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Volkswagen deve assumir frota da maior locadora chinesa com novo elétrico

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Não é só a General Motors que está vislumbrando um cenário bem diferente para os fabricantes de veículos a partir da próxima década. A Volkswagen também está de olho na mudança de negócio envolvendo a propriedade do automóvel que, na visão das empresas, mudará para a comercialização de serviços de mobilidade.


Não se trata simplesmente de criar serviços de car sharing ou permitir que os donos compartilhem seus carros com outras pessoas. A realidade é que GM, VW e outras pensam que a atividade fim de produzir e vender carros será alterada para produzir e alugar os automóveis. Parece estranho achar que isso vai render mais do que a venda de veículos, mas nas contas dos fabricantes, cada carro produzido renderá mais em lucros com aluguel do que sua venda propriamente dita.

Mas nesse ambiente, além de parcerias com locadoras ou a criação de serviços próprios, os fabricantes precisam de três coisas: carro elétrico, condução autônoma e uma plataforma digital de aluguel. Com esses pilares, o futuro parece ser aquele onde a propriedade privada será substituída pela compartilhada, com a aquisição de serviços ao invés do produto em si, como é o caso do automóvel atualmente.

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Na China, onde a eletricidade e a automação estão avançando à galope, rumores indicam que a Volkswagen já se prepara para dar uma cartada enorme no mercado de compartilhamento. De acordo com a Reuters, a VW estaria perto de fechar um acordo com a Didi Chuxing, a maior locadora de veículos, motoristas e táxis do país, que tem uma frota de 100 mil carros, sendo a maioria de modelos da própria marca alemã. A ideia é que a montadora tome conta da frota da Didi, mas com algo a mais.

Segundo uma fonte ligada ao processo, a Volkswagen forneceria um modelo de carro elétrico próprio para o serviço. Como se sabe, a marca alemã revelou há algum tempo que o conceito Budd-e poderia retornar como um modelo exclusivo para compartilhamento, aproveitando a plataforma modular elétrica MEB.

Mas, com o último conceito ID, o Vizzion, apresentado já como um carro que seria compartilhável nesse sentido, parece que outros podem acabar no mesmo serviço. A GM foi a primeira a apresentar a ideia com base em um carro já existente, no caso do Bolt sem direção e pedais. Apesar de ainda não existir como produto, o sedã estiloso da VW entra na lista de lançamentos da nova família de carros elétricos da marca, cujo primeiro chega em 2019.

[Fonte: Reuters]

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  • FrankTesl

    Enquanto isso, aqui no Brasil, eletrificação dos carros é totalmente ignorada ou tratada como “projeto de feira de ciências” (foi o que escreveu em um artigo de jornal um desses çábios que se dizem cientistas brasileiros, mas que na verdade são burocratas encastelados nos CNPq’s e outras sinecuras estatais), pelos governantes embriagados com propinas e contribuições eleitorais pelos usineiros de cana.
    E o Brasil cimentando seu caminho para o atraso…

    • Cosi fan Tutti

      Sim e quando chegar os carros já vão estar tao caros, que vai ser tecnologia para todos, alias como tudo nesse país é pra uma minoria rica e privilegiada, isso parece nunca mudar, e mentalidade também não!

      • Mario De Barros Bellotti

        Mudemos entao vetemos em tecnologia e não em paternalismo

    • Everson Favaro

      Não adianta ter carro elétrico e não ter eletricidade.

      • Mario De Barros Bellotti

        Porem é na china que esta o maior desenvolvimento, agora se o povo gosta de 1,99 o que fazer!!!

      • Cosi fan Tutti

        Pq não adianta? Tem painéis ruins mas tem ótimos produtos também, só saber comprar. O Brasil tem vento, tem sol, tem mares, e tem 80% de sua energia vindo de forma limpa, e só vejo mí mi mi. Outros paises não tem nada disso e já são lideres em elétricos.

        • Everson Favaro

          Porque você estaria retirando empregos daqui e mandando pro outro lado do mundo.

          • Cosi fan Tutti

            Como assim retirando? Essa tecnologia ainda nem esta em larga escala.

