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Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

A Volkswagen Amarok V6 agora é definitiva e com ela pode iniciar-se uma disputa de “poder” no segmento médio. Enquanto isso ainda não acontece, embora as chances sejam enormes de ser muito breve, a picape média da marca alemã reina agora com seu potente V6 3.0 TDI de 225 cv entre 3.000 e 4.500 rpm, com um torque de 56,1 kgfm entre 1.500 e 2.500 rpm.


Mesmo só com essa carga de cavalaria, a Volkswagen Amarok V6 já não encontra resistência nas rivais, mas ainda existe o overboost para dar um “plus” de energia nesse conjunto. Empurrada de 0 a 100 km/h em 8 segundos, a picape cabine dupla surpreendeu ao chegar com um preço competitivo no segmento, custando R$ 187.710 quando em pré-venda. No entanto, as 450 unidades sumiram em menos de 24 horas, o que mostra o potencial da proposta no mercado nacional.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Agora, ela chega por R$ 184.990, mas sem as rodas aro 19 polegadas Milford, que marcam a Volkswagen Amarok V6. Se somar o conjunto, ela vai para o mesmo valor da pré-venda, ficando apenas a pintura metálica como adicional. Mas não se engane, não existem apenas flores. Sente-se a ausência de estribos nas laterais, rack no teto e, é claro, o bom e velho santantônio. A capota marítima aparece como um alento diante dos faltantes.


Com bom conteúdo interno, a Volkswagen Amarok V6 agrega conforto e certa dose de sofisticação. O ar-condicionado é dual zone, mas bem que podia ter difusores de ar traseiros. A multimídia Discover Media não tem tela de 7 polegadas, embora a de 6,33 não seja ruim. Há muitas partes em plástico duro e sem qualquer impressão de qualidade superior.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Para o tamanho e proposta, o modelo dispõe apenas de uma entrada USB, mas tem três fontes de 12V e mais um acendedor de cigarros. Então, um carregador automotivo estará literalmente em casa. O controle de cruzeiro na haste da alavanca poderia ser mais bem resolvido no volante.

Sem estribo, os mais baixinhos terão dificuldade maior sem uma alça na coluna A esquerda. Atrás, os porta-copos ficam no chão. Melhor seria num apoio de braço retrátil, por exemplo. O espaço para as pernas também não é o ideal se condutor e passageiro dianteiro forem altos. Nem dá para contar com o porta-luvas para guardar objetos, pois é minúsculo e sobra quase nada com o manual dentro. Como se vê, a Volkswagen Amarok V6 tem das suas, mas faz bonito no conforto de quem vai na frente.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Os bancos em couro (com dois tons) possuem ajustes elétricos, inclusive lombar, além de extensor de assento manual. Bem envolventes e com espuma macia, o conjunto gruda no corpo e dá uma sensação boa. Apenas seria legal se tivesse memória para o condutor e modo de saída. Mas estamos falando de picape, e nem tudo se aplica ao segmento da mesma forma que nos demais. Por exemplo, muitos nem reclamarão da falta de iluminação nos espelhos dos para-sóis e nem do porta-objetos pequeno entre os bancos.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Quanto à caçamba, a Volkswagen Amarok V6 apresenta um bom espaço e capacidade de carga, mas o piso não possui proteção plástica ou abrasiva para evitar danos ou manter a carga mais fixada ao assoalho. Ele é bem liso, por sinal. A tampa de carga é leve, apesar do tamanho e facilita o acesso, assim como o degrau no para-choque. Há luz para operações em locais escuros ou à noite. Ganhos para carga estão presentes.

No visual, as rodas Milford aro 19 chamam atenção, assim como os LEDs diurnos e a vistosa grade cromada com o V6, até certo ponto discreto. Na traseiras, as grandes lanternas escurecidas agradam, mas o “V6 TDI” é visível bem de longe e já passa a mensagem: “Não venha tretar comigo”. Mas e aí, anda mesmo?

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Volkswagen Amarok V6 – Quem é o EA 897?

Antes de falar que é um potente motor, devemos lembrar que sua origem não é Volkswagen, mas se trata de um legítimo Audi. Ele também é usado pela Porsche. Conhecido como EA 897 e tem 3,0 litros, compreendo um bloco V6 de 90 graus de abertura e com taxa de compressão de 17:1. Ele tem bloco em ferro fundido e cabeçotes de alumínio com 24 válvulas.

