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Versões especiais de carros da Renault

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Assim como as demais fabricantes mais tradicionais do mercado brasileiro, a Renault costuma oferecer diversas edições especiais para dar um “up” nas vendas de seus modelos. Praticamente todos os carros da marca já contaram com pelo menos uma versão especial. Separamos abaixo as principais variantes especiais ofertadas pela Renault em nosso País. Confira:


Avantage

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O Logan ganhou em agosto de 2017 a série especial Expression Avantage, com produção limitada a 6 mil unidades e preço de R$ 51,2 mil para o modelo com motor 1.0 ou de R$ 57,4 mil para a variante com motor 1.6. Em ambos os casos, ele trazia rodas escurecidas, vidros traseiros e retrovisores elétricos, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro e sistema multimídia Media Nav Evolution de série.

Dakar

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A versão original do Duster Dakar chegou em novembro de 2015, com preço inicial de R$ 71,5 mil e motores 1.6 manual ou 2.0 manual e 4×4. Ele trazia rodas aro 16 exclusivas com acabamento diamantado, emblemas Dakar, encostos de cabeça com o nome da versão, acabamento das portas diferenciado, detalhes em preto brilhante e recursos como Media Nav Evolution, piloto automático e câmera de ré.

Já o Duster Dakar II foi lançado em abril de 2017 com motores 1.6 manual, 2.0 automático e 2.0 manual e 4×4, com rodas exclusivas aro 16 também diamantadas, alargador de para-lamas, protetor frontal com faróis adicionais, encostos de cabeça e volante com o nome da variante, bancos com revestimento exclusivo, entre outros.

Egeus

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Lançada em abril de 2006 para o Renault Clio Sedan, a série especial Egeus se diferenciava pelos equipamentos de série. Por a partir de R$ 37,9 mil e com produção limitada a 3,1 mil unidades, o modelo tinha itens como faróis de neblina, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos, computador de bordo, maçanetas internas em alumínio, bancos em veludo, entre outros. O motor era um 1.0 flex ou um 1.6 flex, este por R$ 40,6 mil.

Extreme

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Anunciada em outubro de 2006, a série Extreme foi disponibilizada para os modelos Mégane sedã e Mégane Grand Tour. Ambos tinham motor 1.6 flex ou 2.0 a gasolina, este último com câmbio manual ou automático. As diferenças ficavam por conta dos para-choques mais encorpados, saias laterais, aerofólio traseiro, rodas, capa dos retrovisores e maçanetas em tom grafite, detalhes internos cromados, acabamento interno em couro, pedaleiras esportivas, entre outros.

Os modelos ofereciam itens como chave tipo cartão, piloto automático, computador de bordo, faróis de neblina, trio elétrico, alarme antifurto, airbag duplo, freios ABS com EBD, entre outros.

GetUp

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Juntamente com o Clio Sedan Egeus, a Renault lançou o Clio GetUp, com produção limitada a 950 unidades nas carrocerias de duas ou quatro portas, com motor 1.0 flex e preço inicial de R$ 28,8 mil. Ele oferecia aerofólio exclusivo, faróis de neblina, bancos em tecido diferenciado, maçanetas internas em alumínio, computador de bordo, rádio com comando satélite na coluna de direção, vidros dianteiros elétricos, entre outros.

GT Line

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O Sandero GT Line surgiu originalmente como edição especial em novembro de 2010. Com preço de R$ 42,6 mil, o hatch compacto contava com faróis e lanternas escurecidas, faróis de neblina com moldura preta, emblemas GT Line, retrovisores em preto brilhante, adesivos exclusivos, rodas aro 15 na cor preta, aerofólio em preto brilhante e ponteira de escape cromada.

O interior trazia detalhes em preto brilhante, cromado, prata vermelho, bancos exclusivos com costuras vermelhas e emblemas nos encostos de cabeça dianteiros e painel de instrumentos mais “esportivo”. Ele contava com motor 1.6 e câmbio manual.

