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WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

O Honda WRV 2018 foi um produto desenvolvido pela marca japonesa para atuar no mercado indiano, que tem uma limitação de tamanho por conta da legislação tributária, mas também para ser uma opção de acesso no Brasil.


Aproveitando a estrutura básica do Honda Fit, o WRV  foi criado para ser uma alternativa da marca para o segmento de entrada dos utilitários esportivos, se situando abaixo do Honda HRV.

Apesar de não ter preços convidativos, o crossover foi uma iniciativa interessante da Honda, que fez modificações com base na famosa minivan para converte-la em um produto que se parecesse com um SUV.

O projeto envolveu as filiais da Honda no Brasil e na Índia, sendo um modelo que também é vendido em alguns mercados do Sudeste Asiático.

O WRV surgiu também de uma onda estilística que se iniciou na China, com a conversão de hatchbacks em crossovers, com modificações estruturais maiores do que um simples facelift.

No caso da Honda, o crossover recebeu várias modificações para ficar mais robusto, por conta da nova proposta, que não é totalmente estética. O capô, por exemplo, foi elevado junto com os para-lamas em uma nova armação de aço.

Além disso, o modelo recebeu novos faróis e grade remodelada, bem como para-choques atualizados e tampa traseira ligeiramente alterada. A Honda também modificou as lanternas traseiras.

A suspensão foi elevada também, recebendo um eixo de torção no conjunto traseiro de maior diâmetro, assim como barra estabilizadora maior. Também foram adicionadas barras para reforços da plataforma próximo do eixo dianteiro.

Foram feitas modificações também nos freios e ajustes em molas e amortecedores. As mudanças feitas no WRV 2018 deixaram o carro mais robusto, com estrutura mais rígida.

Equipado com motor 1.5 i-VTEC FlexOne, o Honda WRV 2018 entrega até 116 cavalos e 15,3 kgfm, o crossover é equipado somente com transmissão automática do tipo CVT, que no modelo não possui simulação de marchas.

Oferecido em duas versões (EX e EXL), o utilitário esportivo veio com um bom pacote de equipamentos, mas ficou devendo em não oferecer controles de tração e estabilidade, além de partida em rampa.

Embora tenha chegado em 2018, o WRV é ligado diretamente à geração do Fit que ainda é fabricada no Brasil, porém, o novo modelo já foi lançado no Japão, assim como o City.

Provavelmente ele será substituído pelo ZR-V, um novo SUV compacto que possivelmente tomará o lugar do WRV daqui a alguns anos. Mais moderno, ele terá mais características do segmento que o modelo atual.

Ainda assim, pode ser que o WR-V continue em algumas regiões com um conteúdo mais simples, quem sabe até com motor 1.2 de 90 cavalos fora do Brasil.

Aqui, embora tenha tido um início promissor, sua oferta não foi atraente o suficiente para mudar os rumos das vendas da Honda no país e até o mais caro HRV, vende bem mais que o pequeno crossover.

Na Índia, mesmo com a iminente chegada do ZR-V, o SUV subcompacto já ganhou uma atualização visual de meia vida, indicando que seu fim de chegar entre 2022 e 2023.

Com a nova geração do Fiat, a Honda decidiu voltar a apostar em aventureiros, detectando um interesse por parte do cliente, fazendo assim surgir o Fit Crosstar como uma alternativa ao WRV.

WRV 2018 – detalhes

O WRV 2018 é um crossover compacto aparentado com o Honda Fit de terceira geração. Ele tem a frente alta com capô curto. Os faróis de lentes simples são exclusivos e amendoados, integrando piscas e lanternas.

Nas extremidades das lentes dos faróis, ficam luzes diurnas em LED, dando um ar mais elegante ao utilitário esportivo. Eles são integrados a uma barra cromada envolvente com o logotipo da Honda.

Ela tem ainda uma pequena abertura na parte superior, bem como grade em “V” na cor preto brilhante, logo abaixo. Esta sustenta ainda a placa de identificação do veículo.

O para-choque tem formas avolumadas com proeminência dos faróis de neblina em molduras circulares pretas. A parte inferior tem molduras em cinza e com protetor inferior prateado, bem estilizado para aparentar robustez.

Existe ainda uma pequena entrada na parte inferior, com grelha similar ao da abertura principal. Além disso, spoilers nas laterais inferioras do para-choque se conectam com as saias de rodas revestidas, que dão uma cara mais de “SUV”.

