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Volvo S90 chega no final do ano com versão híbrida T8

Volvo-S90-T6-Inscription-1 Volvo S90 chega no final do ano com versão híbrida T8

O Volvo S90 foi confirmado para o final do ano no Brasil. O modelo deverá chegar na mesma época da Salão do Automóvel 2018, no qual a marca sueca deve aparecer pela primeira vez após a mudança de local do evento mais importante do mercado automotivo latino-americano. A empresa ainda comentou que a versão híbrida plug-in T8 deverá ser oferecida.



O sedã de luxo da Volvo compartilha a mesma plataforma SPA usada nos modelos XC60 e XC90, atualmente oferecidos no Brasil. O modelo foi lançado em 2016 e é feito atualmente em três países, sendo eles Suécia, China e Malásia. O S90 é acompanhado de uma perua, a V90, que inclusive tem um exemplar (Cross Country) da série Ocean Race em exibição na Vila da Regata, em Itajaí-SC.

Volvo-S90-T6-Inscription-1 Volvo S90 chega no final do ano com versão híbrida T8

A empresa não falou sobre a perua, mas o sedã está confirmado. O S90 mede 4,963 m de comprimento, 1,890 m de largura, 1,450 m de altura e 2,941 m de entre-eixos. O sedã topo de linha da Volvo ainda tem na China a versão longa, chamada S90 L, que mede 5,083 m de comprimento e 3,061 m de entre-eixos, conforme exigência dos clientes chineses, que querem mais espaço para ir atrás, já que possuem motoristas particulares.



Pesando acima de 1.800 kg, o Volvo S90 por ora só tem a versão T8 mencionada, sendo esta com motor Drive-E 2.0 com 320 cavalos e 40,6 kgfm a 2.200 rpm. Ele é acompanhado de um motor elétrico de 87 cavalos com 24,5 kgfm, ambos obtidos a 0 rpm. Nesse arranjo, o motor elétrico move as rodas traseiras, enquanto o motor 2.0 faz o resto.

Volvo-S90-T6-Inscription-1 Volvo S90 chega no final do ano com versão híbrida T8

Além dessa opção T8, o Volvo S90 tem ainda o Drive-E 2.0 com versões de 190 ou 254 cavalos, esta última com opção AWD, o que deve acontecer no Brasil. Nesse caso seriam as versões T5 e T6, mas provavelmente apenas essa última (com o motor mais potente) deve ser importada. Nos dois casos, e mais o do T8, o câmbio é sempre automático de oito marchas.

Com o S90, a Volvo amplia a gama de produtos, que recentemente teve apresentação do XC40, o menor SUV da marca sueca. Além disso, abre a possibilidade de importação de outros modelos e variantes aqui, tais como a perua V90, que ainda não é certa. O mesmo para os futuros S/V60, bem como os derivados da plataforma CMA – feita em parceria com a Geely – e irmãos do XC40, tais como os futuros S40 e talvez perua ou hatch V40, que ainda se mantém na atual geração.

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  • Mauro Banqueiro

    Sua por dois apartamentos com vista para o mar em troca.

  • th!nk.t4nk

    Um carro dessa faixa de preço com traçao frontal (AWD só nas versoes top de linha) e que nem sequer um simples touchpad tem (imagina em alta velocidade ter que ficar procurando ícone na tela pra tudo, ergonomia zero) é um tapa na cara do consumidor. Infelizmente nos seguimentos superiores a Volvo nao tem cacife pra enfrentar a concorrência.

    • VW_Freak

      Pra que “touchpad” se tem uma tela de 9″? E a materia está clara, vira a versão T8 (AWD – tração dianteira + motor elétrico na traseira) E hoje não faz muito sentido tração traseira, com carros sendo hibridos, o motor elétrico acaba ficando para o eixo traseiro … bom, criticas contrutivas são sempre bem vindas! Agora quando você não conhece, o melhor é não falar nada!

      • th!nk.t4nk

        Cara, é a primeira vez que vejo alguém dizer que prefere tocar na tela ao invés de usar um pad, em alta velocidade. Essa foi justamente uma das maiores revoluçoes em ergonomia no segmento premium. Outra coisa, o carro nao é híbrido. Ele apenas possui versoes híbridas. A versao normal é FWD, incompatível com o segmento desse carro.

    • ObservadorCWB

      Lendo a matéria aparece: “Nesse arranjo, o motor elétrico move as rodas traseiras, enquanto o motor 2.0 faz o resto”…. quanto ao touch…com esta tela monstro ? O que seria pior: procurar o cursor através do touch numa tela pequena, ou clicar direto numa tela grande ? As vezes a “ingeniaria” mais atrapalha que ajuda. Lembro-me bem duma “estória” onde os engenheiros da Nasa mostraram na coletiva de imprensa a “caneta para gravidade zero”, milhões em pesquisa e milhares de dólares a unidade…. enquanto isso os Russos escreviam tudo à Lápis no espaço…kkkkkkk

      • th!nk.t4nk

        Desculpa, mas tela 9″ monstro? Pois a versao-base é assim, apenas a top tem tela de 12″ (por sinal a do meu carro é 12″ também e acho apenas “ok”, muuuito longe de ser “monstro”). Quanto ao touch, nao é pra mover o cursor. Nao sei se você já usou, mas é pra gestures. É assim que você dá os comandos, nao é pra usar movendo um cursor como se fosse um computador, isso seria bizarro! A respeito do AWD, é só na versao híbrida. Todas as outras sao FWD.

