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VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

Ela foi a primeira perua da Volkswagen e uma das familiares mais populares do passado no Brasil. A VW Variant chegou ao mercado brasileiro no final dos anos 60 e teve vida curta em sua primeira geração no país, aquela que foi a mais emblemática e que marcou uma época.


Nascida de um projeto alemão que foi adaptado ao Brasil, a VW Variant foi uma Typ 3 bem diferente da irmã europeia e chegou a ganhar uma atualização de meia vida.

Embora tenha demorado a chegar por aqui, ela foi importante para ampliação do portfólio de produtos da Volkswagen.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)


Antes dela, a VW tinha somente Fusca e Kombi, além do Karmann-Ghia em versões cupê e conversível.

A virada de mesa da marca alemã, especialmente diante do surgimento de concorrentes de peso, como o Ford Corcel, aconteceu em dezembro de 1968 e envolveu não só a VW Variant, mas outros dois produtos.

Até a primeira metade dos anos 70, a VW Variant se sustentou, mas a concorrência interna com a Brasília e forçou a criação de uma segunda geração, a chamada Variant II, única no mundo, mas que já não podia mais competir com motorização a ar traseira.

VW Variant

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

O ano era 1968 e a Volkswagen às margens da Anchieta fazia milhares de unidades de apenas dois carros, além dos chassis que eram conduzidos rodando pela rodovia homônima de São Bernardo do Campo até à fábrica da Karmann-Ghia.

Nessa época, a fábrica já era gigantesca e mais espaços eram criados.

A ideia da “Volks” não era lançar apenas um concorrente para o Corcel, mas também para sua perua, a Belina. No entanto, um episódio lamentável mudou os planos e a determinação da empresa passou a considerar um terceiro carro, este de estilo fastback, bastante popular na Alemanha.

O fato é que essa proposta, assim como da perua, se mostrou acertada tanto lá quanto aqui.

A Volkswagen tinha três projetos básicos de automóvel: Typ 1 (Fusca e derivado Karmann-Ghia), Typ 2 (Kombi) e agora surgia o Typ 3 (VW Variant, TL e 1600L).

Na Alemanha, os três existiam em conjunto desde o fim dos anos 50, mas aqui, o último foi adaptado através de um protótipo que não foi aprovado para produção em Wolfsburg.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

Apesar das diferentes em termos de design, nos detalhes é claro, a VW Variant brasileira tinha um aspecto mais leve e fluído, mantendo as características básicas do projeto Volkswagen, que eram um entre eixos de 2,40 m e motorização traseira, com o famoso boxer a ar.

A proposta da VW Variant era de praticidade, o que levaria a um projeto de motor diferente, a fim de ampliar o espaço para bagagens.

Outro ponto importante no lançamento dessa perua foi o uso de novo motor 1600, que traria não só melhor desempenho, mas também eficiência no consumo.

VW Variant brasileira

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

A VW Variant surgiu em meados de 1969, alguns meses após o lançamento do VW 1600L, um sedã de quatro portas (primeiro da marca assim) com linhas bem quadradas e compactas.

No caso da perua, ela também ostentava uma frente truncada, herdada deste modelo, que havia ganhado o apelido de “Zé do Caixão”.

Nessa primeira versão de modelo 1970, a VW Variant surgia com grandes faróis quadrados, que a marca elogiava como sendo algo moderno para a época.

Eles tinham acabamento cromado e monoparabola. Sem grade, a familiar naturalizada ostentava a placa no local onde geralmente iria a entrada de ar do motor num carro “comum”.

O para-choque era cromado e tinha duas barras verticais emborrachadas. O capô era longo e tinha vincos bem pronunciados, além de ostentar o logotipo VW.

Os para-lamas continuam os piscas retangulares e no lado esquerdo ficava o bocal do tanque de 40 litros, que ficava na frente do carro.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

As duas portas eram pequenas e tinham quebra-ventos funcionais, assim como maçanetas cromadas, que combinavam com os frisos laterais.