            • Everson Favaro

              Porque aceitar comprar painéis solares chineses? O que falta para o Brasil ter mais fábricas desses painéis e produzir sua demanda e talvez até exportar? Porque eu, como brasileiro, estaria ansioso para acabar com os “usineiros de cana”, e ávido por dar lucros aos chineses? Há décadas temos problemas com energia e esses mesmos “usineiros de cana” geram uma quantidade nada desprezível de energia, e há décadas é o agro negócio que salva a economia do Brasil. Mas as pessoas estão cegas. Querem carros elétricos como se isso fosse a última bolachinha do pacote. É só um motor diferente, nada mais. E num país atrasado e medíocre como o nosso, e de dimensões continentais.. isso aí está muito longe de ser algo prático.

              • Cosi fan Tutti

                Pq os chineses investem?

                • Sonfav

                  Boa pergunta. Se descobrir, conta pra nós. E se quiser também pode mostrar como o carro elétrico vai virar realidade aqui no Brasil, conhecendo o país como você provavelmente conhece.

      • Louis

        Energia fotovoltaica já está disponível, só querer.
        Eu só estou esperando um elétrico acessível, para instalar placas solares na minha casa. Ou você espera que o governo coloque placas solares pra você?

        • Everson Favaro

          Eu já uso.

          • FrankTesl

            bem nisso eu concordo com você.
            HOje mesmo estava conversando com um pessoal mais velho, os caras adoram se gabar que têm dinheiro, que trabalharam muito para juntar patrimônio que dá renda, que viajam, trocam de carro… Tudo bem, cada um faz o que quiser com seu dinheiro.
            Aí falei para eles que eles poderiam deixar de pagar impostos que vem embutidos nas contas de energia, gerando a própria em casa com placas fotovoltaicas. Eles disseram que é caro, que é ‘modernoso’ demais, preferem ‘dar seus pulos’, como bem se sabe, ainda mais com esse papo encharcado de chopp, que dá asas ao falastrão…

            Alguns até aquecedor solar de água e já acham bom.

            Nem adianta falar que um kit solar, mesmo com o dolar subindo, já caiu mais da metade do preço nos últimos anos

            E pensar que um kit de 10 placas custa pouco mais de 1/10 do preço de um carro zero que eles gostam de se gabar que trocam todo ano, mas eu isso eu não falei, cada um gasta como quiser. Prefiri deixar implicito, quem sabe um dia percebem.
            Talvez estejam esperando uma solarbrás da vida, para dar placas para quem não precisa, mas tem condições de comprar por bem menos do que gastam para trocar de carro todo ano com menos de 20.000 km.

            • Everson Favaro

              Exatamente. Quando eu instalei, esperávamos o retorno em 6 anos. Só que já veio reajuste na energia, e isso caiu para 5 anos e 3 meses.
              E adivinhe só.. já tem mais reajuste programado, o que me leva a acreditar que muito provavelmente o sistema estará pago em 4 anos e meio.

          • Louis

            Já usa? Então você que está caindo em contradição, reclamando que não temos energia elétrica por causa dos níveis das hidrelétricas, que não adianta ter carro elétrico, e depois diz que usa energia fotovoltaica…

            • Everson Favaro

              Louis.. por favor… que contradição? Se a minha geração de energia fosse mil vezes maior do que é, ainda assim seria absolutamente desprezível quando você pensa na matriz energética de um país. O setor elétrico brasileiro está em frangalhos há décadas, e as pessoas ficam aqui discutindo achando que eu sou o culpado por não termos carros elétricos, só porque eu sou capaz de constatar que é ímpossível essa porcaria funcionar no Brasil por um bom tempo ainda. E não adianta mimimi nem torcida. Essa é a realidade.

              • FrankTesl

                nesse ponto, eu creio que não importa. Se cada um que adotar carro elétrico tiver microgeração distribuída, não vai impactar em nada, pois já gera sua própria energia.
                Sem falar que, com a adoção cada vez maior de carros elétricos, nada impede que estacionamentos de empresas, shoppings, rotativos etc aos poucos passem a instalar coberturas solares para gerar energia. Até mesmo condmínios podem partir para isso.
                Mas se esperar “primeiro fazer a infra estrutura” para depois adotar medidas em prol carro elétrico, aí que nunca saí do lugar.
                Primeiro tem que destravar a adoção do carro elétrico, ao menos igualando os impostos e até desonerando outros, liberando de rodízio etc, que gradualmente a tal infraestrutura virá, até mesmo de soluções que hoje ainda são minoritárias ou desprezadas, como microgeração solar e eólica, pontos de recarga coletivos etc.