A base das portas também são protegidas, assim como existem saias laterais que se integram às molduras das rodas. O teto tem barras longitudinais estilizadas com acabamento em cinza escuro.

Os retrovisores são pintados na cor do carro e possuem repetidores de direção. As maçanetas das portas também se apresenta na mesma tonalidade da pintura. Há uma antena pouco proeminente na parte traseira, no teto.

Na traseira, o WRV 2018 traz lanternas verticais com prolongamento sobre a tampa do bagageiro, incorporando ainda luzes de neblina. A vigia ampla possui molduras em preto brilhante, tendo ainda lavador e limpador com desembaçador.

Na versão EXL, a moldura sobre a placa, na tampa, é cromada e possui formas retilíneas. Já o para-choque é bem rente à carroceria, como determina o projeto voltado para a Índia, nesse caso.

O acabamento é cinza, mas há um aplique prateado na parte central, tendo ainda grade falsa e refletores. Na tyampa do bagageiro ainda existe a luz auxiliar de freio na parte superior.

Já as rodas de liga leve aro 16 polegadas com pneus 195/60 R16, apresentam acabamento em preto brilhante no fundo e diamantado na parte exterior.

O WRX 2018 veio com um interior semelhante ao do Fit, seu doador principal. Com visual moderno, bom acabamento e espaço de sobra, o crossover herda do monovolume um projeto voltado para o conforto e versatilidade.

O painel tem difusores de ar elevados com acabamento cromado, além de cor preta em todo o conjunto frontal, portas e assentos, com alguns detalhes diferenciados.

Com cluster analógico de mostradores grandes, o WRX 2018 tem luzes de LED verde e azul para indicar a eficiência no modo Eco, tendo ainda velocímetro e conta-giros com boa visualização, bem como display digital do computador.

Neste, além de consumo instantâneo, médio e relógio digital, traz ainda hodômetros parcial e total, bem como autonomia e gráficos com nível de combustível e econômetro. O controle do mesmo é feito por uma longeva haste no visor.

O volante tem acabamento em couro e ajustes de altura e profundidade. Com assistência elétrica, a direção conta ainda com comandos de mídia e telefonia, bem como piloto automático. Existe ainda um acabamento prateado no volante.

Já a parte central vem com multimídia dotada de navegador GPS integrado, bem como câmera de ré e hot spot Wi-Fi, permitindo o uso de internet de um smartphone para outros.

O dispositivo tem ainda entrada SD, USB e Bluetooth, bem como um browser para uso da internet do celular. A tela vem ainda com display de 7 polegadas e o sistema de som com 4 alto-falantes e 2 tweeters.

Já o ar condicionado automático tem informações reproduzidas na multimídia. O painel tem ainda aplique prateado no lado do passageiro, porta-luvas de tamanho mediano e bons porta-copos no console.

A alavanca de câmbio tem pomo preto e o seletor em preto brilhante. Existe ainda um porta-objetos ali, bem como tomada de 12V. Sob o painel, ficam as alavancas de abertura do capô e do tanque.

O WRX 2018 vem ainda com comandos dos vidros elétricos (one touch apenas para motorista), travamento elétrico e ajustes dos espelhos retrovisores, sendo rebatíveis eletricamente na versão EXL.

As portas possuem acabamento em tecido, porta copos e falantes. Os bancos possuem padronagem semelhante, com exceção da pintura vermelho Mercúrio, que agrega um tecido em cor vermelha nas portas e bancos.

Não havia opção de couro nos bancos inicialmente, enquanto o apoio de braço do motorista vinha em couro. O mesmo assento tinha ajuste de altura, tendo ainda luzes de leitura no teto, espelhos nos para-sóis e retrovisor interno dia e noite.

Atrás, o espaço é amplo e o banco é bipartido, sendo do tipo ULTraSeat, que permite o basculamento de encosto e assento de forma a prover espaço para objetos altos ou longos, numa plataforma plana.

Os apoios de cabeça são removíveis para a tarefa e o encosto dianteiro se conecta com o assento traseiro, formando uma cama de casal. Todos os lugares possuem apoios de cabeça e cintos de 3 pontos. Os traseiros têm Isofix e Latch.