A série GT Line foi oferecida também para o sedã Fluence em maio de 2014. Ele oferecia spoilers, saias laterais, faróis de neblina com moldura cromada, aerofólio traseiro, difusor de ar, logotipos exclusivos, rodas aro 17 diamantadas, detalhes de acabamento cromados e em preto brilhante e painel de instrumentos digital. O motor era um 2.0 flex com câmbio CVT, enquanto o preço era de R$ 79 mil.

Kids

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Oferecida em duas edições, a Renault Scenic Kids tinha um apelo ainda mais familiar. A última versão do carro chegou em março de 2010 e se diferenciava pelo DVD Clarion na parte central do teto para entreter os ocupantes traseiros, além de adesivos exclusivos e rodas de liga-leve de 15 polegadas. Havia ainda airbag para o motorista, vidros e travas elétricas, ar-condicionado e direção hidráulica. O motor era um 1.6 flex, por R$ 52 mil.

Outdoor

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Introduzido em setembro de 2014, o Renault Sandero Outdoor tinha preço de R$ 60 mil. Por este valor, ele contava com motor 1.6 flex e câmbio manual, além de faróis e lanternas escurecidos, rodas de liga-leve aro 16 e adesivos laterais e na tampa do porta-malas. Havia ainda recursos como direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, alarme perimétrico e sistema de som com entrada USB.

Racing Spirit

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O esportivo Sandero R.S. ganhou em maio de 2017 a edição especial limitada Racing Spirit. Ele trazia rodas aro 17 pretas com pneus Michelin Pilot Sport 4, pinças de freio, parte central das rodas, detalhe central do para-choque dianteiro e capa dos retrovisores na cor vermelha, difusor e faixas laterais vermelhas. O interior contava com placa numerada nas proximidades do câmbio, teto na cor preta, detalhes em preto brilhante, difusores de ar e moldura do velocímetro na cor vermelha, entre outros.

Ele conta com um motor 2.0 flex de 150 cv e câmbio manual de seis marchas. O “RS RS RS” (Renault Sandero R.S. Racing Spirit) chegou com preço de R$ 66,4 mil e limitado a 1,5 mil exemplares.

Rip Curl

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Fruto de uma parceria da Renault com a marca de surfwear Rip Curl, o Sandero Stepway Rip Curl teve a sua primeira edição lançada em março de 2012. Limitado a 4,3 mil unidades, com motor 1.6 flex e câmbio manual e preço de R$ 44 mil, o modelo aventureiro trazia maçanetas, rodas de liga-leve e barras de teto na cor cinza inox, adesivos nas portas dianteiras, soleiras de porta, bancos dianteiros com revestimento exclusivo e detalhes no painel na cor vermelha.

Ele era equipado ainda com ar-condicionado, vidros e travas elétricas, computador de bordo, direção hidráulica, sistema de som com MP3 player e Bluetooth, entre outros.

Tech Road

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Lançado originalmente em outubro de 2012, a primeira leva do Renault Duster Tech Road tinha preços entre R$ 54,8 mil e R$ 62,1 mil, com motores 1.6 ou 2.0 flex, e ostentava detalhes exclusivos no visual e no interior e novos equipamentos. O crossover trazia faróis com máscara negra, rodas de liga-leve na cor cinza, adesivos na parte inferior das portas, sistema multimídia Media Nav com GPS, direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, volante em couro, sensor de estacionamento traseiro, entre outros.