                Quando foram inventados os carros à combustão, não havia postos de gasolina em cada esquina. Depois os carros à gasolina foram se disseminando é que o negócio de postos de gasolina cresceu.

                • Everson Favaro

                  Mas diferente da época da gasolina, não é possível levar baterias extras no porta-malas. Recentemente assisti um episódio de Grand Tour, onde o James May conduzia um i3.
                  Mesmo estando na Inglaterra, minúscula perto do Brasil, precisou adotar uma rota mais longa, que tinha postos de recarga e mesmo assim precisou dirigir em modo econômico porque 2 dos postos não funcionaram.
                  Isso aqui é Brasil. Desde antes de FHC já temos problemas com abastecimento elétrico. Nos dias de hoje, nem se não fosse essa crise, não teríamos como crescer bastante, porque não há energia pra isso.
                  O ponto é : As pessoas em geral não tem poupança pra bancar sistemas fotovoltaicos; ainda que tivessem, não há fábricas de fotovoltaicos suficientes para a demanda de hoje, mesmo na China; e ainda que instalem, poderão usar apenas em percursos curtos, o que além de não combinar com o Brasil, ainda não temos motivo nenhum de acreditar que o governo vá se interessar em desenvolver isso pois o imposto sobre os combustíveis gera bilhões em receita todos os anos.
                  E, tudo isso solucionado, ainda sobraria a questão do custo do automóvel elétrico. Sobre desonerar, eu acho um absurdo sem tamanho. É um carro caro, e tirar imposto deste produto seria liberar dinheiro para os mais ricos, enquanto taxa mais aos mais pobres. Não acho certo tarifas diferentes. Mas já é outra discussão.

                  • FrankTesl

                    o i3 tem uma versão com gerador à gasolina integrado
                    Insisto: não adianta esperar primeiro que ‘se instale a infraestrutura” para depois implementar medidas para incentivo de carros elétricos, ou pelo menos reduzir a os desincentivos que existem por aqui.

                    (para uso urbano e rodoviário curto (até 150 km por dia, ida+volta) não há mais celeuma ou dilemas – carros com autonomia de mais de 300 km já são mais que suficientes.

                    Num extremo, para quem quiser fazer viagens longas com carro elétrico por rotas que não tenham as famigeradas “estações de recarga a cada km” , que alugue um reboque com um gerador .

                  • FrankTesl

                    quanto à desoneração de impostos, não se estará perdendo arrecadação porque as vendas são atualmente quase nulas.

                    diminuir a tributação vai acarretar aumento de vendas e consequente aumento de arrecadação.

                    Além disso, não se estará prejudicando o pobre em favor do rico (retórica infeliz e falaciosa, mas vá lá, TEM que ser refutada), pois a alíquota do IPI será a mesma do popular 1.0 flex, de 7%, modalidade de carro mais adquirido, novo ou usado, por quem tem menos condições financeiras.

                    • Everson Favaro

                      Como disse, não acho certo tarifas diferentes. Então não é retórica, não é falacioso, e com certeza não é argumento desonesto.
                      De mais a mais, pobre não compra carro no Brasil, portanto não me referi ao “popular 1.0”, e sim ao fato de que, pode-se argumentar que o imposto deva ser mais barato em um carro de entrada, para possibilitar ao maior número de pessoas a compra. Mas daí a elevar a tarifa nos intermediários e abaixar de novo no veículo “modinha” e “tecnológico”, não tem nada de engraçado.
                      É o dinheiro do cara que ganha 1 salário mínimo indo pro descolado que ganha 30x mais. Daí pra cima.
                      Você pode admitir ou não que é errado executar primeiro e pensar depois.
                      Mas é por conta dessa atitude que o Brasil é assim.
                      Os fatos falam por si.
                      Da minha parte, é planejamento, preparação e execução. Se você ganha o suficiente para ficar pagando o preço, beleza. Sorte sua.
                      Daqui a 10 anos falamos de novo a respeito e veremos o que aconteceu com o veículo elétrico brasileiro e o feliz contentamento de seus usuários, carregando o reboque na descida pro litoral.

                    • FrankTesl

                      O mundo está indo para a eletrificação. Uns mais rápidos (China, Europa, Japão) outros menos (EUA). Mas estão indo. Se o Brasil não começar a se direcionar para isso, nem que seja para pelo menos tirar os desincentivos insanos que atualmente existem no mercado, como o IPI de 25%, vamos ficar de novo com um “PAL-M automotivo”, um padrão de tomadas exclusivo, que vai nos manter a margem de toda um novo setor da economia global. De novo mais uma oportunidade perdida.

