcionais que distinguiam bem o Vectra Elite: teto solar elétrico e banco do motorista com ajustes elétricos.

Vectra Elite e seu motor 2.4

Mas, a sensação do Vectra Elite era o motor. Saía o 2.2 16V e entrava o 2.4 16V Flexpower.

Esse novo propulsor flex entregava 146 cavalos na gasolina e 150 cavalos no etanol, assim como ótimos 23,1/23,7 kgfm a 4.000 rpm. Ainda parte da Família II, aquela do Monza, o motor fazia o sedã ir de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos com máxima de 206 km/h.

Isso porque tinha ainda câmbio automático de quatro marchas com modo Sport e sistema de desengate com o carro parado, que ajudava a reduzir o consumo.

Mas infelizmente o consumo do Vectra Elite era sempre bem alto: 5,3/6,9 km/l com etanol e 7,5/9,5 km/l na gasolina, respectivamente cidade e estrada. Isso cobraria um alto preço do Vectra Elite mais adiante.

Vectra Elite atualizado em 2009

O Vectra Elite mudou em 2009:

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

O sedã médio topo de linha da Chevrolet perdeu o motor 2.4 16V por causa de novas normas de emissão de poluentes naquele ano.

A GM até se esforçou, mas viu que seria inútil e dispendioso adequar o motor maior, por isso, o bom e velho 2.0 entrou em cena novamente.

Para atender as normas de emissão, o 2.0 Flexpower recebeu mais um sensor de oxigênio e outro catalisador, ambos próximos do coletor de escape. O comando de válvulas passou a ser do tipo roletado e outras melhorias.

Acabou por entregar 140 cavalos e 19,7 kgfm no etanol, enquanto na gasolina oferecia 133 cavalos e 18,9 kgfm. O câmbio de quatro marchas do Vectra Elite foi mantido, mas o visual do carro foi melhorado.

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

Nesse aspecto, o Vectra Elite ficou mais atraente com parábolas dos faróis ligeiramente modificados, assim como a grade com barra na mesma cor do carro, para-choque atualizado e rodas de liga leve redesenhadas.

Ganhou mais porta-objetos no interior e também recebeu alterações na suspensão. Os bancos ganharam nova padronagem, enquanto o apoio de braço retrátil do motorista, tinha compartimento interno.

As mudanças deixaram o Vectra Elite mais esperto e econômico, além de elegante, incluindo uma enorme barra cromada na traseira. Com tudo isso, o modelo ia de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos e tinha máxima de 189 km/h.

Perdia performance e ainda era gastão no etanol: 5,4/7,0 km/l, respectivamente cidade/estrada. Mas na gasolina, agora fazia 7,6/10,0 km/l, na mesma ordem.

O fim

Em 2011, o Vectra Elite chegava ao fim da linha.

A versão topo de linha morria junto com as Comfort e Elegance, permanecendo por pouco tempo apenas a Collection, que retornou com o mesmo motor 2.0 8V de 140 cavalos.

Com isso, o sedã se aposentou de vez e em seu lugar, surgiu o Cruze, que tinha motor 1.8 com até 144 cavalos e 18,9 kgfm, além de trazer consigo uma nova nomenclatura: LT e LTZ.

Origem do Vectra

Vectra Elite 2.0 e 2.4: anos, motores, equipamentos (e detalhes)

Lançado na Europa ainda nos anos 80, o Vectra surgiu como sucessor natural do Opel Ascona, que era o nosso Chevrolet Monza.

Em fins de 1993, o modelo chegou ao Brasil como importado.

Equipado com motor 2.0, o modelo chamou muita atenção e permitiu que a GMB produzisse por aqui, em simultâneo com a Europa, sua segunda geração, em 1996.

Veja nossa reportagem com a história completa do Vectra desde 1993 aqui no Brasil.

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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Volkswagen Jetta

    Vectra de 1996 um dos mais belos sedãs de toda história.

    • EDU

      Concordo , GLS, CD E GSI Todos eram lindos e com cores lindas Do verde ao azul , do dourado ao cinza.

  • leandro

    Tive um 2000 CD completo de tudo, até com subwoffer e disqueteira de fábrica, teto solar e todos os opcionais possíveis…
    O melhor carro que já tive…

  • Kiyoshi Yamashiro

    O Vectra B tem um design atemporal, já tem mais de 20 anos e ainda continua lindo

  • Vinicius

    A segunda geração é belíssima. Ainda hoje é um carro muito bonito !