Já o porta-malas abriga 363 litros de espaço útil, que pode ser ampliado com o rebatimento do banco traseiro. Há uma tampa para cobertura da bagagem e ganchos para retenção de malas e outros objetos.

Luz interna e travamento elétrico da tampa fazem parte do pacote, assim como estepe de rodagem limitada e seu ferramental. O WRX 2018 tem quatro airbags na versão EX e seis no EXL, porém, não tem o VSA.

Este último é um conjunto de controle de tração, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e integração entre direção elétrica e o gerenciamento eletrônico de estabilização da carroceria.

Assim, o modelo 2018 não possui nem esta tecnologia, apesar de ter os obrigatórios freios ABS com EDB e airbag duplo, mais os laterais e de cortina. Também não tem sistemas Android Auto e CarPlay, que chegaram depois.

WRV 2018 – versões

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

Se esperava no lançamento que o WRV 2018 tivesse versões DX ou LX, o que certamente baixaria o preço do compacto, ainda que todas tivessem câmbio CVT.

Contudo, a Honda decidiu apostar apenas em duas opções num lineup enxuto, que acrescentou pouca diferença de conteúdo entre as versões e com uma diferença de preço pequena.

Desde o lançamento, o WRV também jamais teve uma edição especial ou série limitada para impulsionar suas vendas, não buscando assim manter aceso no mercado.

  • Honda WRV EX 1.5 CVT
  • Honda WRV EXL 1.5 CVT

Equipamentos

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

Honda WRV EX 1.5 CVT – Motor 1.5 com câmbio CVT, mais rodas de liga leve aro 16 polegadas com acabamento preto e diamante, pneus 195/60 R16, direção elétrica, airbag duplo frontal, airbags laterais, freios com ABS e EDB, Isofix, Latch, cintos de 3 pontos para todos, apoios de cabeça para todos, travamento central elétrico, chave canivete com travamento de portas, vidros elétricos nas quatro portas com one touch para motorista, retrovisor interno dia e noite, espelhos nos para-sóis, retrovisores com ajustes elétricos, alarme, câmera de ré, retrovisores com repetidores de direção, faróis halógenos com luzes diurnas em LED, faróis de neblina, para-brisa degradê, limpador/lavador do vidro traseiro, desembaçador traseiro, ar condicionado, barras longitudinais estilizadas no teto, retrovisores e maçanetas na cor do carro, vidros verdes com filtro UV, apoio de pé, apoio de braço em couro para o motorista, sistema de áudio com display de 5 polegadas, USB/Bluetooth, CD player e MP3, bancos em tecido, coluna de direção ajustável em altura e profundidade, cintos dianteiros ajustáveis em altura, luzes de leitura assento do motorista com elevação ajustável, bancos em padronagem preto/prata ou preto/vermelho, portas com acabamento em tecido, sistema de som com 4 alto-falantes e 2 tweeters, volante multifuncional em couro, computador de bordo, bancos ULTraSeat, fonte 12V, entre outros.

Honda WRV EXL 1.5 CVT – Itens acima, mais ar condicionado automático, multimídia com tela de 7 polegadas, navegador GPS, conexão com internet e browser de navegação, entrada SD, entrada USB (2), Bluetooth e rebatimento elétrico dos retrovisores.

Cores disponíveis: Preto Cristal, Branco Tafetá, Branco Estelar, Prata Platinum, Cinza Barium e Vermelho Mercúrio.

Preços

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

Os preços do WRV 2018 já surgiram altos no lançamento do crossover, muito além do esperado. Apesar de não ser um carro tão incompleto, o modelo da Honda deveria custar menos, especialmente diante do HRV.

Dessa forma, os consumidores de menor poder aquisitivo ou que buscam um carro dessa categoria na faixa dos R$ 70.000, sabiamente não irão na marca japonesa por conta disso.

A questão é que o preço era alto e isso deve ter impactado nas vendas, visto que poucos meses após o lançamento, o WRV arrefeceu em emplacamentos.

Apesar de não ter controles de tração e estabilidade ou mesmo Android Auto e CarPlay inicialmente, o crossover acabou ficando à margem do irmão mais velho, que continuou vendendo bem até recentemente, quando a concorrência apertou.