                      Quem mora longe do litoral vai de carro comum, ou híbrido, ou como eu falei “CASOS EXTREMOS”, com reboque de gerador, que seriam Exceção da exceção, que usei na minha mensagem com um sentido de hipérbole.

                      Em 10 anos, se as amarras forem removidas e houver mercado e espaço para isso, quem garante que não haverá eletropostos de recarga nas estradas mais movimentadas para o litoral e para outros destinos? Aliás, já há alguns na Rodovia dos Bandeirantes, isso com a participação traço, quase 0, dos veículos elétricos hoje.
                      http://www.energia.sp.gov.br/2017/07/cpfl-energia-e-rede-graal-instalam-novos-eletropostos-para-veiculos-eletricos-na-rodovia-dos-bandeirantes/

                      Mas, do que jeito que a tecnologia de baterias já existe HOJE, as mais recentes versões de VEs já permitem autonomia para viajar 300 km por dia, o que atende trajetos urbanos e rodoviários curtos sem qualquer problema.

                      Quando escrevi “Pessoas de menos condições financeiras” eu referi ao público comprador de carros, que compra majoritariamente 1.0 novos ou usados, não ao perfil geral do país. Dentre aqueles que compram carro no país, que possuem condição financeira mais humilde, a maioria compra carro flex 1.0.

                      Esses joguinhos de palavras que conduzem ao joguinho pobre x rico só servem para enterrar debates numa areia movediça improdutiva. Se fosse para conduzir uma conversa nesse sentido, não era para ninguém ter carro no Brasil até que 100% das cidades terem saneamento básico completo.

                      Não vai se transferir dinheiro do rico para o pobre, pois o se IPI do elétrico continuar 25%, quase ninguém vai comprar, como já acontece hoje, de modo que nenhum imposto seria arrecadado. Igualando o IPI para 7%, mais gente compra e arrecada mais impostos que, de outra forma, não seriam arrecadados.

                    • FrankTesl

                      a alíquota do IPI não é diferente. é igual ao do carro flex 1.0

                    • Sonfav

                      Diverta-se com o seu elétrico. Boa sorte.

                    • Sonfav

                      Não tem jogo de palavras nem pobre x rico.
                      É simplesmente injusto cobrar mais de 1.6 do que de elétrico. Eu disse achar justo tarifas iguais. Pra todos.
                      Não seja desonesto apontando o que o outro não disse, principalmente se envolver guerra de classes.
                      Coisa que, pra gente honesta, é quase pior que xingar a mãe alheia.
                      Mantenha algum nível, ou cale-se.

      • zekinha71

        Então vamos sentar e esperar a represa encher, enquanto o resto do mundo já está correndo atrás de energia faz tempo, daí depois é só a gente importar, igual o gás natural, queimamos milhões de metros cúbicos todos os dias no mar e importamos da Bolívia, a desculpa é que custa caro fazer um gasoduto que resolveria de vez e íamos ter gás abundante por décadas sem gastar.

        • Everson Favaro

          Onde foi que eu disse que não deveríamos investir na fotovoltaica? Eu disse que não adianta ter carro elétrico e não ter eletricidade. E não adianta matar uma indústria local para fomentar negócios estrangeiros.

      • FrankTesl

        um kit de dez placas solares já baixou de preço para menos de 15mil reais instalado, atende uma casa de 4 pessoas com folga por um prazo de 25 anos, ainda mais se já houver um kit fototérmico para aquecimento de água para deixar de gastar com chuveiro elétrico.
        E qual o problema das placas serem importadas da China, se elas vão ajudar brasileiros a aproveitar uma fração do Sol que brilha forte por aqui ?
        Com 10 placas solares se produz mais energia do que em casas européias com 20 ou 30 placas…
        Vamos esperar uma solarbrás fazer placas solares ? Criar um novo padrão ?

        • Dario Lemos

          Esse kit fotovoltaico alimenta que produtos em sua casa? Qual é a capacidade (em watts) dele? Moro em Mato Grosso e já penso, no curto prazo, instalar algo parecido mas e meu consume médio diário é de 27kwh.