Tech Run

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Em outubro de 2013, a Renault lançou no Brasil o Sandero Tech Run. O modelo tinha faróis e lanternas escurecidos, retrovisores e maçanetas na cor cinza, logotipos nas portas dianteiras e na tampa do porta-malas, rodas de liga-leve na cor cinza, bancos e cintos com detalhes na cor azul, nome da versão estampado no volante e itens como sistema Media Nav com navegador GPS de série. Ele tinha motor 1.0 flex, preço de R$ 37,8 mil e produção limitada a

Tweed

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Outra série do Sandero Stepway oferecida pela Renault no Brasil foi a Tweed, lançada em fevereiro de 2014 como uma inusitada homenagem ao tecido feito com fios de lã, tradicionalmente usado em casacos e jaquetas. Limitado a 1,9 mil unidades, o carro tinha motor 1.6 e preço inicial de R$ 47,4 mil.

O Sandero Stepway Tweed era pintado em preto ou branco, sendo que a capa dos retrovisores, as maçanetas das portas, os racks de teto e as rodas eram pintados em tonalidade invertida em relação à carroceria, além de adesivos nas laterais. Havia ainda bancos e painéis de porta com detalhes em tecido xadrez.

Vibe

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O Renault Sandero Vibe foi/é oferecido em duas edições. A primeira chegou em setembro de 2009, limitada a 3,7 mil unidades e com motor 1.6 flex e preço de R$ 40,7 mil, com direito a faróis e lanternas escurecidos, rodas de liga-leve em tom grafite, ponteira de escape cromada e detalhes internos em vermelho e prata.

Já a segunda edição foi anunciada em novembro de 2016, somente com motor 1.0 litro. Ele é ofertado atualmente por R$ 50,6 mil e conta com faróis e lanternas escurecidos, rodas de liga-leve em tom grafite, molduras iluminadas dos alto-falantes dianteiros, painel de instrumentos e difusores de ar com detalhes azuis, bancos em tecido exclusivo e emblema no volante.

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  • Lucas086

    Faltou o clio yahoo, já tinha air bag de série

    • Rogério R.

      Qdo foi lançado no Brasil todas as versões do Clio tinham airbags de série.

  • Renato Schiavo

    Faltou a versão GT do Fluence que é totalmente diferente da GT Line.

    • Rogério R.

      Fluence GT não nasceu como uma série limitada mas como uma versão definitiva que não obteve sucesso aqui. Muitos confundem pois o Sandero GT Line nasceu como uma série limitada e devido ao sucesso tornou-se uma versão definitiva.

  • Fanjos

    Ate hoje acho esse Mégane Grand Tour bonita pra caramba =/

    • Franklin Diego

      Mas por que essa cara de triste?

      • Fanjos

        Pq não tem mais

        • Franklin Diego

          awwwww :(

          • Fanjos

            :(

    • Louis

      Eu era apaixonado pela SW Renault Laguna Nevada, final dos anos 90… Mas era caríssima.

    • Robinho

      eu tbm, sempre tive vontade de ter uma, mas o tempo passou, ela saiu de linha e hoje não tenho mais coragem.

  • Rogério R.

    O Sandero GT Line fez tanto sucesso em 2010 e ainda faz que acabou virando versão definitiva do hatch e segundo a AE continuará no Sandero reestilizado. Dos esportivados 1.6 esse é o mais bacana na minha opinião. Agora esqueceram do Sandero Nokia e seu suporte de celular no para-brisa no início da era do carro conectado no Brasil.

    • Ubiratã Muniz Silva

      eu tive um GT Line da primeira versão, com o motor 1.6 16v. A meu ver, a “bobeira” na segunda versão GT Line (a reestilização do primeiro modelo, ainda não era a segunda geração) foi terem colocado o 1.6 8V e deixado o 16v só no Stepway.

      Na época em que comprei (em que airbags e ABS não eram obrigatórios), o carro teve um bom custo-benefício (custou 40.900,00, um J3 da JAC custava 37990). Aliás,comprei ele por isso e não por ser um “esportivado”. Era o carro mais barato do mercado (excluindo os chineses) com motor 1.6 e o kit segurança. Pecava por não ter vidros elétricos traseiros nem retrovisores elétricos, mas já vinha com os desejados AB2 e ABS.