O EA 897 tem comandos de válvulas acionados por correntes, que dispensam manutenção. A bomba de óleo é variável e trabalha com outra à vácuo, aumentando a eficiência na lubrificação. Bloco e cabeçotes possuem sistemas de refrigeração separados, tendo ainda um intercooler ar-água. O turbocompressor (existe versão na Audi com dois turbos e potência na casa de 320 cv) tem turbina de geometria variável, necessária para reduzir o turbo lag em baixa rotação.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Lembra do overboost? Por 10 segundos, o EA 897 confere mais 20 cv e 3 kgfm, fazendo a potência bater nos 245 cv (limite da transmissão) e passar dos 59 kgfm (66,2 kgfm é o limite do Aisin). Com tudo isso, a Volkswagen Amarok V6 sim, anda muito. Para controlar esse V6 3.0 TDI, que ainda dispõe de injeção eletrônica Common Rail e EGR (Recirculação dos Gases de Escape), a VW manteve o câmbio automático de oito velocidades. A tração permanente nas quatro rodas com variação de força, é necessária para domar o bicho.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Volkswagen Amarok V6 – Impressões ao dirigir

Ao ligar o motor, nada de roncão, mas o barulho típico dos motores diesel, mas um pouco mais suavizado. No trânsito urbano, o V6 3.0 TDI pode ser tocado de forma tranquila, suave, sem receio de uma ação bruta ou inesperada. Ela é tão dócil quanto a versão com o polêmico EA 189 2.0 TDI, tendo um funcionamento até certo modo bem comportado. O nível de ruído agrada nessa e em outras situações.

O câmbio com sistema Tiptronic e mudanças de marchas na alavanca ou volante (paddle shifts) trabalha suave, mas por conta da grande força do EA 897, necessita manter marchas bem altas em velocidade baixas. Lembre-se, são mais de 56 kgfm em tempo integral e em rotações baixas. O ponteiro só chega aos 2.000 rpm nas trocas e já é suficiente para imprimir uma velocidade adequada para o meio urbano.

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Se ele é comportado e até dócil na cidade, também pode ser conduzida frugalmente na estrada, com rotação que igualmente nem precisa passar de 2.000 rpm em cruzeiro. Em 110 km/h, ele marca 1.800 rpm. Sem esforço, o V6 3.0 TDI cumpre sua missão e não tem conhecimento de aclives longos ou mesmo acentuados. Em subidas íngremes, ele até ronca um pouco mais, mas faz a picape subir com facilidade incomparável.

E então? Isso até o 2.0 TDI pode cumprir também. Pois é, mas não se o condutor exigir mais do carro. É aí que o EA 897 mostra o seu poder. O propulsor dá uma boa puxada na picape, o suficiente para assustar outros motoristas. O ronco muda completamente e passa a ter o vigor de todo V6.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Embora sem socos e ponta-pés do turbo, a aceleração é imediata e faz a picape deslanchar rapidamente para velocidades mais altas, mesmo que ele esteja a 120 km/h. Só depois a empolgação inicial é que a consciência diz que você está numa picape. Então, o gosto do caldo de galinha começa a impregnar a boca. Mesmo assim, a Volkswagen Amarok V6 proporciona um controle adequado para que a brincadeira não vire um pesadelo.

A direção é hidráulica e é pesada em manobras, mas o efeito é bem atenuado ao rodar, pois ela fica leve, mas não o suficiente para se tornar insegura. Os freios também cumprem seu papel, especialmente porque os traseiros possuem discos ventilados, que garantem mais eficiência na hora de parar.

Volkswagen Amarok V6: Impressões ao dirigir

Com retomadas dignas de esportivos, assim como sua aceleração, a Volkswagen Amarok V6 se torna ainda mais radical com o modo Sport acionado, fazendo o giro ir lá para a casa dos 4.000 rpm, deixando o motor cheio em tempo integral. Embora presente, a mudança manual é dispensável diante dessa energia toda. A suspensão não tem um ajuste mais firme, tendo o mesmo comportamento que no 2.0 TDI. As rodas aro 19 polegadas ajudam, assim como os controles de tração e estabilidade.