  • Honda WRV EX 1.5 CVT – R$ 79.400
  • Honda WRV EXL 1.5 CVT – R$ 83.400

WRV 2018 – motor

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

O WRV 2018 é equipado com motor 1.5 i-VTEC FlexOne, um propulsor tradicional de quatro cilindros com bloco e cabeçote em alumínio. Essa unidade tem sistema de abertura e fechamento de válvulas VTEC.

Ele permite que as válvulas de admissão e escape abram e fecham em tempos variados, de acordo com a rotação do motor. Assim, em giros baixos, o VTEC mantém metade das válvulas fechadas, permitindo que haja maior torque nesse regime.

Quando em alta rotação, todas elas ficam abertas para que o motor pode aspirar mais ar-combustível, ganhando desempenho em rotação elevada.

Dessa forma, o 1.5 i-VTEC FlexOne funciona parcialmente como se fosse um motor de 8 válvulas, mas em alta, atua em sua forma original, com 16 válvulas. Como as válvulas abertas não são grandes o suficiente, o motor se mantém como 16V.

Ou seja, o torque só é obtido em rotação bem elevada, que no caso é de 4.800 rpm. Nesse caso, são 15,2 kgfm na gasolina e 15,3 kgfm no álcool. Já a potência ocorre normalmente aos 6.000 rpm, sendo 115 cavalos no primeiro e 116 no segundo.

Existem variantes desse motor no exterior, sendo que uma delas tem injeção direta de combustível (Earth Dream), entregando 130 cavalos. Também existem versão diesel 1.5 i-DTEC e outras.

Para o WRV 2018, o pacote com o motor 1.5 i-VTEC FlexOne e o câmbio automático CVT sem variação de marchas é suficiente para o crossover, que tem proposta de acesso.

Lá fora, para uma aplicação como essa, a Honda possui o 1.0 i-VTEC Turbo, que alcança 127 cavalos e tem mais torque em baixa rotação. No modelo, a Honda priorizou o conforto ao oferecer apenas a transmissão CVT.

Como não tem apelo esportivo, mesmo a simulação de marchas como no Honda Fit, foi polida. Consequentemente, os paddle shifts foram cortados do volante.

O câmbio vem com opção Sport e Low, sendo que a primeira disponibiliza duas das três relações variáveis programadas, deixando a transmissão mais curta para ganhar desempenho rápido.

Na posição Low, apenas uma relação padrão é disponibilizada, permitindo seu uso em aclives ou declives bem acentuados, onde geralmente o câmbio em Drive não seria suficiente para reter o ganho de velocidade.

Funcionando de forma linear, o CVT permite rodagem com giro baixo, geralmente na casa dos 1.500 rpm na cidade. Na estrada, permite um giro na casa dos 2.000 rpm.

A base mecânica do WRV 2018 é a mesma dos Honda Fit e Honda City, pois os demais nacionais possuem motores 1.8, 2.0 e 1.5 Turbo, por exemplo.

Desempenho

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

Honda WRV 1.5 CVT – 12,3 segundos e 168 km/h

Consumo

Honda WRV 1.5 CVT – 8,1/8,8 km/l e 11,7/12,4 km/l

WRV 2018 – manutenção e revisão

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

Revisão10.000 km20.000 km30.000 km40.000 km50.000 km60.000 kmTotal
1.5 i-VTECR$ 317,70R$ 492,71R$ 541,70R$ 1.742,56R$ 541,70R$ 1.004,71R$ 4.641,08

WRV 2018 – ficha técnica

WRV 2018: detalhes, versões, preços, consumo e ficha técnica

Motor1.5 i-VTEC
Tipo
Número de cilindros4 em linha
Cilindrada em cm31497
Válvulas16
Taxa de compressão11,4:1
Injeção eletrônicaIndireta Flex
Potência máxima115/116 cv a 6.000 rpm (gasolina/etanol)
Torque máximo15,2/15,3 kgfm a 4.800 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão
TipoCVT
Tração
TipoDianteira
Direção
TipoElétrica
Freios
TipoDiscos dianteiros e tambores traseiros
Suspensão
DianteiraMcPherson
TraseiraEixo de torção
Rodas e Pneus
RodasLiga leve, aro 16 polegadas
Pneus195/60 R16
Dimensões
Comprimento (mm)4.000
Largura (mm)1.695
Altura (mm)1.599
Entre eixos (mm)2.555
Capacidades
Porta-malas (L)363
Tanque de combustível (L)45
Carga (Kg)ND
Peso em ordem de marcha (Kg)1.130
Coeficiente aerodinâmico (cx)0,33

WRV 2018 – fotos

 

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Allifen Marques

    Um dos carros mais desnecessários da história. Queria entender oq passa na cabeça de quem compra

    • ViniciusVS

      Gente que quer um carro com boa altura do solo, bom angulo de ataque e saída, bom espaço interno, versatilidade e que seja pequeno por fora com facilidade para manobrar e encontrar vagas, tudo isso aliado a simplicidade de uma mecânica robusta.