As janelas traseiras eram longas e possuíam pequenas vigias integradas que abriam para melhorar a ventilação interna. Afinal, não havia ar condicionado.

A linha de cintura caía suavemente em direção à traseira, puxando da mesma forma essa enorme vigia lateral. As colunas C eram bem largas e quase abaixo delas ficavam as grelhas para refrigeração do motor boxer.

Na traseira, as lanternas com luzes de ré e piscas eram compactas e também usadas no 1600L.

A tampa do bagageiro era grande e ostentava uma boa vigia, melhorando assim a visibilidade traseira.

A VW Variant tinha para-choque traseiro mais baixo e de visual semelhante ao dianteiro, escondendo parcialmente o silencioso transversal do escapamento.

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A perua tinha ainda retrovisores cromados arredondados, rodas aro 15 polegadas de aço com calotas cromadas com pneus radiais 165 R15.

Embora não tivesse barras longitudinais no teto como atualmente, a VW Variant tinha cromados em excesso, inclusive até na base das laterais.

O nome Variant era bem ostentoso, assim como o tamanho do motor: 1600. Por fora, ela era bem elegante para sua época, chamando atenção.

Por dentro, a proposta da VW era algo mais luxuoso que o Fusca e por isso o painel de estilo jacarandá é uma marca da perua, que ostentava ainda o (hoje caríssimo) volante “meia-lua”, chamado assim por causa do arco cromado da buzina.

Nessa época, a VW Variant esboçava a relação que existia entre a montadora alemã e a cidade de São Bernardo do Campo, onde ficava sua sede no Brasil, colocando o brasão de armas da já chamada “Detroit brasileira” no centro desse volante, assim como fazia com o de Wolfsburg, a cidade-fábrica criada para ser a matriz da Volkswagen nos anos 30.

A direção também podia ostentar um relógio analógico opcional.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

O painel tinha instrumentos individuais, com o clássico velocímetro de luz verde e marcação até 160 km/h, tendo ainda hodômetro total e luzes espia.

Nível de combustível e manômetro do óleo ficavam em mostradores menores. O painel tinha botões circulares para faróis e limpadores do para-brisa, assim como cinzeiro e porta-luvas com chave. Havia um espaço abaixo para o rádio AM.

Os bancos eram revestidos em vinil preto ou marrom, cores que eram reproduzidas no acabamento em vinil das portas e laterais.

Os cintos de segurança eram de dois pontos e as famosas alças “puta-que-pariu” eram visíveis de longe nas colunas B. O banco traseiro era inteiriço e podia ser rebatido, ficando no mesmo plano do assoalho do porta-malas.

Ela tinha um bagageiro com uns 500 litros e era suficiente para uma família da época. Se precisa-se de mais espaço, outro compartimento na frente oferecia mais de 140 litros adicionais.

Tudo isso era montado em uma carroceria de aço estampado e estrutura monobloco.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

Medindo 4,138 m de comprimento, 1,570 m de largura, 1,430 m de altura e 2,400 m de entre eixos, a VW Variant tinha suspensão dianteira com barras de torção transversais duplas como do Fusca, tendo estas barra estabilizadora e amortecedores.

Na traseira, eram dois eixos de torção com facões presos aos semieixos oscilantes. Na prática, independente nas quatro rodas. Os freios eram a tambor na frente e atrás.

Porém, a cereja do bolo da VW Variant era mesmo a motorização a ar, que dispensação preocupação com superaquecimento devido à falta de água, como nos rivais.

Motor plano

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

No final de 1968, a Volkswagen marcava o início da comercialização do motor boxer a ar 1600, que sobrepujava em muito o anterior 1200 e os vigentes 1300 e 1500.

Embora carcaça, camisas e cabeçotes fossem os mesmos que viriam equipar outros modelos da VW, a linha do Typ 3 brasileiro exigia um conjunto mais baixo, que ficou conhecido como motor plano.