Em estradas de terra, o conjunto mostra porque não privilegiou a performance no asfalto. Bem equilibrada, a Volkswagen Amarok V6 cumpre também com a outra obrigação de toda picape, andar bem e vencer dificuldades em terra. Bom, para as primeiras impressões, o modelo já agradou muito. Agora resta ver como é o dia a dia com essa usina de força móvel (também é de uso marítimo). Assim, somente na Avaliação NA saberemos mais dessa picapona diesel.

Volkswagen Amarok V6 – Galeria de fotos

 

 

 

 

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191 Comentários

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  • Que torcida para DERRUBAR HILUX e S-10 com esse “caixote” ein:

    “A Volkswagen Amarok V6 agora é definitiva e com ela pode iniciar-se uma
    disputa de “poder” no segmento médio. Enquanto isso ainda não acontece,
    embora as chances sejam enormes de ser muito breve, a picape média da
    marca alemã reina agora com seu potente V6 3.0 TDI de 225 cv entre 3.000
    e 4.500 rpm, com um torque de 56,1 kgfm entre 1.500 e 2.500 rpm.

    Se deixar de quebrar e passar a ter algum valor de revenda pode ser que aperte a Ranger no 3º lugar

    Nunca vi uma materia tão parcial NA , decepcionante

    • Eu entendi que seria uma disputa de poder em função da motorização e não de vendas. Esse “caixote” junto com a Ranger leva quase todos os comparativos da imprensa especializada contra a Hilux e S-10. A matéria aponta também uma série de itens a serem melhorados, ou seja, não focou apenas em elogiar.

      • Rapaz por comparativo de imprensa especializada, ultimamente até JAC Motors tem vencido.. e se isso fosse representativo em aspectos reais e praticos c4 lounge e alguns peugeot seriam os “best-sellers” no mundo!

        O que afundou a nova Ranger , de 2013 para cá, é a falta de confiabilidade que o carro trouxe, sendo necessário muitas trocas de motores, mau funcionamento de outros componentes, etc…

        • Sempre fui um hater assumido da Toyota até comprar minha primeira Hilux.

          Saí de uma Frontier pra ela e o que tenho a dizer o seguinte:

          * Desempenho ruim na categoria? Sim! Não tem nem comparação com a Nissan.

          *Confortável dentro da proposta? Diria que as duas são equivalentes tanto no conforto de rodagem quanto no acabamento.

          *Tomba? Caramba, eu saí de uma pick-up que é referência em estabilidade pra ela e digo: se bobear, tomba mesmo! Mas você está em uma pick-up que tem o centro de gravidade nas alturas. Vai querer fazer curvas como num esportivo? Esquece.

          Mas em duas coisas a Hilux é incomparável:

          * Ela roda pra caramba e não quebra! O negócio aguenta o tranco! E é muito fácil de achar peças de reposição (se é que você vai precisar);

          * E no quesito economia de combustível o sorriso vem frouxo: 13,0 km/l andando a 100 km/h somente com diesel S10;

          Pra mim, só com esses dois pontos já justifica-se a fama de mercado que ela tem.

          • Faça o teste na Amarok então, devo dizer que você se surpreenderá..
            Além disso tudo que foi dito na matéria, deixo minha contribuição do que mais gosto nela: O espaço interno, principalmente para os passageiros dos bancos de trás.

            É extremamente confortável e quem viajou atrás numa sabe do que estou falando.

            Já tivemos S10, Hilux, Frontier.. Só não tivemos a Ranger (que também acho linda)
            Olha devo dizer que em espaço interno a Amarok é muito boa viu.. foi um dos grandes motivos pelo qual ficamos com ela.

          • Ficou animado com 13km/l? Saiba que a amarok 2.0 biturbo faz nessa mesma velocidade coisa de 15 a 16km/l. Aquele carro em minha opinião é bem urbano, até o rodar é assim. É incrivel como anda bem, é silencioso e apesar de ter o DNA VW, ela não é tão dura qto seus carros compactos.

              • Isso que me assusta ao dizer que 13km/l é bom. Hoje os diesel tem feito medias impressionantes. A toro no Best Cars chegou a fazer na estrada 17km/l! Se eu não me engano a media final foi de 10,5km/l (pegando transitos pesadissimos!)

              • Douglas, se forem as com motor MWM 2.8, elas fazem mesmo! Aquelas pick-ups são fantásticas neste quesito! Em alguns casos tem mais valor de mercado que as primeiras unidades equipadas com motor VM Motori.