          • FrankTesl

            Procure no site portal solar
            http://www.portalsolar.com.br
            empresas na sua região que trabalhem com sistemas grid-on (ligadas na rede) e grid off (fora da rede, com bateriais) para fazerem projetos e orçamentos para o seu caso.
            Esse site tem muito material para estudo e um buscador de empresas e profissionais especializados em todo o país.

            Na minha casa uso sistema grid-tie, ligado à rede. Durante o dia gera energia que é consumida na hora. Se o consumo for maior, pega da rede elétrica. Se o consumo for menor que a geração, o excedente é enviado para a rede da distribuidora para ser repassado para os vizinhos, e eu recebo créditos para abater de contas futuras.
            Isso é medido por um medidor bidirecional, que registra entradas e saídas de energia.

            Se fosse um sistema grid-off, desligado da rede elétrica, dependente de baterias, creio que aí sim teria que dimensionar mais rigorosamente a quantidade de placas para gerar o suficiente atender o seu consumo, além de ter um banco de baterias que sustente adequadamente o consumo dos eletrodomésticos e iluminação durante a noite.

            No meu caso, tenho o normal de uma casa: TV, geladeira, ventiladores, forno microondas e elétrico (já uso até menos gás de cozinha, um botijão de 13L dura mais tempo do que antes), lâmpadas quase todas de LED, etc
            Para aquecer água a casa já tinha aquecedor solar de água, o que já economiza bastante por usar muito menos o chuveiro elétrico (coisa de poucas vezes por ano).

            A quantidade de placas a ser instalada deve levar a conta o patamar mínimo cobrado pela distribuidora (tarifa mínima) para o padrão de entrada da sua casa. Padrão bifásico, consumo mínimo geralmente é de 50 kWh/mês; trifásico, 100 kWh/mês.

            Para um sistema grid -tie, conta a ser feita é:
            o seu consumo médio por mês
            (-) menos o consumo mínimo exigido de acordo com seu padrão.

            Se o gasto mensal médio é de 500 kWh/mês e o seu padrão for trifásico, a distribuidora vai cobrar no mínimo o valor de 100 kWh/mês, de modo que o sistema fotovoltaico a ser instalado na sua casa tem que gerar em média 400 kWh/mês (mais no verão e menos no inverno; a geração extra do verão compensa a geração menor no inverno, pois os créditos excedentes se acumulam para compensar contas futuras).

            Na minha região, a minha experiência é de que cada placa gera em média (no verão mais, no outono/ inverno, menos) em torno de 30 kWh/mês. Com dez placas, a geração foi de 300 kWh/mês em média. Dependendo da insolação no seu estado, com menos placas você obtenha mais geração.

            • Dario Lemos

              Agradeço pela resposta. Tenha uma boa semana.

        • FrankTesl

          além disso, já existem fabricantes nacionas de equipamentos para geração fotovoltaica, como a WEG de Santa Catarina, que já é reconhecida no setor de equipamentos elétricos.
          http://www.weg.net/institutional/BR/pt/solutions/solar-energy

      • thi

        amigo agente ter escassez de energia é ser o povo mais tapado do mundo..pq só agente tem sol,vento,mar o ano todo . por favor nhe ..tudo não passa de uma minoria de interesses políticos e só

        • Everson Favaro

          puts.. mais um me culpando por APONTAR que nós não temos energia.
          E eu concordo que é por incompetência ou interesses políticos.
          Mas ainda assim, O FATO É QUE NÃO TEMOS ENERGIA PRA VEÍCULOS ELÉTRICOS.

          • Wilson Junior

            “A não ser, é claro, que você resolva fazer alguma coisa com nosso sol, vento e mar e resolver nosso problema.”
            Essa foi boa !
            Tem gente que ta vendo muita propaganda política kkk

          • thi

            então fiq com esse seu pensamento,temos q ter caras como o gurgel foi por exemplo,então espere pelo governo.

            • Everson Favaro

              Tenho um sistema de 13.86 Kwp funcionando, gerando energia e contribuindo para que a energia de todos seja mais barata.
              Você fez alguma coisa concreta ou só está falando?

    • Realista.com

      Se a nossa frota de carros forem “eletrificadas” rapidamente, quase ninguém vai poder ter acesso a carros elétricos.
      O pessoal clama por uma coisa e não tem nem noção da consequência.
      Carro elétrico vai ser caro, muito caro no início, depois a tecnologia vai ficando mais popular.
      Pra quer ter carros elétricos no início?
      Pra maioria ficar olhando na rua?
      Nem falo do custo de uma bateria, só do carro mesmo.