Para poder caber no rebaixado cofre da VW Variant, a VW reposicionou o carburador único de corpo simples para trás, retirando o radiador de ar e o eixo com sua turbina e dinâmico de cima da carcaça.

O alternador foi colocado no lado esquerdo do motor, sendo acionado por correia, enquanto o radiador de ar foi construído em liga leve e fixado no mesmo nível do virabrequim.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

Este tinha duas saídas de ar laterais e uma grande, centralizada, onde ficava a ventoinha em forma de turbina, presa diretamente ao eixo principal do boxer 1600.

O filtro de ar achatado ficava do lado direito, sobre o motor. Bomba de combustível mecânica e a bobina permaneceram no mesmo lugar.

Na época, a potência bruta desse 1600 (1.584 cm3) era de 60 cavalos a 4.600 rpm e 11 kgfm a 3.200 rpm. O câmbio era manual de quatro marchas.

Com esse conjunto, a VW Variant ia de 0 a 100 km/h em eternos 23 segundos e tinha máxima de 135 km/h. O consumo médio era de 11 km/l de gasolina pura.

VW Variant – Atualização

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

A VW Variant entrou o ano de 1970 vendo a fábrica da Anchieta pegando fogo. O incêndio que ocorreu nessa época, destruiu boa parte das instalações e afetou diretamente a produção do 1600L.

Por conta disso, este sedã foi abreviado e em seu lugar apareceu o fastback TL 1600.

Este outro derivado do Typ 3 alemão chegou ao mercado como modelo 1971 e com quatro faróis circulares e molduras que agregavam dois em cada.

Ainda com faixas brancas nos pneus, esse modelo inspirou a VW Variant, que também passou a ter o mesmo conjunto ótico com fachos alto e baixo separados.

Entretanto, essa mudança só ocorre nesse ano/modelo, pois, o modelo 1972 da VW Variant adotou seu facelift definitivo nessa geração.

O capô alto e a frente quadrada deram lugar a um conjunto mais aerodinâmico e afilado, com capô mais longo e curvado, tendo a frente inclinação negativa e desenho cunhado.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

Os quatro faróis ganharam novas molduras e o logotipo VW ficou entre dois frisos cromados, entre os faróis. O para-choque novo tinha lâmina única cromada com repetidores de direção integrados e revestimento protetor em borracha.

Na traseira, o para-choque laminado ganhou emborrachamento, mas as lanternas anteriores permaneceram.

A cobertura em tecido da parte superior do painel se manteve, assim como o acabamento em jacarandá e volante meia-lua.

Mas, na linha 1973, a VW Variant perde esse estilo de acabamento, recebe apoio de braços nas portas e adiciona pequenas saídas de ar nas colunas C.

Porém, as lanterna agora eram quadradas e bem maiores.

Com a atualização da frente, a VW Variant passou a ter 4,318 m de comprimento e 1,580 m de largura, além de volume total do porta-malas de 684 litros ou até 1.134 com o banco rebatido.

O painel podia ser preto, como o vinil dos bancos ou na cor da carroceria.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

Pouco tempo depois, a VW Variant ganhou mais mudanças, como volante de dois raios e rodas aro 15 sem calotas cromadas.

No entanto, a maior mudança foi o motor 1600 com dupla carburação, que entregava 65 cavalos e 12 kgfm a 3.000 rpm, garantindo aceleração de 0 a 100 km/h em 20 segundos. Também foram adotados freios dianteiros a disco.

Em 1976, a VW Variant já não suportava mais o peso da idade. Na verdade, o design estava muito desatualizado, pois, nascera no fim dos anos 50 originalmente.

Mesmo com a atualização de meia vida, a perua mostrava-se bem cansada diante até da irmã mais nova, a Brasília.

O TL já havia sido retirado de linha em 1975 por causa do Passat. Então, a perua saiu de cena para ser substituída por uma evolução.

No total, foram produzidas 256.760 unidades da VW Variant, mais que o dobro do fastback e muito acima dos pouco mais de 24 mil exemplares do 1600L.