            • Edson, eu saí de uma Frontier que mal fazia 11,5 km/l na estrada andando nos mesmos 100 km/h. Então para mim o 13,0 km/l foi um grande avanço. Concordo contigo quanto à economia de combustível da Amarok, pois até mesmo colegas meus que tem a pick-up comentam que ela é bem econômica.

              Mas, o que ela não te cobra na bomba do posto ela te cobra no custo de manutenção e na recorrência de visitas à oficina. Posso estar enganado, mas é essa a fama dela no mercado confirmada por proprietários e reparadores com quem tive a oportunidade de conversar.

              Como comentei acima: para ir ao shopping, andar na cidade e encarar aquela ida ao sítio no fim de semana, é uma baita pick-up. Mas para andar em estradas rurais e enfrentar caminhos mais pesados, ela não é a escolha racional.

              • rapaz, antes de comprarmos a nossa, que tá chegando a dois anos em nossas mãos, meus velhos usavam uma no trampo deles, durante uns quatro anos, o que somando as duas dá seis anos de vivencia com o referido modelo. Em ambas, só manutenção básica. E pode ter certeza, não foi só uso de “shopping” não. Residem no interior no Pará, na região da transamazônica, muita zona rual, ramais com off road pesado. Quando os adquirimos a atual, acerca de dois anos, saímos de uma S10 e antes da S10, tínhamos uma triton. Qd fomos comprar a atual, testamos quase todos os modelos, com exceção da Ranger, das que testamos, amarok de longe a mais confortável, melhor dirigibilidade e espaço interno. Como os velhos já haviam tido experiência de vários anos com uso extremo com a Amarok no trabalho deles, logo, não tiveram receio em comprar a mesma. Hj, como já foi dito, com quase dois anos de uso e 100 mil km rodados, carro só revisão básica.

                • Legal o seu relato! É muito importante essa troca de experiência entre o pessoal!

                  Existem casos e casos, como sempre falo. Temos Hilux que dão problemas mais cedo do que o esperado e Amaroks que superam os 700.000 km, como aquela da matéria publicada há alguns dias aqui no site.

                  São excelentes produtos, cada um com seus respectivos pontos fortes e também deficiências.

                  O comprador é quem decide qual é o pacote lhe atende melhor e quais características são mais importantes no equipamento.

          • O pessoal fala muito mal da Hilux porque a Toyota é uma das marcas mais odiadas, mas quando alguém passa a sua experiência, calam-se. Um outro leitor relatou sobre as pick ups utilizadas em sua empresa e disse que a Hilux é a melhor por sua confiabilidade.
            Muitos falam mal para ganhar likes, só isso.

          • Mas eles nem querem marokas bi turbs, ranger Marea(05 cilindros), pois naqueles fim de mundo dão pau em menos de um mês kkkkkk É só ver a marca das camionetes dos guerrilheiros árabes p ter uma ideia de qual marca que guenta o tranco sem frescura pelos desertos……

  • Pisando forte e usando o overboost você tem a disposição 245 cavalos e 60 kgfm de torque. Fiquei com vontade de dirigi-la para testar esse desempenho, que deve ser muito bom.

    • Caminhonete sem estribo, e santo antonio fica parecendo um sedan alto,, hack de teto até que dá pra ficar sem,, mas os outros são acessórios necessários.

  • Se a 2.0 já é boa de pista, imagina essa… vou fazer um test drive com certeza. Gosto muito da Amarok e esse pessoal que fica falando que ela quebra e tal, isso foi as primeiras, hoje tem a mesma confiabilidade das outras.

    • A Amarok quando foi lançada, tinha sido originada a partir do zero, todos os defeitos de projeto e até o escândalo do dieselgate foram solucionados. Hoje considero a Amarok uma competidora de respeito,,, e digo mais,,, ela não capota rsrsrsrs

      • ai depende do fator que fica entre o banco do motorista e volante amigo… mas realmente ela é melhor para pista. algo que não seria “habitat natural” em sua proposta. mas o mercado tem que oferecer veiculos que atendam diferentes aspectos. carro de passeio com caçamba é um excelente apelo , vide o resultado da Fiat Toro

            • Mas na hora de revender nem com pai de santo na caçamba vende essa geringonça kkkk isso se sair da oficina kkkkk A V6 é lançamento….. veremos lá adiante……

              • Mau do brasileiro é isso, compra carro inferior pensando em venda… bom que deixa os bons carros para quem realmente entende e gosta de usar um carro melhor. A V6 é motor Audi, pelo nome já da para imaginar como vai ser.