  • EDU

    Ainda hoje estava olhando na Webmotos esses Vectras . Dificil achar um inteiro. A maioria virou carro de mano e vileiro Das maiores rodas aos aerofolios , badges que nem condizem com o modelo capas de retrovisores cromadas, escapamentos imensos e acessorios mais ridiculos existentes e por ai vai . Mas vi um versao CD do primeiro modelo ano 95 azul marinho, automatico que me encheu os olhos. Bancos em veludo antena eletrica e acabamendo em madeira. Saudade da epoca OPEL da Chevrolet

  • Denis

    O primeiro Vectra Elite que era da geração B (1996-2005) é sem duvida o mais raro de todos os modelos vendidos. Essa versão surgiu bem no ultimo ano em que o Vectra recebia a geração que foi baseada no Opel Astra Sedan H. A versão topo surgiu como uma releitura da antiga CD que permaneceu até o ano de 2004, porém com um aspecto ainda mais luxuoso e descritivo. Entre os equipamentos, o primeiro Vectra Elite trazia: air bags para motorista e passageiro, ar-condicionado digital, direção hidráulica com coluna regulável em altura, freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, revestimento interno em couro, piloto automático, radio CD player, computador de bordo, volante multifuncional, espelho retrovisor interno eletrocrômico, alarme com controle remoto, travas, vidros e espelhos retrovisores elétricos, teto solar elétrico, faróis e lanterna traseira de neblina e rodas de liga leve aro 16 com pneus 215/55. Haviam dois motores na ocasião: O primeiro era o 2.0 8v de 110 cavalos de potencia de cambio manual de cinco velocidades que chegou na linha Vectra 2003 quando houve a redução de IPI pra carros populares. Já o segundo era o consagrado 2.2 16v de 138 cavalos de potencia, associado a transmissão automática de quatro marchas que equipou a versão CD. Na época, o Vectra Elite 2.0 8v gasolina custava em torno de R$ 70 mil, podendo chegar aos R$ 82 mil com motor 2.2 e cambio automático. No final de 2005, a GM apresentava o terceiro Vectra que surgiu com base no Astra Sedan Europeu. Com design totalmente inédito, trazia ainda mais conteúdo com air bags laterais nos bancos dianteiros, radio CD com MP3 e Bluetooth, banco do motorista com regulagem elétrica, limpador do para-brisa com sensor de chuva, detector de manobra traseira e rodas de liga leve aro 17 com pneus 225/45. Além disso, possuía a motorização com sistema FlexPower de combustível na ocasião com o bloco 2.4 16v de 146 cavalos usando gasolina e 150 cavalos com o etanol. Mais adiante veio o 2.0 de mesmo recurso, bi-combustível, com 121 cavalos com gasolina e 128 com etanol já na linha 2008 na qual aposentava o 2.4. Em princípios que já havia falado, o Vectra Elite de primeira fornada foi sem duvida o mais elegante e descritivo modelo top de linha da Chevrolet.

  • 1 Raul

    Esse vectra elite 2.4 foi uma aberração, bebia muito, e tinha autonomia baixíssima

    • Matuska

      Esses modelos da GM como o Astra e o Vectra eu sempre gostei muito, mas os motores (embora robustos) são muito defasados. Quando viraram flex o consumo piorou ainda mais.

  • Felippe2010

    Até hoje eu admiro o desenho do Vectra B, ainda mais se for a versão Challenger

  • Foonoslew

    Mesmo de olhos vendados, só de entrar no interior da pra saber que é um Vectra pelo cheiro… Fragrância bem marcante!!

  • Tommy

    Trocamos um equivalente do Malibu(Monza/Vectra) em 2005 por um equivalente do Cruze(Chevette/Kadett/Astra), por mais completo e espaçoso que o Vectra C e o Cruze fossem são carros inferiores aos que sucederam

  • romulo

    Tive 7 vectras, todos CD, sendo 1 da primeira geração (1994) e o resto da segunda geração (não quis ter o astra com nome de vectra). Saí dele pro focus ghia 2009 e depois pro jetta (q já tive 3). Agora estou namorando o passat, pois acho q o novo jetta 2.0, q chega em janeiro, vai passar por um downgrade.

  • Ainda gosto do Vectra A, apesar do último Monza ser mais bonito que ele, era um excelente carro em muitos aspectos. Quanto ao Vectra seguinte, infelizmente ainda não tive a oportunidade de dirigir um, mas o Vectra B sem dúvidas foi um dos GM mais bonitos já feitos, pena ser bem difícil encontrar um em bom estado hoje em dia, pelo jeito vou ficar só na curiosidade. Já o último, apesar de ser um Astra europeu, é bem grande, imponente e bonito, o primeiro Cruze é um carro atraente e tem um interior fantástico, mas o último Vectra ainda consegue ser mais vistoso que ele, ainda chama a atenção apesar dos anos.

    • Faheina

      Eu acho o vectra b ainda mais vistoso q a geração q Era O Astra. E realmente eh difícil demais encontrar em bom estado. Era um senhor carro. O conforto é acabamento

  • Rafael BDM

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