VW Variant II

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

Obrigada a retirar a clássica VW Variant, a montadora alemã precisava de uma perua renovada, pois, a Ford Belina II aparecia no cenário com porte maior que a anterior.

Seguindo o mesmo caminho, a Volkswagen lançou a Variant II, que só aproveitou o motor plano (feito até 1982) 1600 – agora com 67 cavalos – e a suspensão traseira.

De resto, o projeto buscou compartilhar peças da Brasília, tais como portas, para-choque traseiro e faróis, por exemplo.

Com suspensão McPherson na dianteira e painel com mostradores quadrados, dispostos num mesmo conjunto, a Variant II antecipou características que seriam mais tarde atribuídas à Parati, derivada do futuro Gol.

Durou somente até 1980.

Typ 3

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)

A origem da VW Variant está ligada ao projeto EA97, um sedã conceitual da Volkswagen na Alemanha, tendo sido iniciado em 1957.

Foram construídos 200 protótipos e sua proposta era se aproximar do Fusca da época, seguindo a ideia de carro popular.

No entanto, esse modelo de Typ 3 perdeu a briga para seu irmão de desenho mais clássico e preço maior, que acabou sendo feito, originando o Typ 3 alemão com versões sedã, fastback e perua, todos com 2 portas.

O EA97 ficou mais de uma década na gaveta até servir de base para o trio brasileiro.

VW Variant: a história da primeira perua VW no Brasil (1969 a 1980)
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Ricardo

    As peruas atuais da VW ainda usam o nome Variant. Tem alguma relação?

    • th!nk.t4nk

      Nada de especial que eu saiba… A primeira era uma “variante” do carro original (Typ 3), e alguém achou legal usar esse nome a partir daí em todas as peruas da marca. Mas curiosamente na Alemanha ninguém chama perua de “Variant”, nem mesmo o Golf Variant. Chamam de “kombi”, que é a forma curta de “Kombinationskraftwagen” (veículo combinado de transporte de carga). Esse “combinado” é no sentido de ser um carro pessoal (ao invés de um veículo comercial de carga), ao mesmo tempo que consegue transportar volumes maiores (do que um carro comum conseguiria).

      • Mais ou menos, kombi é o tipo de carro que aqui chamamos de perua, Variant é o nome que a VW dá a suas peruas na alemanha ou, como você explicou, as suas kombis. Aqui no Brasil eles (VW) tendem a adotar o mesmo nome para as peruas que eles vendem na Alemanha, mas em outros países como na Inglaterra, usasse o nome Estate para defenir as peruas.

        • th!nk.t4nk

          Entao, eu me referia só aos nomes na Alemanha. Em outros países logicamente tem outros nomes (station wagon, estate, perua, etc).

    • Flavio de Castro

      sinceramente eu não entendia muito bem a real diferença entre a brasilia e a variant….meu pai tinha brasilia, meu tio variant .. para mim eram iguais,

      • Ricardo

        Variant é bem mais comprida e feia.

      • mjprio

        A Brasília era considerada um hatch compacto, uma releitura do fusca, com maior espaço interno. Projeto genuinamente brasileiro, nao tendo o desenho derivado de nenhum “Typ”. Ela possuia o motor boxer de ventoinha normal. Entretanto, não conseguiu substituir o histórico modelo.
        A Variant, por sua vez era uma adaptação do projeto Typ3 germânico do final dos anos 50, que neste caso diferiu da 1600 squareback.

  • Ricardo

    A cada nova geração foi ficando mais feia. A 1ª é a mais bonita!

  • marcosCAR

    Variant II era show…

  • Domenico Monteleone

    Gosto de carro véio, mas tá ae um que não me desce…a II então não fará falta quando for 100% extinta das ruas.

  • Variant I com pneus radiais? …….Estrutura monobloco?……Carburador único?…….Parei de ler por aí…

  • Emygdio Carlos

    Bacana!