                • Claro que quem compra pensa em alguma qualidade ou talvez não entenda muito, agora, entre pegar uma que em três anos perde 30.000 e é fácil de revender e outras, que em três anos perde metade do valor e ninguém quer eu fico com a primeira, afinal, p eu conseguir dinheiro tenho que suar muito e vc??????? Dinheiro infelizmente não dá em árvore………e tem coisas boas p se gastar um dinheiro a mais na conta hehehehe. Quanto a essa V6 é uma baita camionete, mas vamos esperar o andar da coisa como seguro, valor das revisões na CSS e depois que sair da garantia e der pane…….

                  • Desvalorização alta foi as primeiras, hoje está na média. Dinheiro não dá em arvore, então a pessoa tem varias escolhas, umas preferem pagar menos e quando for vender, obvio que vai vender por menos… outras preferem pagar mais mas recebendo menos, pensando em revenda e tal e outras nem pensam, compra o que gosta. por isso existe a concorrência.

                    • Além da perda em Reais tem a questão da aceitação na hora da venda. Tem umas marcas que os revendedores, CSS, entrada p caminhão, terrenos, todo mundo aceita, outras marcas, os caras enrolam, torcem o nariz e só dizem, tenta vender por fora e te faço um preço bom nesse meu negócio hhehehehe. Não aceitam de jeito nenhum, igual carro com GNV, hj é um problema vender…..

            • Engraçado que mesmo com um 2.0 “pequeno” anda mais que a Tombalux… se por o V6 então, fica obsceno o estupro. E você falar que ela tomba, verdade, centro de gravidade alto de picape é complicado, mas te garanto que sua Tombalux vai capotar bem antes hahahahahaha

              • Anda mais só se for na oficina kkkkk isso quando descobrem o defeito que fica acendendo a tal da luz da molinha, uma semana andando e três na oficina hahahahhaha. Tenta vender esse santana vitaminado 2.0 com trocentas turbinas p ver quem quer, nem com pai de santo na caçamba se vende kkkkkkkkkkkk. V6 é lançamento, vamos esperar um pouco, revisões, peças, atendimento “muito bom” das CSS, seguro depois que os manos gostarem dela…… até pq outras marcas vão dar um up em seus motores mais a frente…. P andar a 80 ou máximo 110 em algumas rodovias não precisa tanto motor……

    • Cara…. boa de pista? Ela é boa de cidade tbm! rs

      Ela anda bem em qualquer situação, faz meu Fluence sentir inveja da sobra de potencia e economia dela…rs

    • Justamente foi so as primeiras e meamo assim doing questao da vedacao da correria dentada e despreparo das ccs tb ,ja vi relato aqui mesmo no na que um proprietário teve um problema na bimba que com 700 reais concertava e a ccs cobrou 7 mil ,falando q era isso é aquilo .os carros da Volkswagen sao um dos melhores do mundo , por isso lider na europa a decadas.

      • O 2.0 TSI não é flex. Precisavam rever isso também, mas mesmo que fosse só gasolina não seria ruim. Clientes de picapes assim geralmente colocam gasolina quando o motor e flex.

        • Aqui no interior de Sp vale muito a pena o álcool na questão do preço e na potência máxima no caso da S10 2.5 , são 9 cv. Autonomia com álcool tambem não é problema em sp. E, eu por ex., prefiro o álcool x gasolina comum devido ao menor indice de fraudes e diminuir demais a formação de goma e borra.

          • Aqui só uso etanol também e compensa mais que a gasolina, mas ainda assim, todos os meus clientes abastecem os veículos da empresa só com gasolina. E até mesmo os que tem picape flex só usam gasolina. É pela maior autonomia, e geralmente essas picapes tem motores fortes, não são igual ao Compass que tem abismo de desempenho entre gasolina e etanol…

            Acho que mesmo não sendo flex, venderia bem… Esse pessoal de picapes grandes são mais antigos, gostam da gasolina, acham motor flex besteira e etc…

              • Com certeza. Mas já sugeri ir pro 2.0 TSI porque se o público “normal” já não aceitava sedan com motor menor que 1.8, imagina uma Amarok 1.4? O cara não leva, pode ter certeza… A 2.0 ele já vai perguntar se dá conta…
                Seria o mesmo erro do up!, as pessoas nem chegam a ir ver o carro, já achando pequeno de longe, sendo este maior que um Uno internamente.