  • Louis

    Não acredito que não colocaram o Clio Boticario !

  • Charlis

    Nunca gostei da Renault, de nenhum carro.
    Mas esse projeto do Sandero RS, tem que se tirar o chapéu!
    Um absurdo como acertaram neste carro, um acerto perfeito e invejável para pista, dando trabalho nos TD para muitos carros grandes.
    Teria um com toda certeza do mundo.

    Uma pena o Fluence GT ser o oposto, uma vergonha em todos os testes.

    []s

    • Hugo Leonardo

      Desde adolescente eu era fã da Renault. Lembro a primeira vez que entrei num Clio, a impressão é que ele estava a anos-luz da concorrência na época, por mais simples que fosse a versão. Scénic, Mégane e Laguna faziam meus olhos brilharem. Uma pena que a Renault foi embora do Brasil e só deixou a Dacia no lugar.

      • Rogério R.

        Nessa época a Renault tinha 4% de mercado e agora com os carros Dacia by Renault tem 8%. O brasileiro gostou mais do Sandero do que do Clio.

        • JOSE DO EGITO

          Mas o SANDERO é muito melhor que o CLIO

          • Sérgio Mendonça

            Só se for os Clio de 2006 pra cima. Os Clio entre 1999 e 2005 tinham um excelente acabamento. Entre num Clio 2005 Privilege e depois entra num Clio campus 2010 pra ver a diferença.

      • Charlis

        Realmente são carros excelentes…
        No meu caso, é questão de gosto. Eu nunca gostei da Renault, Citroen e FIAT, não tem jeito…
        Mas como eu disse, teria o Sandero RS, e da Fiat teria o Punto T-Jet na sua época (alias, quase tive um, bateu na trave).

        Esse Sandero RS no mercado de usados ta muito interessante… com 50K pega um quase que zerado.
        É um belo brinquedo!
        Diversão garantida.

        []s

        • Paulo Santos

          50? 45 já tem vários.

          • Paulo Santos

            Interessante que no mercado de usados o RS custa o mesmo que o Stepway.

          • Charlis

            Sim sim.. é que 50 é aqueles que o cara deu 1 volta no quarteirão e voltou pra CSS … ou seja, zero km.

            Belo C x b !

            • Paulo Santos

              Isso, alguém que odiou o câmbio curto…kkk.

      • klaus

        meu 1º carro foi um corsinha e, quando troquei por um clio…nossa! outra coisa!!

  • Hugo Leonardo

    Que saudades que eu tenho da Renault! Faltou o Clio Jovem Pan, era meu sonho de consumo na época.

  • Faltaram:

    Clio Tech Run
    Logan Up
    Clio Jovem Pan
    Clio Sedã e Scènic Alizé,
    Clio Air
    Logan Exclusive
    Symbol Connection
    Logan Exclusive

    • Rafael Ramalho

      Tive um Logan Up. O CD Player foi trocado umas 2x em garantia, quando esquentava, parava de tocar e cuspia o CD. kkkk Mas tinha um acabamento e visual menos sofrível.

  • Augusto Brum

    Desde guri que eu sou fã da Renault! Para eu ser mais preciso, sou fã desde quando o pai adquiriu uma Scénic RT 1.6 16v azul 1999/2000 0Km, que foi na mesma época que meu irmão caçula nasceu e eu tinha uns 6 anos… Eu achava o carro lindo demais, ainda mais porque tinha a primeira frente, o interior era gigante, os bancos eram muito confortáveis e eu adorava quando o pai tirava os bancos pra transformar o carro em van. Nós ficamos uns bons anos com ela, mas daí o pai vendeu ela no final de 2005… Que saudade que eu sinto daquele carro…

  • Zé Mundico

    Vão por mim: a Renault é a legítima sucessora da Fiat no Brasil.

  • Diego

    Renault “Sandero” Outdoor
    Ta errado ali
    é Duster e não Sandero

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