      • Mario De Barros Bellotti

        Nao se esqueca que este custo tao alto é devido a impostos praticado aqui

        • Realista.com

          Sim.
          Mas como o governo não diminui impostos, pelo contrário, só aumenta………….
          Não vejo solução.
          Não tenho dúvidas que somente os carros mais caros, receberão essa tecnologia e depois, bem depois, os mais populares.

          • Cosi fan Tutti

            O governo esta pra anunciar essa semana o Rota 2030, que vai diminuir os impostos para hibridos e elétricos, vc acompanha? Tem matéria aqui no NA sobre isso…

      • Cosi fan Tutti

        O top 10 japones só tem híbridos e elétricos. E alguns são bem baratos. Tudo depende do incentivo que cada país da.

        • Realista.com

          No japão e EUA podem ser baratos.
          Mas no Brasil?
          Aqui os carros elétricos serão implantados aos poucos.
          Creio que os modelos mais caros receberão essa tecnologia primeiro.
          Os mais populares ficarão por último.

          • Cosi fan Tutti

            Depende, pois essa redução de IPI para 7% ou menos, vai viabilizar alguns modelos baratos, principalmente chineses como a BYD que já tem ate operação no Brasil, mas de ônibus. Aqui na minha cidade já vi um deles sendo testado, 100% verde. Podem começar a trazer carros também, sendo viável.

          • Wilson Junior

            Se um carro popular totalmente desprovido de tecnologia hoje custa 40 mil no Brésil.
            Imagina um elétrico popular, é o Prius que hoje custa 130 mil.

      • Louis

        Tem que começar de alguma forma, e no início vai ser mesmo para poucos. Nenhuma tecnologia fica popular do dia pra noite. Quando eu comecei a usar internet, quase ninguém sabia o que era isso.

        • RIP Brazil

          Lembro da época de quem tivesse um “US Robotics 33.300 bits per second” era foda demais.
          :D

          • RIP Brazil

            Bytes, quis dizer.

          • Louis

            Usava navegador Netscape e ostentava um kit multimídia Creative Labs KKKKK Mas no começo mesmo eu só acessava BBS, de madrugada pra não gastar muito pulso telefônico.

        • zekinha71

          Em 95 tive meu primeiro celular e as pessoas que viam achavam que eu rico.
          E só paguei na linha e aparelho R$ 200,00, enquanto o povo na pressa pagava só na linha 2K pra poder ostentar.

        • FrankTesl

          os carros com motor à combustão interna, chamados na época de carruagens sem cavalos, só começaram a ser popularizados, e isso na Europa/EUA, uns 20 ou 30 anos depois de terem sido inventados.
          Isso não é desculpa para deixar a eletrificação ao deus dará, com os desincentivos que existem por aqui.

    • Mario De Barros Bellotti

      🤙☝🏿🤙☝🏿🤙

  • thi

    e agente ?? nada como sempre..sempre somos os últimos ..e não culpo as montadoras e sim esse goeverno de “nerda” com M bem grande…um país sem gestão,cheio de ladrão, um bando de safado ,um país de escrotos .

  • FocusMan

    Alguém precisa mostra a Indústria que os seres humanos já tem transporte elétrico barato e compartilhado. Se chama Metrô.

    O que faz pessoas terem carros particulares é o fato dele ser particular.

    Conheço muitas pessoas que tem carro de frota mas mesmo assim tem um carro particular, mesmo sem necessidade e não… não é no br…

    • FrankTesl

      metro no Brasil ainda é muito incipiente, infelizmente.
      Poucas estações, muito distantes uma da outra, em poucas cidades
      Mas se não existisse, São Paulo já estaria com o trânsito em colapso faz décadas.

      • FocusMan

        Imagine se o BR n tem metro, imagine ai carro elétrico? Não temos nem Airbag direito nos carros.

        • Cosi fan Tutti

          O país pode sim passar de uma tecnologia pra outra, nada impede, por ex, o Hyperloop vai vir pra cá, podemos ser pioneiros, pq não? Então tem de passar por cada tecnologia pra receber as mais modernas (lembrando que o que ocorreu no passado não é culpa da nossa geração)?

          • FocusMan

            Não é o nosso histórico.

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