                • Mas daí vale a VW trabalhar a imagem como fez com Polo TSI por exemplo.

                  Porque eu tenho a impressão que o motor 1.4 traria o mundo ideal para picapes: Um carro fortinho com economia. Algo dificil de se ver no mundo das picapes.

                  • Com certeza.
                    Ainda mais se reduzir o peso pra 4×2, andaria igual um sedan 2.0 sem medo…
                    Eu tenho uma dúvida… Qual picape de serviço usa motor turbo? Tem alguma no mundo? Eu ainda acho que eles têm medo de colocar turbo nesse tipo de carro por conta da possibilidade do cliente forçar mais do que deve e os motores aspirados aguentam o tranco, onde eu já não tenho tanta certeza no turbo…

                    • Pensamos que os diesel são turbo. Obviamente uma boa aplicação daria certo em carros a gasolina.

        • porque não é intenção da VW criar uma versao da Amarok gasosa com motor bom e bater de frente com a diesel, é diferente da S10 que está nesse ramos das flex a muito tempo, lá a receita funciona.

  • Surpreendentemente, nos últimos 3 dias a Amarok vem vendendo mais que a S10, com a chegada da V6 com certeza teremos um bom aumento nas vendas. Se tivesse versões flex arrisco dizer que brigaria na frente com Hilux e S10. Hj acho que com V6 consegue passar a Ranger. Isso mostra o quanto a Toyota está cobrando caro na Hilux, 189mil num motor diesel normal.

    • Isso varia muito de região pra região. Aqui (norte/nordeste do RS), quem compra picape na sua maioria são os fazendeiros. E só vende S10 e Hilux pra esse pessoal. A Amarok aqui tem uma péssima imagem, usada não vende, ficam meses nas lojas de usados, ninguém quer. A Amarok aqui é o Marea das picapes.

        • É mentira? Você mora na região norte/nordeste do RS??? Conversa com as pessoas daqui pra ver que Amarok ninguém quer??? Já foi em uma loja de usados pra ver a “cara feia” que fazem ao tentar usar uma Amarok na troca por outro veículo??? Se é boa ou não, não foi isso que eu disse, só disse que tem uma péssima fama por aqui e é uma dor de cabeça tentar se livrar de uma (vender). Ah, leia com atenção, eu disse que moro na região norte/nordeste do RS …. do RS, olha uma lista de siglas de estado pra ver de que lugar do Brasil eu estou falando.

  • Conceito estúpido, quer desempenho use gasolina (ou flex), diesel é para caminhão, tem de colocar tanta tecnologia para esta coisa andar que fica inconsertável, uma das coisas boas do motor diesel é durabilidade, mas duvido muito uma pick-up destas durar 5 anos. Tudo para ter o desempenho que uma americana V8 já conseguia há 20 anos atrás.

    • Hahahahahah!! Seu comentário foi uma piada bem gostosa, viu? é como se motores a gasolina não precisassem de tecnologia também. Sim, o V8 fazia, mas com dois cilindros a mais.

      • Os v8 atuais, com este nível de tecnologia rendem de 500 cv pra cima, esta coisa cheia de frescura chega no desempenho de um motor a gasolina de 20 anos atrás, entendeu ou precisa desenhar?

        • Você está levando em consideração apenas a cavalaria, enquanto esquece de fatores importantíssimos como normas de emissão de poluentes, massa do motor, consumo, vibrações, restrições de dimensões etc. Além disso, a tecnologia referente a materiais permite que um motor menor e mais tecnológico seja tão durável quando um antigo feito todo de ferro.
          Me aponte um motor V8 de 20 anos atrás que permita um consumo de 9km/l na cidade, que caiba no cofre do motor de um carro “pequeno” pros padrões americanos como a Amarok, que permita que o veículo “pese” apenas 2 ton, que não vibre e nem produza ruído em excesso, que você vai ter toda a razão.