      O único problema deste carro é o design e a falta de concorrentes. O Fit é um excelente carro, o Fit elevado é melhor ainda.

      • mjprio

        Mas com um motor desses e um interior meia bomba pelo preço que cobram vira piada de mau gosto

  • Nairon

    Só a Honda tirando proveito da ingenuidade do povo brasileiro… Colocou maquiagem em um Fit e subiu os preços, aumentando e muito a margem de lucro. Fico pasmo de ver que tem gente que cai no esquema, não conseguem ver a verdade nem que batam “na cara deles com ela”.

    • ViniciusVS

      Ingenuidade é subestimar a inteligencia do consumidor, grande parte sabe sim o que está levando pra casa.

      • mjprio

        Concordo em partes. Se for pra comprar um altinho, acho que tem opções a ele. Esse carro custa 92 mil com um motor aspirado 1.5 de 110 CV. E esse preco nem adianta negociar.
        Pelo número de Cretas, Trackers TCross que eu vejo nas ruas acbo que a concorrência vem se mexendo. Talvez seu diferencial seja a modularidade dos bancos, mas eu nem sei se o sistema é igual ao do FIT

        • ViniciusVS

          Novamente, quem compra esse tipo de carro busca espaço interno amplo em um carro pequeno por fora, logo pode descartar Creta,Tracker e Tcross.

          Quem busca esse tipo de carro quer uma mecânica simples, robusta e com baixo custo de manutenção, sendo assim pode descartar os motores turbo.

          Quanto a questão do preço? Infelizmente ele não tem concorrentes pois como falei, as opções citadas tem outra proposta.

          A GM e a Fiat poderiam fazer algo parecido com a Meriva e Idea, com suspensão bem elevada como a linha Adventure e câmbio automático. Ficaria bem próximo da proposta desse WRV.

          Nem todo mundo quer carro grande por fora, alguns só querem um carro robusto, pequeno e com suspensão elevada.

          • mjprio

            Pelo espaço até posso concordar em termos, mas daí a pagar um absurdo pela questão da “mecânica simples e robusta ” ja acho exagero. Se for assim poderia ao menos custar mais barato na versão 1.5 ou então ter o motor 1.8 caso ele caiba. É o mesmo problema do Fit.
            Ainda no tocante ao espaço, como eu disse se justifica se ele tiver o mesmo esquema do Fit e na questão do comprimento externo, o qual nao fiz uma comparação entre as medidas e por isso vou concordar com vc. Fui com minha esposa ver todos esses SUV por curiosidade ( meu carro é o sedan) e nao vi tanta diferença pra outros modelos

  • Marcelo Nascimento

    Só eu que acho muito estranha essa frente super levantada sem utilidade nenhuma? Tem ângulos que parece que o capô tá mais alto que o retrovisor!

    • ViniciusVS

      Ficou de fato estranho mesmo, mas com um simples facelift da para transformar em um carro bonito

  • julio cesar zancan

    Excelente carro, principalmente a suspensão robusta.

  • Hiboria

    Esta dando desanimo ver o que a honda esta fazendo com o mercado brasileiro, antes uma montadora de ponta, agora todos os seus produtos estao defasados, com excessao de algumas variantes. Motores antigos, sem atualizacao e com preco alto, uma pena, gostava muito da marca.

  • Lucas Offeney

    Controle de tração e estabilidade mandaram um abraço!

  • ESB

    Com a chegada do NIVUS a honda vai ter que ser mexer. O Nivus é concorrente direto dele….(um Polo 2 cm mais alto e com mais porta-malas). O Nivus é mais bonito e mais equipado…..porem o acabamento do Nivus é pessimo…a Honda deveria dar uma recheada nos equipamentos do WRV e dar uma mexida nessa traseira que é mais feia que bater na mãe

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