    Ainda vejo algumas sendo utilizadas para vender pamonhas, desinfetantes, pães caseiros, caldo de cana e etc..

    Se possuírem dupla carburação gasta uma gasolina que não é brincadeira.

    E para regular os benditos carburadores através daquelas varetas?

    Haja caixa de Doril, Comel, Cibalena e os mais modernos medicamentos!

    • leandro

      Aqui em casa tinha uma! Meu pai sofria pra regular esses carburadores! Quando um ficava fino, o outro entupia ou desrregulava!
      Época que todo dono de carro entendia um pouco de mecânica!

      • Emygdio Carlos

        KKK!

        É verdade!

        Bons tempos???!!!

        Depende né!

        • leandro

          Sim, bons tempos é relativo kkkkk
          Bons tempos de pai e filho mais juntos! Kkkk

          • Marcelo Nascimento

            Exato! Nesse tempo que minha paixão por carros cresceu. Vendo meu pai mexendo e perguntando o que ele fazia, me explicando absolutamente como tudo funcionava. E mais tarde ajudando. E eu adorava a Variant dele.

    • mjprio

      Mal de todos VW a ar bicarburados: dificuldade de ajustar os benditos carburadores.

      • Emygdio Carlos

        Verdade absoluta!

  • Corujinha Feliz

    Aprendi a dirigir em uma :D kkkkkkkk

  • 4lex5andro

    Tanto como a GMB usava Caravan dos Opel, vendidos na Europa, a VW usa Variant até hoje no mercado europeu.

    No Brasil só duraram como nomes próprios das peruas da década de 60.

  • zekinha71

    A Variant I ainda dá pra se ver em encontros de carros antigos, agora a Variant II virou mosca branca, super difícil de achar uma e a Brasília está indo pro mesmo caminho.

  • Jose Antonio

    Ainda bem que hoje em dia se tem varias opções de qualidade pra se comprar, porque Ford, GM, VW, FIAT sempre fizeram carros no Brasil com baixa qualidade e pouca segurança e sempre trazendo pro Brasil refugo de suas matrizes.

  • Racer

    Tive uma 72, já com a frente baixa, mas ainda com as sinaleiras pequenas, igual a da foto 13. O grande mal era a caixa de direção, porque de resto, nunca me incomodou. E está aí um carro que voltaria a ter, ou então uma TL.

    • Raimundo Nonato

      Não tem um filho de Deus que tira folga de direção de Fusca e similares

  • Leonardo Sodré Russ Fernandes

    A Variant II foi fabricada ainda em 1981. A Brasília até 1982.

  • rodrigosr

    A Variant II (ou Variantão) era até simpática, mas não fazia sentido. Seria melhor a VW ter trazido a Passat Variant da época.

    • mjprio

      Verdade. A passat variant (com 4 portas) teria sido uma melhor pedida

  • Zé Mundico

    Deve ter sido o último carro do meu pai. O maior problema era a ferrugem crônica que dava ali no pé da janela traseira, nas caixas do paralama e no piso. Lermbro do meu pai comprando as duas folhas do piso para trocar. Começava com umas bolhas e depois de pouco tempo estourava a ferrugem. Aí era serviço de solda e pintura a perder de vista….rsrsrsr

    • mjprio

      Ferrugem crônica era um mal que acometia vários carros nesta época. O processo de confecção das chapas nao era bom e o tratamento da carroceria, menos ainda. Maverick Opala e principalmente os Dodges também sofriam, a ponto de terem de ser totalmente tratados e repintados.

  • Henrique

    Meu Deus !!!!!!!!! Que saudades…… esses sim eram bons tempos de VW, tempos esses que realmente esta empresa conhecia o nosso chão, tempos em que esses carros duravam pelo menos 15 anos. A Variant é bonita, mas nada se comparava as linhas elegantes da Variant TL.Eu adorava mexer nos motores da VW, quantas vezes eu mesmo limpava e afinava os carburadores, chicle, agulha. borboleta……era feliz e não sabia…….

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