        • ObservadorCWB

          Então segue o barco. Prefira carros com comando por voz. Aí sim teria vantagem ergonômica. Gesto no touch demanda hábito. Talvez por isso os Americanos (que trocam muito de marca/modelo) nunca apontam isso como diferencial das Mercedes por exemplo. Há ainda o sistema “aéreo” da BMW, onde basta os “gestures” na frente da central…kkkk Mas há a constatação atual, por exemplo no controle de volume: a melhor interface ainda é um botão giratório (não interessa se o potenciômetro é analógico ou digital). Mas o retrógrado botão giratório é a opção de 99% dos usuários. Até mesmo os controles no volante por pressão de botões não são as melhores soluções. A propósito, semanas atrás vc ainda dizia que as telas sobre o painel são maravilhosas. Já viu os últimos lançamentos europeus TOP ou Esportivos ? Moras na Alemanha se não me engano.

          • th!nk.t4nk

            Eu acho as telas embutidas lá na altura da barriga um retrocesso. Nao mudei de opiniao não. Pra mim nada supera a ergonomia das telas aéreas e dos painéis da Audi com cockpit virtual (note que outras marcas também implementaram, mas nem todas estao acertando, a Opel é uma que teve uma implementaçao horrível). Sobre os comandos de voz, uso bastante, mas nao resolvem todas as situaçoes. Já tem umas 2 décadas que estao tentando, mas ainda deixam a desejar. No fim das contas fazer um gesto sem ter que levantar o braço ou falar em voz alta é muito mais cômodo e rápido. Falo pela minha experiência com diversos sistemas diferentes, eu nao acho que o Command Online do meu C200 seja a melhor soluçao (a Audi manda muito melhor em ergonomia), mas o futuro é nesse caminho sim. Note que mesmo em celular comandos por voz nao pegaram, a Siri tá meio que abandonada pela maioria. E tocar numa telinha de 9″ em alta velocidade nao é nem um pouco agradável, seguro ou cômodo, me desculpe. Em resumo, atualmente nada supera a ergonomia de um bom touchpad/comando remoto, e pelo que vejo todo mundo da área que tem experiência com todos esses sistemas concorda com esse meu ponto de vista.

      • Diego Felipe

        Essa história do lápis é besteira. O ambiente de estações espaciais é rico em oxigênio. Usar grafite dentro das naves pode ocasionar incêndios, além do problema do pó flutuante.

        • ObservadorCWB

          Acho que confundiu grafite com pichação..kkkk Ambiente rico em oxigênio ?? Amigo, sinto lhe informar, quantidades deste gás maiores que 21% são tóxicos para ser humano. por isso mergulhamos substituindo o Nitrogênio pelo Hélio e não “acrescentando oxigênio”. A maior preocupação poderia ser que o grafite é condutor de energia (embora outras formas de carbono como o diamante não o sejam). Mas você tem razão. Os custos do desenvolvimento, que foram realmente altos, foram bancados pela Fisher Space Pen Co. e cada caneta custa até hoje míseros US$ 4,00. Mas você entendeu a “parábola” ou não ?? Adoro os “baba ovo” de tecnologia sem sentido. Em carros então, brasileiro prefere CMM em detrimento de segurança…..Em tempo: os Russos evitavam madeira porque era quebradiça em temperaturas muito baixa. Então usavam uma espécie de cêra (em Português chamamos GIZ de cêra – acho que em russo era lápis mesmo).

          • Diego Felipe

            Oxigênio não é automaticamente tóxico acima de 21%, há interferência de outros fatores, como pressão atmosférica. A toxicidade também depende do tempo de exposição. Sugiro que o amigo leia mais sobre a história da exploração espacial, antes de assumir que as necessidades de suporte de vida no espaço são iguais às de um mergulhador. Quanto a ser baba ovo de tecnologia só porque é novidade, concordo com você.

            • ObservadorCWB

              Já positivei……

  • Leonardo

    Vi um bocado desses na Europa. Ao vivo, essa traseira é beeemmm estranha num sedã, fica com um ar de carro de velho. De resto é bem bonito.

    • Mr. Pereba

      Sempre fui apaixonado pelo design da Volvo, que conseguiu evoluir pelas gerações mantendo o DNA e mantendo a diferença entre os modelos do portfolio (o que a VW não consegue), mas essa traseira tá difícil de engolir mesmo.

    • Natán Barreto

      Não só ao vivo. Nas fotos também ela é bem estranha.

  • Fanjos

    Bati o olho e achei que era mais uma reportagem do Focus ai vi a chamada

  • Wolfpack

    Jamais será nunca será um Audi, BMW ou Mercedes Benz. Esse Chinês da Geely pode até tentar, mas não tem carisma e principalmente DNA, história.

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