          Sobre a durabilidade, esse motor é utilizado no Q7 há ONZE anos.

          • Emissão de poluentes está ai o dieselgate; diesel é bloco de ferro logo pesa mais; consumo ok, mas pensar em gasto com combustível em um carro de 200K?; a dakota tinha v8 e é mais ou menos do mesmo tamanho, s10 tinha v6 e caberia um v8 tb; durabilidade esqueça. O pessoal confunde estas diesel novas com as de 10 anos atrás, que realmente duravam, estas modernas tem tanto sistema eletrônico que nem a NASA consegue consertar se der defeito. V8 consome mesmo, mas se for colocar na ponta do lápis com seguro e manutenção sai bem mais barato. Diesel é muito bom para carregar peso, e só, de resto é sempre uma péssima escolha.

    • Eu tinha uma Amarok 2011 e durouuu os 5 anos amigo, durou mais, vendi com 190mil KM, hoje ainda está rodando, então chegue com seu comentário descabido para outro lugar kkkkk

  • belo motor , mas acho que houve um erro ali sobre a transmissão, pois pelo que sei a Amarok usa ZF e nao AISIN de resto creio que ira esquentar a concorrência .

  • Tarefa bem difícil de provar que é boa e deixar para trás os problemas crônicos do motor. É uma bela caminhonete mas a VW vai ter que trabalhar duro para apagar as péssimas impressões do motor antigo.

  • A VW está realmente agressiva pra tomar a dianteira do mercado brasileiro. Aproveitando bem a vantagem de ter várias empresas no grupo com esse processo modular, está apresentando várias novidades e com preços competitivos.

  • Não existe concorrente para esta, é muito superior como Amarok, e com o V6, nem se compara.
    Se a highline ja puxava todas no teste de cabo de guerra, imaginem esta.
    Em se falando de pickup boa de verdade em consumo e força, Amarok e Frontier são as melhores (opinião pessoal, claro).
    Acredito que ter uma Amarok velha não seja uma boa ideia, velha, seria algo do tipo, 8 anos em diante. Pois, tem muita tecnologia e por enquanto o mundo dos mecanicos estão muito “mecanicos” enquanto deveriam estar mais “eletronicos”.
    E que arrancada hein? JESUIS!

    • Para vc ver como muda de região pra região, aqui mesmo, Amarok e Frontier são as mais queimadas para uso como picape mesmo, estrada sem pavimentação, fazenda, lavoura, aqui impera a Hilux e depois Ranger, S10 eh variado, mas mais eh o pessoal da cidade que usa, assim como a Amarok que normalmente eh vista na cidade, quem comprou pra usar na fazenda, serviço severo, vendeu e trocou de marca. Já para usar como carro, não vejo nenhuma chegar aos pés da Amarok, parece um carro.

  • Comprei e viajei 1000 km e posso garantir que o carro é fantastico, desempenho soberbo, estabilidade otima, consumo razoavel, conforto compativel com uma pick-up, com certeza é a melhor da categoria.

  • “Sente-se a ausência de estribos nas laterais, rack no teto e, é claro, o bom e velho santantônio. ”

    Com santantonio e rack no teto fica uma picape brega

    • Ela tem reduzida, a primeira marcha funciona com esse fim quando o carro sente necessidade – é por isso que a gente vê a Amarok arrastando a maioria das concorrentes no cabo de guerra. Sei que muitos fatores envolvem esse teste, mas sem reduzida seria impossível a Amarok arrastar outra picape com reduzida engatada…

      E nenhuma caminhonete concorrente vem com esses acessórios de série… A Hilux custa 193 mil sem um protetor de caçamba sequer.

      • Seria como a primeira trator das antigas bandeirantes????? Acho que sem reduzida e se for p rebocar muito peso em subidas muito íngremes, acaba derretendo a caixa de marchas…..

  • Que bom seria uma camionete GMC por aqui, ou uma Ram 1500, ou uma Ford 150, mas temos que nos contentar com essas coisas de brinquedo como Ranger, Hillux, S10, Amarokada, Frontier, e outros bagulhos

  • Bate tranquilho, você não sabe, mas custo de rodagem também inclui manutenção e seguro. Põe uma Amarok na oficina pra ver o tamanho da economia do Diesel, isto se conseguirem arrumar.

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